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Política

Política

Sindilojas Vale Germânico defende não ser momento para debater a escala 6×1

Por Jonathan da Silva 31/08/2026
Por Jonathan da Silva

O Sindilojas Vale Germânico, entidade integrante do Sistema Fecomércio-RS, se manifestou defendendo que não é o momento de discutir o fim da escala 6×1 e a adoção do modelo 5×2. O posicionamento da entidade vem diante da possibilidade de o Senado Federal votar nesta semana, tanto na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) quanto no Plenário, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê a mudança na jornada de trabalho. Para o sindicato, a alteração das regras das relações de trabalho não deveria ocorrer às vésperas das eleições.

Segundo material da Fecomércio-RS encaminhado aos sindicatos filiados, a mudança nas regras neste momento pode elevar os custos das empresas. O documento aponta um cenário de empresas deixando o país, aumento do endividamento, redução dos investimentos, crédito com juros elevados e aumento dos custos.

O Sindilojas Vale Germânico afirma que a situação do setor econômico está entre as mais difíceis da história. Entre os dados apresentados pela entidade estão mais de 9 milhões de CNPJs inadimplentes e mais de 6.300 empresas em recuperação judicial.

Endividamento e reforma tributária

O material também cita que 82% das famílias brasileiras estão endividadas. A entidade relaciona ainda o cenário às mudanças previstas pela reforma tributária, que, segundo o posicionamento divulgado, tinha como promessa a simplificação do sistema, mas já estaria gerando mais custos e incertezas para as empresas.

Outro ponto destacado é a saída de empresas do Brasil. Conforme os dados apresentados, 230 empresas migraram para o Paraguai, atraídas por um regime tributário simplificado.

Investimentos

A entidade também afirma que o cenário de insegurança afasta o capital estrangeiro. Segundo os dados divulgados, somente em 2024 foram retirados da Bolsa brasileira R$ 32,1 bilhões em receita líquida.

Foto: Magnific/Reprodução | Fonte: Assessoria
31/08/2026 0 Comentários 102 Visualizações
Política

Entidades lojistas de Santa Cruz do Sul serão pontos de apoio do Rapidinho

Por Jonathan da Silva 27/08/2026
Por Jonathan da Silva

A Câmara de Vereadores de Santa Cruz do Sul debateu mudanças e melhorias no sistema de estacionamento rotativo pago Rapidinho na tarde desta quarta-feira (26). Durante a reunião especial, realizada no Plenário Vereador Nilton Garibaldi, representantes do comércio informaram que entidades lojistas estão firmando convênios com o Conselho Pró-Segurança Pública (Consepro) para ampliar os pontos de apoio destinados à regularização do estacionamento.

O encontro foi proposto pela Comissão de Saúde, Ação Social e Meio Ambiente, pelos vereadores Raul Fritsch (Republicanos), Alberto Heck (PT) e Edson Azeredo (PL), com subscrição do vereador Professor Cleber (UNIÃO). Participaram o secretário de Planejamento e Mobilidade Urbana, Vanir Ramos de Azevedo; o representante do Consepro, Carlos Alberto Sehn; a representante da Câmara de Dirigentes Lojistas de Santa Cruz do Sul (CDL), Ana Lúcia Rodrigues Machado; e os representantes do Sindicato do Comércio Varejista de Santa Cruz do Sul (Sindilojas), Mirna Fernanda Martin Mohr e Carlos Alberto Tomazini.

Demandas da comunidade

Segundo o vereador Raul Fritsch, um dos proponentes da reunião, o debate foi motivado por manifestações de usuários e comerciantes sobre o funcionamento do sistema. “Recebemos muitos questionamentos em relação ao funcionamento, não apenas dos usuários, mas também dos comerciantes e empresários”, observou o parlamentar.

O vereador Professor Cleber afirmou que o novo sistema, Sigapay, melhorou o funcionamento do estacionamento rotativo e aumentou a disponibilidade de vagas. Ele apontou, porém, a necessidade de novos ajustes, especialmente em relação às dificuldades enfrentadas por pessoas idosas e moradores do interior.

A representante da CDL Santa Cruz do Sul, Ana Lúcia Rodrigues Machado, sugeriu que o Consepro estabeleça convênios com lojistas para que os estabelecimentos funcionem como pontos de apoio para o pagamento do Rapidinho. “Vejo que a partir do novo sistema hoje existem mais vagas, mas precisamos aprimorar a fim de intensificar o movimento no Centro”, expressou Ana Lúcia.

Fiscalização

O representante do Consepro, Carlos Alberto Sehn, informou que a entidade já está realizando convênios com lojistas para ampliar os pontos de regularização. Ele também explicou que o sistema de coleta de dados, realizado por meio de veículo equipado com câmeras, está sendo aprimorado. “Inclusive, hoje, devido a uma série de fatores, a tolerância está sendo bem maior do que os 15 minutos. Vamos melhorar o funcionamento nos próximos dias com a acréscimo de mais uma motocicleta com câmeras, para fazer a fiscalização”, ponderou Sehn.

Mudanças nas regras

Durante a reunião, o vereador Edson Azeredo (PL) defendeu a revisão da regra que limita a permanência do veículo a duas horas na mesma vaga. “O que muda de eu tirar o carro de uma vaga e colocar ao lado, após duas horas?”, questionou o parlamentar.

Azeredo também apontou a necessidade de melhorias nas imediações do hospital. Já o vereador Rodrigo Rabuske (Republicanos) destacou a importância de buscar alternativas para facilitar a regularização do estacionamento por parte do público idoso.

O vereador Gerson Vargas (PP) também participou da reunião.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/08/2026 0 Comentários 105 Visualizações
Política

Fecomércio-RS entregará Cartilha Vai Turismo ao governo estadual

Por Jonathan da Silva 27/08/2026
Por Jonathan da Silva

O vice-presidente da Fecomércio-RS, Manuel Suárez, entregará a Cartilha Vai Turismo ao secretário de Turismo do Rio Grande do Sul, Rafael Ayub, nesta sexta-feira, 28 de agosto. O documento, elaborado pela entidade em parceria com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), reúne propostas e recomendações para fortalecer o turismo e ampliar a competitividade e o desenvolvimento econômico e regional do estado.

A entrega faz parte do Projeto Vai Turismo, desenvolvido pelo Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade da CNC (Cetur/CNC) em parceria com as Federações do Comércio. A iniciativa busca tratar o turismo como vetor de desenvolvimento econômico e regional, com ações voltadas à valorização dos destinos gaúchos e da cadeia produtiva ligada ao setor.

Propostas para o setor

A elaboração da cartilha reuniu representantes da cadeia produtiva do turismo, do poder público e especialistas. O trabalho teve como objetivo identificar os principais desafios de cada estado e elaborar propostas consideradas prioritárias para o desenvolvimento do turismo brasileiro.

Entre as recomendações apresentadas estão medidas voltadas à criação de um ambiente mais favorável ao empreendedorismo e aos investimentos, à geração de empregos e à melhoria da qualidade de vida da população.

A proposta também busca ampliar o debate sobre as prioridades do turismo e contribuir para a formulação de políticas públicas destinadas à valorização dos destinos brasileiros e ao aumento da participação do setor no desenvolvimento econômico e social.

Turismo no Rio Grande do Sul

No Rio Grande do Sul, a expectativa é de que as propostas apresentadas na cartilha contribuam para o aprimoramento do ambiente de negócios e para o desenvolvimento do turismo no Estado. O documento também aponta a atividade turística como capaz de gerar oportunidades, movimentar diferentes segmentos da economia e contribuir para o desenvolvimento regional.

A iniciativa prevê a participação de diferentes setores na discussão das políticas públicas relacionadas ao turismo e integra a atuação da Fecomércio-RS e da CNC no Projeto Vai Turismo.

Foto: Paulo Nunes/Pexels/Reprodução | Fonte: Assessoria
27/08/2026 0 Comentários 128 Visualizações
Política

Ibraoliva denuncia possível fraude em azeites importados

Por Jonathan da Silva 26/08/2026
Por Jonathan da Silva

O Instituto Brasileiro de Olivicultura (Ibraoliva) encaminhou à Receita Federal uma denúncia para que seja investigada uma possível fraude tributária envolvendo azeites importados da Europa e comercializados no Brasil como extravirgens. A iniciativa ocorre após análises do Ministério da Agricultura identificarem como virgens amostras de produtos vendidos como extravirgens em supermercados brasileiros. Segundo o instituto, a diferença entre as categorias também tem impacto na tributação, já que o azeite extravirgem europeu tem alíquota de importação zero, enquanto o virgem está sujeito a 9%.

Os exames foram realizados por determinação judicial em uma ação civil pública movida pelo Ministério Público em São Paulo. Entre as marcas cujas amostras foram identificadas como azeites virgens estão Andorinha, Gallo, Borges, Gomes da Costa, Cocinero, Fillipo Berio e Carrefour, entre outras.

O Ibraoliva representa produtores brasileiros e afirma que há anos denuncia divergências entre a classificação informada nos rótulos e as características encontradas em azeites importados comercializados no país. A entidade também vinha apontando que os preços de produtos vendidos como extravirgens seriam incompatíveis com essa classificação.

Classificação dos produtos

O presidente do Ibraoliva, Flávio Obino Filho, afirma que o azeite virgem deve permanecer disponível ao consumidor, mas com identificação adequada. “Sempre defendemos que o azeite virgem é uma gordura saudável que deve estar nas prateleiras dos supermercados brasileiros, ao lado, em gôndola separada, dos verdadeiros azeites extravirgens, todos com a rotulação correta e com preços compatíveis”, pondera Obino Filho.

Segundo o instituto, uma das possíveis explicações para a perda da classificação de extravirgem está na aquisição de produtos antigos e de menor preço na Europa, sem informação sobre a data de produção. Outro fator apontado é o transporte pelo Atlântico em contêineres sem refrigeração. De acordo com o Ibraoliva, essas condições podem fazer com que o produto perca características necessárias para permanecer na categoria extravirgem.

A entidade ressalta que um azeite classificado como extravirgem na origem pode precisar ser reclassificado como virgem caso apresente defeitos sensoriais ao chegar ao Brasil. A classificação leva em consideração características físico-químicas e sensoriais do produto.

Diferença na tributação

A questão tributária passou a integrar a denúncia devido à diferença entre as alíquotas aplicadas às duas categorias. Segundo o Ibraoliva, o Acordo Comercial entre Mercosul e União Europeia, que entrou em vigor de forma provisória em 1º de maio de 2026, prevê a eliminação gradual da tarifa de importação do azeite europeu ao longo de 15 anos.

A entidade informa que a Resolução Gecex 391, de 23 de agosto de 2022, havia estabelecido em 9% a alíquota dos diferentes tipos de azeite, incluindo extravirgem, virgem e refinado. Posteriormente, conforme o instituto, a Resolução Gecex 709, de 13 de março de 2025, zerou a tarifa dos azeites extravirgens importados da Europa e manteve em 9% a cobrança sobre os azeites virgens.

Para o presidente do Ibraoliva, a diferença entre as alíquotas acrescenta uma questão tributária às divergências de classificação. “Sempre denunciamos que, mesmo que na origem o azeite tenha um laudo físico-químico que o classifique como extravirgem, caso chegue ao Brasil com defeitos sensoriais, precisa ser reclassificado para virgem. Se vendido como extravirgem, estamos diante de uma fraude de rotulagem, mas agora o cenário também inclui a questão tributária”, enfatiza Obino Filho.

Pedido de investigação

Na denúncia encaminhada à Receita Federal, o Ibraoliva solicita que as autoridades investiguem a situação. A entidade considera que, se um azeite entrar no Brasil como extravirgem, com alíquota zero, mas apresentar características de virgem, conforme atestado pelo Ministério da Agricultura, existem indícios que precisam ser apurados.

Obino Filho também relaciona a diferença tributária à presença reduzida de azeites identificados como virgens nos supermercados brasileiros. Para ele, essa situação “talvez explique por que não são encontrados nas prateleiras dos supermercados azeites rotulados como virgens”.

O presidente também compara a tributação do produto importado com a aplicada internamente. “Um rótulo que não corresponde ao produto, além de enganar o consumidor, pode levar a uma redução de 9% para 0% de impostos no azeite importado da Europa. Enquanto isso, a alíquota padrão de ICMS nas vendas internas do azeite brasileiro é de 12%. Precisamos defender os produtores e a indústria nacional do azeite e não podemos compactuar com possíveis fraudes”, afirma Obino Filho.

Medidas propostas

Além da denúncia à Receita Federal, o Ibraoliva pretende encaminhar ao Governo Federal um pedido para que a alíquota do azeite extravirgem importado da Europa retorne a 9% e passe a seguir a redução gradual prevista no acordo entre Mercosul e União Europeia.

A entidade também propõe zerar a tarifa de importação do azeite virgem europeu e manter a defesa da alíquota zero de ICMS para as vendas interestaduais de azeites produzidos no Brasil.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/08/2026 0 Comentários 181 Visualizações
Política

Federarroz encaminhará levantamento sobre classificação do arroz às autoridades

Por Jonathan da Silva 26/08/2026
Por Jonathan da Silva

A Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) encaminhará às autoridades competentes os resultados de um levantamento que encontrou divergências entre a classificação declarada nas embalagens e a verificada em laboratório em amostras de arroz vendido como Tipo 1. Das 268 amostras selecionadas e analisadas, 215, ou 80,22%, apresentaram classificação inferior à informada. As coletas foram realizadas entre novembro de 2025 e janeiro de 2026 em 167 estabelecimentos de 32 cidades de seis estados. A entidade afirma que buscará medidas nas esferas administrativa, cível e penal.

O levantamento percorreu aproximadamente 8,5 mil quilômetros pelos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. As amostras foram encaminhadas para avaliação em laboratório credenciado.

A seleção priorizou produtos que apresentavam indícios visuais de desconformidade com a classificação declarada e itens encontrados nas menores faixas de preço das gôndolas pesquisadas. Todos os produtos analisados eram comercializados como arroz Tipo 1.

Entre os parâmetros utilizados na classificação estão a presença de defeitos e o percentual de grãos quebrados. O estudo identificou, por exemplo, amostras vendidas como Tipo 1 que apresentaram 18% e 35% de grãos quebrados, índices associados a classificações inferiores dentro dos critérios considerados na avaliação.

As divergências foram encontradas nos seis estados percorridos. Segundo a Federarroz, os resultados apontam casos em que a classificação constatada em laboratório não correspondia à informação apresentada na embalagem.

Dados não representam todo o mercado

O presidente da Federarroz, Denis Dias Nunes, ressalta que o percentual de 80,22% corresponde apenas às amostras escolhidas para o levantamento e não pode ser aplicado ao conjunto do arroz Tipo 1 comercializado no país. “É importante frisar que esse número não representa todo o arroz oferecido nas prateleiras. Ele se refere aos produtos que analisamos, selecionados principalmente porque já apresentavam indícios visuais de desconformidade ou estavam em faixas de preço muito abaixo das demais marcas”, explica Dias Nunes.

O dirigente também afirma que a divergência pode afetar empresas que comercializam arroz de acordo com os padrões de classificação. “Quando um arroz de qualidade inferior é vendido como Tipo 1, ele passa a concorrer em preço com marcas que fazem seu trabalho dentro dos padrões de qualidade. Essa prática lesa o consumidor e também as empresas que cumprem as regras”, ressalta Dias Nunes.

Encaminhamento aos órgãos competentes

O diretor jurídico da Federarroz, Anderson Belloli, explica que os resultados serão encaminhados aos órgãos responsáveis pela fiscalização e pela apuração dos casos. Conforme a entidade, as medidas poderão ocorrer nas esferas administrativa, cível e penal, de acordo com a competência dos órgãos e o enquadramento de cada situação. “Estamos falando de uma possível fraude ao consumidor, que não se limita a uma questão de qualidade. A partir das inconformidades constatadas, as informações serão levadas aos órgãos competentes para que cada caso seja apurado”, afirma Belloli.

Na esfera administrativa, o encaminhamento deverá envolver o Ministério da Agricultura e Pecuária. Na área cível, Belloli cita os Ministérios Públicos estaduais e, em situações que envolvam mais de um estado, o Ministério Público Federal. Eventuais desdobramentos penais dependerão das apurações realizadas pelos órgãos responsáveis.

A Federarroz também pretende utilizar os dados para discutir a fiscalização da classificação comercial do arroz e a correspondência entre as informações apresentadas nas embalagens e os produtos oferecidos aos consumidores.

A entidade ressalta que os 80,22% correspondem exclusivamente às 268 amostras selecionadas e analisadas, não sendo uma estimativa sobre a totalidade do arroz Tipo 1 vendido no Brasil. O levantamento também não identificou risco à saúde relacionado aos produtos analisados. As inconformidades apontadas dizem respeito à classificação comercial e à correspondência entre a informação da embalagem e o produto comercializado, não caracterizando, segundo a entidade, produtos impróprios para consumo ou contaminados.

Foto: Érika Ferraz/AgroEffective/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/08/2026 0 Comentários 111 Visualizações
Política

Palestra em Gramado abordará investimentos em ano eleitoral

Por Jonathan da Silva 25/08/2026
Por Jonathan da Silva

Uma palestra sobre estratégias de investimento e proteção patrimonial será realizada no Sicredi – São Pedro, em Gramado, no próximo dia 12 de setembro, das 8h30min às 12h. O encontro será conduzido por Germano Laube (foto) e terá como foco os impactos do cenário econômico brasileiro e internacional sobre os investimentos, considerando fatores como o processo eleitoral brasileiro, as expectativas para juros e inflação e as oscilações dos mercados.

A programação é voltada a empresários, profissionais liberais, investidores e pessoas interessadas em organizar e proteger o patrimônio. Não é necessário ter conhecimento técnico prévio sobre o mercado financeiro. A proposta é apresentar fundamentos para a tomada de decisões de investimento, sem indicar produtos específicos ou tentar prever o comportamento dos mercados.

Cenário econômico

Durante a palestra, serão abordadas questões relacionadas à relação entre risco, retorno e prazo, aos pilares da gestão patrimonial, às oportunidades no Brasil e no mercado internacional e aos principais fatores a serem considerados na elaboração de uma estratégia de investimentos.

O conteúdo também tratará de como investidores podem avaliar suas posições em períodos de maior instabilidade, considerando alternativas mais conservadoras, diversificação internacional e oportunidades disponíveis no mercado brasileiro.

A discussão sobre investimentos internacionais terá espaço específico, com a abordagem sobre quando e por que a diversificação em ativos e mercados fora do Brasil pode fazer parte do planejamento patrimonial.

Estratégia patrimonial

A palestra também pretende apresentar aspectos que devem ser considerados na gestão de investimentos, como objetivos financeiros, prazo, tolerância ao risco, diversificação e cenário econômico.

Segundo a organização, a proposta é oferecer conteúdo acessível e aplicável, para que os participantes compreendam os fatores que podem orientar suas decisões financeiras. O encontro parte da ideia de que a gestão patrimonial envolve não apenas a escolha de onde investir, mas também a definição de uma estratégia adequada a diferentes cenários econômicos.

Serviço

  • O quê: palestra “Em tempos de incerteza, você sabe como investir e proteger seu patrimônio?”
  • Palestrante: Germano Laube
  • Quando: 12 de setembro, das 8h30min às 12h
  • Onde: Sicredi – São Pedro, Gramado
  • Quanto: R$ 449,90 por participante, com coffee break
  • Inscrições: pela plataforma Sympla
  • Vagas: limitadas
Foto: Acervo pessoal/Germano Laube/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/08/2026 0 Comentários 95 Visualizações
Política

Entidades lançam manifesto pelo fortalecimento da indústria

Por Jonathan da Silva 24/08/2026
Por Jonathan da Silva

O Sindicato da Indústria de Máquinas e Implementos Industriais e Agrícolas de Novo Hamburgo e Região (SinmaqSinos), a Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para os Setores do Couro, Calçados e Afins (Abrameq) e a Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti (ACI) divulgaram um manifesto em defesa do fortalecimento da indústria e de medidas voltadas ao desenvolvimento econômico. O documento aborda temas como responsabilidade fiscal, segurança jurídica, simplificação tributária, incentivo às exportações, acesso a crédito e abertura de mercados.

No manifesto, as entidades afirmam que o Brasil atravessa um momento decisivo e atribuem a redução da confiança de investidores, produtores e empregadores, nos últimos anos, a “escolhas econômicas equivocadas, aumento do gasto público sem responsabilidade e insegurança jurídica”.

Segundo o documento, a priorização de soluções de curto prazo em detrimento da produtividade e da responsabilidade fiscal produz efeitos como inflação, juros elevados, redução do crédito e menos oportunidades. As entidades também afirmam que a indústria é uma das primeiras áreas a sentir esses impactos por concentrar investimentos em inovação, tecnologia e qualificação.

Propostas para a indústria

O manifesto defende um país que valorize a produção, o empreendedorismo e a geração de oportunidades. Entre as medidas citadas estão responsabilidade fiscal, segurança jurídica, simplificação tributária, incentivo à exportação, acesso a crédito competitivo e abertura de mercados.

SinmaqSinos, Abrameq e ACI afirmam que o desenvolvimento sustentável depende de escolhas responsáveis, planejamento e liberdade para empreender. O documento também relaciona o fortalecimento da indústria ao processo eleitoral e recomenda que os eleitores avaliem propostas, históricos e compromissos com o desenvolvimento do país.

O manifesto é assinado pelo Sindicato da Indústria de Máquinas e Implementos Industriais e Agrícolas de Novo Hamburgo e Região (SinmaqSinos), pela Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para os Setores do Couro, Calçados e Afins (Abrameq) e pela Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti (ACI).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/08/2026 0 Comentários 100 Visualizações
Política

Fecomércio-RS divulga manifesto eleitoral

Por Jonathan da Silva 21/08/2026
Por Jonathan da Silva

A Fecomércio-RS acaba de divulgar o “Manifesto pela Responsabilidade com a Economia e com o Comércio de Bens, Serviços e Turismo Gaúcho”, direcionado aos candidatos às eleições de 2026 para o Governo do Estado, Assembleia Legislativa e Congresso Nacional. O documento apresenta propostas e reivindicações da entidade para o ambiente de negócios no Rio Grande do Sul, com foco em controle dos gastos públicos, previsibilidade institucional, reformas estruturais e apoio às empresas. A entidade ressalta que os futuros ocupantes dos poderes executivo e legislativo terão papel na definição das condições econômicas e regulatórias do estado.

No manifesto, a Fecomércio-RS afirma que as empresas gaúchas enfrentam uma sequência de desafios após os prejuízos provocados pela pandemia e os danos causados pelas enchentes. O documento também relaciona o cenário atual aos efeitos dos juros elevados no país, que, segundo a entidade, são impulsionados pelo desequilíbrio recorrente das contas públicas. Na avaliação apresentada pela federação, esse contexto afeta a situação financeira de famílias e empresas e contribui para os níveis de endividamento e inadimplência.

Questões institucionais e tributárias

O documento também aponta entraves relacionados ao ambiente institucional e regulatório. Segundo a entidade, a insegurança jurídica, especialmente na área trabalhista, aumenta os custos das operações e pode interromper investimentos.

Na área tributária, o manifesto cita o peso dos impostos internos e a concorrência com as importações cross-border, definidas no documento como compras digitais realizadas por pessoas físicas diretamente de lojas ou plataformas de comércio eletrônico de outros países. Para a Fecomércio-RS, as facilidades concedidas a esse tipo de operação contribuem para o aumento das remessas de produtos do exterior.

O manifesto também afirma que a percepção de instabilidade no cumprimento das normas e na garantia de direitos fundamentais prejudica a confiança necessária para a realização de negócios e investimentos.

Responsabilidade fiscal

O presidente do Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac e Ifep, Luiz Carlos Bohn, defende que os próximos gestores e legisladores priorizem reformas estruturais em vez de medidas baseadas apenas em intenções. “A dimensão da responsabilidade dos futuros gestores e legisladores é amplificada pelo momento crítico que o Rio Grande do Sul atravessa. Precisamos avançar além do populismo e focar na melhoria real do ambiente de negócios. O desenvolvimento sustentável das nossas empresas e a proteção da nossa população exigem um setor público fiscalmente responsável, capaz de conter o endividamento, além de investimentos sólidos em infraestrutura, na qualidade da educação pública e em instituições previsíveis e comprometidas estritamente com o interesse coletivo”, afirma Bohn.

Entre os pontos defendidos pela entidade estão o controle do endividamento público, investimentos em infraestrutura e educação pública e a previsibilidade das instituições. A íntegra do manifesto está disponível no perfil da Fecomércio-RS no Instagram, @fecomercio_rs.

Foto: Jonathan da Silva/Expansão | Fonte: Assessoria
21/08/2026 0 Comentários 120 Visualizações
Política

ACI está aberta a receber candidatos oficializados à Presidência da República e ao governo do estado

Por Ester Ellwanger 19/08/2026
Por Ester Ellwanger

A Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti está aberta a receber, em sua sede, em Novo Hamburgo, candidatos oficializados à Presidência da República e ao governo do estado durante o período eleitoral de 2026. A iniciativa integra a atuação institucional da entidade e busca ampliar o diálogo entre o setor empresarial e aqueles que se apresentam à sociedade para ocupar importantes funções públicas.

Os encontros terão duração aproximada de 90 minutos, contemplando recepção, abertura, apresentação das propostas e espaço para perguntas e diálogo com representantes da entidade e do setor empresarial.

O objetivo é proporcionar um ambiente qualificado para o conhecimento de propostas, prioridades e visões relacionadas ao desenvolvimento econômico e social, especialmente em temas como infraestrutura, inovação, educação, geração de emprego e renda, competitividade e demais questões que impactam as empresas e a comunidade.

“Queremos proporcionar um espaço para que os candidatos apresentem suas propostas e o setor empresarial possa conhecer suas prioridades e perspectivas para o desenvolvimento do Estado e do País. O diálogo e a troca de informações são fundamentais para aproximar as demandas da sociedade daqueles que se dispõem a representá-la”, afirma o presidente da ACI, Robinson Oscar Klein.

 

Candidatos Presidência e Governo do RS

Para candidatos à Presidência da República e ao governo do estado, a entidade disponibilizará, entre 26 de agosto e 28 de setembro, períodos destinados aos encontros individuais com os candidatos oficializados à Presidência da República e ao Governo do Estado.

As agendas serão organizadas previamente pela ACI, considerando a disponibilidade institucional e a confirmação de participação de cada candidatura, assegurando a todos as mesmas condições para apresentação de suas propostas e diálogo com o setor empresarial.

Candidatos a deputado estadual, deputado federal e senador

Os candidatos oficializados a deputado estadual, deputado federal e senador também podem ser recebidos na sede da ACI, mediante agendamento prévio, para apresentação de suas propostas e diálogo com representantes da entidade.

Contato

As candidaturas interessadas em participar das agendas institucionais da ACI devem entrar em contato pelo e-mail [email protected] para informações e alinhamento da participação.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

19/08/2026 0 Comentários 117 Visualizações
Política

Candidatos ao governo estadual debatem propostas na Expoagas

Por Jonathan da Silva 19/08/2026
Por Jonathan da Silva

Um debate entre candidatos ao governo estadual foi realizado na manhã desta terça-feira (18), durante a Expoagas 2026, com as presenças de Gabriel Souza (MDB) e Marcelo Maranata (PSDB). Os candidatos discutiram propostas relacionadas ao desenvolvimento econômico e às demandas do setor supermercadista, dentro do painel “O que move o Rio Grande que empreende?”, mediado pelo jornalista Oziris Marins. Juliana Brizola (PDT) e Luciano Zucco (PL) não compareceram ao encontro.

A atividade foi organizada pela Associação Gaúcha de Supermercados (Agas) e abordou segurança alimentar, ambiente de negócios, emprego, competitividade, tributação, segurança jurídica, infraestrutura logística e o legado que os candidatos pretendem deixar ao final de um eventual mandato.

Demandas do setor

Na abertura, o presidente da Associação Gaúcha de Supermercados (Agas), Lindonor Peruzzo Jr., afirmou que o encontro tinha como objetivo apresentar as demandas do setor e ouvir os candidatos. “Estamos aqui para defender o supermercadista gaúcho. Deveríamos ter quatro candidatos, porém dois deles acabaram não querendo vir participar do nosso debate”, afirmou o dirigente.

Peruzzo também mencionou o percentual de eleitores indecisos e a participação do setor na economia estadual. “Temos 83% de indecisos ainda, conforme a última pesquisa, e entendemos que isso é uma forma de nós debatermos, trazermos as demandas do nosso setor, ouvirmos os candidatos, entendermos quem melhor nos representará, pois hoje somos praticamente 170 mil colaboradores e responsáveis por mais de 9% do Produto Interno Bruto (PIB)”, expressou o presidente da entidade.

Entre as prioridades apresentadas pelo presidente da Agas estiveram a redução do tamanho do Estado, a diminuição da carga tributária, a criação de condições para as empresas e o aumento da segurança jurídica nas relações entre empresas e poder público. “Precisamos trabalhar na questão das fiscalizações: o que é certo e o que é errado. A dosimetria das multas é fundamental. Bandidos devem ser tratados como bandidos e erros operacionais como erros operacionais”, avaliou Peruzzo.

Segurança alimentar

O primeiro bloco do debate tratou da segurança alimentar, com discussões sobre o endividamento dos produtores rurais, os impactos de eventos climáticos sobre a produção e a necessidade de garantir o abastecimento da população.

O candidato Marcelo Maranata questionou como o próximo governo pretende enfrentar o endividamento dos agricultores e o déficit projetado para o estado. Na resposta, o candidato Gabriel Souza defendeu a criação de um programa de proteção às famílias de agricultores, com medidas para ampliar os prazos de pagamento das dívidas dos produtores e a prorrogação do Fundo do Plano Rio Grande (Funrigs). Souza também relacionou a segurança alimentar à manutenção da produção diante dos eventos climáticos. Segundo o candidato, o estado precisa manter a produção funcionando para garantir que os alimentos cheguem às gôndolas com preços acessíveis. Na réplica, Maranata destacou a necessidade de o próximo governador recuperar o espírito empreendedor do estado. Os candidatos também discutiram políticas permanentes de prevenção e proteção contra eventos climáticos extremos.

Reforma Tributária e emprego

O segundo bloco abordou a Reforma Tributária e seus impactos sobre as empresas gaúchas. Maranata defendeu o enxugamento da máquina pública, maior segurança jurídica e medidas para reduzir os impactos da transição tributária. O candidato também mencionou a criação de mecanismos para compensar possíveis perdas e fortalecer o ambiente para os empreendedores.

Gabriel Souza afirmou que a extinção dos atuais incentivos fiscais exigirá uma estratégia de transição, especialmente para setores como aço, calçados e alimentos. Como alternativa, defendeu a criação de um fundo de subvenção e uma política de atração de investimentos. Também destacou a necessidade de o estado manter capacidade de investimento e segurança pública para aumentar a competitividade.

Na discussão sobre emprego, Maranata questionou a dificuldade das empresas para encontrar trabalhadores qualificados e a saída de gaúchos do estado. Souza defendeu a atração de talentos e a ampliação da qualificação profissional. Entre as propostas apresentadas, citou investimentos em escolas técnicas, ensino médio em tempo integral e ampliação da oferta de educação profissional.

Os candidatos associaram a competitividade a fatores como educação, produtividade, segurança pública, ambiente de negócios, tributação e capacidade de atração de investimentos. Maranata enfatizou a educação como instrumento para elevar a produtividade, enquanto Souza citou avanços na segurança e na abertura de empresas como fatores relacionados ao ambiente econômico.

Perguntas da Agas

O terceiro bloco foi dedicado às perguntas da Agas, com temas relacionados à tributação, segurança jurídica, infraestrutura e condições de concorrência.

Questionado sobre a possibilidade de reduzir a carga tributária incidente sobre alimentos essenciais diante da transição do ICMS para o IBS, Gabriel Souza afirmou que um dos principais desafios será preparar o Rio Grande do Sul para a Reforma Tributária. O candidato defendeu a criação de um comitê de preparação, com participação dos setores produtivos, para identificar impactos e oportunidades da mudança. Também ressaltou a necessidade de conciliar eventual redução da carga tributária com responsabilidade fiscal.

Sobre obras prioritárias de infraestrutura logística, Maranata defendeu a articulação com o governo federal para garantir recursos. O candidato apontou a BR-290 como uma das prioridades e citou a necessidade de investimentos na logística portuária e de discussão sobre o Porto de Arroio do Sal.

Outro questionamento tratou da comercialização, por farmácias, de produtos tradicionalmente encontrados no varejo. Souza afirmou defender o livre mercado e a liberdade econômica, mas ressaltou que estabelecimentos que comercializam os mesmos produtos devem estar submetidos às mesmas regras de fiscalização.

As apostas eletrônicas também foram discutidas. Maranata manifestou posição contrária às bets e afirmou que o fenômeno passou a disputar parte da renda das famílias, além de gerar impactos sociais que, segundo ele, precisam ser enfrentados pelo poder público.

Propostas para o estado

No encerramento, os candidatos responderam qual legado pretendem construir para o Rio Grande do Sul ao final de um eventual mandato.

Maranata resgatou sua trajetória profissional, empresarial e política e afirmou que pretende levar ao governo uma visão empreendedora, com foco no desenvolvimento econômico e na capacidade de gestão.

Souza afirmou que pretende deixar um estado mais competitivo e com maior qualidade de vida. Entre os objetivos apresentados, citou a ampliação do ensino técnico e do ensino em tempo integral, com a meta de chegar a 100 mil matrículas, além da continuidade das ações de proteção contra as cheias. Também mencionou a ampliação da estrutura de proteção, incluindo novos diques, e defendeu a manutenção de uma política tributária competitiva.

Foto: Larry Silva/Divulgação | Fonte: Assessoria
19/08/2026 0 Comentários 133 Visualizações
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