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setor calçadista

Business

Criatividade do Norte e Nordeste no Inspiramais

Por Marcel Vogt 04/07/2023
Por Marcel Vogt

As regiões Norte e Nordeste do País vêm se destacando na produção de componentes para couros e calçados. Conforme a Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), o crescimento, especialmente dos polos produtores de Campina Grande/PB e Juazeiro do Norte/CE, devem alavancar os negócios nos mercados doméstico e internacional nos próximos anos.

A superintendente da Assintecal, Silvana Dilly, destaca que o Norte e o Nordeste possuem uma indústria de componentes pujante, com mais de 70 plantas produtivas que geram cerca de 30 mil postos de trabalho e respondem por 15% das exportações do setor. “Em 2022, nossas exportações totais chegaram a mais de US$ 420 milhões, um recorde histórico, sendo que as regiões Norte e Nordeste tiveram papel fundamental nesse incremento”, conta. Segundo ela, empresas das regiões vêm buscando a Assintecal para incrementar os seus embarques por meio do By Brasil Components, Machinery and Chemicals, programa de apoio às exportações do setor mantido pela Assintecal em parceria com a Agência Brasileira de Promoção das Exportações e Investimentos (ApexBrasil). “Recentemente, 12 empresas locais entraram para o programa. Durante os dias 11 e 12, duas delas já participarão de rodadas com compradores colombianos e mexicanos que vêm até o Inspiramais, em Porto Alegre/RS. Estamos animados, pois são empresas de grande potencial”, avalia Silvana.

Além de estarem nas rodadas internacionais de negócios, empresas de componentes do Norte e Nordeste também apresentarão suas novidades no Hub Conexão Criativa, espaço que atrai compradores de todo o Brasil em busca de novidades sustentáveis em materiais. “Das 34 empresas participantes da ação, 10 são das regiões Norte e Nordeste. São microempresas com alto potencial de inovação, flexibilidade e criatividade, que estarão lá apresentando produtos que acabam se tornando tendências em design para o País”, conta Silvana, destacando os aspectos ecologicamente corretos das indústrias locais.

Sobre o By Brasil Components, Machinery and Chemicals

Os fabricantes brasileiros que integram o setor de componentes interessados em ampliar suas relações comerciais com o mercado externo têm a oportunidade de participar, assim como outras 300 empresas, do projeto By Brasil Components, Machinery and Chemicals, realizado pela Assintecal, ApexBrasil e Abrameq, que pretende promover um bom desempenho das exportações e, consequentemente, do setor. O projeto possui soluções adequadas a cada nível de internacionalização, mantendo ao alcance das empresas ações de promoção comercial, inteligência, capacitação, entre outros.

Sobre a ApexBrasil

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. A Agência realiza ações diversificadas de promoção comercial, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, e visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/07/2023 0 Comentários 630 Visualizações
Business

Jantar histórico em Franca reúne mais de 60 indústrias do setor calçadista

Por Marcel Vogt 28/06/2023
Por Marcel Vogt

O maior polo de calçados masculinos do país teve uma comemoração especial nesta noite de terça-feira (27), com um jantar exclusivo, oferecido pela direção da Merkator Feiras e Eventos, empresa promotora das duas maiores feiras de calçados do Brasil, o SICC  (Salão Internacional do Couro e do Calçado) e da Zero Grau (Feira de Calçados e Acessórios). O evento, considerado histórico nesta região, teve a participação de mais de 60 indústrias que conheceram os novos projetos da promotora e as novidades para a próxima edição da Zero Grau, que acontece nos dias 20, 21 e 22 de novembro, no Centro de Eventos do Serra Park, em Gramado (RS).

O foco do evento foi o de estreitar os laços profissionais e de amizade que une a Merkator ao cluster de calçados há mais de duas décadas com participação maciça das principais marcas masculinas do Brasil nas feiras anuais da promotora. “Sempre tivemos uma acolhida especial das indústrias daqui de Franca e como estamos com muitos projetos para o setor é um prazer trazer novidades para esses clientes tão participativos”, diz Frederico Pletsch, diretor da Merkator Feiras e Eventos.

Já Roberta Pletsch, diretora de Relacionamento da promotora destaca que este encontro foi uma maneira da Merkator retribuir a participação da indústria local na última edição do SICC, quando foi comemorada a trigésima edição da feira. “O segmento masculino é muito requisitado pelos lojistas nacionais e mesmo pelos compradores internacionais que prestigiam os nossos eventos. E a indústria de Franca é fundamental para atender esta demanda nas rodadas de negociações”, salienta Roberta.

A Nice Barcelos, diretora comercial da Merkator, conseguiu encaminhar um projeto específico para as micro e pequenas empresas de Franca com à participação delas na próxima Zero Grau. “As indústrias de micro e pequeno porte daqui de Franca sempre tiveram muito sucesso em nossas feiras. Assistimos muitas delas crescerem e se tornarem marcas referenciais ao longo destes anos. Por isto, estamos empenhados que continuem tendo representatividade com estandes coletivos nos nossos eventos”, acrescenta Barcelos. Segundo ela, os grupos dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraíba, e das cidades de Três Coroas (RS) e Juazeiro do Norte (CE) entre outros têm destaque nas feiras por trazer produtos diferenciados que encantam lojistas e importadores. “Eles sempre são as novas opções de fornecedores para os nossos convidados e também conseguem mostrar exclusividade em design e, muitas vezes, em construções de modelos. Para nós, as presenças destas empresas são importantes pela diversidade que trazem ao nosso mix de expositores”, finaliza a diretora comercial.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/06/2023 0 Comentários 486 Visualizações
Business

Exportações de químicos e componentes somam US$ 163 milhões

Por Marcel Vogt 27/06/2023
Por Marcel Vogt

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) apontam que, em maio, foram embarcados o equivalente a US$ 23 milhões em materiais, 66% menos do que no mesmo mês de 2022. No acumulado dos cinco meses do ano, as exportações de componentes e químicos geraram US$ 163 milhões, 11% menos do que no mesmo intervalo do ano passado. Já comparando com o mesmo período na pré-pandemia, em 2019, o setor segue positivo em 8%.

O gestor de Mercado Internacional da Assintecal, Luiz Ribas Júnior, ressalta que o dado ilustra um movimento de “ajuste de mercado”, com o retorno da produção na China e a normalização dos custos com fretes, que vinham favorecendo as exportações brasileiras, especialmente para mercados latino-americanos. “Os dados de 2022 são extraordinários e foram conseguidos por uma conjuntura do mercado internacional que já não existe mais. O dado real de comparação deve ser com o nível pré-pandemia, no qual estamos positivos”, avalia. Segundo ele, a projeção é de uma recuperação dos embarques ao longo do segundo semestre, encerrando o ano com estabilidade ou leve alta ante 2022. No ano passado, as exportações do setor atingiram US$ 421,2 milhões, 12% mais do que em 2021 e 18% mais do que em 2019.

Destinos

Nos cinco primeiros meses de 2023, o principal destino internacional dos químicos e componentes foi a China, para onde foram embarcados o equivalente a US$ 28 milhões (queda de 42% ante mesmo período de 2022). Na sequência apareceram a Argentina, com US$ 21,27 milhões (queda de 101%); Portugal,com US$ 14,18 milhões (queda de 74%); e Colômbia, com US$ 3,88 milhões (incremento de 21%). “A América Latina, apesar de ter diminuído os volumes importados do Brasil, é um mercado que foi cativado pela indústria brasileira no período da pandemia. Hoje, dos nossos 10 principais destinos, sete são da América Latina”, comenta Ribas Júnior

Estados

O principal exportador brasileiro de componentes e químicos para couro e calçados é o Rio Grande do Sul. Nos primeiros cinco meses do ano, as fábricas gaúchas exportaram o equivalente a US$ 92,24 milhões, 10% menos do que no mesmo período de 2022. O segundo exportador de 2023 foi São Paulo, com US$ 25,18 milhões (incremento de 13% ante 2022) e o terceiro Santa Catarina, com US$ 3,43 milhões (queda de 90%).

Materiais

Os materiais mais exportados pelo setor são os químicos para couro, que geraram US$ 93,94 milhões nos primeiros cinco meses do ano, 13% mais do que no mesmo período do ano passado. Na sequência apareceram os cabedais, com US$ 28,2 milhões (queda de 71%); químicos para calçados/adesivos, com US$ 23,77 milhões (incremento de 11%); laminados sintéticos, com US$ 8,6 milhões (incremento de 1%); solados, com US$ 2,48 milhões (queda de 38%); e palmilhas, com US$ 887,78 mil (queda de 118%)

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/06/2023 0 Comentários 517 Visualizações
Business

Bfshow abre as portas da indústria brasileira para o mundo

Por Marcel Vogt 27/06/2023
Por Marcel Vogt

A quinta maior indústria mundial, a principal do Ocidente, abre as portas para o mundo nos dias 21 a 23 de novembro, no Centro de Eventos da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs). Nessa data acontece a primeira edição da Brazilian Footwear Show (Bfshow), feira internacional de calçados promovida pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a NürnbergMesse Brasil.

É um momento histórico não somente para nossa indústria nacional, mas para o mercado mundial.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que a mostra foi uma demanda que partiu da indústria brasileira, com o objetivo de ser o ponto de encontro do calçado Made in Brazil e o mundo. Focada em negócios e com marcas como Democrata, Pegada, Piccadilly, Wirth, Carrano, Bibi, Klin e Kidy entre as muitas confirmadas, o evento tem mais de 70% dos polos calçadistas brasileiros representados. Segundo o dirigente, a maior indústria de calçados fora da Ásia merecia um evento desse porte, realizado pela associação que representa a indústria calçadista brasileira. “É um momento histórico não somente para nossa indústria nacional, mas para o mercado mundial”, comenta o executivo, acrescentando que, no evento, os compradores internacionais encontrarão as principais novidades do setor para a estação Outono/Inverno, com atributos inovadores e de sustentabilidade.

Potência internacional

A indústria calçadista brasileira é uma potência.

Com o apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), por meio dos seus nove escritórios internacionais, além do Projeto Comprador Internacional, realizado no âmbito do Brazilian Footwear, a Bfshow será um evento internacionalizado.

A gestora de Projetos da Abicalçados, Letícia Sperb Masselli, conta que a Bfshow reúne a expertise da equipe da entidade, que tem mais de 20 anos de experiência na promoção da participação brasileira em feiras internacionais e que sempre organiza uma das maiores delegações estrangeiras nas principais feiras calçadistas da Europa, como Micam Milano e Expo Riva Schuh. “Por mais que tenhamos delegações expressivas em eventos na Europa, elas não se comparam ao que apresentaremos na Bfshow. A indústria calçadista brasileira é uma potência e nosso evento reúne uma diversidade de fornecedores e marcas que podem atender às mais diferentes demandas”, explica Letícia, ressaltando que já estão confirmadas empresas que respondem por mais de 80% da produção nacional de calçados infantis, 73% dos calçados masculinos e 43% dos femininos. “Os números devem aumentar até novembro. O fato é que será uma feira bastante diversificada, onde o comprador poderá ver o que existe de melhor em termos de qualidade, preço, design, flexibilidade nas negociações e o diferencial competitivo que é o Origem Sustentável, primeira certificação em ESG e processos sustentáveis da cadeia calçadista no mundo”, diz a gestora.

Diferencial

Outro fator que chama a atenção na realização da Bfshow é ter na operação um dos principais grupos promotores de mostras do mundo, o alemão NürnbergMesse. O portfólio do grupo possui mais de 120 feiras e congressos internacionais (14 deles no Brasil) e mais de 40 pavilhões. Anualmente, cerca de 30 mil expositores e mais de 1,5 milhão de visitantes participam dos eventos organizados pela NürnbergMesse, que está presente, por meio de suas subsidiárias, na China, Estados Unidos, Brasil, Grécia, Itália e Índia. O grupo ainda possui uma rede com cerca de 50 representantes, que operam em mais de 116 países.

O CEO do grupo no Brasil, João Paulo Picolo, reforça o caráter internacional do evento. “Em Porto Alegre, teremos uma logística preparada para receber compradores de todo o mundo. Os pavilhões do Centro de Eventos da Fiergs ficam a menos de 10 minutos de carro do Aeroporto Internacional Salgado Filho e contam com infraestrutura completa para a comodidade do comprador, para que esse se preocupe exclusivamente com os bons negócios”, ressalta.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/06/2023 0 Comentários 637 Visualizações
Business

Projeção da Abicalçados aponta crescimento gradual na indústria

Por Amanda Krohn 27/01/2023
Por Amanda Krohn

Com a projeção de um crescimento mais tímido em 2023, de 1,6% em produção, a indústria calçadista brasileira está cautelosa e observando os próximos passos da economia nacional e internacional. O cenário no mercado doméstico é de desaquecimento, com endividamento recorde das famílias (80%) e inflação crescente. No âmbito internacional, o cenário não é muito diferente, com a escalada da inflação, impulsionada pelos problemas logísticos pós-Covid 19 e pelo conflito no Leste Europeu, somada ao desaquecimento de grandes economias mundiais, caso dos Estados Unidos e Zona do Euro.

A projeção da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), no entanto, é de crescimento muito acima da previsão de incremento do PIB brasileiro para 2023 (0,7%). O presidente-executivo da entidade, Haroldo Ferreira, destaca que o setor calçadista, historicamente, cresce mais do que a economia brasileira, o que mostra a pujança de uma atividade que emprega, diretamente, mais de 300 mil pessoas em todo o País. “Será um ano de desafios, mas nada que o setor não esteja acostumado. Ao longo dos anos, passamos por crises, algumas mais outras menos graves, mas sempre saímos fortalecidos. Em 2023, as dificuldades maiores devem ser no mercado externo, sendo que as exportações devem perder espaço para o mercado interno. Em um país com um mercado doméstico como o nosso, isso está longe de ser terra arrasada”, comenta, ressaltando que os embarques devem registrar queda de 5,7% ao longo do ano (em pares).

Investimentos

Algumas empresas estão otimistas para 2023, mesmo com todos os desafios pela frente. É o caso da Calçados Gonçalves, de Rolante/RS, que no final do ano passado anunciou a compra da marca Cravo & Canela. Com uma produção de 6 mil pares diários, 100% deles na modalidade private label – com a marca do cliente -, a Gonçalves cresceu 30% em faturamento em 2022. “Ano passado foi, de fato, o ano da retomada, principalmente no mercado internacional, onde comercializamos 50% da nossa produção – 95% delas para os Estados Unidos. Em 2021, ainda sentíamos os efeitos da Covid-19 e o mercado ainda estava receoso”, conta o diretor da empresa, Ademir Gomes Gonçalves.

Com a aquisição da marca Cravo & Canela, a Calçados Gonçalves espera seguir em crescimento em 2023. O empresário conta que ao longo do ano corrente será realizado um planejamento da nova marca, com adequações no perfil dos consumidores. “Em 2023, nossa projeção é de crescimento de 10% sobre 2022, que foi um ano muito bom. Mas, será a partir de 2024, com a marca própria adequada, que esperamos crescer mais, em torno de 30%. Em 2023 e 2024, planejamos investir mais de R$ 15 milhões em estrutura, desenvolvimento de marca e tecnologia”, projeta Gonçalves.

Adaptação

O diretor da Randall, de Nova Serrana/MG, Pedro Gomes da Silva, revela que o ano de 2022 foi de crescimento expressivo para a empresa, que passou de uma produção de 372 mil pares, em 2021, para mais de 554 mil pares produzidos, um incremento produtivo de quase 50%. Segundo ele, os desafios de 2023, que não são poucos, ensejam mudanças, adaptações para os calçadistas. “Agora precisaremos ir ao mercado vender. Em 2022 fomos – muito – comprados”, afirma o empresário, ressaltando que, no ano passado, em agosto, empresas do polo mineiro já tinham vendas até o final de dezembro.

Exportando cerca de 2% da produção para países da América Latina, nos próximos anos, a Randall buscará aumentar a presença internacional. “Nossa meta é fechar em 10% para exportação. Sabemos da importância do nosso mercado interno e por isso não queremos aumentar muito mais essa fatia”, diz. Para Silva, 2023 será um ano para manter as conquistas de 2022. “O cenário não está tão positivo, percebemos que os lojistas estão mais receosos. Por exemplo, nesta fase do ano já teríamos 30 mil pares em fevereiro, mas estamos com 12 mil”, revela o empresário.

Cautela

Outra empresa que está cautelosa com as projeções é a Redeplast, de Novo Hamburgo/RS. Segundo os diretores da indústria, Juliano Martins e Maurício Martins, após crescer cerca de 50% nos dois últimos anos (35% em 2021 e 15% em 2022), impulsionados, principalmente, pelas exportações, a empresa trabalha para manter os números positivos ao longo do ano corrente. “Sentimos que o comprador está mais cauteloso, principalmente no e-commerce. Na pandemia, ocorreu um boom das vendas on-line, mas que caiu rapidamente assim que abriram as lojas físicas. Algumas empresas pensaram que íamos seguir assim. Foi um erro de planejamento por parte de alguns empresários, que agora estão sofrendo com estoques elevados”, opina Juliano Martins. A exportação, segundo ele, deve seguir crescendo de importância, embora o cenário internacional se mostre ainda mais desafiador para a empresa.

Entre os principais desafios para a atividade nos próximos anos, o empresário destaca o aumento dos custos com insumos, provocados pela alta inflação internacional, e o aumento dos custos logísticos, com fretes. O cenário de incertezas também fez com que a empresa colocasse o pé no freio com relação aos investimentos. “Viemos investindo bastante nos últimos dois anos. Para 2023, no primeiro semestre não temos previsão. Conforme for o andamento, iremos voltar a investir a partir da segunda parte do ano”, conta Juliano Martins, ressaltando que a empresa, que hoje produz 17 mil pares de calçados diariamente, tem capacidade para produzir 26 mil. “Temos espaço para crescer”, conclui.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/01/2023 0 Comentários 546 Visualizações
Business

Abicalçados estima que produção do setor deve crescer 1,6% em 2023

Por Amanda Krohn 12/12/2022
Por Amanda Krohn

Com a projeção de terminar 2022 com um crescimento estimado em 3% (para 843,8 milhões de pares), a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) projeta incremento mais tímido para 2023: 1,6% (para 857,3 milhões de pares). O menor ritmo de crescimento se dá pela desaceleração internacional e inflação mundial, provocadas, principalmente, pela guerra no Leste Europeu, e pelo retorno gradual da China no mercado internacional, o que deve provocar uma queda de 5,7% nas exportações de calçados ao longo do próximo ano.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que o mercado interno deve ter mais peso na performance do setor ao longo de 2023. “Ocorrerá uma inversão. Em 2022, tivemos um pico nas exportações de calçados, algo que deve se ajustar para 2023. Ainda assim, mantendo-se 15,3% acima de 2019. Já o mercado doméstico, que responde por cerca de 85% das nossas vendas, deve ter maior relevância para o desempenho”, avalia o executivo, ressaltando que, neste contexto, deve influenciar o endividamento recorde das famílias brasileiras – hoje em 79%. “Mesmo prevendo um ano mais difícil do que 2022, vamos crescer, como de praxe, acima do PIB brasileiro, que tem uma previsão de crescimento de 0,75% para 2023”, acrescenta Ferreira.

Peso das exportações

Segundo o dirigente da Abicalçados, o ano de 2022 foi de recuperação para a atividade, após as perdas provocadas pela pandemia de Covid-19. Dados mais recentes elaborados pela entidade apontam que, entre janeiro e novembro, as exportações de calçados somaram 129,2 milhões de pares e US$ 1,2 bilhão, incrementos de 16,7% e de 49%, respectivamente, ante o mesmo período de 2021. Diante de um último trimestre de desaquecimento na economia internacional e o aumento da presença chinesa no mercado mundial do setor, a expectativa é encerrar 2022 com um incremento de 14% no volume embarcado, em relação a 2021. “O coeficiente das exportações – vendas internacionais sobre o total fabricado girou em torno de 17% ao longo de 2022. Para o próximo ano, devemos ter um ajuste para 15% nesse índice”, projeta. Já as vendas domésticas, conforme o IBGE, cresceram 4% entre janeiro e outubro em relação ao mesmo período de 2021.

A recuperação das exportações ao longo de 2022 refletiu diretamente na geração de empregos, principalmente porque os embarques cresceram, em sua maioria, no segmento de calçados de maior valor agregado – couros -, que exigem mais mão de obra na fabricação. Dados elaborados pela Abicalçados apontam que, entre janeiro e outubro foram gerados 43,5 mil postos de trabalho na atividade, somando um estoque de cerca de 310 mil pessoas empregadas diretamente na indústria calçadista, 12% mais do que no ano passado, o melhor resultado dos últimos sete anos.

Projeções 2023

Produção de calçados: +1,6%
Exportações de calçados: -5,7%
Coeficiente de exportação: 15%

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/12/2022 0 Comentários 628 Visualizações
Business

Setor calçadista desacelera e deve crescer 1,6% em 2023

Por Amanda Krohn 10/11/2022
Por Amanda Krohn

A inflação mundial, a escalada dos juros norte-americanos e o endividamento crescente das famílias brasileiras devem ter impacto no crescimento do setor calçadista em 2023. Em 2022, o crescimento deve ser na faixa de 3,9% na produção, enquanto no próximo ano o incremento deve ser mais tímido, na faixa de 1,6%. Esses e outros dados foram divulgados na terça-feira (9), durante o Análise de Cenários, evento digital realizado duas vezes ao ano pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) que contou com apresentações da coordenadora de Inteligência de Mercado da entidade, Priscila Linck, e do doutor em economia e consultor setorial Marcos Lélis.

Na primeira parte do evento, Lélis destacou que a inflação mundial, impulsionada pelos problemas logísticos pós-Covid 19 e agora pelo conflito no Leste Europeu, somada ao desaquecimento de grandes economias mundiais, caso dos Estados Unidos e Zona do Euro, devem ser determinantes para a menor dinâmica de crescimento para o setor calçadista em 2023. “Na tentativa do controle inflacionário, também assistimos os Estados Unidos aumentarem os juros, o que tem impacto no câmbio”, comentou. Segundo ele, neste cenário de desaquecimento da economia mundial, as previsões de crescimento para o PIB do mundo em 2023 estão sendo revistas para baixo. “Em 2023, o mundo deve crescer apenas 2,7%, pior resultado nos últimos três anos”, disse.

Lélis ressaltou, ainda, que a economia brasileira acompanha a dinâmica mundial e que vem em desaceleração já nos últimos meses de 2022. “No Brasil, se somam aos problemas macroeconômicos, o endividamento das famílias, que está em 80%, número recorde. Isso tem impacto direto no consumo, já que as pessoas optam por consumir o básico para subsistência”, avaliou, ressaltando que hoje, a cesta básica consome 59% do valor do salário mínimo, bem acima do patamar histórico. “Em 2018, o salário mínimo consumia 47% do salário”, disse.

Na tentativa de conter a inflação brasileira, a alta dos juros também é uma realidade com impacto importante nos investimentos. Atualmente com uma inflação acumulada de 7,2% nos últimos 12 meses, o Banco Central vem aumentando a Selic. “O Brasil tem a maior taxa de juros entre os países do G20, com exceção da Argentina. Para 2022, devemos fechar com uma taxa de 13,75%, ao passo que em 2023 não devemos notar grande redução, encerrando na casa de 11,25%”, projetou Lélis. Com o cenário, segundo o consultor, o PIB brasileiro deve crescer 2,76% no ano corrente e apenas 0,68% em 2023.

Calçados

Na sequência, Priscila Linck destacou o cenário especificamente para o setor calçadista. “Aqui, somam-se aos problemas econômicos já listados, a queda da importação dos Estados Unidos, a crise argentina e a retomada das exportações chinesas, que têm impacto nos nossos principais mercados para calçados”, disse. Segundo ela, entre janeiro e setembro deste ano, a produção de calçados alcançou 621 milhões de pares, 4,7% mais do que no mesmo período do ano passado. A dinâmica de crescimento, no entanto, tem arrefecido nos últimos meses do ano.

Para 2022, a economista projeta um crescimento de 3,9% na produção de calçados, fechando o ano com 851 milhões de pares produzidos. Já para 2023, a previsão é de um crescimento mais tímido, de 1,6%. “Manteremos uma tendência de crescimento acima dos outros setores econômicos. O PIB brasileiro de 2023 deve crescer 0,7%, então temos o dobro de crescimento”, destacou Priscila. O reflexo do crescimento do setor em 2022 se deu diretamente no aumento do nível de emprego. Entre janeiro e setembro, a atividade gerou 44 mil novos postos de trabalho, encerrando o período com mais de 310 mil pessoas empregadas diretamente, o melhor registro em sete anos.

Exportações

A exportação, que teve papel determinante no crescimento da produção de calçados ao longo de 2022, deve diminuir ao longo do próximo ano. Entre janeiro e outubro, o setor exportou 119 milhões de pares, que geraram US$ 1,1 bilhão, incrementos de 20% em volume e de 55% em receita na relação com o mesmo período do ano passado. Porém, Priscila destacou que o mercado já vem refletindo o desaquecimento internacional e o aumento da concorrência chinesa nos últimos dois meses registrados. Em setembro, na relação com mesmo mês de 2021, a queda em pares foi de 6%, enquanto que em outubro essa mesma queda ficou em 12,7%. Já as exportações de calçados da China vem em incremento, tendo aumentado quase 11% no período. “A tendência para 2023 é que as exportações percam participação na produção brasileira. Chegamos a um coeficiente de exportação de 17,4% da produção, muito superior aos patamares históricos. Para 2023, esse coeficiente deve se ajustar e ficar em 15,4%, o que também denota o aumento do peso do mercado doméstico”, projetou a coordenadora.

Segundo Priscila, em 2022 as exportações devem crescer cerca de 14% em relação a 2021, em pares, totalizando mais de 133 milhões de pares embarcados ao exterior. Já para o próximo ano, deve haver uma queda de 5,7% no comparativo com 2022, embora o setor siga positivo em relação à pré-pandemia, em 2019, em 15,3%. “O aumento da participação das importações chinesas, principalmente em mercados importantes para o nosso calçado, como Estados Unidos e Argentina, terá impacto significativo”, destacou. A íntegra da apresentação no evento pode ser assistida no site.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/11/2022 0 Comentários 616 Visualizações
Business

Setor calçadista registra melhor resultado na geração de emprego em sete anos

Por Amanda Krohn 28/10/2022
Por Amanda Krohn

Dados fornecidos pelo Ministério do Trabalho e Previdência e elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que, no mês de setembro, a indústria calçadista gerou 4,54 mil postos na atividade, somando 44,4 mil empregos gerados entre janeiro e setembro deste ano. Com isso, o setor soma, em todo o Brasil, 310,64 mil empregos diretos, 14,2% mais do que no mesmo período do ano passado.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que o setor soma a melhor performance em geração de empregos desde setembro de 2015. “A indústria calçadista, embalada principalmente pelas exportações, vem recuperando rapidamente os níveis de emprego e já está gerando 10% mais empregos do que no mesmo período da pré-pandemia, em 2019”, comemora o executivo. Entre janeiro e setembro, conforme dados elaborados pela Abicalçados, as exportações de calçados somaram US$ 990 milhões, 60% mais do que no mesmo período do ano passado.

RS: o maior empregador

Entre janeiro e setembro, a indústria calçadista gaúcha gerou 9,47 mil postos de trabalho, encerrando o mês nove com 85,32 mil pessoas empregadas na atividade, 11,3% mais do que no mesmo período do ano passado. O setor calçadista no Rio Grande do Sul responde por 27,5% dos empregos brasileiros gerados na atividade.

O segundo estado que mais emprega na atividade calçadista é o Ceará, que entre janeiro e setembro gerou 9,15 mil empregos, somando um total de 70,66 mil pessoas empregadas na atividade, 12,8% mais do que no mesmo intervalo de 2021. O terceiro empregador do setor calçadista no Brasil é a Bahia, que nos nove primeiros meses do ano gerou 8,65 mil postos de trabalho. Com isso, a indústria calçadista baiana soma um total de 44,34 mil pessoas empregadas na atividade, 27% mais do que no mesmo período do ano passado.

O quarto maior empregador do setor é São Paulo. Entre janeiro e setembro, a indústria calçadista paulista gerou 7,57 mil empregos, somando um total de 36,38 mil pessoas empregadas na atividade, 16,7% mais do que no mesmo período de 2021. Confira as tabelas completas por Estado no link.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/10/2022 0 Comentários 601 Visualizações
Business

No México, feira de componentes gera US$ 3,5 milhões para brasileiros

Por Amanda Krohn 25/10/2022
Por Amanda Krohn

A Anpic, que ocorreu entre a quarta-feira (19) e a sexta-feira (21), em León/México, terminou com US$ 3,5 milhões em negócios gerados para empresas brasileiras. O valor está em relatório da Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), promoveu a participação de 21 empresas verde-amarelas. A ação é realizada em parceria com o By Brasil Components, Machinery and Chemicals, programa de internacionalização do setor mantido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil)

O gestor de Mercado Internacional da Assintecal, Luiz Ribas Júnior, destaca que o resultado da participação é quase quatro vezes maior do que o registrado na mais recente edição, em 2021. “A performance corrobora o bom momento das exportações do setor brasileiro de componentes para couro e calçados, principalmente para países da América Latina”, avalia o gestor, ressaltando que, hoje, dos dez principais destinos dos produtos brasileiros no exterior, seis são latino-americanos. “Especificamente para o México, nos nove primeiros meses do ano exportamos o equivalente a US$ 5,3 milhões em componentes brasileiros, 30% mais do que no mesmo período do ano passado”, informa. A participação brasileira na feira mexicana fez parte do projeto MPE Exportadora, que em parceria com o Sebrae, através da ação Integra Moda, busca ampliar e qualificar as exportações de micro e pequenas empresas do setor de componentes.

Anpic

Na sua 60ª edição, a Anpic reuniu mais de 300 expositores e recebeu mais de 9 mil visitantes de cerca de 30 países, a maior parte deles da América Latina. Participaram, com o apoio do By Brasil Componentes, Machinery and Chemicals, as empresas brasileiras Maquetec, Kisafix, Magma, Altero, RR Componentes, Alyni’s, Comprofan, Difer, Free Saltos, Gelprene, Gradus, Injepol, Maquetec, Miroeva, Monato, Palagi, Polly Química, Sud Leather, Usicon, Usitec e Wiva Bordados.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/10/2022 0 Comentários 659 Visualizações
Business

Exportações do setor calçadista até setembro superam 2021

Por Felipe Schwartzhaupt 06/10/2022
Por Felipe Schwartzhaupt

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que, entre janeiro e setembro, as exportações do setor somaram 107,9 milhões de pares, que geraram US$ 990,35 milhões, resultados superiores tanto em volume (+25%) quanto em receita (+60%) em relação ao mesmo período do ano passado. O valor gerado já supera o registrado em todo o ano de 2021 – quando as exportações geraram US$ 900 milhões. Segregando apenas o mês de setembro, foram embarcados 10,33 milhões de pares por US$ 109,45 milhões, resultado inferior em volume (-6%) e superior em receita (+42%) em relação ao mês correspondente do ano passado.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, avalia que as exportações do setor já estão amplamente recuperadas das perdas provocadas pela pandemia de Covid-19. “Em relação ao mesmo período de 2019, portanto na pré-pandemia, já crescemos mais de 35% (em receita). Também aumentamos o preço médio do par embarcado, de US$ 7 para US$ 10,60, o que demonstra que estamos exportando produtos com maior valor agregado. É um bom momento para as exportações brasileiras”. Segundo o executivo, impactam positivamente o aumento dos embarques para os países vizinhos, que vêm sofrendo com os altos custos de fretes da Ásia. “Existe um momento de busca desses países por fornecedores mais próximos geograficamente. O Brasil, como é o principal produtor fora da Ásia, vem atraindo esses mercados”, comenta Ferreira, ressaltando que dos dez principais destinos do calçado brasileiro no exterior, oito são do continente.

O principal destino das exportações de calçados brasileiros, entre janeiro e setembro, foi os Estados Unidos. No período, foram embarcados para lá 15,3 milhões de pares, que geraram US$ 270,78 milhões, resultados superiores tanto em volume (+51,7%) quanto em receita (+77%) na relação com o mesmo intervalo do ano passado.

O segundo maior importador do calçado verde-amarelo dos nove meses foi a Argentina, apesar da dilatação – até dezembro – da resolução do Banco Central da República Argentina (BCRA) que altera o acesso ao Mercado único de Câmbio para pagamento de importações e que libera os pagamentos das mercadorias importadas somente após 180 dias. “Não é a primeira vez que enfrentamos dificuldades na Argentina e sempre mantivemos uma participação relevante. É um mercado cativo para o calçado brasileiro”, avalia Ferreira. Entre janeiro e setembro, os hermanos importaram 13,35 milhões de pares brasileiros, pelos quais foram pagos US$ 145,3 milhões, resultados superiores tanto em volume (+44,8%) quanto em receita (+80,3%) em relação ao período correspondente de 2021.

O terceiro destino do calçado brasileiro no exterior foi a França. Entre janeiro e setembro, foram embarcados para lá 5,3 milhões de pares, que geraram US$ 48,85 milhões, resultado estável em volume e incremento de 14,6% em receita na relação com o mesmo intervalo do ano passado.

Estados

O principal exportador de calçados do Brasil segue sendo o Rio Grande do Sul. Entre janeiro e setembro, saíram das fábricas gaúchas rumo ao exterior 33,18 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 471,83 milhões, incrementos tanto em volume (+49,7%) quanto em receita (+73,3%) em relação ao mesmo intervalo do ano passado.

A segunda origem das exportações brasileiras de calçados foi o Ceará, que no período embarcou 31,44 milhões de pares por US$ 200,53 milhões, altas de 19,4% e 36%, respectivamente, ante mesmo ínterim de 2021.

No terceiro posto entre os exportadores do setor está São Paulo, que entre janeiro e setembro embarcou 8 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 103,4 milhões, incrementos de 31,7% e de 58,5%, respectivamente, na comparação com o mesmo intervalo do ano passado.

O quarto exportador de calçados do Brasil foi Minas Gerais, de onde partiram 10,17 milhões de pares por US$ 64,6 milhões, números superiores tanto em volume (+35,5%) quanto em receita (+82,7%) em relação aos nove meses de 2021.

Importações

No mês nove, entraram no Brasil 1,86 milhão de pares, pelos quais foram pagos US$ 37,17 milhões, incrementos de 50% e de 65% em relação ao mesmo mês do ano passado. A principal origem das importações do mês foi o Vietnã, que embarcou para o Brasil 975,45 mil pares por US$ 19,84 milhões, resultados superiores tanto em volume (+69,3%) quanto em receita (+110%) em relação a setembro de 2021. Em seguida apareceram Indonésia (2,3 milhões de pares e US$ 5,74 milhões, altas de 12,5% e de 3,6%) e China (172,5 mil pares e US$ 3,46 milhões, quedas de 4,5% e de 5,3%).

No acumulado dos nove meses, as importações somaram 20,28 milhões de pares e US$ 271,43 milhões, incrementos tanto em volume (+23%) quanto em receita (+15,6%) em relação ao mesmo período do ano passado. A principal origem do ano foi o Vietnã, que embarcou para o Brasil 6 milhões de pares por US$ 126 milhões, quedas de 10,2% e de 4,4%, respectivamente, ante mesmo intervalo de 2021. A segunda origem das importações foi a Indonésia, com 2,3 milhões de pares e US$ 46 milhões, altas de 12% e de 23,3% em relação ao mesmo período do ano passado. A China aparece na terceira posição entre os países que mais venderam calçados para o Brasil, com 8,77 milhões de pares e US$ 38,6 milhões, altas de 53,3% e de 46%, respectivamente, no comparativo com 2021.

Em partes para calçados – cabedais, palmilhas, solas, saltos etc – as importações dos nove meses somaram US$ 21,9 milhões, 13% mais do que no mesmo período do ano passado. As principais origens foram China, Vietnã e Paraguai.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/10/2022 0 Comentários 633 Visualizações
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