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Variedades

Presidente do Conselho Consultivo da ABPA analisa sanções dos EUA e exportações do RS

Por Jonathan da Silva 07/08/2025
Por Jonathan da Silva

O presidente do Conselho Consultivo da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Francisco Turra, participou nesta quarta-feira (6) do evento “Tá na Mesa”, promovido pela Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul (Federasul), em Porto Alegre, para debater os impactos das sanções dos Estados Unidos sobre as exportações gaúchas, especialmente no setor de proteína animal.

Durante o encontro, Turra, que também é ex-ministro da Agricultura, destacou que o setor de proteína animal está em constante busca por novos mercados e que essa diversificação é essencial diante de cenários de instabilidade. “Diante das repercussões pelo aumento das tarifas dos Estados Unidos, temos dois principais movimentos: o relacionamento com os importadores norte-americanos como aliados no diálogo, que estão atuando conosco neste momento, e a busca por novos mercados que minimizem as consequências quando há baixa em algum outro país”, afirmou o conselheiro.

Exportações atuais pouco afetadas

Dados apresentados no painel apontam que o Brasil atualmente não exporta carne de frango para os Estados Unidos, o que afasta impactos diretos nesse segmento. Já na suinocultura, cerca de 14 mil toneladas foram enviadas ao país em 2025. No caso dos ovos, 1% das 59 bilhões de unidades comercializadas com países parceiros é destinado aos EUA. Apesar do percentual pequeno, Turra afirmou que a exportação do produto aos americanos tem crescido, e que haverá impacto com o ajuste das tarifas, mas reforçou que a ABPA busca novos mercados para mitigar possíveis perdas.

Papel da diplomacia

O evento também reuniu outros debatedores de diferentes setores, como a coordenadora de inteligência de mercado da Abicalçados, Priscila Link; o presidente do BRDE, Ranolfo Vieira Júnior; o presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing; e o diretor executivo da Amcham-Brasil, Marcelo Rodrigues. Ao encerrar sua participação, Turra ressaltou a importância da diplomacia. “Nesse primeiro momento há pânico pelo impacto, mas acredito que teremos um cenário de muitas mudanças. É preciso ter postura e sensibilidade. Os países não têm amigos, eles têm interesses; e é por isso que devemos ter diplomacia e diálogo sempre”, concluiu o presidente do conselho consultivo da ABPA.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/08/2025 0 Comentários 356 Visualizações
Variedades

Ricardo Amorim projeta oportunidades no mercado imobiliário diante de sanções dos EUA

Por Jonathan da Silva 06/08/2025
Por Jonathan da Silva

O economista Ricardo Amorim afirmou que o mercado imobiliário brasileiro pode se beneficiar das sanções econômicas impostas ao Brasil pelo governo dos Estados Unidos em palestra realizada no ABF Summit nesta terça-feira (5), no Instituto Ling, em Porto Alegre. O evento foi promovido pela construtora e incorporadora ABF Developments e reuniu convidados do setor da construção civil e do mercado financeiro.

Segundo Amorim, as tarifas impostas pelo presidente estadunidense Donald Trump devem ter impacto negativo sobre o crescimento da economia brasileira, com redução da produção nacional. No entanto, o economista explicou que, com a diminuição das exportações, parte dos produtos destinados ao mercado externo será vendida internamente, o que pode aumentar a oferta e contribuir para a queda dos preços e, por consequência, da inflação.

Nesse cenário, Amorim prevê uma tendência de queda nos juros antes do fim de 2025, com recuo ainda mais acentuado em 2026. “Quem mais se beneficia com isso são produtos que, para serem comprados, precisam de crédito, produtos que têm valor unitário alto, como imóveis, veículos, máquinas e equipamentos”, afirmou o palestrante.

Longevidade impulsiona novos formatos

Amorim também apontou a mudança demográfica como outro fator favorável ao setor imobiliário. O economista destacou que o envelhecimento da população cria demanda por imóveis adaptados ao novo perfil dos moradores, como os voltados ao público sênior. A observação está alinhada à atuação da ABF Developments, que tem investido no segmento por meio da linha Magno, focada em residenciais para pessoas com mais de 60 anos. “Esse é um ramo movido pela mudança na forma de viver e trabalhar, como foi com a pandemia e o home office. Quando muda o tipo de imóvel em razão do estilo de vida, da demografia ou até de questões econômicas, cria-se a necessidade de novos imóveis”, explicou Amorim.

Projetos e posicionamento da ABF Developments

Durante o evento, o CEO da ABF Developments, Eduardo Fonseca, apresentou os projetos em andamento da empresa na capital gaúcha. O empresário destacou o compromisso dos empreendimentos com a valorização dos bairros em que estão inseridos. “Valorizamos o fator social de devolver para a sociedade os benefícios do que fazemos. Criamos ambientes que enriquecem a experiência urbana e elevam a qualidade de vida para deixar um legado positivo para as próximas gerações”, ressaltou Fonseca.

Quem é Ricardo Amorim

Ricardo Amorim é economista, estrategista econômico e fundador da Ricam Consultoria. Atuou no mercado financeiro internacional por mais de 25 anos, com passagens por bancos de investimento em Nova York, Paris e São Paulo. Foi apresentador do programa Manhattan Connection por 18 anos e é autor do livro Depois da Tempestade. É reconhecido por sua atuação como palestrante e comunicador de temas econômicos.

O que é a ABF Developments

A ABF Developments é uma construtora e incorporadora com 15 anos de atuação no mercado. A empresa desenvolve empreendimentos com foco na inovação e na integração urbana, com projetos que valorizam o entorno e buscam gerar impacto positivo para as comunidades onde se estabelecem.

Foto: Felipe Miller/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/08/2025 0 Comentários 479 Visualizações
Política

Setor do tabaco repercute impactos do tarifaço dos EUA ao Brasil

Por Jonathan da Silva 31/07/2025
Por Jonathan da Silva

O setor do tabaco manifestou preocupação com a decisão dos Estados Unidos de aplicar, a partir de 6 de agosto, uma tarifa de 50% sobre as importações do produto brasileiro. O país é atualmente o terceiro maior comprador de tabaco do Brasil, respondendo por cerca de 9% das exportações do setor, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC/ComexStat).

Entre janeiro e junho de 2025, foram enviadas 19 mil toneladas de tabaco aos Estados Unidos, gerando US$ 129 milhões em receita. Em 2024, as vendas externas somaram 39,8 mil toneladas e US$ 255 milhões. A medida, considerada inesperada pelo setor, pode comprometer a competitividade do produto brasileiro no mercado norte-americano.

Situação do mercado

De acordo com o presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Valmor Thesing, havia expectativa de negociação ou prorrogação da medida, o que não ocorreu. “A manutenção da tarifa cria uma situação bastante complexa e a competitividade do produto brasileiro no mercado norte-americano fica ameaçada. Podemos esperar, como consequência, uma redução drástica nos volumes exportados aos clientes americanos”, afirmou Thesing.

Mesmo diante da medida, o dirigente garantiu que não há previsão de demissões no setor e que a compra do tabaco contratado junto aos produtores está assegurada pelo Sistema Integrado de Produção de Tabaco (SIPT). “Como as empresas associadas ao SindiTabaco trabalham com o Sistema Integrado, oferecemos essa garantia e segurança para o produtor quanto à aquisição do volume já contratado”, destacou Thesing.

Redirecionamento de produção

Para a safra 2025/2026, cerca de 40 mil toneladas do tabaco já contratado tinham como destino os Estados Unidos. Segundo Thesing, o volume pode permanecer estocado caso não haja realocação imediata. “No entanto, temos a expectativa de, nos próximos meses, redirecionar o montante que seria exportado aos Estados Unidos para outros destinos, pois exportamos para mais de 100 países”, concluiu o presidente do SindiTabaco.

Foto: Felipe Krause/Pixel18dezoito/Divulgação | Fonte: Assessoria
31/07/2025 0 Comentários 454 Visualizações
Política

Fiergs alerta para impacto bilionário de tarifa dos EUA sobre exportações gaúchas

Por Jonathan da Silva 31/07/2025
Por Jonathan da Silva

O Sistema Fiergs manifestou preocupação com a confirmação da tarifa de 50% sobre as exportações brasileiras para os Estados Unidos, medida anunciada pelo governo estadunidense em 9 de julho e assinada nesta semana pelo presidente Donald Trump. Segundo a entidade, presidida por Claudio Bier, a nova taxação pode causar perdas de até R$ 1,9 bilhão no PIB do Rio Grande do Sul e atingir diretamente 1.100 indústrias gaúchas, que empregam mais de 145 mil trabalhadores.

Desde o anúncio da medida, a Fiergs realizou reuniões com autoridades estaduais e federais em Porto Alegre e Brasília, apresentando estudos e documentos para expressar a apreensão do setor industrial com os impactos da decisão. Em comunicado, a entidade afirmou que “todas as frentes possíveis de diálogo foram abertas”, mas não foi possível reverter a aplicação da tarifa.

Medidas mitigatórias e reivindicações

Com o cenário confirmado, a Fiergs passou a priorizar ações para reduzir os impactos sobre as empresas afetadas. Uma das medidas já asseguradas é a liberação de uma linha de crédito de R$ 100 milhões pelo BRDE, iniciativa do governo estadual. A entidade, no entanto, considera o valor insuficiente e reivindica a liberação de créditos de ICMS Exportação, além de outras medidas tributárias, trabalhistas e de crédito por parte do governo federal.

Preocupação com impactos econômicos

A Fiergs também defende a manutenção da serenidade nas relações entre os governos brasileiro e estadunidense para evitar agravamento da situação. De acordo com a entidade, a tarifa já resulta em cancelamento de encomendas, suspensão de embarques, negócios desfeitos, desaceleração da produção e concessão de férias emergenciais em empresas do estado.

O Sistema Fiergs informou que seguirá buscando alternativas e negociações em defesa da indústria gaúcha e das cadeias produtivas afetadas pela nova tarifa.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
31/07/2025 0 Comentários 373 Visualizações
Política

Deputado Issur Koch articula sobre o impacto de tarifas dos EUA no RS

Por Jonathan da Silva 17/07/2025
Por Jonathan da Silva

O deputado estadual Issur Koch (PP) intensificou nesta quinta-feira (17) articulações junto ao governo do Rio Grande do Sul para mitigar os impactos da tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos às exportações do setor coureiro-calçadista brasileiro. Em reunião com o secretário de Desenvolvimento Econômico do estado, Ernani Polo, o parlamentar foi informado de que a pasta já realizou três agendas estratégicas com o governador Eduardo Leite (PSD), a InvestRS e a Fiergs sobre o tema. Segundo Polo, o governador também tratou do assunto diretamente com o cônsul dos EUA na manhã de quarta-feira (16).

Durante a semana, o deputado do PP também participou de encontro com representantes do Sindicato das Indústrias de Calçados de Novo Hamburgo, da Associação Brasileira de Máquinas (Abrameq) e da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha e Dois Irmãos (ACI-NH/CB/EV/DI). As entidades pediram apoio na busca por recursos emergenciais para os exportadores, durante reunião da Frente Parlamentar em Defesa do Setor Coureiro-calçadista.

Crédito emergencial no BRDE

Issur Koch solicitou ainda uma agenda com o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) para discutir a possibilidade de criação de linhas de crédito específicas para empresas do segmento afetadas pelas medidas norte-americanas. O objetivo é oferecer suporte financeiro que permita a manutenção de empregos e investimentos em um dos principais setores industriais do estado. “Se não houver acordo e as tarifas se confirmarem, o RS é o que mais sofre, pois 50% da exportação para os EUA saem do estado. Esse quadro se agrava na medida que temos empresas que têm 100% de sua produção voltada para o mercado norte-americano”, afirmou o deputado gaúcho.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/07/2025 0 Comentários 339 Visualizações
Política

ACI solicita audiência com cônsul dos EUA para tratar de entraves comerciais

Por Jonathan da Silva 17/07/2025
Por Jonathan da Silva

A Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha e Dois Irmãos (ACI-NH/CB/EV/DI) enviou nesta terça-feira (15) uma carta ao encarregado de negócios da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, Gabriel Escobar, solicitando a abertura de um canal diplomático direto entre o governo norte-americano e as entidades de classe e federações representativas do setor produtivo brasileiro.

A solicitação, assinada pelo presidente da ACI, Robinson Klein, e pelo diretor Fauston Saraiva, foi feita em nome dos associados da entidade e em solidariedade às empresas brasileiras afetadas por entraves comerciais. “Tal iniciativa permitiria a construção de uma agenda transparente, técnica e pragmática, voltada à resolução de entraves comerciais e à preservação das históricas relações de parceria econômica entre os dois países”, afirmou Klein.

Pedido de audiência e revisão de taxação

A ACI também manifestou interesse em agendar uma audiência com o cônsul dos Estados Unidos no Brasil para apresentar os pleitos do setor empresarial e propor alternativas para a retomada do equilíbrio comercial entre os países. Como alternativa, a entidade solicita a revisão da decisão que impõe taxação de 50% sobre produtos brasileiros, argumentando que a medida compromete cadeias produtivas e prejudica empresas. A associação afirma que defende o livre comércio, a segurança jurídica e o fortalecimento das relações bilaterais com os Estados Unidos.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
17/07/2025 0 Comentários 335 Visualizações
Variedades

Setor do tabaco projeta COP 11 e impacto do tarifaço dos EUA

Por Jonathan da Silva 17/07/2025
Por Jonathan da Silva

Representantes da cadeia produtiva do tabaco se reuniram nesta quarta-feira (16) para a 76ª sessão da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Tabaco, em formato híbrido, com foco na preparação para a 11ª Conferência das Partes (COP 11) da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT), que será realizada entre 17 e 22 de novembro, em Genebra, na Suíça. O encontro também avaliou o cenário atual das exportações brasileiras, especialmente após o novo pacote tarifário anunciado por Donald Trump, presidente dos Estados Unidos.

O setor busca entender qual será a posição que o Brasil levará à COP 11, considerando que o país é o segundo maior produtor e o maior exportador mundial de tabaco. A agenda provisória do evento inclui temas como medidas futuras de controle do tabaco (Art. 2.1), responsabilização jurídica da indústria (Art. 19), impactos ambientais e de saúde (Art. 18), regulamentação de conteúdo e divulgação de produtos (Art. 9 e 10), além da proteção das políticas públicas contra interesses da indústria (Art. 5.2 e 5.3).

A Comissão Nacional para Implementação da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (Conicq), responsável por formular a posição oficial do Brasil, ainda não se manifestou. Representantes do setor demonstraram preocupação com a possibilidade de exclusão dos debates, como avaliam que aconteceu em conferências anteriores, quando membros da cadeia produtiva e a imprensa regional não puderam acompanhar as discussões.

O presidente da Câmara Setorial, Romeu Schneider, destacou a posição do embaixador Tovar Nunes durante recente visita de representantes do setor à Genebra. Segundo Schneider, Nunes se comprometeu a manter o diálogo e a realizar reuniões diárias de briefing para atualizar o setor sobre os temas discutidos.

As consequências do “tarifaço”

Também no encontro, o presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, apresentou os números das exportações brasileiras de tabaco no primeiro semestre de 2025. Dados do ComexStat, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, indicam que o país exportou 206,5 mil toneladas e US$ 1,36 bilhão entre janeiro e junho — crescimento de 5,77% em volume e 9,5% em valor, em relação ao mesmo período de 2024. Os principais destinos foram China, Bélgica, Indonésia, Estados Unidos, Turquia e Emirados Árabes Unidos.

Thesing também comentou o impacto da tarifa de 50% recentemente anunciada pelos Estados Unidos para as exportações brasileiras. “No último ano embarcamos US$ 255 milhões e quase 40 mil toneladas aos Estados Unidos. Anualmente, o mercado americano representa, em média, 9% de todos os embarques, o que é significativo. Tendo em vista a demanda de tabaco ao redor do mundo, acreditamos que é possível realocar o produto para outros destinos, mas claro que este não é o cenário ideal, considerando a ruptura logística que teremos. Há de se considerar que o tabaco está neste momento comercializado e dentro das empresas sendo processado. Ou seja, uma parte significativa ainda não foi embarcada”, pontuou o dirigente.

Apesar das restrições, Thesing demonstrou expectativa por uma resolução diplomática. “Ambas as nações saem perdendo. Estamos confiantes de que teremos uma negociação em torno do tema”, expressou o presidente da entidade. Somente no primeiro semestre, o Brasil embarcou 19 mil toneladas de tabaco para os Estados Unidos, com retorno de US$ 129 milhões.

Foto: Banco de imagens/SindiTabaco/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/07/2025 0 Comentários 397 Visualizações
Projetos especiais

Fiergs lança plataforma com dados do comércio Brasil-EUA

Por Jonathan da Silva 16/07/2025
Por Jonathan da Silva

O Sistema Fiergs lançou nesta quarta-feira (16) uma plataforma digital que reúne dados detalhados sobre o comércio exterior entre o Brasil, o Rio Grande do Sul e os Estados Unidos. O objetivo, segundo a entidade, é facilitar o acesso de empresas e setores produtivos a informações sobre exportações e importações em um momento de incerteza comercial, marcado pelo anúncio do governo norte-americano de uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros.

A página de business intelligence (BI) foi desenvolvida pela Gerência de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Gerex) e pode ser acessada gratuitamente em bit.ly/BIFIERGS.

Análise por segmento e período

De acordo com o presidente do Sistema Fiergs, Claudio Bier, a nova funcionalidade oferece recursos que contribuem para o planejamento empresarial. “É uma ferramenta que auxilia na tomada de decisões neste momento de tanta incerteza comercial entre os dois países”, afirma o dirigente.

A plataforma permite filtrar dados por período, estado, segmento produtivo e produto, além de selecionar o ano de análise a partir de 2017. Os usuários podem consultar volumes e valores de exportações e importações, assim como identificar o grau de exposição econômica ao mercado norte-americano.

Estados Unidos como parceiro estratégico

Os Estados Unidos foram, em 2024, o segundo principal destino das exportações do Rio Grande do Sul, que somaram mais de US$ 1,8 bilhão. Entre os principais produtos enviados ao mercado norte-americano estão tabaco, pasta de madeira, armas e munições e calçados.

Além da página exclusiva sobre a relação comercial com os EUA, a plataforma disponibiliza dados do comércio exterior com outros países, permitindo comparações e análises ampliadas para o setor produtivo.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
16/07/2025 0 Comentários 454 Visualizações
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