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Variedades

Evento em Porto Alegre discute potencial eólico do RS

Por Jonathan da Silva 04/04/2025
Por Jonathan da Silva

O Wind of Change 2025 encerrou sua segunda edição nesta quinta-feira (3), em Porto Alegre, com a apresentação de um estudo inédito que identifica áreas propícias à implantação de parques eólicos offshore no Rio Grande do Sul. A pesquisa, realizada pelo Sindicato da Indústria de Energias Renováveis do Estado do Rio Grande do Sul (Sindienergia RS) em parceria com a Portos RS e um grupo de empresas, mapeou zonas favoráveis na costa do estado, destacando oportunidades e desafios para a expansão das energias renováveis.

A pesquisa foi conduzida pela oceanógrafa e PhD em Geociências Clarissa Araujo, da empresa WSP Brasil. O levantamento utilizou uma análise multicriterial que considerou aspectos socioambientais e de infraestrutura para definir três cenários de implantação: livre desenvolvimento, conservador e abordagem de gestão.

No cenário conservador, foram identificadas duas áreas prioritárias: uma ao norte, com 2.935 km², e outra ao sul, com 4.372 km². A abordagem de gestão ampliou essa área para 33.840 km², enquanto o modelo de livre desenvolvimento definiu um total de 44.106 km² para possíveis instalações. “A fase seguinte será a integração com o sistema terrestre, avaliando a infraestrutura de transmissão existente e os projetos previstos. Não basta termos potencial, é essencial garantir a conexão e distribuição eficiente da energia gerada”, afirmou Clarissa Araujo.

Regulamentação e potencial energético do estado

A regulamentação do setor avançou em janeiro de 2025, quando o governo federal sancionou a Lei 15.097/2025, que estabelece normas para exploração de energia eólica offshore no Brasil. Atualmente, o Rio Grande do Sul é o estado com o maior número de projetos em análise no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para licenciamento ambiental. Até janeiro deste ano, havia 30 processos abertos para a instalação de parques eólicos no mar.

A presidente do Sindienergia RS, Daniela Cardeal, destacou o potencial do Rio Grande do Sul para se tornar um dos principais exportadores de energia do país. “O Rio Grande do Sul tem grandes diferenciais para contribuir com o desenvolvimento do Brasil na questão da segurança energética nacional. As energias renováveis são fundamentais para o desenvolvimento de muitos setores prioritários, como agricultura, indústria e saúde”, salientou Daniela.

A dirigente da entidade também ressaltou a importância de uma maior articulação entre os governos federal e estadual para a elaboração de um plano nacional de transição energética. “Precisamos de políticas públicas claras e integradas para impulsionar ainda mais esse setor e garantir que as energias limpas possam trazer benefícios econômicos e sociais a todos”, completou Daniela.

Debates e perspectivas para o setor

O evento também promoveu debates sobre desafios de infraestrutura, impacto socioambiental e sustentabilidade na transição energética. A experiência dos Países Baixos na redução de impactos ambientais foi apresentada por especialistas internacionais, como o diretor Técnico Latam da Fugro, Alessander Kormann; o CEO da Antea, Hilton Lucio; e o gerente Comercial para a Região Sul da América Latina da Mammoet, Pablo Terres. A mediação ficou a cargo do chefe do Escritório de Apoio aos Negócios dos Países Baixos em Porto Alegre, Caspar van Rijnbach.

No último dia do Wind of Change, também participaram lideranças como o diretor do Ministério de Portos e Aeroportos, Tetsu Koike, o presidente do Sindienergia Ceará e vice-presidente do Centro Industrial do Ceará, Luis Carlos Queiroz, o diretor de Energia da Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura do Rio Grande do Sul, Rodrigo Huguenin, e o presidente do Conselho do Banco Randon, Joarez José Piccinini.

O que é o Wind of Change 2025

O Wind of Change 2025 chegou à sua segunda edição e se consolidou como um dos principais eventos sobre energia renovável no Brasil. Com a recente regulamentação das eólicas offshore e a crescente demanda por fontes limpas, o evento reuniu investidores, especialistas e representantes governamentais para discutir soluções e estratégias para a transição energética.

Foto: Diogo Vedoy/Sindienergia/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/04/2025 0 Comentários 357 Visualizações
Variedades

Feira da Franquia terá ação sustentável com plantio de árvores na Floresta Amazônica

Por Jonathan da Silva 04/04/2025
Por Jonathan da Silva

A Feira da Franquia, que será realizada entre os dias 25 e 27 de abril no Centro de Eventos do BarraShoppingSul, em Porto Alegre, adotou uma iniciativa sustentável para mitigar impactos ambientais. Para cada expositor presente, uma árvore nativa será plantada na Floresta Amazônica, totalizando 120 mudas. A ação é fruto de uma parceria com a Químea, rede de franquias especializada em consultoria ambiental.

O diretor da Químea, Marçal Paim da Rocha, afirmou que as mudas de buriti serão plantadas em uma área específica do bioma amazônico. “Com este gesto simbólico e concreto, estamos promovendo não apenas a compensação das emissões da feira, mas também estimulando a reflexão sobre a importância de ações ambientais em cada evento corporativo”, ressaltou Rocha, que também será um dos expositores no evento.

Certificados para expositores

Além do plantio das árvores, cada franquia participante da feira receberá um certificado que simboliza sua contribuição para a preservação ambiental. A Químea já realizou iniciativas semelhantes em outros eventos, incluindo a edição mineira da Feira da Franquia, e tem como meta alcançar mil árvores plantadas.

A Químea

Criada em Santa Maria, na região central do Rio Grande do Sul, a Químea possui 69 unidades no Brasil, sendo 25 no Rio Grande do Sul, e recentemente recebeu o selo de excelência da Associação Brasileira de Franchising (ABF), que avalia a qualidade dos serviços das franquias no país.

Serviço

  • O quê: Feira da Franquia
  • Quando: 25, 26 e 27 de abril (sexta-feira, sábado e domingo)
  • Onde: Centro de Eventos do BarraShoppingSul (Avenida Diário de Notícias, 300, Cristal – Porto Alegre)
  • Horários: das 14h às 20h (sexta e sábado) | das 14h às 19h (domingo)
  • Ingressos: Disponíveis na Plataforma Sympla
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/04/2025 0 Comentários 385 Visualizações
Cidades

Estância Velha inicia implantação do Plano de Recuperação da Mata Atlântica

Por Jonathan da Silva 01/04/2025
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de Estância Velha apresentou ao Conselho Municipal do Meio Ambiente (Commam), na sexta-feira (28), o cronograma de trabalho para a implementação do Plano Municipal de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica (PMMA). A iniciativa, coordenada pela Secretaria de Meio Ambiente, Pecuária e Agricultura (Semapa), tem como objetivo proteger fragmentos de vegetação nativa e recuperar áreas degradadas no município.

Estância Velha está inserida no bioma Mata Atlântica e possui cerca de 20 km² de fragmentos florestais remanescentes, o que representa aproximadamente 40% da vegetação do município. A bióloga da Secretaria, Karine Raquel de Oliveira, ressalta que a Mata Atlântica é um dos biomas mais ameaçados do planeta, “muitas vezes em razão da urbanização sem planejamento sustentável das cidades”.

Investimento e execução

O Plano de Ação do PMMA será financiado pelo Fundo Municipal de Meio Ambiente, mediante aprovação do Commam. A primeira fase do plano, correspondente ao período de 2025 a 2026, será avaliada pelo Conselho e pela Comissão Intersetorial do PMMA (CI-PMMA), que subsidiará as etapas futuras do projeto.

Comissão intersetorial

Para acompanhar a implementação do PMMA, será instituída a Comissão Intersetorial do PMMA (CI-PMMA), composta por representantes da Semapa, da Secretaria do Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh), da Secretaria de Obras e Serviços Urbanos (Seosu), da Emater de Estância Velha e do Commam.

Importância do Plano

A secretária do Meio Ambiente, Pecuária e Agricultura de Estância Velha, Viviane Diogo, enfatiza a relevância do PMMA para o conhecimento e gestão ambiental do município. “Com a elaboração do PMMA, passamos a conhecer melhor a cobertura vegetal da cidade, saber as condições em que se encontra, o grau de conservação, os impactos e a localização. São dados importantes para qualificar o trabalho de conservação e recuperação dos fragmentos de Mata Atlântica”, afirma Viviane.

Foto: Robson Nunes/PMEV/Divulgação | Fonte: Assessoria
01/04/2025 0 Comentários 418 Visualizações
Projetos especiais

Expocande 2025 adota ações sustentáveis para reduzir impacto ambiental

Por Jonathan da Silva 25/03/2025
Por Jonathan da Silva

A Expocande 2025, que será realizada entre 30 de abril e 4 de maio em Candelária, implementará medidas para reduzir o impacto ambiental do evento, incluindo a substituição de copos descartáveis pelo Copo Eco, um modelo reutilizável que visa diminuir a geração de resíduos plásticos. O Copo Eco será comercializado por R$ 5,00 e poderá ser utilizado ao longo de toda a feira. Os visitantes terão a opção de devolver o copo ao final do evento e receber o valor investido de volta ou guardá-lo como lembrança. A iniciativa conta com o apoio do Conselho Municipal do Meio Ambiente e da Corsan e busca incentivar hábitos mais sustentáveis.

Além do Copo Eco, a feira contará com estações de coleta seletiva distribuídas pelo Parque Municipal de Eventos Itamar Vezentini para incentivar a separação correta dos resíduos. A rádio interna do evento transmitirá mensagens educativas sobre preservação ambiental e consumo consciente em parceria com a Corsan. “O evento vai buscar ser, não apenas uma grande vitrine para o agronegócio, comércio e serviços da região, mas também um evento comprometido com a responsabilidade ambiental e a conscientização sustentável”, afirmou o presidente da Expocande 2025, Jorge Mallmann.

A programação também incluirá atividades educativas para crianças e adolescentes. Entre os destaques, o personagem Dr. Saudável, interpretado pelo animador Roger Castro, abordará temas como preservação da água e boas práticas ambientais por meio de humor e interação com o público.

Organização e patrocínio

A Expocande 2025 é organizada pela Associação Cultural de Candelária Érico Veríssimo (ACCEV), com apoio da Associação do Comércio Indústria de Candelária (ACIC), da Prefeitura de Candelária e da Câmara Municipal. A feira conta com o patrocínio da Corsan, Farmácias São João, Sicredi, Sinditabaco, Afubra, JTI e Celetro, além do incentivo da Lei Federal de Incentivo à Cultura, do Ministério da Cultura e do Governo Federal.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/03/2025 0 Comentários 335 Visualizações
Cidades

São Leopoldo expõe práticas de empreendedorismo e desenvolvimento sustentável no Maranhão

Por Jonathan da Silva 18/03/2025
Por Jonathan da Silva

A Prefeitura de São Leopoldo participou, nos dias 11 e 12 de março, da 4ª edição do TransformAgora, evento realizado nas cidades de Estreito e Barra do Corda, no Maranhão. O encontro, promovido pelo Sebrae Maranhão em parceria com o Governo do Estado, teve o objetivo de compartilhar boas práticas de gestão pública para fomentar o empreendedorismo e a sustentabilidade.

O secretário adjunto de Desenvolvimento Econômico, Turístico e Tecnológico (Sedettec) de São Leopoldo, Mário Rosito, representou o município no evento. “São Leopoldo levou as experiências do período pós-enchentes, as medidas tomadas para a retomada econômica e o apoio às empresas afetadas. Apresentamos nossa trajetória e a construção de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento econômico”, afirmou Rosito.

No primeiro dia do evento, em Estreito, Rosito apresentou o painel “São Leopoldo: Pós-enchentes”, abordando as estratégias adotadas para a recuperação da economia local. No segundo dia, em Barra do Corda, participou do painel “São Leopoldo: Cidade Inteligente”, destacando iniciativas sustentáveis e tecnológicas implementadas no município.

Empreendedorismo como ferramenta de desenvolvimento

Rosito também enfatizou a importância do empreendedorismo para o crescimento local. “Abordei políticas públicas que melhoram o desempenho das cidades, potencializando a riqueza local e aprimorando o ambiente empreendedor”, explicou o secretário adjunto.

Presença de autoridades

O TransformAgora reuniu diversas autoridades, entre elas Celso Gonçalo, presidente do Conselho do Sebrae Maranhão, e Albertino Leal Barros Filho, diretor-superintendente da instituição. O evento também contou com a participação de prefeitos, secretários municipais, representantes do legislativo, membros do governo estadual e do Tribunal de Contas do Maranhão.

Foto: Comunicação Sebrae Maranhão/Divulgação | Fonte: Assessoria
18/03/2025 0 Comentários 347 Visualizações
Variedades

Sinduscom Vales promove workshop e viagem técnica sobre sustentabilidade na construção

Por Jonathan da Silva 17/03/2025
Por Jonathan da Silva

O Sindicato das Indústrias da Construção e do Mobiliário de São Leopoldo (Sinduscom Vales) realiza, nos dias 18 e 19 de março, um workshop sobre práticas sustentáveis na construção civil, seguido por uma viagem técnica a São Paulo, entre 7 e 9 de abril. O evento faz parte do projeto “Indústria da Construção Mais Forte e Resiliente”, desenvolvido com apoio da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs).

O workshop será realizado na sede do Sinduscom Vales, localizada no Centro das Indústrias de São Leopoldo, das 14h às 18h. O evento é direcionado a diretores e gestores de empresas construtoras, incorporadoras, projetistas, contratantes e profissionais das áreas de Engenharia e Arquitetura. Durante os encontros, serão apresentados estudos de caso sobre soluções para mitigar impactos ambientais, incluindo as enchentes no Rio Grande do Sul.

A palestrante Luiza Junqueira, sócia e cofundadora da consultoria Straub Junqueira, abordará técnicas de construção sustentável, conceitos de ESG e os impactos da construção civil no meio ambiente. Junqueira também atua como professora em cursos de pós-graduação e é membro do Comitê de Jovens Empreendedores da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Viagem técnica levará grupo a São Paulo

A visita técnica a São Paulo proporcionará aos participantes o contato com empreendimentos que aplicam soluções sustentáveis em urbanismo e eficiência energética. O roteiro inclui:

  • Edifício Martinelli, um dos marcos arquitetônicos da cidade;
  • Complexo urbano com soluções integradas de drenagem urbana e áreas verdes;
  • Torre residencial em construção com materiais sustentáveis e alta tecnologia;
  • Parque urbano projetado para promover resiliência climática, com jardins de chuva e lagoas de retenção de águas pluviais;
  • Edifícios corporativos que são referência em sustentabilidade no setor imobiliário.

O projeto visa preparar os profissionais para os desafios ambientais e incentivar a adoção de soluções inovadoras no setor da construção civil.

Mais detalhes podem ser obtidos com Emily Russel, do Sinduscom Vales, pelo WhatsApp (51) 98629-5185.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/03/2025 0 Comentários 332 Visualizações
Variedades

Feira Brasileira do Varejo 2025 será um evento carbono neutro

Por Jonathan da Silva 21/02/2025
Por Jonathan da Silva

A Feira Brasileira do Varejo (FBV) 2025, que será realizada entre os dias 21 e 23 de maio no Centro de Eventos da Fiergs, em Porto Alegre, será um evento carbono neutro. A iniciativa, inédita na feira, é resultado da parceria entre o Sindilojas Porto Alegre, Sebrae RS e a startup AKVO ESG, de Erechim, responsável pela implementação do programa de compensação de emissões.

Além da neutralização das emissões de carbono, será elaborado um relatório ESG, com um diagnóstico das práticas ambientais, sociais e de governança do evento. O objetivo é utilizar os dados para orientar a organização na adoção de melhorias para futuras edições.

Neutralização de carbono

O programa de compensação de emissões ocorrerá em diferentes etapas, abrangendo os períodos pré, durante e pós-evento. As ações incluem o mapeamento do local, avaliação da montagem e desmontagem da infraestrutura, gestão de resíduos e fornecedores, entre outros aspectos.

Para compensar as emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), a organização da feira adquirirá créditos de carbono certificados. Cada tonelada de CO₂ emitida corresponderá a um crédito, cujo valor será investido em projetos de preservação ambiental e combate ao desmatamento. O cálculo será feito pela Plataforma AKVO, seguindo a metodologia GHG Protocol, reconhecida internacionalmente.

O relatório ESG será elaborado conforme a norma técnica ISO 20121, que estabelece diretrizes para a realização de eventos sustentáveis. “O inventário final nos permitirá aplicar o plano de compensação e também auxiliar a organização da feira a desenvolver novas ações sustentáveis para as próximas edições”, afirmou o diretor técnico da AKVO ESG, Thomaz Tomazoni.

Criada em 2022, a AKVO ESG atua nos setores de agronegócio, empresas e eventos, tendo experiência em feiras como a Mercopar e a Gramado Summit.

Programação da FBV 2025

Com foco em tecnologia, inovação e empreendedorismo, a FBV 2025 espera receber mais de 10 mil visitantes ao longo de três dias de evento. A programação inclui mais de 70 horas de conteúdo e a participação de mais de 100 palestrantes nos palcos Negócios, Mão na Massa, MKT & Vendas e Pequenos Gigantes.

Entre os temas abordados estão novos modelos de negócios, vendas online, redes sociais, experiência do consumidor e inteligência artificial (IA).

Serviço

  • O quê: 11ª Feira Brasileira do Varejo
  • Quando: de 21 a 23 de maio (quarta a sexta-feira)
  • Onde: Centro de Eventos da Fiergs (Avenida Assis Brasil, 8787 – bairro Sarandi – Porto Alegre)
  • Horário: 10h às 19h
  • Ingressos: sympla.com.br/evento/fbv-feira-brasileira-do-varejo-2025/2071132?referrer=feirabrasileiradovarejo.com.br
  • Mais detalhes: feirabrasileiradovarejo.com.br
Foto: Sandro Azevedo/Divulgação | Fonte: Assessoria
21/02/2025 0 Comentários 459 Visualizações
Projetos especiais

Bares e restaurantes do Vale do Sinos adotam compostagem para destinação de resíduos

Por Jonathan da Silva 19/02/2025
Por Jonathan da Silva

Restaurantes e bares do Vale do Sinos têm passado a destinar seus resíduos orgânicos para a compostagem como forma de atender às diretrizes da Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/2010). O serviço é realizado pela empresa Virando a Terra, de São Leopoldo, única licenciada na região para esse tipo de operação. A medida busca evitar problemas sanitários, atração de pragas, multas e até mesmo a perda de alvará.

A Virando a Terra realiza o manejo correto dos resíduos, transformando-os em composto orgânico. Com isso, evita que esse material seja encaminhado a aterros sanitários, onde geraria gases de efeito estufa, como o metano, que contribuem para a crise climática. A empresa atende atualmente 42 empresas e cerca de 70 residências, com a perspectiva de dobrar a gestão de 15 toneladas de resíduos orgânicos por mês até 2025.

Estabelecimentos aderem à iniciativa

Vários estabelecimentos gastronômicos da região já destinam seus resíduos à compostagem, alinhando-se a princípios de sustentabilidade e governança corporativa. Entre eles estão:

  • Zimbabwe Restaurante
  • 51 Bar e Cozinha
  • Majestic Drink
  • Buca di Sant’Antonio
  • Marquês Cucina
  • Afronte Cultural
  • República das Cervejas
  • Villa D’Assisi
  • Poke Delícia
  • Armazém 51
  • Naturale Fit

Compromisso ambiental

A sócia do Majestic Drink, Vanessa Clós, destacou a importância da iniciativa para a preservação ambiental. “Fazer o descarte correto dos resíduos orgânicos faz com que o nosso mundo seja mais próspero e sustentável. A Virando a Terra é a empresa que tem nosso coração”, afirmou Vanessa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/02/2025 0 Comentários 360 Visualizações
Variedades

Ramarim recebe recertificação no nível máximo do Origem Sustentável

Por Jonathan da Silva 06/02/2025
Por Jonathan da Silva

A Ramarim, empresa do setor calçadista com sede em Nova Hartz e unidades em Sapiranga e Jequié-BA, recebeu nesta quinta-feira (6) a recertificação no nível Diamante do programa Origem Sustentável. A certificação, concedida a empresas que atendem a mais de 80% dos 104 indicadores de ESG, foi entregue na matriz da companhia com a presença da diretoria da Ramarim e do presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Haroldo Ferreira.

O CEO da Ramarim, Marçal Müller, destacou o envolvimento de uma equipe multidisciplinar no processo de recertificação e a relevância do selo para a empresa. Atualmente, a indústria reaproveita quase toda a matéria-prima utilizada na fabricação de calçados, cuja capacidade produtiva é de 55 mil pares por dia.

Segundo o supervisor de SESMT da Ramarim, Gerson Luis Wirth, os materiais descartados no processo produtivo são reciclados ou enviados para coprocessamento, onde são transformados em cimento. “Hoje, 100% da borracha, da espuma e do EVA utilizados na produção retornam para o parque fabril e dão origem a componentes para montagem de novos calçados”, afirmou Wirth.

O supervisor ressaltou que o principal desafio da empresa atualmente é aumentar o índice de reciclagem de laminados sintéticos, que está em torno de 20%. “Nosso objetivo é aumentar esse índice nos próximos anos”, acrescentou Wirth.

Práticas sustentáveis

Além da reutilização de materiais, a Ramarim também investe na gestão de recursos hídricos, com adaptações nas unidades para economizar água e uma estação de tratamento de esgoto na planta de Nova Hartz. Outro destaque é o uso de energia limpa adquirida no Mercado Livre em todas as unidades fabris.

Diferencial competitivo

Durante a cerimônia de entrega da certificação, Haroldo Ferreira afirmou que o Origem Sustentável não apenas contribui para a preservação ambiental e dos direitos humanos, mas também agrega valor competitivo para as empresas. “A certificação pelo programa, como todos sabem, é uma ferramenta importante para competir internacionalmente, principalmente diante da produção asiática, que não conta com práticas de ESG”, declarou.

A certificação

O Origem Sustentável é a única certificação de ESG voltada para empresas da cadeia calçadista no mundo. Baseado em práticas internacionais de sustentabilidade, avalia 104 indicadores distribuídos em cinco dimensões: econômica, ambiental, social, cultural e gestão da sustentabilidade. A certificação tem quatro categorias: Diamante (+80% dos indicadores alcançados), Ouro (+60%), Prata (+40%) e Bronze (+20%). As auditorias são conduzidas por instituições independentes como Senai, SGS, ABNT, Intertek e Bureau Veritas. Mais detalhes estão disponíveis no site origemsustentavel.org.br.

Foto: Abicalçados/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/02/2025 0 Comentários 535 Visualizações
Projetos especiais

Empresa do Vale do Sinos busca consolidar compostagem na gestão de resíduos

Por Jonathan da Silva 06/02/2025
Por Jonathan da Silva

A compostagem tem se consolidado como alternativa para reduzir a emissão de gases de efeito estufa e minimizar impactos ambientais causados pelo descarte inadequado de resíduos orgânicos. No Vale do Rio dos Sinos, a empresa Virando a Terra, única da região licenciada para essa atividade, busca dobrar sua capacidade de processamento de resíduos até 2025, passando das atuais 15 toneladas por mês para 30 toneladas.

Segundo a engenheira ambiental Eduarda Jaeger, sócia-proprietária da Virando a Terra, cada pessoa gera em média 1 kg de resíduos por dia, sendo metade de origem orgânica. “Esse tipo de matéria, quando destinada aos aterros sanitários, gera gases de efeito estufa, que contribuem significativamente para o aquecimento global, resultando também nos ciclos de cheias e de estiagem”, afirmou Eduarda. Quando compostado, esse material se transforma em adubo, enriquecendo a terra e auxiliando na produção de alimentos.

A compostagem pode ser realizada de diversas formas, como em caixas, pilhas ou sistemas de leiras. A Virando a Terra utiliza o método de leiras estáticas, que conta com controle de temperatura e oxigenação para garantir a decomposição correta da matéria orgânica.

Modelo de operação

A empresa oferece planos de assinatura para restaurantes, bares, escritórios, escolas, residências e organizações com refeitórios industriais. Os clientes recebem bombonas e baldes para o descarte de resíduos, que são coletados e transportados para compostagem. O adubo produzido é distribuído gratuitamente para hortas comunitárias.

Desde sua fundação, a empresa já transformou 180 toneladas de resíduos orgânicos em adubo. O objetivo, segundo Eduarda Jaeger, é seguir ampliando a iniciativa, incentivando a separação correta dos resíduos e reduzindo o volume de materiais enviados para aterros sanitários.

Fotos: Chico Júnior/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/02/2025 0 Comentários 370 Visualizações
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