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Variedades

SindiTabaco chega aos 76 anos com foco no ESG

Por Marina Klein Telles 21/06/2023
Por Marina Klein Telles

No dia 24 de junho, a entidade que reúne as empresas de tabaco completa 76 anos de atuação pela sustentabilidade de todos os elos da cadeia produtiva. Criada em 1947, com o nome de Sindicato da Indústria do Fumo, a representação surgiu a partir da necessidade de organização das indústrias do setor junto aos trabalhadores e aos órgãos governamentais. Desde então, a sua área de abrangência aumentou para as diversas regiões do Brasil e houve algumas alterações na denominação, que desde 2010 é Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco).

Com papel importante nas ações pela manutenção da produção e das operações industriais, o sindicato busca se antecipar às necessidades de inovação. Há várias décadas, o setor vem implementando ações que estão alinhadas à ESG (Environmental, Social and Governance), uma das siglas mais comentadas no mundo corporativo na atualidade. Mesmo antes de se falar em ESG, o setor do tabaco já conduzia atividades visando o ambiental, o social e a governança dentro dos propósitos de produção sustentável.

Diversas iniciativas foram tomadas de forma a atender as exigências governamentais e de clientes. “O próprio Sistema Integrado de Produção de Tabaco (SIPT), criado em 1918, já era um prenúncio da capacidade de organização do setor no Brasil e o SindiTabaco baseou muitas de suas práticas nessa integração. O incentivo à produção florestal energética, que ocorre desde 1978 e mantém o setor autossuficiente em lenha para as estufas, é um exemplo. Há ainda o Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos realizado há 23 anos e criado antes de haver lei sobre logística reversa”, comenta o presidente da entidade, Iro Schünke.

A entidade atua ainda em diferentes frentes sociais. “Combatemos o trabalho infantil desde a década de 1990, incentivamos à diversificação das propriedades e a conscientização sobre a saúde e segurança do produtor são práticas constantes. São ações que resultam no fortalecimento da cadeia produtiva e consequente estabilidade do Brasil no topo do ranking mundial de exportações há três décadas”, celebra o executivo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/06/2023 0 Comentários 580 Visualizações
Variedades

Tabaco é tema de audiência pública em Brasília

Por Marina Klein Telles 16/06/2023
Por Marina Klein Telles

A Convenção-Quadro para Controle do Tabaco (CQCT) foi o primeiro tratado internacional de saúde pública da história da Organização Mundial da Saúde (OMS). Representada por 192 países membros da Assembleia Mundial da Saúde, o tratado agregou o maior número de adesões na história da Organização das Nações Unidas. No mês de novembro, o Brasil participará da 10ª Conferência das Partes (COP 10), da CQCT, que este ano será realizada no Panamá. Com o objetivo de esclarecer e debater previamente o posicionamento do país nesse encontro mundial, o deputado federal Alceu Moreira requereu audiência pública realizada na última quinta-feira, 15 de junho, na Câmara dos Deputados, em Brasília.

“Hoje dizemos em alto em bom som: fazemos parte do agro, produzimos algo lícito, não cometemos crime, os produtores não tem responsabilidade pela quantidade de fumantes no Brasil. Hoje, queremos ouvir, mas principalmente dizer ao Brasil que não temos nenhuma paixão pelo ato de fumar, como não temos aos que bebem em demasiado. Mas temos orgulho em fazer o debate construtivo no sentido de proteger uma produção lícita e não vamos aceitar sermos recriminados por sermos produtores de tabaco”, disse o parlamentar ao abrir os trabalhos.

Estiveram presentes representantes do Ministério das Relações Exteriores (MRE), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) e do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA). O Ministério da Saúde não se fez presente na audiência, mas enviou nota, que foi lida por Moreira. Segundo a nota, a pasta declinou o convite porque ainda não há, por parte da OMS, liberação de agenda da COP 10, o que deve ocorrer no mês de agosto, tornando a participação no debate “desnecessária”.

Matheus Machado de Carvalho, chefe da divisão de saúde global do MRE, fez um breve histórico da ratificação da CQCT e a participação do Itamaraty nesse processo. Comentou que ainda não existe um processo de definição da delegação brasileira em relação a esses temas e que esse assunto deverá ser tratado pela Comissão Nacional para Implementação da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CONICQ), comissão multidisciplinar criada para este fim. O representante do Itamaraty, comentou que em tese os trabalhos foram somente interrompidos no último governo e que há um processo interno de reestruturação da CONICQ, com base na nova estrutura governamental. “Fomos consultados e a princípio teremos um representante. Quem está coordenando esse processo de consultas entre os ministérios é o Ministério da Saúde e é provável que a estrutura seja muito parecida com a anterior”, disse.

Clecivaldo Sousa Ribeiro, coordenador-geral de produção vegetal do MAPA, falou aos presentes sobre a relevante participação do tabaco para o agro brasileira, em especial na geração de renda e emprego. “Os produtores seguem regras extremamente rigorosas para a produção de tabaco no Brasil, todas em conformidade com a legislação. A lavoura do tabaco no Brasil é uma lavoura sustentável, que tem se preocupado em não utilizar mais terra, mas aumentar a sua produtividade por meio de novas tecnologias e que tem sido acompanhada de perto pela área de produção vegetal”, relatou.

Marcos Vinicius, coordenador de Agregação de Valor do MAPA, falou sobre o processo de certificação da produção de tabaco no Brasil e as garantias sociais e ambientais que o selo do MAPA concede. “Fomos procurados, de forma voluntária, para certificar o produto e podemos afirmar que o tabaco brasileiro é sustentável: não utiliza trabalho escravo, não agride o meio-ambiente e conta com a certificação das diferentes etapas”, falou.

Manoel Mendonça, coordenador de Fomento à Assistência Técnica e Extensão Rural do MDA, falou sobre o papel do MDA na implementação da Convenção-Quadro. “O papel do MDA é oferecer alternativas mais sustentáveis aos produtores de tabaco e que tem sido implementada em alguns municípios como a fruticultura, a criação de pequenos animais. Nosso objetivo é o de salvaguardar os produtores das incertezas do mercado e de uma futura redução da demanda. Não perdemos de vista a importância econômica e social do tabaco e sabemos que é um processo, que não pode ocorrer de forma abrupta”, falou.

Participaram do evento representantes da cadeia produtiva, como o presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Benício Albano Werner; o executivo da Abifumo, Giuseppe Lobo; e representante da Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (FETAG-RS) e da Fentifumo.

Iro Schünke, presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), abriu seu comentário enfatizando a falta de transparência nos debates conduzidos no âmbito da CQCT. “Não conheço ditadura pior que a da Convenção-Quadro, onde os maiores interessados não podem participar das discussões. As inverdades que normalmente ouvimos, e são muitas, especialmente da área da saúde, precisam ser rebatidas com fatos. É o caso da campanha lamentável que vimos no dia 31 de maio, com uma criança sentada em frente a um prato de cinzas de tabaco. É uma agressão à criança e uma agressão ao setor do tabaco, que é um produto lícito, que gera renda e empregos para milhares de cidadãos brasileiros e que é protagonista em produção sustentável, o chamado ESG. A minha intervenção é no sentido de atentarmos a como o Brasil se posicionará na próxima COP e alertar para consequências de um posicionamento malconduzido na próxima COP”, disse Schünke.

Além de representantes do executivo federal e de entidades ligadas ao setor, diversos políticos participaram da audiência, caso do deputado federal gaúcho, Marcelo Moraes. “No passado, a intenção da CQCT era reduzir o número de fumantes, mas no decorrer da caminhada, e o Brasil foi um ator importante nessa condução, começaram a atacar a produção: tentaram limitar a área de produção, extinguir as linhas de crédito aos produtores. Fica o encaminhamento para que, desde agora, busquemos os ministérios que possam contribuir com a posição brasileira na próxima COP, porque estamos falando da maior exportação do Rio Grande do Sul e a oitava do Brasil”, destacou o deputado federal, Marcelo Moraes.

Ao final da audiência, o grupo definiu a construção de um documento base que será compartilhado nesses encontros estratégicos junto aos ministérios e comissões de interesse. “Nosso trabalho será o de construir, com articulação e com absoluto respeito à opinião divergente, os espaços a que o tabaco tem direito a ter no agro brasileiro, como uma produção absolutamente lícita e que não merece a recomendação ou reprimenda de ninguém”, concluiu Moreira ao encerrar a audiência.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/06/2023 0 Comentários 548 Visualizações
Business

Dia Mundial do Combate ao Tabagismo: diálogo na agricultura familiar

Por Marina Klein Telles 31/05/2023
Por Marina Klein Telles

A Associação Internacional dos Países Produtores de Tabaco (ITGA, sigla em inglês), lançou recentemente um manifesto em defesa do cultivo do tabaco ao redor do mundo. Segundo a nota da entidade, no dia 31 de maio, a Organização Mundial da Saúde (OMS) promoverá o ‘Dia Mundial Sem Tabaco’ e o setor estará mais uma vez sujeito a reivindicações infundadas e danosas. Para contrapor a data, a ITGA lança o “Dia Mundial da Compreensão do Cultivo de Tabaco”.

“Os produtores de tabaco exigem proteção de seus governos. A Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT), da OMS, opera de maneira excludente, na qual os produtores de tabaco não têm voz. Ao ignorar as preocupações legítimas dos produtores, os meios de subsistência de milhões de pessoas são colocados em risco”, segue o informativo da ITGA, dirigido pela espanhola Mercedes Vázquez.

Segundo o documento da ITGA, o cultivo do tabaco fornece meios de subsistência para milhões de agricultores em todo o mundo, muitas vezes nas regiões menos desenvolvidas. “Acabar com a produção de tabaco no ambiente atual, sem garantir a transição sustentável para outras culturas economicamente viáveis, empobrecerá milhões de agricultores que já operam nos limites regulatórios mais rígidos há muitas décadas”, avalia Vázquez. Ainda segundo a ITGA, projetos de diversificação conduzidos pelo CQCT no Quênia, em uma iniciativa emblemática, cobrem apenas 0,0005% da produção de tabaco, área insuficiente para demonstrar sua viabilidade econômica.

A entidade também elaborou uma série de mitos e fatos sobre o cultivo do tabaco, abordando questões como trabalho infantil, saúde dos produtores e renda. O presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, acredita que é preciso abordar essas questões com transparência, para que a sociedade possa entender que, mais do que um produto final, o setor do tabaco gera empregos, renda e qualidade de vida para milhares de pessoas em todo o mundo.

“Neste momento em que a segurança alimentar está altamente em voga, é preciso lembrar os motivos que fazem o produtor optar pela produção do tabaco. O principal deles: a renda. Na última safra, a receita auferida pelos mais de 128 mil produtores de tabaco no Sul do Brasil ultrapassou R$ 9,5 bilhões”, destaca Schünke, citando dados da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra).

O último Censo Agropecuário, realizado em 2017 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela que 3,9 milhões de propriedades rurais do Brasil foram caracterizadas como pertencentes à agricultura familiar no período e a produção nesses estabelecimentos gerou receita total de R$ 107 bilhões, uma média de R$ 27,4 mil por propriedade. Para efeitos de comparação, na safra 2016/17, somente com o cultivo do tabaco, o produtor recebeu, em média, R$ 40,5 mil, montante 32% acima da média brasileira. Há de se considerar ainda que, por ser diversificado, o produtor de tabaco aufere outras receitas, mas o tabaco se destaca nos rendimentos da pequena propriedade: apesar de ter ocupado apenas 17% da área da propriedade no período, o tabaco representou, em média, 52% da receita do produtor, segundo a Afubra.

No Brasil, a agricultura familiar é caracterizada pelo empreendimento familiar rural e deve atender aos seguintes requisitos: ter área de até quatro módulos fiscais (que na Região Sul varia entre 5 a 35 hectares cada módulo, dependendo do município); utilizar, no mínimo, metade da força de trabalho familiar no processo produtivo e de geração de renda; auferir, no mínimo, metade da renda familiar de atividades econômicas do seu estabelecimento ou empreendimento; ser a gestão do estabelecimento ou do empreendimento estritamente familiar. No tabaco, de acordo com a Afubra, o tamanho médio das propriedades na safra 2021/22 chega a 12,1 hectares. A entidade aponta ainda que 95,7% dos produtores tem área até 30 hectares.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
31/05/2023 0 Comentários 762 Visualizações
Business

Comitiva chinesa visita região produtora de tabaco

Por Marcel Vogt 30/05/2023
Por Marcel Vogt

O presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, esteve reunido com a comitiva chinesa que visitou a região do Vale do Rio Pardo na última semana. No domingo, 21 de maio, ele apresentou ao grupo, na Alliance One, em Venâncio Aires, os principais números e ações do setor de tabaco no Sul do País. Também falou sobre os resultados do Instituto Crescer Legal, entidade fundada por iniciativa das empresas associadas ao SindiTabaco e que atua na qualificação dos jovens do meio rural.

Participaram da comitiva Chen Peijie, consulesa-Geral; Sun Renan, cônsul adjunto; Li Xiaoming, Consul Consular; Wang Tianjiao, vice-cônsul; Li Qicheng, vice-cônsul; Zhuang Su, vice-diretor do Departamento dos Assuntos Bilaterais; representantes do Bank of China, do China Council for the Promotion of International Trade (CCPIT), do CMG China Media Group, da CCCC – China Communications Construction Company, da Huawei do Brasil Telecomunicações Ltda, da SEMP TCL, da CAOA Chery, da China News, da China Tabaco Internacional do Brasil Ltda. e da CPFL Energia e da Associação Brasileira de Empresas Chinesas (ABEC).

Apesar de ser a maior produtora mundial de tabaco, a China é um importante cliente do tabaco brasileiro. Em 2022, embarcou US$ 472 milhões, figurando como o segundo maior importador do produto no período.

Foto: Gelson Pereira/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/05/2023 0 Comentários 779 Visualizações
Business

COP e mercado ilegal são temas de reunião da Câmara Setorial

Por Marina Klein Telles 30/03/2023
Por Marina Klein Telles

A primeira reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Tabaco ocorreu em 29 de março, de forma híbrida. Ao realizar a abertura, o presidente da Câmara, Romeu Schneider, lembrou alguns assuntos que devem ser acompanhados com atenção este ano, a exemplo da Conferência das Partes da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (10ª COP) e da terceira sessão da Reunião das Partes (MOP 3) do protocolo para Eliminar o Comércio Ilegal de Produtos do Tabaco, ambas ocorrem no Panamá.

O consultor técnico da Câmara, Giuseppe Lobo, ao falar sobre a reunião da Comissão sobre a COP 10, realizada durante a Expoagro Afubra, informou que ficou definida a elaboração de um documento para a Câmara Setorial encaminhar ao Ministério da Agricultura, com dados socioeconômicos com a importância da cadeia para as famílias e municípios.

O presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Benício Albano Werner, apresentou números parciais referentes à safra 2022/2023. “A safra, até 25 de março, está 29% comercializada no Virgínia, 52,80% no Burley e 57,80% no Comum; uma média de 31,20% nos três Estados do Sul do Brasil”, revelou.

Já o presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Iro Schünke, ao lembrar que o Brasil é o maior exportador de tabaco há 30 anos, informou que a exportação, em 2022, atingiu 585 mil toneladas e US$ 2,452 bilhões. O tabaco, na exportação brasileira, participou com 0,73%; na exportação gaúcha, 9,65%; Santa Catarina, 1,78% e Região Sul, 4,23%.

O representante do Sindicato da Indústria do Tabaco do Estado da Bahia (SindiTabaco-BA), Fernando Teixeira, apresentou números e a preocupação com o mercado ilegal do charuto, que está em 67%. “No mercado do charuto o problema é a falsificação das marcas, tanto do charuto cubano, quanto do nacional. Os efeitos do mercado ilegal sãos sentidos por todo o setor”, disse Teixeira, solicitando o retorno do Grupo de Trabalho que trata sobre o mercado ilegal. Ele ainda destacou a alta tributação, no Brasil, sobre o charuto, o que também é determinante para o aumento do consumo do charuto ilegal.

Schneider abordou o assunto lembrando que o mercado ilegal, tanto do cigarro quanto do charuto, por praticar valores de venda mais baixos, são atrativos para consumo, inclusive, de menores de idade. “A altíssima tributação do produto legal abre espaço para o ilegal; quanto maior a tributação, melhor para o contrabando”, finalizou o presidente da Câmara.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/03/2023 0 Comentários 591 Visualizações
Business

SindiTabaco reforça a importância das ações ESG no setor

Por Marina Klein Telles 28/03/2023
Por Marina Klein Telles

O SindiTabaco, Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco, marcou presença, nessa semana, na 21ª Expoagro Afubra, em Rio Pardo (RS). A entidade esteve presente com um estande próprio disponibilizando informações sobre a importância socioeconômica e sobre as ações de ESG do setor. O evento, considerado a maior feira da agricultura familiar do Brasil, contou com mais de 500 expositores.

“Todo ano participamos ativamente na feira, mas essa foi a primeira vez que participamos com um espaço próprio. Na edição deste ano, apresentamos para as autoridades, lideranças do cenário do agronegócio e produtores rurais as principais ações de ESG que as empresas do setor têm realizado nos últimos anos, reforçando nosso compromisso com os principais pilares que abrangem essa área: ambiental, social e governança”, explica Iro Schünke, presidente do SindiTabaco.

No pilar ambiental, o foco foi na proteção de recursos naturais, uso racional de defensivos e a logística reversa de embalagens vazias. Já nas ações sociais, temas voltados ao trabalho desenvolvido no Instituto Crescer Legal e a importância da saúde e segurança dos produtores rurais foram reforçados. No pilar governança, o sindicato mostrou a necessidade da comunicação nas ações no setor, o cumprimento de assuntos regulatórios e a sustentabilidade da cadeia produtiva.

Além das informações sobre o compromisso com o ESG, a entidade apresentou dados sobre a evolução das exportações brasileiras de tabaco em 2022. De acordo com as informações, foram 104 países importadores, U$2,45 bilhões em exportações e 585 mil toneladas do tabaco que foram exportados. A liderança do Brasil na exportação mundial de tabaco está ancorada na qualidade e integridade do produto, e na sustentabilidade da cadeia produtiva do setor.

Foto: Junio Nunes/divulgação | Fonte: Assessoria
28/03/2023 0 Comentários 952 Visualizações
Business

Amprotabaco apresenta nova diretoria do biênio

Por Marina Klein Telles 21/03/2023
Por Marina Klein Telles

A cada dois anos, os prefeitos membros da Associação dos Municípios Produtores de Tabaco (Amprotabaco) se reúnem para assembleia de eleição e posse da diretoria e do conselho fiscal da entidade. Na segunda-feira, 20 de março, o grupo definiu, em reunião híbrida realizada em Santa Cruz do Sul, a nova diretoria para a gestão 2023-2024.

Fundada em 8 de novembro de 2013, a entidade passou a representar e defender os municípios produtores de tabaco em diversos fóruns. Guido Hoff, nomeado secretário executivo da entidade, anunciou a nova diretoria aprovada por unanimidade pelos membros participantes e que será novamente liderada por Marcus Vinicius Pegoraro, prefeito de Canguçu (RS).

Pegoraro falou sobre a oportunidade de representar a entidade por mais dois anos e elencou alguns dos desafios da próxima gestão. “Em um cenário de antagonismo diante da proximidade de mais uma Conferência das Partes (COP 10), da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT), precisamos que os prefeitos sejam protagonistas na defesa da cadeia produtiva, enfatizando a importância econômica e social do produto para nossas comunidades”, ressaltou o diretor.

O prefeito de Canguçu, ainda relembrou que em 1997, antes de a cidade se tornar referência na produção de tabaco, a arrecadação era de apenas R$ 6 milhões. “Hoje, já ultrapassa os 220 milhões e vemos que é o pequeno produtor de tabaco que fortalece o comércio e investe em construção civil, ou seja, gera retornos para além do meio rural. Defender essa receita é nosso dever e a Amprotabaco tem esse papel”, comentou o presidente da AmproTabaco reeleito.

O presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, saudou os prefeitos e reforçou a importância da Associação, especialmente em ano de COP, momento em que a cadeia produtiva costuma ser fortemente atacada. “O trabalho da Amprotabaco será extremamente importante neste período que promete ser de muitos ataques ao setor.. A continuidade deste trabalho que é feito por prefeitos, de forma apolítica e visando exclusivamente a defesa de toda a cadeia produtiva, será de grande valia”, disse Schünke cumprimentando a nova diretoria.

Benício Werner, presidente da Afubra, também se manifestou, ressaltando a importância da Amprotabaco no enfrentamento do movimento anti tabaco. “Quando a Amprotabaco foi idealizada, ficamos muito satisfeitos porque ganhamos mais um aliado, com força política, na defesa da cadeia produtiva. As campanhas antitabagistas nos atingem diretamente e precisamos de outros interlocutores em Brasília que façam essa defesa de forma veemente, em favor dos produtores e dos trabalhadores nas indústrias”, ressaltou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/03/2023 0 Comentários 615 Visualizações
Variedades

Regras que valem ouro na hora do transporte do tabaco

Por Felipe Schwartzhaupt 08/03/2023
Por Felipe Schwartzhaupt

O levantamento dos registros de ocorrências de roubo de tabaco cru – aquele que é transportado no momento da comercialização do produto, entre produtores e empresa – foi tema de encontro entre a comissão de segurança do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e representantes de órgãos de segurança pública de Santa Cruz do Sul.

Enquanto em 2019 o setor registrava 26 ocorrências em toda a Região Sul do País, em 2022 foram oito ao total, sendo uma única ocorrência no Rio Grande do Sul. Os números foram analisados juntamente com o tenente-coronel da Brigada Militar, Giovani Paim Moresco; o delegado Regional de Polícia, Luciano Fernandes Menezes; e o capitão Silvio Erasmo Souza da Silva, comandante da 2ª Companhia Rodoviária do município.

“A redução demonstra que as medidas adotadas pelas indústrias e transportadores e o trabalho conjunto com os órgãos de segurança estão dando certo”, avalia Sergio Rauber, assessor de Relações Institucionais do SindiTabaco. Entre as principais causas da redução de ocorrências, ele destaca o monitoramento das cargas, o mapeamento de zonas críticas, o trabalho integrado com as forças policiais e a divulgação dos protocolos de segurança aos transportadores.

Neste período, a comissão de segurança do SindiTabaco investiu esforços na conscientização dos transportadores com o desenvolvimento de um folder com orientações, além do adesivo ‘Carga segura’ para os caminhões. Em 2023, o grupo prepara a divulgação das 10 regras de ouro na segurança do transporte do tabaco. O material circulará em formato de cards aos transportadores cadastrados pelas indústrias, via WhatsApp.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/03/2023 0 Comentários 613 Visualizações
Business

Abertura da Colheita do Tabaco é realizada em São Lourenço do Sul

Por Amanda Krohn 07/12/2022
Por Amanda Krohn

Os produtores de tabaco Romiro Bierhals e Tiago Rutz Krolow, de São Lourenço do Sul, sediaram nesta terça-feira (6), a Abertura da Colheita do Tabaco, evento promovido pelo Governo do Estado do Rio Grande do Sul – por intermédio da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, em conjunto com a prefeitura de São Lourenço do Sul, o Sindicato Interestadual da Indústria Tabaco (SindiTabaco) e a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra).

Entre as autoridades presentes no evento, o secretário de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, Domingos Antônio Velho Lopes; o prefeito de São Lourenço do Sul, Rudinei Härter; o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke; e o presidente da Afubra, Benício Werner. Também prestigiaram o evento deputados de regiões produtoras de tabaco, bem como prefeitos de municípios produtores, e representantes de entidades e empresas ligadas à cadeia produtiva do tabaco. Presente em 488 municípios da Região Sul do Brasil, o setor do tabaco conta com 128 mil famílias dedicadas à produção. Na safra 2021/2022, foram produzidas 560 mil toneladas de tabaco, sendo que, deste total, 247 mil toneladas foram produzidas por 68 mil famílias gaúchas.

“Eventos como esse marcam a defesa da cadeia produtiva e do nosso Sistema Integrado de Produção de Tabaco, fundamental para que possamos continuar sendo, por muitas décadas, o segundo maior produtor e o maior exportador de tabaco do mundo. Em 2022 já exportamos mais de US$ 2 bilhões, resultado que coloca o Brasil como maior exportador de tabaco há 30 anos consecutivos”, disse o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, durante a abertura da colheita.

O presidente da Afubra, Benício Werner, chamou atenção para a representatividade do setor do tabaco, em especial para o produtor, mas também para os municípios envolvidos, o Estado e o País. Segundo ele, há uma expectativa muito positiva para esta safra. “Desejo uma ótima safra para todos e que tenhamos mais um ano com boa lucratividade”, ressaltou Werner. O secretário do Estado da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, Domingos Antonio Velho Lopes, também falou aos presentes. “A cadeia produtiva do leite tem 40 mil produtores integrados, o tabaco tem mais que o dobro. E esses números precisam ser divulgados e valorizados. Vamos defender nossas 35 cadeias produtivas com unhas e dentes, seguindo uma produção sustentável, com boas práticas e deixando um bom legado para os nossos filhos e netos”, avaliou.

O prefeito de São Lourenço do Sul, Rudinei Harter, agradeceu a oportunidade de realizar o evento no município e falou sobre a relevância do tabaco. “São Lourenço do Sul é muito diversificado, mas precisamos destacar a importância econômica e social do tabaco em nosso mnicípio. Aqui temos quase 4 mil famílias envolvidas com a produção e o setor também se destaca por suas ações sociais, como é o caso do Instituto Crescer Legal, iniciativa do setor que oportuniza aos nossos jovens rurais qualificação. Podemos declarar oficialmente aberta a colheita do tabaco aqui em São Lourenço do Sul e nas demais regiões produtoras”, declarou.

Diversificação

Durante o evento também foi realizada a assinatura de renovação do convênio do Programa Milho, Feijão e Pastagens após a colheita do Tabaco que tem como objetivo incentivar a diversificação e a otimização dos recursos das propriedades rurais. Promovido pelo SindiTabaco e suas empresas associadas, o programa é realizado desde 1985, nos três Estados da Região Sul do Brasil. Na última safra, o programa rendeu R$ 779 milhões aos produtores de tabaco participantes, sendo R$ 344 milhões somente no RS. Assinaram o Termo de Cooperação Técnica o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, o secretário da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, Domingos Antônio Velho Lopes, o presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag), Carlos Joel da Silva, o diretor da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), Ricardo Serpa, e o presidente da Afubra, Benício Werner.

Fotos: Junio Nunes/Divulgação | Fonte: Assessoria
07/12/2022 0 Comentários 645 Visualizações
Cidades

SindiTabaco recebe Comenda Rotária em Santa Cruz do Sul

Por Felipe Schwartzhaupt 21/11/2022
Por Felipe Schwartzhaupt

O Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) foi agraciado com a Comenda Rotária, oferecida pelo Rotary Club Santa Cruz do Sul. A distinção tem como objetivo homenagear pessoas, empresas e entidades que atuam com ética, empreendedorismo e responsabilidade social junto à comunidade. Fundado em 1947, o SindiTabaco representa os interesses comuns de 14 empresas associadas. A atual Diretoria – Gestão 2021/2024 – é presidida por Iro Schünke que recebeu a comenda durante a 29ª edição do Janta-Baile da Comenda Rotária, realizado no sábado, 19 de novembro, no Tap’s Club, em Santa Cruz do Sul (RS).

Em 75 anos de atuação, o SindiTabaco tem como principal objetivo a defesa e o fortalecimento da cadeia produtiva do tabaco, geradora de renda e empregos para milhares de brasileiros, no campo e na cidade. Além disso, nas últimas três décadas, a inovação e o pioneirismo pautaram as ações do sindicato, voltadas a áreas que hoje são referidas como ESG – sigla para Environmental, Social and Governance (Ambiental, Social e Governança). Um dos destaques na área social é a iniciativa da fundação do Instituto Crescer Legal, em 2015, que oferta oportunidade de qualificação a jovens do campo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/11/2022 0 Comentários 1,2K Visualizações
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