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Marina Klein Telles

Marina Klein Telles

Business

Empresas aniversariantes recebem homenagem da ACI

Por Marina Klein Telles 26/06/2026
Por Marina Klein Telles

Treze empresas associadas que aniversariam em junho tiveram um momento especial durante o Prato Principal que a ACI realizou na quinta-feira, 25, no Centro de eventos do Hotel Swan Novo Hamburgo.

Os seus representantes na cerimônia receberam o troféu alusivo e, ao final, posaram para foto coletiva com o presidente Robinson Klein, que comandou a cerimônia. A homenagem durante o Prato Principal é um evento já tradicional da entidade e obedece ao critério de fundação a cada cinco anos.

05 anos
Expertease Facilitadora de Negócios de Chás / Taís Gisele Beltramin Garcia

15 anos
Sapatão Estância Velha / Samuel Führ

20 anos
GBM Comunicação / Milton Grabin
F4 Acessórios / Liziane Froehlich
Gmad Placa Sul Suprimentos para Móveis / João Leonardo Gheller

30 anos
Doctor Clin / Matheus Guerreiro
Amh Sistem / Alexander Spier e Mauro Ahlert
Clean Net / César Alexandre de Oliveira e Cleber Agostinho Lenhard

40 anos
Cigam Software Corporativo / Vanderlei André Rheinhart, Cleiton Ivan Klein e Luís Rogério Dupont
Cotry Logística de Comércio Exterior / Jorge Roberto Costa Azevedo

45 anos
Sindicato da Indústria de Calçados de Três Coroas / Márcio Port dos Santos e Juliano Mapelli

50 anos
Impresset – Indústria Gráfica / Ivo Marx e Stefan Felipe Marx

70 anos
Caeté Embalagens / Geraldo Mazzolla e Maria Fernanda Saenger

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/06/2026 0 Comentários 76 Visualizações
Saúde

Hotel Swan Novo Hamburgo abre as portas para ação de vacinação contra a gripe

Por Marina Klein Telles 26/06/2026
Por Marina Klein Telles

O cuidado com a saúde das pessoas será o ponto de partida de uma nova iniciativa do Hotel Swan Novo Hamburgo, na cidade homônima. No dia 1º de julho, próxima quarta-feira, o meio de hospedagem realiza a primeira edição do projeto “Swan Cultura & Bem-Estar”, que estreia promovendo um “Dia D” de vacinação contra a gripe. A ação é uma parceria com o setor de Imunizações da Secretaria Municipal de Saúde da cidade e será realizada das 13h às 16h, no lobby do empreendimento para o público em geral.

Para receber a vacina, moradores, hóspedes e colaboradores do hotel e a comunidade em geral deverão apresentar documento oficial com foto, CPF ou cartão do SUS. A caderneta de vacinação também poderá ser levada para atualização do registro.

A realização do “Dia D” de vacinação, no período em que aumentam os casos de doenças respiratórias no Rio Grande do Sul por conta do inverno, também é uma ação que vai ao encontro da Instrução Normativa nº1 (NR1) do Hotel Swan Novo Hamburgo sobre a saúde dos seus colaboradores.

No decorrer do ano, o “Swan Cultura & Bem-Estar” terá outras ações voltadas à promoção da saúde, qualidade de vida e o bem-estar coletivo na região de Novo Hamburgo, contemplando a comunidade em geral.

Serviço

-“Swan Cultura & Bem-Estar” – “Dia D” de vacinação contra a gripe
-Público: comunidade em geral, hóspedes, colaboradores e moradores da região
OBS: Necessário apresentar documento com foto, CPF ou cartão do SUS (Se possível, também a caderneta de vacinação).
-Data: 1º de julho
-Horário: das 13h às 16h
-Local: Swan Novo Hamburgo (lobby)
-Endereço: Av. Dr. Maurício Cardoso, 303 – Hamburgo Velho (Novo Hamburgo/RS)

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/06/2026 0 Comentários 79 Visualizações
Cultura

“A Ospa está mais preparada e resiliente”, afirma Gilberto Schwartsmann sobre a possibilidade de novos eventos climáticos

Por Marina Klein Telles 26/06/2026
Por Marina Klein Telles

Na terceira matéria da série “2 anos pós-enchente: a reconstrução da cultura”, que divulga as ações de recuperação das instituições da Secretaria da Cultura (Sedac) impactadas pela maior tragédia climática do Rio Grande do Sul, apresentamos um balanço das intervenções realizadas na Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (Ospa), fundação vinculada à Sedac, e no Palacinho, sede da Escola de Música da Fundação Ospa (Fospa).

Impactada indiretamente pela enchente de 2024 – a inundação não chegou até a Sala Sinfônica -, o Complexo Cultural Casa da Ospa sofreu diversos danos em função da sequência de dias chuvosos. Para a recuperação do espaço, foram realizadas ações de melhorias na infraestrutura, que exigiu um investimento de R$ 1,8 milhão, oriundo do Banrisul. A instituição reabriu ao público três meses após o evento meteorológico. “Hoje, a Ospa está mais preparada e resiliente do que antes da enchente. A experiência de 2024 reforçou a importância da cultura como instrumento de acolhimento, reconstrução e fortalecimento da sociedade gaúcha”, afirma o presidente da Fospa, Gilberto Schwartsmann.

Entre as intervenções realizadas no Complexo estão a substituição dos equipamentos de climatização e a higienização dos dutos de ar-condicionado; a substituição de peças danificadas e a instalação do elevador. A instituição também investiu em obras preventivas para evitar possíveis perdas patrimoniais no caso de uma nova enchente, como a construção de plataformas de concreto para elevar as máquinas de ar-condicionado. E ainda: foi realizado o conserto de infiltrações no teto.

Para o público, as melhorias representam conforto térmico e acessibilidade. Para a sociedade, proteção do patrimônio em novos eventos climáticos. “A música tem um poder curativo e transformador, mas para que essa conexão aconteça de forma plena, o ambiente físico desempenha um papel fundamental”, destaca o diretor artístico da Ospa, maestro Manfredo Schmiedt. “Quando o público é recebido em um espaço seguro, acessível e com o conforto adequado, ele consegue se desconectar das tensões externas e se entregar inteiramente à experiência artística. Esse acolhimento potencializa a emoção de cada concerto e transforma a nossa casa em um verdadeiro refúgio para a comunidade”, enfatiza.

Uma atualização do projeto elétrico do edifício, considerando as alterações emergenciais realizadas durante o período de cheia, deve ser encaminhada ainda este ano.

Gilberto Schwartsmann destaca que a tragédia representou um dos maiores desafios da história recente da Fospa. “A interdição do Centro Administrativo Fernando Ferrari (Caff), onde se localiza a Casa da Ospa, exigiu a suspensão temporária de concertos e a reorganização de diversas atividades da instituição. Diante desse cenário, buscamos colocar a música a serviço da sociedade. Foram promovidas diversas apresentações musicais em abrigos de Porto Alegre, graças ao apoio de instituições parceiras que nos cederam espaços temporários para retomarmos os ensaios da orquestra. Depois, reorganizamos a temporada e tomamos a decisão de levar a Ospa até cidades atingidas pela enchente, com apresentações gratuitas”, relembra.

A Casa da Ospa fica na Avenida Borges de Medeiros, 1501, no Caff, Centro de Porto Alegre. A agenda de concertos e demais atividades pode ser consultada no site ospa.rs.gov.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/06/2026 0 Comentários 97 Visualizações
Projetos especiais

Grupo Amigas de Mãos Dadas celebra 20 anos de acolhimento e esperança em homenagem da Câmara

Por Marina Klein Telles 26/06/2026
Por Marina Klein Telles

A Câmara de Novo Hamburgo realizou, na noite da quinta-feira, 25, uma solenidade em homenagem aos 20 anos do Grupo Amigas de Mãos Dadas. Proposta pelo vice-presidente da Casa, vereador Felipe Kuhn Braun (PSDB), a cerimônia reconheceu duas décadas de trabalho voluntário dedicado ao acolhimento e apoio de mulheres em tratamento contra o câncer de mama.

Fundado em 2006 por mulheres que vivenciaram a doença e compreenderam a importância de ninguém enfrentar essa jornada sozinha, o grupo já acolheu mais de 400 pacientes. Atualmente, cerca de 80 mulheres participam dos encontros realizados no salão de eventos da Catedral São Luiz Gonzaga, com acompanhamento de psicólogas e o apoio de voluntárias que oferecem suporte emocional, atividades de integração e momentos de convivência.

Ao justificar a homenagem, Felipe destacou que celebrar os 20 anos do grupo é reconhecer a força transformadora de mulheres que converteram a própria dor em esperança e os desafios da vida em uma missão de apoio ao próximo.

“O Grupo Amigas de Mãos Dadas nasceu da sensibilidade de mulheres que enfrentaram o câncer de mama e compreenderam que ninguém deveria passar por essa jornada sozinho. O que começou com encontros simples, marcados pela escuta, pela amizade e pela partilha de experiências, tornou-se uma referência regional de acolhimento humano e apoio emocional. Ao longo dessas duas décadas, centenas de mulheres encontraram no grupo não apenas orientação, mas um braço amigo, uma palavra de conforto e a certeza de que a esperança sempre pode florescer, mesmo nos momentos mais difíceis”, afirmou.

O vereador também ressaltou que, como historiador, aprendeu que as comunidades são construídas por gestos de empatia, união e cuidado com o próximo. Segundo ele, a homenagem é dedicada a todas as mulheres que encontraram forças para seguir em frente e também àquelas que dedicam seu tempo para acolher quem mais precisa.

A solenidade foi marcada por momentos de emoção. O coral do grupo apresentou o hino das Amigas de Mãos Dadas e outras duas canções. Os presentes também acompanharam um vídeo gravado pelo pároco da Catedral São Luiz Gonzaga, padre Marco Antonio Leal, que comparou os 20 anos do grupo às bodas de porcelana, símbolo da resistência e da beleza construída ao longo do tempo. Em sua mensagem, definiu as integrantes como “as mais lindas flores do nosso jardim, elegantes, fortes e resistentes”.

Após receber o quadro de homenagem, a coordenadora do grupo, Flávia Trevisan, agradeceu a Deus, às voluntárias, às instituições parceiras e às famílias que caminham ao lado das pacientes. “Hoje celebramos muito mais do que uma data. Celebramos uma história de superação, amizade, fé, amor e vida.”

Conforme ela, o grupo nasceu da necessidade de acolher mulheres que recebiam o difícil diagnóstico de câncer de mama. O que começou de forma simples, movido pela vontade de ajudar, transformou-se em uma grande rede de apoio e esperança. “Muitas encontraram forças para enfrentar o tratamento, reconstruíram suas vidas e retornaram às suas atividades. Outras deixaram saudades eternas, mas também nos ensinaram lições de coragem, dignidade e amor que permanecem conosco”, declarou, emocionada.

Flávia destacou ainda que o grupo oferece um espaço seguro para que as participantes compartilhem medos, conquistas, lágrimas e sorrisos por meio da música, de atividades culturais, passeios e rodas de conversa. “Aqui, os vínculos transformam a dor em esperança e a fragilidade em força. Nada disso seria possível sem a dedicação das nossas voluntárias, que caminham ao lado de cada mulher em todos os momentos”, ressaltou.

Ao encerrar seu pronunciamento, renovou o compromisso de manter viva a missão do grupo. “Hoje, ao olhar para trás, sentimos orgulho da caminhada percorrida. E, ao olhar para frente, renovamos nosso compromisso de continuar estendendo as mãos a quem precisa de acolhimento, carinho e esperança.”

A coordenadora também relembrou que um dos momentos mais marcantes da trajetória da entidade é acompanhar a remissão da doença das pacientes, quando a alegria pela recuperação fortalece ainda mais o propósito do trabalho desenvolvido.

Ao final da cerimônia, Flávia convidou a comunidade para o tradicional chá beneficente promovido pelo grupo. O evento será realizado no sábado, 27 de junho, às 14h, no ginásio da Catedral São Luiz Gonzaga. Os ingressos podem ser adquiridos com as integrantes do grupo ou na secretaria da Basílica São Luiz.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/06/2026 0 Comentários 73 Visualizações
Variedades

Desafios e oportunidades da sustentabilidade no setor industrial são debatidos em evento do Sistema Fiergs

Por Marina Klein Telles 25/06/2026
Por Marina Klein Telles

Em alusão ao Mês do Meio Ambiente e da Educação Ambiental, o Sistema Fiergs promoveu, na quarta-feira (24), um evento gratuito voltado à reflexão e ao diálogo sobre os desafios e oportunidades da sustentabilidade no setor industrial. O Indústria Tri Consciente reuniu autoridades, lideranças, representantes da indústria e de sindicatos, além de profissionais do setor para discutir temas estratégicos, como competitividade sustentável, mercado de carbono e mudanças climáticas no Rio Grande do Sul.

Representando o presidente do Sistema Fiergs, Claudio Bier, o diretor da Fiergs e vice-coordenador do Conselho de Meia Ambiente (Codema) da entidade, Enio Garcia, destacou que a sustentabilidade é uma agenda de desenvolvimento e que a indústria gaúcha tem demonstrado ativamente o compromisso com a produção sustentável. “Em um contexto de desafios climáticos cada vez mais concretos, a sustentabilidade passou a ser um tema que vai integrar as decisões estratégicas do setor. Na prática, isso significa investir em inovação, otimizar o uso de recursos naturais e reduzir as emissões, integrando competitividade e preservação ambiental com dimensões complementares do desenvolvimento econômico. Por isso, mais do que cumprir um papel regulatório, o setor industrial é hoje parte ativa da transformação sustentável”, enfatizou Garcia.

O desafio de conciliar desenvolvimento econômico, segurança regulatória, inovação e responsabilidade ambiental marcou a programação. Em um painel voltado a cenários e tendências da indústria sustentável, Daniela Cardeal, conselheira do Codema e presidente do Sindicato da Indústria de Energias Renováveis do Rio Grande do Sul (Sindienergia-RS), apontou que a sustentabilidade está no desejo das pessoas e nos compromissos das empresas, sendo muito mais perceptível do que uma imposição feita por um pequeno grupo, como ocorria anteriormente. “Os caminhos da sustentabilidade envolvem o equilíbrio, por isso, precisamos de compromissos e impactos positivos ambientais, sociais e econômicos”, disse.

Para o coordenador do Comitê de Assuntos Tributários, Legais e Cíveis (Contec) da Fiergs e presidente do Sindicato das Indústrias da Construção de Estradas, Pavimentação e Obras de Terraplenagem em Geral do RS (Sicepot-RS), Rafael Sacchi, é necessário debater os caminhos para a sustentabilidade e conscientizar a população para que haja uma mudança de mentalidade. “Temos que auxiliar diuturnamente na busca por soluções que tornem o nosso negócio mais sustentável em todos os aspectos, gerando mais qualidade de vida, uma economia circular, com reaproveitamento de materiais e minimizando a emissão de gases”, acrescentou.

O coordenador do Comitê da Indústria Mineral (Comin) e presidente do Sindicato da Indústria da Mineração de Brita, Areia e Saibro do RS (Sindibritas-RS), Eduardo Machado, salientou que a sustentabilidade envolve três pilares — social, ambiental e econômico — e que é preciso haver equilíbrio entre eles para que a estrutura se mantenha sólida e funcional. “A sustentabilidade é um diferencial competitivo e os países que não se adaptam a essas questões ficam para trás. Não há mais espaço para crescimento e desenvolvimento sem que isso seja uma pauta de fato considerada dentro do DNA das empresas e das indústrias”, pontuou;

Outro tema de painel foi a Lei Geral do Licenciamento Ambiental no contexto da indústria. Participaram do painel os conselheiros do Codema, Gustavo Trindade e Fabiana Figueiró, e o chefe da Divisão de Licenciamento da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam), Jorge Berwanger. Em suas falas, detalharam aspectos da lei que foi discutida por 21 anos no Congresso Nacional, explicando o que muda nos procedimentos tradicionais, quais os impactos para as indústrias e que adequações o estado vem trabalhando a partir dessa transição.

A programação abordou, ainda, a implementação do mercado de carbono no Brasil e as ações de contingência para as mudanças climáticas no Rio Grande do Sul. O evento foi organizado pelos conselhos de Meio Ambiente (Codema), de Articulação Política (Coap) e de Inovação e Tecnologia (Citec) do Sistema Fiergs.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/06/2026 0 Comentários 82 Visualizações
Cultura

Theatro São Pedro completa 168 anos e se prepara para reabrir as portas em novembro

Por Marina Klein Telles 25/06/2026
Por Marina Klein Telles

Patrimônio cultural do Rio Grande do Sul, o Theatro São Pedro completa 168 anos neste sábado, dia 27 de junho, em meio a um dos momentos mais importantes de sua trajetória: a realização de um amplo conjunto de obras de reforma e restauro que garantirão mais segurança, acessibilidade e preservação ao prédio histórico. Fechado desde março de 2025, o teatro mais antigo de Porto Alegre está em contagem regressiva para sua reabertura, prevista para o próximo mês de novembro.

Para comemorar o mês de aniversário e compartilhar com o público as próximas etapas da reforma, a instituição vinculada à Secretaria da Cultura (Sedac) lançou um Diário de Obra que pode ser acompanhado pelas redes sociais, no @theatrosaopedro.rs. O primeiro episódio, apresentado pelo diretor operacional João Antônio Porto, que atua no equipamento cultural há quase 40 anos, já está disponível.

Com investimento superior a R$ 20 milhões feito pelo Governo do Estado, as obras contemplam ações de restauração, modernização, acessibilidade e implantação do Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndio (PPCI), preservando o espaço cultural para as próximas gerações. Entre os grandes destaques da frente de restauro estão a recuperação minuciosa dos lustres do foyer nobre, que passam por higienização especializada, assim como a reposição de componentes danificados ou faltantes e a padronização luminotécnica. Além do restauro do famoso forro pictórico, o mobiliário da plateia também recebe atenção especial: as cadeiras e poltronas estão sendo totalmente revitalizadas, respeitando rigorosamente as características de sua tonalidade e estampa.

A modernização do espaço avança em conformidade com as normas de segurança. O prédio tombado recebeu recentemente o Certificado de Aprovação do PPCI, um passo decisivo para o cronograma da obra. Alinhando a preservação histórica à proteção dos frequentadores, serão instalados novos revestimentos em carpetes, cortinas e poltronas com tecidos antichama e tecnologia que impede a propagação do fogo. O projeto de segurança prevê, ainda, a sinalização das rotas de fuga e de um moderno sistema de exaustão.

Já na frente de acessibilidade, estão sendo ampliadas as condições de autonomia do público, tornando o espaço mais inclusivo. Entre as adaptações previstas estão passarela de acesso na lateral externa junto ao pátio do Multipalco Eva Sopher; corrimãos metálicos nas escadarias externas; espaço na plateia para pessoas em cadeira de rodas e poltronas para pessoas obesas; inclusão de fraldário; sanitários adaptados para pessoas com mobilidade reduzida e uma plataforma elevatória, conectando o subsolo, o foyer e a cafeteria; bem como camarins adaptados para pessoas em cadeira de rodas.

Exposição resgata a trajetória do Theatro São Pedro

Enquanto o equipamento histórico segue em reformas, o público pode conferir a mostra Theatro São Pedro para sempre no foyer do Multipalco Eva Sopher, complexo cultural construído em terreno anexo ao prédio centenário. O percurso expositivo está organizado em quatro núcleos. O primeiro aborda a construção do Theatro São Pedro e os primeiros espetáculos. O segundo apresenta a relação entre o teatro, os artistas e o público, reunindo programas de diferentes períodos, figurinos, livros de assinatura, fotografias, mobiliário e placas históricas. O terceiro núcleo é dedicado a Eva Sopher, responsável pela reforma do Theatro São Pedro após o fechamento do espaço em 1973. Já o quarto apresenta os processos de ampliação e renovação do complexo cultural, incluindo a construção do Multipalco Eva Sopher e as conclusões e transformações recentes dos espaços.

A mostra fica em cartaz até o dia 2 de agosto, com entrada franca. A visitação pode ser feita de segunda a segunda, das 10h às 20h. A iniciativa inclui ainda um catálogo digital, que reúne uma série de documentos, fotografias, programas de espetáculos, entre outros, no site Acervos da Cultura da SEDAC. As ações fazem parte do projeto realizado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc, por meio do edital de Memória e Patrimônio da Secretaria de Estado da Cultura, e que tem como proponente a Associação Amigos do Theatro São Pedro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/06/2026 0 Comentários 92 Visualizações
Business

Setor da proteína debate futuro com Gabriel Souza e Marcelo Maranata

Por Marina Klein Telles 25/06/2026
Por Marina Klein Telles

Determinado a alinhar rumos para maior competitividade da categoria da produção, sindicatos do setor da proteína animal receberam, na manhã da quarta-feira (24/06), os pré-candidatos Gabriel Souza (MDB) e Marcelo Maranata (PSDB) em torno do Painel o Futuro da Proteína Animal do RS, em Porto Alegre (RS).

Ao público formado por representantes e associados do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado do Rio Grande do Sul (Sindilat/RS), Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado do Rio Grande do Sul (Sicadergs), Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav/Sipargs) e Sindicato da Indústria de Produtos Suínos no Estado do Rio Grande do Sul (Sips), correligionários e imprensa, Guilherme Portella reforçou a importância do painel para um estado eminentemente agrícola. “Esta é nossa origem. E isso nos orgulha. É o vetor da nossa economia e quem está aqui valoriza isso e toda a riqueza que gera”, disse o presidente do Sindilat/RS. Somente o setor do leite, que está presente em praticamente todas as cidades gaúchas, gera renda para mais de 240 mil pessoas e mobiliza cerca de R$ 20 bilhões/ano, o que equivale a cerca de 2,8% do PIB. Apesar de terem sido convidados, Juliana Brizola (PDT) e Luciano Zucco (PL) não se fizeram presentes.

Os desafios e projetos do setor lácteo foram entregues às candidaturas em documento repassado pelo Sindilat/RS. Nele constam itens como competitividade para fazer frente às importações e aos desafios de mercado; sanidade e qualidade, com fortalecimento da defesa sanitária, da assistência técnica e da qualidade da produção; e políticas públicas e de desenvolvimento, por meio do aperfeiçoamento de programas de apoio ao setor, incentivo à inovação, agregação de valor e desenvolvimento regional.

Temas estes que se alternaram em perguntas e respostas ao longo da manhã de debates conduzidos pelo jornalista Léo Saballa Jr. Dividido em quatro blocos, no evento que durou três horas, os postulantes ao comando do Piratini manifestaram interesse em dialogar e valorizar o setor primário. “Temos muitos desafios e estamos dispostos a enfrentar e ouvir”, afirmou Gabriel Souza, reforçando a composição de sua equipe alinhada com o agronegócio. Valorizando o papel do agro na economia gaúcha, Maranata reforçou a importância dos espaços de participação e o agro como dinamizador da economia. “Precisamos ter as pessoas certas nos lugares apropriados para garantir políticas públicas”, assinalou Maranata.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/06/2026 0 Comentários 90 Visualizações
Cidades

Prefeitos unem região em marcha a Brasília pela aprovação da securitização

Por Marina Klein Telles 25/06/2026
Por Marina Klein Telles

A aprovação do Projeto de Lei 5.122, que trata da securitização das dívidas dos produtores rurais gaúchos, mobilizou prefeitos, lideranças políticas, entidades representativas e agricultores de diferentes regiões do Estado na terça-feira, em Pantano Grande. Organizado pelo prefeito Mano Paganotto, em conjunto com a Associação dos Municípios do Vale do Rio Pardo (Amvarp), o encontro consolidou uma frente regional de articulação política para pressionar o Congresso Nacional a pautar a matéria antes do recesso parlamentar. A principal deliberação do encontro foi a formação de uma grande comitiva que estará em Brasília entre os dias 30 de junho e 2 de julho para defender a aprovação do projeto.

A proposta de lei já foi aprovada na Câmara dos Deputados e aguarda avanço em sua tramitação no Senado. Conforme lideranças do movimento, o principal entrave não está relacionado ao mérito da matéria, mas à falta de conhecimento sobre seus efeitos e mecanismos. Por isso, prefeitos, parlamentares e representantes do setor produtivo defendem uma mobilização ampliada junto aos congressistas. A intenção é demonstrar que a securitização não representa perdão de dívidas, mas sim uma alternativa para alongar prazos de pagamento e permitir que milhares de produtores consigam recuperar sua capacidade produtiva após sucessivos eventos climáticos extremos.

Representando a Amvarp, o presidente da entidade e prefeito de Encruzilhada do Sul, Benito Paschoal, afirmou que a defesa da pauta ultrapassa os limites do setor agropecuário e atinge diretamente a economia dos municípios gaúchos. Segundo ele, a crise enfrentada pelos produtores rurais tem reflexos sobre a arrecadação pública, a geração de empregos e a manutenção da atividade econômica em dezenas de cidades. “Os produtores gaúchos enfrentam uma das maiores crises da história. É seca, é enchente, é custo de produção subindo todos os dias. O que está em jogo não é apenas o agronegócio. Está em jogo a recuperação econômica do Rio Grande do Sul e a saúde financeira dos nossos municípios”, destacou.

Paschoal também reforçou que a mobilização regional buscará sensibilizar a bancada federal gaúcha e lideranças nacionais para acelerar a votação da matéria. “Ninguém está pedindo perdão. Ninguém está pedindo que não se pague a conta. O que estamos solicitando é um alongamento, e existem fundos constitucionais para isso. Basta que haja boa vontade para que possamos garantir condições de recuperação aos produtores”, afirmou. O presidente da Amvarp confirmou que a associação participará ativamente da agenda em Brasília, acompanhando prefeitos, produtores e representantes de entidades do setor.

Além de Benito Paschoal, já confirmaram presença na mobilização da próxima semana o prefeito de Pantano Grande, Mano Paganotto, o prefeito de Vera Cruz, Gilson Becker, e o prefeito de Boqueirão do Leão, Paulo Joel Ferreira. Também participaram do encontro os prefeitos Sílvia Lasek, de Minas do Leão; Ricardo Froemming, de Vale Verde; Sérgio Moraes, de Santa Cruz do Sul; o vice-prefeito de Vera Cruz, Ângelo Hoff; deputados estaduais e federais, vereadores, lideranças setoriais e produtores rurais. A expectativa é ampliar a representação gaúcha na Capital Federal por meio de uma articulação envolvendo a Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), associações regionais e entidades ligadas ao agronegócio.

A força econômica do campo

A preocupação dos prefeitos com a aprovação da securitização está diretamente relacionada ao peso do agronegócio na economia gaúcha. Durante o encontro, Benito Paschoal lembrou que cerca de 40% do Produto Interno Bruto (PIB) do Rio Grande do Sul possui relação direta com o setor agropecuário, evidenciando o impacto que a crise enfrentada pelos produtores pode gerar sobre toda a economia estadual.
O presidente da Amvarp, Benito Paschoal, também citou a realidade de municípios altamente dependentes da atividade rural. Em Encruzilhada do Sul, por exemplo, aproximadamente 56% da economia local está vinculada ao agronegócio. Para as lideranças presentes, a recuperação financeira dos produtores representa uma condição essencial para preservar empregos, manter investimentos, sustentar a arrecadação municipal e garantir a continuidade do desenvolvimento regional. A avaliação é de que a securitização se tornou uma pauta estratégica não apenas para o campo, mas para o futuro econômico do Rio Grande do Sul.

Foto: Rodrigo Nascimento/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/06/2026 0 Comentários 93 Visualizações
Gastronomia

Casa Perini conquista Grande Ouro no Brazil Wine Challenge 2026 com o Vintage Brut Barriqué

Por Marina Klein Telles 25/06/2026
Por Marina Klein Telles

A Casa Perini foi destaque no Brazil Wine Challenge 2026, um dos mais importantes concursos de vinhos da América Latina, promovido pela Associação Brasileira de Enologia (ABE), ao conquistar seis medalhas com rótulos nacionais e importados. Entre os premiados, destaca-se o espumante Casa Perini Vintage Brut Barriqué 2023, agraciado com a medalha Grande Ouro, a mais alta distinção conferida pela competição.

Além da medalha Grande Ouro, concedida apenas a amostras que alcançam 94 pontos ou mais, a vinícola também recebeu medalha de ouro para os rótulos Perini 4 2020 e Vintage Nature 2023, reforçando o reconhecimento da qualidade de seus vinhos e espumantes elaborados na Serra Gaúcha.

O desempenho se estendeu ainda ao portfólio de importados da Casa Perini Mundo, que conquistou três medalhas na competição. O italiano Brunello di Montalcino Domini Toscani 2018 recebeu a medalha Grande Ouro, enquanto o sul-africano African King Chenin Blanc e o australiano Eden Hill Shiraz foram premiados com medalha de Ouro.

Realizado anualmente, o Brazil Wine Challenge reúne amostras de diferentes países e é avaliado por um corpo técnico formado por especialistas nacionais e internacionais. Em sua 13ª edição, o concurso recebeu 1.127 amostras de 19 países, registrando o maior número de inscrições de sua história. A comissão julgadora contou com degustadores do Brasil, Chile, Argentina, Uruguai, Portugal, França, Espanha, Estados Unidos e Bolívia.

Para Franco Perini, presidente do conselho de administração da Casa Perini, o resultado demonstra a consistência do trabalho realizado tanto na produção própria quanto na seleção de rótulos estrangeiros. “Receber esse reconhecimento em diferentes categorias reforça nosso compromisso com a qualidade e com a entrega de experiências que representem o melhor do vinho. São conquistas que valorizam o trabalho desenvolvido ao longo dos anos e nos motivam a seguir elevando nossos padrões”, afirma.

Os resultados fortalecem a presença da Casa Perini entre os destaques da vitivinicultura brasileira e evidenciam a estratégia da empresa de ampliar o acesso dos consumidores a diferentes origens, estilos e terroirs por meio de um portfólio diversificado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/06/2026 0 Comentários 145 Visualizações
Business

Prêmio Exportação RS anuncia vencedores de sua 54ª edição

Por Marina Klein Telles 25/06/2026
Por Marina Klein Telles

O Conselho do Prêmio Exportação RS divulgou nesta quarta-feira, dia 23, a lista das empresas que se destacaram no cenário internacional. Ao todo, 64 organizações serão reconhecidas por sua competência de mercado, visão estratégica e contribuição para a economia do Rio Grande do Sul. O número consolida uma expansão no setor em relação a 2025, quando 60 empresas foram premiadas. A cerimônia de entrega será realizada no dia 6 de agosto, na Casa NTX, em Porto Alegre, onde são esperadas mais de 800 pessoas, entre lideranças empresariais, autoridades e especialistas do setor. “Chegar à 54ª edição chancelando um número maior de empresas vencedoras em relação ao ano anterior é a prova contundente da resiliência e da força do mercado exportador gaúcho”, destaca Rafael Biedermann Mariante, presidente do Conselho do Prêmio Exportação RS. “Esta premiação cumpre seu papel tradicional de reconhecer quem mantém o Rio Grande do Sul competitivo globalmente”, complementa.

Para Edmilson Milan, CEO do Prêmio Exportação RS, o desempenho das marcas ganha ainda mais relevância diante do contexto macroeconômico recente. “O ano de 2025 trouxe desafios severos ao comércio exterior, incluindo o forte impacto do tarifaço imposto pelos Estados Unidos, que exigiu das nossas empresas uma capacidade ímpar de organização, diversificação de mercados e eficiência operacional. Ver o setor apresentar constante evolução, demonstra que o exportador gaúcho sabe operar na adversidade e vencer”, pondera.

O Conselho do Prêmio Exportação RS é formado por lideranças de instituições que dão suporte e sustentação ao cenário exportador gaúcho. São elas: ADVB/RS, ApexBrasil, Badesul, Banco do Brasil, Banrisul, BRDE, Correios, FARSUL, Federasul, Fecomércio-RS, FIERGS, Transforma RS, Portos RS, Sebrae RS, Secretaria do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e UFRGS.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/06/2026 0 Comentários 104 Visualizações
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