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Ensino

Ensino

Pesquisa sobre genética indígena publicada na Nature tem participação gaúcha

Por Jonathan da Silva 13/05/2026
Por Jonathan da Silva

Um estudo internacional sobre a história evolutiva e a diversidade genética dos povos indígenas da América, publicado na capa da revista científica Nature em abril, apresentou novos dados sobre a origem e a evolução dessas populações. A pesquisa contou com a participação de pesquisadores vinculados e egressos do Programa de Pós-Graduação em Genética e Biologia Molecular (PPGBM) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e analisou 128 genomas completos de alta cobertura, o maior conjunto já estudado desse tipo entre populações indígenas americanas. O trabalho identificou mais de 1,4 milhão de variantes genéticas inéditas e aponta uma complexidade maior na formação dos povos originários do continente.

O estudo, intitulado “The evolutionary history and unique genetic diversity of Indigenous Americans”, investiga processos de migração, adaptação biológica e ancestralidade genética das populações indígenas americanas. Segundo os pesquisadores, os resultados reforçam que a ocupação da América ocorreu há pelo menos 15 mil anos, a partir de populações que começaram a se diferenciar geneticamente há cerca de 25 mil anos na região da Beríngia, território que conectava Ásia e América durante a última era glacial.

Diversidade genética

De acordo com a pesquisa, os povos indígenas da América apresentam uma diversidade genética superior à anteriormente conhecida. Os dados também indicam múltiplas migrações para a América do Sul e adaptações biológicas a ambientes extremos ao longo do tempo.

Os pesquisadores identificaram marcas genéticas relacionadas à imunidade, metabolismo e reprodução, indicando a ação da seleção natural sobre essas populações. O estudo também encontrou sinais de ancestralidade arcaica, como neandertais e denisovanos, preservados ao longo das gerações e possivelmente associados a adaptações biológicas importantes.

Outro ponto destacado pela pesquisa é a identificação e ampliação da compreensão do componente ancestral Ypikuéra, termo de origem Tupi. Segundo os autores, esse sinal genético permanece presente há mais de 10 mil anos em populações indígenas americanas e pode refletir processos ligados à seleção natural.

Os resultados também indicam conexões genéticas entre esse componente ancestral e populações da Australásia, sugerindo uma história compartilhada mais profunda do que a anteriormente conhecida pela ciência.

Impactos para a medicina de precisão

Os pesquisadores afirmam que o estudo tem implicações para a medicina de precisão e para políticas públicas voltadas à saúde. Isso porque as populações indígenas americanas carregam variantes genéticas pouco representadas em pesquisas baseadas predominantemente em populações europeias.

Segundo o estudo, essas variantes podem influenciar tanto fatores de risco quanto mecanismos de proteção relacionados a doenças comuns. A incorporação dessa diversidade genética em pesquisas médicas pode contribuir para o desenvolvimento de diagnósticos e tratamentos mais específicos.

Participação da UFRGS

A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Genética e Biologia Molecular da UFRGS, Maria Cátira Bortolini, que também é uma das autoras do estudo, destacou o alcance científico da publicação. “A publicação na Nature representa um avanço científico extraordinário. Resultado de um trabalho construído com rigor, colaboração e respeito às populações indígenas”, afirma Maria Cátira.

Segundo a pesquisadora, a expectativa é que os resultados contribuam para ampliar a valorização da diversidade genética humana e dos povos originários da América. “Espera-se que esse estudo estimule a valorização da diversidade genética humana e da nossa história evolutiva, valorizando os povos originários da América, e contribua para descentralizar visões historicamente eurocêntricas na ciência”, conclui Maria Cátira.

Foto: Evidência Press/Comunicação/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/05/2026 0 Comentários 83 Visualizações
Ensino

Feevale promove debate sobre impactos do ambiente digital em crianças e jovens

Por Jonathan da Silva 12/05/2026
Por Jonathan da Silva

A Universidade Feevale realizará mais uma edição do Café da Ética no próximo dia 29 de maio, desta vez para discutir os impactos do ambiente digital no comportamento, na atenção e no desenvolvimento de crianças e jovens. O encontro será realizado às 19h30min, no auditório do prédio Azul, no Câmpus II da instituição, em Novo Hamburgo. Promovida pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da universidade, a atividade será gratuita e aberta ao público, com inscrições já disponíveis pela internet.

Com o tema “Conectados e Vulneráveis: o desafio ético da educação na infoera”, o evento pretende ampliar o debate sobre os desafios relacionados ao uso das tecnologias digitais e seus reflexos nos processos de aprendizagem, inclusão e convivência social.

Quem estará no evento

A palestra será ministrada pela professora Roberta Stockmanns, pesquisadora na área de Educação e Inovação, com atuação voltada às tecnologias digitais, inclusão e processos de aprendizagem.

A mediação ficará a cargo do professor Gustavo Roese Sanfelice, coordenador do Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Feevale e líder do Grupo de Pesquisa Análise dos Processos Midiáticos e Práticas Socioculturais.

Segundo a instituição, a proposta do encontro é promover reflexões sobre questões éticas relacionadas à presença cada vez mais intensa do ambiente digital na vida cotidiana de crianças e adolescentes.

Inscrições abertas

A participação é gratuita e aberta ao público. As inscrições devem ser realizadas por meio de formulário online disponibilizado pela Universidade Feevale.

Serviço

  • O quê: Café da Ética – Conectados e Vulneráveis: o desafio ético da educação na infoera
  • Quando: 29 de maio, às 19h30min
  • Onde: Auditório do prédio Azul, Câmpus II da Universidade Feevale (ERS-239, 2755, bairro Vila Nova, em Novo Hamburgo)
  • Quanto: Gratuito
Foto: Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
12/05/2026 0 Comentários 72 Visualizações
Ensino

Feevale celebra 20 anos do programa de pós-graduação em Qualidade Ambiental

Por Jonathan da Silva 11/05/2026
Por Jonathan da Silva

A Universidade Feevale realizou um evento em comemoração aos 20 anos do Programa de Pós-Graduação em Qualidade Ambiental (PPGQA nesta quinta-feira (7), no Espaço Cosmos, no Câmpus II da instituição, em Novo Hamburgo. A atividade reuniu egressos, professores, pesquisadores e autoridades acadêmicas para celebrar a história do programa e discutir os desafios atuais das pesquisas ambientais. Neste ano, o PPGQA recebeu nota 7 na avaliação quadrienal 2021-2024 da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), conceito máximo atribuído pela instituição.

O resultado coloca o programa entre um grupo restrito de pós-graduações do país com avaliação máxima e reforça a atuação da Feevale na área de pesquisa ambiental e formação acadêmica avançada.

Durante o evento, o reitor da Feevale, José Paulo da Rosa, destacou a importância da nota obtida pelo programa e os desafios ligados às questões ambientais. “Hoje, temos novos desafios na questão ambiental, que nos obrigam a estimular mais pesquisas, novas metodologias, e é isso que pretendemos fazer no programa. Então, vamos continuar trabalhando e investindo, para que nossos estudantes e professores continuem sendo essa referência, como diz o slogan da Universidade”, pontuou o líder da instituição.

Reconhecimento acadêmico

A coordenadora do PPGQA, professora Daniela Müller de Quevedo, atribuiu o resultado ao trabalho coletivo desenvolvido ao longo das duas décadas do programa. “O PPGQA é fruto do trabalho conjunto de docentes, discentes, técnicos e parceiros, reforçando uma construção coletiva ao longo do tempo, com o objetivo de integrar ciência e sociedade e influenciar políticas públicas”, afirmou Daniela.

O pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão da Feevale, Fernando Spilki, ressaltou a relevância do programa para o desenvolvimento institucional da universidade. “Inicialmente, nossos projetos eram muito localizados regionalmente e se atinham à bacia do Rio do Sinos. Ao longo do tempo, contribuímos para a qualidade de vida na nossa região e nos abrimos, também, para o mundo. Porém, as mudanças climáticas e os eventos extremos nos exigem novamente olhar para nossa aldeia. O programa existe em função da sociedade: a comunidade e a Universidade esperam muito de nós. Vida longa e que continuemos essa bonita missão!”, completou Spilki.

Programação reuniu pesquisadores e egressos

A programação contou com palestra do professor Valdir Fernandes, que abordou as bases sociais, as origens, a institucionalização e os desdobramentos sociopolíticos e científicos das ciências ambientais.

O encontro também teve exposição de trabalhos desenvolvidos por egressos do programa e a presença de representantes institucionais e convidados externos.

História do programa

O Programa de Pós-Graduação em Qualidade Ambiental da Feevale foi aprovado em 2004, inicialmente como mestrado em Gestão Tecnológica, com caráter interdisciplinar. O edital de seleção foi lançado em 2005 e as atividades começaram em 2006.

Ao longo de 20 anos, o programa formou mais de 250 pesquisadores e professores e desenvolveu mais de 300 projetos de pesquisa em parceria com instituições nacionais e internacionais, incluindo organizações do Canadá, Estados Unidos, Finlândia e países do Brics.

Atualmente, o PPGQA conta com 76 acadêmicos matriculados, 14 docentes permanentes, quatro colaboradores e três pós-doutores. A estrutura reúne 14 laboratórios integrados. No último quadriênio, foram publicados 156 artigos por alunos e 197 por egressos, além da execução de 47 projetos de pesquisa financiados e da obtenção de 26 premiações, titulações e menções acadêmicas concedidas a professores do programa.

Foto: Andrieli Siqueira/Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/05/2026 0 Comentários 99 Visualizações
Ensino

Novo Hamburgo amplia ações de educação antirracista na rede municipal

Por Jonathan da Silva 07/05/2026
Por Jonathan da Silva

A Secretaria Municipal de Educação de Novo Hamburgo (Smed) ampliou em 2026 as ações de educação antirracista desenvolvidas na rede municipal de ensino. O projeto Escolas Sementeiras, criado em 2024 inicialmente em 27 escolas, passou a contemplar todos os espaços educativos do município, com atividades voltadas à promoção da equidade, do respeito às diferenças e da valorização das identidades. As iniciativas incluem formações para professores, debates sobre diversidade e práticas pedagógicas alinhadas às diretrizes de Educação para as Relações Étnico-Raciais (ERER).

Segundo a Secretaria, a educação antirracista é trabalhada de forma cotidiana nas escolas, por meio de atividades em sala de aula, seleção de materiais pedagógicos e formações continuadas para profissionais da educação. A proposta busca estimular reflexões sobre representatividade, direitos humanos e enfrentamento ao racismo dentro e fora do ambiente escolar.

As ações desenvolvidas pelo projeto Escolas Sementeiras incluem encontros formativos presenciais e virtuais, visitas aos territórios escolares, construção de acervos pedagógicos e integração das temáticas relacionadas à educação étnico-racial desde a Educação Infantil até a Educação de Jovens e Adultos (EJA).

Papel social da escola pública

As práticas implementadas pela rede municipal também seguem as determinações das Leis nº 10.639/03 e nº 11.645/08, que estabelecem o ensino da história e cultura afro-brasileira, africana e indígena nas escolas.

O secretário municipal de Educação de Novo Hamburgo, André Luís da Silva, afirmou que o fortalecimento das ações está relacionado ao papel social da escola pública. “Quando toda a rede assume o compromisso com a equidade e o respeito às diferenças, a educação se torna mais humana e democrática”, destacou o titular da pasta.

A assessora da Smed e coordenadora do projeto Escolas Sementeiras, Fernanda Duarte de Oliveira, explicou que a iniciativa busca aproximar as escolas de temas ligados à formação cidadã. Segundo ela, as ações são desenvolvidas diariamente nas práticas pedagógicas, nas formações e nas relações construídas dentro dos ambientes escolares.

Ampliação do projeto

Criado em 2024 com participação inicial de 27 escolas municipais, o projeto Escolas Sementeiras foi ampliado neste ano para atingir toda a rede municipal de ensino. De acordo com a Smed, a proposta é fortalecer espaços escolares mais acolhedores e representativos para bebês, crianças, adolescentes e estudantes da EJA, ampliando referências culturais e promovendo o reconhecimento das diferentes identidades nos processos de aprendizagem.

Foto: Smed/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/05/2026 0 Comentários 81 Visualizações
Ensino

Aluna de Nova Petrópolis conquista intercâmbio na Europa após prova de alemão

Por Jonathan da Silva 07/05/2026
Por Jonathan da Silva

A estudante Lara Zang, aluna do Programa Municipal de Incentivo ao Ensino da Língua Alemã de Nova Petrópolis, conquistou uma viagem com curso para a Alemanha e a Áustria após obter 100% de aproveitamento na prova de proficiência em Língua Alemã Nível A2. O exame foi aplicado pelo Instituto Goethe em novembro de 2025 e garantiu à estudante participação em um acampamento linguístico juvenil na cidade de Obertauern, no estado de Salzburgo, na Áustria. A conquista foi celebrada pela Prefeitura de Nova Petrópolis, que mantém o programa gratuito por meio da Secretaria Municipal de Turismo e Cultura.

Na tarde desta quarta-feira (6), o prefeito de Nova Petrópolis, Daniel Carlos Michaelsen (Republicanos), recebeu Lara Zang no gabinete oficial. Participaram do encontro a professora de Língua Alemã, Célia Weber Heylmann, a diretora do Departamento Municipal de Cultura, Iasmin Schmitt, e o secretário municipal de Turismo e Cultura, Rodrigo Barbieri Sangali.

Durante a visita, o prefeito destacou a importância do incentivo ao ensino de idiomas. “A conquista é motivo de orgulho para a comunidade e reforça a importância dos investimentos em educação e na valorização da cultura germânica, tão presente na história de Nova Petrópolis”, afirmou Michaelsen.

Programa internacional

A estudante, de 15 anos, participou do programa municipal em 2025 e foi selecionada para integrar o Acampamento Linguístico Juvenil Alemão, que ocorrerá em Obertauern, cidade localizada próxima à fronteira com a Alemanha. A viagem terá duração de duas semanas.

Segundo a Prefeitura, cerca de 100 estudantes de diferentes países foram selecionados para participar da iniciativa internacional, sendo aproximadamente cinco brasileiros.

Desempenho e preparação

A professora Célia Weber Heylmann afirmou que o desempenho da estudante demonstra o resultado do trabalho desenvolvido no município. “O excelente desempenho de Lara evidencia a qualidade do ensino ofertado pelo Município, bem como o empenho e dedicação da estudante ao longo do curso. A certificação em nível A2 é uma oportunidade da estudante adquirir uma experiência internacional, ampliando seus horizontes acadêmicos, culturais e profissionais. A vivência em outro país permitirá o contato direto com a língua e a cultura, contribuindo de forma significativa para o aperfeiçoamento do idioma e o desenvolvimento pessoal da aluna”, ressaltou Célia.

A estudante também comentou a expectativa para a experiência internacional. “É muito gratificante ver o esforço investido nas aulas disponibilizadas pelo Município sendo valorizado. Eu estou muito feliz e empolgada por poder viver tudo isso, além de ser grata por toda a ajuda da professora Célia. Vai ser uma experiência incrível, até pelo contato que vou ter com diversas culturas diferentes devido às pessoas que estarão participando do curso. Também é muito bom imaginar que isso possa servir de incentivo para que cada vez mais habitantes se interessem pelo curso e possam manter a preservação da Língua Alemã em Nova Petrópolis”, comentou Lara Zang.

Foto: Jordana Kiekow/Comunicação PMNP/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/05/2026 0 Comentários 86 Visualizações
Ensino

Feevale conecta educação e mercado no primeiro dia da Gramado Summit

Por Marina Klein Telles 07/05/2026
Por Marina Klein Telles

Muitas atividades marcaram a participação da Universidade Feevale no primeiro dia da Gramado Summit 2026. Com início na quarta-feira, 6, e término na sexta-feira, 8, no Serra Park, em Gramado, o evento é um dos principais da área de inovação da América Latina. Contando com estande institucional, pesquisa e presença de startups e estudantes, a Instituição aproveita o espaço para conectar educação e mercado.

O reitor da Universidade Feevale, José Paulo da Rosa, destaca a importância da participação da Instituição neste evento de inovação. “Temos um estande com a realização de podcasts e a divulgação de informações sobre a Universidade. Além disso, empresas e startups que fazem parte do Feevale Techpark também estão conosco. Também estamos divulgando e captando startups interessadas em participar do programa BRDE Labs e conduzindo uma grande pesquisa em parceria com a organização da Gramado Summit”, afirma. Também esteve presente na feira, na quarta-feira, o superintendente executivo da Feevale, Roberto Sarquis Berte, gestores, professores e funcionários da Feevale.

Neste primeiro dia, o estande institucional recebeu visitantes interessados em conhecer cursos, oportunidades acadêmicas e o vestibular de inverno da Instituição. O espaço também se transformou em ponto de produção de podcasts, com estudantes e técnicos do Laboratório de Rádio realizando entrevistas com participantes, ampliando a cobertura e o diálogo com o ecossistema presente na feira.

Além da presença institucional, a atuação da Universidade se estende ao campo estratégico. O Núcleo de Parcerias e Captação de Recursos da Diretoria de Inovação está realizando uma pesquisa com o público visitante, com o objetivo de mapear perfis, interesses e percepções sobre o evento. Os dados devem contribuir para análises futuras sobre tendências de comportamento e oportunidades de conexão entre academia e mercado.

No âmbito da inovação, o Feevale Techpark também iniciou sua agenda de atividades, participando do espaço do Sebrae RS voltado ao ecossistema de inovação de Novo Hamburgo. A finalidade é prospectar parcerias e dar visibilidade às soluções desenvolvidas por startups vinculadas ao parque tecnológico. Ao longo da programação, empresas residentes ocupam diferentes ambientes da Gramado Summit, reforçando a diversidade das iniciativas apoiadas pela Instituição.

Entre os destaques deste primeiro dia está a participação dos estudantes Arthur Land Möller e Josué Henrique Becker Schwartzhaupt, que retornam ao evento agora como expositores. Eles apresentam o Speechlink, tecnologia assistiva que utiliza inteligência artificial para viabilizar a comunicação em tempo real com pessoas surdocegas. O projeto, premiado em 2025 na própria Gramado Summit e também na Mostra Internacional de Ciência e Tecnologia (Mostratec), chama a atenção pela proposta de ampliar a autonomia e a inclusão, reduzindo a dependência de intermediadores na comunicação.

Outro movimento relevante é o da empresa Insect Protein, residente no Feevale Techpark, que apresenta ao público sua nova marca comercial, Ybynsect. A iniciativa marca uma nova fase da organização, que reforça seu posicionamento como indústria deeptech de base biológica, voltada à biotecnologia, economia circular e desenvolvimento de soluções sustentáveis. A mudança reflete a evolução da empresa, que amplia sua atuação para além da produção de proteína de insetos, incorporando novas frentes ligadas à valorização de resíduos e à regeneração de recursos.

Foto: Andrieli Siqueira/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/05/2026 0 Comentários 144 Visualizações
Ensino

Novo Hamburgo recebe 2,5 mil equipamentos para a educação

Por Jonathan da Silva 06/05/2026
Por Jonathan da Silva

A rede municipal de ensino de Novo Hamburgo receberá mais de 2,5 mil novos equipamentos tecnológicos nesta sexta-feira, 8 de maio, em ato simbólico no gabinete do prefeito Gustavo Finck (PP). Os itens incluem computadores portáteis, notebooks e desktops, adquiridos com investimento de R$ 4,8 milhões do Fundeb, com o objetivo de modernizar a infraestrutura tecnológica das escolas, apoiar o trabalho de profissionais da educação e ampliar o acesso dos estudantes a recursos digitais.

Ao todo, serão entregues 2,2 mil chromebooks destinados a professores, 250 notebooks para escolas e coordenações pedagógicas e 110 desktops para uso nas secretarias escolares. Os novos dispositivos substituirão equipamentos adquiridos em 2018, que atualmente estão em uso pelos docentes da rede.

Os equipamentos que serão substituídos passarão por reconfiguração e ficarão disponíveis para utilização dos estudantes, conforme planejamento da Secretaria de Educação.

Objetivo da iniciativa

A medida integra a estratégia da rede municipal de ensino para adequação ao BNCC Computação, documento complementar à Base Nacional Comum Curricular, que vem sendo implementado de forma transversal e deverá se tornar disciplina específica na grade curricular até 2027.

O secretário municipal de Educação de Novo Hamburgo, André Luis da Silva, destacou os impactos do investimento. “Esse investimento representa a valorização dos profissionais e o avanço em tecnologia, não só para os docentes, mas também para os estudantes, sem o descarte dos equipamentos atuais”, afirmou o titular da pasta.

Foto: Ramon Belmonte/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/05/2026 0 Comentários 99 Visualizações
Ensino

Feevale celebra 20 anos da pós-graduação em Qualidade Ambiental

Por Jonathan da Silva 05/05/2026
Por Jonathan da Silva

A Universidade Feevale realizará um evento em comemoração aos 20 anos do seu Programa de Pós-Graduação em Qualidade Ambiental nesta quinta-feira, 7 de maio. A atividade ocorrerá a partir das 18h, no Espaço Cosmos, no prédio Vermelho do Câmpus II da instituição, em Novo Hamburgo. A iniciativa reunirá professores, pesquisadores e comunidade acadêmica para apresentar a trajetória do programa, por meio de dados, debates e palestras, com o objetivo de refletir sobre sua consolidação na área de Ciências Ambientais.

Durante o evento, a coordenadora do programa, professora Daniela Müller de Quevedo, apresentará um panorama dos principais indicadores ao longo das duas décadas de atuação. Serão expostos dados sobre patentes registradas, projetos de pesquisa desenvolvidos, publicações acadêmicas, número de egressos, docentes envolvidos e parcerias estabelecidas.

Programação acadêmica

A programação inclui ainda uma palestra do coordenador adjunto da área de Ciências Ambientais da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), professor Valdir Fernandes. Também estão previstas discussões sobre a atuação do programa na área, critérios de avaliação e o papel dos egressos, com exposição de trabalhos e realização de uma mesa-redonda.

O evento é aberto à comunidade acadêmica e integra as atividades de celebração das duas décadas do programa.

Serviço

  • O quê: evento de comemoração dos 20 anos do Programa de Pós-Graduação em Qualidade Ambiental da Universidade Feevale
  • Quando: quinta-feira, 7 de maio, às 18h
  • Onde: Espaço Cosmos, prédio Vermelho, Câmpus II da Universidade Feevale (ERS-239, 2755, bairro Vila Nova, em Novo Hamburgo)
  • Quanto: gratuito
Foto: Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
05/05/2026 0 Comentários 107 Visualizações
Ensino

Feevale premia trabalhos do Salão Criativo 2026, que teve recorde de inscrições

Por Jonathan da Silva 04/05/2026
Por Jonathan da Silva

A Universidade Feevale realizou a cerimônia de premiação do Salão Criativo 2026 na noite da quarta-feira (29), no Salão de Atos do Câmpus II da instituição, em Novo Hamburgo. O evento reuniu estudantes, professores e convidados para reconhecer produções acadêmicas da área da Indústria Criativa. Nesta terceira edição, o salão registrou o maior número de participações desde sua criação, com 311 trabalhos inscritos, desenvolvidos por 261 alunos.

Promovido pelo Centro de Design da instituição, o Salão Criativo tem como objetivo dar visibilidade a projetos acadêmicos e estimular a produção nas áreas ligadas à criatividade. Os trabalhos inscritos concorreram em 10 categorias principais e 47 subcategorias, abrangendo diferentes campos de atuação.

Quem foram os vencedores

Ambiente
  • Comercial – Projeto Amavi
    Kamila Holz
    Eduarda Hansen
  • Efêmero – Ecos – A guerra sem fim
    Milena Giordana De Souza
    Gabriele Poersch München
    Luisa Reppold Boff
    Larissa Cidade De Oliveira
  • Externo – Praça Luz e Folhas
    Bianca Chaves Manfredini
  • Residencial – Kitnet da Vovó
    Giovane Augusto Pauly
    Glenda Mössner Mindov De Oliveira
Arquitetura
  • Espaço público/urbanístico – Puente Ferro-Cultural
    William Gabriel Ballesteros Moya
    Joffre Cáceres
    Emily Acurio
    Carlos Pérez
  • Paisagístico – Revitalização Praça da Bandeira
    João Victor Santiago Fagundes
    Nicole Rafaela Weiss
    Isabella Konrad Rangel
    Gabriela Braun
  • Residencial – Edifício Horizonte – Habitação de Interesse Social
    João Victor Santiago Fagundes
Animação
  • Animação, roteiro, som e visualidade – The Hollow Man
    Rafael Michaelsen De Lima
Artes Visuais
  • Desenho – Sketchbook – Animais da América Latina
    Vitória Jaques Da Silva
  • Imagem digital – Impacto Real
    Andressa Eichwald
  • Linguagem contemporânea, vídeo, performance e som – Só me restou o corpo
    Fernanda Nielsen Da Cruz
  • Pintura e gravura – Rã Vidro
    Clara Baltoré Pooter
  • Tridimensional (escultura, cerâmica, instalação, livro de artista) – Vasos <3 Sapos
    Clara Baltoré Pooter
Audiovisual
  • Fotografia, roteiro e vídeo – Tudo que já foi luz
    Davi Rodrigues Borges
  • Som – Lapso
    Pietra Heldt Teixeira
Design
  • Produto – Izzy – Pote Inteligente
    Nicoli Lima De Avila
    Marina Kassick Soares
    Lucas Wasem
  • Serviço estratégico – Mundo de Meko – As aventuras do emocionauta
    Paula Machado Severo
    Valentina Gregório Canani
    Bruno Bernardo De Oliveira Girardi
  • Sinalização – Projeto de Sinalização Desbrave Hamburgo Velho, de uma maneira única
    Katiane Cândida Quintana Da Silva
    Rafael Moura Brum
    Letícia Schöninger
    Laura Rodrigues Da Rosa
  • Superfície – A malha urbana de Porto Alegre como sistema de superfície
    Rafael Moura Brum
  • Editorial – Vamos falar sobre a SOP
    Valentina Gregório Canani
  • Embalagem – Bora Jogar Uma – Baralho Ilustrado
    Stephany Maria Ehrig
    Clara Rohr
    Júlia dos Santos Teixeira
  • Identidade visual – Takada
    Nathan Girard Pfütz
  • Produto digital – Eko Vida
  • Arthur Dos Santos Machado
    Andressa Eichwald
    Amanda Nielsen Da Cruz
    Luisa Repold Boff
  • Tipográfico – Typo Ponto
    Nicoli Lima de Avila
Fotografia
  • Foto de produto – Sessão Fotográfica de Velas Aromáticas
    Tamires Jotz
  • Foto experimental – Foto Vertigem Luminosa
    Helena Ceolin Balzan
  • Foto externa – Fotografia Externa (parque)
    Tamires Jotz
Jogos Digitais
  • Jogabilidade, narrativa e visualidade – Out Of The Loop
    João Arthur Rodrigues Da Silva
    Thiago José Avellaneda Techera
    Lucas Soares Gonçalves
    Cássia Toscani Silvestre
    Pedro Tozzi De Ávila
    Nate De Quadros Luz
  • Som – Grav n’ Slash
    João Pedro Ludwig Pereira
    Aladihan Arnold Sturm
    Davi Pacheco Da Silva
    Isadora Simon Blauth
    Laura Pohlmann
Moda
  • Calçado – Redesign Estratégico Linha SlipFit – Picadilly
    Rafael Moura Brum
    Edgar Bernardes
    Katiane Quintana
    Leticia Schöninger
  • Desenho de moda – Moiras: o destino
    Julia Benchaya Paiva
  • Editorial de moda – Veil of Vegeance
    Emilly Vitória De Moraes Rodrigues
  • Jóias e acessórios – Atelier Joias e Acessórios – Toque de Vênus
    Mariana Luisa Schmidt
  • Vestuário casual – Leather
    Lílian Gabriela Dhein
  • Vestuário conceitual – Sun-Kissed Luxe Corset desenvolvido em gesso
    Isabela Dutra De Freitas
    Júlia Benchaya Paiva
Publicidade e Propaganda
  • Campanha completa, planejamento, estratégias e táticas – Vamos falar sobre a SOP
    Valentina Gregório Canani
  • Peça – Oktober Rosa Picadilly
    Laura Grazziotim Ferreira
    Júlia Augustin
    Carolina Griebeler De Oliveira
Foto: Andrieli Siqueira/Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/05/2026 0 Comentários 103 Visualizações
Ensino

Campo Bom receberá R$ 3,44 milhões do Fundeb por desempenho educacional

Por Jonathan da Silva 04/05/2026
Por Jonathan da Silva

Campo Bom receberá R$ 3.445.412,27 em recursos complementares do VAAR (Valor Aluno Ano Resultado), vinculado ao Fundeb, ao longo de 2026. O repasse será feito em 12 parcelas e decorre do cumprimento de critérios de gestão e do desempenho da rede municipal em indicadores de aprendizagem. O valor representa um aumento de 28,58% em relação a 2025 e posiciona o município com o maior repasse entre as cidades dos vales do Sinos e Paranhana habilitadas ao benefício.

O VAAR é uma complementação da União destinada a redes públicas de ensino que atendem a condicionalidades estabelecidas pelo Ministério da Educação e apresentam avanços em indicadores como aprendizagem, atendimento e redução de desigualdades. O recurso busca incentivar a melhoria da qualidade da educação básica e a permanência dos estudantes nas escolas.

Critérios para o repasse

Para acessar os recursos, os municípios precisam cumprir exigências relacionadas à gestão educacional. Entre os critérios estão a seleção de diretores escolares com base em mérito e desempenho, com participação da comunidade, e a adesão às avaliações nacionais, como o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb).

Também são considerados fatores como a redução das desigualdades de aprendizagem, o alinhamento do currículo à Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e a integração da rede municipal às políticas educacionais em regime de colaboração com estados e União.

Desempenho da rede

De acordo com os critérios do programa, o valor recebido por cada município varia conforme o desempenho educacional, o cumprimento das condicionalidades e a comparação com outras redes de ensino no país.

Segundo a administração municipal, os resultados refletem a organização da rede, o acompanhamento dos indicadores de aprendizagem e a implementação de políticas voltadas à qualidade e à equidade na educação básica.

Impacto dos recursos

O repasse do VAAR integra os recursos do Fundeb e deve ser utilizado para o financiamento da educação básica. A previsão é de que os valores contribuam para a manutenção e o desenvolvimento das ações educacionais no município ao longo de 2026.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/05/2026 0 Comentários 118 Visualizações
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