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Saúde

Sábado é Dia D de vacinação contra a gripe para o grupo prioritário em Novo Hamburgo

Por Jonathan da Silva 09/04/2024
Por Jonathan da Silva

O próximo sábado, 13 de abril, será Dia D de mobilização para a vacinação contra a gripe do grupo prioritário em Novo Hamburgo. Todas as Unidades de Saúde da Família (USFs) e Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do município, além da Casa de Vacina, estarão abertas das 9h às 16h.

O imunizante que é ofertado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é o trivalente, que atua contra três tipos de cepas combinadas, protegendo contra os principais vírus em circulação no Brasil. De acordo com o Ministério da Saúde, a vacina da gripe pode ser administrada em conjunto com outros imunizantes do Calendário Nacional de Vacinação.

A vacinação é considerada a melhor estratégia de prevenção contra a influenza e possui a capacidade de promover imunidade durante o período de maior circulação dos vírus, reduzindo o agravamento da doença, as internações e o número de óbitos.

Quem pode se vacinar (grupo prioritário)

  • Crianças de 6 meses a menores de 6 anos;
  • Crianças indígenas de 6 meses a menores de 9 anos;
  • Trabalhadores da saúde;
  • Gestantes;
  • Puérperas;
  • Professores de todos os níveis;
  •  Povos indígenas;
  • Idosos com 60 anos ou mais;
  • Pessoas em situação de rua;
  • Profissionais das forças de segurança e de salvamento;
  • Profissionais das forças armadas;
  • Pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais (independentemente da idade): * Doença respiratória crônica;
    * Doença cardíaca crônica;
    * Doença renal crônica;
    * Doença hepática crônica;
    * Doença neurológica crônica;
    * Diabetes;
    * Imunossupressão;
    * Obesidade grave;
    * Transplantados;
    * Portadores de trissomias.
  • Pessoas com deficiência permanente;
  • Caminhoneiros;
  • Trabalhadores do transporte rodoviário coletivo (urbano e de longo curso);
  • Trabalhadores portuários;
  • Funcionários do sistema de privação de liberdade;
  • População privada de liberdade, além de adolescentes e jovens sob medidas socioeducativas (entre 12 e 21 anos).

Crianças que receberão o imunizante pela primeira vez deverão tomar duas doses, com intervalo de trinta dias.

Documentação necessária

Para receber a vacinação, é necessário apresentar Cartão SUS ou documento de identificação com foto e CPF, bem como a carteira de vacinação. Categorias profissionais devem apresentar um documento que comprove exercício da profissão. O grupo de pessoas com doenças ou deficiência permanente deve apresentar laudo médico.

Foto: Lu Freitas/PMNH/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/04/2024 0 Comentários 400 Visualizações
Saúde

Unidade de Beneficiamento da Farmácia Viva de Gramado é inaugurada

Por Jonathan da Silva 03/04/2024
Por Jonathan da Silva

A inauguração da Unidade de Beneficiamento da Farmácia Viva foi realizada em Gramado nesta terça-feira (3). Localizado no bairro Várzea Grande, o espaço receberá a matéria-prima produzida no Horto Medicinal e as plantas serão lavadas, higienizadas, fragmentadas, encaminhadas para a estufa de secagem e separadas em pequenas embalagens. O objetivo do programa é prevenir e promover a saúde da população de forma mais natural.

Por meio da Farmácia Viva, a administração de Gramado busca trazer mais uma opção terapêutica para os usuários do SUS através da prescrição de plantas medicinais e futuramente medicamentos fitoterápicos. “No futuro, queremos preparar também tinturas, pomadas e xaropes para oferecer ainda mais opções naturais à população”, destacou a farmacêutica e coordenadora do programa, Aline Matter.

Inicialmente, a distribuição das plantas medicinais beneficiadas será nas unidades de saúde que têm farmácia: na Várzea Grande, Centro e Pórtico. “Vamos fazer com que a comunidade tenha, através das ervas, um tratamento fitoterápico que vai beneficiar a saúde e mostrar outras formas que a medicina nos oferece”, comentou o vice-prefeito Luia Barbacovi.

Estrutura da Unidade

Entre as melhorias realizadas no imóvel para a abertura da Unidade de Beneficiamento, estão a pintura interna e externa, reforma do telhado, instalação de cerca e melhoramento de fluxos para atender as boas práticas de fabricação. “A Farmácia Viva é um sonho realizado, desde o nosso Horto Medicinal na Linha Tapera e agora este espaço para beneficiamento”, ressaltou o secretário da Saúde, Jeferson Moschen.

A cerimônia de inauguração contou, ainda, com a presença do farmacêutico Roger Remy Dresch representando a Associação Brasileira de Farmácias Vivas. “A planta medicinal, mediante uso correto e seguro, tem menos efeitos indesejados do que um medicamento sintético de farmácia. O município está dando um passo à frente, temos apenas quatro Farmácia Vivas no estado e Gramado é um exemplo”, afirmou o especialista.

Cerimônia de inauguração

Fotos: Ascom/PMG/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/04/2024 0 Comentários 586 Visualizações
Saúde

Morro Reuter fecha parceria na saúde

Por Jonathan da Silva 21/03/2024
Por Jonathan da Silva

O prefeito em exercício de Morro Reuter, Airton Bohn, assinou nesta quinta-feira (22) convênio e contrato com a Associação Congregação de Santa Catarina – Hospital São José. A medida beneficiará usuários do SUS.

O convênio garante atendimento aos usuários do SUS residentes no município nos serviços médicos e hospitalares em urgência e emergência, internação clínica, internação em saúde mental. O atendimento se dá em regime ininterrupto, de 24 horas por dia, todos os dias da semana. O valor investido pela gestão municipal é de R$ 26.127,50 mensais.

Já o contrato garante a realização de 80 endoscopias digestivas e 20 anestesias para diminuir a demanda reprimida da Unidade Municipal de Saúde. O investimento municipal é de R$ 49.600,00. A assinatura contou com a presença da vice-diretora da Associação Congregação de Santa Catarina – Hospital São José Valquíria Vieira da Silveira e o diretor administrativo Rodrigo Martin Perez Vazquez.

Foto: Daniela Moraes/Prefeitura de Morro Reuter/Divulgação | Fonte: Assessoria
21/03/2024 0 Comentários 384 Visualizações
Cidades

Hospital Municipal de Novo Hamburgo inicia concretagem do Anexo 2

Por Marina Klein Telles 27/04/2023
Por Marina Klein Telles

As estruturas de fundação do Anexo 2 do Hospital Municipal de Novo Hamburgo já estão prontas. Nesta sexta-feira (28), será feita parte da concretagem da lage do piso do primeiro pavimento, que será concluída duas semanas depois para o processo de cura do concreto. A maior ampliação da história do Hospital Municipal terá cinco andares e representa um investimento de mais de R$ 23 milhões.

“Esta ampliação irá proporcionar muitos benefícios para toda a região, mas especialmente para Novo Hamburgo”, enfatiza a prefeita Fátima Daudt. Entre os benefícios, está a ampliação da capacidade de atendimento clínico e cirúrgico, além de possibilitar o retorno do atendimento oncológico a Novo Hamburgo. “É uma obra muito complexa, e que precisa ser executada enquanto mantemos os atendimentos no Hospital Municipal. Por isso, pedimos a compreensão de todos”, completa o secretário municipal de Saúde, Marcelo Reidel.

O Anexo 2 é composto de um prédio de 5 andares e mais de 5,1 mil metros quadrados de área construída. Cada um dos pavimentos terá aproximadamente 1.035,25 metros quadrados, com todos os ambientes de apoio necessários aos serviços, para conforto de pacientes, acompanhantes e profissionais. Além da ampliação de 82 leitos e implantação de serviços como endoscopia e centro de diagnóstico por imagem, a nova área contará também com seis salas cirúrgicas, aumentando em 150% este tipo de ambiente. 

Já foram realizados o estaqueamento, blocos de fundação, vigas de baldrame e pilares do térreo. A próxima etapa, após a concretagem do da lage do primeiro pavimento, serão erguidos os pilares e as vigas do segundo pavimento, com posterior concretagem do piso e assim sucessivamente. A previsão de conclusão das obras é final de 2024.

Foto: Lu Freitas/divulgação | Fonte: Assessoria
27/04/2023 0 Comentários 625 Visualizações
Cidades

Montenegro volta a ter atendimento de traumatologia

Por Marina Klein Telles 27/04/2023
Por Marina Klein Telles

Suspensos desde o fim do ano passado, os atendimentos na área de Traumatologia voltarão a ser prestados em Montenegro. A conquista é fruto de uma discussão de vários meses entre a Administração Municipal, o Hospital Montenegro e o governo do Estado. A decisão foi oficialmente anunciada na tarde de 26 de abril, durante uma visita da secretária estadual da Saúde, Arita Bergmann. Ela se encontrou novamente com o prefeito Gustavo Zanatta e outros chefes de Executivo da região em evento realizado no plenário da Câmara.

Atualmente, os moradores do Vale do Caí e cidades próximas, em caso de fraturas e outras necessidades, são transferidos para os hospitais de Esteio e Sapucaia do Sul. Em breve, voltam a ser acolhidos no Hospital Montenegro, que receberá um valor mensal fixo do Estado e um complemento de cada prefeitura (R$ 0,77 por habitante).

De acordo com o gerente de Contratos e Convênios do Município, Sílvio Kaél, os prefeitos deverão elaborar projetos de lei, pedindo autorização à sua Câmara de Vereadores, para realizar a despesa. No caso de Montenegro, serão em torno de R$ 50 mil. “Pode parecer um valor alto, mas, com certeza, o transporte para outras cidades – que inclui servidores, combustível, veículos e sua manutenção – custa mais do que isso”, afirma Kaél.

O prefeito Gustavo Zanatta revela que sua preocupação é regional. Ele começou a dialogar com o Estado quando ainda era presidente da Associação dos Municípios do Vale do Rio Caí (AMVARC), cargo que ocupou até março. “Além de fortalecer o Hospital Montenegro como uma instituição regional, meu objetivo é reduzir o sofrimento das pessoas. Especialmente dos idosos vítimas de fraturas, que sofrem muito durante o transporte e se sentem perdidos numa cidade grande, onde não conhecem ninguém e ficam longe de suas famílias”, explica.

A secretária Arita Bergmann reforçou o diálogo construído, especialmente com o prefeito Gustavo Zanatta, liderança da região, e garantiu que volta a Montenegro daqui a 30 dias para a assinatura oficial do contrato. “Vim aqui para ouvir vocês, prefeitos da região. Estamos construindo uma solução conjunta, que vai ajudar a melhorar a saúde com os atendimentos de Traumatologia”, disse a secretária.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/04/2023 0 Comentários 723 Visualizações
Saúde

TelessaúdeRS-UFRGS: 10 anos do serviço para atenção primária do SUS

Por Marina Klein Telles 20/04/2023
Por Marina Klein Telles

O canal de 0800 do TelessaúdeRS-UFRGS completou 10 anos de atividade neste ano. Criado em 2013 para responder às principais dúvidas clínicas de médicos, enfermeiros e dentistas e agilizar o atendimento da atenção primária à saúde do Sistema Único de Saúde (SUS), o projeto rendeu até 2023, mais de 350 mil consultorias via telefone, realizadas para mais de dois mil municípios de todo o país.

“Nosso objetivo é orientar o médico para resolver o problema do paciente no município. A cada quatro casos, três são resolvidos na hora que o profissional da atenção primária faz o contato com o médico do TelessaúdeRS”, explica Natan Katz, vice-coordenador-geral e professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). A principal demanda, segundo ele, é em relação a questões dermatológicas, que representam 20% das teleconsultorias. No entanto, os problemas podem ir desde uma dor de cabeça até a casos suspeitos de doenças graves.

O nível de satisfação de uso do canal em todo o Brasil, é de 95%. “Com o TeleRS eu consigo diminuir a quantidade de encaminhamentos e resolver a maioria dos problemas na hora, com o paciente ainda na sala” afirma Josemário Silva, médico de Família e Comunidade de Natal, no Rio Grande do Norte.

Além do alto índice de resolutividade dos problemas dos pacientes por meio das consultorias por telefone, o serviço é referência na disponibilização de informações de qualidade e atualizadas sobre saúde. “A evidência científica está no DNA do programa, a ideia é que a situação seja tratada no posto de saúde com a informação atualizada e de confiança. Procuramos sempre trazer para a ponta do atendimento o conhecimento inovador da medicina”, explicou Katz.

O projeto, que é mantido pelo Ministério da Saúde e que conta com o apoio da Fundação de Apoio a Pesquisa da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (FAURGS), está disponível para médicos, enfermeiros e dentistas das unidades de saúde de todo o Brasil, das 8h às 18h, através do número 0800 644 6543.

Referência e versatilidade nos atendimentos

A equipe do 0800 prestou apoio fundamental em situações de saúde marcantes ao longo destes 10 anos. Em 2013, os profissionais do serviço ofereceram importante apoio no atendimento a diversos sobreviventes que sofreram intoxicações no incêndio da Boate Kiss, em Santa Maria. Além disso, ofereceu assistência no atendimento psicológico de vítimas e familiares.

Recentemente, a equipe também prestou apoio aos profissionais de saúde auxiliando em questões relacionadas à COVID-19. Especialmente nos primeiros meses, as perguntas sobre o vírus dominaram as dúvidas dos profissionais, com questões em relação ao isolamento dos positivados, por exemplo, sobre a reinfecção, entre outras situações.

De acordo com a médica e teleconsultora do projeto, Renata Rosa de Carvalho, atender os solicitantes da atenção primária no início da pandemia foi a experiência mais desafiadora em seus três anos de experiência no TelessaúdeRS. “Fornecer as orientações baseadas nas melhores evidências exigiu atualizações por vezes diárias e, somado a esse esforço, estava a necessidade de acolher, qualificar e empoderar profissionais de saúde”, ressaltou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/04/2023 0 Comentários 454 Visualizações
Saúde

Tratamento de hemofilia evolui no Estado

Por Marina Klein Telles 17/04/2023
Por Marina Klein Telles

No Dia Mundial da Hemofilia, que é lembrado nesta segunda-feira (17), a Secretaria da Saúde (SES) comemora a evolução das técnicas de tratamento da doença na Clínica de Hematologia do Estado. Em funcionamento desde 2002, a clínica, vinculada ao Departamento Estadual de Sangue e Hemoderivados (DESH), da SES, chega a 2023 como referência no atendimento multidisciplinar ambulatorial da hemofilia e de outras coagulopatias hereditárias, como a Doença de von Willebrand.

Ao longo de duas décadas, o serviço foi se adequando aos avanços da medicina e melhorando a qualidade de vida dos usuários, em uma trajetória de evolução e crescimento. “Estamos sempre em busca de inovação, da definição da melhor técnica e da otimização dos recursos”, afirma a diretora do DESH, Kátia Brotd.

A clínica é a única a realizar o atendimento específico de hemofilia pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no Rio Grande do Sul, e conta com 2.800 pacientes cadastrados. Destes, 700 são hemofílicos, e outros têm a Doença de von Willebrand. O serviço dispõe de equipe formada por médicos hematologistas, enfermeiros, fisioterapeutas, odontóloga, assistente social e psicóloga.

Os pacientes contam com tratamento profilático – ou seja, de prevenção – que pode, inclusive, ser dispensado para ser feito em casa, com doses domiciliares. “Hoje temos acesso a medicamentos e mais entendimento sobre a própria doença e vemos que a qualidade de vida dos pacientes mudou muito”, destaca a fisioterapeuta Giovana Diaz, ressaltando que os paradigmas de atendimento estão se transformando.

Taison da Silva Régio é paciente há 27 anos e reconhece a clínica como sua segunda casa. “A imagem que eu tinha antes do que era o tratamento do hemofílico é muito diferente da que tenho agora. A evolução é impressionante”, avalia Taison. “Possuo qualidade de vida, consigo andar de bicicleta e nadar, e tudo graças à fisioterapia.”

A hematologista Clarisse Ferreira conta que, como parte de um programa do Ministério da Saúde, os pacientes recebem medicamentos para profilaxia, reduzindo ou prevenindo sangramentos musculares e nas articulações.

O que é a hemofilia

A hemofilia é uma doença hereditária causada pela deficiência de uma proteína plasmática, denominada de fator da coagulação, provocando sangramentos. Antes, os pacientes tinham apenas uma dose de medicamento para ser usado em caso de emergência.

Diagnóstico

O diagnóstico da hemofilia ou de outras coagulopatias hereditárias ocorre de acordo com as manifestações hemorrágicas apresentadas pelo paciente. Oferecido pelo SUS, o diagnóstico deve ser realizado pelos Hemocentros e/ou Centros de Tratamento de Hemofilia (CTHs) em seus laboratórios de hemostasia, onde os resultados indicarão o caminho investigativo a ser adotado.

Sinais de alerta e sintomas

Sangramentos frequentes e desproporcionais ao tamanho do trauma;

manchas roxas que aparecem no bebê (após esbarrar em algum objeto ou cair, por exemplo), e que podem ser um alerta para o diagnóstico da hemofilia.

Cuidados

Os profissionais de saúde devem orientar os pais sobre como lidar com o filho com hemofilia e estimulá-los a se comprometer com o tratamento para que essa condição não interfira no desenvolvimento biopsicosocial da criança. A prática regular de exercícios que fortaleçam a musculatura é fundamental para pessoas com hemofilia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/04/2023 0 Comentários 456 Visualizações
Saúde

Gerint começa a ser utilizado em Caxias do Sul

Por Marina Klein Telles 30/03/2023
Por Marina Klein Telles

Neste sábado (1/4), a Central Municipal de Regulação de Caxias do Sul começa a utilizar o Gerint para gestão da regulação de internações hospitalares. A implementação do sistema em todo o Estado é um trabalho da Secretaria Estadual da Saúde (SES), que o utiliza para regulação estadual e unificação das filas de espera por internações no Sistema Único de Saúde (SUS).

“Até agora, regulamos e mandamos pacientes para Caxias. A partir de abril, a diferença será que Caxias receberá as solicitações, e nós, que gerimos todo o Estado, poderemos compartilhar e transferir pacientes de outras regiões para a Serra”, disse a chefe da Divisão de Apoio às Centrais de Regulação do Departamento de Regulação Estadual, Flávia Schuck.

O Gerint já está em funcionamento em Porto Alegre, onde o software foi desenvolvido. Caxias é a primeira central municipal de regulação fora da capital a aderir ao sistema. As duas centrais restantes, Pelotas e Canoas, estão em fase de implementação, sem data prevista para início da utilização. Em relação aos hospitais, 100% das instituições gaúchas já utilizam o Gerint desde de 2020. Na ocasião, o sistema foi uma importante ferramenta para o enfrentamento da covid-19.

“Para Caxias, é muito importante a utilização do Gerint, já que regulamos as vagas para os 49 municípios da macrorregião da Serra. Antes, tínhamos um sistema próprio que não era integrado ao do Estado. Por isso, este é um marco muito importante. Poderemos dar mais transparência para as filas de espera, que poderão ser acompanhadas pela central e pelas e demais regiões do Estado”, explicou a secretária municipal de Saúde de Caxias do Sul, Daniela Meneguzzi.

Gerint e Gercon

Gerint e Gercon são, respectivamente, sistemas de gerenciamento de internações em leitos clínicos e hospitalares e de consultas com especialistas. Foram desenvolvidos pela Companhia de Processamento de Dados do Município de Porto Alegre (Procempa) e são utilizados pelo governo do Estado. Os programas permitem uma qualificação do acesso ao SUS e uma unificação das filas de esperas em todo território gaúcho.

Foto: Marcelo Bernardes/divulgação | Fonte: Assessoria
30/03/2023 0 Comentários 548 Visualizações
Cidades

UTI Neonatal do Hospital Sapiranga celebra seis anos de história

Por Amanda Krohn 25/01/2023
Por Amanda Krohn

O espaço da UTI Neonatal no Hospital Sapiranga celebra nesta semana seis anos de existência. Ao longo deste período (23/01/2017 a 10/01/2023), foram 1.464 pacientes atendidos. O tempo médio de internação é 15 dias, porém, casos mais complicados registram até três meses. As situações mais frequentes são relacionadas à prematuridade, desconforto respiratório do recém-nascido e icterícia neonatal. Atualmente, o local é centro de referência da região e já  recebeu recém-nascidos de 55 cidades do Rio Grande do Sul. Conforme relata a diretora do hospital, Elita Herrmann, um dos principais desafios da instituição foi a sua manutenção, devido à defasagem da tabela do Sistema Único de Saúde (SUS).

Grande parte do sucesso dos tratamentos e da recuperação é resultado do amor, do carinho e da presença da mãe e do pai ao lado de seus recém-nascidos

Segundo a gestora, o orçamento não supre os custos totais das diárias da unidade, o que gera dificuldades para manter o serviço. “Mas durante esses seis anos, não medimos esforços na busca de auxílio, um exemplo são, os recursos destinados por emendas parlamentares que contribuem para a manutenção deste serviço essencial para a nossa comunidade”, garante Elita. A equipe de psicologia do Hospital Sapiranga é um exemplos da importância do serviço. De acordo com a coordenadora, Viviana Blume, os profissionais dessa área cumprem um papel importante no acompanhamento dos casos com os pais na UTI Neonatal. “Todos estão preparados para gerar seus bebês e os levar para casa e quando isso não acontece, precisamos intervir para auxiliar com os sentimentos dos pais e fortalecer o vínculo dos mesmos com seus bebês”, exemplifica Blume. “Também organizamos grupos com os pais, no qual instigamos eles a falarem sobre seus sentimentos e com isso acabam percebendo que não estão sozinhos”, acrescenta.

Viviana menciona ainda a importância deste primeiro período de aproximação. “Pensando sempre em fortalecer o vínculo entre pais e filhos, o período de visita nesta unidade é mais prolongado”, afirma. “Grande parte do sucesso dos tratamentos e da recuperação é resultado do amor, do carinho e da presença da mãe e do pai ao lado de seus recém-nascidos”, explica a coordenadora.

A primeira paciente da unidade foi Rita Cristiane Bender, mãe de Julia Bender Flores, hoje com 6 anos. A bebê nasceu de 34 semanas, em um hospital em Novo Hamburgo de emergência, porém não tinha mais leito no hospital e a família foi, então, comunicada da necessidade de transferência. Rita comenta que sua experiência foi desafiadora. “Nenhuma mãe está emocionalmente preparada em dar a luz a seu sonhado filho e deixá-lo no hospital, comigo não foi diferente. Posso dizer que foram os 17 dias mais angustiantes da minha vida”, relembra. “Foi uma mistura de sentimentos que tomou conta de mim com medo, incertezas e insegurança”, acrescenta.

A mãe havia chegado com o pai às 9h e saído às 21h. O repouso na hora do almoço era doído não só pela angústia, mas pelos pés inchados. Apesar das dificuldades, a ex-paciente se sente agradecida pelo atendimento recebido na época. “Aos poucos fui pegando confiança na equipe de médicos e de enfermeiras que cuidaram com comprometimento e dedicação não só da minha filha mas de todos que entravam lá”, narra. “As enfermeiras foram os anjos que pedia em minhas orações. Nós evoluímos a cada dia um pouquinho e essa parte da minha vida foi construída pela equipe maravilhosa e abençoada do Hospital Sapiranga”, completa.

Kassia Loh Barth, mãe de Lavínia Loh Trendt, também foi atendida pelo Hospital Sapiranga. No dia 27 de novembro de 2018, Lavínia nasceu de 31 semanas e saiu de lá dia 8 de janeiro de 2019. Kassia relata que no hospital em que estava anteriormente não havia UTI, portanto, foi transferida para lá.  Para ela, a atenção prestada pela equipe fez toda a diferença. “Fui muito bem atendida em um momento em que eu não conseguia sequer fazer força. As enfermeiras me deram a mão e me ajudaram”, lembra. “A UTI Neonatal é muito bonita, organizada e sempre tive uma atenção plena das enfermeiras”, acrescenta. A ex-paciente conta que sua filha tinha apneia e dificuldade ao respirar, mas que o atendimento amenizava suas preocupações. ” O ambiente era tão bom que às vezes a gente esquecia que estava em uma UTI Neonatal. Criamos uma rede de apoio e amizade e, hoje, acolhemos mães que perderam seus filhos”, descreveu.

Kassia Barth, mãe de Lavínia, se sente grata até hoje pelo atendimento recebido

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/01/2023 0 Comentários 515 Visualizações
Saúde

Amrigs homenageia Santa Casa por inauguração de emergência SUS no Hospital Nora Teixeira

Por Amanda Krohn 21/10/2022
Por Amanda Krohn

Entre as homenagens realizadas no Dia do Médico, a visita do presidente da Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs), Dr. Gerson Junqueira Jr., ao Complexo Hospitalar Santa Casa foi destaque. Na ocasião foi feita entrega de uma placa homenageando a instituição pela importância do projeto que, além da emergência, é formado por uma ampla estrutura para atendimento em saúde. Após, foi conduzido para uma visita guiada às instalações. A nova estrutura de atendimento de emergência é dedicada exclusivamente aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), espaço que deverá estar em pleno funcionamento a partir do dia 20 de outubro.

Mesmo mantendo o volume de atendimentos atualmente contratualizado com o SUS, a nova estrutura terá um processo assistencial amplo voltado ao referenciamento de complexidades, muito mais individualizado, humanizado e seguro para pacientes e profissionais. As mudanças contam com aumento de leitos fixos na sala de observação dos atuais 13 para 28 (três de isolamento, todos com boxes individuais); dois postos de enfermagem, garantindo atendimento mais rápido aos pacientes; ampliação do número de posições de medicação, passando de 12 para 18 posições; aumento do número de salas de acolhimento e consultórios, sendo uma sala específica para eletrocardiografia; três salas de estabilização clínica (salas vermelhas); centro de diagnóstico por imagem dedicado à Emergência, com tomografia, raio-x e ecografias; e unidade de AVC. Esse será o primeiro espaço do Hospital Nora Teixeira a ser inaugurado. A previsão é de que a nova unidade hospitalar do Complexo esteja operando 100% até o primeiro semestre do próximo ano.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/10/2022 0 Comentários 1,K Visualizações
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