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Ensino

Circuito Mitológicas aborda antropologia e história de 26 a 28 de agosto na capital

Por Jonathan da Silva 22/08/2024
Por Jonathan da Silva

Em comemoração aos 60 anos da obra “Mitológicas”, de Claude Lévi-strauss (1908-2009), o Circuito Mitológicas apresenta o seminário “O Estudo dos Mitos entre História e Método Estrutural: Abordagens e Possibilidades De Pesquisa”, de 26 a 28 de agosto, das 19h às 21h, no Auditório do ILEA (Instituto Latino-americano de Estudos Avançados), no Campus Vale da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em Porto Alegre. As apresentações tratam de contextos indígenas sul-americanos (Chaco, Brasil meridional e Peru) e afro-gaúchos. O evento consiste em duas palestras por noite com professores e alunos de antropologia e história. A entrada é franca.

Na segunda-feira, dia 26, é a vez de “O animismo e a lógica do mito como saberes indígenas”, com Guilherme Galhegos Felippe, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), e “Entre estrutura, mito e agência: a guerra dos indígenas no Chaco do século XVII-XVIII”, ministrada por Carlos Daniel Paz, da Universidad Nacional del Centro de la Provincia de Buenos Aires (Unicen).

Na terça, 27, o evento prossegue com o painel “Fronteiras entre mito, biografia e história: reflexões a partir de um culto doméstico afro-gaúcho”, de Anderson Kilpp, do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PPGAS/UFRGS). Em seguida, é a vez de “Relatos populares do norte do Peru e a guerra das rondas camponesas cajamarquinas contra os come-ouro contemporâneos”, trazido por Adriana Paredes Peñafiel, da Universidade Federal de Rio Grande (FURG) e do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS/UFRGS).

No terceiro e último dia, 28 de agosto, acontece o “Pode o mito ser uma fonte histórica? uma aproximação estruturalista à historiografia”, com Yves Seraphim, do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS/UFRGS), e “O que os mitos têm a dizer sobre a história? uma leitura das narrativas jesuíticas no Chaco do século XVIII a partir do método estrutural”, apresentado por Fabrício Ferreira de Lema, do Programa de Pós-Graduação em História (PPGH/UFRGS).

O objetivo do evento é propor novas abordagens metodológicas, referenciadas, sobretudo, nas potencialidades do método estrutural para estudar variadas perspectivas sobre o passado e como ele incide sobre a vida social no presente das sociedades. Há a expectativa da construção de um exercício interdisciplinar oportuno para variados contextos etnográficos e historiográficos. Deste modo, o seminário é voltado para professores de ensino básico e superior e para estudantes de graduação e pós-graduação, além de todos aqueles que se interessam pelos desafios da historicidade de comunidades tradicionais.

Programação

Segunda-feira, 26 de agosto, das 19h às 21h
  • O animismo e a lógica do mito como saberes indígenas | Guilherme Galhegos Felippe – Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)
  • Entre estrutura, mito e agência: a guerra dos indígenas no Chaco do século XVII-XVIII | Carlos Daniel Paz – Universidad Nacional del Centro de la Provincia de Buenos Aires (Unicen)
Terça-feira, 27 de agosto, das 19h às 21h
  • Fronteiras entre mito, biografia e história: reflexões a partir de um culto doméstico afro-gaúcho | Anderson Kilpp – Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PPGAS/UFRGS)
  • Relatos populares do norte do Peru e a guerra das rondas camponesas cajamarquinas contra os come-ouro contemporâneos | Adriana Paredes Peñafiel – Universidade Federal de Rio Grande (FURG) e Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PPGAS/UFRGS)
Quarta-feira, 28 de agosto, das 19h às 21h
  • Pode o mito ser uma fonte histórica? uma aproximação estruturalista à historiografia | Yves Seraphim – Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PPGAS/UFRGS)
  • O que os mitos têm a dizer sobre a história? uma leitura das narrativas jesuíticas no Chaco do século XVIII a partir do método estrutural | Fabrício Ferreira de Lema – Programa de Pós-Graduação em História, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PPGH/UFRGS)

Serviço

  • O quê: Circuito Mitológicas presenta: Seminário “O Estudo dos Mitos entre História e Método Estrutural: Abordagens e Possibilidades De Pesquisa”
  • Quando: de 26 a 28 de agosto de 2024, das 19h às 21h
  • Onde: Auditório do ILEA (Instituto Latino-americano de Estudos Avançados), Campus Vale, UFRGS (Av. Bento Gonçalves, 9090 – Prédio 42501 – Agronomia, Porto Alegre)
  • Quanto: Entrada franca
  • Instagram: @circuitomitologicas
Foto: Michel Ravassard/Unesco/Divulgação | Fonte: Assessoria
22/08/2024 0 Comentários 304 Visualizações
Cultura

Nova edição da feira de trocas de livros acontece neste sábado em Porto Alegre

Por Jonathan da Silva 21/08/2024
Por Jonathan da Silva

Uma nova edição da feira de trocas de livros acontece neste sábado, 24 de agosto, das 10h às 13h, na Biblioteca Central, em Porto Alegre. O evento faz parte da programação especial do projeto Portas Abertas, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), que tem a participação da Biblioteca Pública Municipal Josué Guimarães. Interessados em participar devem levar livros em bom estado, sendo que não são aceitas revistas ou gibis.

A troca dos exemplares deve ser feita entre os participantes, que podem aproveitar a oportunidade para renovarem seus acervos literários.

A entrada da Biblioteca Central de Porto Alegre está localizada em frente ao Salão de Atos da universidade, na Avenida Paulo Gama, 110.

 Foto: Vanessa Silva/PMPA/Divulgação | Fonte: Assessoria
21/08/2024 0 Comentários 337 Visualizações
Variedades

Governo participa de workshop sobre reconstrução do RS

Por Marina Klein Telles 27/06/2024
Por Marina Klein Telles

O governo do Estado está participando de um workshop sobre a reconstrução do Rio Grande do Sul promovido pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), pelo Banco Mundial e pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), em Porto Alegre. A atividade começou na terça (25) e segue até esta quinta-feira (27), na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), no campus do Vale.

Um grupo técnico do governo está subsidiando as organizações internacionais com dados atualizados da crise meteorológica no Estado. “O termo mais recorrente na reconstrução do Rio Grande do Sul é a cooperação. Precisamos redesenhar nossas cidades, e uma parceria com organizações internacionais e multilaterais será fundamental nesse sentido”, disse o secretário da Reconstrução Gaúcha, Pedro Capeluppi.

A agenda conta com cerca de 30 profissionais – incluindo governos federal, estadual e municipais, além de universidades – para mapear estratégias a fim de fortalecer o sistema de controle de inundações. Um dos objetivos do workshop é organizar diferentes visões e perspectivas para planejar aperfeiçoamentos nos sistemas e projetos de proteção.

“As reuniões de trabalho têm sido muito proveitosas. Nossa missão é contribuir com as administrações em nível federal, estadual e municipal para mapear perdas e danos causados pela enchente. Assim, poderemos ajudar na realização de projetos que minimizem os impactos de eventos meteorológicos futuros”, explicou o especialista em gestão de riscos de desastres do BID, Gines Suarez.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/06/2024 0 Comentários 274 Visualizações
Cidades

Equipe IPH/UFRGS prevê cheia duradoura no Guaíba

Por Jonathan da Silva 06/05/2024
Por Jonathan da Silva

As previsões da equipe do Instituto de Pesquisas Hidráulicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (IPH/UFRGS) apontam cheia duradoura no lago Guaíba, em Porto Alegre, com níveis elevados acima de 5m nos próximos dias. De acordo com as previsões, haverá redução lento, mantendo-se acima de 4m durante a semana. Há ainda possibilidade de elevação por efeito das chuvas previstas a partir do final de semana podendo retornar a marca dos 5m. Caso as chuvas não se confirmem, continua a tendência de redução, mas mantendo-se acima de 3m nos próximos dez dias.

Até o momento, o sistema se comportou conforme as previsões anteriores, após elevação rápida até sexta-feira (3), e lenta no sábado (4), e estabilização em 5,30 m no domingo, os níveis do Guaíba apresentaram estabilização em torno de 5,25 m às 10h desta segunda-feira (5). As principais preocupações agora seguem sendo a duração dos níveis elevados e as possibilidades de repiques em função de novas chuvas ou efeito do vento.

Até o momento, os rios afluentes ao Guaíba apresentam estabilização em níveis elevados ou redução. Sem precipitações elevadas nas últimas 24 horas na maior parte do RS, e da ordem de 15 mm na região da serra. Não há previsão de precipitação significativa também nas próximas 24h, com exceção da região sul, como em Rio Grande. Há previsão de precipitação nos próximos 5 dias podendo ter acumulados de até 100 mm nas bacias do Guaíba e Taquari-Antas. Previsão de vento norte moderado até quarta-feira (até 30 km/h), podendo virar para vento sul na quinta-feira.

Considerando os elevados níveis previstos e suas incertezas, por segurança, recomenda-se todas as ações de proteção de vidas e minimização dos prejuízos nas áreas já impactadas e nas potencialmente impactadas. Considerando ainda a elevada duração prevista, recomenda-se ações imediatas na busca de soluções para reestabelecimento de infraestruturas de serviços essenciais como abastecimento d’água e manejo de resíduos sólidos.

As previsões

Estas previsões são desenvolvidas com base na combinação de observações de chuva e vazão dos rios, modelo de previsão meteorológica, hidrológica e hidrodinâmica. A previsão foi liderada pelos Professores Fernando Fan e Rodrigo Paiva e pelo mestrando Matheus Sampaio do Instituto de Pesquisa Hidráulicas (IPH) da UFRGS em conjunto com a empresa RHAMA Analysis.

Foto: Alex Rocha/PMPA/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/05/2024 0 Comentários 582 Visualizações
Variedades

Renda per capita mensal do produtor de tabaco é o dobro da média brasileira

Por Marina Klein Telles 20/10/2023
Por Marina Klein Telles

A Universidade Federal do Rio Grande do Sul, por meio do Centro de Estudos e Pesquisas em Administração (CEPA/UFRGS) divulgou o relatório com os resultados da segunda edição da pesquisa Perfil socioeconômico do produtor de tabaco da Região Sul do Brasil. Assim como a primeira edição, realizada em 2016, o estudo foi encomendado pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e conduzido no período entre 30 de junho a 20 de julho de 2023, em 37 municípios produtores de tabaco que compõem a Região Sul do Brasil.

Coordenada pelo Prof. Dr. Luiz Antonio Slongo, a pesquisa contou com o apoio do Prof. Dr. Rafael Laitano Lionello (ESPM/SP) e dos doutorandos Lucas Dorneles Britto (PPGA/UFRGS) e Nathalia Soares Brum de Mello (PPGA/UFRGS), além de técnicos da universidade. A coleta de dados foi feita com base em entrevistas pessoais, realizadas na residência dos produtores. A população considerada para esse estudo foi composta por produtores de tabaco da Região Sul e, para efeitos de amostra, considerou-se um total de 1.145 casos, com erro amostral máximo de 2,9%.

Acesse a pesquisa completa

Os resultados da pesquisa apontam para uma boa condição socioeconômica dos produtores de tabaco da Região Sul do Brasil. “Verifica-se um bom acesso a itens de conforto doméstico, bem como a itens relacionados às condições de higiene e saúde. Tais condições são facilitadas por um bom nível de renda familiar e per capita, as quais se mostram bem superiores às médias nacionais, bem como por um bom acesso à informação e à atualização. Constata-se ainda na pesquisa que os produtores apresentam um elevado grau de satisfação com a sua condição de agricultor e, em especial, por ser produtor de tabaco. Esta constatação é ratificada pela boa autoavaliação que eles fazem da sua condição de vida”, conclui Slongo.

Segundo o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, os resultados reafirmam a importância econômica e social do tabaco no meio rural. “Em muitos momentos temos ouvido que o produtor de tabaco vive em uma situação de vulnerabilidade, mas a pesquisa desmonta essa narrativa. Assim como aconteceu em 2016, os resultados não surpreendem quem conhece o setor do tabaco, mas eles vão impressionar quem ainda consome informações com fontes ideológicas”, afirma Schünke.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/10/2023 0 Comentários 420 Visualizações
Projetos especiais

Governo do RS e Instituto de Pesquisas Hidráulicas da UFRGS farão pesquisa em eventos climáticos

Por Marcel Vogt 19/09/2023
Por Marcel Vogt

A Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema) recebeu, nesta segunda-feira (18), pesquisadores do Instituto de Pesquisas Hidráulicas (IPH) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Durante o encontro, realizado no gabinete da secretaria, houve a entrega do relatório preliminar das áreas urbanas inundadas durante a cheia do Rio Taquari-Antas, no início do mês.

Os pesquisadores apresentaram para a titular da Sema, Marjorie Kauffmann, e para os integrantes do Departamento de Recursos Hídricos e Saneamento uma estimativa das áreas urbanas que foram inundadas durante a enchente ocorrida nos dias 4 e 5 de setembro. O mapeamento abrangeu as cidades de Santa Tereza, Muçum, Encantado, Roca Sales, Lajeado e Estrela.

“Esse evento foi extraordinário, porém essas regiões já contam com registros históricos de enchentes. Enxergar as manchas de inundação e as pessoas impactadas auxiliará na construção de políticas públicas para o planejamento e adequações das áreas de risco. Os municípios do Vale do Taquari poderão servir de piloto para esse projeto que envolve governo e universidade”, pontuou Marjorie.

Para os municípios de Santa Tereza, Muçum, Encantado e Roca Sales, a metodologia utilizada consistiu na interpretação de imagens de satélite. Nos municípios de Lajeado e Estrela, foram utilizados pontos levantados em campo pela equipe técnica, além de processamentos utilizando um modelo digital de elevação (MDE).

“Não é de hoje que estudamos o Vale do Taquari, já temos um outro estudo bastante extenso, efetuado em 2014-2015. O produto entregue hoje é um levantamento preliminar, que iremos aprimorar. É necessário desenvolver uma cultura da prevenção para a região e esse estudo servirá de modelo para outras pesquisas futuras”, afirmou o diretor do IPH, Joel Goldenfum.

A ideia é que essa parceria entre governo e academia seja formalizada por meio de um termo de cooperação, que deverá ser assinado nos próximos dias. A partir daí, será possível concretizar uma proposta mais detalhada das ações a serem elaboradas de forma conjunta.

Foto: Vanessa Trindade/Divulgação | Fonte: Assessoria
19/09/2023 0 Comentários 470 Visualizações
Saúde

Quase 50 agentes da saúde concluíram curso técnico da UFRGS e Governo Federal

Por Marcel Vogt 05/07/2023
Por Marcel Vogt

Para melhorar cada vez mais a saúde pública de Campo Bom, parte do trabalho da Prefeitura passa pela determinação dos profissionais dos postos dos bairros. Isso não falta por aqui. Nesta segunda-feira (3), 47 agentes comunitários de saúde e de combate às endemias concluíram curso técnico de 1.275 horas, oferecido pela UFRGS e Ministério da Saúde, para aprimorar ainda mais o atendimento aos campo-bonenses.

O Projeto Saúde com Agente contou com o apoio da Administração Municipal, de forma que as aulas teóricas foram on-line e as práticas nas unidades de saúde. “Oferecemos a todos os agentes a oportunidade de realização da capacitação e a adesão foi massiva, mostrando o comprometimento dos nossos profissionais em se atualizar e qualificar para atender à população”, observa o prefeito Luciano Orsi.

O curso teve início em agosto de 2022 e foi totalmente gratuito para os agentes. “A partir de agora, eles estão capacitados para realizar diagnósticos ainda mais precisos dos pacientes do bairro, o que a nível de Município, pelo número de agentes formados, significa uma melhora significativa na qualidade da saúde pública”, destaca a secretária municipal de Saúde, Drª. Suzana Ambros Pereira.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/07/2023 0 Comentários 512 Visualizações
Saúde

Proteína pode auxiliar no tratamento da depressão e na melhora da memória em idosos

Por Gabrielle Pacheco 03/02/2023
Por Gabrielle Pacheco

A depressão atinge cerca de 20% da população em algum momento da vida, tornando-se crônica e recorrente em um terço dos casos. Além disso, é considerada um dos fatores de risco para a perda de memória e a demência em idosos. Nesse contexto, encontrar um mecanismo que tenha efeito antidepressivo e promova a melhora cognitiva é de fundamental importância.

(…) pode ser utilizado para gerar uma nova família de antidepressivos e agentes para melhora da memória, e (…) pode auxiliar no diagnóstico da depressão.

Foi essa resposta que pesquisadores do Brasil, da França e do Canadá buscaram ao testar o efeito da administração sistêmica de fator de diferenciação de crescimento 11 (GDF11) em camundongos idosos. O resultado revelou que houve melhora na memória e na depressão e alívio no envelhecimento acelerado do cérebro.

A proteína já era conhecida por retardar o envelhecimento no coração e ter ação antioxidante, anti-inflamatória e regenerativa, mas essa foi a primeira vez que se demonstrou o efeito antidepressivo do GDF11 mediado pela autofagia (processo de limpeza de elementos tóxicos) em neurônios, levando o estudo inédito a ser publicado na revista científica Nature Aging, uma das mais importantes da ciência mundial.

“Com essa descoberta, o GDF11 pode ser utilizado para gerar uma nova família de antidepressivos e agentes para melhora da memória, e a medição de seus níveis no sangue pode auxiliar no diagnóstico da depressão”, avalia Flávio Kapczinski, professor de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) e um dos autores da pesquisa, realizada em parceria com o Instituto Pasteur (França) e a McMaster University (Canadá), reunindo pesquisadores de diferentes instituições dos três países.

Kapczinski explica ainda que foi verificado que em jovens com depressão o nível de GDF11 é reduzido. “É possível que um envelhecimento acelerado comece mesmo em jovens com depressão”, relata o pesquisador.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/02/2023 0 Comentários 678 Visualizações
Cultura

Alunos de Educação Física da UFRGS ministrarão oficina de surf em Tramandaí

Por Amanda Krohn 20/01/2023
Por Amanda Krohn

A praia de Tramandaí recebe neste sábado, 21, às 16h, uma oficina de surf para crianças dos 6 aos 12 anos de idade. A atividade é gratuita e aberta, com pranchas que serão cedidas aos participantes. Nas proximidades da Casa de Praia do Sesc, a oficina será conduzida por alunos do curso de Educação Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), com coordenação do professor Fabiano Bossle. O educador explica que a experiência, além de ensinar sobre o surf aos interessados na prática, será oportunidade de os futuros educadores físicos colocarem em prática o que aprenderam na disciplina Esporte Surf, da graduação, desenvolvendo suas estratégias didáticas.

Bossle explica o funcionamento da atividade. “Nossa intenção é operar com a ambientação ao mar pela experiência particular da prática corporal de cada pessoa. Então, cada criança terá um primeiro momento de diálogo sobre o mar, reconhecendo as suas experiências e agregando-as às informações dos professores”, explica. “Posteriormente, faremos uma atividade de aquecimento articular orientado, as atividades com as pranchas na água, e, por fim, um diálogo em que a criança expressará o que aprendeu”, completa.

A ação faz parte de uma extensa lista de atividades oferecidas pelo Sesc e parceiros na praia de Tramandaí durante o Estação Verão, que também está ocorrendo nas praias de Torres e Laranjal, em parceria com as prefeituras municipais e com patrocínio de Farmácias São João – Cuidar da sua saúde é nossa missão, e Nívea. Sistematicamente, de terça a domingo, a Casa de Praia Sesc da Capital das Praias também oferece empréstimo de guarda-sol e material esportivo, banhos acessíveis com cadeiras anfíbias e atividades de ritmos, funcional, beach tennis, espaço kids e quick massagem.

Foto: Divulgação | Fonte: Assinatura
20/01/2023 0 Comentários 515 Visualizações
Ensino

Campo Bom é finalista da IV Olimpíada Brasileira de Educação Financeira

Por Felipe Schwartzhaupt 03/11/2022
Por Felipe Schwartzhaupt

Dezenove alunos de oito escolas da rede municipal de ensino de Campo Bom estão classificados para a etapa nacional da IV Olimpíada Brasileira de Educação Financeira (OBEF). As provas acontecem na manhã deste sábado, dia 5, das 9 às 11 horas, na UFRGS, em Porto Alegre. A OBEF envolve alunos, desde o 2º ano do Ensino Fundamental até o 3º ano do Ensino Médio, com provas divididas por níveis, conforme o ano de estudo. Em todo o Brasil, participaram da 1ª fase mais de 40 mil estudantes.

Para o prefeito Luciano Orsi, chegar à fase nacional de um evento de tamanha importância, com 19 alunos da rede municipal classificados, é mais uma demonstração do trabalho eficiente da Secretaria Municipal de Educação e Cultura (Smec). “Nossos educadores recebem atualização constante, também nessa área, pois temos a preocupação em entregar sempre o melhor para nossos alunos. A Educação Financeira propicia o desenvolvimento de reflexões, senso crítico e ações diante do planejamento de vida”, diz o prefeito.

“A temática financeira desenvolve no aluno a autonomia, consciência ética e financeira de seus direitos e deveres na sociedade e, principalmente, ajuda na leitura da realidade e gerenciamento de suas necessidades. A Olimpíada é mais um estímulo para o estudo”, observa a titular da Smec, Simone Schneider.

Os concorrentes

A terceira fase da OBEF aconteceu no dia 22 de outubro, com a participação de 57 alunos da rede municipal de Campo Bom. Desses, 19 passaram à fase nacional. São eles:

Emef Cei – Victor Mahmud Secco (3º lugar);

Emef Duque de Caxias – Vinícius Gabriel dos Santos (3º lugar);

Emef Edmundo Strassburger – Nicolly de Godoy Pakulski (2º lugar), Sara Nicolly Pereira da Silva (2º lugar) e Teylon dos Santos Fioravante (2º lugar);

Emef Emílio Vetter – João Vitor Pedrolo (1º lugar), Bruno Silva da Silveira (2º lugar) e Luís Henrique  Bressán Ambrós (3º lugar);

Emef Marquês do Herval – Thaísa Andreis (1º lugar), Flora Vieira dos Santos (2º lugar), Leonardo Carvalho da Silva (2º lugar), Eduardo Reali Rafaelli (3º lugar), Gustavo Roessler (3º lugar) e Luiza Matos de Oliveira (3º lugar);

Emef Octacílio Fauth – Saymon Ferreira dos Passos (2º lugar) e Thiago Pimentel de Mello (3º lugar);

Emef Rui Barbosa – Marya Gabriela de Moraes (3º lugar);

Emef 25 de Julho – Gabriele Herber Rodrigues (3º lugar) e João Vitor Sager Gressler (3º lugar).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/11/2022 0 Comentários 700 Visualizações
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