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Variedades

Ciclo de Conscientização reúne mais de mil participantes nos primeiros seminários no sul

Por Jonathan da Silva 31/07/2026
Por Jonathan da Silva

Os três primeiros seminários da 16ª edição do Ciclo de Conscientização sobre Saúde e Segurança do Produtor e Proteção da Criança e do Adolescente reuniram mais de mil participantes entre os dias 28 e 30 de julho nos municípios de Cruz Machado e São Mateus do Sul, no Paraná, e Bela Vista do Toldo, em Santa Catarina. Promovida pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e pela Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), a iniciativa é voltada a produtores de tabaco, lideranças regionais, agentes de saúde, diretores de escolas e conselheiros tutelares, com o objetivo de disseminar informações sobre saúde, segurança no trabalho e proteção de crianças e adolescentes.

O primeiro encontro, realizado em Cruz Machado-PR, reuniu cerca de 300 pessoas. Em São Mateus do Sul-PR, participaram aproximadamente 380 pessoas, enquanto o seminário de Bela Vista do Toldo-SC contou com 330 participantes.

Próximas etapas

A programação da temporada de 2026 terá continuidade nos dias 12 e 13 de agosto, nos municípios gaúchos de Vera Cruz e Amaral Ferrador. O encerramento da 16ª edição está marcado para 20 de agosto, em Orleans, Santa Catarina.

Neste ano, os seminários adotaram um formato semelhante ao de um programa de auditório. Durante os encontros, especialistas e representantes das entidades organizadoras abordam temas relacionados à cadeia produtiva do tabaco, com foco na saúde e segurança do produtor e na proteção da criança e do adolescente.

Temas debatidos

O assessor de Diretoria do SindiTabaco, Carlos Alberto Sehn, falou sobre o Sistema Integrado de Produção de Tabaco, as boas práticas voltadas à sustentabilidade e à qualidade da produção, o papel das indústrias no combate ao trabalho infantil e as perspectivas para a cadeia produtiva.

Já o tesoureiro da Afubra, Fabrício Murini, abordou os cuidados com a saúde e a segurança nas propriedades rurais, a utilização correta dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), as ações de educação ambiental promovidas pela entidade e a importância da gestão da propriedade para enfrentar os desafios da atividade agrícola.

A programação também contou com a exibição de trechos do vídeo “O Mundo do Dr. Niko Tino”, sobre saúde e segurança, além de uma entrevista online com a doutora Ana Paula Motta Costa sobre a legislação relacionada ao trabalho infantil.

Participação das autoridades

Os seminários contaram com a presença de autoridades municipais e regionais. Participaram das programações o prefeito de Cruz Machado, Carlos Nowak (UNIÃO), o prefeito de Bela Vista do Toldo, Francisco Carlos Schiessl (MDB), e a prefeita de São Mateus do Sul, Fernanda Garcia Saldanha (PSD). Durante os encontros, eles destacaram a importância da adoção de medidas de proteção pelos produtores rurais e da permanência de crianças e adolescentes na escola.

Realizado desde 2009

Realizado anualmente desde 2009, o Ciclo de Conscientização já promoveu ações em mais de 70 municípios, alcançando diretamente cerca de 39 mil produtores rurais das regiões produtoras de tabaco.

Durante os eventos, são reforçadas orientações presentes na cartilha distribuída aos produtores integrados, entre elas que apenas adultos podem manejar e aplicar defensivos agrícolas utilizando os EPIs recomendados; que a colheita do tabaco deve ser realizada com vestimenta específica e em condições climáticas adequadas; que o trabalho na cultura do tabaco é permitido somente para maiores de 18 anos; e que crianças e adolescentes devem frequentar a escola.

Foto: Banco de Imagens/SintiTabaco/Divulgação | Fonte: Assessoria
31/07/2026 0 Comentários 17 Visualizações
Política

Projeto de lei propõe fortalecer cadeia produtiva do tabaco no Rio Grande do Sul

Por Jonathan da Silva 27/07/2026
Por Jonathan da Silva

O Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) participou do protocolo oficial do Projeto de Lei nº 259/2026, na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, na quinta-feira (23). De autoria do deputado estadual Marcus Vinícius de Almeida (PP), a proposta institui a Política Estadual de Fortalecimento da Fumicultura e de Incentivo à Agregação de Valor à Cadeia Produtiva do Tabaco. O objetivo é estimular investimentos, inovação e novas oportunidades para a cadeia produtiva por meio da industrialização da nicotina natural produzida no estado.

O ato de protocolo reuniu parlamentares, lideranças do setor produtivo, representantes das empresas associadas ao SindiTabaco e entidades representativas dos produtores de tabaco. O projeto também recebeu a assinatura de outros 12 deputados estaduais.

Medidas previstas

Entre as diretrizes previstas no projeto está o incentivo à extração e à industrialização da nicotina natural obtida das folhas de tabaco cultivadas no Rio Grande do Sul, com foco na agregação de valor à produção local. A proposta também prevê a proibição da comercialização de produtos que contenham nicotina sintética no estado, medida que, segundo o texto, busca fortalecer a competitividade da cadeia produtiva baseada na matéria-prima produzida pelos fumicultores gaúchos.

O presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, afirmou que a proposta busca preparar o setor para as mudanças do mercado. “Temos uma produção nacional estável e que tem sido anualmente direcionada para mais de 120 países. Mas é importante nos prepararmos para o futuro e para as transformações do mercado mundial. Pensar em novas aplicações para a matéria-prima, aproveitando as plantas industriais já instaladas, pode ampliar as oportunidades para todo o setor. O futuro da cadeia produtiva do tabaco no Brasil passa pela capacidade de inovar e agregar valor à produção, que já é reconhecida mundialmente por sua qualidade e pelas boas práticas implementadas”, destacou Thesing.

Cadeia produtiva

Segundo o SindiTabaco, o Rio Grande do Sul é o maior produtor de tabaco do Brasil. Na safra 2025/2026, a atividade esteve presente em 206 municípios gaúchos, envolvendo cerca de 69 mil famílias produtoras. Desenvolvida predominantemente por agricultores familiares, a produção é apontada como uma das principais atividades econômicas do estado.

A entidade informa ainda que o Rio Grande do Sul lidera as exportações brasileiras de tabaco. Em 2025, quase 90% dos embarques do produto foram realizados pelo Porto de Rio Grande.

Foto: Di Fontoura/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/07/2026 0 Comentários 54 Visualizações
Política

Entidades pedem inclusão do tabaco em lista de exceções dos EUA

Por Jonathan da Silva 27/07/2026
Por Jonathan da Silva

O Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e a Associação Brasileira da Indústria do Fumo (Abifumo) encaminharam uma carta ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) na sexta-feira (24), solicitando que o governo brasileiro atue para incluir o tabaco na lista de exceções à tarifa adicional imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. O pedido foi formalizado após audiência realizada em 22 de julho com o ministro Geraldo Alckmin, e técnicos da pasta, quando o setor apresentou os impactos da medida e propostas para reduzir seus efeitos.

Segundo as entidades, a manutenção do tabaco fora da lista de exceções pode reduzir a competitividade do produto brasileiro no mercado norte-americano, provocar perdas de até US$ 100 milhões em exportações e afetar produtores rurais, a indústria e municípios cuja economia depende da cadeia produtiva do tabaco.

Impactos nas exportações

Na correspondência, o SindiTabaco e a Abifumo destacam que a cadeia produtiva do tabaco está presente em mais de 525 municípios brasileiros e gera renda para mais de 600 mil pessoas no meio rural. Historicamente, os Estados Unidos ocupam a terceira posição entre os principais destinos das exportações brasileiras de tabaco, respondendo por cerca de 9% dos embarques do setor. Em 2025, essa participação caiu para 6%.

Conforme dados do MDIC/Secex apresentados no documento, as exportações para o mercado norte-americano somaram US$ 195,3 milhões em 2025, queda de 23,4% em relação ao ano anterior. No primeiro semestre de 2026, os embarques totalizaram US$ 88,8 milhões, redução de 31% na comparação com o mesmo período de 2025.

Concorrência internacional

As entidades afirmam que outros produtos do agronegócio brasileiro, como carne bovina, café, laranja, mel orgânico, castanhas e celulose, foram incluídos na lista de exceções divulgada pelos Estados Unidos, enquanto o tabaco permaneceu sujeito à sobretaxa. Segundo o setor, essa situação coloca o produto brasileiro em desvantagem competitiva frente a outros países exportadores.

De acordo com a carta, caso as tarifas sejam mantidas, compradores norte-americanos poderão buscar fornecedores em outros mercados, principalmente em países africanos, como Zimbábue e Malaui, que ampliaram sua produção. A estimativa apresentada pelas entidades é de uma perda aproximada de US$ 100 milhões em exportações brasileiras.

Reflexos na produção

O documento destaca que a redução da demanda poderá atingir especialmente a produção de tabaco Burley, variedade que possui mercado internacional concentrado nos Estados Unidos e poucas alternativas de comercialização. Segundo as entidades, esse cenário poderá afetar centenas de pequenos produtores rurais que têm nesse cultivo sua principal fonte de renda.

Além dos impactos sobre a produção e o emprego, a carta aponta que a redução da atividade econômica poderá diminuir a arrecadação de tributos e comprometer investimentos públicos em municípios cuja economia depende da cadeia produtiva do tabaco.

Pedido ao governo

No ofício encaminhado ao MDIC, o SindiTabaco e a Abifumo solicitam a inclusão de todo o Capítulo 24 da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM), que engloba o tabaco e seus produtos, na lista de exceções à tarifa adicional aplicada pelos Estados Unidos. As entidades também informam que permanecem à disposição do governo federal para contribuir tecnicamente na busca de uma solução que preserve a competitividade das exportações brasileiras e reduza os impactos econômicos e sociais da medida.

Foto: Banco de Imagens/SindiTabaco/Divulgação | Fonte: Assessoria
27/07/2026 0 Comentários 70 Visualizações
Variedades

Instituto Crescer Legal reúne equipes dos três estados do sul em formação

Por Jonathan da Silva 24/07/2026
Por Jonathan da Silva

Profissionais das equipes pedagógica e administrativa do Instituto Crescer Legal participaram, entre os dias 21 e 23 de julho, em Santa Cruz do Sul, da segunda formação presencial de 2026. O encontro reuniu representantes do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná para atividades de atualização, integração e planejamento das ações desenvolvidas nos programas da instituição. A iniciativa teve como objetivo fortalecer a metodologia pedagógica aplicada aos jovens do campo e alinhar o trabalho realizado nos diferentes territórios de atuação.

A programação começou com uma dinâmica voltada à integração e ao fortalecimento do Time Crescer Legal. À tarde, os participantes acompanharam o Seminário de Integração e Reflexão com Parceiros, que abordou o tema “Adolescência(s): conexões, cuidados e desafios no mundo digital”.

No segundo dia, os profissionais participaram da formação “Inteligência Artificial no fazer pedagógico: como utilizar de forma ética – teoria e prática”, ministrada pelos especialistas da Thêma Consultoria, Ana Paula Malavolta e Thelmo Borchhardt. À tarde, a coordenadora de Desenvolvimento de Projetos, Graziele Silveira Pinton, e a orientadora pedagógica Débora Berghahnn apresentaram os princípios da Abordagem Pedagógica Waldorf e discutiram possibilidades de aplicação da metodologia nas ações do Instituto.

Planejamento

O terceiro dia foi dedicado ao planejamento do Encontro Anual de Aprendizes Rurais, previsto para o segundo semestre deste ano. Também foram realizadas apresentações sobre as turmas de referência de 2026 do Programa de Aprendizagem Profissional Rural, seguidas por dinâmicas de integração entre os educadores.

A gerente do Instituto Crescer Legal, Nádia Fengler Solf, informou que a próxima formação está prevista para outubro, também em Santa Cruz do Sul. “As formações continuadas são importantes por reunirem toda a equipe, possibilitando trocas sobre as diferentes realidades de cada região onde o Instituto está inserido e, também, assegurando a unidade do nosso fazer pedagógico nos diferentes territórios e programas”, destacou Nádia.

A orientadora pedagógica Débora Berghahnn afirmou que os encontros são espaços de trocas, construção coletiva e crescimento conjunto. Já a coordenadora de Desenvolvimento de Projetos, Graziele Silveira Pinton, acrescentou que os momentos de formação reforçam a percepção da dedicação, da sensibilidade e da excelência da equipe.

O que é o Instituto Crescer Legal

Com sede em Santa Cruz do Sul, o Instituto Crescer Legal é uma iniciativa do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e de suas empresas associadas. A instituição atua em 25 municípios do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná e desenvolve os programas Aprendizagem Profissional Rural, Acompanhamento dos Egressos, Nós por Elas – A voz feminina do campo e Boas Práticas de Empreendedorismo para a Educação.

Foto: Cristina Severgnini/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/07/2026 0 Comentários 68 Visualizações
Variedades

Produtores de tabaco mantêm 156 mil hectares de florestas plantadas no sul

Por Jonathan da Silva 14/07/2026
Por Jonathan da Silva

Produtores de tabaco da região sul mantêm cerca de 156 mil hectares de florestas plantadas em suas propriedades, segundo dados da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) referentes à safra 2024/2025. A área, distribuída entre Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, representa um potencial econômico superior a R$ 540 milhões em valor de produção. No Rio Grande do Sul, onde o setor florestal se aproxima da marca de 1 milhão de hectares de florestas plantadas, os produtores de tabaco respondem por aproximadamente 82 mil hectares reflorestados, o equivalente a 8,2% da base florestal plantada do estado.

Segundo informações do Sindimadeira-RS, o Rio Grande do Sul está próximo de atingir 1 milhão de hectares de florestas plantadas. O setor florestal gaúcho registra valor de produção próximo de R$ 3,5 bilhões e movimenta cerca de R$ 30 bilhões por meio da cadeia industrial associada.

Nesse contexto, a Afubra aponta que o reflorestamento integra o modelo de produção das propriedades fumicultoras. Conforme o levantamento da safra 2024/2025, a propriedade média produtora de tabaco na Região Sul possui 14,6 hectares, dos quais 8% são destinados às florestas plantadas.

No Rio Grande do Sul, onde há aproximadamente 70 mil produtores de tabaco, a estimativa é de que essas propriedades mantenham cerca de 82 mil hectares reflorestados. Considerando a produtividade média do setor florestal gaúcho, essa área representa potencial econômico estimado em R$ 286 milhões em valor de produção.

Diversificação nas propriedades

Além do cultivo do tabaco, que ocupa em média 21,4% da área das propriedades, os produtores também cultivam grãos, mantêm áreas de pastagem, produzem alimentos e preservam recursos naturais.

Segundo a Afubra, as áreas destinadas à conservação ambiental e à atividade florestal representam juntas 22,7% da propriedade média, sendo 14,7% compostas por mata nativa e 8% por florestas plantadas.

Uso da biomassa renovável

Fernanda

A assessora técnica do SindiTabaco e engenheira agrônoma, Fernanda Viana Bender, afirma que as florestas plantadas fazem parte do sistema produtivo das propriedades há décadas. “As florestas plantadas fazem parte da realidade das propriedades produtoras de tabaco há décadas. Além de contribuírem para a diversificação da renda, elas garantem uma fonte renovável de energia utilizada na cura do tabaco e reforçam o compromisso das famílias produtoras com a sustentabilidade e a conservação ambiental”, ressalta Fernanda.

Segundo o SindiTabaco, desde a década de 1970 a cadeia produtiva do tabaco investe em reflorestamento para assegurar o fornecimento de biomassa renovável utilizada no processo de cura do produto. A estratégia permitiu desenvolver um modelo de autossuficiência energética nas propriedades e reduzir a utilização de recursos florestais nativos.

Dados da Região sul

Considerando os cerca de 133 mil produtores de tabaco distribuídos entre Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, a área de florestas plantadas chega a aproximadamente 156 mil hectares. Com base na produtividade média do setor florestal gaúcho, esse volume corresponde a um potencial econômico superior a R$ 540 milhões em valor de produção.

Fernanda Viana Bender destaca a relação entre as atividades desenvolvidas nas propriedades rurais. “Os números evidenciam como diferentes cadeias produtivas podem atuar de forma complementar. Ao mesmo tempo em que o Brasil lidera as exportações mundiais de tabaco há mais de três décadas, milhares de produtores contribuem também para o fortalecimento do setor florestal, para a conservação ambiental e para a diversificação econômica das regiões rurais”, comenta a engenheira agrônoma.

O que é o SindiTabaco

Fundado em 24 de junho de 1947, o Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) tem sede em Santa Cruz do Sul e reúne 13 empresas associadas. Desde 2010, a entidade atua em todo o território nacional, com exceção da Bahia, do Rio de Janeiro e de São Paulo. De acordo com o sindicato, 96% do tabaco brasileiro é produzido na Região Sul, envolvendo cerca de 533 mil pessoas no meio rural, distribuídas em 525 municípios.

Fotos: Banco de Imagens/SindiTabaco e Cristina Severgnini/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/07/2026 0 Comentários 88 Visualizações
Variedades

Juventude rural amplia perspectivas de permanência no campo

Por Jonathan da Silva 13/07/2026
Por Jonathan da Silva

O Dia da Juventude Rural, celebrado em 15 de julho, reforça o debate sobre a permanência dos jovens no campo e as condições necessárias para que eles encontrem oportunidades de estudo, trabalho e geração de renda sem romper os vínculos com as comunidades rurais. A data chama atenção para desafios como acesso à educação, conectividade, qualificação profissional e perspectivas de futuro, fatores que influenciam diretamente as escolhas da população de 15 a 29 anos que vive em áreas rurais. Segundo dados do IBGE de 2022, o Brasil possui cerca de 7,1 milhões de jovens nessa condição.

Criado em 2015, o Instituto Crescer Legal desenvolve programas de aprendizagem profissional rural para adolescentes de municípios da região sul, combinando educação, gestão rural, empreendedorismo, cidadania e projeto de vida. De acordo com uma pesquisa de impacto realizada pelo Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (IDIS), em 2025, 80% dos egressos do curso de Gestão Rural e Empreendedorismo ampliaram seus conhecimentos na área, 74% expandiram suas redes de relacionamento e 72% passaram a identificar novas oportunidades profissionais. O levantamento também apontou que 49% demonstraram maior interesse em permanecer no meio rural e 48% passaram a ter maior disposição para a sucessão familiar.

Histórias de jovens mostram diferentes caminhos

As experiências acompanhadas pelo Instituto Crescer Legal demonstram que a permanência no campo pode ocorrer por diferentes caminhos. Em Itaiópolis-SC, a egressa Beatriz Max implantou um sistema de energia solar na propriedade da família após participar do Programa Novos Rurais, desenvolvido pelo Instituto BAT Brasil em parceria com o Instituto Crescer Legal. Atualmente, cursa Pedagogia e continua atuando na propriedade.

Em São João do Triunfo-PR, o egresso Murilo Chaves transformou um projeto elaborado durante a formação em um negócio voltado ao atendimento de comunidades rurais com serviços de barbearia. Também em Itaiópolis, Lauani de Fátima Dolla passou a projetar seu futuro ligado ao campo e participa do programa Nós por Elas – A Voz Feminina do Campo, voltado ao protagonismo feminino. Já Luís Fernando Gordia estruturou um serviço de assistência técnica em informática para atender produtores rurais, auxiliando em demandas relacionadas à informatização e emissão de notas fiscais eletrônicas.

Além da sucessão

Para a gerente do Instituto Crescer Legal, Nádia Fengler Solf, a discussão sobre juventude rural vai além da sucessão familiar. “Quando falamos em juventude rural, não estamos tratando apenas de sucessão familiar e de futuros agricultores. Estamos falando de jovens que precisam ter acesso à educação contextualizada, formação profissional, repertório e oportunidades para decidir o próprio futuro. Identificar as necessidades de suas comunidades e reconhecer caminhos em que possam buscar e promover melhorias naquelas comunidades rurais, proporcionando que outros jovens também decidam permanecer com cada vez mais qualidade de vida. O campo pode ser um espaço de permanência, de inovação, de empreendedorismo e de realização, desde que esses jovens sejam vistos como protagonistas”, afirma Nádia.

Segundo a gerente, a permanência das novas gerações no meio rural depende da ampliação do acesso à educação, renda, conectividade e oportunidades. “Quando as novas gerações têm acesso à formação e conseguem enxergar possibilidades reais em suas comunidades, o campo passa a ser também uma escolha de vida”, conclui Nádia.

O que é o Instituto Crescer Legal

Com sede em Santa Cruz do Sul, o Instituto Crescer Legal foi criado pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e suas empresas associadas. A instituição atua em 25 municípios dos três estados da região sul com programas voltados à aprendizagem profissional rural para adolescentes.

Foto: Junio Nunes/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/07/2026 0 Comentários 89 Visualizações
Projetos especiais

Instituto Crescer Legal utiliza aprendizagem profissional para prevenir trabalho infantil

Por Jonathan da Silva 12/06/2026
Por Jonathan da Silva

O Instituto Crescer Legal tem enfatizado a aprendizagem profissional rural como uma estratégia de combate ao trabalho infantil entre adolescentes do campo. No Dia Mundial e Nacional de Combate ao Trabalho Infantil, celebrado em 12 de junho, a instituição apresenta os resultados de um modelo desenvolvido há 11 anos nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. A iniciativa consiste na contratação de filhos de produtores rurais como jovens aprendizes para participarem do curso de Gestão Rural e Empreendedorismo no turno oposto ao das aulas regulares, mantendo-os vinculados à escola e em atividades formativas, conforme previsto na legislação.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que 4,3% das crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos estavam em situação de trabalho infantil em 2024, o equivalente a 1,65 milhão de pessoas. Entre adolescentes de 16 e 17 anos, o índice chegou a 15,3%.

Atuação em três estados

Criado em 2015, o Instituto Crescer Legal já formou 1.220 jovens nos três estados do sul do Brasil. Em 2026, mais de 170 adolescentes participam do Programa de Aprendizagem Profissional Rural, com conclusão prevista para dezembro.

Segundo a gerente do Instituto Crescer Legal, Nádia Fengler Solf, a atuação da entidade alcança atualmente 25 municípios. “Em todas as localidades beneficiadas, ouvimos relatos sobre as transformações proporcionadas pelas ações do Instituto. São benefícios que vão além da ampliação de horizontes para os jovens, estendendo-se também às famílias e comunidades”, ressalta Nádia.

Pesquisa aponta impactos

De acordo com o instituto, uma pesquisa de impacto social realizada pelo Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (IDIS) em 2025 identificou maior conscientização sobre o trabalho infantil entre os participantes do programa.

O levantamento também apontou que a manutenção dos adolescentes em atividades formativas no contraturno escolar e a exigência de matrícula regular nas escolas contribuem para a redução de situações relacionadas ao trabalho infantil.

Outros programas desenvolvidos

Além do Programa de Aprendizagem Profissional Rural, o Instituto Crescer Legal mantém iniciativas voltadas à formação e ao desenvolvimento de jovens do meio rural.

Entre elas está o Programa de Acompanhamento de Egressos, criado para ampliar oportunidades de aprendizado e conexões após a conclusão da formação inicial.

Outra ação é o Programa Nós por Elas – A Voz Feminina do Campo, desenvolvido em parceria com a Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc). Em nove edições, a iniciativa já atendeu 70 meninas do meio rural, com foco em comunicação e produção de conteúdos para rádio.

A instituição também promove o Programa Boas Práticas de Empreendedorismo para a Educação, que compartilha metodologias utilizadas no programa de aprendizagem com professores de escolas rurais. Até 2025, a iniciativa certificou 93 professores de 52 escolas. Em 2026, uma nova turma interestadual está em andamento.

Modelo apoiado pelo setor do tabaco

O Instituto Crescer Legal é uma iniciativa do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e de empresas associadas ao setor. O modelo permite que as empresas direcionem suas cotas previstas na Lei da Aprendizagem para a contratação de jovens aprendizes que frequentam o curso de Gestão Rural e Empreendedorismo, sem a realização de atividades práticas nas indústrias.

Segundo o diretor-presidente do Instituto Crescer Legal, Valmor Thesing, a proposta busca garantir qualificação e proteção aos adolescentes do meio rural. “Assim, o Instituto Crescer Legal proporciona aos filhos de produtores de tabaco, com idades entre 14 e 17 anos, a oportunidade de desenvolvimento e qualificação, ao mesmo tempo em que garante que permaneçam afastados de atividades impróprias para sua faixa etária”, destaca Thesing.

Esse formato é validado pelo Ministério do Trabalho e se traduz em uma ação altamente eficiente no combate ao trabalho infantil”, enfatiza Valmor Thesing.

Dia de Combate ao Trabalho Infantil

O Dia Mundial e Nacional de Combate ao Trabalho Infantil foi instituído pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) em 2002 e oficializado no Brasil pela Lei nº 11.542/2007. A data tem como objetivo promover a conscientização sobre os impactos do trabalho precoce e reforçar os direitos de crianças e adolescentes à educação, ao lazer e ao desenvolvimento integral.

Foto: Junio Nunes/Divulgação | Fonte: Assessoria
12/06/2026 0 Comentários 114 Visualizações
Variedades

Capacitações orientam produtores de tabaco sobre norma de segurança no campo

Por Jonathan da Silva 04/05/2026
Por Jonathan da Silva

Produtores de tabaco do sul do Brasil vêm sendo capacitados de forma contínua sobre a Norma Regulamentadora nº 31 (NR-31), que trata da segurança e saúde no trabalho rural. As formações ocorrem ao longo de 2026, em diversos municípios, com participação de produtores integrados às empresas associadas ao SindiTabaco e com cursos realizados em parceria com o Senar. A iniciativa busca alinhar práticas agrícolas às exigências legais, reduzir riscos de acidentes e garantir condições adequadas de trabalho no campo.

As ações fazem parte de um programa permanente conduzido pelas empresas associadas ao Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco, com foco na conscientização e qualificação técnica. Os treinamentos incluem atividades teóricas e práticas voltadas ao uso seguro de insumos agrícolas e à organização do ambiente de trabalho rural.

Capacitações no estado

Neste ano, já foram realizadas capacitações nos municípios gaúchos de Agudo, Caiçara, Camaquã, Candelária, Chuvisca, Jaguari, Santa Cruz do Sul, Sinimbu e Vale do Sol. Os cursos são organizados em turmas com capacidade entre 10 e 15 participantes.

De acordo com a assessora técnica do SindiTabaco, Fernanda Viana Bender, além dos produtores, os treinamentos também são oferecidos a novos orientadores agrícolas das empresas integradoras. “Temos atualmente 178 treinamentos mapeados só no Rio Grande do Sul. E também há cronogramas nas regiões produtoras de tabaco do Paraná e de Santa Catarina”, afirmou Fernanda.

A expectativa é de que mais de 2 mil produtores sejam capacitados ao longo do ano apenas no Rio Grande do Sul.

Conteúdo dos cursos

O treinamento “Aplicação Correta e Segura de Defensivos Agrícolas – NR-31” aborda temas como rotulagem de produtos, primeiros socorros, operação e manutenção de equipamentos de aplicação, uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), transporte e armazenamento de agrotóxicos, além da destinação correta de embalagens e procedimentos como a tríplice lavagem.

As atividades buscam garantir que os participantes adotem práticas seguras no manejo de insumos e na condução das atividades agrícolas.

O que é a NR-31

A Norma Regulamentadora nº 31 estabelece diretrizes para segurança e saúde no trabalho na agricultura, pecuária, silvicultura, exploração florestal e aquicultura. Criada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, a norma define responsabilidades de empregadores e trabalhadores na prevenção de acidentes e doenças ocupacionais.

Entre os pontos abordados estão o uso adequado de EPIs, a segurança no manuseio de equipamentos e agrotóxicos, a obrigatoriedade de capacitações e a organização do ambiente de trabalho.

A norma também prevê penalidades em casos de descumprimento, como a ausência ou uso inadequado de equipamentos de proteção, aplicação de agrotóxicos sem treinamento e armazenamento irregular de produtos.

O que é o SindiTabaco

Fundado em 1947, o Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) tem sede em Santa Cruz do Sul e atua nacionalmente, com exceção dos estados da Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo. A entidade reúne 14 empresas associadas e concentra suas ações na Região Sul, responsável por 96% da produção de tabaco no Brasil.

Segundo o sindicato, cerca de 533 mil pessoas estão envolvidas na cadeia produtiva em 525 municípios, o que reforça a necessidade de ações voltadas à qualificação e segurança no trabalho rural.

Foto: Banco de Imagens/SindiTabaco/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/05/2026 0 Comentários 142 Visualizações
Projetos especiais

Instituto Crescer Legal completa 11 anos de ações voltadas à juventude rural

Por Jonathan da Silva 17/04/2026
Por Jonathan da Silva

O Instituto Crescer Legal completa 11 anos de atuação no dia 23 de abril, com atividades voltadas ao desenvolvimento de adolescentes do meio rural. Criado em 2015, o instituto atua na qualificação profissional e no incentivo ao empreendedorismo por meio do Programa de Aprendizagem Profissional Rural. A iniciativa é realizada em diferentes municípios do sul do Brasil e busca oferecer formação teórica e prática a jovens, com o objetivo de promover alternativas ao trabalho infantil e fortalecer a permanência no campo.

Ao longo da trajetória, o instituto já certificou 1.220 jovens pelo Programa de Aprendizagem e, em 2026, conta com 178 aprendizes em formação. A proposta combina ensino em gestão rural e empreendedorismo com atividades realizadas nas comunidades dos participantes.

Além disso, 70 jovens participaram do programa Nós por Elas – A voz feminina do campo, voltado ao protagonismo feminino, e 93 professores integraram o programa Boas Práticas de Empreendedorismo para a Educação, que dissemina a metodologia da entidade em escolas rurais.

Atuação conjunta

Segundo o diretor-presidente do Instituto Crescer Legal, Valmor Thesing, os resultados estão associados à atuação conjunta com parceiros. “Cada jovem que passa pelo Instituto leva consigo não apenas conhecimento, mas também uma nova visão sobre seu potencial e suas possibilidades”, ressaltou Thesing. “E isso reflete diretamente no desenvolvimento das comunidades onde estão inseridos”, complementou o dirigente.

A gerente do Instituto Crescer Legal, Nádia Fengler Solf, afirma que a instituição mantém o foco na formação e geração de oportunidades. “Atualmente, o Instituto já é uma referência em desenvolvimento social, que impacta comunidades e projeta um futuro com ainda mais oportunidades para a juventude rural”, pontuou Nádia.

Lei da Aprendizagem

O modelo adotado pelo Instituto utiliza a Lei da Aprendizagem para contratar adolescentes do meio rural por um período de 10 meses. Durante esse tempo, os participantes recebem remuneração e participam de cursos de Gestão Rural e Empreendedorismo, sem atuação direta nas empresas contratantes.

A execução ocorre por meio de parcerias com municípios, que oferecem estrutura, transporte e alimentação para os jovens participantes.

Impactos na formação

Dados de pesquisa realizada em 2025 pelo Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (IDIS) apontam impactos na formação dos participantes. Entre os resultados, 71% dos jovens indicaram melhora na comunicação e expressão pessoal, 65% no pensamento crítico e 65% no engajamento com a comunidade.

No campo profissional, 80% afirmaram aumento de conhecimento em empreendedorismo e gestão, enquanto 73% relataram acesso a novas oportunidades. Além disso, 49% demonstraram maior interesse em permanecer no meio rural e 48% em atuar como sucessores na propriedade familiar.

Outras iniciativas

O instituto mantém ainda iniciativas como o Programa de Acompanhamento de Egressos, que busca apoiar jovens após a conclusão da formação, e atua em 25 municípios dos três estados do Sul do Brasil.

A entidade foi criada pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e empresas associadas, com sede em Santa Cruz do Sul.

Foto: Junio Nunes/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/04/2026 0 Comentários 190 Visualizações
Política

Entidades e Prefeitura debatem falta de mão de obra em Santa Cruz

Por Jonathan da Silva 12/03/2026
Por Jonathan da Silva

Lideranças empresariais e representantes do poder público de Santa Cruz do Sul se reuniram nesta quarta-feira (11), no Palacinho da Prefeitura, para discutir estratégias de enfrentamento à escassez de trabalhadores nos setores produtivos do município. O encontro foi provocado pela Associação Comercial e Industrial (ACI) e reuniu o prefeito Sérgio Moraes (PL), dirigentes de entidades empresariais, representantes do Sebrae e do Senai e a vice-reitora da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), Andreia Valim, com o objetivo de definir ações para lidar com a dificuldade de preenchimento de vagas no mercado de trabalho local.

Durante a reunião, foi definida como principal medida a realização de um estudo técnico conduzido pela Unisc para identificar em quais áreas a carência de trabalhadores é mais crítica e quais fatores contribuem para que as vagas permaneçam abertas.

Diagnóstico da falta de trabalhadores

O estudo deverá mapear os setores que enfrentam maior dificuldade na contratação de profissionais e analisar as causas do problema. A iniciativa busca fornecer dados que orientem futuras ações voltadas à qualificação profissional e à aproximação entre trabalhadores e empresas.

Segundo os participantes do encontro, a escassez de mão de obra já impacta diferentes segmentos produtivos da cidade e pode afetar o ritmo de crescimento econômico da região.

Estrutura de governança

Para conduzir as ações definidas no encontro, o grupo estabeleceu uma estrutura de governança dividida em duas frentes. A frente estratégica será formada pelos presidentes das entidades empresariais participantes da reunião.

Já a frente operacional será liderada pelo Departamento de Recursos Humanos da ACI em parceria com a Universidade de Santa Cruz do Sul, com a função de transformar as discussões em projetos práticos.

Debates sobre alternativas

Durante os debates, o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios de Santa Cruz do Sul e Região (Sindigêneros), Celso Müller, destacou o potencial de inserção do público sênior no mercado de trabalho e mencionou a necessidade de superar barreiras culturais que dificultam a busca por novas oportunidades por parte de pessoas idosas.

Além da realização do estudo técnico, a Prefeitura de Santa Cruz do Sul também se comprometeu a buscar referências em iniciativas já adotadas em outros municípios da região, como o sistema de capacitação de mão de obra implementado em Venâncio Aires em parceria com o poder público local.

Mobilização institucional

O objetivo das entidades e do poder público é desenvolver estratégias que aproximem pessoas em busca de trabalho das empresas que enfrentam dificuldades para preencher vagas, independentemente do nível de qualificação exigido. Para o presidente da Associação Comercial e Industrial de Santa Cruz do Sul, Marco Antônio Borba, a mobilização institucional foi um dos principais resultados do encontro. “A principal conquista é a mobilização que conseguimos em torno do tema, não somente das entidades como do Poder Público”, avaliou o dirigente.

Riscos da automação

Após a reunião, Marco Antônio Borba também mencionou preocupação com o avanço da inteligência artificial e da robotização no mercado de trabalho. Segundo ele, a demora no retorno de trabalhadores ao mercado pode levar empresas a investir em automação para manter a produção. “Meu receio é que lá na frente, quando o pessoal se aperceber que precisa trabalhar, o emprego já esteja ocupado por um robô”, afirmou Borba.

Participaram do encontro representantes do SindiTabaco, Sinduscon, Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Sindilojas, Seasc, Sindigêneros, Assemp, Ajesc, Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), Senai e Sebrae.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/03/2026 0 Comentários 264 Visualizações
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