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Marina Klein Telles

Marina Klein Telles

Cultura

Estão abertas as inscrições para os estabelecimentos gastronômicos interessados em participar da Magia da Páscoa de Nova Petrópolis

Por Marina Klein Telles 24/02/2026
Por Marina Klein Telles

Estão abertas as inscrições para os estabelecimentos gastronômicos interessados em participar da Magia da Páscoa de Nova Petrópolis, evento que ocorre de 20 de março a 5 de abril, na Rua Coberta e Praça das Flores. Os interessados devem preencher a ficha de inscrição e encaminhá-la, junto com fotos dos produtos a serem comercializados, até o dia 27 de fevereiro, pelo WhatsApp (54) 3281-8403. Acesse a Ficha de Inscrição ao final desta notícia.

Serão disponibilizados estandes de 3mX3m = 9m², por R$ 3.800,00. Além disso, há taxas de comercialização e de vistoria sanitária. As empresas interessadas devem anexar na ficha de inscrição a Certidão Negativa de Débitos Municipais e o Alvará Sanitário em dia.

Todos os expositores devem respeitar o horário de funcionamento da Área Gastronômica da Magia da Páscoa 2026, de 20 de março a 5 de abril. Os espaços devem permanecer abertos nas segundas-feiras, terças-feiras, quartas-feiras e quintas-feiras, das 11h às 18h (negociável), e nas sextas-feiras, sábados e domingos, das 9h às 20h.

A Magia da Páscoa 2026 é uma realização da Prefeitura de Nova Petrópolis, por meio da Secretaria de Turismo e Cultura, em parceria com a Associação Tchon Ji. Mais informações no Instagram e Facebook do evento, em @magiadapascoanp.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 121 Visualizações
Saúde

Combate ao vape ganha força com articulação entre Ministério Público e entidades da saúde

Por Marina Klein Telles 24/02/2026
Por Marina Klein Telles

O aumento acelerado do uso de cigarros eletrônicos, especialmente entre adolescentes e jovens, acendeu um alerta no Rio Grande do Sul. Na manhã desta sexta-feira, dia 20 de fevereiro, representantes do Ministério Público Estadual e de entidades médicas, entre elas a Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS), reuniram-se no Auditório Marcelo Kuffner, em Porto Alegre, para estruturar uma campanha integrada de combate ao uso de vape. A mobilização pretende alinhar estratégias, ampliar a conscientização e coordenar ações de prevenção e responsabilização diante de um cenário considerado preocupante por especialistas.

O vape, também conhecido como cigarro eletrônico ou pod, é um dispositivo movido a bateria que aquece um líquido com nicotina e outras substâncias químicas para produzir vapor inalável, prática associada a dependência precoce e possíveis lesões pulmonares.

A coordenadora do Centro de Apoio Operacional da Educação, Infância e Juventude do Ministério Público Estadual, Cristiane Corrales, destacou que o enfrentamento exige articulação ampla e contínua.
“A pauta que nos reúne é urgente: o crescimento do uso de cigarros eletrônicos, inclusive entre adolescentes. Sabemos que não é um desafio simples, pois estamos diante de um comércio ilegal esquematizado, com jovens como público consumidor. Por isso, é fundamental atuarmos de forma integrada, priorizando a conscientização e a prevenção, sem deixar de lado o papel institucional do Ministério Público na responsabilização e repressão, quando necessário”, afirmou.

A AMRIGS esteve representada no encontro pelo gerente geral, Ronald Greco, que ratificou o apoio da entidade ao movimento. “Esse é um tema relevante e por isso colocamos à disposição o Centro de Eventos da AMRIGS, com espaços multifuncionais que podem ser palco de grandes mobilizações e debates qualificados. Estamos juntos para apoiar essa iniciativa e contribuir com o que for necessário”.

A editora da próxima edição da revista científica da AMRIGS, Trends in Health Sciences, a psiquiatra Patrícia Saibro, também participou do evento e alertou para o poder econômico da indústria do tabaco e para as estratégias históricas de reposicionamento de produtos com alto potencial de dependência. “Estamos lidando com uma indústria extremamente potente. O cigarro eletrônico foi apresentado como alternativa de redução de danos, entrou como um suposto aliado e acabou se tornando um grande vilão. O vape tem um potencial adictivo extremamente superior. A nicotina sintética gera muito mais dependência e, diferentemente do cigarro tradicional, não provoca desconforto inicial. Isso faz com que a conversão da experimentação para o uso regular aconteça de forma muito rápida”, alertou Dra. Patrícia.

Segundo ela, dados de levantamento nacional sobre consumo de álcool e outras drogas indicam que 76% das pessoas que experimentam o vape passam a utilizá-lo de forma regular, evidenciando o elevado risco de dependência.

O coordenador do Centro de Apoio Operacional dos Direitos Humanos e da Proteção aos Vulneráveis do Ministério Público do Rio Grande do Sul, Leonardo Menin, ressaltou que a conscientização deve ser o eixo central da mobilização. “Seja na administração pública, nos movimentos sociais ou no Terceiro Setor, todos têm algo a contribuir nessa discussão. Informar, orientar e mobilizar é o nosso papel fundamental a partir deste encontro”.

A procuradora da República, Ana Paula Medeiros, vinculada ao Núcleo de Cidadania e Saúde, reforçou a importância da atuação conjunta. “Quando falamos em saúde pública, sabemos que a prevenção é o caminho mais efetivo. Paralelamente, existe a dimensão da repressão, especialmente diante da importação irregular desses produtos. A atuação integrada é imprescindível”, avaliou.

O médico urologista e associado da AMRIGS, Luciano Zuffo, chamou atenção para o avanço do consumo também entre jovens adultos e para os impactos futuros no sistema de saúde. “Estamos diante de uma epidemia silenciosa, que muitas vezes acontece dentro de casa, sem que os pais percebam. Esse é um problema que terá reflexos na saúde pública e na economia. Precisamos agir de forma coletiva”, declarou Dr. Luciano.

A reunião contou ainda com a presença das presidentes da Sociedade de Cirurgia Torácica do Rio Grande do Sul (SOCITORS), Dra. Fabíola Perin; da Sociedade de Terapia Intensiva do Rio Grande do Sul (SOTIRGS), Dra. Taiane Vargas; e da Sociedade de Pneumologia e Tisiologia do Rio Grande do Sul (SPTRS), Dra. Caroline Freiesleben.

A campanha será estruturada com foco em prevenção, informação qualificada e articulação institucional, envolvendo escolas, famílias, órgãos de segurança e entidades da área da saúde. A orientação é que pais, educadores e profissionais busquem informações em fontes oficiais e acompanhem os canais do Ministério Público Estadual e da AMRIGS para conhecer as próximas etapas da ação.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 144 Visualizações
Variedades

Assembleia vota projeto que amplia adesão de empresas para destinar ICMS para a Segurança Pública por meio do PISEG

Por Marina Klein Telles 24/02/2026
Por Marina Klein Telles

Lei criada em 2018 a partir da mobilização da sociedade civil, o Programa de Incentivo ao Aparelhamento da Segurança Pública (PISEG) tem um avanço importante a ser concretizado na próxima terça-feira (24/02) na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul. Para este dia, está prevista a votação do Projeto de Lei Complementar (PLC) 291/2023 que elimina a exigência de uma contrapartida financeira das empresas dispostas a aderirem ao programa. A proposta busca ampliar a participação do setor empresarial e fortalecer os investimentos em equipamentos e viaturas para os órgãos de segurança pública no Estado.

Uma das entidades idealizadoras do PISEG, o Instituto Cultural Floresta apoia a iniciativa e avalia que a alteração irá fortalecer ainda mais o programa.

Para o presidente do Instituto, Claudio Goldsztein, a proposta elimina uma trava que vinha dificultando a adesão, especialmente em períodos de retração econômica. “Ao simplificar o processo e permitir que mais recursos sejam aplicados no aparelhamento das forças de segurança, ampliamos a capacidade de investimento e reforçamos a parceria entre o setor privado e o poder público. Por isso, é fundamental que a sociedade e entidades acompanhem a votação para que este projeto tão importante seja aprovado por unanimidade, sem influências ideológicas ou partidárias. Deputado que é contra criminosos e se preocupa com o cidadão de bem votará pela aprovação do projeto 291/2023”, afirma Goldsztein.

De autoria do deputado Guilherme Pasin (PP), o projeto revoga o dispositivo da Lei Complementar nº 15.224/2018 que condiciona a adesão ao programa ao repasse adicional de 10% do valor compensado ao Fundo Comunitário Pró-Segurança. Atualmente, além de destinar até 5% do ICMS devido ao Estado ao PISEG, as empresas precisam realizar esse aporte adicional como condição para habilitação.

Desde sua implementação, em 2018, o programa já viabilizou R$ 251 milhões aplicados em 236 municípios gaúchos para aquisição de bens e equipamentos, como cerca de 300 viaturas, 2.000 armas e centenas de outros itens como coletes balísticos, rádios comunicadores, câmeras, botes, drones e sistemas de videomonitoramento.

Sobre o ICF

O Instituto Cultural Floresta (ICF) é uma organização da sociedade civil formada por empresários e lideranças gaúchas com atuação voltada à melhoria da segurança pública e engajamento da sociedade civil em pautas importantes para o Rio Grande do Sul. O ICF atuou com muita intensidade apoiando hospitais e órgãos de segurança durante a pandemia e, desde as enchentes de 2024, tem atuado na recuperação de áreas atingidas, com destaque para mais de 50 escolas recuperadas, e no desenvolvimento de soluções estruturantes para comunidades em situação de vulnerabilidade.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 156 Visualizações
Cidades

CPI dos Pedágios cobra suspensão do leilão do Bloco 2 e alerta para tarifas “muito caras” em audiência pública em Lajeado

Por Marina Klein Telles 24/02/2026
Por Marina Klein Telles

A CPI dos Pedágios da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul realizou, na noite da sexta-feira (20), audiência pública na Câmara Municipal de Lajeado para debater os impactos do Bloco 2 de rodovias, cujo leilão está marcado para 13 de março. A atividade reuniu lideranças regionais, representantes de entidades, vereadores, prefeitos e moradores do Vale do Taquari e da Região Norte, que manifestaram preocupação com o modelo de concessão proposto pelo governo de Eduardo Leite.

O Bloco 2 prevê concessão por 30 anos em 408 quilômetros de estradas, com instalação de 24 pórticos de cobrança em sistema free flow, distribuídos em 32 municípios — média de um pórtico a cada 17 quilômetros — e tarifa-teto de R$ 0,19 por quilômetro rodado. Para o relator da CPI, deputado Miguel Rossetto (PT), o modelo impõe um pedágio “muito caro” à população e à economia regional. Como exemplo, citou o impacto direto no transporte de cargas: um caminhão de três eixos que hoje paga cerca de R$ 30 no trajeto Lajeado–Passo Fundo passaria a desembolsar aproximadamente R$ 200. “Isso desequilibra a relação econômica da região e penaliza caminhoneiros, consumidores e empresas”, afirmou.

Rossetto destacou ainda as críticas técnicas do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RS), que apontou taxa de retorno “artificialmente elevada” às concessionárias e estimou a transferência de cerca de R$ 1 bilhão dos usuários para as empresas sem justificativa adequada. “Há desequilíbrios graves no contrato. Não é razoável fechar um acordo de 30 anos de forma apressada”, alertou. Segundo o relator, a CPI já ouviu o TCE-RS, a Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do RS (Agergs) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e vai ouvir o governo do Estado na próxima semana.

A audiência também trouxe à tona a experiência do Bloco 3, na Serra Gaúcha, citada como alerta: após quase quatro anos de cobrança e reajustes anuais, não houve duplicação de trechos prometidos. Além disso, Rossetto observou que a própria agência reguladora ainda não concluiu a avaliação do sistema free flow, o que reforça a necessidade de cautela antes de firmar um contrato de longo prazo.

Para a CPI, há alternativas mais econômicas para garantir investimentos, segurança e qualidade nas rodovias sem impor tarifas abusivas. O relator defendeu a revisão do modelo e a consideração de soluções com maior protagonismo da Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR), além do uso de recursos do FUNRIGS para viabilizar obras. “O Estado tem dinheiro. Precisamos buscar alternativas que preservem o interesse público, garantam investimentos e estabeleçam uma tarifa razoável. Um contrato de 30 anos mal feito é um desastre”, reforçou.

Ao final, Rossetto lamentou a manutenção do leilão para 13 de março e classificou a decisão como temerária diante das críticas técnicas e da ausência de uma posição final do TCE-RS. “Vamos insistir na suspensão do leilão para corrigir o modelo. Quem paga a conta é o usuário, o caminhoneiro, o cidadão de Lajeado e do Vale do Taquari. Queremos uma região mais integrada, desenvolvida e com infraestrutura melhor, sem sangrar a economia local.”

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 214 Visualizações
Cultura

Na Costa Doce, Crioulaço entrega R$ 15 mil em premiações

Por Marina Klein Telles 24/02/2026
Por Marina Klein Telles

Abrindo as provas campeiras do Rodeio Crioulo de Barra do Ribeiro (RS), o Crioulaço Agrária Nutrição Animal distribuiu R$ 15 mil em premiações e consagrou, na Força A, as duplas de ginetes Inácio Tolotti e Kauan Toledo e Mauricio Quadros e João Guilherme. Com o maior valor distribuído em competições da região, as duplas vencedoras das Forças A, B e L receberam R$ 2 mil em dinheiro, mais ração Agrária Nutrição Animal: 30 sacos para a Força A, 20 para a B e 10 para a C. Em parceria com a Cervejaria GG, todas as duplas campeãs das três categorias, também levaram para casa 100 litros de cerveja, sendo que as vencedoras da Força A ainda foram convidadas para uma visita exclusiva à fábrica da empresa em Rio Grande (RS), para beber direto da fonte.

Na Força B, Francisco Cardoso e Tiago Soares e a dupla Patrick Pinheiro e Rodrigo Braga levaram os prêmios. Já na Força C, Jairo Lima e Carlos Freitas dividiram o pódio com Adriano Silveira e João Batista. “Primeiramente, agradecer a Deus. Em segundo, aos realizadores e ao meu parceiro Adriano. E quero agradecer também aos nossos animais, que geralmente as pessoas não lembram deles. Mas, com cabo de vassoura não se ganha nada. É a nossa raça Crioula que nos proporciona isso”, salientou Batista.

Na segunda etapa do circuito, disputada na pista do Acampamento Farroupilha Nenê Naibert, o Laço Criador teve Alex Silva, Lucas Feijó e Pedro Feijó vencendo nas Forças A, B e C, respectivamente. Já o título de melhor animal ficou com Mirada de São Crispim, de Bernardo Lunardelli Malcorra e Ritiele Barros de Guaíba (RS), da Cabanha JCL.

Daniel Rossato Costa foi o responsável técnico da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC) em pista na tarde da sexta-feira (20/02). Ele destacou o bom número de duplas inscritas no certame, cuja segunda edição aconteceu em menos de um mês após a primeira etapa no Rodeio Vem pra Guaíba Tchê, assinalando a importância destes eventos dentro do projeto de expansão do Cavalo Crioulo. “A associação aposta muito nisso, ela quer cada vez mais que esses eventos se espalhem. É muito necessário e é extremamente saudável para a expansão do nosso cavalo. E a modalidade de Crioulaço mexe com o número de cavalos em todo um ciclo, com cerca de 70% de todo o movimento”, apontou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 144 Visualizações
Projetos especiais

Casa Vitória consolida Canela como referência no acolhimento a mulheres vítimas de violência

Por Marina Klein Telles 24/02/2026
Por Marina Klein Telles

Diante dos números alarmantes da violência doméstica registrados nos últimos tempos no Rio Grande do Sul, no último domingo, 22 de fevereiro — data que marca o Dia Estadual de Enfrentamento à Violência contra a Mulher — a Prefeitura de Canela destaca o trabalho desenvolvido pela Casa Vitória, serviço mantido pelo Município e referência no acolhimento de mulheres em situação de violência.
Única casa de acolhimento a mulheres da Região das Hortênsias, a Casa Vitória integra uma rede de proteção estruturada e atuante, que envolve Judiciário, forças de segurança, assistência social e comunidade. O espaço oferece atendimento especializado e, em casos de risco, abrigo seguro para mulheres e seus filhos.

Desde a sua implantação, a Casa Vitória já realizou 1.215 atendimentos a mulheres que sofreram algum tipo de violência — física, verbal, psicológica, patrimonial, entre outras. Até janeiro de 2026, foram registrados 73 abrigamentos e 96 crianças acolhidas juntamente com suas mães.

A coordenadora Manoela Negrelli explica que a violência psicológica — caracterizada por xingamentos, depreciação e humilhações — é o tipo mais recorrente identificado pela equipe. “Toda mulher que registra a agressão com base na Lei Maria da Penha é encaminhada para o nosso atendimento”, destaca.

Ela reforça que a denúncia é fundamental para interromper o ciclo da violência. Quando não há medidas para cessar as agressões, os casos podem evoluir para feminicídio. Nem todas as mulheres atendidas necessitam de abrigamento, já que essa é uma medida excepcional, adotada quando não há local seguro e existe risco iminente. Nesses casos, a Delegacia da Polícia Civil aciona a equipe de plantão da Casa Vitória, que realiza o acolhimento da vítima e de seus filhos, se houver.

No local, as acolhidas recebem acompanhamento de assistente social e psicóloga, com avaliação individual das necessidades — como vagas em escola para os filhos, inserção no mercado de trabalho e atendimento médico. Também são fornecidos vestuário, kit de higiene e alimentação. A residência conta com segurança 24 horas para garantir a proteção das vítimas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 138 Visualizações
Variedades

Klin Calçados leva inovação sustentável e tecnologia inédita à FIMEC

Por Marina Klein Telles 24/02/2026
Por Marina Klein Telles

Sempre atenta às inovações do mercado calçadista para proporcionar conforto e um caminhar saudável para as crianças, a KLIN irá participar da 49ª edição da Fimec (Feira Internacional de Couros, Produtos Químicos, Componentes, Máquinas e Equipamentos para Calçados e Curtumes), que acontece de 03 a 05 de março  na Fenac em Novo Hamburgo, no RS. Nesta edição, a Fábrica Conceito será a maior da história do projeto e terá uma atração especial: a produção de 120 bolsas e mais de 3.000 pares de calçados em tempo real, que poderá ser acompanhada pelos visitantes.

A feira traz o mote “Ative um Novo Olhar” e deve reunir mais de 80 empresas para apresentarem inovações e seus processos produtivos. Na ocasião, a KLIN fará a produção em tempo real de um tênis infantil com design contemporâneo e ousado, que aposta em um cabedal em knit — uma malha tecnológica que se ajusta ao pé como uma meia, reduz desperdícios no processo produtivo e utiliza fios desenvolvidos a partir da reciclagem de garrafas PET.

O grande diferencial deste modelo está em seu solado em E-TPU (poliuretano expandido), uma tecnologia de alta performance que começa a ganhar espaço no Brasil, trazendo ao mercado um calçado que une conforto, respirabilidade e responsabilidade ambiental em cada detalhe. “Com uma formulação inovadora, estamos apostando em um material que oferece extrema leveza e alta resistência, garantindo durabilidade sem comprometer o conforto. É a combinação perfeita entre sustentabilidade e engenharia avançada aplicada ao universo infantil, focada na saúde dos pés das crianças”, afirma Fabiana Zancan, Gestora de Produtos da Klin.

Considerada a maior feira do mercado coureiro-calçadista da América Latina, a Fimec reúne todo o cluster calçadista — de CEO e Diretores à profissionais de produção e planejamento, além de visitantes e expositores de diversos países em busca de inovação, referências, benchmarking e conexões para potencializar e expandir seus negócios. A feira é realizada em parceria com o IBTeC (Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçado e Artefatos), Coelho Assessoria Empresarial e Fenac e, esta edição, contará com a participação da KLIN,  Fiber, Cravo & Canela e do Centro de Formação Profissional Senai do Calçado e Logística.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 339 Visualizações
Cidades

Cisvale participa de oficina para criar planos de adaptação climática nos municípios

Por Marina Klein Telles 24/02/2026
Por Marina Klein Telles

O Consórcio Intermunicipal de Serviços do Vale do Rio Pardo (Csivale) participa nesta terça-feira, 24, da primeira oficina da iniciativa AdaptaCidades no Rio Grande do Sul, promovida pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, na sede da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), em Porto Alegre. A mobilização reúne gestores municipais para dar início à etapa de organização da governança climática, passo inicial para a construção dos Planos Municipais de Adaptação à Mudança do Clima.

Criada por portaria ministerial e estruturada em articulação com o Ministério das Cidades e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, a iniciativa integra o Programa Cidades Verdes e Resilientes e conta com apoio da Agência Alemã de Cooperação Internacional. O objetivo é fortalecer Estados e Municípios na formulação de políticas públicas voltadas à adaptação climática, ampliando a capacidade técnica e institucional para enfrentar eventos extremos e reduzir vulnerabilidades territoriais.

Pela Câmara Setorial do Meio Ambiente do Cisvale participam Leoni Tech Steil, Lucas Bonifacio Selbach, Ricardo Moacir Konzen, Rafaela Baierle, Gleidson Gerhrke e Roberto de Monte Baccar Pilz, como pontos-focais da região do Vale do Rio Pardo, cujo papel é atuar como multiplicadores na construção dos planos. O presidente do Cisvale, Gilson Becker, ressalta que a presença regional no processo reforça o compromisso coletivo com a agenda climática. “A adaptação às mudanças do clima exige planejamento, cooperação e visão estratégica. A participação do Cisvale neste momento demonstra que a região está organizada e atenta às diretrizes nacionais”, afirma. Segundo Becker, estruturar a governança é fundamental para que os municípios tenham condições de acessar programas e consolidar projetos.

A diretora executiva do consórcio, Léa Vargas, destaca que a iniciativa dialoga diretamente com o trabalho já desenvolvido pelo Comitê Pró-Clima no Vale do Rio Pardo. “Estamos construindo uma base técnica consistente para que os municípios avancem de forma integrada. O AdaptaCidades representa uma oportunidade concreta de qualificar a gestão pública frente aos desafios climáticos”, afirma. Para Léa, o alinhamento entre instâncias federais, estaduais e regionais fortalece a capacidade de resposta e projeta a região como referência em planejamento ambiental.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 119 Visualizações
Cultura

Instituto Cultural Opus anuncia nova escola participante do 5km de Cultura no primeiro semestre de 2026

Por Marina Klein Telles 24/02/2026
Por Marina Klein Telles

Um ano após iniciar suas atividades em Porto Alegre, o Instituto Cultural Opus (ICO) amplia sua atuação na capital gaúcha e anuncia a entrada de uma nova escola no projeto 5km de Cultura no primeiro semestre de 2026. A instituição escolhida é a Escola Estadual de Ensino Fundamental Professora Branca Diva Pereira de Souza, localizada no bairro São Geraldo, uma das regiões atingidas pela enchente que marcou o Rio Grande do Sul.

A nova edição do projeto irá beneficiar até 70 alunos do 3º ao 6º ano, em uma escola que atende atualmente 170 estudantes. As atividades terão início no dia 4 de março, com encontros semanais divididos em duas turmas, promovendo o acesso à arte e à cultura como ferramentas de desenvolvimento, expressão e reconstrução de vínculos.

A Escola Professora Branca Diva Pereira de Souza foi severamente impactada pela enchente. Todo o primeiro andar da instituição foi atingido, incluindo salas de aula, secretaria, quadra de esportes e banheiros. A água chegou a quase dois metros de altura, provocando a perda total dos equipamentos de informática utilizados tanto pelos alunos quanto pela equipe administrativa.

Segundo Eliza Pierim, diretora de cultura do Instituto Cultural Opus, a escolha da nova escola reforça o compromisso do instituto com territórios que ainda enfrentam os efeitos do desastre. “Dar continuidade ao 5km de Cultura em Porto Alegre, um ano após o início do instituto na cidade, é reafirmar nossa crença no poder da arte como instrumento de reconstrução social, emocional e simbólica”, afirma.

Assim como nas edições anteriores, o projeto oferecerá aulas de artes cênicas, mas com um olhar atento às particularidades de cada grupo. De acordo com Eliza, a metodologia do 5km de Cultura parte da escuta e da observação dos alunos. “A equipe pedagógica observa os estudantes nas primeiras aulas, identifica interesses e referências culturais trazidas por eles. A partir disso desenvolve as atividades nas quais os alunos vão desenhando com os arte-educadores as performances, além do que já foi trabalhado em outras escolas”, explica.

Ao longo do semestre, os alunos também terão a oportunidade de ampliar seu repertório cultural para além do ambiente escolar. Em junho, será realizada uma visita guiada ao Teatro do Bourbon Country, sede do Instituto Cultural Opus. Já em julho, os estudantes participarão da Mostra Artística, apresentando o resultado do trabalho desenvolvido ao longo do projeto.

Para Eliza Pierim, proporcionar esse tipo de experiência é um dos pilares do instituto. “Muitas dessas crianças nunca estiveram em um teatro, quando elas entram nesse espaço e mais ainda, quando elas sobem ao palco e se veem como protagonistas, algo se transforma. Nosso objetivo é plantar sementes que sigam florescendo ao longo da vida, criando novas perspectivas de futuro”, destaca.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/02/2026 0 Comentários 153 Visualizações
Business

Governador Eduardo Leite participa do Fecomércio-RS Debate nesta quarta-feira

Por Marina Klein Telles 23/02/2026
Por Marina Klein Telles

Nesta semana, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, participa do Fecomércio-RS Debate, encontro que reúne empresários e lideranças do setor de comércio de bens, serviços e turismo para discutir temas estratégicos para o desenvolvimento do Estado. O evento acontece nesta quarta-feira, 25 de fevereiro, a partir das 11h30, na sede da Fecomércio-RS, em Porto Alegre, no formato de palestra-almoço. Esta será a primeira edição do projeto em 2026.

Na pauta, o governador fará uma avaliação do cenário do Rio Grande do Sul no último ano, com destaque para os avanços do Plano Rio Grande, ações de reconstrução, investimentos em infraestrutura e perspectivas para o ambiente de negócios. O público também poderá encaminhar perguntas ao convidado. “O Fecomércio-RS Debate cumpre um papel estratégico ao aproximar o setor produtivo das principais lideranças do Estado, criando um espaço qualificado para o diálogo e a construção de soluções”, afirma o presidente do Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac e IFEP, Luiz Carlos Bohn.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/02/2026 0 Comentários 101 Visualizações
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