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Congresso em Porto Alegre debate uso de dados na agricultura de precisão

Por Jonathan da Silva 15/07/2026
Por Jonathan da Silva

O 11º Congresso Brasileiro de Agricultura de Precisão e Digital (ConBAP) e a 17ª International Conference on Precision Agriculture (ICPA) começaram nesta segunda-feira (13), no Centro de Eventos da PUCRS, em Porto Alegre, com debates sobre o uso de tecnologias e dados no setor agrícola. A abertura dos eventos reuniu representantes da Associação Brasileira de Agricultura de Precisão e Digital (AsBraAP), da International Society of Precision Agriculture (ISPA), pesquisadores e especialistas do Brasil, América Latina, Europa e Estados Unidos para discutir avanços e desafios da agricultura de precisão, com destaque para a dificuldade de transformar informações coletadas no campo em decisões de manejo, principalmente em pequenas propriedades.

Durante a cerimônia de abertura, o presidente da Associação Brasileira de Agricultura de Precisão e Digital (AsBraAP), Márcio Albuquerque, destacou que a realização da ICPA no Brasil representa a primeira edição da principal conferência mundial da área fora da América do Norte.

Segundo Albuquerque, a escolha de Porto Alegre para sediar o encontro possui um significado especial e ocorre em um ano em que a AsBraAP completa dez anos de atuação. O presidente afirmou que, ao longo desse período, a entidade tem conectado profissionais e contribuído para o desenvolvimento da agricultura de precisão no país.

O dirigente também ressaltou que o congresso foi estruturado como um espaço para troca de experiências, apresentação de desafios e demonstração da evolução tecnológica do setor.

O presidente da International Society of Precision Agriculture (ISPA), Steve Phillips, afirmou que a realização da conferência em outro continente era um objetivo discutido há anos pela organização. Segundo ele, a decisão de internacionalizar o evento foi tomada há cerca de dois anos e contou com a parceria da AsBraAP e de outras instituições envolvidas na organização.

Phillips também destacou mudanças na estrutura da ISPA, com a criação de cargos de liderança e representações regionais. De acordo com o dirigente, a diretoria da entidade passou a contar com representantes de todos os continentes, ampliando em 25% a representatividade global da organização. “Esse avanço reflete não apenas o crescimento do número de associados, mas também o maior engajamento da comunidade científica, a participação dos membros e a qualidade das contribuições técnicas voltadas ao desenvolvimento da agricultura de precisão”, ressaltou Phillips.

Agricultura brasileira

Em sua palestra, o presidente da AsBraAP, Márcio Albuquerque, apresentou um panorama da evolução da agricultura brasileira e destacou a transformação do país, que deixou de ser importador de alimentos até meados da década de 1960 para ampliar sua produção a partir do avanço da pesquisa agropecuária e da criação de instituições como a Embrapa nos anos 1970.

Albuquerque também citou o Rio Grande do Sul entre os estados que passaram a adotar tecnologias na produção agrícola, posteriormente ampliadas para outras regiões brasileiras. “Cada vez mais, a agricultura de precisão e digital vem se inserindo nesse processo a partir da integração entre produtores rurais, pesquisadores, empresas e entidades governamentais”, destacou o presidente da AsBraAP.

Pesquisa aponta adoção de tecnologias no campo

O professor da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo (Esalq/USP), José Paulo Molin, apresentou dados sobre o cenário da agricultura de precisão na América Latina e pesquisas relacionadas ao uso dessas tecnologias no Brasil.

O levantamento, realizado por uma empresa privada com apoio da AsBraAP, analisou o uso de tecnologias de precisão no preparo do solo e em cultivos de cana-de-açúcar, soja e algodão. Segundo Molin, 86% dos produtores consultados utilizam tecnologias de precisão na aplicação de calcário, enquanto o percentual é menor em aplicações de agroquímicos.

O professor também destacou a dependência brasileira de fertilizantes importados, como fósforo, potássio e nitrogênio, e afirmou que o cenário exige maior eficiência no uso dos insumos agrícolas. “Somos altamente dependentes de fertilizantes. Este seria o momento de fazer um bom uso desses produtos”, afirmou José Paulo Molin.

Pequenas propriedades

Durante a apresentação, Molin também abordou a realidade das cerca de 4 milhões de pequenas propriedades rurais existentes no Brasil. Segundo o especialista, há diferenças entre estabelecimentos que já adotaram algum nível de mecanização e aqueles que ainda não passaram por esse processo.

Como exemplo, o professor citou pequenas propriedades produtoras de café no interior de São Paulo, onde áreas diferentes do terreno ainda são tratadas de forma uniforme, sem considerar variações de produtividade ou necessidades específicas do solo. “Há um projeto de coleta de amostras para detectar se existe homogeneidade ou não nesses solos”, explicou Molin. Segundo ele, os dados são coletados desde 2020, mas ainda não são utilizados de forma adequada no gerenciamento das áreas.

Eles não estão acertando o alvo. Temos que falar sobre precisão, e agora”, declarou o professor Molin.

Programação internacional

A programação do primeiro dia também contou com o painel “Cenário atual da agricultura de precisão e digital na Europa”, apresentado pelo pesquisador italiano Davide Cammarano, que atua nas áreas de agricultura de precisão, agroecologia, modelagem de culturas e mudanças climáticas aplicadas à produção agrícola.

Outro painel abordou o cenário da agricultura de precisão e digital nos Estados Unidos. A apresentação foi conduzida pelo professor associado da Auburn University Simerjeet Virk, especialista em extensão rural, agricultura de precisão e sistemas de máquinas agrícolas.

Foto: Retratte Fotografia/Divulgação | Fonte: Assessoria
15/07/2026 0 Comentários 19 Visualizações
Variedades

Exportações brasileiras de arroz crescem mais de 80%

Por Jonathan da Silva 15/07/2026
Por Jonathan da Silva

As exportações brasileiras de arroz cresceram mais de 80% no primeiro semestre de 2026 em relação ao mesmo período do ano anterior, contribuindo para reduzir a oferta no mercado interno e favorecer a recuperação gradual dos preços pagos aos produtores. A avaliação foi apresentada pela Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), que projeta embarques de cerca de 2 milhões de toneladas até o fim do ano. Segundo a entidade, o aumento das vendas externas também ampliou a liquidez dos produtores ao direcionar parte da safra para o mercado internacional.

O presidente da Federarroz, Denis Dias Nunes, afirmou que o desempenho das exportações foi um dos melhores já registrados pelo setor. “O forte ritmo das exportações deu liquidez aos produtores, que puderam direcionar parte da produção ao mercado externo, evitando uma oferta excessiva no mercado doméstico”, ressaltou Dias Nunes. Segundo o dirigente, os mecanismos de apoio ao escoamento também contribuíram para melhorar a remuneração da saca de arroz.

Receita caiu com preços internacionais

Apesar do crescimento no volume exportado, a receita obtida com as vendas externas ficou abaixo da registrada em 2025 em razão da redução dos preços no mercado internacional. “O primeiros embarques de 2025 foram negociados com valores superiores a R$ 90 por saca, enquanto neste ano os preços ficaram na faixa dos R$ 60, representando uma redução próxima de um terço”, comparou Denis Dias Nunes.

Venezuela amplia participação nas compras

Em relação aos destinos das exportações, o presidente da Federarroz informou que os principais mercados permaneceram praticamente os mesmos, mas destacou o aumento da participação da Venezuela entre os compradores de arroz em casca brasileiro. “Havia preocupação de que mudanças no cenário político venezuelano pudessem alterar o fluxo comercial, hipótese que não se confirmou. Pelo contrário, o mercado se consolidou e apresentou maior segurança para as negociações”, ponderou Dias Nunes.

Perspectiva para o segundo semestre

Segundo Denis Dias Nunes, a balança comercial do arroz registrou superávit de aproximadamente 400 mil toneladas no primeiro semestre, resultado que reforça a expectativa de crescimento das exportações ao longo do ano. “A nossa expectativa é de que o Brasil alcance cerca de 2 milhões de toneladas exportadas ao longo de 2026, com um dos maiores saldos comerciais dos últimos anos”, projetou o presidente da entidade.

Para o dirigente, o aumento das exportações já influencia o mercado interno. “Os preços iniciaram um processo de recuperação e a tendência é de continuidade da valorização nos próximos meses, resultado do trabalho realizado para ampliar o escoamento da safra durante o primeiro semestre”, ressaltou Dias Nunes.

Sobre o cenário para a segunda metade do ano, o dirigente afirmou que a evolução dos preços dependerá do comportamento da produção internacional. “A evolução dos preços dependerá, principalmente, do comportamento da safra norte-americana e da produção nos países asiáticos, que já sofrem influência do fenômeno El Niño”, concluiu Dias Nunes.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/07/2026 0 Comentários 30 Visualizações
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Produção de azeite de oliva no Brasil atinge recorde em 2026

Por Jonathan da Silva 15/07/2026
Por Jonathan da Silva

A produção brasileira de azeite de oliva alcançou 1,434 milhão de litros em 2026, o maior volume já registrado no país. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Olivicultura (Ibraoliva) nesta terça-feira (14), durante coletiva de imprensa em Porto Alegre. O crescimento foi impulsionado pela recuperação da safra após as perdas provocadas pelas condições climáticas em 2025 e pelo avanço da olivicultura nacional. No Rio Grande do Sul, principal produtor do país, a produção chegou a 1,17 milhão de litros, ultrapassando pela primeira vez a marca de 1 milhão de litros.

O levantamento aponta que a produção nacional cresceu 496,75% em relação aos 240,3 mil litros registrados em 2025. O resultado também ficou 123,98% acima do recorde anterior, de 640.228 litros, obtido em 2023.

Rio Grande do Sul lidera produção

O Rio Grande do Sul respondeu pela maior parte da produção brasileira, com 1,17 milhão de litros de azeite. O volume representa crescimento de 514,82% sobre os 190,3 mil litros produzidos em 2025 e supera em 101,64% o recorde estadual anterior, de 580.228 litros, registrado em 2023.

Segundo o Ibraoliva, o Eestado conta atualmente com 31 lagares, responsáveis pelo processamento das azeitonas e extração do azeite, além de aproximadamente 390 produtores.

A região da Mantiqueira ficou na segunda colocação, com produção de 250 mil litros. Santa Catarina registrou 10 mil litros, o Paraná produziu 2,5 mil litros e o Espírito Santo alcançou 1,5 mil litros.

Safra supera marcas anteriores

A vice-presidente do Ibraoliva, Solange Neves, destacou que a produção superou os recordes anteriores tanto no estado quanto no país. “Tivemos uma safra muito boa em 2023, com 580 mil litros no Rio Grande do Sul. Agora, o estado supera esse recorde em 101,64%, enquanto o Brasil fica 123,98% acima da melhor marca anterior”, afirmou Solange.

De acordo com a dirigente, o resultado também reflete a evolução da cadeia produtiva ao longo dos últimos anos. “Essa é uma conquista conjunta, construída com a organização dos produtores e a parceria entre instituições públicas e iniciativa privada. Temos avançado no manejo, compreendido melhor os efeitos das condições climáticas e trabalhado para produzir azeites de qualidade”, acrescentou Solange.

O Rio Grande do Sul concentra a maior área plantada e uma produção expressiva. Quando uma região se torna exemplo de produção, ela agrega valor para toda a comunidade, movimenta o município e cria oportunidades ligadas ao turismo. Precisamos conhecer mais as regiões produtoras do próprio estado e também de outras partes do Brasil, como a Mantiqueira”, observou Solange Neves.

Setor consolida crescimento

O secretário da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul, Marcio Madalena, afirmou que o resultado representa a consolidação da olivicultura gaúcha, iniciada há pouco mais de duas décadas. “Trabalhávamos com uma projeção abaixo de 1 milhão de litros e não havia, até então, a expectativa de superar essa marca neste ano. Estamos falando de uma cultura que começou a ser trabalhada por volta de 2005 no Rio Grande do Sul e que, em pouco mais de 20 anos, consolidou o estado na produção brasileira”, afirmou Madalena.

Segundo o secretário, o crescimento da produção ocorre paralelamente ao reconhecimento internacional dos azeites produzidos no estado. “Não é apenas crescimento de produção. Ultrapassamos 1 milhão de litros justamente no momento em que começamos a acumular medalhas internacionais, consolidando o reconhecimento da qualidade do azeite de oliva gaúcho em nível global. É um setor que tem crescido de forma organizada, tanto da porteira para dentro quanto na representação da cadeia e na articulação com o serviço público”, concluiu o titular da pasta.

Foto: Nestor Tipa Júnior/AgroEffective/Divulgação | Fonte: Assessoria
15/07/2026 0 Comentários 26 Visualizações
Variedades

Festa Colonial de Canela começa nesta sexta-feira

Por Jonathan da Silva 15/07/2026
Por Jonathan da Silva

A 32ª Festa Colonial de Canela será aberta oficialmente nesta sexta-feira, 17 de julho, na Praça João Corrêa. A programação terá início às 10h e seguirá até 2 de agosto, reunindo gastronomia colonial, apresentações musicais, feira de artesanato e produtos da agricultura familiar. A cerimônia oficial de abertura ocorrerá às 18h30min, no Multipalco, seguida pelo show do grupo Os Serranos, que marca o início da programação artística do evento.

O prefeito Gilberto Cezar (PSD) participará da abertura e convidou moradores e visitantes para prestigiarem o evento. “A Festa Colonial é feita pelo canelense para os nossos visitantes, com muita dedicação e carinho. É o evento mais querido pela nossa comunidade e enaltece a importância das famílias produtoras para a nossa economia. Convido todos a estarem presentes na Praça João Corrêa para a cerimônia de abertura e, principalmente, para aproveitar toda a programação preparada pela Secretaria Municipal de Turismo e Cultura”, destacou o chefe do executivo canelense.

Primeiro dia reúne atrações culturais e gastronômicas

A programação da sexta-feira começa às 10h com a abertura da Feira de Artesanato, que reúne peças produzidas por artesãos locais credenciados por edital da Prefeitura de Canela, além de expositores das casinhas coloridas da Associação Canelense. O espaço permanecerá aberto até as 22h.

A partir das 11h, o público poderá acompanhar a Blasmusik, cortejo musical inspirado nas tradicionais bandinhas alemãs. Às 17h30min, o grupo canelense O Retruco sobe ao Multipalco e antecede o show de Os Serranos, previsto para as 20h.

Famílias produtoras e agroindústrias participam do evento

Os visitantes também poderão conferir a oferta de produtos coloniais desde o primeiro dia da festa. Nos fornos coloniais, as famílias Chaulet e Schillreff comercializarão pães, cucas e outros produtos. As 12 tendas familiares oferecerão opções como pastéis, bolinhos recheados, massas caseiras e risotos.

Além disso, dez agroindústrias participantes disponibilizarão produtos como doces de leite, geleias, queijos, bebidas e outros alimentos oriundos da agricultura familiar.

Realização

A 32ª Festa Colonial é realizada pelo Ministério da Cultura, pela Secretaria de Estado da Cultura e pela Prefeitura de Canela, por meio da Secretaria de Turismo e Cultura. O evento conta com recursos da Lei Rouanet e financiamento do Pró-Cultura RS, do Governo do Estado do Rio Grande do Sul.

A festa tem patrocínio de Havan, Farmácias São João e Cervejaria Ambev Uniserra; apoio de Sicredi Pioneira, Sulgás e Laticínios Lanzi; colaboração de Viking Cervejaria, Cervejaria Farol e Cresol; parceria da Casa do Panetone, Parque Bondinhos Canela e Churrascaria Garfo & Bombacha; além do apoio institucional da Fetag-RS, Emater/RS-Ascar, Secretaria de Desenvolvimento Rural e Governo do Estado do Rio Grande do Sul, com agente cultural da Art Urban Produções.

Serviço

  • O quê: 32ª Festa Colonial de Canela
  • Quando: De 17 de julho a 2 de agosto (a abertura oficial será nesta sexta-feira, dia 17, às 18h30min, com show de Os Serranos às 20h)
  • Onde: Praça João Corrêa, em Canela
  • Quanto: Entrada gratuita
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/07/2026 0 Comentários 27 Visualizações
Cultura

Paulinho Mixaria será atração da Ruralfest de Estância Velha

Por Jonathan da Silva 14/07/2026
Por Jonathan da Silva

O humorista Paulinho Mixaria será uma das atrações da 5ª Ruralfest de Estância Velha, que ocorre entre os dias 24 e 26 de julho, no Campo do Chimarrão. A apresentação está marcada para domingo, dia 26, às 17h, encerrando a programação artística do evento promovido pela Prefeitura de Estância Velha. A Ruralfest reúne atrações culturais, shows musicais, gastronomia, feira de produtores, exposições e atividades voltadas à valorização do meio rural.

Conhecido por apresentações baseadas em histórias do cotidiano do interior, personagens e causos, Paulinho Mixaria tem trajetória ligada ao humor regional do sul do Brasil. Seus espetáculos abordam situações relacionadas à cultura e às tradições gaúchas, com linguagem inspirada em experiências do dia a dia.

Demais atrativos

Além do show de Paulinho Mixaria, a 5ª Ruralfest contará com outras atrações culturais e musicais, além de espaços destinados à gastronomia, exposição de produtores e atividades para a comunidade.

A programação completa do evento está disponível no perfil oficial da Ruralfest no Instagram, em @ruralfest.ev.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/07/2026 0 Comentários 38 Visualizações
Variedades

Produtores de tabaco mantêm 156 mil hectares de florestas plantadas no sul

Por Jonathan da Silva 14/07/2026
Por Jonathan da Silva

Produtores de tabaco da região sul mantêm cerca de 156 mil hectares de florestas plantadas em suas propriedades, segundo dados da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) referentes à safra 2024/2025. A área, distribuída entre Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, representa um potencial econômico superior a R$ 540 milhões em valor de produção. No Rio Grande do Sul, onde o setor florestal se aproxima da marca de 1 milhão de hectares de florestas plantadas, os produtores de tabaco respondem por aproximadamente 82 mil hectares reflorestados, o equivalente a 8,2% da base florestal plantada do estado.

Segundo informações do Sindimadeira-RS, o Rio Grande do Sul está próximo de atingir 1 milhão de hectares de florestas plantadas. O setor florestal gaúcho registra valor de produção próximo de R$ 3,5 bilhões e movimenta cerca de R$ 30 bilhões por meio da cadeia industrial associada.

Nesse contexto, a Afubra aponta que o reflorestamento integra o modelo de produção das propriedades fumicultoras. Conforme o levantamento da safra 2024/2025, a propriedade média produtora de tabaco na Região Sul possui 14,6 hectares, dos quais 8% são destinados às florestas plantadas.

No Rio Grande do Sul, onde há aproximadamente 70 mil produtores de tabaco, a estimativa é de que essas propriedades mantenham cerca de 82 mil hectares reflorestados. Considerando a produtividade média do setor florestal gaúcho, essa área representa potencial econômico estimado em R$ 286 milhões em valor de produção.

Diversificação nas propriedades

Além do cultivo do tabaco, que ocupa em média 21,4% da área das propriedades, os produtores também cultivam grãos, mantêm áreas de pastagem, produzem alimentos e preservam recursos naturais.

Segundo a Afubra, as áreas destinadas à conservação ambiental e à atividade florestal representam juntas 22,7% da propriedade média, sendo 14,7% compostas por mata nativa e 8% por florestas plantadas.

Uso da biomassa renovável

Fernanda

A assessora técnica do SindiTabaco e engenheira agrônoma, Fernanda Viana Bender, afirma que as florestas plantadas fazem parte do sistema produtivo das propriedades há décadas. “As florestas plantadas fazem parte da realidade das propriedades produtoras de tabaco há décadas. Além de contribuírem para a diversificação da renda, elas garantem uma fonte renovável de energia utilizada na cura do tabaco e reforçam o compromisso das famílias produtoras com a sustentabilidade e a conservação ambiental”, ressalta Fernanda.

Segundo o SindiTabaco, desde a década de 1970 a cadeia produtiva do tabaco investe em reflorestamento para assegurar o fornecimento de biomassa renovável utilizada no processo de cura do produto. A estratégia permitiu desenvolver um modelo de autossuficiência energética nas propriedades e reduzir a utilização de recursos florestais nativos.

Dados da Região sul

Considerando os cerca de 133 mil produtores de tabaco distribuídos entre Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, a área de florestas plantadas chega a aproximadamente 156 mil hectares. Com base na produtividade média do setor florestal gaúcho, esse volume corresponde a um potencial econômico superior a R$ 540 milhões em valor de produção.

Fernanda Viana Bender destaca a relação entre as atividades desenvolvidas nas propriedades rurais. “Os números evidenciam como diferentes cadeias produtivas podem atuar de forma complementar. Ao mesmo tempo em que o Brasil lidera as exportações mundiais de tabaco há mais de três décadas, milhares de produtores contribuem também para o fortalecimento do setor florestal, para a conservação ambiental e para a diversificação econômica das regiões rurais”, comenta a engenheira agrônoma.

O que é o SindiTabaco

Fundado em 24 de junho de 1947, o Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) tem sede em Santa Cruz do Sul e reúne 13 empresas associadas. Desde 2010, a entidade atua em todo o território nacional, com exceção da Bahia, do Rio de Janeiro e de São Paulo. De acordo com o sindicato, 96% do tabaco brasileiro é produzido na Região Sul, envolvendo cerca de 533 mil pessoas no meio rural, distribuídas em 525 municípios.

Fotos: Banco de Imagens/SindiTabaco e Cristina Severgnini/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/07/2026 0 Comentários 52 Visualizações
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Juventude rural amplia perspectivas de permanência no campo

Por Jonathan da Silva 13/07/2026
Por Jonathan da Silva

O Dia da Juventude Rural, celebrado em 15 de julho, reforça o debate sobre a permanência dos jovens no campo e as condições necessárias para que eles encontrem oportunidades de estudo, trabalho e geração de renda sem romper os vínculos com as comunidades rurais. A data chama atenção para desafios como acesso à educação, conectividade, qualificação profissional e perspectivas de futuro, fatores que influenciam diretamente as escolhas da população de 15 a 29 anos que vive em áreas rurais. Segundo dados do IBGE de 2022, o Brasil possui cerca de 7,1 milhões de jovens nessa condição.

Criado em 2015, o Instituto Crescer Legal desenvolve programas de aprendizagem profissional rural para adolescentes de municípios da região sul, combinando educação, gestão rural, empreendedorismo, cidadania e projeto de vida. De acordo com uma pesquisa de impacto realizada pelo Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (IDIS), em 2025, 80% dos egressos do curso de Gestão Rural e Empreendedorismo ampliaram seus conhecimentos na área, 74% expandiram suas redes de relacionamento e 72% passaram a identificar novas oportunidades profissionais. O levantamento também apontou que 49% demonstraram maior interesse em permanecer no meio rural e 48% passaram a ter maior disposição para a sucessão familiar.

Histórias de jovens mostram diferentes caminhos

As experiências acompanhadas pelo Instituto Crescer Legal demonstram que a permanência no campo pode ocorrer por diferentes caminhos. Em Itaiópolis-SC, a egressa Beatriz Max implantou um sistema de energia solar na propriedade da família após participar do Programa Novos Rurais, desenvolvido pelo Instituto BAT Brasil em parceria com o Instituto Crescer Legal. Atualmente, cursa Pedagogia e continua atuando na propriedade.

Em São João do Triunfo-PR, o egresso Murilo Chaves transformou um projeto elaborado durante a formação em um negócio voltado ao atendimento de comunidades rurais com serviços de barbearia. Também em Itaiópolis, Lauani de Fátima Dolla passou a projetar seu futuro ligado ao campo e participa do programa Nós por Elas – A Voz Feminina do Campo, voltado ao protagonismo feminino. Já Luís Fernando Gordia estruturou um serviço de assistência técnica em informática para atender produtores rurais, auxiliando em demandas relacionadas à informatização e emissão de notas fiscais eletrônicas.

Além da sucessão

Para a gerente do Instituto Crescer Legal, Nádia Fengler Solf, a discussão sobre juventude rural vai além da sucessão familiar. “Quando falamos em juventude rural, não estamos tratando apenas de sucessão familiar e de futuros agricultores. Estamos falando de jovens que precisam ter acesso à educação contextualizada, formação profissional, repertório e oportunidades para decidir o próprio futuro. Identificar as necessidades de suas comunidades e reconhecer caminhos em que possam buscar e promover melhorias naquelas comunidades rurais, proporcionando que outros jovens também decidam permanecer com cada vez mais qualidade de vida. O campo pode ser um espaço de permanência, de inovação, de empreendedorismo e de realização, desde que esses jovens sejam vistos como protagonistas”, afirma Nádia.

Segundo a gerente, a permanência das novas gerações no meio rural depende da ampliação do acesso à educação, renda, conectividade e oportunidades. “Quando as novas gerações têm acesso à formação e conseguem enxergar possibilidades reais em suas comunidades, o campo passa a ser também uma escolha de vida”, conclui Nádia.

O que é o Instituto Crescer Legal

Com sede em Santa Cruz do Sul, o Instituto Crescer Legal foi criado pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e suas empresas associadas. A instituição atua em 25 municípios dos três estados da região sul com programas voltados à aprendizagem profissional rural para adolescentes.

Foto: Junio Nunes/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/07/2026 0 Comentários 47 Visualizações
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Arco orienta reforço no manejo de cordeiros durante o inverno gaúcho

Por Jonathan da Silva 13/07/2026
Por Jonathan da Silva

Os meses de julho, agosto e setembro, período de maior concentração de partos nos rebanhos comerciais do sul do Rio Grande do Sul, devem exigir atenção redobrada dos ovinocultores neste ano. A Associação Brasileira de Criadores de Ovinos (Arco) orienta os produtores a reforçarem o manejo das matrizes e a proteção dos cordeiros recém-nascidos diante da previsão de intensificação do fenômeno El Niño, com aumento das chuvas, aliado às baixas temperaturas típicas do inverno. O objetivo é reduzir a mortalidade de animais nas primeiras horas de vida.

Segundo o inspetor técnico da Associação Brasileira de Criadores de Ovinos (Arco), Frederico Rott, a principal preocupação é o chamado complexo exposição-inanição, considerado a principal causa de mortalidade de cordeiros logo após o nascimento. “O cordeiro passa de uma temperatura corporal em torno de 39 graus, no ventre da mãe, para uma temperatura ambiente próxima de zero e, muitas vezes, negativa. Quando isso se soma à chuva, a perda de calor é ainda maior”, explica Rott.

Nutrição das matrizes

De acordo com Rott, a condição nutricional das ovelhas no terço final da gestação influencia diretamente na sobrevivência dos cordeiros. “Se ele não tiver reservas corporais suficientes, terá dificuldade para levantar, buscar o úbere da ovelha e ingerir o colostro, o que é fundamental para fornecer energia e ajudá-lo a regular a temperatura corporal”, ressalta o inspetor técnico. Por esse motivo, o planejamento nutricional das matrizes deve fazer parte das estratégias adotadas antes do início das parições.

Entre as práticas recomendadas está a esquila pré-parto, realizada no último terço da gestação. Segundo o inspetor técnico, a retirada da lã estimula maior consumo de alimento pelas ovelhas no período de maior exigência nutricional do feto. “Com isso, o cordeiro nasce mais bem nutrido, com mais reservas corporais e maior capacidade de enfrentar as adversidades climáticas”, afirma Rott. A técnica também facilita o acesso do recém-nascido ao úbere durante a primeira mamada.

Proteção dos recém-nascidos

Quando a esquila pré-parto não é realizada, a Arco recomenda a limpeza da lã na região do períneo e do úbere das ovelhas, facilitando o acesso do cordeiro ao teto e contribuindo para a higiene no período pós-parto.

Outra orientação é disponibilizar locais protegidos para as parições. Bosques, galpões, mangueiras e estruturas improvisadas como quebra-ventos feitos com lonas ou bags reutilizados ajudam a reduzir a exposição ao frio e ao vento. “Quando conseguimos reduzir a ação do vento, a queda da temperatura corporal acontece de forma mais lenta. Isso aumenta o tempo de sobrevivência do cordeiro até que ele consiga realizar a primeira mamada”, conclui Rott.

Foto: Robispierre Giuliani/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/07/2026 0 Comentários 41 Visualizações
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Estância Velha se prepara para a 5ª edição da Ruralfest, que ocorre neste mês

Por Jonathan da Silva 08/07/2026
Por Jonathan da Silva

Estância Velha realizará, de 24 a 26 de julho, a 5ª edição da Ruralfest, no Campo do Chimarrão, no bairro Lira. Promovido pela Prefeitura, por meio das secretarias de Meio Ambiente, Pecuária e Agricultura (Semapa) e de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Turismo (Sedeit), o evento reunirá atrações voltadas ao agronegócio, à agricultura familiar, à cultura e ao entretenimento, com entrada gratuita. A programação inclui exposições de animais, oficinas, feira de artesanato, apresentações culturais e musicais, além da realização da 2ª Feira Estadual da Agroindústria Familiar.

A abertura oficial da feira ocorrerá na sexta-feira, dia 24 de julho, às 20h, no palco principal, seguida pelo show da Banda DNA, às 20h30min. A expectativa da organização para esta edição é superar o público registrado em 2025, quando mais de 30 mil pessoas participaram do evento. “O Ruralfest é a celebração das nossas raízes, do trabalho no campo e da dedicação de tantas famílias que contribuem diariamente para o desenvolvimento da nossa cidade e do Estado. Estamos muito felizes em organizar mais uma edição deste evento e convidamos todos a participarem dessa grande festa, que une tradição, conhecimento, negócios e entretenimento”, afirma o prefeito de Estância Velha, Diego Francisco (PSD).

2ª Feira Estadual da Agroindústria Familiar

Entre os destaques da programação está a realização da 2ª Feira Estadual da Agroindústria Familiar Sabor Gaúcho. A iniciativa, promovida pela Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), com apoio da Emater e da Prefeitura de Estância Velha, busca ampliar a visibilidade e a comercialização de produtos da agricultura familiar, aproximando produtores e consumidores.

A feira faz parte de um circuito realizado em diferentes municípios gaúchos e tem como objetivo fortalecer a agricultura familiar e incentivar o desenvolvimento da economia regional.

Atrações confirmadas

Além da feira estadual, a Ruralfest contará com exposição de animais, oficinas promovidas pela Emater, demonstrações de cão pastor, apresentações da Bandinha Típica Municipal, Jogos Rurais, feira de artesanato, atrações para crianças, passeio no Expresso Rural, praça de alimentação, apresentações de talentos locais e shows musicais.

O evento é realizado pela Prefeitura de Estância Velha com patrocínio bronze da Sinoscar, apoio da Santa Massa e parceria da Ferragem Casa do Campo. Também conta com o apoio da Associação dos Produtores Rurais de Estância Velha (Aprev), da Emater e da Secretaria de Desenvolvimento Rural do estado.

Programação

Sexta-feira, 24 de julho
  • 13h30min – Abertura da Praça de Alimentação, pontos de venda de bebidas, espaços de comercialização e exposição de animais
  • 13h30min às 19h30min – Expresso Rural e brinquedos infláveis
  • 16h – Roda de Viola
  • 19h – Tranco Véio (Palco Principal)
  • 20h – Abertura Oficial (Palco Principal)
  • 20h30min – Banda DNA (Palco Principal)
Sábado, 25 de julho
  • 9h – Abertura da Praça de Alimentação, pontos de venda de bebidas, espaços de comercialização e exposição de animais
  • 9h às 15h – Feira de Adoção de Animais (Pavilhão de Exposição de Animais)
    Escola de Trânsito
    Cidade das Crianças
  • 9h às 17h – Expresso Rural (Estação na Rua do Parque)
    Brinquedos infláveis
  • 10h30min – Bandinha Típica Municipal (itinerante)
    Cozinha Rural
  • 11h – Almoço Caseiro
  • 14h – Demonstração de Cão Pastor
    Bandinha Típica Municipal
  • 14h30min – Oficina Emater (Pavilhão de Exposição de Animais)
  • 15h – Jogos Rurais
  • 15h30min – Oficina Emater (Pavilhão de Exposição de Animais)
  • 16h – Izadora Botelho (Palco Principal)
    Apresentação K9 Conan da Guarda Civil Municipal
  • 18h30min – Roda de Viola
  • 18h30min – Thomas Machado (Palco Principal)
  • 20h30min – Os Federais (Palco Principal)
Domingo, 26 de julho
  • 8h – Desfile alusivo ao Dia do Colono (saída da Praça 1º de Maio até o Campo do Chimarrão)
  • 9h – Abertura da Praça de Alimentação, pontos de venda de bebidas, espaços de comercialização e exposição de animais
  • 9h às 17h – Expresso Rural
    Brinquedos infláveis
  • 9h às 15h – Feira de Adoção de Animais
    Vem Brincar
  • 10h30min – Bandinha Típica Municipal (itinerante)
    Cozinha Rural
  • 11h – Almoço Caseiro
  • 14h – AGE (Palco Principal)
    Demonstração de Cão Pastor
    Bandinha Típica Municipal (itinerante)
  • 14h30min – Oficina Emater (Pavilhão de Exposição de Animais)
  • 15h – Jogos Rurais
    Gabriel Ferraz (Palco Principal)
  • 15h30min – Oficina Emater (Pavilhão de Exposição de Animais)
  • 16h – Nycolas Pereira (Palco Principal)
    Apresentação K9 Conan da Guarda Civil Municipal
  • 17h – Espetáculo teatral Paulinho Mixaria (Palco Principal)

Serviço

  • O quê: 5ª Ruralfest
  • Quando: 24 a 26 de julho
  • Onde: Campo do Chimarrão (Avenida Brasil, 2621, bairro Lira, Estância Velha)
  • Quanto: Entrada gratuita
Foto: Decom-EV/Divulgação | Fonte: Assessoria
08/07/2026 0 Comentários 89 Visualizações
Variedades

Milk Summit Mercosul será lançado no dia 14 de julho em Ijuí

Por Jonathan da Silva 07/07/2026
Por Jonathan da Silva

O lançamento da segunda edição do Milk Summit Mercosul será realizado no próximo dia 14 de julho, a partir das 7h30min, no auditório do Sicredi, em Ijuí. O encontro reunirá representantes do setor leiteiro, pesquisadores, instituições e autoridades para apresentar a programação oficial do evento, abrir as inscrições e promover debates sobre competitividade da produção, mercado futuro do leite, gestão de risco e políticas públicas. A programação também celebra o Dia Nacional do Produtor de Leite, comemorado em 12 de julho, e antecipa os temas que serão abordados no Milk Summit Mercosul, marcado para os dias 14 e 15 de outubro.

O coordenador do Milk Summit Mercosul, Darlan Palharini (foto), afirma que o lançamento servirá como uma prévia da programação do evento principal. “Será um spoiler do que estamos preparando para o evento de 14 e 15 de outubro, para o qual esperamos superar o público de 800 participantes por dia da primeira edição”, ressaltou Palharini.

Destaques do evento

Entre os destaques está a palestra do pesquisador da Embrapa Gado de Leite, Glauco Carvalho, sobre a competitividade da produção brasileira em comparação aos sistemas produtivos da Argentina e do Uruguai. O evento também marcará o lançamento da ferramenta StoneX Leite Futuro, voltada à gestão de risco e previsibilidade de preços.

A programação inclui ainda um painel sobre derivativos financeiros para o agronegócio, conduzido por Matheus Zimmermann, do Sicredi das Culturas RS/MG, e uma palestra do secretário da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação, Márcio Madalena, sobre competitividade e políticas públicas para o setor.

Além das palestras, haverá uma mesa-redonda sobre o mercado futuro do leite e a entrega do Prêmio Destaques dos Produtores de Leite de Ijuí, promovido pela Prefeitura.

Realização

O Milk Summit Mercosul 2026 é realizado pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado do Rio Grande do Sul (Sindilat/RS), Prefeitura de Ijuí, Emater/RS-Ascar e Impulsa Ijuí. O evento conta com o apoio da Expofest, Setrem, Fecoagro/RS, Sebrae, Farsul, Senar, Fetag, Fiergs, Conseleite, Gadolando, Embrapa, Sicredi e Ministério da Agricultura.

Programação

  • 7h30min às 8h30min – Milk Break & Networking: café da manhã de recepção com espaço para conexões e trocas de experiências
  • 8h30min às 8h40min – Apresentação da comissão organizadora, lançamento da programação oficial e abertura das inscrições
  • 8h40min às 8h50min – Convite para a Expofest Ijuí 2026, com o presidente Antônio Tambara e as soberanas da feira
  • 8h50min às 9h30min – Palestra “Competitividade do leite frente à Argentina e Uruguai”, com o pesquisador da Embrapa Gado de Leite, Glauco Carvalho
  • 9h30min às 9h55min – Lançamento do StoneX Leite Futuro, com Marianne Tufanni
  • 9h55min às 10h20min – Painel “Derivativos financeiros para o agro”, com Matheus Zimmermann
  • 10h20min às 10h45min – Palestra “Competitividade e Políticas Públicas”, com o secretário da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação, Márcio Madalena
  • 10h45min às 12h – Mesa-redonda “O mercado futuro do leite”, com representantes de Sindilat/RS, Embrapa, StoneX, Sicredi, Seapi, FecoAgro, Ministério da Agricultura, Sebrae, Farsul, SDR, Senar, Fetag, Emater e Prefeitura de Ijuí
  • 12h às 12h20min – Entrega do Prêmio Destaques dos Produtores de Leite de Ijuí
  • 12h20min às 12h35min – Pronunciamento das autoridades e encerramento

Serviço

  • O quê: Lançamento do Milk Summit Mercosul 2026
  • Quando: 14 de julho de 2026, a partir das 7h30min
  • Onde: Auditório do Sicredi (Rua São Cristóvão, 30, Ijuí)
  • Quanto: Inscrições gratuitas até 7 de julho, pelo site milksummit.hooks.com.br/inscricao/dia-do-produtor ou pelo telefone (55) 99696-1665.
Foto: Jonatan Brivio/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/07/2026 0 Comentários 100 Visualizações
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