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sustentabilidade

Business

Wirth recebe certificação do Origem Sustentável

Por Marcel Vogt 05/07/2023
Por Marcel Vogt

A Wirth, tradicional indústria de calçados de Dois Irmãos/RS fundada em 1948, foi certificada no Origem Sustentável, única certificação de práticas ESG para a cadeia produtiva do calçado no mundo. A entrega do certificado no nível Prata aconteceu ontem (4) na sede da empresa e contou com as presenças da diretoria e do presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Haroldo Ferreira.

O diretor da empresa, Ricardo Wirth, destaca que a empresa, durante o processo de adequação para recebimento do certificado, notou que já trabalhava a sustentabilidade desde a sua fundação. “Nós já tínhamos processos de sustentabilidade, pois sempre cuidamos para não poluir o meio ambiente, respeitando os funcionários e não desperdiçando materiais. Só não tínhamos o carimbo, a chancela”, disse, ressaltando que o Origem Sustentável foi a “cereja do bolo”. “Foi histórico e significativo recebermos essa certificação no ano em que comemoramos nossos 75 anos de atuação”, comemora.

Com 1,2 mil funcionários, que produzem mensalmente mais de 8 mil pares de calçados, dos quais 90% são embarcados para mais de 50 países, a Wirth tem como destaque em sustentabilidade a não geração de resíduos para aterros sanitários, com envios do que não pode ser reaproveitado para coprocessamento, o rastreamento total das embalagens e a logística reversa das latas de adesivo, além utilizar energia elétrica 100% limpa, adquirida por meio do Mercado Livre. “Desde dezembro de 2021, quando passamos a utilizar energia limpa, deixamos de emitir mais de 368 toneladas de CO2”, conta Eduardo Herzer, supervisor de Qualidade da empresa.

Social

Na área social, a atuação da empresa também é bastante intensa. Herzer destaca a manutenção de um refeitório para os colaboradores, a disponibilização de vale transporte, cartão alimentação, plano de saúde/odontológico, fisioterapia e auxílio educação para os trabalhadores. “Para faculdade, a empresa arca com 40% do valor. Para cursos de qualificação profissional do Senai, arcamos com 50%”, conta o supervisor.

Competitividade

Ferreira, ao parabenizar a empresa, destaca que a certificação traz ganhos de competitividade em um mundo de consumidores cada vez mais conscientes. “A nova geração, e as próximas, tendem a dar ainda mais importância para questões de sustentabilidade e ESG. Querem saber de onde vem e para onde vai o produto. As empresas que desejam competir nesse mercado precisam estar orientadas para as práticas sustentáveis de produção”, ressalta o dirigente, acrescentando que a certificação é um diferencial da indústria calçadista brasileira diante dos principais concorrentes internacionais.

Sobre o Origem Sustentável

O Origem Sustentável é a única certificação de ESG e sustentabilidade no mundo voltada para as empresas da cadeia calçadista. Baseado nas melhores práticas internacionais de sustentabilidade, segue a diretriz de 104 indicadores distribuídos em cinco dimensões: econômica, ambiental, social, cultural e gestão da sustentabilidade. As categorias são Diamante (+80% dos indicadores alcançados), Ouro (+60%), Prata (+40%) e Bronze (+20%).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/07/2023 0 Comentários 549 Visualizações
Ensino

Lixo zero: Sinodal Prado reduz em 90% o encaminhamento de resíduos para aterros sanitários

Por Marina Klein Telles 05/07/2023
Por Marina Klein Telles

Atento às discussões sobre mudanças climáticas e sustentabilidade, o Colégio Sinodal Prado, localizado no Prado Bairro-Cidade, em Gravataí, iniciou, neste ano, o projeto Sinodal Sustentável. O programa, que tem como slogan “Sem lixo, sem desperdício”, já resultou em uma redução de cerca de 90% no encaminhamento de resíduos para aterros sanitários.

O trabalho de conscientização começou nas salas de aula: durante uma semana, os alunos armazenaram todos os resíduos secos produzidos. Na sequência, eles foram convidados a separar, classificar e pesquisar como esses materiais poderiam ser reduzidos, reutilizados ou mesmo reciclados. Dessa forma, a instituição passou de uma tonelada para 100 quilos de resíduos encaminhados para aterros sanitários. Para os materiais orgânicos, a escola criou uma composteira e um minhocário.

A iniciativa também servirá de base para implantação em outras escolas e instituições da rede pública de Gravataí. Além disso, propostas semelhantes serão futuramente implementadas pela administração do Prado Bairro-Cidade e do Condomínio Los Álamos, que fica localizado a menos de 200 metros da instituição de ensino.

Além do cuidado com os resíduos, o colégio também investiu na instalação de cisternas para reaproveitamento de água da chuva, o que possibilita uma economia de 60% no consumo de água. Para produção de energia local, foram colocados 271 painéis de energia fotovoltaica.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/07/2023 0 Comentários 551 Visualizações
Política

Presidente anuncia Plano Safra 2023/2024 com financiamento de R$ 364,22 bilhões

Por Marcel Vogt 28/06/2023
Por Marcel Vogt

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, lançam nesta terça-feira (27), às 10h, em Brasília (DF), o plano de financiamento da agricultura e da pecuária empresarial no país. Os recursos da ordem de R$ 364,22 bilhões vão apoiar a produção agropecuária nacional de médios e grandes produtores rurais até junho de 2024.

Os recursos são destinados para o crédito rural para produtores enquadrados no Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) e demais. O valor reflete um aumento de cerca de 27% em relação ao financiamento anterior (R$ 287,16 bilhões para Pronamp e demais produtores).

O Plano Safra 2023/2024 incentiva o fortalecimento dos sistemas de produção ambientalmente sustentáveis, com redução das taxas de juros para recuperação de pastagens e premiação para os produtores rurais que adotam práticas agropecuárias consideradas mais sustentáveis.

Do total de recursos disponibilizados para a agricultura empresarial, R$ 272,12 bilhões serão destinados ao custeio e comercialização, uma alta de 26% em relação ao ano anterior. Outros R$ 92,1 bilhões serão para investimentos (+28%).

Os recursos de R$ 186,4 bilhões (+31,2%) serão com taxas controladas, dos quais: R$ 84,9 bilhões (+38,2%) com taxas não equalizadas e R$ 101,5 bilhões (+26,1%) com taxas equalizadas (subsidiadas). Outros R$ 177,8 bilhões (+22,5%) serão destinados a taxas livres.

As taxas de juros para custeio e comercialização serão de 8% ao ano para os produtores enquadrados no Pronamp e de 12% a.a. para os demais produtores. Já para investimentos, as taxas de juros variam entre 7% a.a. e 12,5% a.a., de acordo com o programa.

Sustentabilidade 

O Plano Safra 2023/2024 incentiva o fortalecimento dos sistemas de produção ambientalmente sustentáveis. Serão premiados os produtores rurais que já estão com o Cadastro Ambiental Rural (CAR) analisado e também aqueles produtores rurais que adotam práticas agropecuárias consideradas mais sustentáveis.

A redução será de 0,5 ponto percentual na taxa de juros de custeio para os produtores rurais que possuírem o CAR analisado, em uma das seguintes condições: 1) em Programa de Regularização Ambiental (PRA), 2) sem passivo ambiental ou 3) passível de emissão de cota de reserva ambiental.

Também terão direito à redução de 0,5 ponto percentual na taxa de juros de custeio os produtores que adotarem práticas de produção agropecuária consideradas mais sustentáveis, como: produção orgânica ou agroecológica, bioinsumos, tratamento de dejetos na suinocultura, pó de rocha e calcário, energia renovável na avicultura, rebanho bovino rastreado e certificação de sustentabilidade. A definição do rol dessas práticas, bem como a regulamentação de como elas serão comprovadas pelos produtores rurais junto às instituições financeiras, ocorrerá posteriormente ao lançamento do Plano Safra 2023/24.

Essas reduções na taxa de juros de custeio poderão ocorrer de forma independente ou cumulativa. Ou seja, caso o produtor preencha os dois requisitos, ele poderá ter uma redução de até 1 ponto percentual na sua taxa de juros de custeio.

Além disso, o Programa para Financiamento a Sistemas de Produção Agropecuária Sustentáveis (RenovAgro) incorpora os financiamentos de investimentos identificados com o objetivo de incentivo à Adaptação à Mudança do Clima e Baixa Emissão de Carbono na Agropecuária.

O RenovAgro é o novo nome do Programa ABC. Por meio dele, é possível financiar práticas sustentáveis como a recuperação de áreas e de pastagens degradadas, a implantação e a ampliação de sistemas de integração lavoura-pecuária-florestas, a adoção de práticas conservacionistas de uso e o manejo e proteção dos recursos naturais. Também podem ser financiada a implantação de agricultura orgânica, recomposição de áreas de preservação permanente ou de reserva legal, a produção de bioinsumos e de biofertilizantes, sistemas para geração de energia renovável e outras práticas que envolvem produção sustentável e culminam em baixa emissão de gases causadores do efeito estufa.

Como novidade deste ano, o RenovAgro amplia o apoio à recuperação de pastagens degradadas, com foco na sua conversão para a produção agrícola, com a menor taxa de juros da agricultura empresarial: 7% ao ano.

A partir deste ano, o Programa de Modernização da Agricultura e Conservação dos Recursos Naturais (Moderagro) passa a financiar também correção de solo, com utilização de calcário mineralizadores e fosfatagem.

Nas operações de custeio, a prática de manejo florestal passa a ser financiada com até 2 anos de prazo para pagamento.

Mas não é só o RenovAgro que financia práticas sustentáveis de produção. Outros programas, como o Inovagro, o Proirriga, o Moderfrota e o Moderagro também têm em sua concepção o incentivo à produção agropecuária de baixa emissão de carbono.

Médios produtores

O fortalecimento dos médios produtores rurais também é destaque no Plano Safra deste ano, com maior disponibilidade de recursos para custeio e para investimento.

Além disso, o limite de renda bruta anual para o enquadramento no Pronamp passa de R$ 2,4 milhões para R$ 3 milhões. A mudança leva em consideração a elevação dos preços dos produtos agrícolas.

Quem está enquadrado no Pronamp terá taxa de juros mais baixas para a aquisição de máquinas e equipamentos agrícolas por meio do Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos Associados e Colheitadeiras (Moderfrota). O acesso aos recursos do Moderfrota terá taxa de juro de 10,5% a.a. para o Pronamp, sem limite de financiamento. Para os demais produtores, a taxa de juros permanece em 12,5% a.a.

O limite de financiamento de investimentos no Pronamp passa de R$ 430 mil para R$ 600 mil por beneficiário/ano.

O Plano Safra deste ano também prevê o aumento de 25% para 30% da exigibilidade de direcionamento dos Recursos Obrigatórios para as operações de crédito rural nas instituições financeiras. No caso do Pronamp, a subexigibilidade para o custeio passou de 35% para 45%.

Armazéns e irrigação

O Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA) terá um aumento no volume de recursos de 81% para construção de armazéns com capacidade de até seis mil toneladas e de 61% para armazéns de maior capacidade. O objetivo é fortalecer o financiamento de investimentos necessários à construção de novos armazéns, no intuito de aumentar a capacidade estática instalada de armazenagem.

Outro destaque é o aumento de 30% nos valores destinados ao Programa de Financiamento à Agricultura Irrigada e ao Cultivo Protegido (Proirriga), que financia os investimentos relacionados com todos os itens inerentes aos sistemas de irrigação, inclusive infraestrutura elétrica e para a construção do reservatório de água. Também permite financiar a aquisição, a implantação e a recuperação de equipamentos e instalações para proteção de cultivos inerentes à olericultura, fruticultura, floricultura, cafeicultura e produção de mudas de espécies florestais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/06/2023 0 Comentários 651 Visualizações
Business

Crespi recebe certificação de sustentabilidade

Por Marcel Vogt 22/06/2023
Por Marcel Vogt

A Crespi do Brasil, indústria de laminados sintéticos de Novo Hamburgo/RS, recebeu, ontem, quarta-feira (21), a certificação do Origem Sustentável no nível Ouro. Com mais de 60% dos indicadores do programa atingidos, a empresa vem se destacando na busca de uma produção cada vez mais sustentável e alinhada aos conceitos de ESG (Environmental, Social and Governance).

Na oportunidade, a superintendente da Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), Silvana Dilly, ressaltou que o momento é importante não somente para a empresa, mas para a cadeia produtiva do calçado no Brasil. “O Origem Sustentável é a única certificação de ESG para o setor no mundo e termos mais uma empresa certificada é sempre um momento de alegria e um indicativo de que estamos no caminho certo, rumo a uma indústria cada vez mais sustentável e alinhada às tendências de consumo”, disse.

O diretor da empresa, Paulo Roberto dos Reis Filho, destacou que a Crespi do Brasil pensa na sustentabilidade muito além da sua estrutura física e do pilar ambiental. “Queremos contribuir com a nossa comunidade local por meio de ações que favoreçam a educação, a saúde, o esporte, que valorizem a cultura e gerem empregos, sempre com o objetivo de promover a inclusão social, econômica e política”, comentou.

Direcionamento

Chamou a atenção dos auditores do Origem Sustentável, para a certificação da Crespi do Brasil, o fato de a empresa, a partir de 2020, ter mudado o direcionamento do seu centro de pesquisa e desenvolvimento, o Studio Crespi Design, que passou a produzir coleções orientadas para a inserção de produtos eco-responsáveis e novas possibilidades de acabamentos. Neste contexto, a empresa criou a base Ecofit, que tem 30% de sua composição feita de fibra de viscose, fibra artificial de fonte renovável produzida a partir de cavacos de madeira de árvores que possuem pouca resina ou a partir da semente do algodão e substitui a fios de origem petrolífera.

A partir da orientação, a empresa, em 2022, migrou completamente para o Ambiente de Contratação Livre, passando a utilizar energias totalmente renováveis em seu processo produtivo. “Por termos migrado nossa operação para uma energia renovável, deixamos de emitir o equivalente a 27,6 mil toneladas de CO2, o que contribuiu significativamente para reduzir nossa pegada de carbono”, conta Filho. Outro ponto de destaque colocado pelo diretor é a substituição do óleo combustível pelo gás natural e a troca das lâmpadas fluorescentes por lâmpadas de LED em 90% das suas dependências.  Segundo ele, com essas ações, a empresa conseguiu uma redução de 15% do seu consumo de energia elétrica e 20% no consumo de gás natural e à lenha.

O ano passado também marcou a divulgação do primeiro inventário de emissões de gás carbônico da empresa. O documento indicou que a produção emite, anualmente, 787,5g de CO2 por metro linear. “Nossa meta é chegar a menos de 690g por metro produzido até final de 2028”, projetou Filho.

Social

Na dimensão social, a Crespi do Brasil passou a realizar treinamentos com todos os seus 72 colaboradores, buscando sensibilizá-los sobre as questões de sustentabilidade e a postura da empresa diante dos novos desafios. “Os treinamentos são realizados tanto de forma on-line quanto presencial e contam com a participação de acionistas, colaboradores, fornecedores, clientes e consumidores. Além disso, enviamos nossa Política de Sustentabilidade para toda a equipe por meio de e-mail corporativo para que todos pudessem ter acesso”, informou Filho, destacando a criação de uma cultura de sustentabilidade na empresa e na comunidade.

Empresa

Com mais de 70 funcionários, a Crespi do Brasil é uma das líderes brasileiras no fornecimento de laminados sintéticos em poliuretano para as indústrias de calçados e artefatos. O objetivo de participar do Origem Sustentável é, além de ajudar na preservação ambiental e dos direitos humanos, fortalecer a imagem da marca junto aos seus clientes, fornecedores, colaboradores e sociedade em geral.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/06/2023 0 Comentários 659 Visualizações
Business

Valle d’incanto será o primeiro hotel de Gramado a implantar Gestão ESG

Por Marcel Vogt 21/06/2023
Por Marcel Vogt

O Hotel Valle d’incanto Gramado se prepara para estruturar a Gestão ESG focada na Sustentabilidade para o Turismo. Após colocar em prática a gestão em ESG, o hotel receberá a certificação internacional que trará reconhecimento por todas as ações, é a ISSO 21401.

A sigla ESG reúne as iniciais das palavras em inglês Environmental, Social and Governance (equivalente a Ambiental, Social e Governança, no português).

A iniciativa é inédita em Gramado e o empreendimento dará início à implantação a partir do início do mês de agosto em uma parceria com a GESCAP, empresa especializada no tema.

Os empresários Rafael Chaves e Vicente Atz, CEO’s GESCAP, estiveram recentemente em Sevilha, na Espanha participando do evento ISO-TC 228, (Tourism and relate services), evento mundial da ISO para o Turismo, que abrange vários grupos de trabalho que envolvem o tema.

Rafael e Vicente são membros da ABNT e delegados da ISO de Turismo Sustentável no Brasil. Os empresários também integram o grupo WG13, que aborda ESG e sustentabilidade, e o WG7 que é do turismo de aventura.

O evento na Espanha trouxe como mote o debate e revisão das normas dos hotéis a nível mundial e apresentou uma nova normatização de práticas sustentáveis de vários destinos.

“Estamos nos adaptando ao mercado e seguindo a tendência global para o Turismo onde, cada vez mais, as práticas sustentáveis como um todo e a Gestão ESG são levadas em conta tanto pelos viajantes quanto pela comunidade e players em geral”, destaca Cris Endres, diretora do hotel.

“Não é possível mais pensar empreendimentos com foco no futuro sem a implantação das práticas de ESG. O Turismo Sustentável está em alta e queremos estar preparados para este nicho”, destaca o diretor do Valle, Fabio Noel.

“O projeto com o Valle d’incanto será pioneiro na região e servirá de modelo para muitos hotéis e empresas em geral, pois essa gestão pode ser aplicada em diversos segmentos de forma personalizada”, salientam os CEO’s da Gescap.

Sobre o Valle d’incanto

Com arquitetura única e gastronomia de alto padrão, o empreendimento é comandado pelos empresários Cris Endres e Fábio Noel que trouxeram para Gramado e para o hotel a inspiração de uma viagem para a Itália, remetendo à atmosfera romântica e hospitaleira da Toscana.

Desde a fundação, o hotel foi nomeado três vezes como “a melhor hospedagem do Brasil”. No ano de 2020 foi eleito como o melhor hotel da América do Sul e ocupou o sétimo lugar no ranking mundial da premiação. Em 2021, o Valle ocupou o primeiro lugar entre as acomodações sul-americanas e, em 2022, alcançou o topo do ranking mundial anual Travellers’ Choice na categoria hotéis românticos.

Recentemente o Valle D’incanto recebeu o Top Hotel Guest Review 2023 do Expedia Group e foi eleito o 2º melhor hotel do Brasil e 2º melhor hotel da América do Sul no Travellers’s Choice 2023.

Foto: Gustavo Merolli/Divulgação | Fonte: Assessoria
21/06/2023 0 Comentários 602 Visualizações
Variedades

Parceria entre BAT Brasil e SPVS estimula o plantio de 20 hectares de árvores

Por Marina Klein Telles 02/06/2023
Por Marina Klein Telles

A sustentabilidade nas propriedades rurais tem sido estimulada constantemente pela BAT Brasil junto aos seus produtores integrados. Hoje, a gestão da propriedade, alicerçada aos pilares do ESG, traz a preservação ambiental como essencial, mas ao longo dos seus 120 anos, a BAT Brasil incentivou inúmeros projetos que tiveram a preservação do meio ambiente como mote principal.

Atualmente, uma parceria entre a BAT Brasil e a Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS) visa proteger e realizar várias ações atreladas ao manejo da Reserva Natural das Águas, localizada no Estado do Paraná, que faz parte do maior remanescente contínuo do bioma Mata Atlântica do Brasil.

De acordo com o especialista em Meio Ambiente da BAT Brasil, Jaime Dias, o projeto Gestão Territorial voltada à Produção de Natureza vai realizar, nos próximos cinco anos, o monitoramento e o plantio de espécies nativas. “Mas muito além de reflorestar a área, o projeto visa reestabelecer a biodiversidade e trazer de volta as particularidades do bioma”, explica.

O projeto conta com ações como a gestão, administração e manutenção dos locais para preservação ambiental. “Para a execução deste projeto foram definidas duas estratégicas básicas, que são o plantio de enriquecimento e o plantio em áreas abertas em 20 hectares na Reserva Natural das Águas”, salienta ele.

Dias destaca que ainda estão previstos mais 30 hectares para monitoramento e restauração de biodiversidade. “É um projeto importante porque as Reservas Naturais da SPVS têm sido campo de pesquisas, aulas teóricas e práticas para muitos estudantes em parcerias com universidades e institutos de pesquisa”, revela.

Das reservas saem dados importantes sobre a Mata Atlântica, que contribuem para a formação de profissionais, assim como para o trabalho de pesquisadores que atuam com conservação de espécies e ambientes em diferentes ecossistemas naturais. “Dentro deste contexto, para este projeto, a área a ser considerada nos trabalhos de conservação corresponde a 31,3 hectares”, afirma Dias.

A SPVS atua sistematicamente na região central da grande reserva da Mata Atlântica, na porção norte do litoral paranaense desde o ano de 1990. Em 1992 finalizou um estudo interdisciplinar denominado “Plano Integrado de Conservação para a Região de Guaraqueçaba” que analisou e propôs ações que conciliassem a conservação ambiental e a melhoria da qualidade de vida da população residente nessa região. Desde então foram realizados uma grande diversidade de projetos, abordando diferentes temáticas, como pesquisa científica interdisciplinar, manejo de áreas protegidas, alternativas de renda para a população local, gestão territorial, dentre outros. Mais detalhes dos projetos desenvolvidos na região podem ser consultados em http://www.spvs.org.br/projetos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/06/2023 0 Comentários 677 Visualizações
Cidades

Semana do Meio Ambiente busca a conscientização coletiva em Novo Hamburgo

Por Marina Klein Telles 02/06/2023
Por Marina Klein Telles

A Semana do Meio Ambiente é uma oportunidade de reforçar a importância de praticar ações sustentáveis e o impacto que as nossas atitudes cotidianas possuem no presente e futuro do lugar onde vivemos. Este ano, o evento começa na próxima segunda-feira, dia 5, no Dia Mundial do Meio Ambiente. Até a sexta-feira, dia 9, a Prefeitura de Novo Hamburgo promoverá para a comunidade uma série de atividades voltadas ao tema, em diferentes locais da cidade, coordenadas pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semam).

A abertura do evento será na Casa das Artes, dia 5, às 19h30, com a apresentação do Coral Catavida. A programação ainda conta com a distribuição de mudas, feirinha de adoção, palestras sobre economia de água e destinação final de resíduos, exposição de fotos e produtos reciclados, teatro, caminhadas guiadas e muito mais confira a programação no site da prefeitura. Também haverá a pintura do muro de entrada do Parque Henrique Luis Roessler (Parcão) com as escolas do Projeto Guardiões do Parcão.

“Será uma semana produtiva e de muita conscientização, na qual passaremos cinco dias com toda a atenção voltada ao meio ambiente”, pontua o titular da Semam, Ráfaga Fontoura.

O secretário ainda faz um convite especial para a quinta-feira, dia 8, feriado de Corpus Christi. “A previsão é de um dia com tempo bom, o que possibilita às famílias visitarem o Parcão, utilizarem os pontos de coleta de eletrônicos e óleo de cozinha, e ainda presenciarem uma atividade lúdica com a Herta e aproveitarem todas as atividades pensadas especialmente para a população hamburguense”, convida Fontoura.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/06/2023 0 Comentários 647 Visualizações
Business

FCC recebe certificação Diamante do Origem Sustentável

Por Marina Klein Telles 01/06/2023
Por Marina Klein Telles

A FCC, indústria de componentes para o setor calçadista de Campo Bom, é mais uma gigante da cadeia produtiva a receber a certificação máxima do Origem Sustentável. A entrega do selo Diamante aconteceu ontem (31) na sede da empresa e contou com as presenças das presidências e diretorias da FCC, da Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), colaboradores e clientes.

O CEO da FCC, Marcelo Reichert, destacou a importância da equipe no processo de certificação. “Hoje estamos coroando um processo que ajudou a própria empresa a organizar seus processos. A sustentabilidade sempre fez parte da nossa história e hoje está sendo certificada no nível mais elevado do Origem Sustentável”, comemorou o gestor, ressaltando o empenho da equipe e a relevância da certificação para o mercado.

Na oportunidade, a superintendente da Assintecal, Silvana Dilly, destacou a história da empresa, sempre ligada à sustentabilidade. “A cadeia produtiva do calçado, aqui representada pelas entidades gestoras do Origem Sustentável, vem caminhando a passos largos rumo a uma produção sustentável. Aos poucos, estamos transformando a cultura do setor e nos tornando referência mundial em ESG”, ressaltou.

Representando o elo dos fabricantes de calçados, o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, foi enfático na defesa da sustentabilidade como ferramenta de competitividade, principalmente no mercado internacional. “O calçadista brasileiro não pode concorrer no preço com produtor asiático, mas pode mostrar que aqui existe uma indústria justa e sustentável, o que é diferencial importante em relação a esses concorrentes”, disse, ressaltando que a certificação é uma coroação do trabalho realizado pela FCC.

Práticas

Unindo os pilares de sustentabilidade ambiental, social, econômica e cultural, a FCC recebeu a certificação máxima do Origem Sustentável ao alcançar mais de 80% dos 104 indicadores avaliados pela auditoria. A coordenadora Jurídica e de Meio Ambiente da empresa, Gabriela dos Reis Schmidt, destaca que ambas as plantas da indústria, em Campo Bom/RS e Conceição do Jacuípe/BA, utilizam 100% da energia elétrica produzida a partir de contratação no âmbito do Mercado Livre de Energia, ou seja, de fontes renováveis. Além de economizar no custo com energia, a empresa ganha em sustentabilidade.

Outro componente importante do rol de iniciativas de ESG da FCC é o fato de a empresa não enviar nenhum resíduo para aterros sanitários. “Hoje, reaproveitamos boa parte dos nossos resíduos e os que não reciclamos enviamos para coprocessamento, transformando-os em cimento para a construção civil”, conta a coordenadora, ressaltando que a empresa mantém uma Central de Reciclagem na sede de Campo Bom, onde separa os resíduos que podem ou não serem reaproveitados.

Sobre o programa

O Origem Sustentável é a única certificação de ESG e sustentabilidade no mundo voltada para as empresas da cadeia calçadista. Baseado nas melhores práticas internacionais de sustentabilidade, segue a diretriz de indicadores distribuídos em cinco dimensões: econômica, ambiental, social, cultural e gestão da sustentabilidade. Atualmente já são mais de 90 empresas de calçados e componentes participantes, dentre essas 52 já certificadas. Conheça a certificação no site.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/06/2023 0 Comentários 611 Visualizações
Variedades

Caimi & Liaison é recertificada no nível máximo do Origem Sustentável

Por Marcel Vogt 31/05/2023
Por Marcel Vogt

A Caimi & Liaison, produtora de revestimentos têxteis para o setor calçadista de Novo Hamburgo, recebeu ontem (30), a recertificação no nível Diamante do Origem Sustentável, único programa de certificação de práticas ESG para a cadeia calçadista do mundo. A entrega da certificação no nível máximo (mais de 80% dos 104 indicadores contemplados) aconteceu na sede da empresa e contou com a presença de representantes da diretoria da empresa, colaboradores e parte da equipe da Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal).

É motivo de orgulho para a empresa, que sabe que para mudar o mundo temos que começar pela nossa casa.

Na oportunidade, o CEO da Caimi & Liaison, Carlos Bremer, destacou o empenho da equipe na busca da recertificação, motivo de orgulho para a empresa. “Há dois anos, recebíamos a primeira certificação no nível Diamante. Hoje, somos recertificados na categoria mais alta do programa. É motivo de orgulho para a empresa, que sabe que para mudar o mundo temos que começar pela nossa casa”, comentou. O CEO destacou também o crescimento do Origem Sustentável na região do Vale do Sinos, no Rio Grande do Sul. “Estamos nos tornando uma referência mundial em sustentabilidade. Estamos vivendo um círculo virtuoso na região”, acrescentou.

O presidente da Assintecal, Gerson Berwanger, acompanhou o discurso do empresário, destacando que a cadeia produtiva do setor vem se fortalecendo não apenas no discurso, mas nas práticas sustentáveis. “Juntos, do fornecedor de materiais ao fabricante de calçados, estamos mudando a realidade e tornando o setor cada vez mais competitivo, aqui e no exterior”, disse.

Práticas sustentáveis

Para receber o Origem Sustentável no nível Diamante a empresa reduziu o uso da água em 20%, reduziu em 14% a utilização de energia elétrica e passou a utilizar, desde 2018, combustível renovável (biomassa) para o aquecimento da rede de óleo térmico da fábrica. “Hoje, 100% da energia elétrica consumida pela empresa é do Ambiente de Contratação Livre (ACL), mais conhecido como Mercado Livre”, destacou.

Além de otimizar o uso dos recursos, a Caimi & Liaison incentiva o plantio de árvores em vias públicas no município de Novo Hamburgo desde 2016. Conforme relatório da empresa, o plantio de mais de 400 árvores na cidade já proporcionou a absorção de mais de 8 toneladas de carbono. Outro destaque da empresa é o sistema de gestão de resíduos sólidos, que permite o descarte correto e reciclagem de resíduos gerados pelas suas operações. “Também buscamos reduzir o gasto hídrico, implementando medidas de conservação e uso racional de água. Na linha de produção, anteriormente tínhamos um processo em que o material era molhado e depois batido e secado em uma secadora. Este procedimento era feito em fulões e consumia em torno de 2 mil litros de água, que era descartada a cada novo produto. Através de um projeto de engenharia viu-se que o processo poderia ser diferente e ajustamos o processo para utilizar apenas um tanque de 100 litros de água no qual o material não é batido, somente passando pela água e reaproveitando o efluente em diversas etapas”, detalhou Bremer.

Social

No intuito de estimular cada vez mais seus colaboradores, a empresa, também, conta com o Plano de Participação nos Resultados (PPR), com o intuito de desenvolver uma cultura focada na produtividade e fortalecer o vínculo com os seus quase 120 empregados.  Ainda entre os benefícios que a empresa oferece, destacam-se o Plano de Saúde Unimed Vale dos Sinos, pago 100% pela Caimi & Liaison, o Cartão Farmácia, que possibilita aos funcionários um maior prazo de pagamentos com a compra de medicamentos sendo realizada para desconto em folha, e seguro de vida sem custos. “Contamos também com um restaurante interno, no qual a empresa arca com 80% do valor da refeição”, destacou Bremer.

A “cereja do bolo”

A gerente de Marketing da empresa, Luísa Zimmer, destaca que o produto final é a “cereja do bolo” de todo o trabalho de ESG e sustentabilidade. Pensando nessa premissa, a  marca criou a linha Life, que oferece ao mercado produtos com fibras recicladas, materiais orgânicos e processos que reduzem a geração de resíduos têxteis;  a linha Bio Bamboo, com estrutura têxtil 100% oriunda do bambu; a linha Kyoto, que oferece produtos com tecnologia inject, que dispensa a aspiração mecânica para a adesão da injeção de solas; e a linha Recycle Pet, que trabalha malhas 100% recicláveis produzidas a partir de garrafas pet.

Empresa

Criada em 1994, a Caimi & Liaison, é reconhecida no mercado nacional e internacional por oferecer produtos de alta qualidade, inovação, moda e sustentabilidade. Atualmente, a empresa possui um parque fabril e showroom localizado em Novo Hamburgo, um showroom em Jaú/SP e representantes nos principais polos calçadistas.

Foto:Divulgação | Fonte: Assessoria
31/05/2023 0 Comentários 579 Visualizações
Projetos especiais

ACI: Semana do Meio Ambiente de Santa Cruz oferece série de atrações

Por Marina Klein Telles 30/05/2023
Por Marina Klein Telles

Transformar o Cinturão Verde numa unidade de conservação. Foi com a defesa deste propósito que especialistas e defensores da causa ambiental deram início na manhã da segunda-feira (29), à Semana do Meio Ambiente de 2023. A abertura ocorreu na Associação Comercial e Industrial (ACI) de Santa Cruz do Sul.

A programação, que tem como tema “O nosso cinturão verde e qualidade e vida”, foi aberta pelo secretário de Meio Ambiente, Saneamento e Sustentabilidade, Cesar Cechinato, que também é presidente da ACI local. “Fico muito feliz em ter aqui entusiastas e especialistas da causa ambiental. Ficamos orgulhosos por terem escolhido a ACI como anfitriã, que é uma entidade representativa do comércio, da indústria e das empresas de prestação de serviços. Durante esta semana teremos debates riquíssimos sobre o tema da sustentabilidade, muitas ações, e aproveito para parabenizar a todos que se envolveram na organização”, disse ele.

A solenidade, conduzida pela engenheira ambiental e embaixadora do programa Lixo Zero em Santa Cruz, Débora Leonhardt da Silva, teve sequência com a explanação da arquiteta e urbanista da Secretaria Municipal de Planejamento e Governança, Patrícia Assmann. Ela explicou sobre a demarcação do Cinturão Verde. De acordo com ela, a área total é de 463 hectares, sendo em sua maioria de caráter privado, com vários proprietários, mas que tem critérios de ocupação e edificação. “Nosso Cinturão Verde é uma zona de preservação controlada, que tem critérios de ocupação bastante restritivos se comparado com outras regiões da cidade”, afirmou. Ainda segundo ela, a taxa de ocupação limite dentro do Cinturão Verde é de 10%. “Dentro do Cinturão, em um lote de cinco mil metros quadrados, por exemplo, o proprietário vai poder construir 500 metros quadrados”, explicou.

Na sequência, o doutorando em Tecnologia Ambiental Patrick Wiesle, do Programa de Pós-Graduação em Tecnologia Ambiental – mestrado e doutorado, da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), trouxe curiosidades na área de pesquisa com relação ao Cinturão Verde. Através de imagens, o pesquisador demonstrou as mais diversas espécies que vivem no local. De acordo com ele, câmeras instaladas ao longo da mata comprovam isso. “O Cinturão oferece condições de permanência e de desenvolvimento a muitas espécies de animais, e se percebe que todos os animais aparentam ser muito saudáveis”, afirmou. Ele também apresentou uma estimativa através de números. De acordo com ele, existem no local cerca de 250 espécies de aves, 65 de mamíferos, 15 de répteis, 18 de peixes. De plantas, são cerca de 350 espécies existentes em toda a dimensão da mata.

Ao final do encontro, o geólogo José Alberto Wenzel também se pronunciou. Ele defendeu a importância da sensibilização para a preservação do Cinturão Verde. “Temos que dar um passo a mais com relação ao Cinturão. Ele tem que ser unidade de conservação”, defendeu. Wenzel ressaltou ainda a necessidade de sensibilizar as pessoas e de realizar ações, inclusive sugeriu a criação do Fundo do Cinturão Verde. “Poderíamos criar um fundo que patrocine pesquisas, estudos, demarcação, e temos que abastecer este fundo. As pessoas precisam sentir que elas são o Cinturão”, concluiu.

Na abertura teve ainda o lançamento do e-book sobre o Cinturão Verde, que pode ser conferido no link https://drive.google.com/file/d/1MyIUiO4UTNoqS1pp71kqiIixtDeTAC0M/view?usp=sharing

A programação da Semana do Meio Ambiente envolve várias ações, desde caminhada, atividades em escolas, palestras, gincanas, rodas de conversa, oficinas, distribuição de mudas, entre outras. O encerramento será na segunda-feira, 5 de junho. Confira a programação completa da semana no endereço https://bit.ly/439nPtx

A Semana de Meio Ambiente deste ano é uma realização coletiva, com a participação da Prefeitura de Santa Cruz do Sul, através da Secretaria de Meio Ambiente, entidades de classe, empresas, cooperativas e ONGs.

Foto: Isadora Oliveira/divulgação | Fonte: Assessoria
30/05/2023 0 Comentários 865 Visualizações
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