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”Economia Prateada: um consumidor que vale ouro” será tema de palestra no Sindilojas Vale Germânico

Por Marina Klein Telles 26/01/2026
Por Marina Klein Telles

Os dados anuais revelam que a população mundial está em processo de envelhecimento. Uma realidade, porém, mais do que desafio, uma grande oportunidade econômica. Essa será a abordagem da reunião-almoço Oficina de Negócios, do Sindilojas Vale Germânico, no dia 12 de março, a partir das 11 horas. A economista-chefe do Sistema Fecomércio-RS, Patrícia Palermo, traz a palestra ”Economia Prateada: um consumidor que vale ouro”.

Patrícia trará dados, análises e tendências sobre como o envelhecimento populacional, como esse processo molda o comportamento de consumo e a criação de novas demandas para o setor produtivo. “Vamos conversar sobre o rápido processo de envelhecimento da população, fatores condicionantes e impactos. O core da palestra é a sensibilização quanto ao potencial de consumo dessa população”, antecipa a economista, que ainda fará uma breve avaliação do cenário econômico atual e suas perspectivas.

O tema é pertinente. Números do Bank of America Merrill Lynch revelam que a chamada Economia Prateada movimenta US$ 7,1 trilhões no mundo, o que a torna a terceira maior atividade econômica global. No Brasil, esse público representa 20% do consumo, o que gera movimentação anual na casa dos R$ 1,6 trilhão. Soma-se a isso o fato de que 22% das pessoas com mais de 60 anos continuam ativas no mercado de trabalho, reforçando seu protagonismo econômico. No Rio Grande do Sul, o estado brasileiro líder em população “madura”, tem 20,16% de gaúchos com 60 anos ou mais.

A economista trará em sua palestra informações sobre as maiores oportunidade de negócios voltadas a esse público. São setores como saúde, cuidado, habitação, turismo, lazer e serviços financeiros, além de adaptações no varejo e na prestação de serviços. “Precisamos estar atentos às necessidades desse público, que busca qualidade, bem-estar, conveniência e experiências”, observa.

Patrícia Palermo é economista formada com láurea acadêmica na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, mestre e doutora em economia aplicada pela mesma universidade. Tem larga experiência no assessoramento econômico de empresas, entidades empresariais e cooperativas de crédito. É professora universitária desde 2004. Desde 2011 atua como economista-chefe da Fecomércio-RS. É professora da PUC-RS e das Faculdades São Francisco de Assis. Foi escolhida como Economista do Ano pelo Conselho Regional de Economia do RS em 2016.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/01/2026 0 Comentários 288 Visualizações
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Cadeia do tabaco precisa de soluções realistas e redução de danos, defende especialista

Por Marina Klein Telles 23/01/2026
Por Marina Klein Telles

A Federação Nacional dos Trabalhadores na Indústria do Tabaco (Fentitabaco) promoveu uma agenda institucional estratégica com foco na apresentação da cadeia produtiva do tabaco a formadores de opinião, reunindo indústria, processamento, produção rural e entidades representativas. A iniciativa teve como eixo central o fortalecimento do diálogo institucional, por meio da apresentação da cadeia produtiva a psicóloga especialista em redução de danos, Mônica Gorgulho. O evento foi realizado nesta quinta-feira, 22, na sede do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e Alimentação de Santa Cruz do Sul e Região (Stifa).

Convidada para a visita técnica, a psicóloga Mônica Gorgulho destacou a necessidade de abordagens mais realistas no enfrentamento do uso de substâncias psicoativas. “O uso não se encerra por decreto. Por isso, a redução de danos é uma estratégia necessária e responsável”, afirma. Com mais de 30 anos de atuação, a especialista também observa que documentos internacionais precisam ser atualizados. “A Organização Mundial da Saúde está defasada em pontos da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco, que já previa, em sua crisma o em 2005, a redução de danos como instrumento possível”, complementa, ao defender soluções que considerem saúde pública, regulação e evidências.

Para o presidente da Fentitabaco, Rangel Marcon, a visita cumpre um papel institucional relevante ao permitir que o debate seja construído a partir da realidade. “Mostrar a cadeia produtiva, as condições de trabalho e a organização do setor é fundamental para combater estigmas e qualificar o diálogo público”, destaca. Segundo ele, o contato direto com a indústria e com o campo contribui para uma compreensão mais equilibrada sobre os impactos econômicos e sociais do tabaco na região.

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e Alimentação (Stifa), Éder Rodrigues, reforça que a iniciativa também valoriza quem está na base do processo produtivo. “Os trabalhadores precisam ser vistos como parte da solução, com respeito, segurança e reconhecimento”, afirma. A agenda incluiu café com a imprensa, visitas a empresas compradoras, produção de sementes, unidades industriais e processadoras, além de visita a produtor rural, com atividades concentradas ao longo de um dia inteiro.

Também participaram do ato a assessora de comunicação do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Eliana Stülp, o presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Marcílio Dresch, e o presidente da Associação dos Produtores de Tabaco (Amprotabaco), Gilson Becker. A programação incluiu café com a imprensa e reuniões institucionais na sede da Fentitabaco e do Stifa, além de visitas in loco à Universal Leaf, à Profigen, a propriedades rurais de produtores integrados e à unidade fabril da Philip Morris, com agenda integralmente organizada e coordenada pela Fentitabaco.

Cadeia complexa e organizada

Com participação recorrente em fóruns e painéis internacionais que tratam do uso de substâncias psicoativas, Mônica Gorgulho atua há mais de três décadas no debate sobre políticas públicas, saúde e redução de danos, contribuindo para a formulação de estratégias discutidas em ambientes multilaterais. Mesmo sem conhecer de forma aprofundada a realidade produtiva do tabaco no Brasil antes da visita, a especialista sempre defendeu a continuidade de setores legalizados e organizados, como forma de reduzir riscos e enfrentar mercados irregulares.

Durante a agenda em Santa Cruz do Sul, Mônica destacou que soluções baseadas apenas na restrição tendem a gerar efeitos adversos. “Quando se aumenta a proibição, cresce o incentivo ao mercado ilegal, que é sempre mais perigoso”, afirma. Para ela, políticas públicas precisam considerar soluções viáveis e responsáveis. “Nosso papel como profissionais da saúde é influenciar políticas públicas com criatividade e base técnica, buscando reduzir danos de forma concreta”, complementa.

Após conhecer in loco a cadeia produtiva do tabaco, a especialista afirma ter se surpreendido com o nível de organização e a complexidade do setor. “Eu não tinha dimensão do grau de estruturação, da integração entre indústria, campo e trabalhadores, nem da complexidade envolvida em todo o processo produtivo”, observa. Segundo Mônica, a experiência reforça a importância de construir políticas e narrativas públicas a partir do conhecimento direto da realidade.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/01/2026 0 Comentários 230 Visualizações
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Com investimento milionário, empresa gaúcha abre 2026 com novidades no setor automotivo

Por Marina Klein Telles 23/01/2026
Por Marina Klein Telles

O ano de 2026 começa com novidades na Vipes do Brasil. Ao completar 24 anos de atuação no mercado automotivo, a companhia gaúcha dá início a um novo ciclo estratégico com o primeiro grande investimento do ano: o lançamento da sua primeira linha de ferramentas manuais de marca própria. O projeto, que demandou mais de R$ 1 milhão em aportes, marca a expansão da linha de produtos da empresa e sinaliza um movimento relevante de diversificação do portfólio.

O produto que inaugura essa nova frente é uma maleta profissional com 216 peças fabricadas em aço cromo-vanádio, desenvolvida a partir de um processo técnico rigoroso que envolveu engenharia, testes de desempenho, certificações e aprimoramentos voltados ao uso intensivo no ambiente profissional. A iniciativa vai além da ampliação de portfólio e reforça a estratégia da companhia de investir em soluções com maior valor agregado e controle de qualidade.

A decisão de avançar em uma nova categoria vem sustentada por resultados financeiros consistentes. Ainda antes do encerramento de 2025, a Vipes já havia superado todo o faturamento registrado em 2024. Até novembro, as vendas ultrapassaram R$ 60 milhões, com crescimento próximo de 9%, consolidando uma trajetória de expansão sustentável e criando bases sólidas para os investimentos previstos ao longo de 2026.

Com uma carteira que supera 40 mil clientes ativos em diferentes regiões do país, a empresa vem ampliando sua presença de forma orgânica, apoiada em logística eficiente, relacionamento próximo e um portfólio em constante evolução. Esse movimento também se reflete em iniciativas comerciais estruturantes. Lançado em 2025, o Vipes Móvel — showroom itinerante da marca — tornou-se um dos principais ativos comerciais da companhia, fortalecendo a aproximação com distribuidores, oficinas e centros automotivos. Com investimento superior a R$ 500 mil, o projeto passa a integrar de forma permanente o calendário comercial da empresa.

Para o diretor-geral da Vipes do Brasil, Vicente Schneider, o início de 2026 consolida uma fase de amadurecimento estratégico. “Entramos em um novo ano com projetos mais estruturados, investimentos consistentes e uma visão clara de crescimento. A expansão da linha de produtos traduz o nosso DNA de inovação, qualidade técnica e proximidade com o mercado. Seguimos atentos a oportunidades que fortaleçam a operação e ampliem nossa eficiência”, afirma.

Dentro desse planejamento de médio e longo prazo, a companhia avalia, para os próximos anos, a possibilidade de estabelecer uma base ou sede em São Paulo. O movimento, ainda em fase de análise, teria como objetivo ampliar a eficiência logística e a proximidade com fornecedores, distribuidores e parceiros estratégicos, mantendo a operação central e as raízes da empresa no Rio Grande do Sul.

Com crescimento consistente, uma base sólida de clientes e investimentos direcionados, a Vipes do Brasil abre 2026 com foco em diversificação, eficiência operacional e construção de valor sustentável.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/01/2026 0 Comentários 193 Visualizações
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Industriais gaúchos iniciam 2026 menos pessimistas segundo o Icei-RS

Por Jonathan da Silva 22/01/2026
Por Jonathan da Silva

O Índice de Confiança do Empresário Industrial do Rio Grande do Sul (Icei-RS) apresentou leve recuperação em janeiro de 2026, ao atingir 46,3 pontos. A pesquisa foi divulgada nesta quinta-feira (22), em Porto Alegre, pelo Sistema Fiergs. De acordo com a entidade, o resultado indica redução do pessimismo entre os industriais, embora o indicador permaneça abaixo da linha de 50 pontos, que separa confiança de falta de confiança.

Apesar da melhora, o Icei-RS segue sinalizando ausência de confiança no ambiente econômico. De acordo com o levantamento, a recuperação está associada principalmente ao aumento da confiança dos empresários em relação ao desempenho de suas próprias empresas nos próximos seis meses.

Avaliação da entidade

Para o presidente do Sistema Fiergs, Claudio Bier, o cenário ainda exige cautela por parte do setor industrial. “Os nossos empresários continuam apostando em seus negócios, o que é uma ótima notícia. Mas, sem a recuperação plena da confiança no cenário econômico e com a alta taxa de juros, a tendência é de cautela em relação a novos investimentos e à expansão da produção e do emprego”, afirmou Bier.

Expectativas das empresas

O Índice de Expectativas da Própria Empresa avançou 2,5 pontos em janeiro, alcançando 53,4 pontos, sendo o único indicador em nível considerado otimista. Já o Índice de Expectativas, de forma geral, subiu para 48,5 pontos, mas completou o sétimo mês consecutivo abaixo dos 50 pontos.

Economia brasileira

A pesquisa aponta diferença entre a percepção sobre os próprios negócios e a avaliação do cenário nacional. Enquanto o Índice de Expectativas da Própria Empresa cresceu, o Índice de Expectativas da Economia Brasileira recuou 1,4 ponto, ficando em 38,8 pontos. Em relação à economia do país, 39,5% dos empresários industriais projetam deterioração no próximo semestre, 54,5% acreditam na manutenção do cenário atual e 6,0% esperam melhora.

Condições atuais

O Índice de Condições Atuais manteve estabilidade na passagem de 2025 para 2026, repetindo em janeiro o mesmo resultado de dezembro, com 41,7 pontos. O Índice de Condições da Economia Brasileira recuou de 36,5 para 36,3 pontos, enquanto o Índice de Condições da Empresa teve leve alta, passando para 44,4 pontos. Ainda segundo o levantamento, 51,5% dos empresários consultados apontaram deterioração do ambiente econômico nacional em janeiro, e 3,7% identificaram melhora.

A pesquisa completa está disponível no site do Observatório da Indústria do Rio Grande do Sul.

Foto: Senivpetro/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
22/01/2026 0 Comentários 242 Visualizações
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Evento aborda os desafios fiscais para 2026 e os impactos da Reforma Tributária

Por Marina Klein Telles 22/01/2026
Por Marina Klein Telles

O escritório Bronzatti & Pientis Advogados Associados promove, no dia 27 de janeiro de 2026, o BP Convida – Encontro #01, com o tema “Desafios Fiscais para 2026: da Reforma Tributária à Recuperação de Créditos”. O evento integra a proposta Imposto 360°, que busca analisar a tributação de forma ampla, estratégica e prática para empresas e profissionais da área.

O encontro ocorre a partir das 18h30, no Centro de Eventos Sindilojas NH, localizado na Rua Canela, 297, bairro Ouro Branco, em Novo Hamburgo (RS), e contará com a participação da Ditta Contabilidade e da Górdium Gestão Tributária, que trarão diferentes perspectivas técnicas sobre o cenário fiscal brasileiro.

A proposta do evento é discutir os principais desafios que empresários e gestores enfrentarão em 2026, especialmente diante das mudanças trazidas pela Reforma Tributária, bem como apresentar estratégias relacionadas à gestão tributária, conformidade fiscal e recuperação de créditos, temas cada vez mais relevantes para a sustentabilidade dos negócios.

O BP Convida – Encontro #01 conta com o apoio do Sindilojas RS – Vale Germânico e é voltado a empresários, contadores, advogados, gestores financeiros e demais profissionais interessados em compreender os impactos das transformações no sistema tributário brasileiro.

Inscreva-se aqui!

Foto: Divulgação | Texto: Marina Klein Telles/Expansão
22/01/2026 0 Comentários 222 Visualizações
Business

Grupo Stihl completa 100 anos de história

Por Jonathan da Silva 21/01/2026
Por Jonathan da Silva

O Grupo Stihl está completando 100 anos em 2026, celebrando um século de atuação no desenvolvimento e fabricação de equipamentos para silvicultura, paisagismo e uso residencial. A trajetória da marca foi iniciada em 1926, em Stuttgart, na Alemanha. Hoje, a empresa está consolidada como global, sediada em Waiblingen, com presença em mais de 160 países e estratégia voltada à inovação tecnológica e à sustentabilidade.

Fundada por Andreas Stihl, a empresa evoluiu de uma oficina individual para um grupo internacional, mantendo o caráter familiar e ampliando sua atuação em produtos a combustão e a bateria. O presidente do Conselho de Supervisão e do Conselho Consultivo da Stihl, Dr. Nikolas Stihl, afirmou que a longevidade da empresa está ligada à capacidade de equilibrar tradição e inovação. “Qualquer empresa que chega aos 100 anos não alcançou essa marca confiando apenas na tradição”, destacou Stihl, acrescentando que o aniversário marca também o início de novos ciclos de desenvolvimento.

Dupla liderança tecnológica

A Stihl mantém como objetivo alcançar a liderança global no mercado de produtos a bateria, que já representam um em cada quatro itens vendidos pela empresa. Em países da Europa Ocidental, como Alemanha e Suíça, esse índice ultrapassa 60%. A companhia inaugurou recentemente sua oitava planta produtiva, em Oradea, na Romênia, dedicada exclusivamente à fabricação de equipamentos a bateria para o mercado europeu. Ao mesmo tempo, a empresa segue investindo em ferramentas a combustão. O presidente do Conselho Executivo da Stihl, Michael Traub, destacou que a marca pretende manter a liderança histórica nesse segmento. “Somos a marca de motosserras mais vendida no mercado global desde 1971 e queremos dar continuidade com esse sucesso”, afirmou Traub.

Lançamentos e produtos comemorativos

Durante o ano do centenário, a empresa prevê o lançamento de novos produtos que evidenciam o equilíbrio entre tecnologias a bateria e a combustão. Entre eles estão inovações em ferramentas a bateria, o combustível sintético e biogênico Stihl MotoMix 100, voltado à redução de emissões de CO2, e a motosserra Stihl MS 500i Centennial Edition, edição comemorativa em tiragem limitada, que homenageia o modelo MS 500i, primeira motosserra a combustão produzida em série com injeção eletrônica.

Programação especial

As celebrações do centenário incluem eventos em unidades da empresa em diferentes países. Em Waiblingen, na Alemanha, está prevista uma comemoração para funcionários em julho de 2026. Nos dias 30 e 31 de outubro de 2026, Stuttgart sediará o Campeonato Mundial da Stihl Timbersports® Series. A empresa também lançou um site especial de aniversário, com conteúdos sobre a história, o presente e as perspectivas futuras da Stihl.

Atuação no Brasil

No Brasil, a Stihl mantém fábrica em São Leopoldo, além de centros de distribuição em Jundiaí, em São Paulo, e Benevides, no Pará. A operação brasileira conta com cerca de 3,5 mil colaboradores e mais de 5 mil pontos de venda no país, atendendo aos mercados florestal, agropecuário, de construção civil, conservação, jardinagem profissional e uso doméstico.

Foto: Stihl/Divulgação | Fonte: Assessoria
21/01/2026 0 Comentários 296 Visualizações
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HD Parts celebra 20 anos com faturamento de R$ 40 milhões em 2025 e projeta novo ciclo de crescimento em 2026

Por Marina Klein Telles 20/01/2026
Por Marina Klein Telles

Ao completar 20 anos de atuação neste mês, a HD Parts celebra uma trajetória marcada por crescimento consistente, internacionalização e fortalecimento estrutural. Entre 2017 e 2025, a empresa acumulou crescimento superior a 160%, com destaque para o desempenho de 2021, quando registrou alta de 76% em relação ao ano anterior, o melhor resultado de sua história.
Em 2025, a companhia alcançou faturamento de R$ 40 milhões, crescimento estimado de 20% sobre 2024, consolidando sua posição no mercado internacional de autopeças. Para 2026, a projeção é de expansão mínima de 10%, sustentada pela ampliação da capacidade operacional, fortalecimento de mercados estratégicos e investimentos contínuos em processos e estrutura.

A HD Parts exporta autopeças brasileiras para 17 países da América Latina e quatro da Europa, com forte presença em mercados como Chile, Uruguai, Peru e Argentina. O portfólio inclui peças para motores, embreagens, freios, sistemas de transmissão, impacto e câmbio para caminhões, ônibus, implementos agrícolas e tratores agrícolas. As exportações representam cerca de 85% do faturamento total da empresa.

Filiada ao Conselho Brasileiro das Empresas Comerciais Importadoras e Exportadoras (CECIEx), ligada à Apex Brasil, em 2025, também participou de feiras do setor no Brasil, Colômbia e México, com o objetivo de reforçar a marca no ambiente de negócios internacionais. As atividades são sustentadas por uma equipe enxuta de 18 colaboradores, que atuam de forma estratégica nas áreas de coordenação, exportação, comercial, compras, financeiro, fiscal, recepção, recebimento e expedição. A operação internacional envolve uma cadeia completa de serviços, desde a compra da mercadoria, recebimento e conferência técnica, até embalagem e despacho.

Já as operações de importação correspondem a aproximadamente 15% do faturamento e incluem representação comercial, assessoramento técnico e pós-venda a empresas especializadas na reconstrução de embreagens, distribuídas em 10 estados brasileiros. Rio Grande do Sul e São Paulo concentram os maiores volumes de operações no país. “Não é apenas venda, é serviço. Trata-se de um trabalho minucioso, que exige especialização, atenção e cuidado em cada etapa”, destaca a CEO, Luciane Mantovani, sócia-fundadora da empresa. O bom desempenho também reflete na estrutura física do negócio. Neste mês, a HD Parts inaugura seu terceiro pavilhão, ampliando a área operacional de 1.100 m* para 1.500 m.

Força feminina

Formada em Administração de Empresas com ênfase em Comércio Exterior, Luciane está entre as poucas mulheres à frente de uma empresa no segmento de autopeças de linha pesada, tradicionalmente dominado por lideranças masculinas. Ao longo de duas décadas, teve papel decisivo na estruturação das operações internacionais, no relacionamento com fornecedores e clientes e na consolidação da marca no exterior. “A presença feminina no comando reforça a importância da diversidade no ambiente corporativo e abre espaço para maior representatividade no comércio exterior e na cadeia automotiva”, afirma Luciane. Segundo ela, perseverança, qualificação e visão estratégica foram fundamentais para superar desafios, conquistar mercados e manter a empresa em crescimento contínuo.

Reconhecimento

O reconhecimento pelo trabalho desenvolvido também se reflete em premiações. Em 2024 e 2025, a empresa conquistou o prêmio Destaque Empresas Comerciais Exportadoras e Trading
Companies, concedido pela ADVB/RS. “Os prêmios são a coroação de um trabalho longevo, sério e comprometido. Nosso cuidado em conferir e embalar cada item garante que o cliente receba exatamente o que solicitou”, ressalta a CEO.

Quando tudo começou

Fundada em 2006, a HD Parts nasceu da experiência prévia no setor de autopeças. A empresa iniciou suas atividades exportando para Paraguai e Costa Rica, enquanto atuava como representante de um fabricante boliviano, importando produtos para o mercado brasileiro. A traietória de crescimento também se reflete na expansão física. De uma pequena casa alugada no bairro Jardim América, em Caxias do Sul (RS), segundo maior polo metalmecânico do país, a empresa passou por uma instalação no bairro Pio X até consolidar, há dez anos, sua sede própria, no bairro Santa Lúcia.

Desafios e cenário para 2026

Apesar da trajetória ascendente, o ano de 2024 apresentou desafios relevantes, especialmente em função das enchentes no Rio Grande do Sul, que impactaram rotas logísticas para portos e aeroportos. Além disso, o setor enfrenta crescente concorrência internacional, principalmente de países como China, Turquia e Índia. Para 2026, a empresa acompanha de perto os desdobramentos da reforma tributária e os impactos do cenário eleitoral sobre o câmbio, fatores determinantes para o comércio exterior. Ainda assim, o otimismo permanece. “O produto brasileiro é muito valorizado no mercado internacional, por isso focamos na qualidade do nosso atendimento, visando ampliar a cada dia novos clientes”, conclui Luciane Mantovani.

Foto: Marina Telles/Expansão | Texto: Assessoria
20/01/2026 0 Comentários 270 Visualizações
Business

Ladies in Tech firma parceria com Sebrae e Prefeitura de Porto Alegre para impulsionar startups lideradas por mulheres

Por Marina Klein Telles 19/01/2026
Por Marina Klein Telles

O Instituto Ladies in Tech, instituto que impulsiona mulheres fundadoras e líderes em tecnologia, anuncia uma nova parceria com o SEBRAE RS e o Gabinete de Inovação da Prefeitura de Porto Alegre, lançando a nova edição do StartupRS StartHer, um programa que vai além da capacitação tradicional ao abrir as portas do setor público para soluções desenvolvidas por empreendedoras. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas pelo link até o dia 31 de janeiro.

A iniciativa representa um marco para o ecossistema de inovação gaúcho. Pela primeira vez, startups lideradas por mulheres terão a chance de executar Provas de Conceito em parceria direta com a administração municipal de Porto Alegre, conectando soluções inovadoras a desafios reais do setor público em um modelo que promete transformar problemas concretos em oportunidades de negócio com impacto social.

O programa selecionará dez startups em estágio de ideação com foco em duas áreas estratégicas: Edtechs e Govtechs. As Edtechs compreendem soluções que utilizam a tecnologia como alavanca para transformar e democratizar a educação. Já as Govtechs englobam tecnologias voltadas ao setor público, com potencial para aumentar a eficiência da gestão, a transparência e a qualidade dos serviços oferecidos aos cidadãos.

Para Marceli Brandenburg, cofundadora e diretora do Ladies in Tech, a parceria representa muito mais do que um programa de aceleração. “Estamos falando de acesso real ao poder público, de validação concreta das ideias que essas mulheres trazem. Não é só sobre capacitação, é sobre abrir caminhos que historicamente foram fechados para nós. Quando uma empreendedora consegue testar sua solução dentro da Prefeitura, ela não está apenas validando um produto, está provando que mulheres podem liderar a transformação digital do país”, afirma.

As participantes terão acesso a mentorias com integrantes do Instituto Ladies in Tech, créditos em plataformas parceiras do SEBRAE Startups e facilitação de participação em feiras e eventos nacionais e internacionais. Mas o que torna o programa único é a oportunidade de ganhar tração real no mercado através da validação de soluções junto ao poder público, conectando startups lideradas por mulheres a desafios concretos da administração municipal.

Aline Busch, também cofundadora e diretora do instituto, destaca o potencial transformador da iniciativa. “O que nos move não é só colocar mulheres nos espaços de decisão, é garantir que elas tenham ferramentas reais para executar e gerar impacto concreto. Com essa parceria, estamos dizendo que as soluções lideradas por mulheres não são apenas viáveis, são necessárias para resolver problemas complexos da nossa sociedade. Cada startup selecionada carrega o potencial de mudar a forma como o setor público se relaciona com tecnologia e inovação”, ressalta.

O programa é gratuito e exclusivo para startups com endereço no Rio Grande do Sul. A seleção considerará critérios como inovação, potencial de mercado, qualidade da equipe e aderência aos desafios propostos. Mesmo negócios ainda sem CNPJ podem participar, desde que estejam cadastrados na plataforma do SEBRAE Startups.

Com mais de cinco mil mulheres já impactadas pelas ações do Ladies in Tech desde sua fundação, o programa chega para ampliar ainda mais o alcance dessa rede que transformou a conexão entre mulheres em referência nacional de impacto na inovação.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/01/2026 0 Comentários 227 Visualizações
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Be8 apresenta em Davos resultados de projeto que reduziu em até 99% as emissões de gases de efeito estufa

Por Marina Klein Telles 19/01/2026
Por Marina Klein Telles

A Be8, empresa de energias renováveis e líder nacional em produção de biodiesel, participa pelo segundo ano consecutivo a Brazil House, que acontece de 19 a 23 de janeiro, durante o Fórum Econômico Mundial de Davos. O presidente da companhia, Erasmo Carlos Battistella, integra três painéis da programação, compartilhando os aprendizados e resultados da Rota Sustentável COP 30, projeto desenvolvido em parceria com a Mercedes-Benz do Brasil.

A iniciativa teve como objetivo demonstrar o impacto do novo biocombustível Be8 BeVant® na redução das emissões de gases de efeito estufa em comparação ao diesel convencional. Para isso, dois caminhões e dois ônibus da Mercedes-Benz rodaram 4 mil quilômetros do Rio Grande do Sul até Belém (PA), sede da COP 30, com os dois combustíveis. O resultado foi a redução de 99% nas emissões de gases de efeito estufa nos veículos que estavam usando o Be8 BeVant®.

Essa redução foi alcançada dentro do conceito do “tanque à roda”, com os resultados auditados pelo Instituto Mauá de Tecnologia. “O objetivo de demonstrar o Be8 BeVant® como uma solução de descarbonização para o agora foi plenamente atingido, lAo longo do trajeto, sentimos o reconhecimento em cada estrada e em cada parada. A Rota Sustentável COP 30 superou nossas expectativas, e é essa experiência concreta que vamos compartilhar em Davos”, disse Battistella.

Para Camilo Adas, diretor de Transição Energética e Relações Institucionais da Be8, o projeto reforça o papel dos biocombustíveis na agenda climática. “A Rota Sustentável COP 30 conectou inovação, ciência e sustentabilidade, mostrando na prática que é possível reduzir emissões de forma imediata, sem a necessidade de grandes investimentos ou mudanças estruturais.”

Além da Brazil House, Battistella participa nesta terça-feira (20) de um encontro na Zona K do Fórum Econômico Mundial, dedicado ao futuro dos Combustíveis Limpos. A sessão privada reúne lideranças da indústria, do governo, do setor financeiro e da tecnologia para discutir políticas, investimentos e infraestrutura necessários para acelerar a implementação dessas soluções na próxima década.

Programação da Brazil House

Dia 20 de janeiro – 10h (horário local)
Projeto Be8 Rota Sustentável – COP 30
Erasmo Carlos Battistella, Presidente da Be8
Luiz Carlos Moraes, Diretor de Comunicação e Relações Institucionais da Mercedes-Benz do Brasil

Dia 21 de janeiro – 11h (horário local)
COP 30 – Insights
Moderador: John Defterios – Jornalista CNN International – Moderador
Daniel Randon, CEO da Randoncorp
Grazielle Parenti, VP de Sustentabilidade – Vale
Erasmo Carlos Battistella, Presidente da Be8

Dia 21 de janeiro – 12h
Investimentos Sustentáveis: Tendências, Desafios e Oportunidades
Moderadora: Consuelo Remmert, Office of the CEO Palantir Technologies
Daniel Randon, Presidente e CEO da Randoncorp
Erasmo Carlos Battistella, Presidente Be8

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/01/2026 0 Comentários 186 Visualizações
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ICEC-RS volta a cair em dezembro após duas altas consecutivas

Por Marina Klein Telles 19/01/2026
Por Marina Klein Telles

O ICEC-RS atingiu 90,2 pontos em dezembro de 2025, com queda de 2,0% em relação a novembro de 2025 e retração de 14,6% frente a dezembro de 2024, mantendo-se abaixo da linha de neutralidade (100 pontos). O resultado reflete um ambiente de confiança ainda fragilizado entre os empresários do comércio, com recuo na margem após duas altas consecutivas e queda disseminada na comparação interanual.

O Índice de Condições Atuais (ICAEC) avançou 2,1% em dezembro de 2025, alcançando 61,9 pontos. Ainda assim, o indicador permanece em patamar pessimista, com queda de 25,1% na comparação com dezembro de 2024. Entre os entrevistados, 81,5% perceberam piora na situação atual da economia, enquanto 74,3% avaliaram negativamente a situação do setor.

O Índice de Expectativas (IEEC), componente mais alta do ICEC, recuou 5,6% em dez/25, atingindo 108,4 pontos, interrompendo duas altas consecutivas, e ficou 14,2% abaixo do nível observado em dezembro de 2024. Apesar do recuo, o índice permanece acima dos 100 pontos, indicando expectativas ainda no campo otimista, embora mais contidas. Já o Índice de Investimentos dos Empresários do Comércio (IIEC) registrou 100,4 pontos, com queda de 0,3% na margem, refletindo a redução nas intenções de contratação e no nível de investimento, em um contexto de juros elevados e condições financeiras mais restritivas.

O resultado do IIEC indica um ambiente de cautela entre os empresários do comércio, especialmente no que diz respeito às decisões de contratação e investimento. Mesmo com algum ajuste pontual em indicadores específicos, o cenário segue marcado por condições financeiras mais restritivas, que limitam a disposição para ampliar operações. Para o varejo, isso se traduz em uma postura mais conservadora do ponto de vista da ampliação no quadro de funcionários e dos investimentos, em um contexto de incerteza.

De maneira geral, o ICEC, e todos os seus subindicadores tiveram médias anuais menores do que as verificadas em 2025. “As condições macroeconômicas de 2025 foram menos favoráveis do que as de 2024 para o varejo. O aperto monetário, que explica a menor expansão do crédito, e o mercado de trabalho, que teve resultados menos positivos do que o ano anterior em termos de criação de novos postos de trabalho, influenciaram negativamente a confiança do empresariado em 2025”, concluiu o presidente do Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac e IFEP, Luiz Carlos Bohn. Confira dos dados completos e a análise econômica.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/01/2026 0 Comentários 164 Visualizações
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