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Setor fumageiro

Variedades

Vice-prefeito Elstor defende a cultura do fumo em Brasília

Por Marcel Vogt 05/10/2023
Por Marcel Vogt

O vice-prefeito e secretário de Saúde de Santa Cruz do Sul, Elstor Desbessell, participou na tarde desta quarta-feira (4), de reunião em Brasília para defender os interesses da cadeia produtiva do fumo. Representando a prefeita Helena Hermany, ele foi recebido pela secretária-executiva da Comissão Nacional para Implementação da Convenção-Quadro sobre Controle do Uso do Tabaco e de seus Protocolos (Conicq), Vera Luiza da Costa e Silva.

O encontro foi intermediado pelo deputado federal Heitor Schuch. Durante a reunião, Desbessell manifestou preocupação com relação aos impactos que podem ser gerados a partir dos resultados da próxima Conferência das Partes (COP) – instância deliberativa do tratado internacional da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco – que será realizada em novembro no Panamá, cujas deliberações podem atingir negativamente a cadeia fumageira gaúcha.

Desbessell salientou que a fumicultura é extremamente importante para a economia de Santa Cruz do Sul e do Vale do Rio Pardo. “Manifestei a preocupação que nosso município possui com a cultura e a produção do tabaco. Relatamos tanto o lado dos produtores como também dos safristas, para que o Conicq entenda toda a repercussão que isso representa para o município e região.”

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/10/2023 0 Comentários 405 Visualizações
Business

Ministro do Desenvolvimento Agrário recebe representantes do setor do tabaco

Por Marcel Vogt 14/07/2023
Por Marcel Vogt

Comitiva formada por representantes da cadeia produtiva do tabaco se reuniram nesta quinta-feira, 13 de julho, com o ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, em Brasília, para abordar as preocupações do setor acerca da 10ª Conferência das Partes (COP 10) da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT). O grupo foi formado pelo presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Iro Schünke; o presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Benício Albano Werner; o diretor-executivo da Associação Brasileira da Indústria do Fumo (Abifumo), Giuseppe Lobo; e o diretor executivo do Sindicato da Indústria do Tabaco no Estado da Bahia (Sinditabaco–BA), Marcos Souza. 

 

O grupo destacou a relevância econômica e social da produção e exportação do tabaco para o Brasil e endereçou a preocupação com a posição brasileira que será levada ao Panamá, especialmente no que tange a uma possível interferência no cultivo do produto. O ministro, por sua vez, deixou muito claro ao grupo de que é favorável à regulação atual ao setor, mas contrário à substituição da cultura. Segundo Teixeira, o produtor deve ter assegurado o direito ao plantio do tabaco, especialmente diante dos bons resultados econômicos para o País. Ele ainda fez uma recomendação para que o setor invista mais na produção com bioinsumos. 

 

Iro Schünke, presidente do SindiTabaco, aproveitou a visita para informar sobre as pesquisas que demonstram que a cultura do tabaco está entre as que menos demandam agrotóxicos. “As empresas têm investido no controle biológico de pragas e buscado as melhores soluções quando o assunto é saúde e segurança do produtor”, comentou. Ele também reforçou o entendimento acerca da regulação brasileira. “Entendemos as questões de saúde que envolvem o nosso produto, mas enquanto houver demanda precisamos preservar o emprego e a renda gerada pela cadeia produtiva”, disse Schünke.  

 

Por que tabaco?

 

Além da garantia de venda do produto, a renda é fato determinante. Na última safra, a receita auferida pelos mais de 128 mil produtores de tabaco no Sul do Brasil ultrapassou R$ 9,5 bilhões. O último Censo Agropecuário, realizado em 2017 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela que 3,9 milhões de propriedades rurais do Brasil foram caracterizadas como pertencentes à agricultura familiar no período e a produção nesses estabelecimentos gerou receita total de R$ 107 bilhões, uma média de R$ 27,4 mil por propriedade. Para efeitos de comparação, na safra 2016/17, somente com o cultivo do tabaco, o produtor recebeu, em média, R$ 40,5 mil, montante 32% acima da média brasileira. Há de se considerar ainda que, por ser diversificado, o produtor de tabaco aufere outras receitas, mas o tabaco se destaca nos rendimentos da pequena propriedade: apesar de ter ocupado apenas 17% da área da propriedade no período, o tabaco representou, em média, 52% da receita do produtor, segundo a Afubra.  

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/07/2023 0 Comentários 410 Visualizações
Variedades

Prefeita Helena participa de audiência em defesa do tabaco no Ministério da Agricultura

Por Marcel Vogt 13/07/2023
Por Marcel Vogt

A prefeita de Santa Cruz do Sul, Helena Hermany, integrou comitiva de representantes do setor fumageiro que participou de audiência com o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, no início da tarde desta quarta-feira (12), em Brasília. O grupo apresentou informações sobre a importância da fumicultura para a economia nacional ao representante do Governo Federal.

A iniciativa é uma ação em defesa da cadeia produtiva do tabaco. A reunião foi intermediada pelo deputado federal Heitor Schuch. Também tomaram parte do encontro representantes da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Associação dos Municípios Produtores de Tabaco (Amprotabaco), Associação Brasileira da Indústria de Fumo (Abifumo) e Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag/RS).

Helena Hermany considerou a reunião bastante produtiva. Conforme a prefeita, o encontro serviu para reforçar a relevância do tabaco para a economia e a existência das pessoas que dele fazem o seu ofício, garantindo condições de vida e trabalho dignas no campo e na cidade. “Defender essa cultura é reconhecer o desenvolvimento econômico e social que ela promove”.

Segundo a prefeita, o setor vem trabalhando para proporcionar a diversificação da produção entre os agricultores como forma de gerar mais ganho às propriedades, sem abrir mão do fumo. “Temos, em Santa Cruz do Sul, muitas feiras rurais onde eles vendem o excedente e essa renda agrega à que é gerada pelo tabaco, produzido em áreas bastante acidentadas, com resultado muito bom, que nenhuma outra cultura consegue substituir”, avaliou.

Helena ainda destacou que a cadeia produtiva do tabaco gera riquezas e provê famílias há décadas e que impor perdas ao setor representaria gerar desemprego à região Sul do Brasil. A prefeita reiterou sua crítica à campanha do Dia Mundial sem Tabaco, veiculada meses atrás, que afirmava que a cultura geraria fome. “Este é um apelo que nós deixamos, para que as pessoas se conscientizem que estamos trabalhando com vidas humanas, pessoas que tiram do tabaco o seu sustento”.

O setor está mobilizado devido a preocupações com a 10ª Conferência das Partes (COP), instância deliberativa do tratado internacional da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco. Durante o evento, serão discutidas, em âmbito mundial, as novas regras para a produção de tabaco, com possível exigência de diminuição da área de cultivo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/07/2023 0 Comentários 541 Visualizações
Política

Helena integra comitiva para a defesa do tabaco em encontro com vice-presidente Alckmin

Por Marina Klein Telles 21/06/2023
Por Marina Klein Telles

A prefeita de Santa Cruz do Sul, Helena Hermany, participou de reunião com o vice-presidente da República e ministro de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, no final da tarde desta terça-feira (20/06). O encontro, intermediado pelo deputado federal Heitor Schuch, ocorreu em Brasília, e teve como tema principal as preocupações do setor fumageiro com os impactos da 10ª Conferência das Partes (COP) – instância deliberativa do tratado internacional da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco – que será realizada em novembro no Panamá. Durante o evento, serão discutidas, em âmbito mundial, as novas regras para a produção de tabaco, com possível exigência de diminuição da área de cultivo.

A comitiva enfatizou a Alckmin o peso da fumicultura na economia nacional e sua relevância para a agricultura familiar. O grupo pediu celeridade da delegação oficial brasileira na definição de posicionamentos para a COP 10. Além disso, manifestou sua insatisfação com a campanha “Plante comida, não plante tabaco” do Ministério da Saúde. O vice-presidente e ministro também recebeu do grupo documento com dados sobre o desempenho do setor.

Helena elogiou a mobilização da cadeia produtiva. Ela lembrou que a fumicultura é o sustento de milhares de famílias e um dos motores da economia de Santa Cruz do Sul. “Vamos defender com todas as forças a atividade do tabaco, que emprega gente no campo e na cidade e gera importante arrecadação para o nosso município. Fomos muito bem recebidos pelo vice-presidente, que ouviu atentamente aos nossos anseios”, afirmou.

A reunião contou ainda com representantes do Sinditabaco, Afubra, Fetag/RS, Abifumo, Amprotabaco e Sindicato dos Trabalhadores Rurais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/06/2023 0 Comentários 400 Visualizações
BusinessCidades

Setor fumageiro define nova data para discutir o preço do tabaco para a próxima safra

Por Gabrielle Pacheco 10/12/2018
Por Gabrielle Pacheco

Está marcado para os dias 16 e 17 de janeiro, na sede da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Fetag), em Porto Alegre, uma nova rodada de reuniões para a definição do preço do tabaco para a safra 2018/2019. Em reunião realizada na última semana, em São José, SC, não houve acordo.

Segundo o presidente da Afubra, Benício Albano Werner, no início de cada reunião, individualmente com as indústrias fumageiras, as entidades e as empresas apresentaram os custos de produção para a safra 2018/2019, bem como a variação deste custo, entre as safras 2017/2018 e a atual.

“No custo de produção para esta safra, os números apurados por cada empresa e os apurados pelas entidades para cada empresa, são praticamente idênticos, com pequenas diferenças. Porém, houve diferença na variação do custo de produção, da safra passada para a atual, pois, no ano passado, o custo de produção apurado pelas entidades foi geral, com exceção, de duas empresas que haviam fornecido na negociação passada o seu custo de produção. O acordo não aconteceu porque as propostas de percentual de aumento de preço que seriam aplicados sobe a tabela praticada na safra passada, foi aquém do que as entidades entendem como necessário para uma lucratividade satisfatória para o produtor”, explica Werner.

Comercialização
A Souza Cruz iniciou quinta-feira, 06, no litoral catarinense, a compra do tabaco, praticando os preços da tabela da última safra. Em Santa Cruz do Sul, RS, a compra inicia na próxima semana.

“A Souza Cruz sugere, assim como outras empresas já praticam, uma tabela de preços que valorize mais o tabaco maduro, as classes O e R, principalmente. Essa valorização segue a tendência do mercado comprador, que procura no Brasil um tabaco maduro e de qualidade. Como o Brasil exporta em torno de 90% do seu tabaco, nós, produtores, precisamos estar atentos a este mercado e colher o tabaco maduro para uma maior valorização do nosso produto. Desta forma, garantiremos nosso mercado externo”, destaca Werner.

Ele ainda diz que esta valorização de classes de tabaco maduro já está sendo acompanhada pelas entidades há algumas safras. “Temos notado que as classes L, por exemplo, não tem, percentualmente, uma grande participação na comercialização de toda a safra”, diz o dirigente. Quanto ao tabaco comercializado antes da definição da tabela de preço para a atual safra, Werner, explica que, quando a nova tabela for definida, o produtor recebe uma nota complementar com a diferença dos valores.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/12/2018 0 Comentários 561 Visualizações

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