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Sul

Business

Região Sul tem o segundo maior número de startups de educação do Brasil

Por Gabrielle Pacheco 13/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

A região Sul tem 20,7% das startups de educação do Brasil. É o que aponta o estudo EdTech Mining Report, realizado pela KPMG e pela Distrito Dataminer. Em comparação com outras regiões, o Sul ocupa a segunda colocação em número de EdTechs no país. O relatório mostra que, no Brasil, existem 434 startups nesse setor, sendo que São Paulo engloba quase a metade delas com 41,6% do total.

De acordo com o levantamento, a distribuição geográfica de EdTechs é maior que em outros setores, como por exemplo, o das FinTechs (startups de finanças). Entre os estados da região Sul, o Paraná lidera em número de startups de educação, representando 8,4% das EdTechs do Brasil. Em segundo lugar vem Santa Catarina, com 6,4% das startups do setor, seguida pelo terceiro colocado, Rio Grande do Sul, com 5,9% das EdTechs do país.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
13/01/2020 0 Comentários 530 Visualizações
Business

Produção de tabaco movimenta economia sul-brasileira

Por Gabrielle Pacheco 23/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

Na Região Sul do Brasil, a produção de tabaco acontece em 557 municípios e a safra 2018/19 rendeu R$ 5,9 bilhões de receita às 149 mil famílias produtoras, segundo informação da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra). Instituído em 2013, o Dia do Produtor de Tabaco passou a ser comemorado oficialmente em 28 de outubro, momento em que cerca de 600 mil pessoas envolvidas com o cultivo são celebradas. E esses milhares de produtores têm um único propósito: viver cada vez melhor.

E é preciso dizer que há reais motivos para celebrar, pois se trata de uma categoria com nível econômico e social acima da média geral dos trabalhadores brasileiros, conforme foi comprovado em pesquisa do Centro de Estudos e Pesquisas em Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Cepa/Ufrgs).

Para a elaboração do Perfil Socioeconômico do Produtor de Tabaco da Região Sul do Brasil, foi realizada uma pesquisa em 2016, em 15 das 21 microrregiões produtoras de tabaco que compõem a Região Sul do Brasil – o que corresponde a 94,3% do total produzido na região. Na época, o dado que mais impressionou os pesquisadores foi a renda per capita mensal média da população de produtores de tabaco da Região Sul, que era de R$ 1.926,73, enquanto a renda per capita no Brasil era de R$ 1.113,00.

“Enquanto 78,5% dos brasileiros estavam compreendidos nos estratos sociais C, D e E, mais de 80% dos produtores de tabaco estavam compreendidos nos estratos sociais A e B”, avalia Iro Schünke, presidente do SindiTabaco, entidade que encomendou a pesquisa que demonstrou ainda que os produtores tem um bom acesso a itens relacionados às condições de conforto, higiene e saúde, respaldado pelo nível de renda.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

23/10/2019 0 Comentários 564 Visualizações
Business

Franquia de orgânicos planeja ter 14 unidade no sul do país até 2025

Por Gabrielle Pacheco 01/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Sul do Brasil é parte importante dos planos de crescimento da Terra Madre – Orgânicos e Saudáveis, franquia pioneira no segmento de produtos orgânicos, naturais e itens para saúde e bem-estar. A marca acaba de fincar bandeira na região, com a estreia das duas primeiras unidades franqueadas nos estados de SC e RS, e prevê chegar à marca de 25 unidades em operação em todo o Brasil até o final de 2019.

A estreia no Sul do país se dá após um amplo estudo sobre a região. Inclusive, estimativas do Conselho Brasileiro da Produção Orgânica e Sustentável (Organis) apontam que o mercado deve crescer entre 20% e 25% ao ano até 2020 impulsionado pela preocupação com saúde e meio ambiente. De acordo com a entidade, na região sul do país acontece a maior procura por alimentos orgânicos: 34% das pessoas optam por uma alimentação livre de agrotóxicos. Porto Alegre (RS) representa o maior percentual de consumo (39%).

Planejamento

De acordo com Artidônio Gomes, diretor de franquias da Terra Madre – Orgânicos e Saudáveis, as duas primeiras lojas da marca no sul do país, abertas em Porto Alegre (RS) e Florianópolis (SC), são um importante marco para a rede. Inclusive, a expectativa é abrir, em breve, mais lojas nos dois estados para, na sequência, chegar ao Paraná.

“Enxergamos enorme potencial de crescimento para a Terra Madre no sul do país. Queremos chegar a pelo menos 14 lojas na região até 2025 somando os três estados, totalizando 60 unidades no Brasil. Estamos confiantes de seguir abrindo franquias na região, gerando empregos e levando o conceito de vida saudável às pessoas”, avalia o executivo.

Para abrir uma franquia

O executivo explica que para abrir uma unidade Terra Madre – Orgânicos e Saudáveis é preciso fazer investimento entre R$ 280 mil e R$ 350 mil. A taxa de franquia é de R$ 42 mil e o capital de giro ideal é de R$ 30 mil. O retorno do investimento acontece dentro do período de 24 a 36 meses e cada unidade fatura até R$ 180 mil. Assim, para abrir as outras 12 unidades pretendidas no Sul do país, será feito um investimento aproximado de R$ 4,2 milhões na região, com a geração de 84 novos empregos.

“O movimento em busca de uma vida mais saudável tende a crescer cada vez mais. As pessoas descobriram que gastar um pouco a mais com alimentos que trarão benefícios para a saúde é uma inteligente forma de economizar no futuro com medicamentos. Por isso, o mercado de saudáveis tende a crescer mais e de forma cada vez mais acelerada e o mercado de orgânicos sem dúvida vai acompanhar esse movimento”, afirma Leila Oda, diretora e fundadora da Terra Madre – Orgânicos e Saudáveis.

 

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
01/10/2019 0 Comentários 580 Visualizações
Cultura

Hospitalidade do Sul é aprovada por turistas estrangeiros

Por Gabrielle Pacheco 12/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

A hospitalidade é um dos itens mais bem avaliados pelos turistas internacionais que visitaram a região Sul do Brasil em 2018. Segundo o estudo da Demanda Turística Internacional no Brasil, encomendada pelo Ministério do Turismo à Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), 99,5% dos visitantes estrangeiros do Rio Grande do Sul aprovaram a receptividade e a atenção dos gaúchos. Esse índice também é quase uma unanimidade nos estados de Santa Catarina (99%) e do Paraná (98%).

O estudo também identificou que o lazer é a principal razão da procura por Rio Grande do Sul (59,2%), Paraná (58,7%) e Santa Catarina (90,1%). As opções de turismo variam de acordo com o estado. Em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, 95,1% e 73,7% dos turistas internacionais, respectivamente, declararam “sol e praia” como maior motivação. Já no Paraná, a maioria (75,8%) viajou atrás de “Natureza, ecoturismo ou aventura”. E a gastronomia da região recebeu avaliação positiva de mais de 96% dos consultados.

O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, frisa a importância das belezas do Sul para a atração de visitantes. “A região é um dos nossos grandes trunfos para atrair turistas de outros países, seja pelas belezas naturais, pela ótima gastronomia ou, como revelou a pesquisa, pela hospitalidade. Esse tipo de avaliação é muito importante, pois conseguimos planejar, capacitar o turismo e fomentar a economia”, ressalta.

Entre os destinos mais procurados, destaque para as cidades de Foz do Iguaçu e Curitiba, no Paraná; Torres e Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, e Florianópolis e Bombinhas, em Santa Catarina. A Argentina foi o país que mais enviou visitantes à região, seguida de Paraguai e Uruguai.

A maioria se hospedou em hotéis, flats ou pousadas, com um índice superior a 41%, à exceção de Santa Catarina, onde casas alugadas atingiram um índice de 54% das escolhas.
Mais de 96,6% dos turistas estrangeiros que estiveram no Sul manifestaram intenção de retornar, sendo que mais de 63,8% deles já haviam estado no país anteriormente.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
12/09/2019 0 Comentários 505 Visualizações
Cultura

Sul do Brasil embarcou mais de 48 mil jovens em 2018

Por Gabrielle Pacheco 10/06/2019
Por Gabrielle Pacheco

Quando se pensa em intercâmbio, para a maioria das pessoas, vêm a imagem do High School. Ou seja, jovens estudando por pelo menos um ano no exterior. Concomitantemente, surge o pensamento que para conseguir ficar este período em terras estrangeiras é preciso ter um capital alto.

Todavia, a pesquisa anual da Associação das Agências Brasileiras de Intercâmbio (Belta) realizada nas 5 regiões do país com pessoas que pretendem fazer um intercâmbio e que já tiveram essa experiência, mostra um cenário diferente.

“A pesquisa desmistifica essa ideia que os pais têm apenas o programa de High School para mandar os filhos. Na realidade, 34,9 % dos jovens que viajam se influenciam pelas experiências que os amigos tiveram no exterior, e muitos deles têm a vivência do curso de férias (inverno/verão) que é de curta duração. Ou seja, o estudante consegue ter uma experiência no exterior, mesmo que seja por um período menor. E isso traz mais autonomia. Inclusive para ele escolher se quer fazer um High School e/ou uma graduação lá fora”, explica Carla Mussoi, coordenadora regional da Belta no Rio Grande do Sul.

No Brasil, 365 mil pessoas fizeram intercâmbio em 2018. Só o Sul é responsável por 48.180 mil jovens que embarcaram.

Isso mostra que mesmo em um ano de crise política e econômica, as pessoas estão gastando mais com experiências. Em detrimento da década de 90, na qual os itens físicos disparam em primeiro lugar nas aquisições.

Destinos mais procurados pelo Sul

Quanto a destinos mais procurados, segundo a pesquisa da Belta, os estudantes do Sul optam primeiro pelo Canadá (liderando com 22,2% das intenções), seguido dos Estados Unidos (16,8%) e Irlanda (9,6%).

Já a pesquisa que envolve as intenções no Brasil todo: Canadá lidera com 24,4% de intenções, seguido dos Estados Unidos (19,5%) e em terceiro vem o Reino Unido (9,9%).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/06/2019 0 Comentários 518 Visualizações
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