Mais vistas
Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional...
Fintech gaúcha Appmax abre mais de 120 vagas de emprego
Divulgados os projetos que receberão R$ 3 milhões do Fundo...
Paleta Atlântida reúne público de 180 mil pessoas em celebração...
”Economia Prateada: um consumidor que vale ouro” será tema de...
MC Tubarão vence o GP Cidade de São Paulo –...
CDL Novo Hamburgo promove evento sobre tendências do varejo Pós-NRF
Prefeitura de Igrejinha realiza demolição de imóveis em área de...
Estado e CIEE-RS inauguram unidades do CRJ em Gravataí e...
Coletivo Pretas de NH realiza primeiro encontro de 2026
Expansão
Banner
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO
Tag:

tabaco

Business

Federação denuncia a invisibilidade do trabalhador da indústria do tabaco

Por Jonathan da Silva 08/02/2024
Por Jonathan da Silva

A Federação Nacional dos Trabalhadores das Indústrias do Fumo e Afins (Fentifumo) e o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e Alimentação de Santa Cruz do Sul e Região (Novo Stifa) apresentaram no encontro promovido pelo embaixador do Brasil no Panamá, Carlos Henrique Moojen de Abreu e Silva, a realidade do trabalhador que atua na indústria do tabaco. A apresentação foi realizada pelo presidente da Fentifumo e Novo Stifa, Gualter Baptista Júnior.

Na busca por respostas sobre o posicionamento do Brasil diante da 10ª Conferência das Partes para o Controle do Tabaco (COP-10), a representação dos trabalhadores compartilhou a angústia de quem acompanha, de longe, as discussões que têm impacto no cotidiano da atividade. O presidente da Fentifumo e Novo Stifa, Gualter Baptista Júnior, que acompanha o evento mesmo sem ter acesso à plenária e às discussões, usou a palavra para exibir a invisibilidade do trabalhador na conferência. “Hoje aqui eu represento mais de 40 mil trabalhadores, que na maioria das vezes, sequer são citados nestas discussões. Estou falando de 40 mil rostos, 40 mil vidas e 40 mil sonhos, pois nenhum deles prefere receber ajuda do governo do que trabalhar. São pessoas que estão, assim como nós, apreensivas diante do que pode ocorrer nesta conferência”, alerta.

Baptista Júnior criticou também a falta de acesso ao posicionamento do Brasil. Como signatário da COP, o país precisa formalizar uma posição ao evento, que só avança no que se refere a medidas de controle do plantio e consumo do tabaco com o consenso dos 183 países participantes. “Estamos aqui em busca de respostas, para que quando retornarmos ao Brasil possamos olhar na cara dos nossos representados para dizer a verdade”, pontua.

Batista ressaltou ainda o respeito que se dá, por parte da indústria aos trabalhadores, tanto na cidade quanto no meio rural. “Estamos falando de uma cadeia produtiva que não coleciona maus exemplos como trabalhadores vivendo em condições análogas à escravidão. Isso não ocorre no tabaco porque há seriedade e tradição nesta atividade secular”, defende.

Sem a devida resposta por parte da representação brasileira na COP-10, Baptista Júnior confirmou que irá continuar até o fim da conferência, no próximo sábado (10), acompanhando mesmo que de maneira remota os desdobramentos do evento. “É por todos estes trabalhadores, que não querem perder seus empregos e ir para as filas do auxílio que estamos aqui. E para eles temos a obrigação de dar respostas precisas acerca de tudo que pode, de certa forma, interferir em seus empregos”, complementa.

Foto: Rodrigo Nascimento/Nascimento MKT/Divulgação | Fonte: Assessoria
08/02/2024 0 Comentários 615 Visualizações
Business

Para presidente do Novo Stifa, Brasil perde ao participar da Convenção-Quadro

Por Jonathan da Silva 06/02/2024
Por Jonathan da Silva

A abertura da 10ª Conferência das Partes para o Controle do Tabaco (COP-10) ocorreu sem a participação de parte da delegação brasileira no evento. A comitiva que representa os trabalhadores, produtores, indústria e os deputados estaduais e federais que defendem a cadeia produtiva ficaram de fora do Centro de Convenções do Panamá. A situação desagrada a representação que tentará a via diplomática para mudar o tratamento à delegação nacional.

Conforme o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e Alimentação de Santa Cruz do Sul e Região (Novo Stifa), Gualter Baptista Júnior, na última COP presencial, ocorrida em 2018, em Genebra, na Suíça, a representação dos trabalhadores teve acesso ao plenário. “Eu estive dentro do plenário, acompanhando e me manifestando por escrito. Tivemos este privilégio, diferentemente dos políticos e da própria imprensa. O governo brasileiro traz, como signatário da Convenção-Quadro, um posicionamento de cada vez mais cercear a produção do tabaco. Nós, mesmo com credenciais negadas, não podemos sair da defesa deste setor. Se não estivéssemos aqui, muito mais restrições poderiam ser aprovadas”, justifica o dirigente que é também presidente da Federação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e Afins (Fentifumo).

Baptista Júnior pontua que, ao ser signatário da Convenção-Quadro, desde 2005, o Brasil retrocede, especialmente por ter uma vocação na produção do tabaco, que uma atividade centenária responsável pelo desenvolvimento de toda a região, que faz parte da cultura e da organização econômica dos municípios. “O Brasil perde participando desta convenção. Nosso país é um grande player mundial de tabaco, no qual toda a região Sul é envolvida nesta atividade. Por isso que o Brasil só perde ao ter, politicamente, assinado esta convenção ou estando presente a esta discussão. Meia dúzia de pessoas querem inviabilizar esta produção em detrimento de milhares”, complementa.

No fim da tarde desta segunda-feira (5), a comitiva de lideranças brasileiras reúne-se para alinhar uma visita diplomática ao embaixador do Brasil no Panamá, Carlos Henrique Moojen de Abreu e Silva. A ideia é utilizar a embaixada e a relação diplomática do Brasil com o Panamá para tentar chancelar a participação da comitiva que representa a produção e industrialização do tabaco no país.

Foto: Rodrigo Nascimento/Nascimento MKT/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/02/2024 0 Comentários 454 Visualizações
Política

Trabalhadores criticam dificuldade de acesso à Conferência das Partes

Por Jonathan da Silva 05/02/2024
Por Jonathan da Silva

O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e Alimentação de Santa Cruz do Sul e Região (Novo Stifa) e a Federação dos Trabalhadores nas Indústrias de Fumo e Afins (Fentifumo), que representam mais de 40 mil trabalhadores na indústria do tabaco, acompanha com preocupação o início da 10ª Conferência das Partes para o Controle do Tabaco (COP-10). A falta de acesso, tanto às lideranças brasileiras quanto aos veículos de comunicação nacionais, desagrada a direção das entidades que espera um posicionamento favorável por parte do governo do Brasil no caso.

Participando do evento, o presidente do Novo Stifa e Fentifumo, Gualter Baptista Júnior destaca que a conferência inicia com o cerceamento à cadeia produtiva do tabaco. “Marcamos uma presença firme e com nosso posicionamento neste evento. Por mais que sejamos cerceados como entidades e até mesmo a imprensa que enfrenta dificuldade em fazer seu trabalho, nós estamos aqui para mostrar para as autoridades que somos sim uma das partes desta conferência e deveríamos estar sendo ouvidos”, critica.

Baptista Júnior relata que a preocupação do setor, que participa do evento seja por meio das entidades ou por meio dos parlamentares gaúchos, tanto na Assembleia Legislativa, quanto na Câmara dos Deputados, diz respeito às decisões que podem ser tomadas durante a COP-10 que inicia nesta segunda-feira (5). “Qualquer alteração que se faça no que diz respeito à produção do tabaco, certamente atinge manutenção e geração de novos postos de trabalho. O Brasil é reconhecido pela qualidade e experiência na produção. Se esta atividade legalizada não ocorrer no país, vai ser em qualquer outro lugar do mundo, prejudicando a cadeia produtiva nacional”, destaca, ao reafirmar que o posicionamento das entidades que juntas representam mais de 40 mil trabalhadores nas indústrias seguirá de forma firme no Panamá.

Mesmo sem a garantia de acesso, por parte da organização da COP-10, o Presidente do Novo Stifa e Fentifumo reforça o compromisso com os trabalhadores. “Estamos aqui com muito empenho e profissionalismo para que nenhuma decisão que venha prejudicar a produção do tabaco no Brasil seja tomada. Por isso, estamos vigilantes e confiantes de participar deste fórum mundial”, complementa.

A COP-10 ocorre até o próximo sábado (10), no Centro de Convenções e Eventos do Panamá, na capital do país, Cidade do Panamá. O evento é coordenado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), órgão ligado à Organização das Nações Unidas (ONU), realizado a cada dois anos em um país diferente.

Foto: Rodrigo Nascimento/Nascimento MKT/Divulgação | Fonte: Assessoria
05/02/2024 0 Comentários 428 Visualizações
Variedades

Santa Cruz mobiliza lideranças quanto à regulamentação de cigarros eletrônicos

Por Marina Klein Telles 05/02/2024
Por Marina Klein Telles

Foi realizada, na manhã da última sexta-feira, 2, no Salão Nobre do Palacinho da Praça da Bandeira, uma reunião entre prefeitos e representantes de entidades para debater a Consulta Pública 1.222/2023, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa, que propõe manter no país a proibição dos dispositivos eletrônicos para fumar. A mobilização foi chamada pela prefeita de Santa Cruz do Sul, Helena Hermany, que defende a regulamentação da produção nacional dos cigarros eletrônicos como forma de promover a cultura do tabaco em âmbito nacional.

Participaram os prefeitos de Vera Cruz, Gilson Becker; de Rio Pardo, Rogério Monteiro; de Venâncio Aires, Izaura Landim; de Vale do Sol, Maiquel Silva; de Sinimbu, Sandra Backes; vice-prefeito de Pantano Grande, Paulo Fernando Pires Junior; e os representantes das prefeituras de Vale Verde, Claudio Froemming, e Passo do Sobrado, Claudio Hansel. Também marcaram presença, em apoio à causa, secretários municipais e lideranças de sindicatos e associações.

A abertura das manifestações foi da prefeita de Santa Cruz do Sul, que destacou que os cigarros eletrônicos, mesmo tendo sua comercialização, importação e propaganda proibidos pela Anvisa desde 2009, seguem sendo abertamente consumidos no país. “Existe uma visão distorcida de algumas pessoas e organizações, que não levam em conta a importância da produção do tabaco para a renda de trabalhadores da agricultura e das indústrias. Precisamos nos mobilizar para defender a cadeia produtiva do tabaco, pelo que ela representa para o desenvolvimento de toda a nossa região”, disse Helena Hermany.

Em consonância com a fala da prefeita foi o pronunciamento do presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Iro Schunke, que destacou a importância da força política na defesa desta pauta que, segundo ele, impacta diretamente a economia nacional. “A Anvisa, proibindo a produção e comercialização no Brasil, está fazendo com que empresas daqui deixem de produzir, o que se reflete na geração de empregos, renda e também na arrecadação de impostos para os municípios”, afirmou.

Nas manifestações, Helena Hermany e Iro Schunke pediram aos prefeitos presentes que disseminem em seus municípios a Consulta Pública, que segue aberta até o próximo dia 09 de fevereiro e possibilita que a sociedade civil opine sobre a regulamentação dos dispositivos através do preenchimento de um formulário eletrônico (https://pesquisa.anvisa.gov.br/index.php/955171). Em Santa Cruz do Sul, os cidadãos que não são familiarizados com o uso da internet poderão preencher o abaixo-assinado por escrito na recepção do Palacinho, das 8h às 12h e das 13h às 17h.

Convidado para se manifestar enquanto representante do Sindicato Rural, o vereador Bruno Faller mencionou que os cigarros eletrônicos estão em uso há muito tempo no país, o que incentiva o comércio ilegal. “O contrabando se fortalece com esta proibição da produção nacional”, frisou. Da mesma forma, o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Santa Cruz do Sul, Cesar Cechinatto, avaliou a proibição como um ato de “desinteligência”, destacando que em cerca de 80 países, “com agências reguladoras tão – ou até mais -rigorosas quanto a Anvisa”, os dispositivos eletrônicos para fumar já são regulamentados.

Em defesa da causa, também fez questão de se pronunciar o presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Marcilio Drescher. “Com certeza, se não fizermos nada, já temos uma definição certa, mas enquanto estivermos presentes para reclamar daquilo que está injusto para os nossos produtores, podemos ter talvez uma decisão satisfatória, com a regulamentação do que hoje está ilegal no Brasil”, disse, parabenizando a mobilização dos proponentes e dos participantes do ato.

Foto: Jaime Fredrich/divulgação | Fonte: Assessoria
05/02/2024 0 Comentários 561 Visualizações
Business

Reuniões sobre preço do tabaco terminam sem acordos

Por Marina Klein Telles 26/01/2024
Por Marina Klein Telles

Mais uma rodada de reuniões de negociação de preço do tabaco para a safra 2023/2024 foi realizada na tarde da última quinta-feira, 25 de janeiro. Três empresas foram recebidas pela comissão representativa dos fumicultores. Com nenhuma delas, foi firmado protocolo, apesar das entidades terem reconsiderado a proposta inicial da variação do custo de produção de cada empresa mais 5 pontos percentuais, como reajuste dos valores das tabelas de preços mínimos.

A Comissão lamenta que, mais uma vez, as reuniões terminam com notícias negativas. “A comissão representativa dos produtores não reconhece a tabela de empresa que não concede reajuste de, no mínimo, da variação do custo de produção. As empresas, ao não repor nem a variação do custo de produção da safra, demonstram não ter comprometimento com seu produtor integrado”, enfatizam os representantes. “Para assinar protocolo somente com a reposição do custo de produção mais um percentual de lucratividade, conforme proposta realizada”.

A comissão representativa dos produtores de tabaco é formada pela Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) e pelas Federações da Agricultura (Farsul, Faesc e Faep) e dos Trabalhadores Rurais (Fetag, Fetaesc e Fetaep) do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

Foto: Luciana Jost Radtke/divulgação | Fonte: Assessoria
26/01/2024 0 Comentários 398 Visualizações
Business

Exportações de tabaco superam US$ 2,72 bilhões em 2023

Por Jonathan da Silva 22/01/2024
Por Jonathan da Silva

Desde 1993, o Brasil ocupa o posto de maior exportador de tabaco do mundo. Números divulgados pelo Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC/ComexStat) apontam que, apesar de o país ter exportado em menor volume que em 2022, houve incremento nas divisas. Em todo Brasil, foram embarcadas 512.064 toneladas (-12,45% que em 2022, quando foram 584.861 toneladas). Já em dólares, foram exportados US$ 2,729 bilhões (+11,32% que no ano anterior, com US$ 2,452 bilhões).

Para o presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Iro Schünke, o resultado está dentro do esperado. “De acordo com pesquisa feita em 2023, tínhamos a previsão de um embarque menor no volume e um acréscimo no montante em dólares exportados, o que se confirmou”, avalia o presidente do SindiTabaco.

No total, 107 países compraram o produto. A União Europeia teve destaque com 42% do total embarcado, seguida de Extremo Oriente (31%), África/Oriente Médio (11%), América do Norte (8%) e América Latina (8%). Bélgica, China, Estados Unidos e Indonésia seguem sendo os países que mais importam tabaco no mundo. Emirados Árabes, Vietnã e Turquia aparecem em seguida no ranking dos maiores importadores de 2023.

Principais países importadores

1º – Bélgica (US$ 605 milhões)
2º – China (US$ 428 milhões)
3º – Estados Unidos (US$ 179 milhões)
4º – Indonésia (US$ 156 milhões)
5º – Emirados Árabes (US$ 121 milhões)
6º – Vietnã (US$ 92 milhões)
7º – Turquia (US$ 91 milhões)

Destaque para o sul

A Região Sul, onde se concentra 95% da produção brasileira de tabaco, segue se destacando. Do volume embarcado em 2023, 85% saiu do Porto de Rio Grande (RS), 12,1% de Santa Catarina e 2,9% do Paraná. A participação do tabaco foi de 0,80% no Brasil, 4,51% na Região Sul e, no Rio Grande do Sul, estado que é o maior produtor, chegou a 11,19%. “Os números continuam demonstrando a grande importância do tabaco no cenário do agro sul-brasileiro, em especial para os gaúchos”, enfatiza Schünke.

Foto: Junio Nunes/divulgação | Fonte: Assessoria
22/01/2024 0 Comentários 398 Visualizações
Business

Acordo com JTI assegura ganho real ao produtor

Por Marina Klein Telles 17/01/2024
Por Marina Klein Telles

Pelo terceiro ano consecutivo, as entidades representativas dos fumicultores assinaram protocolo com a JTI. Após a segunda reunião de negociação, entidades e empresa firmaram o reajuste de 8%, de forma linear, na tabela de preço da variedade Virgínia, valendo para a safra 2023/2024. Com isso, o valor do quilo do BO1 passa para R$ 22,46. A variação do custo de produção apurado do Virgínia foi de 5,06%. Com a proposta, o produtor recebe um ganho real de 2,94%. Já para o Burley, cuja variação do custo de produção apurado é de -1,77%, foi firmado acordo de um reajuste de 6,56%, não linear, em razão da criação de um plus em quatro classes que valorizam o tabaco de alta qualidade. Com a proposta, o produtor recebe um ganho real de 8,33%. O valor do B1 do Burley passa a valer R$ 20,01.

“Para nós, entidades, a assinatura do protocolo com a JTI mostra que a empresa vem valorizando o seu produtor integrado. São três safras seguidas que as partes chegam num acordo que estabelece um preço mínimo, em tabela, e isso é muito importante”, enfatizam os representantes dos fumicultores, que ainda destacam que a empresa é a que mantém a tabela com os preços mais altos pagos aos seus produtores integrados.

As reuniões subsequentes, com seis empresas, não lograram êxito. Com o objetivo de buscar uma equiparação das tabelas de preço e rentabilidade para o produtor, a proposta da representação, para cada empresa, é a variação do custo de produção mais 5 pontos percentuais.

Propostas das empresas

– Universal Leaf
Variação do custo de produção Virgínia: 6,31%
Variação do custo de produção Burley: -2,11%
Proposta de reajuste de 6,31%, para as duas variedades

– Alliance One
Variação do custo de produção Virgínia: 5,92%
Variação do custo de produção Burley: -3,02%
Proposta de reajuste de 6,42%, linear, para as duas variedades

– China Brasil Tabacos
Variação do custo de produção Virgínia: 9,37%
Proposta de reajuste de 5%

– CTA
Variação do custo de produção Virgínia: 7,79%
Variação do custo de produção Burley: 0,18%
Proposta de reajuste de 6,5% para as duas variedades

– UTC
Variação do custo de produção Virgínia: 7,28%
Variação do custo de produção Burley: 0,54%
Proposta de reajuste de 6,28% para as duas variedades

– BAT
Variação do custo de produção Virgínia: 7,55%
Variação do custo de produção Burley: -0,86%
Proposta de reajuste de 7,55% para as duas variedades

“Os produtores do Burley podem comemorar um retorno positivo das reuniões, pois foram contemplados com uma boa lucratividade, o que nos deixa, como entidades, muito satisfeitos. Porém, no Virgínia, não podemos e não vamos aceitar que as empresas apresentem propostas de reajuste de preço que não atinjam nem a variação do custo de produção. Isso só faz com que o sistema integrado seja enfraquecido. Negociação de preço é para trazer lucratividade para o produtor. Ou seja, custo de produção é obrigação; um percentual a mais, é valorização. E isso é fundamental para garantir a continuidade de uma cadeia produtiva que sempre foi exemplo para outras culturas”.

Uma nova rodada de negociação com as empresas está prevista para o dia 25 de janeiro. Os membros da comissão representativa dos fumicultores esperam que as empresas revejam as suas propostas e tragam proposições positivas no próximo encontro.

Foto: Luciana Jost Radtke/divulgação | Fonte: Assessoria
17/01/2024 0 Comentários 473 Visualizações
Business

Comissão representativa dos produtores de tabaco se reúne para debater preços

Por Marina Klein Telles 11/01/2024
Por Marina Klein Telles

A comissão representativa dos produtores de tabaco, formada pela Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) e pelas Federações da Agricultura (Farsul, Faesc e Faep) e dos Trabalhadores Rurais (Fetag, Fetaesc e Fetaep) do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, reúne-se com empresas fumageiras nos dias 15 e 16 de janeiro, na sede da Afubra, em Santa Cruz do Sul/RS. No primeiro dia, o início da manhã será dedicado à reunião dos representantes das entidades para o alinhamento da negociação que definirá o preço mínimo a ser pago pelo tabaco, na safra 2023/2024.

“Nossa expectativa é que todas as empresas venham com uma proposta justa e que atenda, não somente o custo de produção, mas também uma rentabilidade para o fumicultor, além da recuperação da defasagem das tabelas das safras anteriores”, destaca Marcilio Drescher, presidente da Afubra.

A JTI, que já havia iniciado a negociação com a comissão em dezembro, manterá reunião novamente. “As entidades haviam definido que, em dezembro, as reuniões somente ocorreriam com as empresas que, de fato, já poderiam trazer uma proposta. A única, foi a JTI. Entendemos que a reunião foi produtiva e, aguardamos que a próxima reunião com eles seja satisfatória”, conclui o presidente da Afubra.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/01/2024 0 Comentários 385 Visualizações
Variedades

Votação eletrônica amplia em 60% participação dos trabalhadores do tabaco

Por Marina Klein Telles 11/12/2023
Por Marina Klein Telles

A implantação da votação eletrônica para a realização das assembleias gerais com trabalhadores da categoria tabaco foi adotada em 100% das negociações realizadas em 2023. O dado é do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústria do Fumo e Alimentação de Santa Cruz do Sul e Região (Novo Stifa), apresentado na última sexta-feira, 8 de dezembro. Com o processo concluído nas empresas cuja data-base de negociação é os meses novembro e dezembro, a adesão dos trabalhadores teve uma ampliação em 60%, na comparação com o ano passado.

A principal vantagem da votação eletrônica reside na abrangência e acessibilidade do trabalhador, avalia o Presidente do Novo Stifa, Gualter Baptista Júnior. “Trata-se de um processo muito seguro, que permite que todo trabalhador possa votar, de forma remota, inclusive. O sistema fica aberto 24 horas, evitando o deslocamento, se quiser, o trabalhador pode votar de sua casa, à noite, fora do horário de expediente”, acrescenta.

Baptista Júnior diz ainda que a votação eletrônica, utilizada como método piloto no ano passado, teve a adesão de todas as empresas vinculadas ao Novo Stifa. “Isso representa economia, pois evita que aqueles trabalhadores que atuam fora de Santa Cruz do Sul não precisassem se deslocar para participar. Envolve muito mais trabalhadores, dando acesso e criando um engajamento com nosso Sindicato. Coroado com um incremento de 60% no número de adesão aos processos realizados neste ano”, frisa.

De acordo com o Presidente, a implementação do processo eletrônico de votação, que neste ano atingiu todos os trabalhadores das categorias tabaco, fortalece o movimento de modernidade implantado no Novo Stifa a partir de maio de 2021, com o ingresso da atual gestão no Sindicato. “Além de ser a materialização da nova proposta de Sindicalismo criada pelo Novo Stifa, este processo mostra sua expressividade por meio da participação maior e efetiva dos trabalhadores”, complementa Gualter Baptista Júnior.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/12/2023 0 Comentários 513 Visualizações
Business

Abertura da Colheita do Tabaco no RS será em Rio Pardo

Por Marina Klein Telles 21/11/2023
Por Marina Klein Telles

O Parque da Expoagro Afubra sediará a Abertura Oficial da Colheita do Tabaco no Rio Grande do Sul, no dia 1º de dezembro. Numa lavoura especialmente plantada, a solenidade terá início às 10h para autoridades, lideranças e imprensa convidadas. A Abertura da Colheita do Tabaco no Rio Grande do Sul integra o calendário de eventos do Estado e é uma organização da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), SindiTabaco e Secretarias de Estado de Desenvolvimento Rural (SDR) e da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação.

O presidente da Afubra, Marcilio Drescher, enfatiza que é uma solenidade importante para o fumicultor gaúcho pois demonstra que o Governo do Estado reconhece a importância do setor. “Somos uma cultura lícita e que traz grandes retornos econômicos para o Estado. Precisamos ser valorizados e reconhecidos pela nossa importância”. Sobre sediar a Abertura no Parque da Expoagro Afubra, Drescher se disse alegre, pois “é em nosso Parque que levamos ao produtor as alternativas de diversificação, bem como informações sobre novas tecnologias que ele pode usar para melhorar a sua propriedade”.

Números

A produção sul-brasileira de tabaco na safra 2022/2023 foi de 605.703 toneladas, sendo 551.586 toneladas na variedade Virgínia, 46.469 no Burley e 7.659 toneladas no Galpão Comum. O Rio Grande do Sul foi responsável por 42,4% da produção do Sul do Brasil, alcançando 256.947 toneladas. Saiba mais sobre a safra 2022/2023 aqui.

Foto: Junio Nunes/divulgação | Fonte: Assessoria
21/11/2023 0 Comentários 560 Visualizações
Notícias mais recentes
Notícias mais antigas

Edição 302 | Dez 2025 - Jan 2026

Entrevista | Duda Cansi explica como transformar caos em clareza nos negócios

Economia | Corecon-RS, FCCS-RS e Fecomércio projetam a economia gaúcha para 2026

Educação | Fundação Projeto Pescar completa 50 anos

Saúde | A invisibilidade da pressão psicológica enfrentada por líderes e empreendedores

Acompanhe a Expansão

Facebook Twitter Instagram Linkedin Youtube

Notícias mais populares

  • 1

    Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional de desburocratização

  • 2

    Fintech gaúcha Appmax abre mais de 120 vagas de emprego

  • 3

    Divulgados os projetos que receberão R$ 3 milhões do Fundo Social 2026

  • 4

    Paleta Atlântida reúne público de 180 mil pessoas em celebração do churrasco à beira-mar

  • 5

    ”Economia Prateada: um consumidor que vale ouro” será tema de palestra no Sindilojas Vale Germânico

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Linkedin
  • Youtube
  • Email

© Editora Pacheco Ltda. 1999-2022. Todos os direitos reservados.


De volta ao topo
Expansão
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO