Mais vistas
Saúde alerta para aumento de casos de síndrome gripal em...
Cultura, arte e bons negócios: conheça os atrativos da 10ª...
Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional...
Defesa Civil estadual atualiza previsão para os próximos dias no...
Defesa Civil reforça monitoramento por previsão de chuva em Novo...
Festa Colonial de Canela destaca gastronomia da agricultura familiar
27ª Construsul reúne mais de 300 expositores
Stock Car retorna a Santa Cruz do Sul neste final...
Festa do Café, Cuca e Linguiça de Picada Café chega...
Colégio João Paulo I lidera ranking do Enem em Porto...
Expansão
Banner
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO
Categoria

Política

Política

Corede Vale do Rio Pardo define projetos prioritários da Consulta Popular

Por Jonathan da Silva 31/07/2026
Por Jonathan da Silva

O Conselho Regional de Desenvolvimento do Vale do Rio Pardo (Corede VRP) encerrou a Consulta Popular 2026 com 5.077 votos registrados nos 23 municípios da região. O resultado, homologado pelo Governo do Estado nesta quinta-feira (30), definiu como prioridades projetos voltados à proteção de nascentes, ao fortalecimento da agricultura familiar e à sucessão rural. As três propostas serão incluídas na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2027 e dividirão R$ 2.228.571,43 em recursos estaduais.

A votação ocorreu entre os dias 20 e 26 de julho. O projeto Programa Água na Fonte, voltado à proteção de nascentes e à segurança hídrica, foi o mais votado, com 1.879 votos. Em seguida ficaram Fortalecer e fomentar a produção e agroindustrialização de alimentos da agricultura familiar, com 1.223 votos, e Raízes do Futuro: Juventude Rural, Sucessão Familiar e Oportunidades no Campo, com 705 votos. Cada proposta receberá R$ 742.857,14.

Também participaram da votação os projetos Manejo e Conservação do Solo: corretivos e equipamentos, que recebeu 684 votos, e Guias Mirins: Educação Patrimonial, Turismo, Desenvolvimento Regional e Protagonismo Juvenil, com 586 votos, mas ambos ficaram fora da divisão dos recursos neste ano.

O presidente do Corede Vale do Rio Pardo, Heitor Petry, afirmou que o resultado demonstra as prioridades apontadas pela população da região. Segundo o dirigente, o projeto vencedor, coordenado pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (SEAPI), busca recuperar e proteger nascentes rurais, garantindo o abastecimento das famílias e maior resiliência em períodos de estiagem.

Petry também destacou que os projetos voltados ao fortalecimento da agroindústria familiar e ao apoio à juventude rural refletem a aposta da comunidade na sucessão familiar e na inovação tecnológica no campo como estratégias para o desenvolvimento regional.

Participação da comunidade

Ao comentar o processo de votação, o presidente do Corede VRP ressaltou o papel dos Conselhos Municipais de Desenvolvimento (Comudes). “Precisamos agradecer sempre o engajamento dos Comudes (Conselhos Municipais de Desenvolvimento) de cada município, porque atuam na mobilização da comunidade, que atendeu ao nosso pedido para a votação. Dois fatores contribuíram para a redução do número da participação de eleitores em relação às edições anteriores: a não exigência do percentual mínimo de votos em cada município e também o modelo de votação pelo certificado Gov.br”, ponderou Petry.

Entre os 28 Conselhos Regionais de Desenvolvimento do Estado, o Corede Vale do Rio Pardo registrou a sexta maior votação. No total, a Consulta Popular contabilizou 92.356 votos em todo o Rio Grande do Sul.

Próximas etapas

Com a conclusão da votação, o Corede VRP realizará uma assembleia para definir o enquadramento dos municípios e das instâncias responsáveis pela execução das propostas. Em seguida, os projetos serão encaminhados para inclusão na Lei Orçamentária Anual de 2027. A execução será acompanhada pelo Corede VRP e pelos Comudes.

A Consulta Popular é uma ferramenta fundamental de democracia direta. O engajamento da nossa região demonstra que o Vale do Rio Pardo sabe quais são suas prioridades e está unido para buscar o desenvolvimento sustentável e a valorização do homem do campo”, enfatizou Heitor Petry.

Votação nos municípios

Os 5.077 votos foram distribuídos entre os 23 municípios que integram o Corede Vale do Rio Pardo. Encruzilhada do Sul registrou o maior número de votos, com 1.238, seguido por Santa Cruz do Sul, com 659, Venâncio Aires, com 320, Vera Cruz, com 292, Sinimbu, com 255 e Sobradinho, com 252. Também participaram Arroio do Tigre, Boqueirão do Leão, Candelária, Estrela Velha, General Câmara, Herveiras, Ibarama, Lagoa Bonita do Sul, Mato Leitão, Pantano Grande, Passa Sete, Passo do Sobrado, Rio Pardo, Segredo, Tunas, Vale do Sol e Vale Verde.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/07/2026 0 Comentários 66 Visualizações
Política

Projetos mais votados do Vale do Sinos na Consulta Popular são conhecidos

Por Jonathan da Silva 31/07/2026
Por Jonathan da Silva

O Conselho Regional de Desenvolvimento do Vale do Rio dos Sinos (Consinos) concluiu, nesta quinta-feira (30), a apuração da Consulta Popular 2026, realizada entre os dias 20 e 26 de julho em todo o Rio Grande do Sul. Com votação totalmente digital, por meio de login no gov.br, o processo definiu como prioridades da região projetos voltados ao bem-estar animal e ao fortalecimento da Defesa Civil. As propostas eleitas receberão recursos do Orçamento Estadual de 2027, destinados à execução nos 14 municípios que integram o Consinos.

A Consulta Popular 2026 – Orçamento Estadual 2027 foi organizada e coordenada pelo Consinos em parceria com o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (SPGG). A homologação dos resultados está prevista para ocorrer até o dia 6 de agosto.

Projetos contemplados

As duas propostas mais votadas foram “Bem-Estar Animal: Serviços para o bem-estar animal, castração e emergências para pets, bem como estruturação de espaços e/ou criação da Farmácia Pública PET” e “Fortalecimento da Defesa Civil: Fortalecer a Defesa Civil com equipamentos e viaturas para proteger vidas, inclusive animais, e garantir respostas rápidas em enchentes e desastres, bem como estruturação de unidade móvel e implantação de Centro Municipal de Monitoramento e alerta antecipado”.

Os projetos dividirão igualmente o total de R$ 2.228.571,43 destinado à região. Cada iniciativa receberá R$ 1.114.285,72 e R$ 1.114.285,71, respectivamente, para execução ao longo de 2027.

Distribuição dos recursos

Os recursos serão distribuídos de forma igualitária entre os 14 municípios classificados: Araricá, Campo Bom, Canoas, Dois Irmãos, Estância Velha, Esteio, Ivoti, Nova Hartz, Nova Santa Rita, Novo Hamburgo, Portão, São Leopoldo, Sapiranga e Sapucaia do Sul. Todos atingiram o percentual mínimo de participação, correspondente a mais de 0,3% dos eleitores de cada município.

A execução ocorrerá por meio de investimentos e convênios com as prefeituras. Conforme as regras da Consulta Popular, caso algum município não apresente seu plano de trabalho dentro do prazo estabelecido, os recursos serão redistribuídos entre os dois municípios que obtiverem a maior votação proporcional, em partes iguais, para complementação dos projetos apresentados.

O que é o Consinos

O Consinos é um dos 28 Conselhos Regionais de Desenvolvimento do Rio Grande do Sul e reúne os municípios de Araricá, Campo Bom, Canoas, Dois Irmãos, Estância Velha, Esteio, Ivoti, Nova Hartz, Nova Santa Rita, Novo Hamburgo, Portão, São Leopoldo, Sapiranga e Sapucaia do Sul. O conselho atua como fórum de discussão e definição de políticas e ações voltadas ao desenvolvimento regional, à melhoria da aplicação dos recursos públicos e à promoção da qualidade de vida da população.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/07/2026 0 Comentários 86 Visualizações
Política

Heraldo Neves assume como diretor-presidente do BRDE

Por Jonathan da Silva 30/07/2026
Por Jonathan da Silva

O economista Heraldo Neves tomou posse como diretor-presidente do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) nesta quarta-feira (29). A presidência da instituição permanecerá sob responsabilidade do Paraná até 2027, conforme o sistema de governança compartilhada e de rodízio entre os três estados da região sul. A mudança marca o início de um novo ciclo de gestão no banco, criado para apoiar políticas públicas e financiar iniciativas de desenvolvimento regional.

Criado pelos governos do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, o BRDE adota um modelo de gestão colegiada, com a presidência exercida em sistema de rodízio entre os estados. Segundo a instituição, o modelo busca fortalecer a atuação integrada do banco no financiamento de projetos voltados ao desenvolvimento econômico e social da região sul do país.

Quem é Heraldo Neves

Formado em Economia pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e pós-graduado em Finanças pela FAE Business School, Heraldo Neves possui experiência na administração pública e no sistema de fomento. Ao longo da carreira, atuou na Prefeitura de Curitiba, no Governo do Paraná, na Agência Curitiba de Desenvolvimento e na Fomento Paraná, onde exerceu o cargo de diretor-presidente entre 2019 e 2024.

Atualmente, Neves também integra o Conselho Deliberativo do Sebrae Nacional e ocupa a vice-presidência da Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE).

Novo ciclo do banco

A posse ocorre no ano em que o BRDE completa 65 anos de atuação. Fundado em 1961, o banco financia projetos nas áreas de infraestrutura, inovação, sustentabilidade, cooperativismo e em diferentes setores produtivos, com atuação voltada ao desenvolvimento dos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Foto: Rodolfo Buhrer/BRDE/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/07/2026 0 Comentários 88 Visualizações
Política

CDL e Câmara de Novo Hamburgo ampliam debate sobre Rotativo Digital

Por Jonathan da Silva 29/07/2026
Por Jonathan da Silva

A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Novo Hamburgo e a Câmara de Vereadores local avançaram nas discussões sobre o futuro do estacionamento Rotativo Digital durante reunião realizada na tarde de terça-feira (28), no gabinete da presidência do legislativo. No encontro, foi definido que representantes da CDL e da Companhia Municipal de Urbanismo (Comur) serão convidados a apresentar suas propostas em sessão plenária, antes do envio do projeto pelo poder executivo à Câmara.

A reunião contou com a participação do presidente da CDL, Leonardo Lessa, do vice-presidente da entidade, Jorge Stoffel, e do presidente da Câmara, Juliano Souto (PL). O encontro teve como pauta a continuidade das discussões sobre o sistema de estacionamento rotativo no município.

Debate em plenário

Como encaminhamento da reunião, ficou acertado que a CDL e o diretor-geral da Companhia Municipal de Urbanismo (Comur), Fábio Tomasiak, serão convidados a expor suas propostas aos vereadores em sessão plenária. A medida busca ampliar o diálogo entre os setores envolvidos e permitir que o legislativo conheça diferentes sugestões antes da análise do projeto que será encaminhado pelo Executivo.

Segundo a Câmara, a iniciativa pretende reunir contribuições dos diversos segmentos interessados para subsidiar a discussão da matéria.

Discussões anteriores

Conforme informado pela CDL, comerciantes e representantes da entidade já apresentaram sugestões para aperfeiçoar o sistema durante reuniões promovidas pelas comissões permanentes da Câmara. Na mesma ocasião, a Comur apresentou informações sobre o funcionamento do Rotativo Digital e alternativas em estudo.

O presidente da CDL, Leonardo Lessa, destacou que a entidade tem sido procurada por comerciantes para tratar do tema e defendeu a manutenção de espaços permanentes de diálogo entre o setor produtivo e o poder público.

O presidente da Câmara, Juliano Souto, afirmou que a construção de soluções por meio do diálogo permite aos vereadores conhecer diferentes perspectivas antes da apreciação da proposta. A data da sessão plenária em que ocorrerão as apresentações da CDL e da Comur será divulgada posteriormente.

Foto: Tatiane Lopes/CMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
29/07/2026 0 Comentários 82 Visualizações
Política

ACI pede revogação de regra sobre férias escolares durante Copa Feminina

Por Jonathan da Silva 28/07/2026
Por Jonathan da Silva

A Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha e Dois Irmãos (ACI) encaminhou um documento ao ministro da Educação, Leonardo Osvaldo Barchini Rosa nesta terça-feira (28), solicitando a revogação do artigo 67 da Lei nº 15.421/2026, que determina a adequação obrigatória dos calendários escolares para que as férias do primeiro semestre de 2027 coincidam com o período de realização da Copa do Mundo Feminina da FIFA no Brasil. A entidade também enviou o documento à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB Nacional), pedindo a análise da constitucionalidade da norma e a adoção de medidas judiciais, incluindo o ajuizamento de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) no Supremo Tribunal Federal (STF).

No documento, intitulado “Em defesa do pacto federativo, da autonomia dos sistemas de ensino, das famílias brasileiras e da segurança jurídica”, a ACI afirma reconhecer a importância da realização da Copa do Mundo Feminina no Brasil e destaca que o evento fortalece o esporte, amplia a visibilidade do futebol feminino e projeta a imagem do país internacionalmente. Entretanto, sustenta que essa relevância não justifica, em seu entendimento, a adoção de medidas que afetem princípios constitucionais e provoquem impactos na organização da educação, da economia e da rotina das famílias.

A entidade argumenta que o artigo 67 da Lei nº 15.421/2026 extrapola a competência legislativa da União ao impor, por meio de lei federal, um período obrigatório de férias para todas as redes de ensino do país. Segundo a ACI, embora caiba à União estabelecer normas gerais para a educação, a definição dos calendários escolares pertence à esfera de autonomia dos sistemas de ensino estaduais, municipais e das instituições de ensino, respeitados os dias letivos e a carga horária mínima previstos em lei.

Questionamento sobre autonomia dos entes federativos

De acordo com a entidade, a medida representa uma afronta ao pacto federativo ao interferir diretamente na gestão administrativa dos sistemas de ensino. A ACI ressalta que o Brasil possui diferenças regionais, climáticas, econômicas e educacionais que justificariam a manutenção da autonomia de estados e municípios para definir seus próprios calendários escolares.

No documento, a associação afirma ainda que a obrigatoriedade das férias durante a competição pode gerar impactos para famílias em que os responsáveis permanecerão trabalhando normalmente no período. Segundo a entidade, muitas delas precisarão recorrer a cuidadores, familiares, colônias de férias ou outras alternativas para acompanhar crianças e adolescentes durante o recesso escolar.

Impactos econômicos

A ACI também aponta possíveis reflexos para o setor produtivo. Conforme o documento, empresas de diferentes portes poderão enfrentar aumento do absenteísmo, dificuldades na organização das equipes e necessidade de flexibilizações na jornada de trabalho dos funcionários. A entidade avalia que pequenos negócios poderão ser mais afetados devido ao menor número de colaboradores.

Como alternativa, a associação defende que a União poderia incentivar ou recomendar a flexibilização dos calendários escolares, preservando a autonomia dos estados, municípios e sistemas de ensino para decidir sobre a adoção da medida conforme suas realidades locais.

Pedidos encaminhados

Além da revogação do artigo 67 da Lei nº 15.421/2026, a ACI solicita, de forma subsidiária, que o dispositivo seja alterado para tornar facultativa a adequação dos calendários escolares durante a Copa do Mundo Feminina. A entidade também pediu apoio institucional da OAB/RS para atuação conjunta na revisão da legislação e conclamou o governo federal e o Congresso Nacional a promoverem alterações no texto legal.

O documento é assinado pelo presidente da ACI, Robinson Klein, e pelo diretor da entidade, Fauston Saraiva.

Foto: Magnific/Reprodução | Fonte: Assessoria
28/07/2026 0 Comentários 70 Visualizações
Política

Projeto de lei propõe fortalecer cadeia produtiva do tabaco no Rio Grande do Sul

Por Jonathan da Silva 27/07/2026
Por Jonathan da Silva

O Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) participou do protocolo oficial do Projeto de Lei nº 259/2026, na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, na quinta-feira (23). De autoria do deputado estadual Marcus Vinícius de Almeida (PP), a proposta institui a Política Estadual de Fortalecimento da Fumicultura e de Incentivo à Agregação de Valor à Cadeia Produtiva do Tabaco. O objetivo é estimular investimentos, inovação e novas oportunidades para a cadeia produtiva por meio da industrialização da nicotina natural produzida no estado.

O ato de protocolo reuniu parlamentares, lideranças do setor produtivo, representantes das empresas associadas ao SindiTabaco e entidades representativas dos produtores de tabaco. O projeto também recebeu a assinatura de outros 12 deputados estaduais.

Medidas previstas

Entre as diretrizes previstas no projeto está o incentivo à extração e à industrialização da nicotina natural obtida das folhas de tabaco cultivadas no Rio Grande do Sul, com foco na agregação de valor à produção local. A proposta também prevê a proibição da comercialização de produtos que contenham nicotina sintética no estado, medida que, segundo o texto, busca fortalecer a competitividade da cadeia produtiva baseada na matéria-prima produzida pelos fumicultores gaúchos.

O presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, afirmou que a proposta busca preparar o setor para as mudanças do mercado. “Temos uma produção nacional estável e que tem sido anualmente direcionada para mais de 120 países. Mas é importante nos prepararmos para o futuro e para as transformações do mercado mundial. Pensar em novas aplicações para a matéria-prima, aproveitando as plantas industriais já instaladas, pode ampliar as oportunidades para todo o setor. O futuro da cadeia produtiva do tabaco no Brasil passa pela capacidade de inovar e agregar valor à produção, que já é reconhecida mundialmente por sua qualidade e pelas boas práticas implementadas”, destacou Thesing.

Cadeia produtiva

Segundo o SindiTabaco, o Rio Grande do Sul é o maior produtor de tabaco do Brasil. Na safra 2025/2026, a atividade esteve presente em 206 municípios gaúchos, envolvendo cerca de 69 mil famílias produtoras. Desenvolvida predominantemente por agricultores familiares, a produção é apontada como uma das principais atividades econômicas do estado.

A entidade informa ainda que o Rio Grande do Sul lidera as exportações brasileiras de tabaco. Em 2025, quase 90% dos embarques do produto foram realizados pelo Porto de Rio Grande.

Foto: Di Fontoura/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/07/2026 0 Comentários 73 Visualizações
Política

RS teve menor crescimento econômico do país entre 2002 e 2023

Por Jonathan da Silva 27/07/2026
Por Jonathan da Silva

O Rio Grande do Sul registrou o menor crescimento econômico entre os estados brasileiros no período de 2002 a 2023, segundo a primeira edição da série “Estudos em Crescimento Econômico e Produtividade”, elaborada pelo Instituto Fecomércio-RS de Pesquisa (Ifep-RS). O levantamento compara o desempenho da economia gaúcha com os demais estados do país e busca identificar os fatores que influenciaram a trajetória do estado nas últimas duas décadas, além de subsidiar debates sobre produtividade e desenvolvimento econômico.

De acordo com o estudo, o Produto Interno Bruto (PIB) do Rio Grande do Sul cresceu 34% no período analisado, abaixo da média nacional, de 58%, e dos índices registrados pelos estados vizinhos da região sul: Paraná, com crescimento de 55%, e Santa Catarina, com 65%.

Indicadores de renda e produtividade

O levantamento também analisou o PIB per capita, indicador que mede a renda média por habitante. Nesse quesito, o Rio Grande do Sul apresentou crescimento de 24% entre 2002 e 2023, ficando à frente apenas de Santa Catarina, que registrou alta de 19%. O Paraná obteve o melhor desempenho da Região Sul, com avanço de 31%.

Segundo o Ifep-RS, os estados seguiram trajetórias distintas. Santa Catarina ampliou sua economia impulsionada principalmente pelo crescimento populacional, enquanto o Paraná converteu o crescimento econômico em ganhos de renda por habitante por meio do aumento da produtividade. Já o Rio Grande do Sul, conforme o estudo, não apresentou destaque em nenhuma dessas frentes.

O estudo aponta ainda que cerca de 73% da expansão do PIB per capita do Paraná decorreu de ganhos de produtividade do trabalho. Em Santa Catarina, o crescimento foi dividido entre aumento da produtividade e expansão da população ocupada. No Rio Grande do Sul, embora a produtividade tenha representado a maior parcela do crescimento da renda, o Estado apresentou dependência relativamente maior da expansão do emprego, mecanismo que tende a perder força com o envelhecimento da população.

Ainda conforme o levantamento, a vantagem relativa de produtividade que o Rio Grande do Sul possuía em relação à média nacional no início dos anos 2000 praticamente desapareceu. Entre 2002 e 2023, a produtividade do trabalho no Estado cresceu, em média, 0,65% ao ano, enquanto a média brasileira foi de 0,94%.

Análise do estudo

Para o diretor executivo do Ifep-RS, Lucas Schifino, os dados indicam que o desafio do estado está relacionado à ausência de um fator capaz de sustentar o crescimento econômico no longo prazo. “Nas últimas duas décadas, o estado não contou com o impulso demográfico observado em Santa Catarina nem com os ganhos de produtividade que marcaram a trajetória do Paraná. Isso explica por que fomos perdendo posição relativa no cenário nacional. Com uma população envelhecendo e um crescimento demográfico cada vez mais limitado, a produtividade deixa de ser apenas um indicador econômico e passa a ser a principal condição para ampliar renda, competitividade e bem-estar”, afirma Schifino.

O presidente do Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac e IFEP-RS, Luiz Carlos Bohn, destaca que o diagnóstico busca subsidiar políticas públicas e estratégias de desenvolvimento. “O estudo evidencia que o desafio do Rio Grande do Sul vai além de crescer mais. Precisamos entender por que o estado perdeu competitividade relativa e quais fatores impediram avanços mais robustos em produtividade e geração de renda. Um diagnóstico qualificado é condição indispensável para orientar políticas públicas, investimentos e estratégias capazes de fortalecer o ambiente de negócios e ampliar as oportunidades para a população gaúcha”, ressalta Bohn.

Próximas etapas

O Ifep-RS informa que a primeira nota inaugura uma série de análises sobre crescimento econômico e produtividade. Os próximos estudos abordarão os limites do crescimento relacionados ao mercado de trabalho e à demografia, os determinantes da produtividade no Rio Grande do Sul e a influência da estrutura setorial da economia sobre o desempenho estadual.

O que esta primeira nota mostra é que o Rio Grande do Sul não apresentou um diferencial claro em nenhuma das principais fontes de expansão econômica. Com as limitações demográficas que já se desenham para os próximos anos, a produtividade passa a ocupar papel central na capacidade do estado de sustentar ganhos de renda e bem-estar. […] O objetivo é responder a uma questão central para o desenvolvimento regional: por que o Rio Grande do Sul ficou para trás e quais motores de crescimento ainda podem ser acionados para recolocar o estado em uma trajetória sustentável de aumento da renda por habitante”, conclui Lucas Schifino.

Foto: Murilo Fonseca/Pexels/Reprodução | Fonte: Assessoria
27/07/2026 0 Comentários 102 Visualizações
Política

Entidades do Vale do Sinos pedem agilização na liberação de créditos de ICMS

Por Jonathan da Silva 27/07/2026
Por Jonathan da Silva

Entidades representativas da indústria e do comércio do Vale do Sinos encaminharam uma correspondência ao subsecretário da Receita Estadual do Rio Grande do Sul, Ricardo Neves Pereira, solicitando a simplificação, a celeridade e a ampliação da liquidez dos créditos de ICMS. O pedido foi apresentado como uma medida para fortalecer a competitividade das empresas gaúchas em um cenário de desaceleração econômica, aumento dos custos operacionais e elevação das tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros.

O documento é assinado por sete entidades que representam mais de 5 mil empresas da região. As organizações argumentam que a disponibilização mais rápida dos créditos de ICMS pode reforçar o capital de giro das empresas sem gerar renúncia fiscal por parte do Estado, uma vez que os valores já pertencem aos contribuintes.

Cenário econômico

Na correspondência, as entidades afirmam que as empresas gaúchas, especialmente as voltadas à exportação, enfrentam pressão financeira decorrente dos efeitos das enchentes de 2024, da alta dos custos logísticos, do ambiente econômico e das novas tarifas aplicadas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros. Segundo o documento, esse contexto reduz a competitividade internacional, compromete investimentos e pode afetar a manutenção de empregos.

Diante desse cenário, as entidades defendem que o governo estadual adote medidas para facilitar o acesso aos créditos tributários, contribuindo para a preservação da atividade econômica e da capacidade de exportação das empresas.

Reivindicações

No ofício, as entidades solicitam a simplificação dos procedimentos administrativos para reconhecimento e utilização dos créditos de ICMS, maior rapidez nos processos de homologação e liberação dos valores, ampliação dos mecanismos de liquidez para utilização ou conversão dos créditos acumulados e prioridade na análise dos pedidos apresentados por empresas exportadoras ou diretamente impactadas pelas barreiras tarifárias internacionais.

Segundo o documento, essas medidas podem fortalecer o capital de giro das empresas, preservar investimentos, manter empregos e ampliar a competitividade da indústria e do comércio gaúchos em um período de instabilidade econômica.

Entidades signatárias

Assinam a correspondência a Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti (ACI-NH/CB/EV/DI/IV), a Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para os Setores do Couro, Calçados e Afins (Abrameq), a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), a Associação das Indústrias de Curtumes do Rio Grande do Sul (Aicsul), o Sindicato da Indústria de Calçados de Três Coroas (SICTC), o Sindicato da Indústria de Máquinas e Implementos Industriais e Agrícolas de Novo Hamburgo e Região (SinmaqSinos) e o Sindicato da Indústria de Calçado do Estado do Rio Grande do Sul (Sicergs).

Foto: Magnific/Reprodução | Fonte: Assessoria
27/07/2026 0 Comentários 79 Visualizações
Política

Entidades pedem inclusão do tabaco em lista de exceções dos EUA

Por Jonathan da Silva 27/07/2026
Por Jonathan da Silva

O Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e a Associação Brasileira da Indústria do Fumo (Abifumo) encaminharam uma carta ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) na sexta-feira (24), solicitando que o governo brasileiro atue para incluir o tabaco na lista de exceções à tarifa adicional imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. O pedido foi formalizado após audiência realizada em 22 de julho com o ministro Geraldo Alckmin, e técnicos da pasta, quando o setor apresentou os impactos da medida e propostas para reduzir seus efeitos.

Segundo as entidades, a manutenção do tabaco fora da lista de exceções pode reduzir a competitividade do produto brasileiro no mercado norte-americano, provocar perdas de até US$ 100 milhões em exportações e afetar produtores rurais, a indústria e municípios cuja economia depende da cadeia produtiva do tabaco.

Impactos nas exportações

Na correspondência, o SindiTabaco e a Abifumo destacam que a cadeia produtiva do tabaco está presente em mais de 525 municípios brasileiros e gera renda para mais de 600 mil pessoas no meio rural. Historicamente, os Estados Unidos ocupam a terceira posição entre os principais destinos das exportações brasileiras de tabaco, respondendo por cerca de 9% dos embarques do setor. Em 2025, essa participação caiu para 6%.

Conforme dados do MDIC/Secex apresentados no documento, as exportações para o mercado norte-americano somaram US$ 195,3 milhões em 2025, queda de 23,4% em relação ao ano anterior. No primeiro semestre de 2026, os embarques totalizaram US$ 88,8 milhões, redução de 31% na comparação com o mesmo período de 2025.

Concorrência internacional

As entidades afirmam que outros produtos do agronegócio brasileiro, como carne bovina, café, laranja, mel orgânico, castanhas e celulose, foram incluídos na lista de exceções divulgada pelos Estados Unidos, enquanto o tabaco permaneceu sujeito à sobretaxa. Segundo o setor, essa situação coloca o produto brasileiro em desvantagem competitiva frente a outros países exportadores.

De acordo com a carta, caso as tarifas sejam mantidas, compradores norte-americanos poderão buscar fornecedores em outros mercados, principalmente em países africanos, como Zimbábue e Malaui, que ampliaram sua produção. A estimativa apresentada pelas entidades é de uma perda aproximada de US$ 100 milhões em exportações brasileiras.

Reflexos na produção

O documento destaca que a redução da demanda poderá atingir especialmente a produção de tabaco Burley, variedade que possui mercado internacional concentrado nos Estados Unidos e poucas alternativas de comercialização. Segundo as entidades, esse cenário poderá afetar centenas de pequenos produtores rurais que têm nesse cultivo sua principal fonte de renda.

Além dos impactos sobre a produção e o emprego, a carta aponta que a redução da atividade econômica poderá diminuir a arrecadação de tributos e comprometer investimentos públicos em municípios cuja economia depende da cadeia produtiva do tabaco.

Pedido ao governo

No ofício encaminhado ao MDIC, o SindiTabaco e a Abifumo solicitam a inclusão de todo o Capítulo 24 da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM), que engloba o tabaco e seus produtos, na lista de exceções à tarifa adicional aplicada pelos Estados Unidos. As entidades também informam que permanecem à disposição do governo federal para contribuir tecnicamente na busca de uma solução que preserve a competitividade das exportações brasileiras e reduza os impactos econômicos e sociais da medida.

Foto: Banco de Imagens/SindiTabaco/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/07/2026 0 Comentários 125 Visualizações
Política

Expoagas reunirá candidatos ao governo gaúcho em debate sobre o varejo

Por Jonathan da Silva 24/07/2026
Por Jonathan da Silva

A Convenção Gaúcha de Supermercados (Expoagas) 2026 realizará um painel com candidatos ao governo estadual durante o evento, que ocorre de 18 a 20 de agosto, no Centro de Eventos Fiergs, em Porto Alegre. A iniciativa reunirá os candidatos para apresentar propostas voltadas ao desenvolvimento econômico do estado e discutir temas relacionados ao setor supermercadista e ao varejo. Estão confirmadas as participações de Gabriel Souza (MDB), Marcelo Maranata (PSDB), Juliana Brizola (PDT) e Luciano Zucco (PL).

O painel tem como objetivo aproximar empresários, fornecedores e profissionais do varejo das discussões sobre políticas públicas voltadas ao ambiente de negócios. Entre os temas previstos estão ambiente regulatório, infraestrutura, tributação, inovação, competitividade e desenvolvimento regional.

Segundo a organização, os candidatos terão a oportunidade de apresentar propostas para fortalecer o ambiente de negócios, estimular o empreendedorismo, reduzir entraves à atividade empresarial e contribuir para o desenvolvimento de um dos setores de maior geração de emprego, renda e arrecadação no estado.

Posicionamento da Agas

O presidente da Associação Gaúcha de Supermercados (Agas), Lindonor Peruzzo Junior, afirmou que a iniciativa busca promover o diálogo entre o setor e os postulantes ao Palácio Piratini. “Como representante de um setor essencial para a economia e para a sociedade, a Agas entende que é seu papel promover espaços de diálogo qualificado com quem pretende governar o Rio Grande do Sul. Nosso objetivo não é discutir política partidária, mas oferecer aos pré-candidatos a oportunidade de apresentar suas propostas para o varejo e ouvir as demandas de um segmento que movimenta a economia, gera milhares de empregos e está presente em todos os municípios gaúchos”, destacou Peruzzo Junior.

Foto: Gustavo Mansur/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/07/2026 0 Comentários 97 Visualizações
Notícias mais recentes
Notícias mais antigas

Edição 308 | Jul 2026

Entrevista | Guilherme Viezzer fala sobre a automação e a IA no mercado supermercadista

Cooperativismo | Modelo de negócios que transforma comunidades

Cidades| São Leopoldo comemora sua história e projeta desenvolvimento

Educação | Da sala de aula para a vida: a educação financeira que muda hábitos

Acompanhe a Expansão

Facebook Twitter Instagram Linkedin Youtube

Notícias mais populares

  • 1

    Saúde alerta para aumento de casos de síndrome gripal em Canela

  • 2

    Cultura, arte e bons negócios: conheça os atrativos da 10ª Expocande

  • 3

    Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional de desburocratização

  • 4

    Defesa Civil estadual atualiza previsão para os próximos dias no RS

  • 5

    Defesa Civil reforça monitoramento por previsão de chuva em Novo Hamburgo

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Linkedin
  • Youtube
  • Email

© Editora Pacheco Ltda. 1999-2022. Todos os direitos reservados.


De volta ao topo
Expansão
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO