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Preço do tabaco entra em pauta nos dias 19 e 20 de janeiro

Por Marina Klein Telles 12/01/2026
Por Marina Klein Telles

A safra de tabaco 2025/2026 já ultrapassa 50% do total colhido nesta primeira semana de janeiro, e a comercialização começa a ganhar ritmo de forma gradual nas principais regiões produtoras do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Segundo o presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Marcilio Drescher, a definição do reajuste das tabelas de preço mínimo deve ocorrer em reuniões marcadas para os dias 19 e 20 de janeiro, por empresa, no âmbito das Cadecs (Comissões de Acompanhamento, Desenvolvimento e Conciliação da Integração).

Drescher explica que a agenda de negociação foi deslocada para a segunda quinzena de janeiro devido a um atraso excepcional no fechamento do levantamento de custos de produção, especialmente na etapa relacionada à mão de obra. Ele acrescenta que “nossa equipe de campo concentrou esforços no atendimento aos associados com lavouras atingidas pela alta incidência de granizo, o que também contribuiu para o atraso do processo”. Com o levantamento concluído e conciliado, por empresa, a comissão representativa dos fumicultores se encontra com os representantes das fumageiras para tratar sobre o preço.

O presidente da Afubra reforça que o produtor que comercializar o tabaco antes da definição do preço médio da safra não tem prejuízo, pois o valor será complementado posteriormente, conforme o índice de correção acordado entre a representação dos produtores e as empresas fumageiras. Drescher destaca, ainda, a expectativa de uma negociação tranquila, lembrando que, pela Lei da Integração, é necessário recompor, a cada safra, o reajuste mínimo do custo de produção para garantir sustentabilidade e rentabilidade ao produtor.

Em relação à qualidade do tabaco, a Afubra observa impactos climáticos pontuais em algumas regiões, associados ao período de plantio, com pequena redução de produtividade e reflexos na qualidade — variando conforme a localidade nos três estados. Outro ponto de atenção é a escassez de mão de obra no campo, especialmente na colheita, o que pressiona o custo de produção. Drescher alerta que esse aumento — “seja por empreitada ou de qualquer forma” — impacta diretamente o custo do produtor, exigindo planejamento e avaliação de viabilidade, inclusive sobre dimensionar a área plantada e o uso de mão de obra familiar.

A comissão representativa dos produtores de tabaco é formada pela Afubra e pelas Federações da Agricultura (Farsul, Faesc e Faep) e dos Trabalhadores Rurais (Fetag, Fetaesc e Fetaep) do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e do Paraná.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/01/2026 0 Comentários 135 Visualizações
Business

Exportações de ovos totalizam 40,9 mil toneladas e batem recorde histórico em 2025

Por Marina Klein Telles 09/01/2026
Por Marina Klein Telles

As exportações brasileiras de ovos (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 40.894 toneladas nos 12 meses de 2025, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número é recorde histórico e supera em 121,4% o total exportado no mesmo período do ano passado, com 18.469 toneladas.

A receita também é recorde. O saldo do ano chegou a US$ 97,240 milhões, número 147,5% maior em relação ao obtido em 2024, com US$ 39,282 milhões.

No mês de dezembro, foram exportadas 2.257 toneladas de ovos, número 9,9% maior em relação aos embarques alcançados no mesmo período de 2024, com 2.054 toneladas. Em receita, a alta é de 18,4%, com US$ 5.110 milhões em dezembro de 2025, contra US$ 4.317 milhões no mesmo mês de 2024.

Entre os principais destinos de 2025, os Estados Unidos encerraram o ano com maior volume acumulado, totalizando 19.597 toneladas (+826,7% em relação ao total de 2024), seguido pelo Japão, com 5.375 toneladas (+229,1%), Chile, com 4.124 toneladas (-40%), México, com 3.195 toneladas (+495,6%) e Emirados Árabes Unidos, com 3.097 toneladas (+31,5%). “O ano foi marcado pela forte evolução das exportações aos Estados Unidos, movimento que perdeu ritmo após a imposição do tarifaço. Em contrapartida, o setor se reorganizou e novos destinos ganharam impulso, como o Japão, um mercado de alto valor agregado que passou a liderar os embarques brasileiros nos últimos meses do ano. Com esses volumes, as exportações superaram o equivalente a 1% de toda a produção nacional de ovos, um marco relevante para a internacionalização do setor, sem comprometer o abastecimento interno, que segue absorvendo cerca de 99% do que é produzido no país.

Com a consolidação da cultura exportadora, a expectativa é de manutenção do fluxo das exportações em patamares positivos. Esse movimento, somado ao contexto climático do início do ano, com temperaturas elevadas, e à proximidade do período de maior demanda da quaresma, deverá contribuir para o equilíbrio da oferta ao mercado interno”, analisa o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/01/2026 0 Comentários 86 Visualizações
Business

Dois a cada três trabalhadores estrangeiros na indústria do RS têm origem venezuelana

Por Marina Klein Telles 09/01/2026
Por Marina Klein Telles

Cerca de 64% do total de trabalhadores estrangeiros empregados no setor industrial do Rio Grande do Sul tem origem na Venezuela. Os dados são de um levantamento realizado pela Unidade de Estudos Econômicos (UEE) do Sistema FIERGS com informações da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) de 2024. Ao todo, 15.286 trabalhadores venezuelanos atuam em plantas fabris no estado, dentro de um universo de 23.782 trabalhadores estrangeiros.

Desse total, a ampla maioria –14.079 trabalhadores – está concentrada na indústria de transformação. Os principais segmentos empregadores são o de alimentos (6.783 trabalhadores), veículos automotores (2.485), borracha e material plástico (810), produtos de metal (777) e máquinas e equipamentos (700). No setor de alimentos, destacam-se as atividades de abate de aves, que concentram 3.796 trabalhadores, e de abate de suínos, com 1.688 vínculos. Já na indústria de veículos automotores, a maior concentração está na fabricação de caminhões e ônibus, que empregava 868 venezuelanos.

De acordo com o presidente do Sistema FIERGS, Claudio Bier, a presença de trabalhadores estrangeiros, especialmente venezuelanos, é fundamental para suprir a demanda por mão de obra na indústria gaúcha. Segundo ele, o Rio Grande do Sul enfrenta um déficit de trabalhadores, especialmente qualificados, e a comunidade venezuelana tem papel decisivo nesse cenário.

“A falta de mão de obra no Rio Grande do Sul é um problema real. A comunidade venezuelana, especialmente neste momento de escassez de profissionais qualificados, é de extrema importância para a indústria. Eles apresentam bom nível de qualificação e, aqueles que não tinham formação específica, conseguiram se adaptar rapidamente por meio da capacitação oferecida pelo Senai-RS e a acolhida do Sesi-RS. Caso esses trabalhadores retornem ao país de origem, a indústria gaúcha sofrerá um impacto muito forte. Trata-se de uma mão de obra eficiente e essencial”, afirma.

No recorte regional, a serra gaúcha lidera a absorção de trabalhadores venezuelanos na indústria, com cerca de 5,4 mil empregos, o que corresponde a 35,5% do total de vínculos desses estrangeiros no setor industrial do estado. Quando analisada a participação relativa no total de trabalhadores industriais de cada Conselho Regional de Desenvolvimento (Corede), as regiões Nordeste (9,7%) e Norte (8%) apresentam as maiores proporções de trabalhadores venezuelanos, coincidindo com áreas de forte presença da indústria de alimentos.

Entre 2022 e 2024, o número de trabalhadores venezuelanos na indústria gaúcha cresceu mais de 119%, passando de cerca de 7 mil empregados em 2022 para aproximadamente 15,3 mil em 2024.

Em âmbito nacional, os venezuelanos ocupam 85.805 postos de trabalho na indústria em um universo de 146.314 trabalhadores estrangeiros atuando no setor.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/01/2026 0 Comentários 84 Visualizações
Business

Soluções em baterias prometem segurança e economia energética para empresas e residências no Rio Grande do Sul

Por Marina Klein Telles 09/01/2026
Por Marina Klein Telles

As constantes falhas do fornecimento de energia elétrica em várias regiões do Rio Grande do Sul, com risco constante de apagões, que afetam desde a produção industrial até residências, faz com que consumidores procurem alternativas focadas em segurança e economia. Com o armazenamento de energia por baterias em expansão em solo gaúcho, a Solled Energia, de Santa Cruz do Sul, projeta o crescimento deste mercado em 2026 e foca em sistemas híbridos com bateria.

A CEO da Solled Energia e WG Energia, Mara Schwengber, explica que o cenário é uma soma de fatores, desde às constantes falhas até o recente reajuste médio tarifário de 19,5% nas contas de luz dos clientes da CEEE Equatorial no mês de novembro, pressionando o orçamento de empresas e famílias. “Estes fatores têm impulsionado a busca por soluções em baterias, tanto como complemento a sistemas solares, quanto como fonte de backup em locais sem geração fotovoltaica”, descreve.

A especialista ressalta que, como forma de mitigar a insegurança e os custos elevados, os sistemas híbridos com bateria chegam como resposta imediata. “Empresas que contam com painéis solares e agora realizam retrofit com baterias, estão utilizando a energia armazenada como garantia da continuidade operacional durante quedas de luz ou para suprir parte do consumo em horários de pico, registrados entre 18 e 21 horas”, exemplifica.

Conforme Mara, na aplicação comercial e industrial, a bateria armazena a energia solar gerada ao longo do dia para injetá-la na rede durante o horário de ponta, quando a tarifa costuma estar mais cara. No que diz respeito aos apagões, o sistema garante a continuidade da produção, a segurança de dados e outras necessidades, o que previne custos desnecessários. A estimativa de retorno do investimento está entre 3 e 4 anos, com entrega de previsibilidade e economia.

A modalidade de baterias chega ao mercado com força como a solução para as empresas comerciais e industriais que estão conectadas em média tensão ou no mercado livre de energia, em que pagam um preço mais caro pela energia no horário de ponta. “Muitas empresas param suas atividades entre 18 e 21 horas em função do custo de energia. Outras utilizam gerador a diesel e outras simplesmente pagam até quatro vezes mais caro pela energia nesse horário. Carregar a bateria com energia solar ou até mesmo com a rede da distribuidora no horário mais barato e utilizar ela no horário mais caro tem sido uma solução para esse problema”, completa Mara.

Residências

Para as residências, Mara diz que o foco está no orçamento doméstico e no conforto. Para casas com placas solares, o sistema híbrido permite armazenar o excedente gerado, que pode ser utilizado até em picos de instabilidade. Mesmo sem geração própria, a bateria quando conectada a um inversor, pode suprir cargas críticas para manter o essencial funcionando. “É importante destacar que toda instalação com baterias, seja retrofit ou nova, deve ser homologada junto à distribuidora local, para conformidade técnica e regulamentar do sistema”, afirma Mara. Segundo ela, essa é uma solução, inclusive, para quem mora em apartamento.

Expansão

Com a projeção de crescimento deste mercado para 2026, a expectativa da Solled Energia é que os sistemas híbridos com bateria representem, pelo menos, 25% do faturamento da empresa. O sistema é modular, com possibilidade de adicionar mais baterias. O produto é importado, com garantia nacional WEG. O prazo de instalação fica, em média, 45 dias. Atualmente, a Solled possui mais de 50 instalações neste modelo, entre residencial para uso de backup, e comerciais e industriais como deslocamento de ponta.

Para Mara Schwengber, que também é coordenadora estadual da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica – ABSOLAR, quem já possui placas solares vai aos poucos migrar do sistema convencional para híbrido com bateria. “As empresas irão buscar essa solução para as dores que enfrentam com as falhas na rede e o custo de energia. Com as mudanças do mercado livre, essa passa a ser uma solução para controle de custos. Estamos investindo para atender a essa demanda crescente por resiliência energética em 2026”, finaliza.

 Solled

A Solled Energia é referência em soluções de energia solar no Brasil. Com sede no município gaúcho de Santa Cruz do Sul e mais de 14 anos de experiência, a empresa possui cinco mil obras entregues em território brasileiro, o que representa uma capacidade instalada de 180 Mwp. Em agosto deste ano, a Solled anunciou a expansão internacional para a Argentina, consolidando o compromisso com a inovação, eficiência energética e crescimento sustentável na América do Sul.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/01/2026 0 Comentários 100 Visualizações
Business

Industriais gaúchos dizem ter intenção de investir no primeiro semestre de 2026

Por Marina Klein Telles 08/01/2026
Por Marina Klein Telles

O índice de intenção de investir dos industriais gaúchos encerrou o ano em alta, com avanço de 1,1 ponto em dezembro, atingindo 56,6 pontos, acima da média histórica (54,9). No mês, mais de 60% das empresas ouvidas na pesquisa Sondagem Industrial, do Sistema FIERGS, afirmaram ter planos de realizar investimentos no primeiro semestre de 2026. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (8).

O levantamento também mostra que o índice de produção industrial do Rio Grande do Sul alcançou 43,6 pontos em novembro do ano passado, o segundo pior resultado para o mês desde o início da série histórica, em 2010, e 6,5 pontos abaixo da média histórica. O desempenho negativo foi pressionado, principalmente, pelo excesso de estoques de produtos finais.
Já o índice de estoques em relação ao planejado subiu de 52 para 53,7 pontos em novembro, sinalizando um volume de produtos finais ainda mais acima do nível considerado adequado pelas empresas.

O nível de emprego industrial registrou a sexta queda consecutiva, alcançando 47,3 pontos em novembro. No mesmo período, a indústria gaúcha operou com 69% de sua capacidade instalada, recuo de um ponto percentual em relação a outubro. O índice de evolução dos estoques ficou em 50,6 pontos, indicando leve aumento frente ao mês anterior e mantendo-se acima da marca de 50 pontos pelo oitavo mês consecutivo.

A pesquisa foi realizada entre os dias 1º e 10 de dezembro, com a participação de 139 empresas, sendo 34 de pequeno porte, 49 médias e 56 grandes.

Acesse a pesquisa na íntegra em https://observatoriodaindustriars.org.br/inteligencia-estrategica/serie-historica-4/.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/01/2026 0 Comentários 83 Visualizações
Business

Grupo Ável supera R$ 2,3 bi em custódia no RS e chega a R$ 15,1 bi no país

Por Marina Klein Telles 08/01/2026
Por Marina Klein Telles

O Grupo Ável encerra 2025 com avanço relevante no Rio Grande do Sul, onde superou R$ 2,3 bilhões em recursos sob custódia, em um ano marcado por juros elevados e maior complexidade nas decisões financeiras. Fundada no RS e com atuação nacional, a companhia registrou no estado crescimento de 44% na base de clientes, que passou de 5.086 em 2024 para 7.316 em 2025, considerando pessoas físicas e jurídicas.

O desempenho no Rio Grande do Sul ocorre em paralelo à expansão nacional do grupo. No consolidado do país, o Grupo Ável fechou o ano com R$ 15,1 bilhões sob custódia, crescimento de 13% em relação a 2024, além de alta de 28% no número total de clientes, que ultrapassou 41 mil, reforçando a escala do negócio.

Segundo a companhia, os resultados refletem a consolidação de uma solução completa de assessoria financeira, que integra assessoria de investimentos, planejamento financeiro e serviços de wealth management, de acordo com o perfil e o momento de cada cliente. No Rio Grande do Sul, esse escopo ampliado tem se traduzido em maior demanda por consórcios, previdência e internacionalização de patrimônio.

Com o reforço das agendas institucional e de relacionamento ao longo de 2025, o estado se consolida como uma das principais praças do grupo, hoje o segundo em número de clientes e capital gerido, atrás apenas de São Paulo. “A estratégia para 2026 combina escala nacional com mais proximidade local. Vamos reduzir a pulverização do atendimento e aproximar os clientes de assessores financeiros localizados nas mesmas regiões, com mais presença nas praças e relacionamento contínuo, inclusive por meio de eventos, fortalecendo a confiança”, afirma o CEO do Grupo Ável, Fernando Pisa.

Foto: Maicon Hinrichsen/divulgação | Fonte: Assessoria
08/01/2026 0 Comentários 149 Visualizações
Business

Em antecipação à NRF 2026, Sebrae RS realiza evento com foco em tendências globais para o varejo

Por Marina Klein Telles 08/01/2026
Por Marina Klein Telles

No dia 9 de janeiro, a sede do Google em Nova York será palco do Retail Day Sebrae, evento exclusivo que reunirá delegações do Sistema Sebrae de diversos estados brasileiros. Organizado pelo Sebrae RS, o encontro será uma oportunidade única para empresários, pequenos negócios e líderes do setor varejista se atualizarem sobre as principais tendências do mercado, com conteúdos estratégicos apresentados por grandes players globais como o Google e a ThoughtWorks.

O evento faz parte da programação exclusiva do Sebrae na NRF 2026, maior feira de varejo do mundo, e tem como objetivo proporcionar aos participantes um acesso privilegiado às inovações do setor, além de promover o networking entre líderes e especialistas de todo o Brasil.

De acordo com Fabiano Zortea, especialista em varejo e consumo do Sebrae RS, “o Retail Day será uma verdadeira imersão nas principais transformações do varejo, com foco na aplicação da inteligência artificial aos pequenos negócios e as tendências emergentes para 2026”. O evento contará com apresentações de executivos do Google que compartilharão insights sobre as perspectivas de 2025 e os impactos da IA no setor. Além disso, a ThoughtWorks, através de Juliana Velozo, trará um panorama das inovações tecnológicas previstas para o futuro do varejo.

Zortea explica que o Retail Day não será apenas um espaço de aprendizado, mas também de troca de experiências. “O evento proporcionará um ambiente ideal para que os empresários brasileiros se conectem com outros líderes do varejo e compartilhem ideias e estratégias que podem impactar positivamente seus negócios. A programação inclui ainda um happy hour de networking, permitindo que todos os participantes ampliem sua rede de contatos em um ambiente descontraído”, detalha.

O Retail Day é um projeto-piloto criado pelo Sebrae RS e visa consolidar um espaço nacional dentro da programação da NRF. O evento antecipa tendências globais, proporciona conteúdos aplicáveis para o empreendedorismo brasileiro e fortalece as conexões entre as delegações dos Sebraes estaduais. Ao reunir diferentes estados em torno de um conteúdo relevante e estruturado, o evento se destaca como uma das iniciativas mais inovadoras e estratégicas para o varejo brasileiro.

Para Zortea, “o Retail Day é um marco na construção de uma referência nacional dentro da NRF. Ele oferece aos empreendedores brasileiros a oportunidade de se antecipar às tendências globais e aplicar esse conhecimento no desenvolvimento de seus negócios.”

Confira o que está na programação:

Google: Gutemberg Almeida / Desmistificando AI

Google: Alessandro Luz / Insights Flash Black 2025

Thoughtworks: Juliana Velozo / AI Aplicada

Sebrae: Fabiano Zortéa / NYC Study Tour

Networking / Happy hour

Para mais informações, basta acessar

Para acompanhar os conteúdos e novidades da missão NRF 2026 promovida pelo Sebrae RS, acesse: https://sebrae.rs/NRF2026. A comunidade exclusiva no WhatsApp compartilha informações com empreendedores e entusiastas interessados no futuro do varejo. Trata-se de uma oportunidade inclusive para aqueles que não poderão participar do evento.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/01/2026 0 Comentários 159 Visualizações
Business

Gestão 2026-2027 da ACI toma posse no dia 14

Por Marina Klein Telles 07/01/2026
Por Marina Klein Telles

Ocorre na próxima quarta-feira, 14, a posse da gestão 2026-2027 da ACI. Serão empossados na oportunidade o presidente reeleito, Robinson Klein, os presidentes da Fundação Semear e da Fundamental, os presidentes regionais de Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti, os vice-presidentes e os membros do conselho fiscal da entidade. A atividade será realizada em Novo Hamburgo, das 9h às 12h, e inclui a elaboração do planejamento estratégico para o novo biênio.

Conforme o estatuto social da ACI, Klein foi reeleito para novo mandato em assembleia geral ordinária realizada em setembro, após ter sido referendado pelo Conselho de Ex-presidentes em agosto. A diplomação da nova gestão ocorreu no dia 21 de outubro, durante o evento em comemoração aos 105 anos da entidade, no Teatro Feevale. 

Serão empossados

PRESIDENTE

Robinson Oscar Klein

PRESIDENTES DAS FUNDAÇÕES

Fundação Semear / Natalino Conci

Fundação Fundamental / Walter Dutra Keller

PRESIDENTES REGIONAIS

Campo Bom / Eduardo Luiz Gottlieb

Estância Velha / Gabriel Müller

Dois Irmãos / Ronise Puhl

Ivoti / Jair Roos

VICE-PRESIDENTES

Comércio e Turismo / Inês Vaz

Economia / André Luís Momberger

Educação e Cultura / Cristine Schneider da Rocha

Governança e Planejamento / Maria Cristina Bohnenberger

Indústria / Enorê Antônio Bondan Filho

Infraestrutura / Maicon Schaab

Inovação e Tecnologia / Giuliano Hoffmann

Internacionalização / Sheila Bonne

Jovens Empreendedores / Maiara Pereira

Jurídico / Izabela Lehn

Micro e Pequena Empresa / Marco Aurélio Copetti

Serviços / Fabiana Bissolotti

CONSELHO FISCAL

Titulares 
João Viega da Rocha Neto e Sandro Debastiani

Suplentes
Elisa Helena Greenfield, Janaína Riegel e Luís Adelar Paz

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/01/2026 0 Comentários 95 Visualizações
Business

Exportações de carne suína fecham 2025 com crescimento de 11,6%

Por Marina Klein Telles 07/01/2026
Por Marina Klein Telles

Levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) mostram que os embarques brasileiros de carne suína totalizaram 1,510 milhão de toneladas ao longo de 2025 (recorde histórico para as exportações do setor), volume 11,6% superior ao registrado em 2024, com 1,352 milhão de toneladas. Com isto, o Brasil deverá superar o Canadá, assumindo o terceiro lugar entre os maiores exportadores mundiais de carne suína.

O resultado anual foi influenciado positivamente pelo bom desempenho registrado no mês de dezembro, com os embarques de 137,8 mil toneladas de carne suína, volume 25,8% superior ao registrado em dezembro de 2024, quando os embarques somaram 109,5 mil toneladas.

Em receita, as exportações brasileiras de carne suína totalizaram US$ 3,619 bilhões em 2025, número 19,3% maior em relação ao obtido em 2024, com US$ 3,033 bilhões. Apenas em dezembro, a receita somou US$ 324,5 milhões, avanço de 25,6% em relação ao mesmo período do ano anterior, com US$ 258,4 milhões.

Principal destino da carne suína brasileira em 2025, as Filipinas importaram 392,9 mil toneladas, crescimento de 54,5% em relação a 2024. Em seguida aparecem China, com 159,2 mil toneladas (-33,9%), Chile, com 118,6 mil toneladas (+4,9%), Japão, com 114,4 mil toneladas (+22,4%), e Hong Kong, com 110,9 mil toneladas (+3,7%).

“Houve uma mudança significativa no tabuleiro dos destinos de exportação. As Filipinas se consolidaram como maior importadora da carne suína do Brasil, e outros mercados, como Japão e Chile, assumiram protagonismo entre os cinco maiores importadores. Isso demonstra a efetividade do processo de diversificação dos destinos da carne suína brasileira, o que reduz riscos, amplia oportunidades e reforça a presença do Brasil no mercado internacional, dando sustentação às expectativas positivas para este ano”, ressalta o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/01/2026 0 Comentários 82 Visualizações
Business

Sinapro-RS lança Lista Referencial de Valores 2026

Por Marina Klein Telles 07/01/2026
Por Marina Klein Telles

O Sistema Nacional das Agências de Propaganda do Rio Grande do Sul (Sinapro-RS [1]) lançou no dia 2 de janeiro, primeiro dia útil do ano, a Lista Referencial de Valores 2026. Neste ano, o documento tem validade somente até 30 de abril. A partir disso, será substituído pela Lista Referencial de Valores Nacional, que passa a ser unificada em todo o país a partir de diretrizes do Sistema Nacional das Agências de Propaganda (Sinapro), que congrega a Federação Nacional das Agências de Propaganda (Fenapro) e os Sinapros estaduais. Esses terão autonomia para adesão e definição dos valores, conforme as realidades locais de cada Estado, mas a organização dos itens, nomenclaturas e demais diretrizes passam a ser unificadas nacionalmente. Nos primeiros meses de 2026, a Fenapro irá promover treinamentos e capacitações para que os Sinapros estaduais e as agências associadas possam compreender as mudanças e passem a utilizar o documento unificado.

A Lista Referencial de Valores é um importante balizador para todas as agências que atuam no Rio Grande do Sul, servindo como guia para os serviços e os preços praticados pelas empresas do setor no Estado. A atualização anual tem como base os valores recomendados para todos os serviços que fazem parte do portfólio das agências, incluindo peças e serviços digitais. Todos os itens constantes no documento foram revisados e atualizados, e os valores reajustados tendo como base o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A Lista é uma ferramenta utilizada essencialmente no atendimento de contas licitadas, mas também serve de referência para o mercado privado. Além do documento no formato tradicional digital, a versão para importação direta no Publi, _software_ de gestão para agências, também já está disponível desde 2 de janeiro. Esse recurso traz ainda mais praticidade às agências no atendimento, formatação de propostas e negociação com clientes.

Com o objetivo de preservar a qualidade técnica dos trabalhos produzidos pelas agências gaúchas, a Lista recomenda desconto máximo dos custos internos de até 50%, mesmo nas situações de negociações de valores por circunstâncias especiais, a exemplo do montante da verba publicitária. O Sinapro-RS alerta que essa conduta é vital para a manutenção e o aprimoramento da qualidade dos serviços prestados pelas empresas do segmento, uma vez que descontos muitos elevados sobre os preços referenciados pela Lista têm o potencial de afetar negativamente a qualidade e o ritmo dos serviços prestados, fragilizando, a longo prazo, o mercado publicitário e prejudicando clientes e agências.

“Mais uma vez, pelo quarto ano consecutivo, trabalhamos com empenho para conseguir entregar a Lista Referencial de Valores já no primeiro dia útil do ano, o que sempre envolve grande dedicação e esforços do Comitê responsável por essa temática. Com isso, as agências que atuam com contas públicas, essencialmente, já têm acesso à tabela atualizada. Ela é uma importante base orientativa e de apoio na formação de preços e negociação de valores”, reforça o presidente do Sinapro-RS, Juliano Brenner Hennemann.

O documento pode ser solicitado gratuitamente pelos associados da entidade pelo e-mail sinaprors@sinaprors.com.br. Os demais interessados precisam pagar uma taxa para ter acesso ao material.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/01/2026 0 Comentários 86 Visualizações
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