Desde o início de 2025, a Defesa Civil de Novo Hamburgo recebeu uma série de investimentos para reforçar sua estrutura, ampliar a capacidade de resposta e oferecer melhores condições de trabalho aos agentes. As melhorias envolvem a reforma interna da sede, renovação e ampliação da frota, aquisição de equipamentos e capacitação das equipes.
Um dos principais investimentos foi a reforma interna da sede da Defesa Civil, que apresentava problemas de infiltração no telhado e dificuldades na rede elétrica. O espaço recebeu melhorias no telhado, instalações elétricas, pintura e outros reparos.
Os equipamentos
Na estrutura de veículos, a Defesa Civil recebeu uma Mitsubishi L200 Triton Sport, a primeira viatura zero quilômetro recebida pelo órgão em 19 anos de existência. Outra L200 foi destinada pela Sicredi Pioneira, juntamente com um barco com motor e reboque e dez computadores. A frota também foi reforçada com uma Fiat Toro, cedida pela Defesa Civil do Estado.
“São avanços significativos para um dispositivo do Município que estava severamente sucateado. Com isso, conseguimos ampliar os atendimentos para a populaçao e dar mais qualidade e segurança para os agentes”, comenta o diretor da Defesa Civil, Gilson do Amaral.
Por exemplo, os equipamentos ampliam a capacidade de atuação em situações como alagamentos, inundações e ventanias. Também foram recebidos coletes salva-vidas, reforçando a segurança dos agentes e voluntários durante operações.
Capacitações
Além da estrutura física e dos equipamentos, os agentes passaram por capacitações. Entre elas estão treinamentos de resposta a desastres, com conteúdos relacionados ao gerenciamento de crises, planos de contingência e Sistema de Comando de Incidentes (SCI), além de capacitação para atuação como guarda-vidas, incluindo atendimento pré-hospitalar e técnicas de resgate.
Segundo o servidor municip, Jocemar Jovani de Souza, que está há 12 anos na Defesa Civil e 21 anos como servidor municipal a transformação já é nítida. Ele lembra que a estrutura era mais limitada.
“A sede tinha problemas de infiltração e a rede elétrica era insuficiente. Tínhamos apenas uma caminhonete L200 de 2005 e um barco com um motor de baixa potência. Os treinamentos eram mais básicos e os computadores já estavam obsoletos”, relata.
Souza amplia, destacando que a mudança representa uma evolução significativa na capacidade de atendimento. “Hoje, temos novas viaturas, melhores equipamentos, mais capacitação, acesso mais rápido às informações e uma sede muito mais adequada. É gratificante ver que estamos muito mais preparados para responder quando a população precisa”, avalia.
Foto: Thiago Dorscheid/Divulgação | Fonte: Assessoria


