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tabaco

Variedades

Tabaco é tema de audiência pública em Brasília

Por Marina Klein Telles 16/06/2023
Por Marina Klein Telles

A Convenção-Quadro para Controle do Tabaco (CQCT) foi o primeiro tratado internacional de saúde pública da história da Organização Mundial da Saúde (OMS). Representada por 192 países membros da Assembleia Mundial da Saúde, o tratado agregou o maior número de adesões na história da Organização das Nações Unidas. No mês de novembro, o Brasil participará da 10ª Conferência das Partes (COP 10), da CQCT, que este ano será realizada no Panamá. Com o objetivo de esclarecer e debater previamente o posicionamento do país nesse encontro mundial, o deputado federal Alceu Moreira requereu audiência pública realizada na última quinta-feira, 15 de junho, na Câmara dos Deputados, em Brasília.

“Hoje dizemos em alto em bom som: fazemos parte do agro, produzimos algo lícito, não cometemos crime, os produtores não tem responsabilidade pela quantidade de fumantes no Brasil. Hoje, queremos ouvir, mas principalmente dizer ao Brasil que não temos nenhuma paixão pelo ato de fumar, como não temos aos que bebem em demasiado. Mas temos orgulho em fazer o debate construtivo no sentido de proteger uma produção lícita e não vamos aceitar sermos recriminados por sermos produtores de tabaco”, disse o parlamentar ao abrir os trabalhos.

Estiveram presentes representantes do Ministério das Relações Exteriores (MRE), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) e do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA). O Ministério da Saúde não se fez presente na audiência, mas enviou nota, que foi lida por Moreira. Segundo a nota, a pasta declinou o convite porque ainda não há, por parte da OMS, liberação de agenda da COP 10, o que deve ocorrer no mês de agosto, tornando a participação no debate “desnecessária”.

Matheus Machado de Carvalho, chefe da divisão de saúde global do MRE, fez um breve histórico da ratificação da CQCT e a participação do Itamaraty nesse processo. Comentou que ainda não existe um processo de definição da delegação brasileira em relação a esses temas e que esse assunto deverá ser tratado pela Comissão Nacional para Implementação da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CONICQ), comissão multidisciplinar criada para este fim. O representante do Itamaraty, comentou que em tese os trabalhos foram somente interrompidos no último governo e que há um processo interno de reestruturação da CONICQ, com base na nova estrutura governamental. “Fomos consultados e a princípio teremos um representante. Quem está coordenando esse processo de consultas entre os ministérios é o Ministério da Saúde e é provável que a estrutura seja muito parecida com a anterior”, disse.

Clecivaldo Sousa Ribeiro, coordenador-geral de produção vegetal do MAPA, falou aos presentes sobre a relevante participação do tabaco para o agro brasileira, em especial na geração de renda e emprego. “Os produtores seguem regras extremamente rigorosas para a produção de tabaco no Brasil, todas em conformidade com a legislação. A lavoura do tabaco no Brasil é uma lavoura sustentável, que tem se preocupado em não utilizar mais terra, mas aumentar a sua produtividade por meio de novas tecnologias e que tem sido acompanhada de perto pela área de produção vegetal”, relatou.

Marcos Vinicius, coordenador de Agregação de Valor do MAPA, falou sobre o processo de certificação da produção de tabaco no Brasil e as garantias sociais e ambientais que o selo do MAPA concede. “Fomos procurados, de forma voluntária, para certificar o produto e podemos afirmar que o tabaco brasileiro é sustentável: não utiliza trabalho escravo, não agride o meio-ambiente e conta com a certificação das diferentes etapas”, falou.

Manoel Mendonça, coordenador de Fomento à Assistência Técnica e Extensão Rural do MDA, falou sobre o papel do MDA na implementação da Convenção-Quadro. “O papel do MDA é oferecer alternativas mais sustentáveis aos produtores de tabaco e que tem sido implementada em alguns municípios como a fruticultura, a criação de pequenos animais. Nosso objetivo é o de salvaguardar os produtores das incertezas do mercado e de uma futura redução da demanda. Não perdemos de vista a importância econômica e social do tabaco e sabemos que é um processo, que não pode ocorrer de forma abrupta”, falou.

Participaram do evento representantes da cadeia produtiva, como o presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Benício Albano Werner; o executivo da Abifumo, Giuseppe Lobo; e representante da Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (FETAG-RS) e da Fentifumo.

Iro Schünke, presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), abriu seu comentário enfatizando a falta de transparência nos debates conduzidos no âmbito da CQCT. “Não conheço ditadura pior que a da Convenção-Quadro, onde os maiores interessados não podem participar das discussões. As inverdades que normalmente ouvimos, e são muitas, especialmente da área da saúde, precisam ser rebatidas com fatos. É o caso da campanha lamentável que vimos no dia 31 de maio, com uma criança sentada em frente a um prato de cinzas de tabaco. É uma agressão à criança e uma agressão ao setor do tabaco, que é um produto lícito, que gera renda e empregos para milhares de cidadãos brasileiros e que é protagonista em produção sustentável, o chamado ESG. A minha intervenção é no sentido de atentarmos a como o Brasil se posicionará na próxima COP e alertar para consequências de um posicionamento malconduzido na próxima COP”, disse Schünke.

Além de representantes do executivo federal e de entidades ligadas ao setor, diversos políticos participaram da audiência, caso do deputado federal gaúcho, Marcelo Moraes. “No passado, a intenção da CQCT era reduzir o número de fumantes, mas no decorrer da caminhada, e o Brasil foi um ator importante nessa condução, começaram a atacar a produção: tentaram limitar a área de produção, extinguir as linhas de crédito aos produtores. Fica o encaminhamento para que, desde agora, busquemos os ministérios que possam contribuir com a posição brasileira na próxima COP, porque estamos falando da maior exportação do Rio Grande do Sul e a oitava do Brasil”, destacou o deputado federal, Marcelo Moraes.

Ao final da audiência, o grupo definiu a construção de um documento base que será compartilhado nesses encontros estratégicos junto aos ministérios e comissões de interesse. “Nosso trabalho será o de construir, com articulação e com absoluto respeito à opinião divergente, os espaços a que o tabaco tem direito a ter no agro brasileiro, como uma produção absolutamente lícita e que não merece a recomendação ou reprimenda de ninguém”, concluiu Moreira ao encerrar a audiência.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/06/2023 0 Comentários 417 Visualizações
Business

Ilegalidade: peça publicitária do Governo Federal usa cigarro eletrônico

Por Marina Klein Telles 09/06/2023
Por Marina Klein Telles

Dispositivo eletrônico para fumar, incluindo os cigarros eletrônicos, são proibidos desde 2009 no Brasil. A restrição inclui a comercialização, a importação e a propaganda do aparato. No entanto, o Governo Federal usou o dispositivo em sua peça publicitária para o Dia Mundial Sem Tabaco.

A campanha tinha como objetivo atacar a fumicultura. Defensor do setor fumageiro, o deputado estadual Marcus Vinícius de Almeida (PP), encaminhou ofício à Casa Civil, em Brasília. Endereçado do Ministro Rui Costa (PT), o documento ressalta que o material utilizado na peça publicitária é fruto da ilegalidade. “O material foi pago com dinheiro público e se utiliza de um dispositivo ilegal, que, certamente, foi contrabandeado”, afirmou.

O parlamentar, que em maio instalou a Subcomissão em Defesa do Setor Produtivo do Tabaco na Assembleia Legislativa, lembra das recentes ações do Governo Federal contra o setor. “Recentemente, uma matéria no site oficial do governo afirmando, de forma inverídica, que o tabaco destrói a renda das famílias, agora uma campanha desprezível e criminosa. O produtor precisa ter voz, e, acima de tudo, respeito”, rechaçou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/06/2023 0 Comentários 516 Visualizações
Variedades

Cultivo de tabaco e preservação ambiental

Por Marcel Vogt 05/06/2023
Por Marcel Vogt

De 05 a 09 de junho, comemora-se a Semana do Meio Ambiente, período de reflexão sobre as ações individuais e coletivas pela preservação do ambiente natural, para que se viva e se produza sem causar impactos negativos. A data também é oportuna para que se apresente alguns contrapontos a mitos que atingem a cultura do tabaco.

Entre eles, a de que a cultura seria responsável por desmatamentos. Segundo a Associação dos Fumicultores do Brasil, a cobertura florestal média das propriedades alcança quase um quarto da área, sendo 14% de mata nativa e 8,4% de plantio florestal para atender às necessidades de lenha e madeira. “O setor do tabaco já incentiva o plantio de espécies energéticas com o objetivo de preservar a floresta nativa desde a década de 70”, comenta Iro Schünke, presidente do SindiTabaco.

Outro mito está relacionado à erosão do solo para rios e nascentes. Levantamento realizado pelo SindiTabaco junto às indústrias, aponta que 74% dos produtores aplicam técnicas conservacionistas como plantio na palha ou cultivo mínimo, o que é um indicador de preservação das águas, além de proteção ao solo.

Mas talvez o maior mito ligado à cultura do tabaco seja sobre o uso de agrotóxicos.  A adoção do Manejo Integrado de Pragas (MIP), preconiza o monitoramento da ocorrência de pragas e há incentivos ao uso de agentes de controle biológico para manter o uso reduzido de agrotóxicos, que atualmente é de 1,01 quilo de ingrediente ativo por hectare, número muito inferior ao de outras culturas de consumo alimentar que chegam a 40 quilos por hectare.

Ainda quando o tema é agrotóxico, uma das ações que tem muita relação à preservação do meio ambiente é o Programa de Recebimento de Embalagens Vazias, ação itinerante que realiza a logística reversa das embalagens e encaminhamento para o destino adequado. Atualmente, 381 municípios são beneficiados com a iniciativa que, segundo o Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (inpEV), liderou a realização dessa modalidade de devolução de embalagens no ano passado.

MITOS PELO MUNDO 

A Associação Internacional dos Países Produtores de Tabaco (ITGA) também esclarece sobre o mito de que o cultivo de tabaco é prejudicial para o meio ambiente. Os dados da entidade mostram que o tabaco cresce em 0,25% das terras cultivadas do mundo, portanto, o tamanho de sua produção não é uma ameaça em comparação com muitas outras atividades agrícolas. Para evitar danos ao solo, que é o principal patrimônio dos pequenos agricultores, há o emprego de técnicas corretas. Como o tabaco é uma cultura resistente, a quantidade de fertilizantes e de agrotóxicos é reduzida em comparação com outras culturas. Por responder bem aos regimes pluviométricos nas áreas onde é produzido, menos de 15% da produção mundial é cultivada em lavouras irrigadas. E nos países que usam a lenha na cura do tabaco, os produtores cultivam espécies específicas para essa finalidade.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/06/2023 0 Comentários 586 Visualizações
Business

Comitiva chinesa visita região produtora de tabaco

Por Marcel Vogt 30/05/2023
Por Marcel Vogt

O presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, esteve reunido com a comitiva chinesa que visitou a região do Vale do Rio Pardo na última semana. No domingo, 21 de maio, ele apresentou ao grupo, na Alliance One, em Venâncio Aires, os principais números e ações do setor de tabaco no Sul do País. Também falou sobre os resultados do Instituto Crescer Legal, entidade fundada por iniciativa das empresas associadas ao SindiTabaco e que atua na qualificação dos jovens do meio rural.

Participaram da comitiva Chen Peijie, consulesa-Geral; Sun Renan, cônsul adjunto; Li Xiaoming, Consul Consular; Wang Tianjiao, vice-cônsul; Li Qicheng, vice-cônsul; Zhuang Su, vice-diretor do Departamento dos Assuntos Bilaterais; representantes do Bank of China, do China Council for the Promotion of International Trade (CCPIT), do CMG China Media Group, da CCCC – China Communications Construction Company, da Huawei do Brasil Telecomunicações Ltda, da SEMP TCL, da CAOA Chery, da China News, da China Tabaco Internacional do Brasil Ltda. e da CPFL Energia e da Associação Brasileira de Empresas Chinesas (ABEC).

Apesar de ser a maior produtora mundial de tabaco, a China é um importante cliente do tabaco brasileiro. Em 2022, embarcou US$ 472 milhões, figurando como o segundo maior importador do produto no período.

Foto: Gelson Pereira/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/05/2023 0 Comentários 642 Visualizações
Business

BAT Brasil completa 120 anos de história com foco na produção de tabaco

Por Marcel Vogt 25/04/2023
Por Marcel Vogt

Pautada pelo desenvolvimento sustentável da sua cadeia produtiva desde o início das suas atividades, a BAT Brasil é reconhecida como líder no setor de tabaco no país com ações inovadoras e sustentáveis, buscando desenvolver e investir em tecnologias que fortaleçam a produção, bem como as matrizes energéticas renováveis em suas fábricas e usinas.  A empresa, que celebra 120 anos de história nesta terça-feira, 25 de abril, mantém-se atenta a assuntos relevantes à cadeia produtiva do tabaco a fim de impulsionar a agricultura sustentável das pequenas propriedades rurais familiares no Sul do país. 

Por meio de diferentes iniciativas, programas e projetos, a empresa estimula a expansão do agronegócio no Brasil, tornando-se referência para todo o setor. Exemplo recente disso é o Programa ESG Farms, lançado em 2021 e que vem ao encontro com a estratégia da agenda global de ESG (termo em inglês que representa as ações de sustentabilidade considerando os pilares Ambiental, Social e de Governança). O programa de sustentabilidade socioambiental busca desenvolver as propriedades integradas e torná-las mais prósperas e sustentáveis, em linha com as exigências de mercado e legislação.

Neste contexto, o produtor rural que adere à iniciativa pode implementar ou expandir ações relacionadas à rentabilidade e eficiência, produtividade e qualidade, legislação e sustentabilidade socioambiental, em linha com as legislações e exigências de mercado nacional e internacional. “Nosso olhar atento às temáticas de sustentabilidade e bem-estar do produtor não é de hoje e continuaremos buscando iniciativas que desenvolvam a agricultura familiar da produção de tabaco de forma ampla e eficiente.”, pontua a Gerente de ESG, Comunicação e Difusão de Tecnologias da BAT Brasil, Amanda Cosenza.

A BAT Brasil, alinhada às transformações do Grupo BAT, prioriza questões como a inclusão e diversidade, a proximidade com o cliente, não apenas atendendo suas necessidades, mas também inspirando a sociedade e mantendo seu compromisso com a comunidade. Esse alinhamento é comprovado pelas certificações conquistadas em 2022 pela Unidade de Processamento de Tabaco de Santa Cruz do Sul (RS) de AWS (Alliance Water Stewardship) que ratifica a gestão responsável da água, colocando a empresa em um seleto grupo mundial que conquistou este reconhecimento e de Carbono Neutro que confirma a jornada de inovação e melhoria contínua de processo, bem como o aumento de eficiência energética, contribuindo assim para o combate do Aquecimento Global e a preservação dos recursos naturais ambos e pelas ISOs 9001, 14001 e 45001 que, desde 2000, reconhecem a qualidade do processo, do produto, da gestão Ambiental e da Saúde e Segurança na BAT Brasil.

No Brasil, a empresa está presente em todos os 26 estados brasileiros, atuando com cerca de 5 mil colaboradores diretos e 2 mil sazonais. Há dez anos, a empresa é certificada pelo Instituto Top Employers como uma das melhores empregadoras do Brasil.

SIPT – A história centenária da BAT Brasil (que até 2020 era conhecida como Souza Cruz) também é marcada pelo pioneirismo no campo. Criado em 1918, o Sistema Integrado de Produção de Tabaco (SIPT) é uma parceria técnico-comercial que viabiliza e facilita o acesso do produtor rural às sementes e aos insumos necessários para o plantio. Além disso, a Companhia assegura a compra de toda a safra, independentemente do seu resultado, e oferece assistência técnica por meio de uma qualificada equipe de orientadores agrícolas que atuam no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

Em 2021, a BAT Brasil tornou-se a primeira empresa de tabaco do Brasil a ser certificada com o selo oficial do Governo Brasileiro, pela Produção Integrada Brasileira. A certificação ratifica o uso das melhores práticas agronômicas e ambientais realizadas pelos produtores rurais, considerando aspectos como manejo do solo, uso racional dos recursos, produtividade, qualidade, novas tecnologias e rastreabilidade. Ao todo, mais de 16 mil produtores integrados à empresa foram certificados. “A PI Tabaco reforça o compromisso da BAT Brasil com a agenda global de ESG e com os produtores parceiros, pois permite que a produção de tabaco seja cada vez mais competitiva e aderente às demandas do mercado global, garantindo assim a rentabilidade ao Sistema Integrado de Produção”, destaca a gerente.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/04/2023 0 Comentários 746 Visualizações
Business

COP e mercado ilegal são temas de reunião da Câmara Setorial

Por Marina Klein Telles 30/03/2023
Por Marina Klein Telles

A primeira reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Tabaco ocorreu em 29 de março, de forma híbrida. Ao realizar a abertura, o presidente da Câmara, Romeu Schneider, lembrou alguns assuntos que devem ser acompanhados com atenção este ano, a exemplo da Conferência das Partes da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (10ª COP) e da terceira sessão da Reunião das Partes (MOP 3) do protocolo para Eliminar o Comércio Ilegal de Produtos do Tabaco, ambas ocorrem no Panamá.

O consultor técnico da Câmara, Giuseppe Lobo, ao falar sobre a reunião da Comissão sobre a COP 10, realizada durante a Expoagro Afubra, informou que ficou definida a elaboração de um documento para a Câmara Setorial encaminhar ao Ministério da Agricultura, com dados socioeconômicos com a importância da cadeia para as famílias e municípios.

O presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Benício Albano Werner, apresentou números parciais referentes à safra 2022/2023. “A safra, até 25 de março, está 29% comercializada no Virgínia, 52,80% no Burley e 57,80% no Comum; uma média de 31,20% nos três Estados do Sul do Brasil”, revelou.

Já o presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Iro Schünke, ao lembrar que o Brasil é o maior exportador de tabaco há 30 anos, informou que a exportação, em 2022, atingiu 585 mil toneladas e US$ 2,452 bilhões. O tabaco, na exportação brasileira, participou com 0,73%; na exportação gaúcha, 9,65%; Santa Catarina, 1,78% e Região Sul, 4,23%.

O representante do Sindicato da Indústria do Tabaco do Estado da Bahia (SindiTabaco-BA), Fernando Teixeira, apresentou números e a preocupação com o mercado ilegal do charuto, que está em 67%. “No mercado do charuto o problema é a falsificação das marcas, tanto do charuto cubano, quanto do nacional. Os efeitos do mercado ilegal sãos sentidos por todo o setor”, disse Teixeira, solicitando o retorno do Grupo de Trabalho que trata sobre o mercado ilegal. Ele ainda destacou a alta tributação, no Brasil, sobre o charuto, o que também é determinante para o aumento do consumo do charuto ilegal.

Schneider abordou o assunto lembrando que o mercado ilegal, tanto do cigarro quanto do charuto, por praticar valores de venda mais baixos, são atrativos para consumo, inclusive, de menores de idade. “A altíssima tributação do produto legal abre espaço para o ilegal; quanto maior a tributação, melhor para o contrabando”, finalizou o presidente da Câmara.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/03/2023 0 Comentários 473 Visualizações
Política

Deputado propõe subcomissão para defesa do setor produtivo do tabaco e acompanhamento da COP-10

Por Felipe Schwartzhaupt 24/03/2023
Por Felipe Schwartzhaupt

Cultivado em mais de 320 mil hectares do território nacional, o tabaco gera renda para aproximadamente 615 mil pessoas no Brasil. A região Sul, responsável por 98% da produção, principal complexo agroindustrial de tabaco do Brasil com 619 municípios, demonstra preocupação com os impactos da 10ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (COP10). O Estado do Rio Grande do Sul, em especial, que na safra 2021/2022 foi responsável por 44,2% da produção do Sul do país, alcançando 247.334 toneladas, terá um olhar atento a essas discussões do evento promovido pela Organização mundial da Saúde e que visa discutir o controle do tabaco em âmbito internacional.

Na Assembleia Legislativa gaúcha, há a proposição do deputado Marcus Vinícius Almeida (PP) para a instalação de uma subcomissão para acompanhar os trabalhos da convenção, que, neste ano, ocorrerá no Panamá. De acordo com o parlamentar, o propósito da iniciativa é a defesa da cadeia produtiva do tabaco, carro-chefe da economia de diversas regiões do Estado. Marcus Vinícius ressalta que é necessário promover o diálogo e a cooperação entre os setores envolvidos. “Aqueles que mantêm distância da cadeia produtiva completa do tabaco, olham somente um ponto e não os impactos da produção, desde o setor primário. Isso afeta o número de pessoas empregadas, de empresas ligadas aos defensivos agrícolas e ao maquinário do campo. Afeta as famílias dos pequenos agricultores”, ressalta.

O deputado, que protocolou um ofício ao presidente da Comissão Permanente de Agricultura, Pecuária, Pesca e Cooperativismo da Assembleia, Luciano Silveira (MDB), e solicitará espaço de fala antes da deliberação na próxima reunião do grupo técnico, esclarece que a defesa ao setor, acima de tudo, é uma defesa da liberdade. “Precisamos firmar e consolidar a liberdade de quem quer produzir e plantar. As políticas restritivas à plantação e à industrialização do tabaco podem ter impedido o comércio ilegal e o contrabando do produto. No entanto, o produtor, que precisa ter essa liberdade assegurada, não pode pagar esse preço”, reforça.

Subcomissão

Se aprovadas, as subcomissões têm o prazo, improrrogável, de 120 dias, contados da data da sua aprovação, extinguindo-se automaticamente. Ao final dos trabalhos deve ser apresentado ao presidente da Comissão vinculada um relatório de suas atividades.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/03/2023 0 Comentários 425 Visualizações
Variedades

Regras que valem ouro na hora do transporte do tabaco

Por Felipe Schwartzhaupt 08/03/2023
Por Felipe Schwartzhaupt

O levantamento dos registros de ocorrências de roubo de tabaco cru – aquele que é transportado no momento da comercialização do produto, entre produtores e empresa – foi tema de encontro entre a comissão de segurança do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e representantes de órgãos de segurança pública de Santa Cruz do Sul.

Enquanto em 2019 o setor registrava 26 ocorrências em toda a Região Sul do País, em 2022 foram oito ao total, sendo uma única ocorrência no Rio Grande do Sul. Os números foram analisados juntamente com o tenente-coronel da Brigada Militar, Giovani Paim Moresco; o delegado Regional de Polícia, Luciano Fernandes Menezes; e o capitão Silvio Erasmo Souza da Silva, comandante da 2ª Companhia Rodoviária do município.

“A redução demonstra que as medidas adotadas pelas indústrias e transportadores e o trabalho conjunto com os órgãos de segurança estão dando certo”, avalia Sergio Rauber, assessor de Relações Institucionais do SindiTabaco. Entre as principais causas da redução de ocorrências, ele destaca o monitoramento das cargas, o mapeamento de zonas críticas, o trabalho integrado com as forças policiais e a divulgação dos protocolos de segurança aos transportadores.

Neste período, a comissão de segurança do SindiTabaco investiu esforços na conscientização dos transportadores com o desenvolvimento de um folder com orientações, além do adesivo ‘Carga segura’ para os caminhões. Em 2023, o grupo prepara a divulgação das 10 regras de ouro na segurança do transporte do tabaco. O material circulará em formato de cards aos transportadores cadastrados pelas indústrias, via WhatsApp.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/03/2023 0 Comentários 457 Visualizações
Business

Expectativa de crescimento para as exportações de tabaco em 2022

Por Felipe Schwartzhaupt 19/09/2022
Por Felipe Schwartzhaupt

As exportações de tabaco devem fechar 2022 com volume aproximado ao dos embarques de 2021, quando saíram dos portos brasileiros 464.429 toneladas. A conclusão é da consultoria Deloitte, que faz as projeções anuais com base em acompanhamento dos dados do comércio exterior de produtos de tabaco. Segundo os especialistas, até o final do ano deverão ser embarcados volumes que ficam entre mais 2% e menos 2% em relação ao ano passado.

Porém, quando a pauta é valores em dólares, as previsões da Deloitte apresentadas ao SindiTabaco, em agosto, são de que o ano deve fechar com aumento entre 6% e 10% sobre os números de 2021, quando a geração de divisas foi de US$ 1,464 bilhão. A projeção mais recente apontada pela pesquisa realizada pela Deloitte mantém a mesma tendência que havia sido apresentada no relatório de março deste ano.

“Avaliamos que a pesquisa apresenta resultados conservadores, que consideram os problemas logísticos que o mundo todo tem enfrentado. Com base nos números que temos disponíveis até agosto, nossa expectativa é de superarmos a projeção apresentada na pesquisa, tanto em volume quanto em dólares”, avalia o presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Iro Schünke. “Confirmados esses resultados, chegamos à marca de 30 anos na liderança mundial de exportação de tabaco, um feito importante não só para a cadeia produtiva que gera renda e empregos, mas também para o Brasil”, destaca o executivo.

Números consolidados

Até o final de agosto haviam sido embarcadas 349.381 toneladas de tabaco brasileiro, volume 14,88% superior ao período de janeiro a agosto de 2021. Em divisas, os valores do tabaco vendido nos oito primeiros meses do ano foram de US$ 1.358.354 mil, sendo 44,65% superior ao mesmo período do ano passado. Os dados são do Ministério da Economia, publicados no Sistema ComexStat. Já em relação à Região Sul, onde se concentra a quase totalidade da produção e beneficiamento do tabaco brasileiro, foram exportadas 344.782 toneladas de janeiro a agosto deste ano, volume 14,62% maior do que o mesmo período do ano anterior. E as divisas geradas até agosto com tabaco embarcado nos portos do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná somam US$ 1.313.596 mil, sendo 44,93% superiores aos oito primeiros meses do ano passado.

Destaques 

• Até agosto de 2022, os maiores importadores foram:  Bélgica (US$ 360 milhões), seguida pela China (US$ 248 milhões), Estados Unidos (US$ 103 milhões) e Indonésia (US$ 70 milhões).

• O tabaco representa, até o momento, 0,61% do total exportado pelo Brasil. Também representa 8,11% das exportações do Rio Grande do Sul (que é o estado que mais produz e exporta tabaco) e 3,55% das exportações da região Sul.

• Até final de agosto, o tabaco representou 2,99% na Balança Comercial brasileira e 23,92% na Balança Comercial gaúcha.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/09/2022 0 Comentários 584 Visualizações
Business

Safra de tabaco 2021/2022 fecha em 560.181 toneladas

Por Amanda Krohn 06/09/2022
Por Amanda Krohn

A Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) divulgou ontem (5/9) os números finais da safra de tabaco 2021/2022. Foram produzidas 560.181 toneladas pelos fumicultores sul-brasileiros, divididas em 512.594 toneladas na variedade Virgínia, 41.793 no Burley e 5.794 toneladas no Galpão Comum. Os resultados são obtidos por meio de pesquisas realizadas junto aos produtores de tabaco, pelo Departamento de Pesquisa e Estatística da entidade.

O presidente da Afubra, Benício Albano Werner, faz uma análise comparativa entre as safras 2020/2021 e 2021/2022. “Levando em consideração o Sul do Brasil, em termos de área, houve uma redução de 9,8%, ou seja, 273.317 ha na 2020/2021 para 246.590 ha. Já a produção caiu de 628.489 toneladas para 560.181 toneladas, uma redução de 10,9%%. Numa análise por estado na produção sul-brasileira, do Rio Grande do Sul foi de 247.334 toneladas, com uma participação de 44,2%; os fumicultores catarinenses produziram 171.805 toneladas, com participação de 30,7%; e no Paraná, 141.042 toneladas, com uma participação de 25,1%. Na produtividade nesta safra, comparada com a safra passada, houve uma redução de 5,8% no Rio Grande do Sul; Santa Catarina teve aumento de 4,1% e no Paraná, de 1,3%.”

Comparativo produção sul-brasileira por Estado

Comparativo área sul-brasileira por Estado

O preço médio praticado na safra 2020/2021, sul-brasileiro, foi de R$ 10,54 e na 2021/2022 R$ 17,02, uma variação de 61,5%. O preço médio praticado por estado, temos, no Rio Grande do Sul, R$ 17,26; em Santa Catarina R$ 17,19; e no Paraná R$ 16,41. Analisando o histórico da comercialização, Werner lembra que, desde a safra 2010/2011, não se teve uma variação de preços praticados nos valores e percentuais como da safra 2020/2021 para 2021/2022. “Analisando o tipo Virgínia, tivemos em março um preço médio de R$ 18,43, e a comercialização dos últimos lotes, no mês de julho, foi de R$ 14,12. Olhando o pico mais alto para o de final de safra, houve uma queda de 23,4%. O Burley, que em março teve seu pico mais alto em R$ 16,38 e na finalização da safra, em maio, R$ 15,04, com uma variação de 8,2%. Os preços mais altos praticados no Virgínia nos meses de março, abril e maio ocorreram pela preocupação com o volume de safra e com a necessidade, por parte das empresas, de atender o seu volume de exportação.

Comparativo produtividade sul-brasileira por Estado

Comparativo preço sul-brasileiro por Estado

Já a receita bruta do tabaco, valor recebido pelos produtores, no Sul do Brasil, em 2020/2021 foi de R$ 6.623.443.364,00 e em 21/22, R$ 9.536.432.060,00. “Tivemos, portanto, um aumento de 44% na receita bruta. Importante esclarecer que, em termos de valores brutos finais, o percentual de aumento é menor com relação ao percentual dos preços por quilo praticados, pois a produção sul-brasileira foi de 10,9% a menos, comparativamente. Neste total, em 2021/2022, o Rio Grande do Sul participou com R$ 4.268.370.020,00, o que representa 44,8% do Sul do Brasil. Santa Catarina obteve uma receita bruta de R$ 2.954.039.330,00, representando 31%. No Paraná, a receita bruta chegou a R$ 2.314.022.710,00, representando 24,3%”, finaliza Werner.  A estimativa de produção para a safra 2022/2023 será finalizada no fim do mês de outubro. A projeção de área sul-brasileira a ser plantada, indica para um leve aumento.

Foto: Arquivo/Afubra | Fonte: Assessoria
06/09/2022 0 Comentários 793 Visualizações
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