Mais vistas
Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional...
Aliança Francesa Porto Alegre celebra o Dia Internacional da Francofonia...
Fórmula Truck reúne cerca de 15 mil pessoas em Santa...
Amrigs empossa novas diretorias das Sociedades de Especialidades Médicas e...
Páscoa em Canela: Decoração começa a tomar conta da cidade
La Fabbrica Juventus conquista selo ‘Aqui tem Nutricionista’ e é...
Etapa da Fórmula Truck movimenta Santa Cruz do Sul
Cavalgada Para Elas mobiliza Novo Hamburgo contra o feminicídio
Inscrições para escolha das soberanas da 41ª Oktoberfest iniciam nesta...
Sicredi é líder nas liberações de crédito rural no RS
Expansão
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO
Tag:

sinditabaco

Variedades

Tabaco apresenta índices elevados de sucessão rural e renda, aponta estudo

Por Jonathan da Silva 26/09/2025
Por Jonathan da Silva

A reunião da Subcomissão de Defesa do Setor do Tabaco e Acompanhamento da COP 11 da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul (ALRS), realizada nesta sexta-feira (26) em Candelária, destacou que a cadeia produtiva do tabaco apresenta um dos melhores índices de sucessão no campo e renda superior à média nacional. O encontro ocorreu na Câmara de Vereadores do município e contou com lideranças políticas, representantes de entidades, sindicatos e produtores.

O presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, foi painelista no evento e apresentou a pesquisa Perfil Socioeconômico dos Produtores de Tabaco da Região Sul do Brasil, conduzida pelo Cepa/UFRGS em 2023. Segundo o levantamento, 68,2% dos produtores afirmam ter sucessor na família, índice bem acima da média nacional.

Thesing comparou o resultado com dados do Censo Agropecuário 2017 do IBGE, segundo os quais apenas 30% das propriedades rurais chegam à segunda geração e 5% ultrapassam a terceira. “Enquanto os dados nacionais do IBGE apontam para uma crise de sucessão na agricultura familiar brasileira, a cultura do tabaco se destaca, com níveis superiores de sucessão”, afirmou o presidente da entidade.

Permanência no setor

O estudo revelou ainda que, entre os jovens que pretendem permanecer nas propriedades, 41,8% continuarão cultivando tabaco. Outros 24,2% afirmaram que os filhos não seguirão na atividade, e 34,1% ainda não têm definição. Para Thesing, esses números demonstram que “apesar das dificuldades similares às demais cadeias produtivas, a cultura do tabaco possui maior capacidade de retenção de sucessores e isso se deve muito à alta rentabilidade e qualidade de vida proporcionada pelo tabaco a essas famílias produtoras”.

Renda acima da média

A pesquisa do Cepa/UFRGS apontou também que os produtores de tabaco estão entre os de maior rendimento do meio rural. De acordo com os dados, quase 80% pertencem aos estratos sociais A e B. Entre os fatores que favorecem esse desempenho, destacam-se a rentabilidade por hectare, o modelo de produção integrada — que garante assistência técnica, fornecimento de insumos e compra da produção — e a viabilidade econômica em pequenas propriedades.

Desafios e riscos

Durante o encontro, Thesing alertou para riscos relacionados a medidas da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT). Segundo ele, países concorrentes têm ampliado seus volumes de produção com apoio de subsídios, em contraste com o cenário nacional. “Temos acompanhado um aumento substancial nos volumes de países produtores concorrentes que acendem o alerta para o avanço de medidas que possam prejudicar a cadeia produtiva instalada no Brasil. Alguns desses países sequer ratificaram a Convenção-Quadro e possuem subsídios diretos de seus respectivos governos, em um tratamento bem diferente ao que temos visto para os produtores brasileiros”, destacou o presidente da entidade.

Próximos encontros

A Subcomissão já realizou reuniões em Santa Cruz do Sul, Venâncio Aires, Rio Pardo, Barão do Triunfo e Camaquã. Os encaminhamentos serão reunidos em relatório que servirá de base para a atuação institucional junto a governos e negociações internacionais da COP 11.

  • 29 de setembro, 13h, Porto Alegre (Espaço de Convergência da ALRS): atuação de órgãos de controle e combate ao contrabando.

  • 2 de outubro, 14h, Canguçu (Câmara Municipal): agricultura familiar e diversificação de renda.

  • 3 de outubro, 9h, São Lourenço do Sul (Restaurante do Sindicato Rural): estratégias de valorização da produção e comércio internacional.

  • 8 de outubro, 14h, Porto Alegre (ALRS): apresentação e aprovação do relatório final.

Foto: Eliana Stülp Kroth/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/09/2025 0 Comentários 241 Visualizações
Variedades

Capital Nacional do Tabaco, Santa Cruz do Sul celebra 147 anos

Por Jonathan da Silva 24/09/2025
Por Jonathan da Silva

Santa Cruz do Sul celebrou 147 anos neste domingo (28), reafirmando sua posição como a Capital Nacional do Tabaco. O setor é responsável por movimentar a economia local, garantir renda a milhares de famílias rurais e consolidar o município entre as maiores economias do Rio Grande do Sul. Atualmente, 2.949 produtores estão envolvidos diretamente com a atividade, que na última safra resultou em 12,6 mil toneladas colhidas em 5,3 mil hectares.

O tabaco tem reflexos em toda a cadeia produtiva e no ambiente urbano santa-cruzense. Apenas na produção primária, o retorno de ICMS ao município soma R$ 2,77 milhões. As cinco maiores empresas com sede em Santa Cruz do Sul, em valor adicionado, também pertencem ao setor.

O Produto Interno Bruto (PIB) local, segundo dados do IBGE de 2021, foi de R$ 9,8 bilhões, com PIB per capita de R$ 74,2 mil. O desempenho da cadeia produtiva contribuiu para que o município avançasse da 11ª para a 8ª posição entre as maiores economias do Estado, com crescimento de 5,25% na participação do ICMS estadual, feito registrado pelo segundo ano consecutivo.

Competitividade e qualidade de vida

Além da relevância econômica, Santa Cruz do Sul também se destaca em indicadores de desenvolvimento. No Ranking Nacional de Competitividade dos Municípios 2025, divulgado em agosto, a cidade ficou em 5º lugar no Rio Grande do Sul e na 88ª posição do Brasil, entre 418 municípios avaliados. Em relação ao ano anterior, subiu uma colocação no ranking estadual e três no nacional.

Setor mantém liderança global

Para o presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Valmor Thesing, a força do setor se reflete diretamente nos indicadores locais e estaduais. “A contribuição do tabaco para Santa Cruz do Sul é visível nos indicadores econômicos e sociais do município. E essa relevância se amplia quando olhamos para o Estado, que há mais de 30 anos lidera as exportações mundiais de tabaco graças à força do nosso polo regional”, afirmou o dirigente.

O Brasil mantém a liderança mundial nas exportações do produto há 32 anos e é o segundo maior produtor global. No sul do país, 138 mil famílias em 525 municípios estão envolvidas com a atividade, que também gera mais de 44 mil empregos diretos nas indústrias.

O que é o SindiTabaco

O SindiTabaco foi fundado em 1947 e tem sede em Santa Cruz do Sul. Com 14 empresas associadas, concentra sua atuação especialmente na Região Sul, responsável por 94% da produção nacional de tabaco, envolvendo 533 mil pessoas no meio rural. Desde 2010, a entidade atua em todo o território nacional, com exceção da Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo.

Foto: Banco de imagens/SindiTabaco/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/09/2025 0 Comentários 283 Visualizações
Variedades

Tabaco mantém liderança na renda das famílias produtoras do sul

Por Jonathan da Silva 22/09/2025
Por Jonathan da Silva

Mesmo com o avanço da diversificação agrícola, o tabaco segue como principal fonte de renda das famílias produtoras do sul do Brasil. Um levantamento divulgado em setembro de 2025 pela Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) aponta que, entre as safras 2023/2024 e 2024/2025, a receita com o cultivo cresceu mais de R$ 2,3 bilhões, chegando a R$ 14,17 bilhões. O valor representa 58,3% da renda total das propriedades rurais da região.

A safra 2024/2025 gerou uma receita de R$ 24,3 bilhões, alta de 16,15% em relação ao ciclo anterior. Na safra passada, o tabaco já respondia por 56,3% da renda, com R$ 11,78 bilhões. “Com uma cadeia produtiva consolidada e demanda estável no mercado externo, a cultura segue sendo um pilar econômico para milhares de pequenos produtores”, afirmou o presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing.

Diversificação das culturas

O estudo também mostra avanço das demais culturas agrícolas, que saltaram de R$ 3,83 bilhões na safra 2023/2024 para R$ 5,5 bilhões em 2024/2025, crescimento de 43,85%. Com isso, a participação dessas culturas na renda das propriedades subiu de 18,3% para 22,7%.

Queda na produção animal

Na contramão, a produção animal e os produtos granjeiros tiveram recuo. A receita caiu de R$ 5,32 bilhões para R$ 4,63 bilhões, reduzindo a participação de 25,4% para 19,1%. “O movimento pode indicar um reposicionamento dos produtores frente aos custos e à rentabilidade do setor pecuário”, avaliou Thesing.

Mais famílias produtoras

Outro dado destacado pela Afubra é o aumento no número de famílias envolvidas no setor, que passou de 133 mil para 138 mil, uma alta de 3,76%. O crescimento pode estar ligado à atratividade econômica do cultivo de tabaco conforme a entidade.

Foto: Banco de imagens/SindiTabaco/Divulgação | Fonte: Assessoria
22/09/2025 0 Comentários 258 Visualizações
Política

SindiTabaco cobra aplicação de lei anti-contrabando

Por Jonathan da Silva 19/09/2025
Por Jonathan da Silva

O presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Valmor Thesing, participou de uma reunião para tratar da aplicação da Lei nº 16.326/2025 nesta quinta-feira (18), no Palácio Piratini, em Porto Alegre. A legislação, de autoria do deputado estadual Elton Weber (PSB) e aprovada pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul (ALRS), estabelece sanções administrativas e restrições a empresas envolvidas com produtos ilícitos, com foco nos setores do tabaco e do vinho, que sofrem prejuízos com o mercado ilegal.

O encontro contou com a presença do secretário da Casa Civil estadual, Artur Lemos, de representantes das Secretarias da Fazenda e da Segurança Pública, da Procuradoria-Geral do Estado, além de entidades como a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), o Instituto Consevitis-RS e a Federação dos Trabalhadores na Agricultura no RS (Fetag-RS).

Para o SindiTabaco, a regulamentação e a efetiva implementação da nova lei são fundamentais no enfrentamento à concorrência desleal. “Temos sido, há anos, duramente impactados pelo contrabando, que compromete empregos, renda e a sustentabilidade da cadeia produtiva formal. Por isso, consideramos fundamental a união de esforços para assegurar a efetividade dessa nova legislação”, afirmou o presidente Thesing.

Impacto do contrabando no Brasil

Dados do Ipec (2024) apresentados na reunião mostram que o mercado ilegal representa 32% do total de cigarros comercializados no país, movimentando cerca de R$ 34 bilhões ao ano. A evasão fiscal resultante alcançou R$ 105 bilhões nos últimos 12 anos, sendo R$ 9 bilhões somente em 2024. A diferença de tributação entre Brasil e Paraguai é apontada como um dos fatores que alimentam o problema: enquanto os produtos paraguaios têm carga tributária de 13%, no Brasil ela varia entre 70% e 90%. Na avaliação da entidade, essa disparidade gera uma diferença de preços significativa, estimulando o consumo de produtos ilícitos.

Produção no Paraguai

O Paraguai produz 50 bilhões de cigarros por ano, dos quais apenas 2 bilhões são consumidos internamente. O restante é destinado principalmente ao contrabando, com o Brasil absorvendo mais de 30 bilhões de unidades. O preço médio do cigarro legal no Brasil em 2024 foi de R$ 8,13, contra R$ 5,21 no mercado ilegal — diferença de 56%. No segmento de baixo preço, a diferença chegou a R$ 1,56 em 2025, favorecendo o acesso aos produtos contrabandeados pelas camadas mais vulneráveis da população.

Novos desafios

O combate ao contrabando enfrenta limitações adicionais, como o corte de R$ 708 milhões no orçamento federal destinado ao combate ao crime organizado em 2024, o que enfraquece a fiscalização em fronteiras e cidades. O país perde anualmente mais de R$ 500 bilhões com contrabando de diversos produtos. Thesing destacou ainda o avanço de dispositivos eletrônicos para fumar (DEFs), cujo mercado é 100% dominado pelo contrabando. “Soma-se a isso o crescimento de novos desafios, como o mercado de dispositivos eletrônicos para fumar, que hoje é 100% dominado pelo contrabando, já que esses produtos não são regulamentados nem tributados no Brasil, ao passo que seu consumo aumenta anualmente”, pontuou o presidente do SindiTabaco.

Potenciais da regulamentação dos DEFs

Segundo dados do Ipec (2024), mais de 3 milhões de brasileiros já utilizam os DEFs. A ausência de regulamentação traz perdas econômicas e de arrecadação. Estudo da FIEMG (2024) estima que a regularização do setor poderia gerar 124,5 mil novos empregos em todo o país, abrangendo desde a produção até logística, comércio e fiscalização. Já dados da USP (2024) apontam que o Brasil deve deixar de arrecadar R$ 10,5 bilhões em 2025 pela falta de um marco regulatório.

Reflexos na economia

Para Thesing, a regulamentação pode trazer efeitos diretos para as contas públicas. “Esse montante representa uma perda expressiva para os cofres públicos, com reflexos diretos na capacidade de investimento em áreas essenciais como saúde, educação e segurança pública. Portanto, a regulamentação não é apenas uma medida de controle sanitário ou legal; ela se apresenta como uma ferramenta estratégica de desenvolvimento econômico, capaz de fomentar empregos, recuperar receitas fiscais e reduzir o espaço ocupado pelo mercado ilegal no país”, concluiu o presidente do SindiTabaco.

Foto: Eliana Stülp Kroth/Divulgação | Fonte: Assessoria
19/09/2025 0 Comentários 280 Visualizações
Variedades

SindiTabaco participa de reunião da Conicq em Brasília nesta terça

Por Jonathan da Silva 02/09/2025
Por Jonathan da Silva

A Comissão Nacional para Implementação da Convenção-Quadro sobre Controle do Uso do Tabaco e de seus Protocolos (Conicq) realiza nesta terça-feira, 2 de setembro, em Brasília, uma reunião aberta para debater os documentos que serão discutidos na 11ª Sessão da Conferência das Partes da Convenção-Quadro sobre Controle do Uso do Tabaco (COP11) e na 4ª Reunião das Partes do Protocolo para Eliminar o Comércio Ilícito dos Produtos de Tabaco (MOP4), programadas para novembro, na Suíça. O Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) confirmou presença no encontro, que acontece a partir das 14h na sede da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).

O presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, destacou a importância de levar à Conicq os impactos sociais e econômicos da cadeia produtiva do tabaco. “Esperamos que o diálogo prevaleça e que a Conicq, que abrange representantes de 11 ministérios, da Casa Civil, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária e da Fundação Oswaldo Cruz, considere não somente as questões de saúde, mas também a importância econômica e social do setor do tabaco para mais de 525 municípios e 138 mil produtores brasileiros, cumprindo com a declaração interpretativa assinada quando da ratificação da Convenção-Quadro”, afirmou o dirigente.

Produção e exportação

Dados da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) apontam que a safra 2024/2025 atingiu 720 mil toneladas, gerando cerca de R$ 14,58 bilhões aos produtores integrados. O Brasil ocupa a posição de segundo maior produtor mundial e lidera as exportações há mais de 30 anos, com 90% da produção destinada a mais de 100 países. A expectativa é encerrar 2025 com US$ 3 bilhões em divisas. Entre janeiro e julho, os embarques já somaram 270 mil toneladas, com divisas 20,8% superiores ao mesmo período do ano passado, alcançando US$ 1,74 bilhão. Na indústria, o setor gera mais de 44 mil empregos diretos no país e recolhe R$ 17 bilhões em impostos.

Temas em debate

Embora a pauta da COP11 ainda não esteja oficializada, alguns assuntos devem integrar as discussões em Genebra. Entre eles está a diversificação das atividades agrícolas. Segundo a Afubra, para obter a mesma renda de um hectare de tabaco, um produtor precisaria de 7,85 hectares de soja. Na safra 2024/2025, os produtores ligados ao setor alcançaram R$ 24,7 bilhões em produtos agropecuários, sendo 59% dessa renda proveniente do tabaco e 41% de outras culturas e pecuária.

Outro ponto é a regulamentação dos dispositivos eletrônicos para fumar (DEFs). Para o SindiTabaco, a medida poderia atender à demanda da saúde pública, incentivar a inovação e criar novas oportunidades econômicas. Atualmente, o consumo desses produtos ilegais no Brasil cresceu de 500 mil consumidores, em 2018, para 3 milhões em 2023, segundo pesquisa do Ipec.

Também deve estar em pauta o combate ao mercado ilegal. A carga tributária dos cigarros no Brasil varia de 70% a 90%, enquanto no Paraguai é de 13%, fator que favorece o contrabando e a concorrência desleal.

O que é a Conicq

Criada em 1999, a Conicq tem como objetivo subsidiar a participação do Brasil em negociações internacionais de controle do uso de tabaco. Reestruturada em 2023, a comissão reúne representantes de diversos ministérios, da Casa Civil, da Anvisa e da Fiocruz.

Foto: Banco de imagens/SindiTabaco/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2025 0 Comentários 265 Visualizações
Variedades

Setor do tabaco debate sustentabilidade no evento ESG Experience

Por Jonathan da Silva 22/08/2025
Por Jonathan da Silva

Empresas associadas ao Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) apresentaram experiências voltadas à sustentabilidade durante a 3ª edição do ESG Experience, realizada nesta quinta-feira (21), em Santa Cruz do Sul. O evento, realizado no Memorial da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) e promovido pela Associação Comercial e Industrial (ACI) em parceria com a instituição de ensino, reuniu palestras e painéis temáticos sobre práticas ambientais, sociais e de governança corporativa.

Na programação, foram expostos cases de empresas do setor como BAT Brasil, China Brasil Tabacos, JTI e Philip Morris. A Alliance One Brasil também participou como apoiadora. O objetivo da ação foi compartilhar exemplos de práticas de sustentabilidade desenvolvidas na cadeia do tabaco, que já conta com um histórico de integração entre produtores e indústrias, consolidado pelo Sistema Integrado de Produção de Tabaco (SIPT).

Histórico de integração e sustentabilidade

O SIPT, estabelecido há mais de cem anos, promove a relação direta entre produtores e empresas e é considerado referência para outras cadeias produtivas. Segundo a assessora técnica do SindiTabaco, Fernanda Viana Bender, o sistema é fundamental para incentivar boas práticas agrícolas. “Engajar e conscientizar os produtores integrados sobre boas práticas agrícolas é uma das missões da assistência técnica gratuita oferecida pelo SIPT. Mesmo antes do termo ESG ser cunhado, a cadeia produtiva do tabaco já atuava em programas de combate ao trabalho infantil, além de iniciativas voltadas à logística reversa, ao reflorestamento e o correto manejo do solo”, afirmou Fernanda.

Sustentabilidade como prioridade

Para a assessora técnica do sindicato, a presença expressiva das empresas do setor no evento reflete o compromisso contínuo com as pautas socioambientais. “A sustentabilidade deixou de ser um diferencial: é uma prioridade estratégica para este setor que está historicamente ligado ao desenvolvimento regional”, concluiu Fernanda.

Foto: Rodrigo Assmann/Divulgação | Fonte: Assessoria
22/08/2025 0 Comentários 274 Visualizações
Variedades

Programa de empreendedorismo do Instituto Crescer Legal reúne professores de RS e PR

Por Jonathan da Silva 21/08/2025
Por Jonathan da Silva

Professores de Vera Cruz, no Rio Grande do Sul, e de São João do Triunfo, no Paraná, participam desde junho da turma de 2025 do Programa Boas Práticas de Empreendedorismo para a Educação, do Instituto Crescer Legal. Em sua sexta edição, o programa conta com 13 docentes de escolas do meio rural e ocorre de forma híbrida, com encontros online e presenciais, a fim de compartilhar ferramentas metodológicas voltadas à educação empreendedora no campo.

No dia 13 de agosto, a equipe diretiva e pedagógica do Instituto esteve em São João do Triunfo para uma atividade com os cinco professores paranaenses participantes. A programação integrou o Eixo III do Programa, “Tecnologia e Inovação: O Novo na Educação no/do Campo”, com mediação do educador social de referência, Adriano Emmel. O encontro possibilitou trocas de experiências e reflexões sobre como a inovação pode fortalecer práticas pedagógicas contextualizadas.

Participaram também a gerente do Instituto Crescer Legal, Nádia Fengler Solf; a orientadora pedagógica, Débora Berghahnn; a coordenadora de projetos, Graziele Silveira Pinton; o coordenador financeiro, Robson Amrein; e a educadora social, Michele Dzindzny. Já os professores de Vera Cruz terão encontro presencial no dia 10 de setembro, também com foco em tecnologia e inovação.

Formato interestadual

Este é o primeiro ano em que o Programa é realizado de forma interestadual. Para a gerente do Instituto Crescer Legal, Nádia Solf, a iniciativa amplia o intercâmbio entre os educadores. “Compartilhar nosso fazer pedagógico inovador com educadores que buscam contribuir para o sucesso da juventude do campo é algo muito recompensador”, afirmou Nádia.

Durante a formação, os professores recebem assessoria para planejar e executar vivências de educação empreendedora em suas escolas. As melhores experiências serão apresentadas na Mostra de Boas Práticas Pedagógicas.

História do programa Boas Práticas

Criado em 2020, o Boas Práticas já certificou 82 professores de 42 escolas do meio rural em municípios como Canguçu, Rio Pardo, São Lourenço do Sul e Vera Cruz. O projeto é desenvolvido em parceria com Secretarias Municipais de Educação e busca multiplicar metodologias que abordam temas como autoconhecimento, empatia, comunicação, tecnologia, inovação, observação e organização.

O que é o Instituto Crescer Legal

O Instituto Crescer Legal foi criado pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e empresas associadas. Com sede em Santa Cruz do Sul, atua em 23 municípios dos três estados do Sul, com iniciativas voltadas à juventude e à educação no campo, entre elas o Programa de Aprendizagem Profissional Rural, o Programa de Acompanhamento dos Egressos e o Programa Nós por Elas – A voz feminina do campo.

Foto: Banco de imagens/SindiTabaco/Divulgação | Fonte: Assessoria
21/08/2025 0 Comentários 245 Visualizações
Projetos especiais

Programa de coleta de embalagens de agrotóxicos percorre municípios do RS e SC

Por Jonathan da Silva 13/08/2025
Por Jonathan da Silva

O Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos, promovido pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) em parceria com a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), percorre 1.800 localidades rurais de 385 municípios do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, beneficiando 108 mil produtores de tabaco. A ação, que está próxima de completar 25 anos, realiza coleta itinerante e orientação sobre logística reversa, garantindo a reciclagem das embalagens. Neste mês, a programação coincide com o Dia Nacional do Campo Limpo, celebrado em 18 de agosto – próxima segunda-feira.

O diferencial do programa é o recebimento itinerante, que permite aos agricultores devolver as embalagens diretamente em suas comunidades, sem a necessidade de deslocamentos longos. O trabalho inclui conscientização permanente para que as embalagens sejam entregues limpas, secas e sem tampas, garantindo o reaproveitamento. Para isso, os produtores são orientados a fazer a tríplice lavagem — adicionando água limpa ao recipiente vazio, agitando e despejando no pulverizador três vezes —, perfurá-lo e armazená-lo até a entrega.

Alcance e resultados

No Paraná, ações semelhantes são realizadas por centrais locais de recebimento com apoio das empresas do setor. Desde outubro de 2000, o programa já recebeu 21 milhões de unidades, encaminhadas ao Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (InPEV), que realiza triagem e destina 100% das embalagens rígidas para reciclagem. Os recipientes se transformam em insumos para a construção civil ou novas embalagens para produtos químicos. As embalagens não recicláveis são incineradas de forma controlada.

Impacto ambiental

A coordenadora do programa, Fernanda Viana Bender, afirma que a iniciativa facilita a devolução e previne riscos. “Assim, impede-se que as embalagens sejam descartadas de forma incorreta, protegendo tanto o meio ambiente quanto a segurança de quem vive no campo, pois evita-se o contato de pessoas e animais com embalagens contaminadas”, explica Fernanda.

Próximos roteiros

O atual roteiro iniciou em 11 de agosto e segue até 23 de setembro, passando por cerca de 200 pontos em 19 municípios do Rio Grande do Sul, entre eles Santa Cruz do Sul, Venâncio Aires, Cachoeira do Sul e Taquari. Os produtores recebem um comprovante de entrega, documento exigido por órgãos de fiscalização ambiental. O próximo ciclo contemplará municípios da Região Central gaúcha.

Sistema Campo Limpo

O programa integra o Sistema Campo Limpo, iniciativa nacional de logística reversa no agronegócio que, em 2024, destinou corretamente 68.589 toneladas de embalagens plásticas, flexíveis e de metal, sendo 90% recicladas e transformadas em mais de 38 tipos de produtos.

Origem da ação

A ação antecede a legislação sobre logística reversa, criada em 2002, que obriga usuários de agrotóxicos a devolver embalagens e tampas aos estabelecimentos de compra no prazo de até um ano, conforme orientações de rótulos e bulas.

Foto: Banco de imagens/SindiTabaco/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/08/2025 0 Comentários 312 Visualizações
Projetos especiais

Coleta de embalagens de agrotóxicos começa nos Vales do Rio Pardo e Taquari

Por Jonathan da Silva 11/08/2025
Por Jonathan da Silva

Entre 11 de agosto e 23 de setembro, produtores de tabaco de 19 municípios dos Vales do Rio Pardo e Taquari poderão destinar corretamente embalagens vazias de agrotóxicos, desde que tríplice lavadas, perfuradas e secas. A ação integra o Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos, realizado pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) em parceria com a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra).

O roteiro passará por quase 200 pontos de coleta nos municípios de Bom Retiro do Sul, Caçapava do Sul, Cachoeira do Sul, Candelária, Cerro Branco, Cruzeiro do Sul, General Câmara, Mato Leitão, Novo Cabrais, Pantano Grande, Passo do Sobrado, Rio Pardo, Santa Clara do Sul, Santa Cruz do Sul, Taquari, Vale do Sol, Vale Verde, Venâncio Aires e Vera Cruz. O cronograma detalhado foi informado diretamente aos produtores participantes.

Procedimento e destino final

Segundo a coordenadora do programa, Fernanda Viana Bender, ao destinar corretamente as embalagens, os produtores cumprem a legislação e recebem comprovantes válidos em caso de fiscalização. “Além disso, a destinação correta garante a reciclagem das embalagens. Para isso, elas precisam estar tríplice lavadas, perfuradas e secas”, orienta Fernanda.

Após a coleta, os recipientes seguem para centrais credenciadas, onde são separados e enviados a unidades recicladoras, sendo transformados em produtos plásticos como materiais de construção civil e novas embalagens para produtos químicos.

O que é o programa

Criado antes mesmo da legislação de 2002 sobre o tema, o programa completa 25 anos em 2025 e atualmente percorre 1,8 mil pontos de coleta em 385 municípios do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. O recolhimento contempla embalagens usadas tanto na produção de tabaco quanto em outras culturas das propriedades. No Paraná, empresas do setor apoiam iniciativas semelhantes de centrais locais de recebimento.

Foto: Banco de imagens/SindiTabaco/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/08/2025 0 Comentários 270 Visualizações
Projetos especiais

Programa Nós por Elas reúne adolescentes da região sul em nova edição

Por Jonathan da Silva 05/08/2025
Por Jonathan da Silva

O Instituto Crescer Legal e a Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) iniciaram, em agosto, a 9ª turma do Programa Nós por Elas – A voz feminina do campo, voltado para jovens egressas do Programa de Aprendizagem Profissional Rural. A iniciativa capacita adolescentes do meio rural, com foco em comunicação, para se tornarem multiplicadoras de reflexões e conhecimentos por meio de programas de rádio, abordando questões de gênero no campo.

Nesta edição, dez jovens foram selecionadas para integrar o projeto, sendo quatro do Rio Grande do Sul (Gramado Xavier, Agudo, Rio Pardo e Novo Cabrais), quatro de Itaiópolis (Santa Catarina) e duas de São João do Triunfo (Paraná). O primeiro encontro ocorreu no dia 4 de agosto, em formato online, com a participação da educadora Maria da Graça Lucas Vieira e coordenadores do Instituto Crescer Legal.

Como funcionará o projeto

As atividades serão realizadas até outubro, em encontros online e presenciais, com dedicação de 20 horas semanais. As participantes desenvolvem pesquisas, leituras, entrevistas e roteiros, que posteriormente serão transformados em boletins de rádio veiculados por entidades parceiras como a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) e sindicatos de produtores rurais. Os conteúdos também serão disponibilizados no site do Instituto.

A gerente do Instituto Crescer Legal, Nádia Fengler Solf, afirma que o programa oferece novas oportunidades de desenvolvimento para as jovens. “Elas são estimuladas a pesquisar e refletir sobre temas do universo feminino e o resultado é transformado em conteúdos disseminados pelos nossos parceiros”, explica Nádia. “São diversos temas que já foram apresentados pelas meninas em boletins de rádio e a expectativa é que as meninas do grupo de 2025 novamente possam sensibilizar os ouvintes levando suas mensagens em busca de um mundo mais justo”, completa a gerente do ICL.

As vozes de 2025

Participam da edição deste ano: Alessandra Cruz de Lima (Itaiópolis-SC), Casieli Willers Ortiz (Gramado Xavier-RS), Eloisa Gulchinsk (São João do Triunfo-PR), Fabiana Martins dos Santos (Itaiópolis-SC), Fernanda Radeck (Itaiópolis-SC), Hellen Melissa Pires (Agudo-RS), Jessica Falkievicz (Itaiópolis-SC), Paola Natalia Silveira Bittencourt (Rio Pardo-RS), Tainara Tobias da Silva (São João do Triunfo-PR) e Yasmin Joaquina Flores (Novo Cabrais-RS).

O programa ganhou neste ano uma identidade visual própria, desenvolvida pela agência Guideline. O logotipo apresenta tipografia em letras bold com curvas sutis e uma flor que simboliza protagonismo, autonomia e o início de um legado.

O que é o Programa Nós por Elas

Criado pelo Instituto Crescer Legal, iniciativa do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e empresas associadas, o Programa Nós por Elas já formou 62 jovens em oito edições, com a produção de 31 boletins de rádio. O objetivo é promover a valorização da mulher no meio rural, incentivar a reflexão sobre diversidade de gênero e capacitar as participantes em comunicação para levar conhecimento e experiências a outras comunidades.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/08/2025 0 Comentários 285 Visualizações
Notícias mais recentes
Notícias mais antigas

Edição 302 | Dez 2025 - Jan 2026

Entrevista | Duda Cansi explica como transformar caos em clareza nos negócios

Economia | Corecon-RS, FCCS-RS e Fecomércio projetam a economia gaúcha para 2026

Educação | Fundação Projeto Pescar completa 50 anos

Saúde | A invisibilidade da pressão psicológica enfrentada por líderes e empreendedores

Acompanhe a Expansão

Facebook Twitter Instagram Linkedin Youtube

Notícias mais populares

  • 1

    Cidades atendidas pelo Sebrae RS são destaque em ranking nacional de desburocratização

  • 2

    Aliança Francesa Porto Alegre celebra o Dia Internacional da Francofonia com espetáculo de música e luzes

  • 3

    Fórmula Truck reúne cerca de 15 mil pessoas em Santa Cruz

  • 4

    Amrigs empossa novas diretorias das Sociedades de Especialidades Médicas e reforça papel do associativismo na Medicina

  • 5

    Páscoa em Canela: Decoração começa a tomar conta da cidade

  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Linkedin
  • Youtube
  • Email

© Editora Pacheco Ltda. 1999-2022. Todos os direitos reservados.


De volta ao topo
Expansão
  • INÍCIO
  • NOIVAS
  • CATEGORIAS
    • Business
    • Cidades
    • Cultura
    • Ensino
    • Gastronomia
    • Moda e beleza
    • Projetos especiais
    • Saúde
    • Variedades
  • EDIÇÕES ONLINE
  • Bicentenário
  • SOBRE
  • ASSINE
  • FALE CONOSCO