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Business

Prefeitura homenageia produtores de Novo Hamburgo que participaram da 49ª Expointer

Por Ester Ellwanger 18/09/2026
Por Ester Ellwanger

Reconhecimento. Esse sentimento marcou a quinta-feira, 17 de setembro, na sede da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), onde foi entregue uma homenagem aos produtores do município que participaram da 49ª Expointer, realizada no Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, em Esteio. O encontro contou com uma apresentação musical, a declamação de um poema e a entrega de certificados aos participantes.

A iniciativa teve como objetivo reconhecer o trabalho desenvolvido pelos produtores da zona rural de Novo Hamburgo e celebrar os resultados alcançados durante a feira. A participação dos hamburguenses foi marcada pela conquista de diversos prêmios em diferentes categorias, como destilados, gado, além de ovelhas, coelhos, galinhas ornamentais e outros segmentos.

 

Orgulho pelo trabalho

O secretário de Desenvolvimento Rural, Naasom Luciano, destacou o orgulho do Município pelo trabalho realizado pelos produtores e reforçou que a Prefeitura está de portas abertas para apoiar e potencializar o desenvolvimento do setor.

“Temos muito orgulho do trabalho realizado no meio rural de Novo Hamburgo e queremos continuar potencializando essa força, dando visibilidade aos nossos produtores e levando esse trabalho para cada vez mais pessoas”, afirmou.

A diretora de Desenvolvimento Rural, Gislaine Pires, também ressaltou a importância da participação dos produtores na Expointer. Segundo ela, além de representarem seus próprios empreendimentos, os hamburguenses levaram para a feira um pouco da identidade e da força do Município. “Vocês também estavam levando um pedacinho da nossa cidade”, destacou Gislaine, ao lembrar que a Expointer é uma das maiores vitrines do Estado.

Resultados alcançados

O médico-veterinário da SDR, Maicon Bonini Faria, que acompanhou diversos produtores durante a preparação para a Expointer e realiza o atendimento permanente nas propriedades, destacou a importância da estratégia de extensão rural desenvolvida pelo Município. Para ele, os resultados alcançados na feira demonstram a relevância desse acompanhamento. “É muito gratificante ver esse resultado e perceber a importância de continuarmos avançando com o nosso trabalho, de atendimento in loco nas propriedades”, afirmou.

Maicon também explicou que o trabalho busca respeitar as características de cada propriedade e sistema produtivo, em vez de adotar um único modelo para todos os produtores. “Cada sistema produtivo tem suas particularidades. Isso exige um pouco mais de esforço, mas, quando vemos os resultados, é muito compensador”, amplia.

A homenagem reforçou o compromisso da SDR em manter o acompanhamento dos produtores e apoiar o desenvolvimento das diferentes atividades realizadas na zona rural de Novo Hamburgo.

  Foto: Weslei Fillmann/Divulgação | Fonte: Assessoria

 

18/09/2026 0 Comentários 55 Visualizações
Business

Animais geneticamente superiores estarão no centro dos próximos remates de primavera

Por Ester Ellwanger 16/09/2026
Por Ester Ellwanger

Com a chegada do segundo semestre, o mercado pecuário entra no período tradicional dos remates de primavera, com oferta de reprodutores e ventres em diferentes raças. Na Conexão Delta G, a expectativa é de comercialização de um volume expressivo de touros e fêmeas Hereford e Braford, com foco na oferta de animais geneticamente superiores.

Segundo o vice-presidente da Conexão Delta G, Octaviano Pereira Neto, a aquisição de animais de qualidade genética é uma ferramenta para os produtores que buscam elevar a produtividade dos rebanhos. “A compra de animais superiores traz como principal benefício a garantia de que o produtor encontrará aquele mérito genético desejado para o incremento da produtividade do seu rebanho”, afirma.

Dados de desempenho

Na avaliação do vice-presidente, a escolha dos reprodutores deve considerar, além das características visuais, os dados de desempenho produzidos pelos programas de melhoramento genético. Entre os indicadores, ele destaca as Diferenças Esperadas no Progênie (Deps) e a classificação em Decas (1 a 10), privilegiando, sempre que possível as Decas 1,2 e 3, que reúnem os 10%, 20% e 30% melhores animais avaliados, respectivamente.

A Conexão Delta G trabalha com quatro índices que reúnem as 27 características avaliadas no Programa: Desmama, Final, Carcaça e Adaptação. O Índice de Desmama prioriza animais com capacidade de produzir bezerros mais pesados e com maior velocidade de ganho de peso. Já o índice final considera o desempenho ao longo do desenvolvimento do animal e características relacionadas à conformação, precocidade, musculatura, perímetro escrotal, peso e características funcionais. “O índice final coloca esse animal principalmente dentro do ranking como superior dentro de todo o universo de touros avaliados”, explica.

Outro indicador utilizado pela Conexão Delta G é o índice de carcaça, que considera características como área de olho de lombo, marmoreio e espessura de gordura subcutânea e na região da picanha. O índice de adaptação, por sua vez, reúne características relacionadas à capacidade do animal de enfrentar as condições ambientais.

Entre os atributos avaliados está a resistência ao carrapato, representada pelo indicador Ecto. Nesse caso, quanto mais negativa a Dep, maior a resistência do animal ao parasita. Também são considerados dados de pelame, pigmentação ocular e umbigo, características associadas à adaptação dos bovinos ao calor e a diferentes condições de campo. “São características que permitem ao animal enfrentar desafios como o calor, o carrapato e principalmente campos que apresentem algum tipo de infestação invasora em pastagem, e são características que possuem boa herdabilidade.” destaca o dirigente.

Conexão Delta G

Além dos índices de melhoramento, a Conexão Delta G é credenciada junto ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) para a classificação de animais com Certificado Especial de Identificação e Produção (Ceip), concedido aos 20% a 30% dos animais produtivos de cada geração. A seleção também contempla animais de Dupla Marca, ou seja, devem possuir dados próprios de desmama e sobreano e estarem entre os 30% superiores nos programas de melhoramento genético homologados pela Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB).

Para Pereira Neto, a combinação entre avaliação genética, desempenho e adaptação reforça a importância da escolha criteriosa dos animais nos remates de primavera. “A expectativa é de que a qualidade genética ofertada contribua não apenas para os resultados produtivos dos compradores, mas também para a valorização dos plantéis ao longo das próximas gerações”, conclui.

Agora em setembro já ocorreram o Leilão Selo Racial, da Cia. Azul Agropecuária, do Remate Gap de Primavera, da Gap Genética, ambos em Uruguaiana (RS) e ocorrerá ainda o Remate Pitangueira, do Grupo Pitangueira, em Itaqui (RS). Já para outubro estão previstos mais sete remates.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

16/09/2026 0 Comentários 83 Visualizações
Business

Últimos dias para propriedades se inscreverem em programa de qualificação e valorização do turismo rural gaúcho

Por Ester Ellwanger 16/09/2026
Por Ester Ellwanger

Encerram na próxima segunda-feira, 21 de setembro, as inscrições das propriedades que desejarem participar do projeto Coleção Terra Gaúcha, do Programa Juntos pelo Agro, voltado à identificação, qualificação e promoção de propriedades rurais com experiências turísticas diferenciadas e potencial de agregação de valor.

Fruto da parceria entre CNA, Farsul, Senar RS e Sebrae RS, com apoio do Governo do Estado, a iniciativa busca fortalecer o turismo rural como alternativa de diversificação de renda e ampliar sua participação na oferta turística do Rio Grande do Sul. O primeiro ciclo selecionará até 50 propriedades e empreendimentos rurais, que passarão por um processo de qualificação e terão suas experiências promovidas ao mercado.

A proposta parte de atributos já presentes no meio rural gaúcho, como produtos de origem, gastronomia, contato com a natureza, cultura e modos de vida. A intenção é organizar esses elementos em experiências capazes de atender a um público que busca autenticidade e qualidade, contribuindo também para um novo posicionamento do segmento.

“Quando a gente fala de turismo autêntico, do papel dos produtos de origem, de uma gastronomia autêntica, isso está na pauta do turismo rural, mas ela não está posicionada dessa forma”, explica a especialista em Turismo do Sebrae RS, Amanda Paim. Segundo ela, o desafio é fazer com que essas características sejam percebidas como parte de uma oferta turística de excelência e contribuam para fortalecer o posicionamento do Estado como destino.

O projeto

O projeto prevê ainda uma identidade própria para diferenciar as experiências participantes. As propriedades selecionadas integrarão a primeira edição de um guia de experiências e terão acesso a ações de promoção e visibilidade.

O Senar RS ficará responsável pela qualificação técnica dos empreendimentos, com capacitações e consultorias em áreas como organização da atividade, atendimento ao cliente, gestão financeira, segurança e adequações sanitárias e ambientais. Para o coordenador do Departamento de Desenvolvimento e Inovação do Senar RS, Henrique Padilha, a estruturação é fundamental para transformar o potencial das propriedades em negócios sustentáveis.

“A Coleção Terra Gaúcha nasce para identificar e impulsionar aquelas propriedades que já carregam em sua essência a riqueza da nossa cultura, gastronomia e modo de vida no campo, mas que precisam de estruturação técnica para se transformarem em rotas turísticas atrativas e consolidadas”, afirma.

De acordo com Padilha, o acompanhamento será direcionado às necessidades de cada empreendimento: “A ideia é diversificar a fonte de renda dos produtores e oferecer uma experiência de excelência ao visitante, fortalecendo a economia de todo o Estado”.

Já o Sebrae RS atuará no posicionamento estratégico, na gestão dos pequenos negócios e na busca por novos canais de comercialização. A perspectiva é aproximar a produção rural da atividade turística e transformar itens como azeites, vinhos, queijos, carnes e produtos artesanais em parte de experiências associadas à identidade dos territórios.

“O nosso objetivo é unir a vocação do Rio Grande do Sul para produtos de qualidade com a vocação para a hospitalidade, entregando um produto de alto valor para os mercados nacional e internacional”, destaca Amanda.

Plataforma Viva o RS

Como parte da estratégia de promoção, as propriedades qualificadas passarão a integrar a plataforma Viva o RS, que reúne roteiros, eventos, gastronomia e experiências turísticas de diferentes regiões do Estado. A presença no ambiente digital amplia a exposição dos empreendimentos e facilita o acesso do público a experiências ligadas às tradições, aos sabores e ao modo de vida rural gaúcho.

Para a especialista, o impacto esperado ultrapassa a seleção dos empreendimentos participantes. “O turismo diversifica a renda, e isso já acontece. Mas a gente quer agregar valor e, através dos produtos, receber as pessoas, contar histórias e ter isso alinhado a uma estratégia de promoção de Estado”, complementa.

Com a Coleção Terra Gaúcha, as instituições estabeleceram uma estratégia de qualificação e valorização do turismo rural, buscando dar maior visibilidade a experiências que reúnem produção, identidade territorial e hospitalidade. A iniciativa também cria possibilidades de geração de valor para os negócios do campo e de inserção dessas experiências na promoção turística do Rio Grande do Sul.

Inscrições

Os produtores e empreendedores interessados em qualificar suas ofertas e transformar suas propriedades em rotas estruturadas já podem se inscrever pelo link.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

16/09/2026 0 Comentários 78 Visualizações
Variedades

Produtores de Lomba Grande recebem prêmios na Expointer

Por Jonathan da Silva 09/09/2026
Por Jonathan da Silva

Produtores de Lomba Grande, bairro rural de Novo Hamburgo, receberam premiações durante a 49ª Expointer, encerrada no domingo (6), no Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, em Esteio. Os representantes hamburguenses levaram ao evento animais, produtos agroindustriais, plantas ornamentais e itens gastronômicos produzidos no município. Entre os destaques, o chef Edi Dagrê estabeleceu dois recordes mundiais com um pastel de 250 quilos e uma coxinha de 202 quilos.

A 49ª Expointer reuniu quase 1 milhão de visitantes e registrou recordes em diferentes áreas. A participação dos produtores de Novo Hamburgo contou com acompanhamento da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), que presta apoio às propriedades ao longo do ano.

É uma alegria ver Novo Hamburgo se destacando no maior evento a céu aberto do agronegócio da América Latina. A força do campo, de Lomba Grande, sendo mostrada para centenas de milhares de visitantes. Parabéns a todos e que voltem ainda mais fortes na próxima edição da feira”, comentou o prefeito Gustavo Finck (PP).

O secretário de Desenvolvimento Rural de Novo Hamburgo, Naasom Luciano, destacou o trabalho realizado pelos produtores e o acompanhamento da pasta. “Esses resultados são fruto de muito trabalho, dedicação e investimento dos produtores ao longo do ano, e ter a SDR presente também ajuda a fortalecer essa participação e o alcance das premiações”, reforçou o titular da pasta.

Recordes na gastronomia

Um dos destaques de Novo Hamburgo na Expointer foi o chef Edi Dagrê, que estabeleceu dois recordes mundiais durante a feira. O maior pastel do mundo produzido por ele pesou 250 quilos. Já a maior coxinha teve 1 metro de diâmetro, 78 centímetros de altura e pesou 202 quilos.

Premiações na criação de Gir Leiteiro

Na criação de Gir Leiteiro, o produtor Cassiel Nerbas, da Cabanha Nerbas, conquistou o título de terceiro melhor macho da Expointer. Também recebeu os títulos de reservado campeão de vaca-jovem e reservado campeão de novilha maior.

O criador destacou o aprendizado obtido durante as avaliações dos animais pelos jurados. “A cada entrada de nossos animais em pista, as avaliações dos jurados agregam aprendizado, orientando-nos sobre a direção a seguir, as melhorias necessárias e as melhores estratégias de acasalamento”, afirmou Nerbas.

Para a próxima edição, o produtor prevê ampliar o número de animais levados à feira.

Coelhos também recebem premiações

O produtor Pedro Steffens participou pela primeira vez da Expointer e recebeu premiações com três animais. Na categoria Fantasia, conquistou o 1º lugar e o título de Grande Campeão com um macho Borboleta Inglês. Com uma fêmea da mesma raça, recebeu o 1º lugar e o título de Reservada de Grande Campeã. Na categoria Gigante, uma fêmea Gigante de Flandres também ficou em 1º lugar e recebeu o título de Reservada de Grande Campeã.

Steffens também recebeu o Prêmio Farsul pela participação na feira. “É reconhecimento de trabalho durante o ano para preparar os animais e ver que a genética da minha criação deu bom resultado”, ressaltou o produtor.

Produtos orgânicos

O Sítio Amigos da Terra, de Denise da Rosa, participou da Expointer com produtos orgânicos. A propriedade produz pães, biscoitos, geleias, doce de leite e leite orgânico, entre outros itens.

Segundo Denise, as vendas ficaram abaixo do registrado na edição de 2025, mas a feira manteve importância para a divulgação da produção. “As vendas foram um pouco menores que o registrado em 2025, mas a Expointer continua sendo uma importante vitrine para apresentar os produtos orgânicos, além de possibilitar novos contatos e mercados”, pontou a proprietária.

Premiações com búfalos

Na criação de búfalos, Ricardo Pires levou duas búfalas, mãe e filha, para a Expointer. Os animais conquistaram o 1º lugar na categoria Vaca Adulta, o título de Reservada Campeã na categoria Vaca de Cria ao Pé e o título de Reservada Grande Campeã da Raça Murrah.

Além das premiações, a terneira foi comercializada durante a feira. Para Pires, a participação também serviu para divulgar a raça Murrah e apresentar ao público características como docilidade, rusticidade e potencial produtivo.

Estreia de criador de Gir

O criador Joel Farias participou pela primeira vez da Expointer após cerca de 25 anos de atuação na criação de Gir Leiteiro. Farias levou dois animais para a feira e conquistou uma premiação com cada um deles. “Nós levamos apenas dois animais e uma fêmea jovem ficou em terceiro lugar na categoria, enquanto uma vaca sênior foi campeã”, detalhou Farias.

O criador considerou o resultado positivo e destacou a experiência de participar da feira ao lado de outros criadores de Lomba Grande, com os quais mantém relação de amizade.

O produtor também registrou negociações de animais durante o período. Recentemente, vendeu sete ou oito vacas para o Oeste de Chapecó, em Santa Catarina. A negociação resultou na saída de um caminhão lacrado de Lomba Grande para o Estado vizinho, transportando vacas registradas.

Além das negociações presenciais, Farias utiliza o TikTok para realizar vendas. Nesta edição da Expointer, levou dois animais.

Resultados na criação de coelhos

Ubirajara Coelho, da Casa do Coelho, também recebeu premiações. Na raça Nova Zelândia Branco, conquistou o título de Campeão da Raça na categoria fêmea e o de Grande Campeão na categoria Carne com a mesma fêmea.

Na raça Chinchila, foi Campeão Macho e Grande Campeão na categoria Carne, além de receber o prêmio de destaque da feira com esse animal. Na raça Gigante de Bouscat, conquistou ainda o título de Campeã Fêmea.

Segundo Coelho, as vendas realizadas durante a Expointer também ficaram dentro das expectativas para a feira.

Galinhas ornamentais

O criador de galinhas ornamentais Éder Mello também recebeu premiações. Das quatro aves da raça Sussex levadas à feira, três foram premiadas. Entre os resultados, estão o título de Campeão da Raça e Grande Campeão do Continente Inglês, o de Reservado de Grande Campeão e o terceiro prêmio entre os machos.

Entre as fêmeas, Mello conquistou ainda os títulos de Campeã e Grande Campeã da Raça. Dos 14 animais levados à Expointer, apenas dois retornaram à propriedade, enquanto os demais foram comercializados. “Das quatro aves da raça Sussex levadas à feira, três foram premiadas, incluindo o Campeão da Raça e Grande Campeão do Continente Inglês, o Reservado de Grande Campeão e o terceiro prêmio entre os machos”, comentou o criador.

O produtor avaliou os negócios realizados durante o evento e já iniciou a preparação para a próxima edição.

Outros representantes de Novo Hamburgo

Além dos produtores premiados, Novo Hamburgo esteve representado na 49ª Expointer por Henrique Heldt, da Ecoa Viveiro, com plantas ornamentais; pela Agroindústria Thiesen, com Roberta Thiesen e o marido, Jonathan Mello; pela Invito Cachaçaria, da família Thiesen, com Jonas, Maria Luíza e Guilherme; por Felipe Duarte, com gado da raça Gir Leiteiro; e por Daniel Lazzaretti, da Cabanha Rancho Vistaço, criador de ovelhas da raça Hampshire Down.

Foto: Thiago Dorscheid/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/09/2026 0 Comentários 95 Visualizações
Variedades

ABCCC anuncia R$ 1,4 milhão em premiação no Freio de Ouro

Por Jonathan da Silva 08/09/2026
Por Jonathan da Silva

A Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC) anunciou uma premiação de R$ 1,4 milhão para o Freio de Ouro a partir do ciclo 2027. A novidade foi apresentada ao público nesta sexta-feira (4), em Esteio, durante as etapas finais da competição, na Arena Maior da raça, durante a 49ª Expointer. Será a primeira vez que os vencedores do Freio de Ouro receberão premiação em dinheiro. A próxima edição será a 46ª da competição e ocorrerá durante a 50ª Expointer, em 2027.

A maior premiação será destinada aos dois Grandes Campeões do Freio de Ouro, nas categorias macho e fêmea. Cada vencedor receberá uma caminhonete avaliada em R$ 200 mil.

Também receberão premiação os exemplares que completarem o pódio da competição. O vencedor do Freio de Prata receberá R$ 120 mil, enquanto o Freio de Bronze terá premiação de R$ 80 mil e o Freio de Alpaca, de R$ 60 mil.

A distribuição dos valores também alcançará as etapas classificatórias, e não ficará restrita à Grande Final. Os líderes das provas de Andadura, Mangueira, Figura, Volta sobre Patas e Esbarrada, Campo I, Campo II, Bayard Sarmento e Morfologia receberão R$ 20 mil cada.

Outro valor será destinado ao exemplar de maior média funcional de cada categoria, que receberá R$ 80 mil.

Expectativa da entidade

Segundo o presidente da ABCCC, André Luiz Narciso Rosa, o Freio de Ouro tem participação expressiva na programação da Expointer. “O Freio é uma das maiores atrações da Expointer, com forte representatividade. Arquibancadas e áreas de convívio lotadas”, destaca Narciso Rosa.

Conforme o dirigente, aproximadamente 30 mil pessoas passam pelas dependências da entidade durante cada dia de feira. “Implementar a premiação no aniversário do Freio de Ouro torna tudo ainda mais especial”, completa o presidente da entidade.

De acordo com a ABCCC, a iniciativa busca reconhecer a dedicação de criadores e ginetes envolvidos na competição e estimular a participação nas diferentes etapas que compõem o ciclo.

O Freio de Ouro

A premiação anunciada será aplicada a partir do ciclo 2027, quando o Freio de Ouro chegará à sua 46ª edição. A competição é realizada pela ABCCC e integra a programação da Expointer.

O Freio de Ouro tem patrocínio de Banrisul, Bompack, Florestal, Intacta 2 Xtend, John Deere, Supra e Vetnil. A competição também conta com apoio da Associação Brasileira de Hereford e Braford, Irani, Oviedo, RAM, Real Wood e Vinícola Salton.

Foto: Felipe Ulbrich/Divulgação | Fonte: Assessoria
08/09/2026 0 Comentários 96 Visualizações
Variedades

Cavalo Crioulo movimenta R$ 17 milhões na Expointer

Por Jonathan da Silva 08/09/2026
Por Jonathan da Silva

As vendas de Cavalos Crioulos na Expointer 2026 alcançaram R$ 17.000.500,00, alta de 17,16% em relação ao resultado registrado no ano anterior. Os dados oficiais foram divulgados pelas leiloeiras que atuaram no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, onde foram realizados oito leilões da raça durante a exposição. A comercialização dos equinos representou 77,34% do total movimentado com animais na feira, que, até o fechamento do informe, somava R$ 21,98 milhões.

Segundo o presidente do Sindicato dos Leiloeiros Rurais e Empresas de Leilão Rural do RS (Sindiler), Fábio Crespo, o resultado das vendas ocorreu em um cenário marcado por dificuldades de crédito e condições climáticas adversas no campo. “Mesmo em um ano com entraves de crédito e dificuldades climáticas nos campos, o que se viu na Expointer é que genética de qualidade segue sempre tendo o seu mercado e valorização diferenciada”, salientou o leiloeiro, que também rematou equinos e bovinos em Esteio.

A movimentação de R$ 17.000.500,00 registrada pelo Cavalo Crioulo representou crescimento de 17,16% sobre o valor alcançado pela raça na edição anterior da Expointer.

Participação na comercialização

Em 2026, foram realizados oito leilões de Cavalos Crioulos no Parque de Exposições Assis Brasil. A raça respondeu pela maior parte da comercialização de animais registrada na exposição, alcançando 77,34% dos R$ 21,98 milhões movimentados até o fechamento do levantamento.

O presidente da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC), André Rosa, destacou a participação da raça na programação de vendas da feira. “Esteio é sempre um momento importante de vendas, de se verificar a força genética e dos investidores que todos os anos chegam na raça. Mais do que líder de comercialização, o Cavalo Crioulo é força presente na Expointer”, concluiu Rosa.

Foto: Carolina Jardine/Divulgação | Fonte: Assessoria
08/09/2026 0 Comentários 89 Visualizações
Business

Rodadas internacionais conectam pequenos negócios do Sul a novos mercados durante a Expointer 2026

Por Ester Ellwanger 07/09/2026
Por Ester Ellwanger

As exigências de diferentes mercados, os padrões buscados pelos compradores e as condições necessárias para uma operação de exportação estiveram entre os temas das Rodadas de Negócios Internacionais do Projeto Comprador Expointer, realizadas na Casa do Senar, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. A iniciativa reuniu 48 vendedores do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná e 13 compradores de oito países, com foco em alimentos e bebidas diferenciados e de maior valor agregado.

A ação aproximou pequenos negócios da região Sul de compradores internacionais e permitiu aos empreendedores conhecer, diretamente com potenciais parceiros comerciais, as características e exigências de diferentes mercados. Entre os segmentos representados estiveram azeites extravirgens, vinhos e espumantes, cachaças, méis especiais, produtos orgânicos, noz-pecã e derivados de frutas. A iniciativa contou com a participação do Sebrae, da CNA e da ApexBrasil, por meio do AgroBR, programa de promoção de produtos e empresas brasileiras no mercado internacional.

Para o gerente de Competitividade Setorial do Sebrae RS, Augusto Martinenco, a aproximação com compradores de outros países permite que os empreendedores obtenham informações que podem orientar decisões antes mesmo da concretização de uma exportação. A partir das conversas, as empresas conseguem identificar adequações necessárias em produtos, embalagens, processos e outros aspectos da operação.

“Quando a gente realiza as rodadas de negócio internacional, existem dois grandes objetivos. O primeiro é concretizar o negócio, apresentar o produto e negociar com esse comprador. Mas o segundo também é importante: entender os pré-requisitos que aquele mercado e aquele comprador têm. Não é raro que, a partir das rodadas, as empresas alterem seu produto com base nas especificações ou características que o comprador está buscando”, explica.

Visitas Técnicas

A programação contou ainda com visitas técnicas a propriedades rurais, agroindústrias e empresas da Região Metropolitana e da Serra Gaúcha. A experiência permitiu aos estrangeiros conhecer os processos produtivos e observar características dos empreendimentos que não aparecem apenas na apresentação comercial dos produtos.

Na avaliação de Martinenco, a origem e a identidade da produção também podem contribuir para diferenciar os produtos brasileiros diante de consumidores internacionais. “O principal elemento é a qualidade do nosso produto, mas é também a conexão e a história que nós geramos do nosso território através desses produtos. Cada vez mais o consumidor não quer só consumir o queijo, o mel, a carne. Ele quer consumir a história que esses produtos têm, de onde vieram e quem os produziu”, destaca.

Para avançar no comércio exterior, no entanto, os negócios precisam estar preparados para atender a requisitos que variam conforme o destino. Entre os desafios estão a regularidade do fornecimento, as exigências sanitárias, os registros e as certificações, além da logística, especialmente para produtos perecíveis. Aspectos culturais e hábitos de consumo também precisam ser considerados na definição da oferta. “Quando a gente olha mercados internacionais, precisa conhecer, entender e entregar aquilo que vai fazer sentido para esse consumo de fora”, afirma.

Negócios e conexões

Os compradores que participaram da iniciativa vieram de oito países. As reuniões foram agendadas previamente de acordo com a compatibilidade entre os produtos das empresas e os interesses dos importadores.

Segundo o analista de mercado do Sebrae Nacional, Gustavo Reis Melo, a preparação dos negócios e a conexão com compradores fazem parte de uma estratégia mais ampla de fortalecimento da presença brasileira no mercado internacional. Nesse processo, a atuação conjunta do Sebrae, da CNA e da ApexBrasil busca combinar qualificação e melhoria da gestão com conhecimento do agronegócio e promoção comercial.

“O papel do Sebrae na parceria com a CNA e no AgroBR é juntar a competência na qualificação, melhoria da gestão e dos processos internos com a competência da CNA no agronegócio, aumentando a competitividade dos produtores rurais e das empresas rurais em seus respectivos segmentos e territórios”, pontua.

De acordo com Melo, a promoção internacional também considera atributos que podem diferenciar os produtos brasileiros, como indicações geográficas, produtos da bioeconomia e características dos diferentes biomas. A sustentabilidade aparece como um componente adicional de valor para a oferta nacional.

A estratégia de internacionalização considera ainda os acordos comerciais firmados pelo Brasil. “A intenção é aproveitar as condições estabelecidas nesses tratados para ampliar as possibilidades de negócios para pequenos empreendimentos, inclusive a partir da redução ou eliminação de tarifas para determinados produtos”, complementa o analista.

Resultados anteriores

A iniciativa deu continuidade aos resultados registrados na Expointer 2025, quando 30 empresas participaram de 156 reuniões com 12 compradores internacionais. Na ocasião, foi estimada a geração de US$ 3,65 milhões em negócios.

“A realização das rodadas integra a estratégia de aproximação dos pequenos negócios com o mercado internacional e contou com a articulação das instituições envolvidas nas ações do AgroBR. Na Expointer, a programação também esteve inserida nas iniciativas voltadas à valorização e ao fortalecimento do agronegócio”, finaliza Melo.

 Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

07/09/2026 0 Comentários 93 Visualizações
Business

Como os leilões estão transformando a experiência de compra: da pista para uma verdadeira “sala de cinema”

Por Ester Ellwanger 05/09/2026
Por Ester Ellwanger

Foi-se o tempo em que os leilões de genética eram momentos voltados apenas à comercialização de animais. Em um mercado cada vez mais competitivo, criadores e leiloeiras buscam novas maneiras de atrair, conquistar e fidelizar compradores, transformando o remate em uma verdadeira experiência de compra e relacionamento.

Após grandes exposições, como a Expointer, chega o momento de transformar os resultados da temporada de julgamentos em negócios. Em Santana do Livramento, o Leilão Parceria Genética, promovido pelas cabanhas La Coxilha e Sossego, aposta, nesta edição, em uma temática inspirada em grandes sucessos do cinema.

A proposta vai além da identidade visual. A ideia é transportar o público para uma première, na qual os animais assumem o papel de protagonistas e a genética permanece no centro do espetáculo.

“Hoje, o remate vai muito além da comercialização. O mercado está mais competitivo e precisamos criar uma experiência que aproxime o comprador do nosso trabalho. Todo o ambiente é pensado para valorizar o que é principal: o gado e a genética, mas também para fazer com que o cliente se sinta parte daquele momento”, afirma o produtor Gabriel Barros, da cabanha La Coxilha.

A transformação do remate em experiência de compra acompanha uma mudança na própria relação entre criadores e investidores. Em vez de concentrar a comunicação apenas nos animais que serão ofertados, os eventos passam a trabalhar também elementos capazes de criar expectativa e envolvimento antes mesmo do início dos lances. “No fim, mais do que vender, buscamos criar relacionamento, identificação com a marca e fazer com que ele queira voltar no próximo ano”, reforça Barros.

Serviço:

O Leilão Parceria Genética
  • Quando: 1º de outubro, a partir das 19h
  • Local: Sindicato Rural de Santana do Livramento
  • Animais: 400 fêmeas e 50 machos Angus e Brangus
  • Realização: Knorr Leilões e Tellechea & Bastos

Foto: Gabriel Olivera /Divulgação | Fonte: Assessoria

 

05/09/2026 0 Comentários 67 Visualizações
Variedades

Hereford e Braford têm animais premiados no julgamento de rústicos da Expointer

Por Jonathan da Silva 04/09/2026
Por Jonathan da Silva

O julgamento de animais rústicos das raças Hereford e Braford foi realizado nesta quarta-feira (2), durante a programação da 49ª Expointer, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. A avaliação reuniu fêmeas e machos de diferentes categorias e foi conduzida por jurados brasileiro e argentino, que consideraram critérios como equilíbrio, musculatura, estrutura, funcionalidade e correção racial.

Na raça Hereford, foram definidos os campeões nas categorias de fêmeas e machos. A melhor fêmea Polled Hereford PO foi a do lote 25, tatuagem 382, dos expositores Vilson Leston, Jacques R. Leston e Debora Mendonça, das agropecuárias Dom Vitor e Querencia Velha, de Santa Vitória do Palmar.

Entre as fêmeas Hereford PC, a vencedora foi a do lote 26, tatuagem 029, do expositor Eduardo Augusto Pereira de Menezes Filho, da Estância Boa Ventura, de Pinheiro Machado. Já a melhor Polled Hereford fêmea PC foi a do lote 36, tatuagem D337, do expositor Lidiomar Rodrigues de Freitas, do Estabelecimento Santo Amaro, de Bagé. Ao final das avaliações, a Suprema Campeã foi a fêmea do lote 33, tatuagem E06, também de Lidiomar Rodrigues de Freitas e do Estabelecimento Santo Amaro.

Campeões entre os machos Hereford

Entre os machos rústicos Hereford PO, o melhor touro foi o do lote 38, tatuagem FIV342, do expositor Lucimar Moreira Langendorf, da Agropecuária Langendorf, de São Gabriel.

Na categoria Polled Hereford PO, o melhor macho foi o do lote 51, tatuagem FIV931, do expositor Wylly Haas Filho, das Fazendas Irapuá, de Cachoeira do Sul. Entre os Hereford macho PC, venceu o lote 56, tatuagem Z28, do expositor Miguel Ricardo Vargas Chuy, do Estabelecimento Don Angélico, de Dom Pedrito.

Na categoria Polled Hereford macho PC, o primeiro colocado foi o lote 63, tatuagem Z114, do expositor Das Marias Agropecuária Ltda., da Fazenda São Jorge, de Aceguá. O animal também foi escolhido como Supremo Campeão.

Critérios utilizados na avaliação

O jurado Manuel Gularte Sarmento, de 34 anos, foi responsável pela avaliação dos exemplares Hereford nas categorias rústicas de machos e fêmeas. Ele destacou a responsabilidade de atuar na pista da Expointer, considerando a importância da exposição para a pecuária brasileira e latino-americana. “Jamais imaginaria que, com 34 anos, em 2026, eu estaria aqui julgando nessa pista, sabendo da responsabilidade e do peso que têm julgar uma Expointer em termos de Brasil e de América Latina”, afirmou Sarmento.

O jurado também explicou que procurou manter os mesmos critérios de avaliação ao longo das diferentes categorias. “Tentei buscar, do início ao fim, desde os animais de argola até os rústicos, o mesmo biotipo de animais, com bastante carne, boa costela, compridos, frente leve, fêmeas femininas e machos com bom caráter masculino”, explicou Sarmento.

Resultados do Braford

Na raça Braford, a Melhor Fêmea Rústica foi a do lote 113, tatuagem A83, dos expositores Manoel F. Rodrigues e Elio Roque Ottoni, do Estabelecimento Cabanha Santa Camila e Agroottoni, de Santo Antônio das Missões.

O Melhor Rústico Macho Braford foi o do lote 123, tatuagem FIVB36, do expositor e estabelecimento Cabanha Santa Camila, de Alegrete.

O jurado argentino Gastón Garcia avaliou os animais Braford rústicos e afirmou que o nível encontrado correspondeu às expectativas da avaliação. Segundo ele, os exemplares apresentaram características consideradas importantes para a seleção da raça. “A verdade é que, nos rústicos, pudemos encontrar o que viemos buscar”, afirmou Garcia, destacando especialmente as fêmeas.

De acordo com o jurado, as fêmeas apresentaram equilíbrio e funcionalidade entre os aspectos observados durante o julgamento. “Nas fêmeas havia um nível realmente muito interessante. Em todas as categorias havia fêmeas muito boas para premiar”, expressou o argentino.

Entre os machos, Garcia destacou animais de tamanho moderado, musculatura e correção racial. “Quanto aos machos, encontramos machos de tamanho moderado, bem carnudos e corretos. Pudemos encontrar também touros muito interessantes para a raça”, avaliou o jurado.

Operação começa antes da entrada na pista

Além da avaliação dos animais, a realização do julgamento envolve uma operação coordenada pela Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB). O gerente de operações da entidade, Felipe Medeiros, explicou que o trabalho começa horas antes da entrada dos exemplares na pista e continua até a saída dos animais do Parque de Exposições Assis Brasil.

Segundo Medeiros, a organização depende da atuação integrada de uma equipe especializada. “É um trabalho feito não por uma pessoa, mas por uma equipe. Não é uma equipe tão robusta, mas muito qualificada e muito dedicada. São horas de trabalho”, afirmou o gerente.

A primeira etapa ocorre com a chegada dos animais ao parque. Os exemplares passam pelo julgamento de admissão, quando técnicos da raça conferem os dados e verificam se estão aptos a participar da competição. “Primeiramente, os animais chegam e passam por um julgamento de admissão, onde técnicos da nossa raça avaliam e conferem todos os dados desses animais para que eles possam ser julgados”, explicou Medeiros.

Organização dos animais e resultados

Depois da admissão, os animais seguem a ordem de idade estabelecida no catálogo da exposição. A equipe organiza a entrada dos exemplares na pista conforme as categorias, enquanto os jurados realizam as avaliações e definem as premiações até as disputas finais. “Posteriormente, nós fazemos os julgamentos por ordem de idade. O nosso trabalho é justamente organizar a entrada desses animais, conforme o catálogo, que confere essa questão da idade. Assim, vamos conduzindo, tirando os melhores animais e fazendo as premiações até chegarmos ao grande campeonato e ao melhor animal”, ressaltou Medeiros.

A preparação da operação começa antes da chegada dos expositores e inclui a organização da estrutura necessária para o funcionamento dos julgamentos. “Quando o pessoal chega aqui, a gente já veio muito antes para organizar ou pré-organizar. Obviamente, temos uma equipe de trabalho também nos ajudando nos bastidores, que não aparece, mas é essencial para a rotina e para a dinâmica do julgamento”, destacou o gerente.

Foto: Fernando Spolavori/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/09/2026 0 Comentários 91 Visualizações
Business

Hub Agro discute sustentabilidade, inovação e presença feminina no campo

Por Ester Ellwanger 04/09/2026
Por Ester Ellwanger

O Hub Agro, espaço que a prefeitura de Esteio e a Universidade Feevale mantêm no Parque de Exposições Assis Brasil, segue com a sua programação voltada à tecnologia, pesquisa e desenvolvimento voltados ao agro, durante a Expointer.

Nesta sexta-feira, 4 de setembro, a programação da Instituição segue com lançamentos de iniciativas para o agro, um painel sobre o papel das mulheres na inovação no campo e uma atividade sobre gestão e comunicação.

Programação

  • 10h30min: Início do Programa de Inovação Aberta no Agro – Feevale
  • 14h: Quem está transformando o agro? O papel da mulher na inovação do campo, com Martha Santos Louzada, presidente da Comissão das Mulheres do Agro do Sindicato Rural de Alegrete e coordenadora adjunta da Comissão das Mulheres do Agro da Farsul; e Desireé Hastenpflug Möller, presidente da Associação Gaúcha de Criadores de Búfalos (Ascribu)
  • 15h: Preparar a propriedade: as atividades-meio que sustentam o resultado, com Claudinei Baldissera, presidente da Emater/Ascar-RS; Guilherme Monks, da MZ Advogados; Gabriele Lisboa de Souza, da NortCont; Nanda Fersula, Instituto Sigales; Daniel Bahr e Gabriel Bahr, case Carnes Alemão/Fazenda Cristal. A mediação será de Christian Lemos, da Wyse Conexão, e Mateus Rocha, diretor técnico da Emater/Ascar-RS.
     

Projeto de extensão lança cartilha

Ainda nesta sexta-feira, 4 de setembro, às 15h, o projeto de extensão da Universidade Feevale Combate e Prevenção ao Mosquito Aedes aegypti, juntamente com acadêmicos do curso de Medicina Veterinária, irá lançar uma cartilha de prevenção à dengue no meio rural. De acordo com a líder do projeto, professora Natalia Aparecida Soares, a ação originou-se de um trabalho de curricularização da extensão, com o objetivo promover a conscientização sobre a dengue e reforçar a importância da prevenção e do combate ao mosquito vetor. O lançamento ocorre no Espaço Emater/Ascar-RS.

 Foto: Andrieli Siqueira/Divulgação | Fonte: Assessoria

 

04/09/2026 0 Comentários 95 Visualizações
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