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taxa de juros

Política

Fecomércio-RS cobra Haddad por ajustes no Pronampe Emergencial

Por Jonathan da Silva 19/06/2024
Por Jonathan da Silva

A Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do Rio Grande do Sul (Fecomércio-RS) formalizou sugestões ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, com o objetivo de contemplar de forma mais efetiva os empreendimentos afetados pelas enchentes através da edição emergencial do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). O documento assinado pelo presidente da entidade, Luiz Carlos Bohn, avalia ser um subsídio tímido frente à taxa de juros e perdas sofridas pelas empresas, bem como à falta de critérios sobre quais contratantes podem receber o auxílio financeiro.

Considerando o prazo máximo das operações, o subsídio (de 40%), em boa parte dos casos, poderá não chegar sequer ao montante total de juros a serem pagos pelas empresas ao longo do prazo do contrato”, afirma o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

O presidente da entidade alerta também que, sem critérios para a concessão de subvenções aos empréstimos, é gerada uma corrida pela formalização dos contratos, o que beneficia empreendimentos já restabelecidos. “Muitas empresas, justamente as com maior prejuízo proporcional ao seu tamanho, sequer conseguiram terminar de limpar seus espaços físicos e calcular suas perdas. Quando elas reunirem condições de formalizar seus contratos, é previsível que as subvenções já estejam esgotadas”, pondera Bohn.

Presidente Bohn enviou solicitações ao ministro Haddad

O documento também destaca a necessidade de ampliar o alcance do Pronampe Emergencial a empresas que não estejam nas cidades que decretaram calamidade pública pelas chuvas. “Há diversas outras empresas localizadas em outros municípios que, embora não tenham sido afetadas diretamente, percebem o impacto desta, através de redução significativa na demanda ou mesmo dificuldade no abastecimento de produtos/insumos necessários à realização de sua atividade, inclusive com perdas materiais”, aponta o presidente da Fecomércio-RS.

Foto: Duda Leal e Fecomércio-RS/Divulgação | Fonte: Assessoria
19/06/2024 0 Comentários 562 Visualizações
Business

A taxa de juros não fará tudo sozinha

Por Marcel Vogt 22/06/2023
Por Marcel Vogt

A opinião é do gerente de Investimentos da Sicredi Pioneira, Arthur Müller Fiedler, palestrante do Momento do Empreendedor realizado nesta quarta-feira, 21, pela ACIST-SL. Convidado para falar sobre o cenário econômico e as oportunidades de investimento diante da perspectiva de queda de juros, ele ponderou que “o pior já passou” e que há outras medidas, além da redução da taxa de juros, que tanto o Governo como as lideranças empresariais precisam adotar para o Brasil impulsionar seu desenvolvimento econômico e social. “O Banco Central está fazendo o seu papel técnico. Fez a lição de casa e agiu com mais antecedência em relação aos outros bancos internacionais. Agora, espera-se uma redução gradual, que pode chegar, ao final deste ano, em uma taxa Selic de 13%”, disse. Em maio, a taxa ficou em 13,75%

Fiedler apontou que os juros nacionais estão atrelados a fatores externos, como a alta das taxas praticadas nos Estados Unidos e Europa; pelo conflito entre Ucrânia e Rússia; pelo fator China, cuja economia não cresceu na velocidade esperada; e na recessão global, a qual não se sabe se será prolongada ou curta ou profunda ou rasa. “As questões geopolíticas impactam diretamente a nossa economia, mas não temos como influenciar os seus resultados. O que cabe ao Brasil é tomar seu lugar de destaque entre os BRICs, implantando as medidas necessárias para isto”.

Na sua avaliação, o Governo precisa utilizar o primeiro ano da nova gestão para acelerar a reforma tributária, assim como apontar o arcabouço fiscal. A desoneração do processo produtivo, ressalta Fiedler, é essencial para que a Indústria, por exemplo, retome as atividades. É este setor que mais foi afetado pela alta dos juros, principalmente no segmento de bens duráveis. “Se a reforma tributária realmente ocorrer e for ampla, o Brasil poderá elevar o PIB em 5% nos próximos cinco anos”, estima. A adoção do IVA, modelo europeu para a simplificação dos tributos, seria outra medida importante.

Avaliando a economia brasileira por segmentos, Fiedler demonstrou que, no varejo, itens que dependem de renda (calçados, confecções), mantiveram o consumo estável. Porém, os que dependem de crédito tiveram forte impacto negativo, como materiais para construção, veículos, móveis e eletrodomésticos.

Nos Serviços, segmentos muito atingidos pela pandemia, como o Turismo, estão em crescimento, o que gera muitas oportunidades para o Rio Grande do Sul, devido à diversificação e às regiões privilegiadas.

Já o Agronegócio, conforme o economista, terá um destaque positivo, com um PIB de 7,4% em 2023, causado pelo bom desempenho da soja, cuja safra cresceu 22% e do milho, que ficou em 16%.

As lideranças empresariais locais, por outro lado, segundo Fiedler, podem articular-se para enfrentar os desafios nas áreas de infraestrutura, segurança pública e desenvolvimento. “O desenvolvimento econômico é uma consequência de diversos fatores. A taxa de juros é apenas um deles”.

O presidente da ACIST-SL, Felipe Feldmann, destacou que os dados apresentados são de muita importância para a tomada de decisões. “O Banco Central adotou o remédio amargo, mas necessário para o controle inflacionário. Sabemos que se espera um período de recessão, cujo tempo e tamanho ainda não foram estabelecidos”, aponta. Na região, o impacto já vem sendo sentido pela redução nos empregos do setor da Construção Civil e na Indústria.

Crédito mais barato

Segundo Fiedler, há muitas opções no mercado financeiro para a obtenção de crédito mais barato, assim como para aplicações. Como exemplo, apresentou as opções da Sicredi Pioneira para curtíssimo, curto, médio e longo prazo. “Nosso sistema cooperativado é reconhecido pelos inúmeros benefícios, como taxas de serviços mais baixos e carteira de ofertas de aplicações para investidores dos diversos perfis.

O Momento do Empreendedor contou com o patrocínio do Momento do Empreendedor é da Sicredi Pioneira, Stihl, SKA, Unimed, Datwyler do Brasil Ltda, Frontec e Colégio Sinodal. O apoio é do Sebrae.

Foto: Diego da Rosa Fotografias/Divulgação | Fonte: Assessoria
22/06/2023 0 Comentários 461 Visualizações
Variedades

Sicredi oferece linha de crédito universitário sem taxa de juros

Por Gabrielle Pacheco 12/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Sicredi Pioneira RS ampliou a parceria com a Universidade Feevale e está oferecendo aos estudantes dos cursos presenciais de graduação o Sicredi Crédito Universitário. O produto permite, neste momento de pandemia do coronavírus, o financiamento de 100% da mensalidade, sem taxa de juros para o semestre atual (2020/2), exceto para o curso de Medicina, onde a taxa é a partir de 0,89% ao mês.

Para contratar essa linha, o estudante precisa estar matriculado em, no mínimo, 16 créditos, além de ser associado da cooperativa. Quem não tiver conta na Sicredi Pioneira RS pode entrar em contato pelo site e solicitar abertura de conta.

Cada semestre financiado é pago pelo estudante em 12 vezes, com carência necessária para que não haja mais de uma parcela por mês. As parcelas não são cumulativas e, a partir da renovação do contrato, o estudante assume parte dos juros. Neste semestre, a Feevale está assumindo esse encargo em função da situação causada pela pandemia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/08/2020 0 Comentários 1,3K Visualizações

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