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Variedades

Produtores de tabaco mantêm 156 mil hectares de florestas plantadas no sul

Por Jonathan da Silva 14/07/2026
Por Jonathan da Silva

Produtores de tabaco da região sul mantêm cerca de 156 mil hectares de florestas plantadas em suas propriedades, segundo dados da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) referentes à safra 2024/2025. A área, distribuída entre Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, representa um potencial econômico superior a R$ 540 milhões em valor de produção. No Rio Grande do Sul, onde o setor florestal se aproxima da marca de 1 milhão de hectares de florestas plantadas, os produtores de tabaco respondem por aproximadamente 82 mil hectares reflorestados, o equivalente a 8,2% da base florestal plantada do estado.

Segundo informações do Sindimadeira-RS, o Rio Grande do Sul está próximo de atingir 1 milhão de hectares de florestas plantadas. O setor florestal gaúcho registra valor de produção próximo de R$ 3,5 bilhões e movimenta cerca de R$ 30 bilhões por meio da cadeia industrial associada.

Nesse contexto, a Afubra aponta que o reflorestamento integra o modelo de produção das propriedades fumicultoras. Conforme o levantamento da safra 2024/2025, a propriedade média produtora de tabaco na Região Sul possui 14,6 hectares, dos quais 8% são destinados às florestas plantadas.

No Rio Grande do Sul, onde há aproximadamente 70 mil produtores de tabaco, a estimativa é de que essas propriedades mantenham cerca de 82 mil hectares reflorestados. Considerando a produtividade média do setor florestal gaúcho, essa área representa potencial econômico estimado em R$ 286 milhões em valor de produção.

Diversificação nas propriedades

Além do cultivo do tabaco, que ocupa em média 21,4% da área das propriedades, os produtores também cultivam grãos, mantêm áreas de pastagem, produzem alimentos e preservam recursos naturais.

Segundo a Afubra, as áreas destinadas à conservação ambiental e à atividade florestal representam juntas 22,7% da propriedade média, sendo 14,7% compostas por mata nativa e 8% por florestas plantadas.

Uso da biomassa renovável

Fernanda

A assessora técnica do SindiTabaco e engenheira agrônoma, Fernanda Viana Bender, afirma que as florestas plantadas fazem parte do sistema produtivo das propriedades há décadas. “As florestas plantadas fazem parte da realidade das propriedades produtoras de tabaco há décadas. Além de contribuírem para a diversificação da renda, elas garantem uma fonte renovável de energia utilizada na cura do tabaco e reforçam o compromisso das famílias produtoras com a sustentabilidade e a conservação ambiental”, ressalta Fernanda.

Segundo o SindiTabaco, desde a década de 1970 a cadeia produtiva do tabaco investe em reflorestamento para assegurar o fornecimento de biomassa renovável utilizada no processo de cura do produto. A estratégia permitiu desenvolver um modelo de autossuficiência energética nas propriedades e reduzir a utilização de recursos florestais nativos.

Dados da Região sul

Considerando os cerca de 133 mil produtores de tabaco distribuídos entre Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, a área de florestas plantadas chega a aproximadamente 156 mil hectares. Com base na produtividade média do setor florestal gaúcho, esse volume corresponde a um potencial econômico superior a R$ 540 milhões em valor de produção.

Fernanda Viana Bender destaca a relação entre as atividades desenvolvidas nas propriedades rurais. “Os números evidenciam como diferentes cadeias produtivas podem atuar de forma complementar. Ao mesmo tempo em que o Brasil lidera as exportações mundiais de tabaco há mais de três décadas, milhares de produtores contribuem também para o fortalecimento do setor florestal, para a conservação ambiental e para a diversificação econômica das regiões rurais”, comenta a engenheira agrônoma.

O que é o SindiTabaco

Fundado em 24 de junho de 1947, o Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) tem sede em Santa Cruz do Sul e reúne 13 empresas associadas. Desde 2010, a entidade atua em todo o território nacional, com exceção da Bahia, do Rio de Janeiro e de São Paulo. De acordo com o sindicato, 96% do tabaco brasileiro é produzido na Região Sul, envolvendo cerca de 533 mil pessoas no meio rural, distribuídas em 525 municípios.

Fotos: Banco de Imagens/SindiTabaco e Cristina Severgnini/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/07/2026 0 Comentários 52 Visualizações
Variedades

Juventude rural amplia perspectivas de permanência no campo

Por Jonathan da Silva 13/07/2026
Por Jonathan da Silva

O Dia da Juventude Rural, celebrado em 15 de julho, reforça o debate sobre a permanência dos jovens no campo e as condições necessárias para que eles encontrem oportunidades de estudo, trabalho e geração de renda sem romper os vínculos com as comunidades rurais. A data chama atenção para desafios como acesso à educação, conectividade, qualificação profissional e perspectivas de futuro, fatores que influenciam diretamente as escolhas da população de 15 a 29 anos que vive em áreas rurais. Segundo dados do IBGE de 2022, o Brasil possui cerca de 7,1 milhões de jovens nessa condição.

Criado em 2015, o Instituto Crescer Legal desenvolve programas de aprendizagem profissional rural para adolescentes de municípios da região sul, combinando educação, gestão rural, empreendedorismo, cidadania e projeto de vida. De acordo com uma pesquisa de impacto realizada pelo Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (IDIS), em 2025, 80% dos egressos do curso de Gestão Rural e Empreendedorismo ampliaram seus conhecimentos na área, 74% expandiram suas redes de relacionamento e 72% passaram a identificar novas oportunidades profissionais. O levantamento também apontou que 49% demonstraram maior interesse em permanecer no meio rural e 48% passaram a ter maior disposição para a sucessão familiar.

Histórias de jovens mostram diferentes caminhos

As experiências acompanhadas pelo Instituto Crescer Legal demonstram que a permanência no campo pode ocorrer por diferentes caminhos. Em Itaiópolis-SC, a egressa Beatriz Max implantou um sistema de energia solar na propriedade da família após participar do Programa Novos Rurais, desenvolvido pelo Instituto BAT Brasil em parceria com o Instituto Crescer Legal. Atualmente, cursa Pedagogia e continua atuando na propriedade.

Em São João do Triunfo-PR, o egresso Murilo Chaves transformou um projeto elaborado durante a formação em um negócio voltado ao atendimento de comunidades rurais com serviços de barbearia. Também em Itaiópolis, Lauani de Fátima Dolla passou a projetar seu futuro ligado ao campo e participa do programa Nós por Elas – A Voz Feminina do Campo, voltado ao protagonismo feminino. Já Luís Fernando Gordia estruturou um serviço de assistência técnica em informática para atender produtores rurais, auxiliando em demandas relacionadas à informatização e emissão de notas fiscais eletrônicas.

Além da sucessão

Para a gerente do Instituto Crescer Legal, Nádia Fengler Solf, a discussão sobre juventude rural vai além da sucessão familiar. “Quando falamos em juventude rural, não estamos tratando apenas de sucessão familiar e de futuros agricultores. Estamos falando de jovens que precisam ter acesso à educação contextualizada, formação profissional, repertório e oportunidades para decidir o próprio futuro. Identificar as necessidades de suas comunidades e reconhecer caminhos em que possam buscar e promover melhorias naquelas comunidades rurais, proporcionando que outros jovens também decidam permanecer com cada vez mais qualidade de vida. O campo pode ser um espaço de permanência, de inovação, de empreendedorismo e de realização, desde que esses jovens sejam vistos como protagonistas”, afirma Nádia.

Segundo a gerente, a permanência das novas gerações no meio rural depende da ampliação do acesso à educação, renda, conectividade e oportunidades. “Quando as novas gerações têm acesso à formação e conseguem enxergar possibilidades reais em suas comunidades, o campo passa a ser também uma escolha de vida”, conclui Nádia.

O que é o Instituto Crescer Legal

Com sede em Santa Cruz do Sul, o Instituto Crescer Legal foi criado pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e suas empresas associadas. A instituição atua em 25 municípios dos três estados da região sul com programas voltados à aprendizagem profissional rural para adolescentes.

Foto: Junio Nunes/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/07/2026 0 Comentários 47 Visualizações
Projetos especiais

Instituto Crescer Legal utiliza aprendizagem profissional para prevenir trabalho infantil

Por Jonathan da Silva 12/06/2026
Por Jonathan da Silva

O Instituto Crescer Legal tem enfatizado a aprendizagem profissional rural como uma estratégia de combate ao trabalho infantil entre adolescentes do campo. No Dia Mundial e Nacional de Combate ao Trabalho Infantil, celebrado em 12 de junho, a instituição apresenta os resultados de um modelo desenvolvido há 11 anos nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. A iniciativa consiste na contratação de filhos de produtores rurais como jovens aprendizes para participarem do curso de Gestão Rural e Empreendedorismo no turno oposto ao das aulas regulares, mantendo-os vinculados à escola e em atividades formativas, conforme previsto na legislação.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que 4,3% das crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos estavam em situação de trabalho infantil em 2024, o equivalente a 1,65 milhão de pessoas. Entre adolescentes de 16 e 17 anos, o índice chegou a 15,3%.

Atuação em três estados

Criado em 2015, o Instituto Crescer Legal já formou 1.220 jovens nos três estados do sul do Brasil. Em 2026, mais de 170 adolescentes participam do Programa de Aprendizagem Profissional Rural, com conclusão prevista para dezembro.

Segundo a gerente do Instituto Crescer Legal, Nádia Fengler Solf, a atuação da entidade alcança atualmente 25 municípios. “Em todas as localidades beneficiadas, ouvimos relatos sobre as transformações proporcionadas pelas ações do Instituto. São benefícios que vão além da ampliação de horizontes para os jovens, estendendo-se também às famílias e comunidades”, ressalta Nádia.

Pesquisa aponta impactos

De acordo com o instituto, uma pesquisa de impacto social realizada pelo Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (IDIS) em 2025 identificou maior conscientização sobre o trabalho infantil entre os participantes do programa.

O levantamento também apontou que a manutenção dos adolescentes em atividades formativas no contraturno escolar e a exigência de matrícula regular nas escolas contribuem para a redução de situações relacionadas ao trabalho infantil.

Outros programas desenvolvidos

Além do Programa de Aprendizagem Profissional Rural, o Instituto Crescer Legal mantém iniciativas voltadas à formação e ao desenvolvimento de jovens do meio rural.

Entre elas está o Programa de Acompanhamento de Egressos, criado para ampliar oportunidades de aprendizado e conexões após a conclusão da formação inicial.

Outra ação é o Programa Nós por Elas – A Voz Feminina do Campo, desenvolvido em parceria com a Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc). Em nove edições, a iniciativa já atendeu 70 meninas do meio rural, com foco em comunicação e produção de conteúdos para rádio.

A instituição também promove o Programa Boas Práticas de Empreendedorismo para a Educação, que compartilha metodologias utilizadas no programa de aprendizagem com professores de escolas rurais. Até 2025, a iniciativa certificou 93 professores de 52 escolas. Em 2026, uma nova turma interestadual está em andamento.

Modelo apoiado pelo setor do tabaco

O Instituto Crescer Legal é uma iniciativa do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e de empresas associadas ao setor. O modelo permite que as empresas direcionem suas cotas previstas na Lei da Aprendizagem para a contratação de jovens aprendizes que frequentam o curso de Gestão Rural e Empreendedorismo, sem a realização de atividades práticas nas indústrias.

Segundo o diretor-presidente do Instituto Crescer Legal, Valmor Thesing, a proposta busca garantir qualificação e proteção aos adolescentes do meio rural. “Assim, o Instituto Crescer Legal proporciona aos filhos de produtores de tabaco, com idades entre 14 e 17 anos, a oportunidade de desenvolvimento e qualificação, ao mesmo tempo em que garante que permaneçam afastados de atividades impróprias para sua faixa etária”, destaca Thesing.

Esse formato é validado pelo Ministério do Trabalho e se traduz em uma ação altamente eficiente no combate ao trabalho infantil”, enfatiza Valmor Thesing.

Dia de Combate ao Trabalho Infantil

O Dia Mundial e Nacional de Combate ao Trabalho Infantil foi instituído pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) em 2002 e oficializado no Brasil pela Lei nº 11.542/2007. A data tem como objetivo promover a conscientização sobre os impactos do trabalho precoce e reforçar os direitos de crianças e adolescentes à educação, ao lazer e ao desenvolvimento integral.

Foto: Junio Nunes/Divulgação | Fonte: Assessoria
12/06/2026 0 Comentários 95 Visualizações
Variedades

Capacitações orientam produtores de tabaco sobre norma de segurança no campo

Por Jonathan da Silva 04/05/2026
Por Jonathan da Silva

Produtores de tabaco do sul do Brasil vêm sendo capacitados de forma contínua sobre a Norma Regulamentadora nº 31 (NR-31), que trata da segurança e saúde no trabalho rural. As formações ocorrem ao longo de 2026, em diversos municípios, com participação de produtores integrados às empresas associadas ao SindiTabaco e com cursos realizados em parceria com o Senar. A iniciativa busca alinhar práticas agrícolas às exigências legais, reduzir riscos de acidentes e garantir condições adequadas de trabalho no campo.

As ações fazem parte de um programa permanente conduzido pelas empresas associadas ao Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco, com foco na conscientização e qualificação técnica. Os treinamentos incluem atividades teóricas e práticas voltadas ao uso seguro de insumos agrícolas e à organização do ambiente de trabalho rural.

Capacitações no estado

Neste ano, já foram realizadas capacitações nos municípios gaúchos de Agudo, Caiçara, Camaquã, Candelária, Chuvisca, Jaguari, Santa Cruz do Sul, Sinimbu e Vale do Sol. Os cursos são organizados em turmas com capacidade entre 10 e 15 participantes.

De acordo com a assessora técnica do SindiTabaco, Fernanda Viana Bender, além dos produtores, os treinamentos também são oferecidos a novos orientadores agrícolas das empresas integradoras. “Temos atualmente 178 treinamentos mapeados só no Rio Grande do Sul. E também há cronogramas nas regiões produtoras de tabaco do Paraná e de Santa Catarina”, afirmou Fernanda.

A expectativa é de que mais de 2 mil produtores sejam capacitados ao longo do ano apenas no Rio Grande do Sul.

Conteúdo dos cursos

O treinamento “Aplicação Correta e Segura de Defensivos Agrícolas – NR-31” aborda temas como rotulagem de produtos, primeiros socorros, operação e manutenção de equipamentos de aplicação, uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), transporte e armazenamento de agrotóxicos, além da destinação correta de embalagens e procedimentos como a tríplice lavagem.

As atividades buscam garantir que os participantes adotem práticas seguras no manejo de insumos e na condução das atividades agrícolas.

O que é a NR-31

A Norma Regulamentadora nº 31 estabelece diretrizes para segurança e saúde no trabalho na agricultura, pecuária, silvicultura, exploração florestal e aquicultura. Criada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, a norma define responsabilidades de empregadores e trabalhadores na prevenção de acidentes e doenças ocupacionais.

Entre os pontos abordados estão o uso adequado de EPIs, a segurança no manuseio de equipamentos e agrotóxicos, a obrigatoriedade de capacitações e a organização do ambiente de trabalho.

A norma também prevê penalidades em casos de descumprimento, como a ausência ou uso inadequado de equipamentos de proteção, aplicação de agrotóxicos sem treinamento e armazenamento irregular de produtos.

O que é o SindiTabaco

Fundado em 1947, o Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) tem sede em Santa Cruz do Sul e atua nacionalmente, com exceção dos estados da Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo. A entidade reúne 14 empresas associadas e concentra suas ações na Região Sul, responsável por 96% da produção de tabaco no Brasil.

Segundo o sindicato, cerca de 533 mil pessoas estão envolvidas na cadeia produtiva em 525 municípios, o que reforça a necessidade de ações voltadas à qualificação e segurança no trabalho rural.

Foto: Banco de Imagens/SindiTabaco/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/05/2026 0 Comentários 126 Visualizações
Projetos especiais

Instituto Crescer Legal completa 11 anos de ações voltadas à juventude rural

Por Jonathan da Silva 17/04/2026
Por Jonathan da Silva

O Instituto Crescer Legal completa 11 anos de atuação no dia 23 de abril, com atividades voltadas ao desenvolvimento de adolescentes do meio rural. Criado em 2015, o instituto atua na qualificação profissional e no incentivo ao empreendedorismo por meio do Programa de Aprendizagem Profissional Rural. A iniciativa é realizada em diferentes municípios do sul do Brasil e busca oferecer formação teórica e prática a jovens, com o objetivo de promover alternativas ao trabalho infantil e fortalecer a permanência no campo.

Ao longo da trajetória, o instituto já certificou 1.220 jovens pelo Programa de Aprendizagem e, em 2026, conta com 178 aprendizes em formação. A proposta combina ensino em gestão rural e empreendedorismo com atividades realizadas nas comunidades dos participantes.

Além disso, 70 jovens participaram do programa Nós por Elas – A voz feminina do campo, voltado ao protagonismo feminino, e 93 professores integraram o programa Boas Práticas de Empreendedorismo para a Educação, que dissemina a metodologia da entidade em escolas rurais.

Atuação conjunta

Segundo o diretor-presidente do Instituto Crescer Legal, Valmor Thesing, os resultados estão associados à atuação conjunta com parceiros. “Cada jovem que passa pelo Instituto leva consigo não apenas conhecimento, mas também uma nova visão sobre seu potencial e suas possibilidades”, ressaltou Thesing. “E isso reflete diretamente no desenvolvimento das comunidades onde estão inseridos”, complementou o dirigente.

A gerente do Instituto Crescer Legal, Nádia Fengler Solf, afirma que a instituição mantém o foco na formação e geração de oportunidades. “Atualmente, o Instituto já é uma referência em desenvolvimento social, que impacta comunidades e projeta um futuro com ainda mais oportunidades para a juventude rural”, pontuou Nádia.

Lei da Aprendizagem

O modelo adotado pelo Instituto utiliza a Lei da Aprendizagem para contratar adolescentes do meio rural por um período de 10 meses. Durante esse tempo, os participantes recebem remuneração e participam de cursos de Gestão Rural e Empreendedorismo, sem atuação direta nas empresas contratantes.

A execução ocorre por meio de parcerias com municípios, que oferecem estrutura, transporte e alimentação para os jovens participantes.

Impactos na formação

Dados de pesquisa realizada em 2025 pelo Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (IDIS) apontam impactos na formação dos participantes. Entre os resultados, 71% dos jovens indicaram melhora na comunicação e expressão pessoal, 65% no pensamento crítico e 65% no engajamento com a comunidade.

No campo profissional, 80% afirmaram aumento de conhecimento em empreendedorismo e gestão, enquanto 73% relataram acesso a novas oportunidades. Além disso, 49% demonstraram maior interesse em permanecer no meio rural e 48% em atuar como sucessores na propriedade familiar.

Outras iniciativas

O instituto mantém ainda iniciativas como o Programa de Acompanhamento de Egressos, que busca apoiar jovens após a conclusão da formação, e atua em 25 municípios dos três estados do Sul do Brasil.

A entidade foi criada pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e empresas associadas, com sede em Santa Cruz do Sul.

Foto: Junio Nunes/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/04/2026 0 Comentários 168 Visualizações
Política

Entidades e Prefeitura debatem falta de mão de obra em Santa Cruz

Por Jonathan da Silva 12/03/2026
Por Jonathan da Silva

Lideranças empresariais e representantes do poder público de Santa Cruz do Sul se reuniram nesta quarta-feira (11), no Palacinho da Prefeitura, para discutir estratégias de enfrentamento à escassez de trabalhadores nos setores produtivos do município. O encontro foi provocado pela Associação Comercial e Industrial (ACI) e reuniu o prefeito Sérgio Moraes (PL), dirigentes de entidades empresariais, representantes do Sebrae e do Senai e a vice-reitora da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), Andreia Valim, com o objetivo de definir ações para lidar com a dificuldade de preenchimento de vagas no mercado de trabalho local.

Durante a reunião, foi definida como principal medida a realização de um estudo técnico conduzido pela Unisc para identificar em quais áreas a carência de trabalhadores é mais crítica e quais fatores contribuem para que as vagas permaneçam abertas.

Diagnóstico da falta de trabalhadores

O estudo deverá mapear os setores que enfrentam maior dificuldade na contratação de profissionais e analisar as causas do problema. A iniciativa busca fornecer dados que orientem futuras ações voltadas à qualificação profissional e à aproximação entre trabalhadores e empresas.

Segundo os participantes do encontro, a escassez de mão de obra já impacta diferentes segmentos produtivos da cidade e pode afetar o ritmo de crescimento econômico da região.

Estrutura de governança

Para conduzir as ações definidas no encontro, o grupo estabeleceu uma estrutura de governança dividida em duas frentes. A frente estratégica será formada pelos presidentes das entidades empresariais participantes da reunião.

Já a frente operacional será liderada pelo Departamento de Recursos Humanos da ACI em parceria com a Universidade de Santa Cruz do Sul, com a função de transformar as discussões em projetos práticos.

Debates sobre alternativas

Durante os debates, o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios de Santa Cruz do Sul e Região (Sindigêneros), Celso Müller, destacou o potencial de inserção do público sênior no mercado de trabalho e mencionou a necessidade de superar barreiras culturais que dificultam a busca por novas oportunidades por parte de pessoas idosas.

Além da realização do estudo técnico, a Prefeitura de Santa Cruz do Sul também se comprometeu a buscar referências em iniciativas já adotadas em outros municípios da região, como o sistema de capacitação de mão de obra implementado em Venâncio Aires em parceria com o poder público local.

Mobilização institucional

O objetivo das entidades e do poder público é desenvolver estratégias que aproximem pessoas em busca de trabalho das empresas que enfrentam dificuldades para preencher vagas, independentemente do nível de qualificação exigido. Para o presidente da Associação Comercial e Industrial de Santa Cruz do Sul, Marco Antônio Borba, a mobilização institucional foi um dos principais resultados do encontro. “A principal conquista é a mobilização que conseguimos em torno do tema, não somente das entidades como do Poder Público”, avaliou o dirigente.

Riscos da automação

Após a reunião, Marco Antônio Borba também mencionou preocupação com o avanço da inteligência artificial e da robotização no mercado de trabalho. Segundo ele, a demora no retorno de trabalhadores ao mercado pode levar empresas a investir em automação para manter a produção. “Meu receio é que lá na frente, quando o pessoal se aperceber que precisa trabalhar, o emprego já esteja ocupado por um robô”, afirmou Borba.

Participaram do encontro representantes do SindiTabaco, Sinduscon, Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Sindilojas, Seasc, Sindigêneros, Assemp, Ajesc, Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), Senai e Sebrae.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/03/2026 0 Comentários 246 Visualizações
Variedades

Educador do Instituto Crescer Legal realiza estágio acadêmico na Espanha

Por Jonathan da Silva 12/03/2026
Por Jonathan da Silva

O educador social Adriano Emmel, integrante do Instituto Crescer Legal, realiza entre fevereiro e agosto um estágio acadêmico internacional na Espanha, por meio do Programa de Doutorado Sanduíche no Exterior, com bolsa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A atividade ocorre na Faculdade de Educação da Universidade Nacional de Educação a Distância (Uned), em Madri, onde o pesquisador participa de atividades acadêmicas e intercâmbios científicos voltados à área da educação social.

Emmel é doutorando no Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGEdu), no Doutorado Profissional em Educação e Tecnologia (DPET), do Instituto Federal Sul-rio-grandense (IFSul), campus Pelotas. Durante o período de estágio, o educador desenvolve parte da pesquisa de doutorado, que investiga a formação inicial e continuada de educadores sociais, analisando trajetórias formativas, práticas pedagógicas e contextos de atuação desses profissionais em diferentes territórios e realidades.

Pesquisa acadêmica

A pesquisa de doutorado de Adriano Emmel é orientada pela professora doutora Cristhianny Bento Barreiro, do IFSul, e conta com a coorientação da doutora Karine dos Santos, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

No Instituto Federal Sul-rio-grandense, o pesquisador integra o Grupo de Estudos Narrativos em Educação – GENE (IFSul/CNPq), que desenvolve pesquisas com abordagem narrativa no campo educacional. Já na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, participa como pesquisador do CEPOPES – Coletivo de Educação Popular e Pedagogia Social, grupo dedicado a estudos sobre educação popular, pedagogia social e práticas socioeducativas.

Atividades na Espanha

Como parte das atividades do doutorado sanduíche, Adriano Emmel realiza estágio acadêmico junto à Faculdade de Educação da Universidade Nacional de Educação a Distância (Uned), em Madri. Durante o período, participa de encontros de pesquisa e atividades acadêmicas com pesquisadores europeus que atuam no campo da educação social.

Em Madrid, o educador apresentou o Instituto Crescer Legal ao decano da Faculdade de Educação da Uned, professor Mario Peña Garrido, e ao vice-decano e pesquisador da área de educação social, professor Francisco José del Pozo Serrano. Na ocasião, foram apresentadas as iniciativas desenvolvidas pela instituição e discutidas possibilidades de diálogo e cooperação acadêmica.

O que é o Instituto Crescer Legal

O Instituto Crescer Legal é uma iniciativa do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e de suas empresas associadas, com sede em Santa Cruz do Sul, no Rio Grande do Sul. A instituição já atuou em 25 municípios dos três estados da região sul do Brasil por meio do Programa de Aprendizagem Profissional Rural.

Além do programa de aprendizagem, o instituto desenvolve outras três iniciativas: o Programa de Acompanhamento dos Egressos, o Programa Nós por Elas – A voz feminina do campo e o Programa Boas Práticas de Empreendedorismo para a Educação.

Foto: Banco de imagens/Instituto Crescer Legal/Divulgação | Fonte: Assessoria
12/03/2026 0 Comentários 299 Visualizações
Ensino

SindiTabaco apresenta panorama da agronomia em volta às aulas da Unopar Anhanguera

Por Jonathan da Silva 13/02/2026
Por Jonathan da Silva

O Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) participou da programação de volta às aulas do curso de Agronomia da Unopar Anhanguera nesta quarta-feira (11), em Santa Cruz do Sul. O presidente da entidade, Valmor Thesing, apresentou a acadêmicos dados socioeconômicos, tendências de mercado e iniciativas em ESG da cadeia produtiva do tabaco, com o objetivo de aproximar o setor produtivo da universidade e promover debate técnico sobre o segmento.

Thesing trouxe números e perspectivas da cadeia produtiva. Segundo ele, a cultura do tabaco está presente em 525 municípios, envolvendo cerca de 533 mil pessoas no meio rural e gerando 44 mil empregos diretos na indústria. O dirigente destacou ainda o Sistema Integrado de Produção de Tabaco como fator para a manutenção do Brasil na liderança mundial de exportações há 32 anos consecutivos.

Iniciativas em ESG

A assessora técnica do SindiTabaco, Fernanda Bender, detalhou ações voltadas à saúde e segurança do produtor, como o desenvolvimento de equipamentos de proteção individual e a orientação para o manejo de agrotóxicos. Também mencionou o programa de logística reversa de embalagens vazias de agrotóxicos e iniciativas relacionadas à autossuficiência energética nas propriedades.

A engenheira agrônoma apresentou ainda a parceria com a Embrapa no Projeto Solo Protegido, que prevê diagnóstico, intervenção e monitoramento para melhoria dos indicadores de qualidade do solo e aumento dos estoques de carbono.

Conscientização no meio rural

A assessora de comunicação do SindiTabaco, Eliana Kroth, abordou ações de conscientização junto aos produtores sobre trabalho decente, proteção da criança e do adolescente e saúde e segurança. Desde 2009, segundo a entidade, foram realizados 92 eventos de conscientização, alcançando quase 50 mil pessoas. Também foi citado o histórico de ações no combate ao trabalho infantil e a criação do Instituto Crescer Legal, voltado à aprendizagem profissional de adolescentes do meio rural.

Encerramento

Ao final da participação, o presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing, desejou boas aulas aos estudantes no novo semestre. “Parte da missão do SindiTabaco é comunicar sobre as nossas iniciativas e, nesse sentido, agradecemos pela oportunidade de aproximar a universidade ao setor produtivo. Isso contribui para um debate técnico e transparente sobre o presente e o futuro deste importante segmento do agronegócio para a Região Sul do Brasil”, concluiu Thesing.

O que é o SindiTabaco

Fundado em 24 de junho de 1947, o Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco tem sede em Santa Cruz do Sul, no Vale do Rio Pardo. A entidade reúne 14 empresas associadas e atua em todo o território nacional, exceto nos estados da Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo, com ações concentradas especialmente na Região Sul, onde, segundo a entidade, 94% do tabaco brasileiro é produzido.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/02/2026 0 Comentários 244 Visualizações
Projetos especiais

Recebimento de embalagens de agrotóxicos percorre o sul do estado

Por Jonathan da Silva 13/01/2026
Por Jonathan da Silva

Os produtores de tabaco da região sul do Rio Grande do Sul podem devolver, entre 12 de janeiro e 30 de março, as embalagens vazias de agrotóxicos em mais de 300 pontos de coleta distribuídos em 26 municípios, por meio do Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos. A iniciativa é conduzida pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco e empresas associadas, com apoio da Associação dos Fumicultores do Brasil, para cumprir a legislação de logística reversa e garantir a destinação correta dos recipientes.

As equipes do programa iniciaram o recebimento nesta segunda-feira (12), nos municípios de Pelotas e Arroio do Padre. O roteiro itinerante seguirá até 30 de março e passará por Pelotas, Arroio do Padre, Canguçu, Piratini, Cerrito, Morro Redondo, Rio Grande, Turuçu, São Lourenço do Sul, Cristal, Chuvisca, Sertão Santana, Dom Feliciano, São Jerônimo, Amaral Ferrador, Encruzilhada do Sul, Sentinela do Sul, Tapes, Cerro Grande do Sul, Camaquã, Mariana Pimentel, Guaíba, Barra do Ribeiro, Arroio dos Ratos, Barão do Triunfo e Butiá.

Como funciona o recebimento

Ao todo, haverá recebimento em mais de 300 pontos de coleta em localidades rurais, permitindo que os produtores devolvam as embalagens no ponto mais próximo de suas propriedades. No momento da entrega, os produtores recebem comprovantes que atestam a destinação correta das embalagens perante os órgãos fiscalizadores. As embalagens devem estar tríplice lavadas, perfuradas e secas para serem aceitas.

O que é o Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos

A ação do setor do tabaco é realizada há mais de 25 anos e é conduzida pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco e suas empresas associadas, com apoio da Associação dos Fumicultores do Brasil. Os cronogramas dos roteiros são divulgados aos produtores em rádios e pelos orientadores agrícolas das empresas associadas, com datas e horários previamente definidos para o recebimento em cada localidade.

O Programa de Recebimento de Embalagens existe desde outubro de 2000 e antecede a legislação sobre logística reversa de embalagens de produtos agrícolas, cuja obrigatoriedade da devolução foi instituída apenas em janeiro de 2002, por meio do artigo 53 do Decreto nº 4.074.

Dados estaduais e regionais

Segundo a coordenadora do programa, Fernanda Viana Bender, atualmente os roteiros percorrem cerca de 1.800 pontos de coleta distribuídos em 385 municípios do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, beneficiando diretamente aproximadamente 108 mil produtores. No Paraná, iniciativas semelhantes são realizadas pelas centrais locais de recebimento, com apoio das empresas associadas ao Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco.

Tríplice lavagem

Para que a reciclagem seja possível, as embalagens rígidas devem ser entregues pelos produtores limpas, secas, perfuradas e separadas de suas tampas. O procedimento de tríplice lavagem consiste em, por três vezes, esvaziar completamente o conteúdo, adicionar água limpa, agitar e despejar o líquido no pulverizador.

Destino das embalagens

Após a coleta, as embalagens são encaminhadas às unidades de recebimento do Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias, responsável pela gestão do Sistema Campo Limpo, que realiza a triagem e o encaminhamento para reciclagem. Segundo o programa, 100% dos recipientes rígidos são transformados em novos produtos plásticos, especialmente insumos para a construção civil e outras embalagens para produtos químicos. Já as embalagens impróprias para reciclagem, como as flexíveis, têm como destino a incineração controlada.

Foto: Junio Nunes/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/01/2026 0 Comentários 261 Visualizações
Variedades

Romeu Schneider é reconduzido à presidência da Câmara Setorial do Tabaco

Por Jonathan da Silva 03/12/2025
Por Jonathan da Silva

Romeu Schneider foi reconduzido por unanimidade à presidência da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Tabaco durante a 78ª Reunião Ordinária realizada de forma virtual nesta terça-feira (2). O também vice-presidente da Afubra permanecerá no cargo para o próximo biênio, com a próxima reunião presencial marcada para 23 de março de 2026, em Santa Cruz do Sul, durante a Expoagro Afubra.

Manteremos o equilíbrio e a harmonia para poder conduzir o trabalho de forma responsável, para o bem da cadeia produtiva e do setor como um todo”, destacou Romeu Schneider.

A primeira pauta da reunião foi a 11ª Conferência das Partes (COP 11) da Convenção-Quadro para Controle do Tabaco (CQCT). O presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco, Valmor Thesing, destacou que mais uma vez o Brasil foi protagonista ao levar medidas que afetam diretamente a cadeia produtiva. “A mobilização dos parlamentares em Genebra foi fundamental, o que fez com que fosse possível algum tipo de diálogo. Mas temos agora um trabalho interno, de buscar o diálogo aqui no Brasil, dentro do governo. E a mobilização vai ser novamente muito necessária. Esse é o desafio de todos os representantes da cadeia produtiva visando a COP 12”, expressou o dirigente. Como encaminhamento, os participantes definiram pela manutenção do GT COP, oficializando o grupo de trabalho entre os membros da Câmara Setorial.

Desempenho das exportações

As exportações brasileiras de tabaco entre janeiro e outubro totalizaram 438 mil toneladas e US$ 2,7 bilhões, representando aumento de 26% em volume e 21% em valor comparado ao mesmo período de 2024. Os principais países importadores foram Bélgica, China, Indonésia, Estados Unidos, Emirados Árabes e Turquia. Sobre os embarques para os EUA, Thesing comentou que os clientes americanos suspenderam os embarques após 6 de agosto, aguardando a resolução da questão das tarifas, mas que por uma questão de necessidade de matéria-prima, estão sendo autorizados pequenos volumes.

Além da questão da tarifa, problemas logísticos do porto de Rio Grande também estão sendo superados. Nesse sentido, se em novembro e dezembro conseguirmos exportar valores semelhantes aos do ano passado, ainda podemos alcançar uma exportação recorde. Aqui está a prova da importância desse setor, os números por si só mostram isso. Mesmo diante de tarifas, de entraves logísticos, ainda assim, podemos superar a casa dos US$ 3 bilhões”, enfatizou Valmor Thesing.

Situação da safra 2025/26

O presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil, Marcilio Drescher, informou que a safra em campo tem estimativa de alcançar 685 mil toneladas, mas tem sido afetada por oscilações climáticas com chuva excessiva e granizo em algumas regiões e escassez hídrica em outras. “Estamos torcendo pelo melhor e esperamos uma boa safra se o tempo colaborar daqui para frente”, comentou Drescher.

Próximos encontros

Além da reunião de março em Santa Cruz do Sul, outros dois encontros estão previstos para 2026: em 15 de julho e 11 de novembro, ambos em Brasília.

Foto: Felipe Krause/Pixel18dezoito/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/12/2025 0 Comentários 232 Visualizações
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