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Marina Klein Telles

Marina Klein Telles

Variedades

Assemp investe na climatização do Pavilhão Central da Oktoberfest

Por Marina Klein Telles 29/06/2026
Por Marina Klein Telles

Um dos espaços mais tradicionais da Oktoberfest de Santa Cruz do Sul, que abriga bailes típicos e importantes eventos culturais, como apresentações de danças folclóricas, Culto Ecumênico e o encerramento, vai receber uma importante melhoria para a Festa da Alegria de 2026. A Associação de Entidades Empresariais (Assemp), parceira do Município na organização da 41ª Oktoberfest iniciou nesta semana o projeto de climatização do espaço, com a instalação de 10 condicionadores de ar e três exaustores.

Fruto do resultado positivo da Oktoberfest 2025, o investimento atende uma demanda antiga dos frequentadores do local, principalmente durante a festa. “O Pavilhão Central guarda muita história e tradição e tem a preferência de milhares de pessoas todos os anos, em bailes recheados de alegria e animação. Por isso, acreditamos que a climatização vai proporcionar uma experiência ainda melhor aos nossos visitantes e comunidade que utiliza o espaço durante o ano”, destaca o presidente da Assemp, Fábio Costa de Borba.

O presidente da 41ª Oktoberfest, Gilberto Luís Eidt, comemora o investimento no espaço mais tradicional da festa. “O Pavilhão Central, historicamente, era o espaço preferido pelo público mais velho. E hoje, abriga um verdadeiro encontro de gerações, com pessoas de todas as idades que apreciam a tradição alemã. Renovar este local certamente vai tornar a nossa festa ainda melhor”, destaca ele.

Preparativos

A obra no Pavilhão Central integra os preparativos para a 41ª Oktoberfest, que vai ocorrer de 8 a 12, 15 a 18 e 21 a 25 de outubro, no Parque da Oktoberfest. Nas próximas semanas, a Assemp deve iniciar, também, a contratação das empresas que serão responsáveis pelos serviços de segurança e limpeza, bem como a seleção dos interessados em explorar os pontos de alimentação e bebida durante a Festa da Alegria.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/06/2026 0 Comentários 69 Visualizações
Cidades

Retomada das obras do Anexo II do Hospital Municipal completa 150 dias com avanços significativos na estrutura

Por Marina Klein Telles 29/06/2026
Por Marina Klein Telles

A ampliação do Hospital Municipal de Novo Hamburgo (HMNH) atingiu um marco importante no sábado (27): completam-se 150 dias desde a retomada das obras do Anexo II. Com um investimento superior a R$ 23 milhões, o projeto vai expandir a área construída do complexo hospitalar de 8 mil para 13 mil metros quadrados, qualificando o atendimento de saúde para mais de 25 municípios da região.

Atualmente, os trabalhos se concentram nos revestimentos e nas instalações internas. Na parte interna, os rebocos já alcançaram praticamente 80% de conclusão. Já nas fachadas externas, das quatro frentes planejadas, três estão praticamente prontas e uma está prestes a iniciar, totalizando cerca de 70% de execução dessa etapa. “Além disso, estão praticamente finalizadas as instalações embutidas nas alvenarias, que compreendem os sistemas hidrossanitários e elétricos”, detalha o engenheiro fiscal da Prefeitura de Novo Hamburgo, Mateus Arcari.

Nos próximos 60 dias, o cronograma prevê a chegada de até duas novas equipes no canteiro para acelerar o fechamento externo do prédio, garantindo que o período de chuvas não atrase o cronograma. “Teremos um incremento significativo de cerca de 40 pessoas trabalhando simultaneamente. A prioridade agora é o telhamento e as esquadrias para tornar a obra estanque, o que vai possibilitar o avanço seguro dos serviços internos”, explica o engenheiro.

Com a área interna protegida das chuvas, os trabalhos ganham uma nova dinâmica nos pavimentos. “Essa próxima etapa vai se focar principalmente nas instalações dos dutos do sistema de climatização, que têm prioridade sobre as demais disciplinas. Iniciando a instalação dos dutos, liberamos as outras frentes de trabalho”, adianta Mateus.

Impacto regional

A conclusão do Anexo II trará um impacto significativo para a saúde pública local. Entre os principais destaques do projeto está a expansão da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), que ganhará 20 novos leitos — um incremento de 133% na capacidade atual de atendimento crítico.

Além disso, o Centro Cirúrgico será modernizado e passará a contar com seis salas definitivas. Essa melhoria permitirá que os espaços utilizados hoje de forma provisória retornem à sua função original como unidades de internação, ampliando consideravelmente a capacidade assistencial global do hospital.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/06/2026 0 Comentários 80 Visualizações
Saúde

Grupo Hospitalar Conceição inicia estudo que avaliará uso de canetas emagrecedoras no SUS

Por Marina Klein Telles 29/06/2026
Por Marina Klein Telles

O Grupo Hospitalar Conceição (GHC) iniciou, na manhã da sexta-feira (26), um estudo pioneiro que avaliará o uso de canetas emagrecedoras no Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo do trabalho é reunir dados para mensurar, do ponto de vista clínico e financeiro, a possibilidade da incorporação dessas medicações na rede pública brasileira.

Para marcar o início da pesquisa, uma cerimônia foi realizada no auditório do Centro de Oncologia e Hematologia do Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC), em Porto Alegre, onde um paciente recebeu a primeira dose da medicação. “O Brasil está sendo um dos pioneiros na introdução e utilização dessa medicação em um sistema público universal. Poucos países fizeram isso. Acreditamos que ela pode reduzir a necessidade de cirurgia bariátrica ou permitir a realização da cirurgia em pacientes que hoje não têm condições clínicas de fazê-la”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante o evento, que reuniu profissionais do GHC, autoridades e imprensa.

Segundo o ministro, o projeto do GHC servirá como base para a rede pública compreender como o medicamento pode ser usado no tratamento de obesidade e diabetes, além de futuras incorporações ao SUS. Isso ocorrerá porque, no projeto-piloto, os profissionais poderão acompanhar a evolução dos pacientes, dimensionar a perda de peso e conhecer os efeitos colaterais do tratamento.

Outro desafio do país envolve a parte econômica do uso da medicação, já que, atualmente, as canetas emagrecedoras estão disponíveis apenas no setor privado. “É fundamental garantir a produção local para que mais empresas produzam essa medicação e, com isso, derrubem os preços. Não pode acontecer como ocorreu com a insulina, quando poucas empresas internacionais tinham quase o monopólio da produção. Tudo que envolve o SUS diz respeito a milhões de pessoas. Portanto, ou você tem capacidade de produzir no país, ou não há sustentabilidade na oferta dessa medicação”, acrescentou o ministro.

Na apresentação, foi destacado o aumento da obesidade no país. Segundo levantamento de 2025 da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), do Ministério da Saúde, o número de pessoas com a condição entre os brasileiros saltou de 11,8% em 2006 para 25,7% em 2024. Também foi informado que, no SUS, houve aumento de 57% nos tratamentos relacionados à doença entre 2022 e 2025.

No contexto global, conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS), há 1 bilhão de pessoas vivendo com obesidade.

O cenário é também uma barreira a ser enfrentada para melhorar a qualidade de vida dos gaúchos. “O Rio Grande do Sul é um dos Estados com maior índice de sobrepeso e obesidade do país. Portanto, isso tudo mostra que nós temos um grande desafio no Sistema Único de Saúde. Esse estudo vai contribuir muito para que a gente possa reduzir esses índices”, afirmou Gilberto Barichello, diretor-presidente do GHC.

Primeira dose

No início da cerimônia, Guilherme Henrique Streppel Panichi, 39 anos, tomou a primeira dose de semaglutida, princípio ativo que será usado no projeto-piloto do GHC. Ele será uma das 250 pessoas acompanhadas pelas equipes para avaliar a perda de peso nos próximos 24 meses, período de duração da pesquisa. Após tomar a dose, Guilherme recebeu instruções sobre o manuseio do medicamento e as próximas etapas do tratamento. “Tenho problemas de excesso de peso desde os meus 6 anos. Entrei na fila da bariátrica, mas sempre tive receio por conta da minha saúde e nunca fiz [a cirurgia]. Fiquei muito feliz quando soube dessa pesquisa e fui convidado para participar. Hoje, fazer esse tratamento no setor privado é inviável para mim do ponto de vista financeiro, pois não tenho condições de arcar com os custos. Então, ser um dos participantes do estudo é um privilégio e uma oportunidade de ter uma vida melhor”, disse o paciente, morador de Porto Alegre.

Como funcionará a pesquisa?

Segundo Fernando Anschau, um dos pesquisadores do projeto-piloto e head de Inovação do GHC, a pesquisa será feita apenas com pacientes que estão na fila do SUS para a cirurgia bariátrica. Denominado Real-Bari, o trabalho disponibilizará o tratamento para pessoas com obesidade grave.

Entre os pacientes atendidos pela instituição, 91% têm obesidade mórbida, com o Índice de Massa Corporal (IMC) acima de 50. Além disso, apenas 47% possuem condições clínicas para realização de cirurgia bariátrica. A comorbidade mais prevalente nesse grupo é a hipertensão arterial. “Chamamos esse projeto de ‘ponte para a cirurgia bariátrica’. Nosso público-alvo precisa de uma condição melhor de saúde para fazer a cirurgia. Com esse trabalho, nossa perspectiva é encurtar o tempo da fila e devolver qualidade de vida em um prazo menor”, disse o médico.

Serão avaliados indicadores essenciais para compreender como o tratamento pode ser adaptado à realidade do SUS, como:

  • o percentual de perda de peso
  • a evolução da qualidade de vida
  • resultados de exames clínicos
  • condições pós-operatórias
  • os custos dos processos

Segundo Anschau, o trabalho não se resume apenas a entregar a medicação: há um braço de capacitação para os profissionais de saúde do SUS e de esclarecimento do tema à população. “Precisamos consolidar na sociedade e nos consultórios o entendimento de que a obesidade é uma doença crônica severa”, resumiu o pesquisador.

Quem serão os participantes?

O programa do GHC envolverá pacientes que estão regulados pelo SUS para o ambulatório de Endocrinologia do HNSC. Assim, a pesquisa não prevê a abertura para a entrada de novos voluntários. O estudo investigará a efetividade e a segurança do uso da semaglutida na perda de peso com acompanhamento periódico por 24 meses.

Além do vínculo com o HNSC, para serem incluídos no estudo, os participantes precisam preencher requisitos específicos. Entre eles estão apresentar Índice de Massa Corporal maior ou igual a 40 kg/m² ou maior ou igual a 35 kg/m² associado a pelo menos uma comorbidade relacionada à obesidade, como:

  • diabetes tipo 2
  • hipertensão arterial
  • dislipidemia
  • apneia obstrutiva do sono

Também é preciso ter o diagnóstico de obesidade estabelecido há pelo menos 12 meses e apresentar falha documentada no tratamento clínico convencional (dieta estruturada e atividade física) por pelo menos 12 meses. Outro requisito é ter capacidade de compreender e realizar a autoaplicação da medicação (ou contar com um cuidador habilitado para isso) e disponibilidade para comparecer às consultas presenciais no hospital. “O paciente precisa de dieta, nutricionista, mudanças de estilo de vida, mas também dessas novas tecnologias que são revolucionárias”, disse a endocrinologista do GHC Kátia Elisabete Pires Souto, que também participa do projeto.

Além da perda de peso e da melhora da qualidade de vida dos pacientes, a ideia do projeto é ter uma análise econômica do uso da medicação.
“Vemos que a obesidade está avançando nas classes menos favorecidas financeiramente, nos grupos de mulheres e gestantes. Tudo isso pressiona o SUS. Somos a favor do tratamento da obesidade, seja cirúrgico ou clínico. A obesidade não tem cura, mas tem tratamento”, acrescentou Kátia.

O projeto será acompanhado pelo Ministério da Saúde durante todas as etapas.

29/06/2026 0 Comentários 92 Visualizações
Cidades

Prefeitos da região debatem concessão de rodovias na ACI, dia 30

Por Marina Klein Telles 26/06/2026
Por Marina Klein Telles

A convite da entidade, prefeitos da região reúnem-se na ACI, na próxima terça-feira, 30, a partir das 13h30min, para debater o projeto de concessão de rodovias do Bloco 1.

“O encontro tem como objetivo promover o alinhamento entre as lideranças regionais, avaliar impactos econômicos e logísticos e construir uma posição conjunta em defesa dos interesses da região”, explica o presidente da ACI, Robinson Klein. 

O dirigente enfatiza que a ACI está atenta aos impactos econômicos e sociais do projeto de concessão da RS-239, entre outras rodovias, por isso promove a mobilização regional com o objetivo de construir uma posição unificada dos municípios diretamente afetados. 

“A participação dos chefes de executivos municipais é fundamental para o fortalecimento do diálogo regional e a construção de encaminhamentos consistentes sobre este tema de grande relevância”, conclui.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/06/2026 0 Comentários 52 Visualizações
Business

ABRH-RS realiza a 2ª edição do Fórum Recompensar

Por Marina Klein Telles 26/06/2026
Por Marina Klein Telles

A Associação Brasileira de Recursos Humanos seccional Rio Grande do Sul (ABRH-RS) em conjunto com a Resolution Inteligência Humana, realizará o Fórum RECOMPENSAR – Os Desafios da Remuneração. O evento acontecerá na próxima terça-feira, dia 30 de junho, das 13h às 19h, na Arena South Summit Brazil, no Tecnopuc – Av. Ipiranga, 6681, Porto Alegre.

Os palestrantes confirmados são a gerente de RH na Bruning Tecnometal, Rafaela Albrecht, a superintendente executiva da Unimed Encosta da Serra, Simone Mantelli, a executiva de RH, Tatiana Kipper e o sócio sênior e senior client partner da Korn Ferry, Antônio Linhares, que irão participar de painel que terá como tema “O Futuro das Recompensas que Movem as Pessoas e a Estratégia dos Negócios”. A Chief Human Resources Officer da Starian, Alejandra Nadruz, a HR Support Work Lead LATAM da Dell Technologies, Elusa Dalmoro e o Head of HRBP Corporate & Operations LATAM do Grupo Quinto Andar, Pedro Bacaltchuk, que irão falar sobre “Atração e Engajamento: Integrando IA, Recompensas e Experiência do Colaborador”.

Na sequência do evento, a diretora do Great Place to Work RS, Kelly Bitencourt, irá abordar o tema “Recompensas e Percepção de Valor, um Desafio na Gestão de Pessoas”. A palestra de encerramento do evento será do cofundador e CEO da StartSe, Junior Borneli, que fará sua explanação sobre “Como Recompensar a Inovação?” Os mediadores dos painéis do RECOMPENSAR serão o professor, coautor e especialista em gestão por competências, performance e carreira, Adriano Ely e o mestre em Administração e head de Remuneração na Resolution, Maurício Folli.

O Recompensar foi desenhado para oferecer uma visão sistêmica sobre a gestão de remuneração nas organizações. A proposta vai além de atualizar tabelas salariais. O foco recai em decisões estratégicas capazes de sustentar crescimento, atrair talentos e fortalecer a cultura organizacional. Os especialistas de mercado e profissionais de organizações irão debater sobre as atuais práticas de recompensa, as estratégias frente aos desafios de negócio e como os modelos e mecanismos de remuneração podem apoiar as organizações a serem mais atrativas e competitivas no atual contexto de Gestão de Pessoas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/06/2026 0 Comentários 61 Visualizações
Variedades

Tricofest começa no dia 3 de julho em Picada Café

Por Marina Klein Telles 26/06/2026
Por Marina Klein Telles

Faltam poucos dias para a maior feira de malha tricot do Sul do Brasil abrir suas portas ao público em Picada Café. A partir do dia 3 de julho, sexta-feira, a Tricofest inicia sua programação no Parque Histórico Municipal Jorge Kuhn, reunindo quatro finais de semana de atrações, compras e lazer.

Ao todo, cerca de 50 expositores estarão presentes, oferecendo produtos diretamente das fábricas, aliando tecnologia, qualidade, design a valores justos. A feira ocorre de sextas-feiras a domingos, sempre das 10h às 19h, com entrada e estacionamento gratuitos.

Demonstrando grande otimismo para a edição em Picada Café, o coordenador-geral da Tricofest, André Fernando Schmitt, esteve na manhã desta sexta-feira, dia 26, no gabinete do prefeito Daniel Rückert. Na ocasião, convidou oficialmente o chefe do Executivo e a secretária de Turismo, Indústria e Comércio, Cléri Spindler, para participarem da solenidade de abertura do evento, marcada para o dia 3 de julho.

Durante o encontro, André destacou os expressivos resultados alcançados na edição realizada em Nova Petrópolis, que registrou recordes de público e vendas. Segundo ele, a expectativa é repetir o sucesso também em Picada Café. “Como sempre, vamos oferecer uma excelente estrutura para que visitantes e comunidade local possam viver a experiência Tricofest com toda a segurança e tranquilidade, aproveitando momentos de lazer e realizando ótimas compras”, ressaltou Schmitt.

Foto: Marco Dieter/Comunicação Prefeitura | Fonte: Assessoria
26/06/2026 0 Comentários 78 Visualizações
Variedades

Para junho, Conseleite projeta leite a R$ 2,4281

Por Marina Klein Telles 26/06/2026
Por Marina Klein Telles

O valor de referência do leite para junho foi divulgado na manhã da quinta-feira (25/06) e ficou projetado em R$ 2,4281. O índice representa uma queda de 0,80% em relação ao valor projetado para maio, que havia sido de R$ 2,4478, mantendo a trajetória de estabilidade observada no mercado.

O Conselho Paritário Produtores/Indústrias de Leite do Rio Grande do Sul (Conseleite/RS) também divulgou o valor consolidado de maio, que fechou em R$ 2,4302, abaixo da projeção do mês (R$ 2,4478).

Os dados divulgados pelo Conseleite são elaborados pela Universidade de Passo Fundo (UPF) com base em informações fornecidas pelas indústrias, considerando a movimentação dos primeiros 20 dias do mês.

Foto: Julia Bastiani/divulgação | Fonte: Assessoria
26/06/2026 0 Comentários 79 Visualizações
Variedades

Setor arrozeiro condiciona acesso ao Plano Safra a dívida e juros menores

Por Marina Klein Telles 26/06/2026
Por Marina Klein Telles

O Plano Safra 2026/2027 pode não alcançar parte dos produtores de arroz se não vier acompanhado de medidas para renegociação de dívidas e redução do custo do crédito. A avaliação é da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), que aponta a necessidade de repactuação de dívidas agrícolas como essencial ao setor, assim como a subvenção ao custeio agrícola e o seguro rural como fatores para definir o acesso ao financiamento da próxima safra.

O presidente da Federarroz, Denis Dias Nunes, afirma que o alto endividamento do setor pode impedir a contratação de novas linhas por produtores que dependem do custeio para seguir na atividade. “Precisamos de um grande suporte governamental, sem isso, grande parte dos produtores não terá acesso ao crédito diante das dificuldades que encontramos”, diz Nunes.

O dirigente cita o PL 5.122/2023 como uma iniciativa importante, desde que efetivamente chegue a tempo no produtor rural. O projeto autoriza a criação de uma linha especial de financiamento para produtores rurais afetados por eventos climáticos. Para a Federarroz, a proposta precisa avançar antes da operacionalização do Plano Safra, já que a existência de recursos não garante acesso para agricultores com restrições financeiras.

A entidade também defende que a subvenção ao custeio agrícola da agricultura empresarial resulte em taxas de juros inferiores a 10% ao ano. Segundo o dirigente, o custo do dinheiro será determinante para a capacidade de pagamento em uma safra marcada por preços mais apertados no arroz.

O presidente da Federarroz avalia que juros de dois dígitos podem comprometer a viabilidade econômica da atividade no próximo ciclo. “Nas condições que temos agora, principalmente no arroz, não há como viabilizar o pagamento com juros acima de 10% ao ano”, observa Nunes.

A forma de liberação dos recursos é outro ponto acompanhado pela Federarroz. Nunes lembra que o Plano Safra autoriza as instituições financeiras a operar o crédito, mas os bancos precisam buscar fontes como Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), poupança rural e outras linhas previstas para financiar os custeios.

A liberação pelas instituições financeiras deve influenciar o acesso efetivo às linhas anunciadas. “O Plano Safra não representa simplesmente a entrega de R$ 500 bilhões ou R$ 600 bilhões, mas a autorização para que os bancos busquem recursos e liberem o crédito”, explica o presidente da Federarroz.

A Federarroz espera que o anúncio fique próximo ao pedido das confederações ligadas à agricultura, em torno de R$ 600 bilhões. A proposta apresentada pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) prevê R$ 623 bilhões para o Plano Agrícola e Pecuário 2026/2027, sendo R$ 518,2 bilhões para a agricultura empresarial.

A entidade também aponta a necessidade de recomposição do seguro rural. Para Nunes, o orçamento precisa se aproximar de R$ 4 bilhões, depois de um ciclo anterior em que os recursos disponíveis ficaram abaixo da demanda das cadeias produtivas.

O dirigente sustenta que o seguro rural precisa acompanhar o risco assumido nas lavouras e ter volume compatível com a demanda do setor produtivo. “Esperamos que o Plano Safra chegue próximo ao pedido das confederações ligadas à agricultura, em torno de R$ 600 bilhões, e que tenha uma subvenção para o seguro rural em torno de R$ 4 bilhões”, afirma Nunes.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/06/2026 0 Comentários 75 Visualizações
Variedades

Fórum Carne Hereford reúne cadeia da carne durante a Fenagen Promebo

Por Marina Klein Telles 26/06/2026
Por Marina Klein Telles

A discussão sobre o alinhamento entre os diferentes segmentos da cadeia da carne estará entre os destaques da 3ª Fenagen Promebo, que será realizada de 1º a 4 de julho, em Pelotas (RS). Dentro da programação técnica da feira promovida pela Associação Nacional de Criadores Herd-Book Collares (ANC), a Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB) promoverá mais uma edição do Fórum Carne Hereford, na sexta-feira feira (3) a partir das 13h30min, no Auditório Central da Associação Rural de Pelotas (RS).

O gerente executivo da ABHB, Felipe Azambuja, explica que o fórum tem como objetivo promover o diálogo entre os diferentes segmentos envolvidos na produção e comercialização da carne. Segundo ele, a proposta é aproveitar o ambiente proporcionado pela Fenagen para discutir desafios e oportunidades do setor. “Vamos juntar produtores, indústria frigorífica, restaurantes, criadores de genética e os demais elos da cadeia para discutir em volta de uma mesa, buscando soluções e o melhor alinhamento entre todos esses segmentos”, afirma Azambuja.

A participação das raças Hereford e Braford na Fenagen tem crescido ao longo das edições, contabiliza a ABHB. Conforme Azambuja, tradicionalmente elas figuram entre os grupos com maior número de animais inscritos na feira, cenário que vem sendo impulsionado também pela adesão de novos criadores associados à entidade.

Na opinião de Azambuja, a Fenagen Promebo é considerada uma das principais vitrines para avaliação genética e fenotípica de bovinos de corte no Sul do Brasil. A edição de 2026 contará ainda com julgamentos raciais, palestras técnicas e atividades voltadas à qualificação dos sistemas de produção pecuária.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/06/2026 0 Comentários 61 Visualizações
Variedades

Desafios e oportunidades na produção e mercado estarão no centro de debate sobre pecanicultura

Por Marina Klein Telles 26/06/2026
Por Marina Klein Telles

Questões ligadas à produtividade, qualidade dos frutos e perspectivas de mercado da pecan estarão em pauta durante o VII Seminário da Noz-Pecã, que será realizado em 8 de julho, no Ginásio São Carlos, em Anta Gorda (RS). O tema será apresentado pelo coordenador técnico do Instituto Brasileiro de Pecanicultura (IBPecan), Jaceguáy Barros, que pretende discutir aspectos considerados decisivos tanto para produtores já estabelecidos quanto para quem avalia investir na cultura.

A proposta da palestra é apresentar uma análise dos principais desafios enfrentados pelos produtores e seus pomares em diferentes fases de desenvolvimento, desde a implantação até a ampliação das áreas produtivas. O conteúdo também deverá abordar fatores relacionados à produção, produtividade e qualidade, considerados essenciais para a sustentabilidade econômica da atividade.

Para Barros, a intenção é ampliar o olhar dos produtores para além das questões de manejo. “Vamos comentar os principais desafios e oportunidades da pecanicultura no momento de implantação, ou mesmo para quem já está com o pomar sendo conduzido, ou ainda para uma ampliação do pomar, questões estas que afetam a produção, a produtividade, a qualidade e principalmente na rentabilidade do produtor”, salienta.

Além dos aspectos produtivos, a apresentação também tratará das perspectivas de mercado para a noz-pecã. O aumento da divulgação dos benefícios nutricionais do fruto e as ações voltadas à ampliação do consumo têm contribuído para ampliar o interesse pela cultura em diferentes regiões produtoras.

Barros destaca ainda que a noz-pecã reúne características que favorecem esse movimento. “É um fruto que é uma alternativa interessante em função da sua qualidade nutricional e da ampliação de consumo que vem ocorrendo em função de todo um trabalho que vem sendo feito para a disseminação da pecã como um fruto seco importante para a saúde e como um alimento bastante rico para a saúde humana”, afirma.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/06/2026 0 Comentários 75 Visualizações
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