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Chuvas

Cidades

Secretária de Obras expõe ações para recuperar o pleno funcionamento da Casa de Bombas

Por Marcel Vogt 11/07/2023
Por Marcel Vogt

Conforme a Defesa Civil hamburguense, mais de 10 mil pessoas foram atingidas pelas inundações ocorridas após o ciclone extratropical do dia 16 de junho. Um dos locais mais afetados foi a Vila Palmeira, no bairro Santo Afonso, onde moradores questionaram a precariedade da Estação de Bombeamento de Águas. Por meio de requerimento do vereador Ricardo Ritter – Ica (PSDB), a secretária municipal de Obras, Serviços Urbanos e Viários, Greyce da Luz, participou da sessão desta segunda-feira, (10), para falar sobre o funcionamento da Casa de Bombas. A gestora afirmou que, durante a passagem do ciclone, três bombas permaneceram em operação na tentativa de amenizar os estragos provocados pela chuva. Desde então, uma série de ações está sendo tomada para recuperar o pleno funcionamento da estrutura.

Greyce explicou que as três bombas, cada uma com capacidade de vazão de 2,5 mil litros por segundo, trabalharam constantemente durante e após o evento climático. “Foram 110 horas de operação ininterrupta, que causaram a quebra de duas bombas após o dia 18”, contou. A preocupação com novas precipitações extremas levou a Prefeitura a buscar contratações emergenciais para o conserto dos equipamentos. Atualmente, segundo a secretária, a região conta com duas bombas em operação e outras duas em manutenção, com entrega estipulada em contrato para o próximo dia 18.

Também presente à sessão, o diretor de Esgotos Pluviais da Prefeitura, Ricardo Al Alam, esclareceu que a Casa de Bombas do bairro Santo Afonso conta com nichos para sete motores. “Estaremos com quatro bombas ainda este mês. E está saindo licitação para reformar mais três, chegando às sete”, emendou. O engenheiro ponderou, contudo, que os equipamentos não funcionam todos ao mesmo tempo. A operação se dá com um máximo de cinco bombas simultâneas.

Levantamento histórico

Greyce iniciou sua manifestação na tribuna recuperando todo o processo que levou à construção da Casa de Bombas do bairro Santo Afonso. A secretária explicou que a unidade integra o sistema de contenção de cheias do Rio dos Sinos, que compreende outras cinco casas de bombas em São Leopoldo, 20 quilômetros de diques e 2,5 quilômetros de muros de contenção. “Toda a propriedade desse sistema, construído na década de 1970, é da União. Nunca foi passado o patrimônio ao Município”, revelou a secretária, que lamentou a falta de repasses federais para a manutenção do espaço.

Um dos problemas provocados por meio século de mudanças demográficas está na diminuição da bacia de acumulação. “Ao longo dos anos, São Leopoldo acabou ocupando parte da bacia que pertence a seu município. Existe hoje um loteamento em uma área que era destinada à acumulação da água”, ilustrou Greyce. Ricardo Al Alam comentou que, paralelamente ao projeto habitacional leopoldense, havia a previsão de uma nova casa de bombas na Vila Brás. Segundo a explanação do engenheiro, essa unidade faria apoio à estrutura da Vila Palmeira. “Houve um problema no andamento do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e a casa de bombas não saiu. Mas a bacia já estava pela metade. Tem que ser feita a outra casa de bombas e desassoreada a bacia”, diagnosticou.

Após os estragos provocados pelo ciclone, uma força-tarefa envolvendo promotoria pública, procuradores e engenheiros dos dois municípios discute medidas para evitar novos acontecimentos.

Precipitação histórica

Greyce da Luz afirmou que, quando a prefeita Fátima Daudt assumiu a administração da cidade, em 2017, apenas duas das sete bombas estavam em funcionamento. Desde então, mais de R$ 2 milhões teriam sido investidos em melhorias, com adequações elétricas e hidromecânicas, revisões, reformas e manutenções. “Entre 2021 e 2023, priorizamos muito a limpeza da bacia de acumulação. Um trabalho que é feito constantemente para garantir um espaço adequado para a reservação da água”, comentou a secretária.

Al Alam explicou, entretanto, que a quantidade de chuva registrada entre os dias 15 e 16 de junho foi tão fora do comum que nenhuma estrutura teria dado conta. Segundo o diretor, a norma técnica para a elaboração dos projetos no Rio Grande do Sul considera precipitações de até 154 milímetros por dia. Em Novo Hamburgo, conforme dados da Defesa Civil, foram 205 milímetros em 12 horas. “Posso afirmar, sem sombra de dúvida, que teria alagado de toda e qualquer forma. Qualquer casa de bombas teria alagado”, comentou. O diretor também frisou a importância de combater o depósito irregular de resíduos para evitar danos às estruturas de combate às enchentes. “Em 2017, reformou-se todas as bombas. Mas elas não têm duração devido ao lixo. O lixo quebra as bombas”, lamentou.

Finalizada a manifestação dos representantes do Executivo, diversos vereadores fizeram seus apontamentos. Enio Brizola (PT) criticou a passividade da gestão em tratar o tema antes da ocorrência de um episódio trágico e sugeriu uma reorganização de competências dentro da Administração, repassando a responsabilidade sobre a Casa de Bombas e a macrodrenagem para a Comusa. “A nossa companhia de saneamento já cobra taxa de esgoto e possui orçamento muito maior do que a Secretaria de Obras”, ressaltou.

Gustavo Finck (PP), que já havia feito requerimento anterior para a presença da secretária em plenário, externou dúvidas quanto a valores previstos nos novos contratos emergenciais e questionou sobre a existência de uma fiscalização periódica no dique que acompanha o Rio dos Sinos. “Existe esse cuidado? Porque encontrei caminhos abertos e valas. O dique corre o risco de romper?”, indagou.

Al Alam garantiu que a Prefeitura mantém observação constante. “O dique é uma estrutura de contenção de águas maciço de terra. Fazemos, sim, a fiscalização. O único problema são algumas invasões de moradores, que tiraram terra dele, mas não chega a um nível que comprometa sua segurança. O dique está seguro. Não tem o menor risco”, garantiu o engenheiro.

O presidente da Câmara, Fernando Lourenço (PDT), pausou a discussão sobre o bairro Santo Afonso para questionar sobre a casa de bombas da Vila Kipling, em Canudos, que teve suas obras interrompidas. Greyce explicou que a estrutura estava vinculada a um projeto de reurbanização da Vila Getúlio Vargas, mas, por sinalização de outros órgãos, as intervenções foram segregadas. “Está sendo encaminhada a licitação”, antecipou a secretária.

Proponente do requerimento que suscitou o debate, Ica lembrou que o estado vive um ano de exceção devido ao fenômeno El Niño. “A população do bairro Santo Afonso está preocupada, e com toda a razão. A Administração está preocupada também. Mas há efeitos climáticos severos nos quais não temos força suficiente para livrar a cidade de todas as situações. Temos que cobrar recursos da União para a manutenção e, quem sabe, fazer a outra casa de bombas que estava prevista para a Vila Brás. O bairro Santo Afonso depende muito do bom funcionamento da Casa de Bombas”, finalizou o vereador.

Foto: Jaime Freitas/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/07/2023 0 Comentários 658 Visualizações
Variedades

Defesa Civil atenta para chuvas volumosas a partir desta quarta-feira

Por Marcel Vogt 11/07/2023
Por Marcel Vogt

Nesta terça-feira, 11, as instabilidades se intensificam na metade Norte do estado, trazendo risco de temporais isolados entre o Noroeste, Norte e Nordeste gaúcho. Uma baixa pressão juntamente com o fluxo de umidade favorecem o retorno das chuvas.

Durante a quarta-feira, 12, as chuvas ganham força em todas as regiões, sendo persistentes e com forte intensidade. São esperados transtornos associados, como deslizamentos, queda de barreiras e enxurradas e condições para possíveis temporais acompanhados de queda de granizo. Ao longo deste dia, os ventos do Litoral ganham força, deixando assim o mar agitado e com risco de ressaca.

Temporais, chuvas volumosas e rajadas de vento intensas sobre o Rio Grande do Sul podem elevar o nível dos Rios Caí e Sinos, possibilitando inundação. Também podem acontecer enxurradas nos trechos de rio de cabeceira das bacias Caí, Sinos, Taquari, Ijuí, Apuaê-Inhandava, Gravataí, Tramandaí e Mampituba. Há risco de temporais isolados, acompanhados de chuva forte, descargas elétricas, rajadas de vento e eventual queda de granizo.

A Defesa Civil Estadual está monitorando juntamente com a Sala de Situação as condições hidrometeorológicas e qualquer evolução será informado. 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/07/2023 0 Comentários 588 Visualizações
Cidades

Prefeita reúne novamente central de operações contra ciclone em Novo Hamburgo

Por Marcel Vogt 10/07/2023
Por Marcel Vogt

A prefeita de Novo Hamburgo, Fátima Daudt, realizou na manhã desta segunda-feira, dia (10), mais uma reunião da Central de Operações do Plano de Contingência do Município para enfrentar os dias de tempestade e novo ciclone que estão previstos para esta semana no Estado. “Infelizmente, eventos climáticos severos como os que estamos observando em todo o mundo serão mais comuns. E nossas cidades precisarão se preparar cada vez mais para esta nova realidade”, destaca a prefeita.

Durante o encontro, as áreas de risco no Município foram novamente avaliadas, repassando locais de abrigamento e a mobilização de pessoal, como voluntários e servidores municipais, incluindo coordenadores de cada ação (como resgates, abrigos, alimentação e acolhimento). Também foi revisto o estoque de lonas e outros materiais, como colchões e cobertores. “Nossa mobilização foi retomada na semana passada depois do ciclone de junho e permanece com ações definidas em cada frente de trabalho”, explicou a prefeita.

Uma das grandes preocupações para este episódio climático são os morros da área do Kephas devido a risco de deslizamentos. “Estamos muito preocupados. Por isso, estamos orientando famílias a deixarem suas casas já a partir desta terça-feira e se dirigirem ao abrigo municipal”, adianta a prefeita. As famílias podem procurar agentes da Prefeitura na Base de Ações Comunitárias Integradas (BACI) Kephas, na Rua Arthur Momberger, número 1072.

Outras áreas que preocupam, mas com riscos de enchentes a partir do Rio dos Sinos, são partes dos bairros Canudos, Santo Afonso e Lomba Grande, todas com abrigos já estabelecidos para receber as famílias que necessitarem. Por orientação da Procuradoria-Geral do Município, todos os abrigos são em locais públicos.

Retirada de lixo

Como ocorre todas as vezes após eventos de chuva, a Secretaria Municipal de Obras Públicas está realizando nesta segunda-feira (10) a limpeza da parte hamburguense da bacia de acolhimento de águas na Casa de Bombas do bairro Santo Afonso. Uma escavadeira hidráulica de braço longo está retirando o lixo retido por uma barreira em forma de boia. A expectativa é que sejam retirados cerca de 30 metros cúbicos de resíduos.

Como era esperado, a Casa de Bombas vem operando normalmente e deu conta do bombeamento no evento climático de sexta e sábado passado, não permitindo o transbordamento da bacia de acolhimento de água na Vila Palmeira. Isso também demonstra que a Casa de Bombas atende a volumes de chuva considerados dentro da normalidade.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/07/2023 0 Comentários 492 Visualizações
Variedades

Chuvas e instabilidades já atuam no RS

Por Marcel Vogt 07/07/2023
Por Marcel Vogt

A defesa civil informa que as chuvas e instabilidades já atuam sobre o Rio Grande do sul, mais fortemente na região oeste, parte da campanha e no centro gaúcho.

No decorrer do dia e inicio da noite “essas instabilidades avançam para o leste e permanecem atuando no oeste e no centro gaúcho” informa Lucas Fagundes, meteorologista da sala de situação do estado. Lucas ainda pontua que durante a noite de hoje, sexta-feira, 7, e na madrugada de sábado as instabilidade ganham força e podem atuar de forma mais rigorosa no leste e no centro gaúcho.

Fagundes traz informações sobre os acumulados “devem ficar entre 70 e 120mm nessas áreas pontualmente podendo chegar aos 150mm” pontua.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/07/2023 0 Comentários 544 Visualizações
Cidades

Com previsão de muita chuva, Defesa Civil monitora nível dos rios

Por Marcel Vogt 06/07/2023
Por Marcel Vogt

Com a previsão de intensas chuvas previstas a partir da noite de quinta, 7, e sexta-feira, 8, conforme alerta emitido pela Defesa Civil do Estado, em especial quanto ao ciclone extratropical próximo à Costa, a Defesa Civil do município de Santa Cruz está monitorando o nível dos rios e seus afluentes. De acordo com o coordenador do setor, Gilberto Reis, o Rio Pardinho, em especial, baixou bastante.

Na tarde desta quarta-feira (5), equipes estiveram avaliando as imediações da Praia dos Folgados, no Bairro Várzea, e o rio está a uma altura de 85 cm, sendo que, para sair do leito, teria que ser superior a sete metros.

No entanto, conforme o coordenador do órgão, é necessário atenção, visto que os acumulados para o Centro do Estado devem variar entre 80 mm e 120 mm.  Em caso de necessidade, a população deve realizar contato pelo 153.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/07/2023 0 Comentários 599 Visualizações
Cidades

Próximos dias serão de instabilidades meteorológicas no Rio Grande do Sul

Por Marcel Vogt 05/07/2023
Por Marcel Vogt

Nesta quarta-feira (5), o tempo firme predomina todo o estado do Rio Grande do Sul e a máxima será de 28ºC entre o Centro, Oeste e Noroeste gaúcho. Já na Campanha e no Sul, a passagem de uma frente fria pelo oceano voltará a trazer pancadas de chuvas sobre as regiões.

Durante a quinta-feira, 6, as chuvas avançam com intensidade moderada e forte com trovoadas sobre a Campanha, o Centro e o Sul do estado.

Já na sexta-feira, 7, está previsto uma intensificação dessas instabilidades, podendo causar alguns transtornos relacionados aos acumulados e aos temporais.

Na madrugada e manhã de sábado, 8, a previsão é de que as chuvas continuem com moderada e forte intensidade. Nas regiões entre os Vales, Leste e Nordeste, devido a formação de um ciclone extratropical próximo ao Litoral Norte. Os volumes devem variar entre 40 e 60mm/dia. Com o ciclone, os ventos também ganham força e sopram com velocidades dos 70 aos 90 km/h nas áreas do Leste e Nordeste gaúcho.

No domingo, 9, o tempo firme volta a predominar sobre o estado e as temperaturas entram em declínio, por conta do afastamento do ciclone.

Defesa Civil do RS e a Sala de Situação do Estado permanecem monitorando 24h.

Atualização

Retificação
A CEEE Grupo Equatorial informa que até o presente momento, cerca de 1461 unidades consumidoras interrompidas, com a mobilização de 80 equipes para a recomposição do sistema elétrico. A ordem das áreas mais afetadas são Metropolitana, Centro Sul, Campanha, Sul, Litoral Norte e Litoral Sul

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/07/2023 0 Comentários 605 Visualizações
Cidades

União reconhece situação de emergência do Município

Por Marcel Vogt 23/06/2023
Por Marcel Vogt

Moradores da área invadida pela enchente da semana passada, em breve, poderão sacar recursos de suas contas do FGTS. O benefício é decorrente do reconhecimento da situação de emergência vivida por Montenegro pela União. A informação foi publicada no Diário Oficial esta manhã e vem acompanhada da liberação imediata de R$ 227 mil para o Município se ressarcir das despesas que já teve.

De acordo com o secretário municipal de Gestão e Planejamento, Daniel Vargas de Oliveira, a liberação do FGTS não é imediata. “Ainda depende de um processo a ser encaminhado ao governo federal para análise. Só depois disso as pessoas poderão procurar a Caixa”, explica.

Ainda que demore algumas semanas, a notícia deve ser festejada, segundo o secretário. “Com o dinheiro, as pessoas mais prejudicadas poderão adquirir móveis e outros itens que perderam com as cheias”, conclui.

Novo Hamburgo

A vítima encontrada na cidade de Novo Hamburgo na última quinta-feira, um homem de 71 anos, não será contabilizada como óbito decorrente dos efeitos do ciclone.

O homem desapareceu na última terça-feira, após sair para navegar em um pequeno barco, sendo localizado ontem o seu corpo, ainda sem a determinação da causa da morte.

Desta forma, a Defesa Civil estadual contabiliza, até o momento, 16 pessoas mortes por consequência do ciclone.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/06/2023 0 Comentários 723 Visualizações
Cidades

Prefeitura realiza força-tarefa para reparar estragos do ciclone no final de semana

Por Marcel Vogt 21/06/2023
Por Marcel Vogt

Ao longo do último final de semana, a Prefeitura de Capão da Canoa, por meio de uma força-tarefa entre as Secretarias Municipais e a Defesa Civil, realizou diversas ações corretivas para reparar os estragos causados pelas chuvas e passagem do ciclone extratropical da última quinta-feira (15), nos bairros e distritos. A finalidade foi atender as demandas mais urgentes, bem como as áreas com maior acúmulo de água.

No sábado (17), o Secretário de Coordenação dos Distritos, Itamar Trombetta, a pedido do Prefeito de Capão da Canoa, Amauri Magnus Germano, sobrevoou o município para identificar as áreas mais afetadas pelas chuvas, especialmente as regiões do Posto 5 e 6, em Capão Novo. O voo foi acompanhado pelo Major Nelson Renan Barros da Brigada Militar.

As atividades de manutenção compreenderam reparos no calçadão à beira-mar, limpeza urbana, desobstrução de valos, consertos de postes de energia elétrica, entre outras demandas nos mais diversos bairros e nos distritos de Capão Novo, Arroio Teixeira e Curumim. Foi feita a ação corretiva do trecho da Avenida Paraguassú entre Capão Novo e Arroio Teixeira e a via está liberada.

Além dessas ações corretivas, foram removidas inúmeras árvores das vias, e desobstruída a drenagem do Condomínio Dubai. A travessia da estrada de Cornélios está sendo realizada de forma parcial. Nesta segunda-feira (19), a força-tarefa começou a recuperação das vias asfaltadas, sendo que a Rótula da Avenida Rudá com a Avenida Paraguassú está totalmente liberada, bem como manutenções diversas no Vale Verde para recuperar vias.

O Prefeito de Capão da Canoa, Amauri Magnus Germano, reforçou o empenho de todas as secretarias, suas equipes e a Defesa Civil na força-tarefa, visando ajudar a população atingida e resolver as demandas mais urgentes. “Parabenizo todos os secretários municipais e suas equipes pelo seu empenho durante os dias de chuva e todo o trabalho em prol da nossa população, resolvendo as demandas mais urgentes e realizando os reparos de forma imediata”, disse.

A força-tarefa contou com a participação da Secretaria de Obras e Saneamento, Secretaria de Coordenação dos Distritos, equipes das demais Secretarias Municipais, Parque Náutico e Defesa Civil.

Foto: Luiz Moraes/Divulgação | Fonte: Assessoria
21/06/2023 0 Comentários 744 Visualizações
Cidades

Novo Hamburgo amplia número de abrigos para vítimas do ciclone extratropical

Por Marcel Vogt 20/06/2023
Por Marcel Vogt

A Prefeitura de Novo Hamburgo está abrindo mais um abrigo para acolher vítimas das cheias do Rio dos Sinos, ocorrida a partir do ciclone extratropical. A partir desta terça-feira, dia 20, o Instituto Estadual Seno Frederico Ludwig, o CIEP Canudos, na Rua Amalie Thon 50, também irá receber moradores. As aulas no instituto serão interrompidas para isso.

Com isso, Novo Hamburgo conta com cinco abrigos. Ao todo, há 370 pessoas alojadas nos abrigos. Além do CIEP, há ainda a Base de Ações Comunitárias Integradas (BACI) Santo Afonso (Rua Buenos Aires, 217) e Escola Municipal Analdo Grin (Avenida Montevidéu, 902), ambos no bairro Santo Afonso; Igreja Marevan, na Rua Leopodo Petri, 2530, bairro Lomba Grande; e Escola Municipal Martha Wartenberg (Rua Sílvio Gilberto Christmann, 1351), em Canudos.

Novo Hamburgo segue trabalhando simultaneamente em várias frentes. Enquanto ocorre o resgate de pessoas em casas alagadas, outras centenas de pessoas são acolhidas em pontos de abrigo com assistência médica e social. Ao mesmo tempo, aqueles que não deixaram suas casas ou foram acolhidos por parentes, recebem roupas e cobertores em pontos pré-estabelecidos nos bairros onde as consequências do ciclone ainda estão sendo sentidas. Na Fenac, a comunidade segue levando donativos, mostrando empatia e solidariedade com a situação excepcional.

“A mobilização está total em Novo Hamburgo. Não estamos medindo esforços em atender e acolher a todos que precisam”, enfatiza a prefeita Fátima Daudt. Além de voluntários, mais de cem pessoas estão diretamente envolvidas nos trabalhos.

A Defesa Civil, com apoio de secretarias municipais, de voluntários, dos bombeiros e também do Exército, segue em trabalho de campo, resgatando moradores. Além da Vila Palmeira e arredores no bairro Santo Afonso, onde as águas já baixaram em razão do trabalho da Casa de Bombas, a alta do nível do Sinos atinge fortemente a Vila Marrocos, na Santo Afonso; Vilas Getúlio Vargas e Kipling, em Canudos; e Integração e Porto das Tranqueiras, em Lomba Grande.

Na Vila Palmeira, o trabalho para recolher os descartes já começaram. Caminhões e máquinas estão recolhendo móveis, eletrodomésticos e outros materiais descartados por moradores. Já moradores que precisam de agasalhos, material de limpeza e alimentos podem se dirigir aos Centros de Referência de Assistêncial Social (CRAS) Santo Afonso (Rua Honduras, 75, ao lado da Praça da Juventude), Canudos (Rua Ícaro,  933) e Kephas (Rua Tamoio, 52, Vila Dieh).

Hoje, terça-feira (20), o nível do Rio dos Sinos começou a baixar.

Números aproximados do ciclone extratropical em Novo Hamburgo.

Total de desabrigados: 454 (atualmente, 321)
Desalojados: 2500 pessoas (que em algum momento tiveram que sair de suas casas)
Atingidos: 10.000 pessoas

Principais Locais:
Bairros Santo Afonso(Vilas Palmeira, Marrocos e Kroeff); Bairro Canudos(Visital, Esmeralda, Kippling e Getúlio Vargas).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/06/2023 0 Comentários 893 Visualizações
Cidades

Nível do Sinos estabilizou em Campo Bom e não deve mais subir

Por Marcel Vogt 19/06/2023
Por Marcel Vogt

Os campo-bonenses foram atingidos pela maior chuva desde 1984, quando a medição começou a ser feita no município, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O volume acumulado de chuva na sexta-feira (16). chegou a 209mm, o maior de todo o RS para o mês de junho desde 1961. O nível da água do Rio dos Sinos, desde então, começou a subir, preocupando a todos os moradores dos bairros ribeirinhos.

Na ponte da Barrinha, o nível do rio marcava alarmantes 6,3m às 10h da sexta, cerca de 4m acima da normalidade. Às 21h, a medição já ultrapassava os 7m, chegando ao máximo de 7,60m às 17h do domingo (18). Por volta das 8h30 desta segunda-feira (19), o nível era 7,59m. Apesar da estabilização, a marcação alcançada significou a enchente do rio e o alagamento de muitas ruas dos bairros Barrinha, Porto Blos, Vila Rica, Operária e 25 de julho.

Em razão da enchente, muitas pessoas tiveram suas casas invadidas pela água, por isso, já na sexta, o prefeito Luciano Orsi anunciou o Ginásio Municipal como o local destinado a receber os desabrigados. A partir de então, a solidariedade do povo campo-bonense tomou conta e muitas doações começaram a chegar ao local. Nesta segunda, havia 38 pessoas alojadas no ginásio. Doações ainda são necessárias, especialmente de itens de higiene pessoal, produtos de limpeza e alimentos não-perecíveis.

As aulas estão temporariamente suspensas nas escolas Princesinha e Princesa Isabel, na Barrinha, e Presidente Vargas, na Operária. A Defesa Civil e a Prefeitura continuam trabalhando para auxiliar os afetados, inclusive realizando, nesta segunda, o transporte dos trabalhadores ilhados. Quem precisar de ajuda, deve entrar em contato com a Defesa Civil pelo (51) 99631-4625.

Foto: Fernando Santos/Divulgação | Fonte: Assessoria
19/06/2023 0 Comentários 647 Visualizações
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