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ação de combate à violência de gênero

Política

Selo “EmFrente, Mulher” é lançado para fomentar a equidade de gênero

Por Marina Klein Telles 16/03/2023
Por Marina Klein Telles

O selo EmFrente, Mulher, é uma iniciativa do Comitê Interinstitucional de Enfrentamento à Violência contra a Mulher, integrado por órgãos do Executivo, do Ministério Público, do Judiciário e da sociedade civil do Rio Grande do Sul, foi lançado oficialmente na última quarta-feira (15). Instituído em dezembro do ano passado, o selo é uma certificação de responsabilidade social que será concedida às empresas que mantenham ações contínuas de promoção da equidade de gênero no ambiente corporativo e de enfrentamento da violência contra as mulheres.

O combate à violência de gênero só será pleno quando a iniciativa privada também estiver engajada na causa.

Durante a cerimônia de lançamento, que ocorreu no Palácio da Justiça, em Porto Alegre, o governador Eduardo Leite assinou o decreto que regulamenta o selo. Leite falou sobre a importância de iniciativas que envolvam diferentes setores na busca por equidade. “Esse selo torna-se poderoso a partir do momento em que une a disposição e o exemplo das empresas e passa a contagiar outras e a fazer com que os consumidores observem e exijam essas boas práticas. Assim começamos a mudar a cultura, a partir do hábito coletivo.”

“Eu adoraria assinar um decreto que pusesse fim na violência contra a mulher e estabelecesse a igualdade entre os gêneros. Isso eu não posso fazer, mas podemos implementar muitas ações que movam a sociedade nessa direção”, disse o governador.

Critérios de aptidão para receber o selo

O Comitê Interinstitucional de Enfrentamento à Violência contra a Mulher – EmFrente, Mulher, tem como objetivo fortalecer a rede de proteção e apoio às mulheres em situação de violência e a promoção da equidade de gênero por meio de políticas transversais e integradas.

“Os critérios para a certificação dizem respeito aos programas executados pela empresa, incluindo iniciativas como a criação de canais de acolhimento e escuta para as vítimas de violência doméstica, práticas contra o assédio no ambiente de trabalho e igualdade de salários e oportunidades”, observou a promotora de justiça Priscilla Leite Pereira, de Dom Pedrito, que liderou o projeto de implementação do selo.

O diretor-executivo do programa RS Seguro e responsável pela coordenação do comitê, delegado Antônio Padilha, destacou o trabalho de colaboração para a criação do selo. “Essa entrega foi construída a partir de um grande envolvimento de muitas pessoas de diversas áreas e Poderes. Nada se faz sozinho e essas pessoas trabalharam por um objetivo comum, sabendo que juntos conseguiremos resultados melhores”, afirmou.  

“O combate à violência de gênero só será pleno quando a iniciativa privada também estiver engajada na causa”, salientou a promotora de justiça Priscilla. Ela explicou que o selo é uma certificação para as empresas públicas e privadas de todos os tamanhos que tenham ações contínuas de valorização da mulher e de enfrentamento da violência.

Como se inscrever

Qualquer empresa situada no Rio Grande do Sul que apresente regularidade fiscal e trabalhista pode requerer o selo. A solicitação ocorre no site emfrentemulher.rs.gov.br, onde devem ser anexadas as certidões necessárias e os documentos que comprovem as ações e programas de valorização e fortalecimento dos direitos das mulheres. 

O prazo para solicitar o selo vai até 31 de março, e a análise caberá à Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (SJCDH). A divulgação da lista com as empresas aptas a receber a certificação ocorrerá no início de agosto. O selo tem validade de dois anos e é renovável. As inscrições estarão abertas anualmente, sempre no mês de março.

Foto: Maurício Tonetto/divulgação | Fonte: Assessoria
16/03/2023 0 Comentários 429 Visualizações
Variedades

Estação São Leopoldo recebe ação de combate à violência de gênero

Por Stephany Foscarini 11/08/2021
Por Stephany Foscarini

Em alusão aos 15 anos da Lei Maria da Penha, completados em 7 de agosto, a Secretaria de Políticas Públicas para as Mulheres (Sepom) de São Leopoldo realizou, nesta terça-feira (10), ação do Agosto Lilás na estação central da Trensurb no município. O Agosto Lilás é uma campanha nacional de alerta sobre a importância da prevenção e do enfrentamento à violência contra a mulher. Durante a atividade na Estação São Leopoldo, agentes do município e da Polícia Civil distribuíram material gráfico de conscientização e orientaram o público a respeito da Lei Maria da Penha, dos canais de denúncia e locais de acolhimento.

“Entendemos que essas campanhas diretamente para o público, tendo contato com as pessoas, elas são muito efetivas”, afirma a titular da Sepom, Margarete Ferreti. “Nós estamos iniciando hoje aqui no trem e gostamos muito, achamos que realmente foi muito positivo”, completa. Margarete também agradece a parceria da Trensurb, por ceder o espaço para a ação e de outras instituições envolvidas como a Polícia Civil e a Guarda Municipal.

Inspetora da Polícia Civil, Mariane Gonçalves atua na Delegacia da Mulher de São Leopoldo e participou da ação na estação do metrô. Sobre atividades como essa ela afirma: “São muito benéficas porque conseguimos nos aproximar mais da comunidade, levar informações, o nosso contato e quebrar um pouco dessa barreira que algumas pessoas têm com a Polícia Civil, com as polícias em si, e levamos pra comunidade informações e o nosso apoio pra essas mulheres”.

Conforme a inspetora, “mesmo com a pandemia, o atendimento presencial não parou nas delegacias, todas as mulheres que precisaram procurar para registrar a ocorrência de violência doméstica e outros crimes puderam comparecer à Delegacia da Mulher”. A Delegacia da Mulher atende em São Leopoldo de segunda a sexta-feira das 8h30 às 11h30 e das 13h30 às 17h30, na Rua São Paulo, 970. Registros de ocorrências de violência contra a mulher também podem ser feitos na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA), que fica na Rua João Alberto, 1856, e funciona 24 horas por dia.

Segundo Mariane, o atendimento é feito de forma acolhedora, preferencialmente por mulheres e há inclusive uma sala de acolhimento específica para receber mulheres em situação de violência de gênero e seus filhos. “Nós solicitamos a medida protetiva, enviamos e, geralmente, no mesmo dia ou no outro, a mulher já está com essa medida protetiva”, afirma a policial. Pode-se buscar ajuda também por meio dos telefones 190 (Patrulha Maria da Penha) ou 180 (Central de Atendimento à Mulher).

A secretária-adjunta de Segurança Pública e Defesa Comunitária de São Leopoldo, Giselda Maria Matheus, também esteve presente na ação. Ela destaca as campanhas realizadas pelo município no combate à violência não só contra a mulher, mas também contra crianças e idosos. “Estamos trabalhando nessa campanha que está sendo muito benéfica, assim temos contato com a população. Como, na pandemia, aconteceram muitas violências e as pessoas acabam ficando em casa e não denunciando, parece que diminuiu a violência. Mas isso é aparentemente, então sempre é bom ter os contatos, com quem as pessoas possam estar indo, contando, ligando”. A secretária-adjunta ressalta ainda: “Qualquer tipo de violência tem que ser denunciado”.

Foto: Bianca Nunes/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/08/2021 0 Comentários 688 Visualizações

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