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Exportações de Carne Angus Certificada crescem 32% nos primeiros sete meses de 2026

Por Ester Ellwanger 01/09/2026
Por Ester Ellwanger

As exportações de Carne Angus Certificada cresceram 32% entre janeiro e julho de 2026 na comparação com o mesmo período de 2025. Ao todo, foram 5.540 toneladas destinadas a 29 países. Os resultados foram apresentados pela Associação Brasileira de Angus durante a 49ª Expointer, no evento Carne Angus 360 – um giro completo pela força do Programa Carne Angus Certificada em 2026, na noite desta segunda-feira, 31 de agosto.

Em um encontro que reuniu todos os elos da cadeia produtiva, a Angus reconheceu produtores rurais, parceiros e até restaurantes, mostrando que carne de qualidade se faz em conjunto. O evento reuniu sócios da Associação Brasileira de Angus e parceiros para uma degustação de hambúrgueres produzidos com Carne Angus Certificada da Patagônia: Gran Campeon e Padrão Beef.

 “Acredito que o Brasil é um país de grandes oportunidades no mercado da proteína, e nossa produção e exportação só tendem a aumentar”, salientou o presidente da Associação Brasileira de Angus, José Paulo Dornelles Cairoli.

Além do avanço nas exportações, o programa registrou crescimento nos abates e na produção. Foram 344.690 animais Angus abatidos nos primeiros sete meses do ano, alta de 11% em relação ao mesmo período de 2025. Na desossa, foram produzidas 28.910 toneladas de Carne Angus, volume 12,6% superior ao registrado no ano passado.

“Desembarcamos na Expointer trazendo resultados que refletem o trabalho de toda uma cadeia”, adianta o diretor do Programa Carne Angus Certificada, Wilson Brochmann.

Mérito Excelência Carne Angus 

A programação também incluiu a premiação do Mérito Excelência Carne Angus, que reconhece iniciativas que valorizam a produção em âmbito nacional. O gerente do Programa Carne Angus Certificada, Maychel Borges, fez entrega dos troféus a três nomes de peso do mercado de carne premium: o pecuarista da JP Agropecuária, José Leandro Peres, o diretor de operações da churrascaria Fogo de Chão, Cássio Silva, e o pecuarista da Agropecuária Maragogipe, Wilson Brochmann.

Também foi realizado o lançamento do Circuito de Concursos de Carcaça 2026, que contará com 10 etapas em sete estados: Rondônia, Mato Grosso, Goiás, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul. Segundo Borges, a disputa estimula e valoriza o trabalho de pessoas e empresas que se dedicam a produzir animais de alto padrão para a indústria frigorífica.

Para o gerente nacional do Programa Carne Angus Certificada, Maychel Borges, o Carne Angus 360 representa um momento de celebração dos resultados e de avaliação da evolução do programa. Segundo ele, os números acompanham a trajetória de crescimento registrada nos últimos anos. “A raça e a carne Angus certificada estão sendo cada vez mais valorizadas”, afirma.

Confira os dados do programa:

  • 344.690 animais Angus abatidos;
  • ⁠28.910 toneladas de Carne Angus produzidas;
  • ⁠5.540 toneladas de Carne Angus Certificada exportadas;
  • 29 países importaram Carne Angus Certificada em 2026.

Programa Carne Angus Certificada

Considerado o maior projeto de certificação de carcaças premium do Brasil, o Programa Carne Angus Certificada conta atualmente com 29 parceiros e 60 unidades em produção, distribuídas por 13 estados: RS, SC, PR, SP, MG, DF, GO, MS, MT, TO, PA, RO e BA.

O programa avalia a qualidade das carcaças recebidas por meio de uma equipe própria instalada dentro das plantas frigoríficas. A avaliação é realizada in loco, permitindo atestar a origem e os padrões de qualidade das carcaças e dos cortes que recebem o selo verde e amarelo do Programa Carne Angus Certificada.

 Foto: Carolina Jardine/Divulgação | Fonte: Assessoria

 

01/09/2026 0 Comentários 92 Visualizações
Business

Estande do Sebrae RS na Expointer reúne indústria, inovação e negócios para o agro

Por Ester Ellwanger 01/09/2026
Por Ester Ellwanger

Indústria, tecnologia e agronegócio estão reunidos em um mesmo espaço durante a Expointer 2026. O Sebrae RS conta com um estande coletivo do setor metalmecânico na área de máquinas e equipamentos da feira, com 1.350 metros quadrados na rua principal do espaço, um dos pontos de maior circulação do parque. A estrutura reúne 15 empresas do segmento e dez startups com tecnologias voltadas ao agro, além de uma programação de encontros empresariais entre os dias 1º e 3 de setembro.

A iniciativa amplia a presença de pequenas indústrias gaúchas em uma das principais feiras de agronegócio da América Latina. Para Fabiano Dallacorte, especialista em Indústria do Sebrae RS, a participação coletiva reduz uma das principais barreiras para empresas de menor porte chegarem a grandes eventos: o custo de estrutura e exposição.

“Reunindo as empresas num espaço só, o Sebrae RS viabiliza essa vitrine para as pequenas indústrias do setor metalmecânico, dando acesso direto a um público comprador que dificilmente elas alcançariam em outro canal”, destaca.

As expositoras

Com atuações que passam pela fabricação de componentes, equipamentos e soluções para o agronegócio, as 15 expositoras incluem Incocil, Geplast, Protosul, Ropelmaq, Ínfinitus, JC Komac, Comercial Almeida, Asker, Tecno, Manp, Hugenthobler, Styka e Terra Santa.

Entre as soluções que serão apresentadas estão cilindros hidráulicos, tubos de polietileno de alta densidade para irrigação, drenagem e saneamento, tecnologias de prototipagem e impressão 3D e molas industriais.

Agendas

A agenda de negócios está concentrada na área institucional do Sebrae RS. No dia 1º de setembro, às 13h, será realizado o Projeto Comprador de Alimentos e Bebidas – Restaurantes & Bares, aproximando micro e pequenas indústrias atendidas pelo Programa Agentes de Mercado do Sebrae RS de compradores do segmento.

No dia 2, também às 13h, o Projeto Comprador de Alimentos e Bebidas – Mercados & Empórios fará a conexão entre fornecedores e potenciais compradores desses estabelecimentos. Nos dois casos, as reuniões serão previamente agendadas.

Já no dia 3, às 14h, a Sessão de Negócios Metalmecânico reunirá sete grandes empresas compradoras e pequenas empresas fornecedoras. A dinâmica terá apresentações em formato de pitch e será voltada à identificação de oportunidades de fornecimento, parceria e novos negócios.

Para além de complementar a presença das empresas na feira, a programação busca transformar a exposição em oportunidades comerciais. “A Expointer concentra diferentes perfis de compradores e empresas de toda a cadeia do agro. Nosso papel é criar as condições para que as pequenas indústrias não apenas apresentem seus produtos, mas também encontrem potenciais clientes e parceiros e avancem em novas oportunidades de mercado”, explica Jakson Luz, analista de Competitividade Setorial do Sebrae RS.

Startups

A inovação será outro eixo da participação do Sebrae RS. Dez startups – AquaDrones, Ayga, Eletrodara, FomentoAI, SousaDG, Techvin, Volters, Ybynsect, Zeofertil e Versolid – estarão no espaço com soluções aplicáveis a diferentes etapas da atividade agropecuária e da indústria.

As tecnologias apresentadas envolvem inteligência artificial, Internet das Coisas, automação, sensoriamento, gestão e análise de dados, além de soluções voltadas à sustentabilidade e à eficiência dos processos. Para David Viegas, gestor de Projetos de Inovação do Sebrae RS, a presença das startups ajuda a aproximar o ambiente de inovação das demandas de uma cadeia estratégica para o Estado.

“O objetivo é aproximar inovação, tecnologia e indústria de uma das cadeias mais importantes do Rio Grande do Sul: o agronegócio. O setor agropecuário está passando por uma transformação muito grande, e a inovação tem um papel fundamental para aumentar produtividade, eficiência, sustentabilidade e competitividade”, afirma Viegas.

A participação do setor metalmecânico ocorre em um cenário de desafios para a indústria gaúcha. O Índice de Desempenho Industrial do RS, medido pela Fiergs, acumula queda de 5,3% em 2026. Em contrapartida, o segmento de máquinas e equipamentos esteve entre os destaques positivos de 2025, com crescimento de cerca de 10%, enquanto o índice geral da indústria do Estado recuava. Nesse contexto, a Expointer cria um ambiente favorável para que pequenas indústrias ampliem sua exposição comercial e se aproximem de compradores ligados ao agronegócio.

Ao reunir empresas industriais, startups e iniciativas de conexão empresarial, o estande do Sebrae RS busca aproximar oferta, tecnologia e demanda em um mesmo ambiente, fortalecendo as possibilidades de negócios e parcerias durante a feira.

SERVIÇO

  • Quando: de 29 de agosto a 6 de setembro, das 8h às 20h
  • Onde: Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, em Esteio
  • Estande do Sebrae RS: área de máquinas e equipamentos

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

01/09/2026 0 Comentários 108 Visualizações
Business

Ibraoliva apresenta panorama de safra histórica e desafios da olivicultura para 2027

Por Ester Ellwanger 01/09/2026
Por Ester Ellwanger

Em coletiva de imprensa nesta segunda-feira, 31 de agosto, na 49º Expointer, o Instituto Brasileiro de Olivicultura (Ibraoliva) detalhou o cenário positivo da olivicultura e os principais desafios para a expansão e valorização do cultivo e produção nacionais. Em 2026 foram produzidos 1,434 milhão de litros de azeite extravirgem no Brasil. A cadeia nacional reúne mais de 620 produtores e 77 lagares em operação, distribuídos por cerca de 280 municípios de oito Estados.

Só o Rio Grande do Sul foi responsável por 81% da colheita. O estado também concentra a maior área de cultivo, com cerca de 7,1 mil hectares, aproximadamente 69% dos 10,3 mil hectares de oliveiras plantados no Brasil.

O Instituto

O Ibraoliva tem, hoje, 390 olivicultores em cerca de 120 municípios gaúchos, com destaque para Encruzilhada do Sul, Canguçu, Pinheiro Machado, Bagé e Cachoeira do Sul. Segundo o presidente da entidade, Flávio Obino Filho, são municípios que concentram boa parte da infraestrutura de processamento, com o implemento de novas tecnologias.

Durante a coletiva, Obino reforçou que o desempenho gaúcho ocorreu depois de duas safras afetadas pelo excesso de chuvas. O contraste entre a estabilidade da área plantada e o salto na produção de azeite indica que o crescimento no setor não está apenas relacionado à expansão dos olivais. Para a entidade, a evolução do manejo, adaptação dos produtores às condições climáticas e o aprimoramento das etapas de colheita e processamento têm cada vez mais protagonismo no resultado da safra.

Perspectivas para 2027

Com perspectiva de chuva na primavera gaúcha, a avaliação é de que a safra em 2027 será menor. “Vamos ampliar a pesquisa para reduzir as oscilações na produção. Nós temos que acabar com essa montanha-russa e precisamos ter uma estabilidade produtiva. Por isso, estamos cada vez mais aliados à tecnologia e às universidades como a Universidade Federal de Santa Maria, a Universidade Federal de Pelotas”, afirmou.

O Ibraoliva informou que seguirá acompanhando a fiscalização de azeites importados pelo Ministério da Agricultura. Em agosto deste ano, laudos apontaram que algumas marcas de produtos estrangeiros rotulados como extravirgens não atendem aos padrões da categoria. Em março de 2025, o governo brasileiro zerou a alíquota de importação do extravirgem, mas manteve a alíquota de importação do virgem em 9%.

Para a entidade, a conjuntura da olivicultura no Brasil requer articulação entre os produtores nacionais. “Vamos ampliar ações de divulgação do consumo de azeite brasileiro e estimular a venda cooperativada entre marcas para aumentar a escala e melhorar a competitividade do produto nacional”, completou Obino.

A Serra da Mantiqueira, que inclui Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, é o segundo polo nacional. Santa Catarina, Paraná e Espírito Santo são considerados estados promissores para o cultivo e produção nacionais.

Foto: Nestor Tipa Júnior/Divulgação | Fonte: Assessoria

 

01/09/2026 0 Comentários 74 Visualizações
Business

Cavalo Crioulo é destaque na Agenda de Leilões da Expointer

Por Ester Ellwanger 28/08/2026
Por Ester Ellwanger

Força na agenda da Expointer, o Cavalo Crioulo também é líder de vendas entre os animais. Dos 25 leilões programados para a Expointer 2026, segundo o Sindicato dos Leiloeiros Oficiais do Estado do Rio Grande do Sul (Sindiler), oito contam com a comercialização de equinos Crioulos. Em 2026, irão à venda, segundo a Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC), 248 exemplares. Em 2025, a raça somou R$ 14,51 milhões em vendas em seis leilões.

Segundo o presidente da ABCCC, André Luiz Narciso Rosa, o Cavalo Crioulo vive um momento muito favorável, com expansão no Sul do Brasil e nos demais estados brasileiros. “Se antes o cavalo estava principalmente ligado à tradição e à rotina do campo, hoje essa relação vai muito além. As modalidades esportivas, por exemplo, se tornaram um elo que leva o cavalo a diferentes espaços, conecta pessoas e aproxima realidades que, à primeira vista, pareciam distantes”, destaca.

Expansão do Cavalo Crioulo

Dados da entidade revelam que, entre 2013 e 2025, o número de eventos na área de expansão do Cavalo Crioulo saltou de oito para 102, representando um aumento de 1.175%. No último ano, 50 cidades de 11 estados sediaram alguma prova da raça Crioula.

O presidente do Sindiler, Fábio Crespo, destaca que a Expointer é um momento favorável para a comercialização de equinos Crioulos. “As provas motivam muito os criadores, que vêm a Esteio de diferentes regiões da América Latina e se encantam pela beleza e função do Cavalo Crioulo. É o momento de vender”, salientou o leiloeiro, que responde por parte das vendas de animais da mostra deste ano.

Em relação à oferta de 2026, Crespo pontuou o aumento no número de leilões de equinos. “Somos otimistas com o momento da pecuária e com o aquecimento na procura por equinos Crioulos, como confirmam os dados da ABCCC. Mais do que o cavalo, o que temos visto é um aquecimento generalizado dos setores que orbitam ao redor dos animais”, completou.

Dados divulgados pela ABCCC, em estudo com a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq/USP), indicam que a raça movimenta R$ 5,36 bilhões por ano no Brasil e gera mais de 160 mil empregos diretos e indiretos. Segundo o levantamento, cada Cavalo Crioulo é responsável pela movimentação de R$ 10.549,93 por ano na economia brasileira.

Foto: Felipe Ulbrich/ Divulgação | Fonte: Assessoria

 

 

28/08/2026 0 Comentários 77 Visualizações
Business

Sindilojas VRP realiza 4º Encontro com o Sindilojas

Por Ester Ellwanger 28/08/2026
Por Ester Ellwanger

A comunicação deixa de ser apenas uma área de apoio e passa a ocupar o centro da estratégia dos negócios na quarta edição do Encontro com o Sindilojas deste ano. Marcado para 8 de setembro, o evento promovido pelo Sindicato do Comércio Varejista de Santa Cruz do Sul e Região (Sindilojas-VRP) recebe o especialista em Marketing Marcus Tonin para a palestra “Eles aparecem, a empresa cresce; influenciador que vende, se faz em casa”.

A proposta é provocar empresários e lideranças a reconhecerem dentro das próprias equipes pessoas capazes de humanizar as marcas, ampliar sua presença digital e transformar comunicação em conexão, relacionamento e vendas. O evento ocorre no Auditório do Sindilojas-VRP, no próximo dia 8 e já está com inscrições abertas.

A palestra

O palestrante Marcus Tonin parte de uma premissa simples, que tem como objetivo procurar os talentos para comunicação e influência digital dentro das próprias organizações. De acordo com ele, as empresas precisam enxergar quem já conhece, representa e vivencia a marca diariamente. “As pessoas não querem falar com empresas sem rosto, elas querem falar com as pessoas que estão lá dentro dessas empresas”, afirma.

Para o palestrante, quando os colaboradores passam a participar da comunicação de forma estruturada e colaborativa, tornam-se capazes de potencializar resultados e criar uma relação mais autêntica com o público. A lógica, segundo ele, ultrapassa a presença em redes sociais. “Não se trata apenas de se comunicar em um canal digital, se trata de se comunicar em um mundo digital.”

Outro eixo da palestra será o enfrentamento do medo de aparecer, errar e se posicionar;  barreiras que, na avaliação de Tonin, ainda mantêm muitas boas empresas silenciosas no ambiente digital. “Escrever, falar, aparecer, se posicionar, tudo isso assusta no começo, mas quando você entende o impacto disso, percebe que o maior erro foi ter ficado em silêncio”, destaca.

A provocação é transformar a comunicação em algo mais próximo da realidade dos negócios, sem a busca por uma imagem artificial de perfeição. “O que eu quero que vocês façam no marketing digital é só mostrar a verdade que vocês têm”, resume. Para Tonin, o medo do julgamento não pode impedir empresas e profissionais de ocupar os espaços em que seus clientes já estão.

 

 

O tema

Para o presidente do Sindilojas-VRP, Mauro Spode, a escolha do tema acompanha uma transformação que já está presente no cotidiano das empresas.

“Comunicação, reputação, relacionamento e venda estão cada vez mais conectados. E muitas vezes existe dentro da própria equipe um potencial enorme de pessoas que conhecem o negócio, acreditam nele e podem ajudar a aproximar a marca do público”, ressalta. Segundo Spode, o Encontro com o Sindilojas busca justamente aproximar empresários e profissionais de conteúdos que possam ser incorporados à gestão. “Queremos trazer conhecimento que provoque uma reflexão, mas que também possa ser levado para dentro da empresa e transformado em prática e resultado”, complementa.

 

Referência nacional

Marcus Tonin é especialista em Marketing, mentor e palestrante de Marketing e Inovação pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Rio Grande do Sul (Sebrae/RS) e professor da Universidade de Caxias do Sul. Com mais de 15 anos de experiência, atua com empresas, associações e agências do Sebrae em diferentes regiões do país. Em 2024, foi eleito o melhor palestrante de Comunicação e Marketing do Brasil no The Best Speaker Brasil.

Criador do projeto “Marketeiro Confesso”, Tonin já formou mais de 5 mil alunos e é fundador do “Confessionário”, comunidade voltada a empreendedores interessados em fortalecer presença digital, vendas, networking e troca de experiências. Atualmente, também atua como Head de Marketing da Non Stop, agência especializada no mercado de influenciadores.

Inscrições abertas

O 4º Encontro com o Sindilojas será realizado na terça-feira, 8 de setembro, a partir das 18h45min, no Auditório Júlio Péricles Machado, junto ao Sindilojas-VRP, em Santa Cruz do Sul. Haverá coffee de recepção aos participantes, a partir das 18 horas e as inscrições são gratuitas. Para confirmar a participação, os interessados devem fazer a inscrição pelo site do Sindilojas-VRP, em sindilojas-scs.com.br, ou pelo WhatsApp (51) 981158-1061.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

28/08/2026 0 Comentários 85 Visualizações
Business

Entidades lançam manifesto de alerta para perda de competitividade da indústria com fim da escala 6×1

Por Ester Ellwanger 28/08/2026
Por Ester Ellwanger

As entidades SinmaqSinos, Abrameq e ACI lançaram nesta sexta-feira, 28 de agosto, um manifesto em alerta para a perda de produtividade e competitividade da indústria com o fim da escala 6×1

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, que prevê o fim da escala de trabalho 6×1, pode ser votada na próxima quarta-feira, 02 de setembro, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. O relator da matéria, senador Omar Aziz (PSD-AM), pretende levar o texto à análise do colegiado na data.

O parecer favorável foi apresentado por Aziz nesta quinta-feira, 27 de agosto, e mantém integralmente a versão aprovada pela Câmara dos Deputados, rejeitando as 12 emendas apresentadas no Senado.

Veja a seguir a íntegra do manifesto das entidades:

O passado ensina: por que a mudança da escala 6x1 exige cautela 

O passado já nos mostrou por que devemos ser contra a redução da jornada. Quando a jornada foi reduzida de 48 para 44 horas e novos direitos trabalhistas foram criados, a indústria alertou para seus impactos. Essas medidas não fizeram as empresas desaparecerem de um dia para o outro, mas isso não significa que sucessivos aumentos de custos não tenham consequências.

Em 1986, a indústria de transformação representava 27,3% do PIB brasileiro. Hoje, representa cerca de 13,7%. Ao mesmo tempo, o Brasil ocupa apenas a 58ª posição entre 69 economias no Ranking Mundial de Competitividade do IMD.

Não estamos afirmando que a redução da jornada tenha causado essa perda. O que os dados mostram é que a indústria brasileira vem perdendo espaço e competitividade. Cada nova medida que aumenta o custo de produzir no Brasil precisa, portanto, ser avaliada com muito mais responsabilidade.

Reduzir a jornada de 44 para 40 horas, mantendo integralmente os salários, significa reduzir em cerca de 9% o tempo de trabalho. Sem ganho equivalente de produtividade, haverá aumento do custo por hora produzida.

Competitividade não se perde de uma vez. Perde-se gradualmente: em um investimento que vai para outro país, em uma importação que substitui a produção nacional, em uma fábrica que deixa de ampliar ou em empregos que deixam de ser criados.

Por isso, antes de discutir apenas quantas horas devemos trabalhar, o Brasil precisa discutir como produzir mais por hora, reduzir o Custo Brasil e voltar a ser competitivo.

Novo Hamburgo, 28 de agosto de 2026.

Sindicato da Indústria de Máquinas e Implementos Industriais e Agrícolas de Novo Hamburgo e Região (SinmaqSinos)
Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para os Setores do Couro, Calçados e Afins (Abrameq)
Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Dois Irmãos e Ivoti (ACI)

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

28/08/2026 0 Comentários 103 Visualizações
Business

Seminário na ACI de Santa Cruz detalhou impactos urgentes e prazos da Reforma Tributária

Por Ester Ellwanger 28/08/2026
Por Ester Ellwanger

Desafios práticos, prazos apertados e a necessidade urgente de adaptação para as mais de 6 milhões de empresas enquadradas no Simples Nacional mobilizaram o auditório da Associação Comercial e Industrial (ACI) de Santa Cruz do Sul nesta quarta-feira, 27 de agosto. O seminário “Reforma Tributária: os impactos, desafios e como preparar a sua empresa” reuniu empresários, gestores e contadores em torno de orientações estratégicas para se adaptar ao novo cenário fiscal.

O painel técnico foi conduzido pelo contador Gerson Vitalis, diretor da Inelo Inteligência Contábil e da Inelo Consultoria Financeira, e pelo advogado Guilherme Valentini, sócio do BVK Advogados, que enfatizaram a necessidade de ação imediata da governança corporativa.

Alerta para o Simples Nacional

Conforme os especialistas, a reforma tributária não representa apenas uma mudança na forma de recolhimento de impostos, mas uma completa transformação sistêmica que impacta diretamente a formação de preços, o fluxo de caixa e a cadeia produtiva das empresas.

Um dos pontos destacados no evento foi o impacto da reforma tributária nas micro e pequenas empresas. Contador e especialista em planejamento tributário, Gerson Vitalis alertou que o segmento não está imune às mudanças e precisa de planejamento rigoroso para não perder margens de lucro.

 

“Hoje nós temos em torno de 6,2 milhões de empresas no Simples Nacional, que representam um dos focos mais urgentes a serem tratados. As empresas precisam definir até o final de setembro se continuarão no sistema tradicional ou se optarão pelo sistema híbrido a partir do próximo ano”, enfatizou.

Vitalis explicou que a dinâmica de créditos tributários será completamente alterada. Negócios do Simples que vendem para outras empresas (modelo B2B) correm sério risco de perder competitividade caso seus clientes não consigam aproveitar créditos na cadeia de suprimentos.

Diante desse novo panorama, o especialista reforçou que os gestores precisam adotar medidas preventivas imediatas, começando pelo mapeamento detalhado de sua carteira de clientes para identificar se o mercado principal se concentra no consumidor final (B2C) ou em outras empresas (B2B).

Além disso, tornou-se imprescindível avaliar a carga tributária dos fornecedores de insumos para garantir a sustentabilidade das margens de lucro e cumprir com rigor os prazos na definição do modelo de apuração para o próximo ciclo fiscal.

Segurança Jurídica e Contratual

Especialista em Direito Tributário, o advogado Guilherme Valentini trouxe a perspectiva jurídica para o centro do debate. Ele reforçou que a reforma tributária chega sob o pretexto de simplificar o sistema, mas que em um primeiro momento traz uma complexidade imensa com a convivência de múltiplos regimes e novas obrigações acessórias.

“A partir do ano que vem, vamos ver tributos antigos sendo gradualmente substituídos por novos tributos de forma gradual. Isso vai impactar diretamente o preço praticado no próximo ano”, explicou Valentini. O advogado alertou que as empresas precisam revisar contratos comerciais, operações e decisões societárias para evitar que interpretações inadequadas das novas regras transformem a transição em um passivo tributário.

A falta de preparo, segundo o advogado, é o maior erro que um empresário pode cometer neste momento. “O erro é não se preparar, não estudar, não conversar com o contador. Hoje nós não podemos deixar tudo na mão do advogado ou do contador isoladamente, o empresário tem que se envolver ativamente. É por isso que entidades de classe como a ACI desempenham um papel fundamental neste processo”, pontuou.

Foto: Rodrigo Assmann /Divulgação | Fonte: Assessoria

28/08/2026 0 Comentários 63 Visualizações
Business

Empresas aniversariantes recebem homenagem da ACI

Por Ester Ellwanger 28/08/2026
Por Ester Ellwanger

Quinze empresas associadas que aniversariam em agosto tiveram um momento especial durante o Prato Principal que a ACI realizou nesta quinta-feira, 27 de agosto, no Centro de eventos do Hotel Swan Novo Hamburgo.

Os seus representantes na cerimônia receberam o troféu alusivo e, ao final, posaram para foto coletiva com o presidente Robinson Klein, que comandou a cerimônia. A homenagem durante o Prato Principal é um evento já tradicional da entidade e obedece ao critério de fundação a cada cinco anos.

Confira os homenageados:
  • 05 anos – ESG Now
  • 10 anos – Nexo Brindes e Agaeme Residencial Sênior
  • 15 anos – Bellenzier Pneus, SOS Box e Viva Emergências Médicas
  • 20 anos – Defferrari Soluções em Internet
  • 25 anos – E2PS
  • 30 anos – Contatec Escritório Contábil
  • 40 anos – A Gazeta de Campo Bom, Fepam Ferramentas, Radix Ferramentas e Tudo Imobiliária
  • 50 anos – Universidade La Salle
  • 65 anos – Fenac

 

Foto: Juliana Bach/Divulgação | Fonte: Assessoria

 

28/08/2026 0 Comentários 109 Visualizações
Business

Produção industrial gaúcha cresce pelo segundo mês seguido

Por Jonathan da Silva 27/08/2026
Por Jonathan da Silva

A produção da indústria do Rio Grande do Sul cresceu pelo segundo mês consecutivo em julho, atingindo 50,8 pontos, de acordo com a a Sondagem Industrial divulgada pelo Sistema Fiergs nesta quinta-feira (27). Apesar do avanço, os estoques aumentaram e chegaram a 54,1 pontos, enquanto o emprego industrial completou 14 meses seguidos de queda. A pesquisa também apontou piora nas expectativas dos empresários para os próximos seis meses e redução, pelo terceiro mês consecutivo, da intenção de investir.

O índice de produção acima de 50 pontos indica crescimento da atividade. Já o resultado de 54,1 pontos nos estoques elevou o indicador de evolução dos estoques ao maior nível desde maio de 2018, período marcado pela greve dos caminhoneiros.

Segundo o presidente do Sistema Fiergs, Claudio Bier, o resultado positivo da produção deve ser analisado com cautela diante do cenário econômico. “O avanço da produção demonstra a capacidade de resiliência da indústria gaúcha, que segue enfrentando um cenário desafiador. Para que esse movimento se consolide em uma retomada mais consistente, é fundamental avançar em políticas fiscais responsáveis, garantir estabilidade política e buscar a reversão das tarifas impostas pelos Estados Unidos”, avaliou o dirigente.

Emprego segue em queda

O emprego industrial recuou de 48,9 para 48 pontos em julho, permanecendo abaixo da linha de 50 pontos pelo 14º mês consecutivo. O resultado indica continuidade da redução no número de empregados do setor.

A indústria gaúcha operou com 72% de sua capacidade instalada no mês, maior patamar desde novembro de 2024. Apesar do aumento da utilização da capacidade instalada (UCI), os empresários consideraram o nível inferior ao habitual para o período. O índice que compara a utilização ao nível usual caiu 1,1 ponto, para 43,8.

Expectativas ficam pessimistas

As expectativas dos empresários industriais para os próximos seis meses pioraram em agosto. Os quatro indicadores pesquisados ficaram abaixo dos 50 pontos e recuaram em relação ao mês anterior, sinalizando perspectivas de queda para demanda, emprego, compras de matérias-primas e exportações.

O índice de expectativa de demanda caiu 1,1 ponto, para 49,5, interrompendo dois meses consecutivos acima da linha de 50 pontos. Com o resultado, voltou a indicar expectativa de redução da demanda nos próximos seis meses.

A expectativa para o emprego recuou 1,3 ponto, para 47, menor nível desde dezembro de 2025. O resultado reforça a perspectiva de redução do número de trabalhadores na indústria.

Também houve queda nos índices de expectativa de compras de matérias-primas e de exportações. O primeiro recuou 1,3 ponto, para 47,9, enquanto o segundo caiu 0,9 ponto, para 48,2. Ambos permaneceram abaixo dos 50 pontos, indicando expectativa de redução nas compras e nas quantidades exportadas.

Intenção de investir recua

A intenção de investir caiu pelo terceiro mês consecutivo em agosto e chegou a 51,3 pontos, abaixo da média histórica de 52,1. No período, 54,3% dos industriais declararam intenção de realizar investimentos nos seis meses seguintes, ante 54,9% em julho.

A Sondagem Industrial foi realizada entre 3 e 12 de agosto com 139 empresas do Rio Grande do Sul. Participaram 32 empresas de pequeno porte, 42 de médio porte e 65 de grande porte. A pesquisa completa pode ser conferida no Observatório da Indústria do Rio Grande do Sul.

Foto: Aleksandar Little Wolf/Magnific/Reprodução | Fonte: Assessoria
27/08/2026 0 Comentários 82 Visualizações
Business

Benevi Confecções comemora 35 anos e prepara expansão

Por Ester Ellwanger 27/08/2026
Por Ester Ellwanger

A Benevi Confecções chega aos 35 anos de atuação em 2026 com novos projetos para ampliar sua presença no mercado e atualizar sua estrutura. Entre os próximos movimentos estão a abertura de uma nova unidade, a reformulação do layout da fábrica em Caxias do Sul, na Serra Gaúcha, e investimentos no desenvolvimento de tecidos e produtos voltados às atuais demandas do consumidor por conforto, praticidade e durabilidade.

Na unidade caxiense, a mudança de layout prevê uma reorganização dos espaços e uma estrutura voltada a receber clientes e parceiros que visitam a fábrica. Paralelamente, a empresa trabalha em um projeto de expansão com a abertura de uma nova unidade, que deverá ampliar a capacidade de atendimento e a presença da marca no mercado.

“Chegar aos 35 anos é olhar para tudo o que foi construído pelos meus pais e, ao mesmo tempo, pensar nos próximos passos. Temos projetos importantes em andamento, tanto na estrutura da empresa quanto no desenvolvimento dos nossos produtos. A ideia é continuar evoluindo sem perder os valores que fizeram parte da Benevi desde o início”, afirma Rogério Menegotto, sócio-proprietário e diretor da empresa.

Fundada por Maria Rech Menegotto e Waldemar Menegotto, a Benevi nasceu em Caxias do Sul e construiu sua trajetória no segmento de cama, mesa e banho. Atualmente, a segunda geração da família está à frente do negócio, com Rogério dando continuidade ao empreendimento criado pelos pais.

 

 

 

Mudança no perfil do consumidor

As transformações previstas pela empresa acompanham também uma mudança percebida no comportamento dos consumidores nos últimos anos. Se no início da trajetória da Benevi os bordados estavam entre os principais destaques, especialmente após a pandemia, a procura por produtos mais práticos e confortáveis ganhou espaço.

A malha passou a ter maior participação entre as preferências dos clientes, levando a empresa a investir na industrialização completa do processo, da compra do fio à finalização das peças. Entre os trabalhos atuais está o desenvolvimento da malha com gramatura de 160 g/m², pensada para reunir maciez, resistência e durabilidade.

“Hoje percebemos um consumidor muito atento ao conforto, mas também à praticidade. Ele quer um produto agradável, que possa ser utilizado em diferentes épocas do ano, tenha durabilidade e facilite a rotina. Essa mudança influencia diretamente nos nossos investimentos e no desenvolvimento das coleções”, explica Rogério.

Outra tendência observada no setor é o Hipercal 400, tecido de toque aveludado, também conhecido como “toque pele de pêssego”. Inspirado em uma tendência do mercado norte-americano, o material é produzido em poliéster e tem como características a secagem rápida, a baixa formação de amassados e a facilidade de manutenção.

A presença crescente de tecidos com esse perfil evidencia uma mudança no próprio mercado de cama, mesa e banho, em que características como estética e acabamento seguem relevantes, mas passam a dividir espaço com atributos relacionados à funcionalidade e ao uso cotidiano.

Uma história que atravessa gerações

Ao completar três décadas e meia, a Benevi mantém a gestão familiar como uma das características de sua trajetória. O negócio iniciado por Maria e Waldemar atravessou diferentes momentos do setor, mudanças no comportamento de consumo e transformações nos processos produtivos.

Para Rogério, a data também representa o reconhecimento das relações construídas ao longo desse período com colaboradores, clientes, representantes, lojistas e fornecedores.

A trajetória da empresa se insere ainda em uma característica marcante da economia da Serra Gaúcha: a presença de negócios familiares que chegam às novas gerações conciliando a preservação de sua origem com a necessidade de atualização constante.

Foto: Fabio Grison e Juliano Vicenzi/Divulgação | Fonte: Assessoria

27/08/2026 0 Comentários 102 Visualizações
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