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setor calçadista

Business

Abicalçados leva compradores internacionais para feira em Santa Catarina

Por Amanda Krohn 06/10/2022
Por Amanda Krohn

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) está levando dois grupos de compradores da Colômbia e do Cazaquistão para a feira SC Trade Show. A feira ocorre entre a quarta-feira (26) e a sexta-feira (28), em Balneário Camboriú, Santa Catarina. A ação faz parte do Projeto Comprador Vip e se dá por meio do Brazilian Footwear, programa que mantém em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

A analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Carla Giordani, ressalta que as expectativas são positivas. Da Colômbia, virão ao Brasil duas compradoras do grupo Pat Primo, representando as marcas Pash SAS, Pat Primo e Seven Seven. “O grupo possui mais de 400 lojas especializadas em moda feminina e masculina com bom conteúdo de design e é um dos principais players no setor do e-commerce colombiano”, avalia a analista, ressaltando que hoje a Colômbia é um dos principais destinos do calçado brasileiro no exterior.

Já do Cazaquistão, a compradora será trazida ao Brasil pelo Brazilian Footwear em uma parceria com o Escritório da ApexBrasil em Moscou. Segundo Carla, o grupo Intertop possui 25 lojas e tem grande força no comércio do Cazaquistão, além de trabalhar com outros países no e-commerce. “Como o grupo ainda não trabalha com marcas brasileiras, a ação tem impacto importante no início de um relacionamento que pode influenciar no comércio não somente do Cazaquistão, mas da região da Eurásia”, explica a analista, ressaltando que, neste primeiro momento, o grupo busca fornecedores para uma nova marca, a Braska.

Mercado

O Projeto Comprador Vip acontece em um momento de recuperação das exportações brasileiras de calçados. Dados elaborados pela Abicalçados apontam que, entre janeiro e agosto, foram embarcados 97,57 milhões de pares, que geraram US$ 880,88 milhões, altas de 29,7% em volume e de 62,7% em receita na relação com igual período do ano passado.

Foto: SC Trade Show/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/10/2022 0 Comentários 547 Visualizações
Business

Circuito de feiras nos EUA gera US$ 5 milhões para calçadistas

Por Amanda Krohn 28/09/2022
Por Amanda Krohn

A participação de 25 marcas brasileiras de calçados em cinco feiras do setor nos Estados Unidos deve gerar US$ 5 milhões entre negócios efetivados e alinhavados nos eventos. O circuito de feiras nos Estados Unidos foi promovido no âmbito do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) nos meses de julho a setembro deste ano.

Segundo a analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Paola Pontin, o circuito refletiu o bom momento para as exportações brasileiras de calçados, em especial para os Estados Unidos. “Considerado o mercado que mais movimenta divisas com vendas de calçados no planeta, os Estados Unidos também são o principal destino do nosso produto no exterior e está crescendo acima da média geral das exportações brasileiras”, avalia. Dados da Abicalçados apontam que, entre janeiro e agosto, foram embarcados para lá 14,35 milhões de pares, que geraram US$ 246,3 milhões, incrementos tanto em volume (+57,2%) quanto em receita (+84,6%) em relação ao mesmo período do ano passado. O incremento das exportações totais do setor são de 29,7% em volume e de 62,7% em receita (97,57 milhões de pares e US$ 880,88 milhões. “Existe uma grande demanda por calçados naquele mercado e o fato do acirramento da guerra comercial com a China, somada à alta dos valores dos fretes da Ásia, faz com que os compradores locais migrem suas importações para o Brasil, o maior produtor do setor fora do continente asiático”, acrescenta a analista.

Feiras

A primeira parada das marcas brasileiras foi na Playtime, em Nova Iorque, entre os dias 31 de julho e 2 de agosto. No evento, entre negócios efetivados e alinhavados, foram gerados mais de US$ 210 mil. “A Playtime Nova Iorque é uma feira para posicionamento das marcas naquele mercado. A estratégia foi bastante positiva e os expositores saíram satisfeitos”, avalia Paola. Participaram da feira, com apoio do Brazilian Footwear, as marcas Mini Melissa, Dalai Kids e Planet Sea.

A segunda parada foi na Magic e Project Las Vegas, em Las Vegas. As mostras, paralelas, aconteceram entre 8 a 10 de agosto, sendo que a primeira lançou produtos mais comerciais e a segunda foi focada em nichos mais conceituais e de alto valor agregado. Nas feiras, as marcas brasileiras somaram mais de US$ 2,5 milhões entre negócios efetivados e alinhavados. Participaram das mostras, com apoio do Brazilian Footwear, as marcas Activitta, Beira Rio Conforto, BR Sports, Carrano, Melissa, Modare Ultraconforto, Moleca, Molekinha, Molekinho, Pegada, Petite Jolie, Savelli, Schutz, Suzana Santos e Vizzano.

Entre os dias 13 e 15 de agosto aconteceu a participação verde-amarela na Atlanta Shoe Market, em Atlanta. A mostra, que trabalha com distribuidores e representantes do mercado norte-americano, teve foco em negócios e recebeu grande visitação de compradores do sudeste dos Estados Unidos. Relatório da Abicalçados aponta que foram gerados mais de US$ 1,4 milhão entre negócios efetivados e alinhavados no evento. Participaram do evento, com apoio do Brazilian Footwear, as marcas Bottero, Ferrucci, Kidy, Melissa, Mini Melissa, Pegada, Petite Jolie, Piccadilly e Schutz.

Encerrando o circuito de feiras nos Estados Unidos, a Magic aconteceu em Nova Iorque entre os dias 18 e 20 de setembro. A feira teve grande visitação, especialmente de compradores da Costa Leste dos Estados Unidos. No evento, conforme relatório da Abicalçados, foram gerados mais de US$ 860 mil entre negócios efetivados e alinhavados. Participaram, com o apoio do Brazilian Footwear, as marcas Activitta, Beira Rio Conforto, BR Sports, Carrano, Ferrucci, Modare Ultraconforto, Moleca, Molekinha, Molekinho e Vizzano.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/09/2022 0 Comentários 611 Visualizações
Business

Exportações de componentes para calçados geraram US$ 291,8 milhões

Por Amanda Krohn 27/09/2022
Por Amanda Krohn

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) apontam que, entre janeiro e agosto, as exportações do setor geraram US$ 291,8 milhões. O valor é 20% superior ao registrado no mesmo período de 2021 e já supera em 35% os números do intervalo correspondente em 2020.

O gestor de Mercado Internacional da Assintecal, Luiz Ribas Júnior, destaca que os países latino-americanos, principalmente a Argentina, além dos Estados Unidos, têm sido determinantes para a performance positiva. “Desde julho, com o Inspiramais, quando realizamos o Projeto Comprador com compradores estrangeiros, promovemos a participação em feiras do setor no Peru, Colômbia e Equador. Somente nesses eventos foram computados cerca de US$ 22 milhões em negócios, fora os que são realizados posteriormente por meio do relacionamento criado. O fato, somado à maior demanda do mercado para couros e calçados, o encarecimento dos fretes da Ásia e à valorização do dólar, foram fundamentais para o incremento dos embarques em 2022”, avalia o gestor.

Destinos

Entre janeiro e agosto, o principal destino dos componentes brasileiros foi a Argentina, para onde foram enviados o equivalente a US$ 65,2 milhões, 47% mais do que no mesmo período do ano passado. No comparativo com o intervalo correspondente de 2020 o incremento ultrapassa 85%. O segundo destino das exportações do setor nos oito meses foi a China, que importou o equivalente a US$ 59,5 milhões em produtos químicos e componentes para calçados. O valor é 2% menor do que o registrado no mesmo período do ano passado e 9% superior ao registro do intervalo correspondente de 2020.

Os dados apontam também que Portugal foi o terceiro principal destino das exportações do setor. No período, os embarques para aquele país geraram US$ 38 milhões, 53% mais do que no mesmo intervalo de 2021. No comparativo com o ínterim correspondente de 2020 o incremento já alcança 76%. A surpresa do ano é os Estados Unidos, país que ultrapassou a Colômbia e agora é o quarto destino das exportações de componentes. Entre janeiro e agosto, os norte-americanos importaram US$ 6,73 milhões, 51% mais do que no mesmo intervalo do ano passado. Ante 2020, o crescimento é de 55%.

Estados

Representando 54% do total das receitas geradas com as exportações do setor, o maior exportador do segmento no Brasil é o Rio Grande do Sul. Entre janeiro e agosto, partiram das fábricas gaúchas o equivalente a US$ 157,8 milhões, 11% mais do que no mesmo período de 2021. No comparativo com 2020, o crescimento é de 17%. A segunda origem das exportações brasileiras de componentes é São Paulo, de onde partiu o equivalente a US$ 32,27 milhões, incrementos de 35% em relação ao mesmo período de 2021 e de 60% no mesmo comparativo com 2020.

Na terceira posição entre os estados exportadores da atividade, a Bahia embarcou o equivalente a US$ 24,63 milhões em componentes, 49% mais do que nos primeiros oito meses de 2021. No comparativo com o mesmo intervalo de 2020 o crescimento é de 92%. O quarto maior exportador de 2022 é o Ceará. Nos oito meses, partiram das fábricas de componentes cearenses o equivalente a US$ 18,73 milhões, incremento de 49% em relação ao mesmo período do ano passado. No comparativo com o período correspondente de 2020 o crescimento é de 94%.

Produtos

O principal produto exportado pelo setor é Químicos para Couros, com embarques que geraram US$ 133,75 milhões entre janeiro e agosto, 12% mais do que no mesmo período do ano passado. O segundo material exportado no período foram os Cabedais, que geraram US$ 79 milhões, incremento de 17% ante o mesmo intervalo de 2021. Na sequência aparecem Químicos para Calçados/adesivos (US$ 32,43 milhões, alta de 32% ante o ano passado), Solados (US$ 19,86 milhões, incremento de 53%) e Laminados sintéticos (US$ 11,85 milhões, alta de 26%).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/09/2022 0 Comentários 562 Visualizações
Business

E-commerce representa 30% das vendas do setor calçadista

Por Amanda Krohn 26/09/2022
Por Amanda Krohn

Conforme a Inteligência de Mercado da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), o aumento das vendas no e-commerce de calçados foi de 69% em 2020 e de 7,4% em 2021. Segundo o mesmo levantamento, as vendas no canal digital responderam por 32,8% do total em 2020 e por 30,1% em 2021 – números semelhantes aos registrados pelo segmento nos Estados Unidos (34%) e Europa (33%). De acordo com a Neotrust, empresa que monitora o ambiente digital, o e-commerce, como um todo, cresceu quase 74% em 2020 e mais de 27% em 2021, chegando a mais de R$ 160 bilhões em faturamento.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que o e-commerce é um canal de vendas em franca expansão para o setor calçadista, sendo que as empresas do segmento estão se preparando para atender a uma demanda crescente por parte dos consumidores. “O receio de comprar calçados on-line está ficando no passado, pois tanto a indústria quanto o varejo estão preparados para atender, com agilidade, processos relativos ao pós-venda, caso de trocas e reembolsos, por exemplo”, avalia o executivo, ressaltando que há dez anos o canal representava 5,6% das vendas do setor.

O receio de comprar calçados on-line está ficando no passado, pois tanto a indústria quanto o varejo estão preparados para atender, com agilidade, processos relativos ao pós-venda, caso de trocas e reembolsos

Vicenza: crescimento de 382% desde 2019

Um dos cases que pode ilustrar o crescimento do e-commerce no ramo calçadista é o da Vicenza. Com uma produção diária de 1,2 mil pares de calçados femininos, a empresa de Igrejinha/RS comercializa, por meio de canal digital próprio cerca de 20% do seu faturamento total. A diretora da marca, Rafaela Furlanetto, destaca que o canal vem ganhando importância desde 2019, quando a empresa criou uma flagship – loja conceito – para atuar no mundo digital. “Em 2020, tivemos um crescimento no e-commerce de 216% em comparação ao ano anterior. Já em 2021, o crescimento foi de 166%, em relação ao ano anterior. Para 2022, a previsão de crescimento é de 129% no canal”, informa.

Rafaela destaca que o principal foco de receita do e-commerce está situado no Google Ads, onde a marca contempla toda a jornada de compra do usuário. “Já no canal de Social Ads, estamos trabalhando com anúncios patrocinados, com o objetivo de gerarmos vendas com públicos em diferentes momentos do funil (início, meio e fim). Além disso, o posicionamento da marca é fortemente trabalhado com a intenção de consolidar e fidelizar cada vez mais os clientes antigos/recorrentes e novos da Vicenza”, conta a diretora.

Segundo Rafaela, o crescimento do canal está atrelado às estratégias que a marca vem realizando ao longo dos últimos anos e a mudança de comportamento do usuário. “A influência do digital, principalmente com a vinda da pandemia, acelerou ainda mais esse comportamento. Marcas que não pensavam muito em e-commerce tiveram que pensar. E marcas, como a Vicenza, que já tinham uma presença no digital engatilhada, decolaram”, avalia. A empresária destaca que o processo também exigiu investimentos em exposição no ambiente digital, que contemplou mídia paga, CRM, atualização semanal do enxoval de comunicação e produtos do e-commerce, blog e redes sociais da marca como Instagram e TikTok. De janeiro a julho deste ano, a mídia paga (anúncios patrocinados) foi responsável por cerca de 33% do faturamento da empresa no e-commerce, de acordo com Rafaela. Além da mídia paga, a Vicenza reforça seu posicionamento nas redes sociais com o canal de CRM. “O mesmo já atingiu 22% de representatividade com envio de e-mails, pushes e até estratégias de SMS. A forte presença nas redes sociais também faz com que o engajamento e as entregas orgânicas da marca sejam excelentes”, acrescenta.

Linus: consumidor mais confiante no digital

A empresa Linus foi criada em 2018 já voltada para o ambiente digital, com 70% dos calçados produzidos com fontes renováveis e 100% deles com materiais recicláveis. A marca, com sede em São Paulo/SP, tem duas lojas físicas: a Casa Linus e um quiosque no Shopping Eldorado, ambas na capital paulista. “A Linus é uma marca nativa digital, é natural que o e-commerce seja o nosso canal de venda. Porém, uma DNVB (digital native vertical brand) não precisa se restringir ao ambiente digital nem ao seu próprio site”, comenta a CEO e fundadora da empresa, Isabela Chusid. “Por isso, além das nossas lojas físicas, estamos em mais de 50 pontos de vendas físicos no Brasil e no site de várias dessas lojas parceiras, como Amaro e AVA Intimates”, acrescenta.

A empresária ressalta que o crescimento da venda de calçados nos canais digitais se dá pela mudança no comportamento do consumidor. “As pessoas estão cada vez mais confiantes para comprar on-line, e a pandemia, sem sombra de dúvidas, foi um grande propulsor dessa tendência”, avalia, destacando que a marca tem uma forte presença nas redes sociais com posts orgânicos, mídias pagas, SEO (Search Engine Optimization), influenciadores e CRO (Conversion Rate Optimization).

Para os próximos anos, Isabela destaca que as perspectivas de crescimento são positivas. “O ano de 2021 foi um ano essencial para arrumarmos a casa e conseguirmos crescer sem ter logística ou cadeia de suprimentos como empecilhos. Já 2022 está sendo importante para entendermos a dinâmica da nossa empresa no pós-pandemia, já que dois dos primeiros três anos da marca foram durante a pandemia”, finaliza a diretora que, em janeiro deste ano, foi reconhecida na lista da Forbes Under 30 entre os seis jovens mais inovadores em Moda no Brasil.

Conforme avaliação da CEO da Linus, Isabela Chusid as pessoas estão cada vez mais confiantes para comprar on-line

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/09/2022 0 Comentários 1,K Visualizações
Business

Exportações de calçados aumentaram 35% em relação à pré-pandemia

Por Amanda Krohn 08/09/2022
Por Amanda Krohn

Recuperada das quedas provocadas durante a pandemia de Covid-19, a indústria calçadista brasileira comemora bons resultados nas exportações de calçados. Conforme dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), entre janeiro e agosto foram embarcados 97,57 milhões de pares, que geraram US$ 880,88 milhões, altas de 29,7% em volume e de 62,7% em receita na relação com igual período do ano passado. Já em relação ao mesmo intervalo na pré-pandemia, em 2019, os incrementos são de 29,4% em pares e de 35,6% em receita gerada. Segregando apenas o mês de agosto, foi registrado o embarque de 10,7 milhões de pares por US$ 117,43 milhões, o melhor resultado mensal de 2022. O crescimento no comparativo com agosto passado é de 15% em volume e de 50,4% em receita.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, avalia que os países latino-americanos seguem sendo determinantes para a performance, com destaque para o Chile, que se consolida como o quarto destino do calçado brasileiro no exterior. “O Brasil vem ganhando muito espaço no Chile. Hoje somos o quarto principal fornecedor de calçados daquele país”, avalia. Além do incremento das exportações para a América Latina, Ferreira destaca que o preço médio do calçado brasileiro também aumentou, passando de pouco mais de US$ 8 para US$ 11. “Existe um aumento da demanda internacional por calçados e, neste momento de enfraquecimento gradual da China como um grande player do setor, o mundo volta seus olhos para o produto brasileiro, pois temos a maior indústria de calçados fora da Ásia e capacidade produtiva para atender o mercado internacional”, comenta o executivo.

Destino

Principal destino do calçado brasileiro no exterior, em agosto os Estados Unidos importaram 1,34 milhão de pares verde-amarelos, pelos quais foram pagos US$ 38 milhões, estabilidade em volume e aumento de 57% em receita relação ao mesmo mês de 2021. No acumulado de janeiro a agosto, foram embarcados para lá 14,35 milhões de pares, que geraram US$ 246,3 milhões, incrementos tanto em volume (+57,2%) quanto em receita (+84,6%) em relação ao mesmo período do ano passado.

O segundo destino do calçado brasileiro segue sendo a Argentina, apesar da crise interna e da resolução do Banco Central da República Argentina (BCRA) que altera o acesso ao Mercado único de Câmbio para pagamento de importações e que libera os pagamentos das mercadorias importadas somente após 180 dias. No mês de agosto, os hermanos importaram 1,5 milhão de pares por US$ 17,6 milhões, queda de 8,4% em volume e incremento de 49,7% em receita na relação com o mesmo mês do ano passado. No acumulado dos oito meses de 2022, foram embarcados para lá 11,7 milhões de pares, que geraram US$ 127,42 milhões, incrementos tanto em volume (+50,9%) quanto em receita (+84%) em relação ao mesmo intervalo de 2021.

O terceiro destino do calçado brasileiro em 2022 é a França, que em agosto importou 166,35 mil pares, que geraram US$ 2,8 milhões, quedas de 55,2% e de 44,4%, respectivamente, ante o mesmo ínterim do ano passado. No acumulado, os franceses importaram 5 milhões de pares por US$ 43,7 milhões, altas de 15% em volume e de 11,4% em receita na relação com intervalo correspondente de 2021.

Estados exportadores

O principal exportador de calçados do Brasil segue sendo o Rio Grande do Sul, de onde partiram, entre janeiro e agosto, 29,16 milhões de pares, que geraram US$ 413,95 milhões, altas de 50,2% e de 72,6%, respectivamente, ante o mesmo período do ano passado.

Logo em seguida aparece o Ceará, que entre janeiro e agosto exportou 28,58 milhões de pares por US$ 182 milhões, incrementos de 26,7% em volume e de 43% em receita em comparação com o mesmo intervalo de 2021. No terceiro e quarto postos entre os exportadores de calçados aparecem São Paulo (7 milhões de pares e US$ 90,14 milhões, incrementos de 29% e 55,6% ante mesmo período de 2021) e Minas Gerais (9,47 milhões de pares e US$ 58,44 milhões, altas de 43% e 87% no comparativo com período correspondente do ano passado).

Importações

Entre janeiro e agosto, as importações de calçados somaram 18,4 milhões de pares e US$ 234,3 milhões, altas de 20,7% em volume e de 10,4% em receita na relação com o mesmo período de 2021. As principais origens foram Vietnã (5 milhões de pares e US$ 106,17 milhões, quedas de 17,7% e de 13,2%, respectivamente, ante 2021), Indonésia (2 milhões de pares e US$ 40,27 milhões, altas de 12% e 23%) e China (8,6 milhões de pares e US$ 35,13 milhões, incrementos de 55,2% e 54,4%). Em partes de calçados – cabedais, solas, saltos, palmilhas etc – as importações acumuladas somaram US$ 18,94 milhões e as principais origens foram China, Vietnã e Paraguai. As tabelas completas estão disponíveis aqui.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/09/2022 0 Comentários 520 Visualizações
Business

Setor calçadista ultrapassa marca de 300 mil empregos no Brasil

Por Amanda Krohn 05/09/2022
Por Amanda Krohn

Dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que, entre janeiro e julho, a indústria calçadista nacional criou 34,8 mil postos de trabalho. Com isso, encerrou julho empregando, diretamente, 301,1 mil pessoas no País, o melhor registro desde abril de 2017. Em relação ao mesmo período de 2021, o setor está com estoque de empregos 18,5% maior. Já em relação ao mesmo intervalo de 2019, na pré-pandemia, o registro aponta para incremento de 7,9%.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que a recuperação das vendas no varejo doméstico, somada às exportações, vêm sendo determinantes para a criação das vagas. Entre janeiro e junho, conforme dados mais recentes do IBGE, as vendas de calçados aumentaram mais de 17%, no comparativo com o primeiro semestre do ano passado. Já as exportações de calçados, entre janeiro e julho, somaram o embarque de 86,87 milhões de pares, 32% mais do que no mesmo intervalo de 2021. “O setor calçadista, por ser intensivo em mão de obra, responde muito rapidamente aos estímulos da demanda”, avalia o executivo.

Estados

Com a criação de 8,5 mil postos de trabalho entre janeiro e julho, a indústria calçadista do Rio Grande do Sul é a que mais emprega na atividade. No final do mês sete, o setor gaúcho empregava um total de 84,35 mil pessoas, 15,46% mais do que no mesmo período de 2021. O segundo estado que mais emprega na atividade é o Ceará, que nos primeiros sete meses do ano criou 6,33 mil vagas na atividade. Com isso, terminou o mês de julho empregando 67,84 mil pessoas, 15,48% mais do que no intervalo correspondente do ano passado.

No terceiro posto entre os maiores empregadores da atividade, a Bahia registra um incremento de 31,1% nos postos gerados pela indústria calçadista em relação a julho do ano passado. Nos sete primeiros meses do ano, o setor local gerou 6,7 mil vagas, somando um total de 42,38 mil pessoas empregadas na atividade.  Tendo gerado 6,13 mil vagas nos primeiros sete meses de 2022, a indústria calçadista de São Paulo encerrou julho com 34,9 mil pessoas empregadas na atividade, 24,5% mais do que no mesmo período do ano passado. Confira a tabela com dados dos estados no link.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/09/2022 0 Comentários 582 Visualizações
Business

Suspensão de antidumping contra fios de poliéster terá impacto na cadeia do calçado

Por Amanda Krohn 22/08/2022
Por Amanda Krohn

A suspensão do antidumping contra fios de poliéster oriundos da China e da Índia, definida em reunião da Comissão de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Camex), foi bem recebida pelos fabricantes de componentes e insumos para calçados. O pedido estava em análise solicitava a aplicação de uma sobretaxa para importação dos filamentos de 5% (China) e de 8% (Índia). Os materiais em questão são utilizados na fabricação de cabedais, forros e laminados sintéticos.

Segundo a superintendente da Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), Silvana Dilly, a possível aplicação de uma sobretaxa elevaria ainda mais os preços das matérias-primas produzidas a partir dos fios de poliéster. “Já estamos convivendo com aumentos nos preços desses produtos, por fatores macroeconômicos como a valorização do dólar e o elevado custo logístico internacional enfrentado por diferentes segmentos da indústria. A aplicação de mais uma taxa teria impacto na inflação na cadeia produtiva do calçado. A medida da Camex foi acertada, no sentido de que os insumos oriundos destes países continuarão a complementar a produção nacional para atender toda demanda do mercado interno sem aumento de custos, ainda mais neste momento de retomada econômica”, avalia.

Antidumping

O antidumping é uma ferramenta de Defesa Comercial prevista no âmbito da Organização Mundial do Comércio (OMC) e que visa prevenir casos de dumping – quando determinado produto é exportado com um preço inferior ao praticado no mercado interno do país exportador. “A ferramenta é legítima quando existe materialidade e quando a produção nacional para atendimento da demanda, o que não é o caso dos fios de poliéster A aplicação de uma sobretaxa, neste caso, só implicaria em um aumento inflacionário para o setor e, consequentemente, para o consumidor final”, explica Silvana.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/08/2022 0 Comentários 657 Visualizações
Business

Origem Sustentável promove evento com lideranças do setor calçadista

Por Stephany Foscarini 12/05/2022
Por Stephany Foscarini

Tornar a sustentabilidade uma realidade e uma estratégia de toda a cadeia calçadista brasileira é o objetivo do Encontro Sustentabilidade na Prática. O evento, que é apresentado pelo Origem Sustentável, reunirá lideranças do setor durante as comemorações da Semana Mundial do Meio Ambiente. A primeira edição do encontro está marcada para o dia 7 de junho, a partir das 18h30 no CEI, de Campo Bom/RS. As inscrições são limitadas e gratuitas pelo site.

O início do evento será conduzido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e pela Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), entidades gestoras do Origem Sustentável. Para o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, o Encontro Sustentabilidade na Prática é importante porque representa a união do setor em prol de um único objetivo: a sustentabilidade. “Quando falamos em práticas sustentáveis, estamos falando em todos os pilares, não apenas o ambiental, mas também o econômico, o social, o cultural. Pilares que precisam estar no dia a dia dos negócios para que a cadeia produtiva como um todo tenha melhores resultados e dessa forma possamos promover esse diferencial do Brasil para o exterior.”

Na sequência, o CEO da Arezzo&Co, Alexandre Birman, abordará as estratégias de sustentabilidade da companhia e anunciará a palestra destaque da noite. Rony Meisler, CEO da Reserva, irá ilustrar as iniciativas da empresa que além de resultados financeiros, também trazem impacto positivo na sociedade e para o meio ambiente.

Após as palestras, será formado um painel com CEO’s de indústrias de calçados certificadas no nível máximo do Origem Sustentável, o Diamante. Participam do painel: Andrea Kohlrausch (presidente da Bibi), Cristine Grings (presidente da Piccadilly), Roberto Argenta (presidente do Grupo Beira Rio) e Sergio Bocayuva (presidente da Usaflex). A mediação ficará por conta de Marco Schmitt, diretor de negócios da Box Print, empresa fornecedora e também certificada no nível Diamante. A superintendente da Assintecal, Silvana Dilly, comenta que esse momento demonstra o movimento de comprometimento que as empresas do setor estão e esclarece, de forma prática, as estratégias adotadas pelas empresas nessa construção de uma cadeia calçadista brasileira sustentável.

Pacto

O objetivo é fortalecer a união e o propósito de construção de uma cadeia calçadista sustentável, instigando e provocando mais empresas nessa jornada”.

Finalizando o encontro, acontece um marco inédito para celebrar a união em prol da sustentabilidade da cadeia calçadista, no qual representantes de todas as empresas que participam do Origem Sustentável subirão ao palco para a assinatura do Pacto pela Sustentabilidade no Calçado. “O objetivo é fortalecer a união e o propósito de construção de uma cadeia calçadista sustentável, instigando e provocando mais empresas nessa jornada”, conclui Ferreira.

O encontro Sustentabilidade na Prática também terá edições especiais nos polos calçadistas de Birigui/SP (27 de julho), Nova Serrana/MG (01 de agosto) e Franca/SP (25 de outubro).

Sobre o Origem Sustentável

O Origem Sustentável é a única certificação no mundo voltada para as empresas produtoras de calçados e de insumos do setor calçadista. Promovida pela Abicalçados e pela Assintecal, a iniciativa é um guia de gestão da sustentabilidade. Com abrangência internacional, é baseada nas melhores práticas internacionais de sustentabilidade e segue indicadores de cinco dimensões: econômica, ambiental, social, cultural e gestão da sustentabilidade. Saiba mais no site.

Programação

18h30 – Abertura
18h35 – Estratégia de sustentabilidade na Arezzo&Co, por Alexandre Birman | Arezzo&Co
18h50 – Reserva: Sustentabilidade na moda, por Rony Meisler | Reserva
19h20 – Painel CEO´s do Calçado, com Andrea Kohlrausch (Bibi), Cristine Grings
(Piccadilly), Roberto Argenta (Beira Rio), Sergio Bocayuva (Usaflex), com mediação de Marco Schmitt (Box Print)
20h – Pacto pela Sustentabilidade no Calçado Brasileiro

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/05/2022 0 Comentários 777 Visualizações
Business

NürnbergMesse Brasil será a organizadora da feira nacional do setor calçadista

Por Stephany Foscarini 10/05/2022
Por Stephany Foscarini

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e a NürnbergMesse Brasil firmaram contrato para realização da feira da indústria calçadista brasileira. A NürnbergMesse Brasil, empresa alemã de atuação internacional especializada na realização de feiras setoriais, será responsável pela organização do evento. O documento foi assinado no dia 9 de maio na sede da entidade, em Novo Hamburgo/RS.

A NürnbergMesse Brasil foi selecionada por meio de uma concorrência com promotoras de eventos nacionais e internacionais, sendo a que mais se destacou não só no atendimento de premissas das empresas, como também pelo potencial de entrega de eventos com qualidade excepcional”.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, ressalta a expertise do grupo alemão, que possui operação no Brasil. “A NürnbergMesse Brasil foi selecionada por meio de uma concorrência com promotoras de eventos nacionais e internacionais, sendo a que mais se destacou não só no atendimento de premissas das empresas, como também pelo potencial de entrega de eventos com qualidade excepcional”, conta.

De acordo com o presidente da NürnbergMesse Brasil, João Paulo Picolo, a entrada das feiras no calendário nacional irá gerar oportunidades e networking fundamentais para o crescimento do setor. “Nós vamos unir a força e o entendimento da Abicalçados e seus associados sobre o mercado ao know how da NürnbergMesse Brasil em gerar novos negócios com eventos que envolvem muito profissionalismo, seriedade e qualidade.”

A feira da indústria calçadista brasileira terá duas edições anuais, sendo que a primeira ocorrerá em novembro de 2023, no Rio Grande do Sul, lançando as coleções de outono-inverno 2024. A segunda edição será em São Paulo, em maio de 2024 e lançará as coleções de primavera-verão 2024/2025.

Sobre a operadora

A NürnbergMesse Brasil é uma subsidiária do Grupo NürnbergMesse, uma das 15 maiores empresas internacionais organizadoras de eventos do mundo. O portfólio do grupo possui mais de 120 feiras e congressos internacionais (14 deles no Brasil) e mais de 40 pavilhões. Anualmente, cerca de 30 mil expositores e mais de 1,5 milhão de visitantes participam dos eventos organizados pela NürnbergMesse, que está presente, por meio de suas subsidiárias, na China, Estados Unidos, Brasil, Grécia, Itália e Índia. O grupo ainda possui uma rede com cerca de 50 representantes, que operam em mais de 116 países.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/05/2022 0 Comentários 970 Visualizações
Business

Setor calçadista já gerou 13 mil vagas em 2022

Por Stephany Foscarini 04/04/2022
Por Stephany Foscarini

Após gerar mais de 27 mil vagas de trabalho na atividade, em 2021, o setor calçadista segue em recuperação no início de 2022. Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) revelam que, no primeiro bimestre, as indústrias de calçados geraram mais 12,8 mil vagas, somando um total de 279 mil empregados em nível nacional. Ainda conforme a entidade, o número é 8,2% superior aos registros do mesmo período do ano passado, crescimento superior ao registrado na Indústria de Transformação no mesmo intervalo (+4,8%).

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que o resultado é puxado pela recuperação da atividade, especialmente no mercado internacional, e também pela continuidade da desoneração na folha de pagamentos para o setor. No primeiro bimestre, foram exportados mais de 27,5 milhões de pares, o que gerou US$ 209,2 milhões, incrementos de 40% em volume e de 70,8% em receita na relação com o mesmo período de 2021. “Existe uma recuperação importante nos embarques de calçados, especialmente para os Estados Unidos, que importou quase o dobro de calçados brasileiros no primeiro bimestre em relação ao período correspondente de 2021. O fato tem ajudado na geração de vagas, que somam aproximadamente 40 mil empregos criados entre 2021 e início de 2022”, explica. Segundo ele, a toada da recuperação deve seguir até o final do ano. “A expectativa é encerrar 2022 com uma produção entre 1,8% e 2,7% maior do que no ano passado, somando um total de mais de 820 milhões de pares produzidos”, projeta, ressaltando que a projeção das exportações é de um crescimento ainda maior, de cerca de 9% ante 2021 (em volume embarcado).

Estados

O estado que mais emprega no setor calçadista brasileiro é o Rio Grande do Sul. Com 80,58 mil pessoas empregadas na atividade, as fábricas gaúchas respondem por 28% do total de postos no Brasil. Dados elaborados pela Abicalçados apontam que, no primeiro bimestre, o setor criou 4,7 mil postos, encerrando o período com 7,5% mais pessoas empregadas no comparativo com igual intervalo do ano passado.

O segundo empregador da atividade é o Ceará, com 62 mil postos no setor calçadista. No primeiro bimestre, o Estado gerou 409 vagas, encerrando o período com 3% mais pessoas empregadas na atividade.

Tendo ultrapassado São Paulo no ranking de empregadores do setor, a Bahia é o terceiro estado que mais emprega na atividade, com 37,47 mil postos. No bimestre, as fábricas baianas geraram 1,78 mil vagas, encerrando o período com 24% mais empregos do que no ano passado.

São Paulo aparece na quarta posição entre os empregadores do setor calçadista. No bimestre, as fábricas paulistas geraram 2,8 mil vagas na atividade, totalizando 31,6 mil pessoas empregadas, 11% mais do que em 2021.

Dados de empregos, balança comercial, produção por segmentos e estados, além de projeções da atividade para curto e médio prazos serão apresentados em evento da Abicalçados no próximo dia 13. As inscrições para o Análise de Cenários são gratuitas e estão abertas pelo link.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/04/2022 0 Comentários 764 Visualizações
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