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setor calçadista

Business

Sem demanda, calçadistas somam 32,8 mil demissões

Por Gabrielle Pacheco 19/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

A falta de demanda do varejo doméstico aliada à queda nas exportações, em função do alastramento da pandemia da Covid-19, têm provocado uma onda de demissões no setor calçadista brasileiro. Números atualizados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que, do final de março até o dia 19 de maio, foram desligados 32,8 mil trabalhadores no setor, mais de 12% do total empregado na atividade (269 mil pessoas, em dezembro de 2019).

Os estados que mais demitiram na atividade foram São Paulo (10,16 mil demissões), Rio Grande do Sul (8,93 mil demissões) e Minas Gerais (5 mil demissões). Os estados do Nordeste somam 6,12 mil desligamentos no período.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, ressalta que o fato de o varejo físico estar fechado, ou com restrições, na maior parte do País, é o principal motivo para o quadro. “O setor já está prevendo uma queda de até 30% na produção de calçados, o que significa mais de 260 milhões de calçados que não serão produzidos esse ano. Voltaremos ao patamar de 16 anos atrás”, lamenta, ressaltando que a entidade defende o retorno gradual, e seguro, às atividades do comércio.

Segundo o dirigente, como o mercado doméstico responde por mais de 85% das vendas do setor, o impacto é devastador para a atividade. “Com o varejo fechado não existem novos pedidos e a indústria não tem o que produzir. O resultado é esse quadro, de colapso econômico, que vem acompanhado da sua faceta mais cruel, que é o desemprego”, conclui.

Além da queda no mercado doméstico, que foi de quase 40% em março, no comparativo com o mesmo mês do ano passado, o revés nas exportações piorou o quadro. O dado mais recente aponta que, em abril foram embarcados 4,84 milhões de pares por US$ 30,3 milhões, quedas de 40% em volume e de 60,8% em dólares na relação com mesmo mês do ano passado. Em 2020, conforme a Abicalçados, os embarques devem cair entre 22,4% e 30,6%, ante 2019, fechando entre 89 milhões e 80 milhões de pares vendidos no exterior, pior resultado desde 1983.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/05/2020 0 Comentários 513 Visualizações
Business

Produção de calçados deve cair até 30% em 2020

Por Gabrielle Pacheco 15/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Os impactos da pandemia do novo coronavírus na produção de calçados podem fazer com que a produção do setor caia até 30% em 2020. A estimativa foi apresentada na última quinta-feira, 14, durante o evento Análise de Cenários, realizado pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados). Pela primeira vez no formato on-line, o já tradicional encontro com economistas setoriais, contou com exposições do doutor em Economia e professor Marcos Lélis, e da coordenadora de Inteligência de Mercado da Abicalçados, Priscila Linck, e foi assistido por mais de 200 pessoas.

Lélis ressaltou que os efeitos da pandemia estão sendo sentidos desde fevereiro, mas que houve um salto nos últimos dois meses. Segundo ele, a economia mundial deve cair mais de 3% em 2020, número que deve ser puxado pelos Estados Unidos (-5,9%) e pela Zona do Euro (-7,5%). Diante disso, a China, que iniciou a reabertura da economia antes dos demais países, deve crescer 1,2%, se aproximando ainda mais dos Estados Unidos na liderança econômica mundial. “Uma saída para arrefecer a crise tem sido a injeção de moeda. As maiores economias mundiais têm feito isso. Até abril, estima-se a injeção de mais de US$ 18 trilhões no mundo”, explicou, ressaltando que o Brasil tem resistido a adotar o mecanismo. “A economia tem mostrado que é preciso atuar, fazer política fiscal ativa. O próprio FMI tem orientado os governos a gastar mais neste momento de pandemia”, disse.

Na economia brasileira, Lélis apontou para uma estimativa de queda de 5,3% no PIB. “Em 2015/2016 tivemos uma queda de 7% e depois tivemos um crescimento médio de 1%. Ou seja, não nos recuperamos de uma crise e estamos caindo em outra”, ressaltou. Segundo ele, existe uma precarização da economia brasileira que se dá, especialmente, pela falta de investimentos, tanto público quanto privados, que registram queda de 49% desde 2014. “O Brasil já tinha uma estimativa de arrefecimento do crescimento antes mesmo do coronavírus”, lembrou. Segundo ele, uma saída para diminuir os efeitos da crise seria a retomada do investimento público, que por sua vez estimularia as empresas. Lélis ressaltou que, com o Brasil caindo a taxa prevista em 2020, o desemprego pode atingir mais de 20% da população, número que dificultaria, ainda mais, a retomada econômica.

Efeitos diretos

Um dos efeitos diretos da pandemia tem se dado na Indústria da Transformação brasileira, que registrou um tombo de 10% em março, fechando o trimestre com queda acumulada de 3%. O uso da capacidade instalada no setor, segundo Lélis, já está em 57%.

No setor calçadista, especificamente, a queda foi de 29% em março, fechando o acumulado de -10% no trimestre, sempre na relação com igual período do ano passado.

Na sequência, Priscila detalhou a situação das fábricas de calçados, que devem ver a produção despencar mais de 70% em abril, considerado o ápice da crise. No semestre, a queda deve ficar entre 29,9% e 33,5%. Com isso, no ano a queda deve ficar entre 21% e 30%, o que significaria de 191 milhões a 265 milhões de pares a menos em relação ao ano passado. “Com o resultado, voltaríamos aos patamares de 16 anos atrás”, disse. O fato, embalado pela crise de vendas no mercado doméstico, responsável por mais de 85% das vendas do setor, deve resultar na perda de postos.

Até abril, conforme levantamento da Abicalçados, foram perdidos 31 mil postos em função das quedas na produção. Para o ano, a estimativa é de que o setor perda até 57 mil postos, caso a crise mantenha o ritmo atual. Em dezembro do ano passado o setor empregava 269 mil pessoas, número que pode fechar 2020 em 212 mil.

Além da queda no consumo doméstico, a Abicalçados também prevê uma quedas na exportações de calçados. Em 2020, os embarques devem cair entre 27,3% e 30,6%, ante 2019, fechando entre 89 milhões e 80 milhões de pares vendidos no exterior, pior resultado desde 1983.

Pleitos

A Abicalçados segue trabalhando em prol do setor calçadista brasileiro, reunindo informações junto às empresas, que servirão de insumo para a realização de pleitos junto ao Governo Federal. O objetivo é mitigar os efeitos da crise do novo coronavírus sobre o setor. Entre as principais bandeiras está a facilitação do acesso ao crédito e ampliação da MP 936, que flexibiliza os contratos neste momento de pandemia como forma de manutenção dos empregos e da saúde financeira das empresas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/05/2020 0 Comentários 591 Visualizações
Movimento
Business

Pesquisa da Abicalçados aponta que setor calçadista perdeu mais de 30 mil postos de trabalho

Por Gabrielle Pacheco 13/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) vem atualizando semanalmente os dados do impacto da pandemia do novo coronavírus no setor. O mais recente levantamento aponta que, do final de março até o último dia 12 de maio, o setor perdeu 30,9 mil postos de trabalho, 11,5% da força de trabalho da atividade (270 mil postos diretos, em dezembro de 2019). Os estados mais afetados foram São Paulo, com a perda de 10 mil postos (32% do total de demissões); Rio Grande do Sul, com 7,82 mil demissões (25% do total); e Minas Gerais, com 5 mil postos perdidos (16% do total). O estados do Nordeste somam 5,46 mil demissões (18% do total).

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, ressalta que não existe perspectiva de melhoras no quadro, especialmente enquanto o varejo físico não estiver em funcionamento. “Defendemos o retorno gradual, e com a segurança, do varejo brasileiro. Infelizmente, muitas fábricas estão sem novos pedidos, ou mesmo com cancelamentos, pois o lojista não está vendendo. Sem ter o que produzir, é impossível segurar a mão de obra”, lamenta o executivo, acrescentando que mais de 85% das vendas da indústria calçadista brasileira são realizadas no mercado interno. Desde o início da pandemia, 70% das fábricas tiveram que demitir trabalhadores em algum momento. “Muitas empresas estão tentando segurar trabalhadores por meio da redução da jornada de trabalho, com redução salarial correspondente, permitida pela MP 936. Porém, é uma medida paliativa neste momento”, conclui.

Conforme o levantamento da Abicalçados, em 2020 a produção de calçados deve registrar um tombo de até 30%, especialmente em função da queda das vendas no mercado brasileiro. O IBGE aponta que, em março, as vendas do setor caíram 39,6%, no comparativo com o mesmo mês de 2019. No trimestre, segundo a mesma fonte, a queda chegou a 12,4%, em relação a igual ínterim do ano passado.

Exportações

Além da situação doméstica, o setor também tem sido impactado pela queda brusca nas exportações. Em abril foram embarcados 4,84 milhões de pares por US$ 30,3 milhões, quedas de 40% em volume e de 60,8% em faturamento na relação com mesmo mês do ano passado. Com o resultado, no quadrimestre, as exportações somaram 36,87 milhões de pares e US$ 271,2 milhões, quedas de 14,4% em volume e de 21% em faturamento na relação com período correspondente de 2019.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/05/2020 0 Comentários 493 Visualizações
Business

Pandemia da covid-19 derruba exportações de calçados

Por Gabrielle Pacheco 12/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

A crise provocada pela pandemia da covid-19 teve papel fundamental na queda das exportações de calçados no quadrimestre. Conforme dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), em abril foram embarcados 4,84 milhões de pares por US$ 30,3 milhões, quedas de 40% em volume e de 60,8% em faturamento na relação com mesmo mês do ano passado.Com o resultado, no quadrimestre, as exportações somaram 36,87 milhões de pares e US$ 271,2 milhões, quedas de 14,4% em volume e de 21% em faturamento na relação com período correspondente de 2019.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que o quadro é explicado pela crise provocada pelo alastramento da covid-19, especialmente nos Estados Unidos, histórico e principal cliente do calçadista brasileiro no exterior. Entre janeiro e abril, os norte-americanos importaram 3,1 milhões de pares por US$ 51,32 milhões, quedas de 35,4% em volume e de 26,7% em faturamento na relação com o mesmo período do ano passado.

O segundo comprador internacional do quadrimestre foi a Argentina, para onde foram enviados 2,68 milhões de pares, que geraram US$ 28 milhões, incremento de 7,4% em volume e queda de 10,6% em faturamento na relação com o primeiro quarto de 2019.

A França apareceu no terceiro posto entre os importadores de calçados brasileiros. No quadrimestre, os franceses importaram 2,5 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 16,16 milhões, quedas de 18,3% e de 13,3%, respectivamente, na relação com período correspondente do ano passado.

Estados

No quadrimestre, o maior exportador do Brasil foi o Rio Grande do Sul, de onde partiram 8,48 milhões de pares, que geraram US$ 114,75 milhões. As quedas foram de 17,5% em volume e de 24,8% em faturamento na relação com o mesmo período do ano passado.

Também com forte queda nos embarques, o Ceará foi o segundo exportador de calçados do quadrimestre. No período, os calçadistas cearenses enviaram ao exterior 13,46 milhões de pares por US$ 74,76 milhões, quedas de 20,5% e de 22,8%, respectivamente, ante igual ínterim de 2019.
Com quedas de 9% em volume e de 22,5% em faturamento, São Paulo foi o terceiro exportador do período, embarcando 2,32 milhões de pares por US$ 26,8 milhões.

O único estado com resultados positivos no ranking dos principais exportadores foi a Paraíba, de onde partiram 7,8 milhões de pares por US$ 24,74 milhões, incrementos de 13% em volume e de 16,5% em faturamento na relação com o mesmo período do ano passado. “Além de vir de uma base muito fraca ano ano de 2019, a Paraíba teve um incremento pontual nos embarques de chinelos, especialmente para a China”, explica Ferreira.

Importações

No quadrimestre, as importações somaram 10,45 milhões de pares e US$ 123,24 milhões, quedas de 10% em volume e de 0,6% em receita na comparação com igual período do ano passado.

As principais origens das importações no quadrimestre seguem sendo os países asiáticos, que corresponderam a 92% do total de pares importados pelo Brasil. No quadrimestre, o Vietnã, exportou para o Brasil 4,17 milhões de pares, o equivalente a US$ 70 milhões, números  5,2% e 10,7%, respectivamente, superiores aos registros de 2019. A segunda origem do calçado importado foi a Indonésia, com 1,23 milhão de pares e US$ 20,42 milhões, quedas de 24% e de 16,2%.  A China apareceu no terceiro posto, tendo exportado para o Brasil 4,1 milhões de pares por US$ 16,18 milhões, queda de 16% em volume e incremento de 1% em receita. Em partes de calçados – cabedais, solas, saltos, palmilhas etc – as importações chegaram a US$ 8,5 milhões, 22% menos do que no mesmo período de 2019. As principais origens de partes de calçados foram China, Vietnã e Paraguai.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/05/2020 0 Comentários 431 Visualizações
Movimento
Business

Abicalçados promove Análise de Cenários

Por Gabrielle Pacheco 07/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Com a difícil missão de lançar luzes sobre o atual momento da indústria calçadista brasileira, a Abicalçados promove, no próximo dia 14 de maio, a partir das 16h30min, mais uma edição do evento Análise de Cenários. Transmitido on-line, a exposição do doutor em Economia e professor Marcos Lélis, e da coordenadora de Inteligência de Mercado da Abicalçados, Priscila Linck, será aberta para todos, mediante inscrição prévia.

Priscila ressalta que, neste momento de incertezas, com o avanço rápido da pandemia da Covid-19 e os seus impactos econômicos e sociais, a informação é uma ferramenta vital para o setor calçadista. “Por isso, diferentemente de outras edições, abrimos o conteúdo para todos os empresários. Juntos vamos ultrapassar mais esse grande obstáculo”, comenta.

Atualmente, a crise provocada pelo coronavírus no setor já provocou mais de 28 mil demissões, mais de 10% da força de trabalho empregada na atividade, de acordo com o registrado em dezembro de 2019.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/05/2020 0 Comentários 521 Visualizações
Business

Setor calçadista perdeu 28,4 mil postos com pandemia

Por Gabrielle Pacheco 06/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) atualizou os dados dos impactos da pandemia da Covid-19 no setor. Conforme o levantamento, 73% das indústrias do segmento já retomaram as atividades, sendo apenas 6% delas com produção integral. Varejo fechado na maior parte dos estados brasileiros, bem como os efeitos da pandemia no principal mercado internacional para o calçado brasileiro, os Estados Unidos, são apontados como os principais motivos para o quadro. O atual contexto fez com que a Abicalçados revisasse a projeção de comportamento da produção para 2020, que deve cair até 29% ao longo do ano. Em janeiro, a previsão era de um crescimento de 2,5%.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que o contexto de avanço da pandemia tem afetado o setor calçadista brasileiro, que já soma 28,4 mil postos perdidos, conforme mais recente levantamento. O estado que mais perdeu postos foi São Paulo, com 9,8 mil, seguido pelo Rio Grande do Sul (7,7 mil), Minas Gerais (5 mil) e Santa Catarina (2,5 mil). Ferreira aponta que, mesmo com a ampla utilização da MP 936, que permite a redução de jornada de trabalho e de salários, entre outras, o impacto da crise tem feito com que o setor calçadista recorra a cortes de mão-de-obra. “Sem novos pedidos, infelizmente, as empresas não têm conseguido manter o quadro de funcionários”, lamenta o dirigente, ressaltando que 70% das empresas que responderam o levantamento tiveram que demitir em algum momento.

Exportações

O impacto da pandemia da Covid-19 não se resume ao mercado doméstico brasileiro. No exterior, a Abicalçados estima uma perda de até 30,6% nas exportações de calçados, em volume, o que deve ser impulsionado especialmente pelas quedas nos embarques para os Estados Unidos, principal destino do produto verde-amarelo no exterior. No acumulado do trimestre, foram embarcados para lá 2,8 milhões de pares de calçados, 28,9% menos do que no mesmo período de 2019.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/05/2020 0 Comentários 561 Visualizações
Business

Calçadistas se unem em corrente do bem contra o coronavírus

Por Gabrielle Pacheco 30/03/2020
Por Gabrielle Pacheco

Empresas calçadistas estão engajadas em ajudar as autoridades e a sociedade a superarem o momento difícil causado pelo novo coronavírus. Com ações que vão desde doações a hospitais e profissionais da saúde até a produção de conteúdo para desenvolver e entreter pessoas durante o isolamento, elas promovem uma grande onda de solidariedade.

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), além de instigar as empresas a essas práticas, se orgulha das iniciativas de suas associadas. “Nosso setor está trabalhando para contribuir na prevenção da Covid-19, o que é extremamente importante para o País. Além disso, nossa Indústria está focada em diminuir os impactos da crise sobre a economia e na vida dos brasileiros”, afirma o presidente-executivo da entidade, Haroldo Ferreira.

Reinvenção

Algumas indústrias têm se reinventado para contribuir no atendimento de pessoas diagnosticadas com a Covid-19. É o caso do Grupo Dass, de Ivoti/RS, que decidiu  fabricar 35 mil máscaras e 450 jalecos, que serão doados a hospitais e postos de saúde. Em nota, a empresa destaca que é uma “forma de agradecimento e contribuição por tudo que os profissionais da saúde estão fazendo”.

A Klin, fabricante de calçados infantis de Birigui/SP, antes de suspender as atividades em suas quatro unidades fabris como medida de prevenção à transmissão do coronavírus, confeccionou 4 mil máscaras. Os itens foram entregues para os colaboradores e seus familiares e para instituições que atendem idosos, que são grupo de risco da doença.

E mesmo empresas que não conseguem produzir os acessórios de segurança estão  buscando maneiras de ajudar. A marca Renata Mello, com sede em São João Batista/SC, por exemplo, doou 1.500 metros de sarja e 200 metros de cordão para confecção de máscaras na Bahia, onde tem fábrica.

A Arezzo&Co, de Campo Bom/RS, também entrou na corrente e mobilizou fornecedores de tecidos, fábricas e a Secretaria da Saúde do Estado do Rio Grande do Sul para produzir 25 mil máscaras de proteção. A orientação técnica para a produção dos itens foi feita por responsáveis da Secretaria de Saúde de Campo Bom e os tecidos doados por fornecedores da região. Mais de 12 fábricas cederam seus maquinários para que um grupo de voluntários produzisse o primeiro lote e um fornecedor de embalagens assumiu a organização em pacotes de 100 unidades.

Doações

Outra maneira do setor calçadista ajudar é fazendo o que melhor sabe: calçados. Assim, diversas empresas têm trabalhado para que não falte esse item indispensável para os profissionais de saúde.  Uma vez que a Covid-19 pode ser transmitida através de superfícies contaminadas, os cuidados com calçados e roupas são fundamentais para evitar a disseminação do vírus. A marca Boaonda, de Sapiranga/RS, que produz calçados de segurança, doou dezenas de pares ao Hospital Municipal de Novo Hamburgo. O Grupo Ramarim, de Nova Hartz/RS, por sua vez, doou aproximadamente R$ 50 mil em tênis de suas marcas para hospitais públicos das cidades onde possui plantas industriais, no Rio Grande do Sul e na Bahia. E a Paquetá, também de Sapiranga/RS, ofertou pares de suas marcas para o Hospital Regina, em Novo Hamburgo/RS

Já a Arezzo&Co, além do auxílio na produção de máscaras e jalecos,  disponibilizou pares de tênis de quase todas as suas marcas diretamente a profissionais de saúde por meio da ação Heroínas. Foram doados cerca de 10 mil pares, que se esgotaram em menos de uma hora após a divulgação da iniciativa. Por fim, a Cecconello, de Três Coroas/RS, se comprometeu a reverter 5% das compras efetuadas em março para a Fundação Hospitalar Dr. Oswaldo Diesel, sediada no município em que a empresa mantém atividades.

Colaboração

Outra maneira que as empresas encontraram para ajudar, é disponibilizando conteúdo de qualidade e informações confiáveis a seus clientes por meio de seus canais digitais. Foi o que a empresa gaúcha Dobra, de Montenegro/RS,optou por fazer neste momento, mudando completamente o seu negócio. As medidas de isolamento social provocadas pela expansão do coronavírus fizeram com que a empresa tomasse a decisão de migrar o e-commerce da marca para uma plataforma de vídeos e cursos gratuitos voltados ao desenvolvimento de pequenos empreendedores e demais profissionais.

Antes da mudança, a maior fonte de receita na Dobra era a venda de produtos, entre eles os tênis. Como o modelo de negócio adotado pela empresa é de economia colaborativa, com a crise e redução da produção, a rede da marca, composta por costureiras, artistas, artesãos e pequenos empreendedores, ficaria comprometida. Por isso, a Dobra vai continuar pagando estes profissionais, cada um deles receberá 50% de sua renda média mensal para manter a economia girando.

No mesmo sentido, a Bibi, de Parobé/RS, está com uma campanha na qual 10% das vendas realizadas pelo e-commerce neste período será enviado para a equipe de uma das lojas, que pode ser escolhida pelo próprio consumidor. Essa é uma medida para minimizar os impactos da crise nas 120 lojas físicas da marca, que são franqueadas e estão fechadas como medida de prevenção ao avanço do coronavírus.

Essas são algumas entre tantas outras iniciativas que despontam na indústria de calçados e colaboram na luta contra o coronavírus. A Abicalçados está atenta e apoia a união do setor em prol da prevenção da Covid-19 e da contenção da crise econômica nacional.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/03/2020 0 Comentários 481 Visualizações
Variedades

Rhodia cria soluções sustentáveis para indústria calçadista

Por Gabrielle Pacheco 03/03/2020
Por Gabrielle Pacheco

Inovações sustentáveis devem ser destaque na Fimec deste ano. Entre os projetos que farão parte da Fábrica Conceito estarão dois modelos de tênis com cabedal de knit com fios de poliamida biodegradável da Rhodia. De acordo com os fabricantes, a produção neste material confere ao calçado percepção de leveza, alta capacidade de respirabilidade, absorção de umidade e conforto no calce. A grande novidade é que esta matéria prima se decompõe em menos de três anos, se descartado corretamente em aterros sanitários, pós-consumo. O tingimento dos fios é feito com corantes solúveis em água, permitindo sua reutilização no próximo ciclo da produção, depois do tratamento. Ou seja, a matéria-prima usada no cabedal é 100% sustentável.

Outra solução importante apresentada pela empresa versa sobre a produção de ácido adípico, utilizado nas solas e entresolas. A fábrica, localizada em Paulínia (SP), é pioneira no abatimento de emissões de gases de efeito estufa e se tornou uma referência mundial no setor.

“Em nossa unidade industrial para abatimento de gases de efeito estufa em Paulínia, eliminamos por ano 5,3 milhões de toneladas de CO2 o equivalente a retirar de circulação 1,2 milhão de veículos e as emissões estão muito abaixo dos maiores players mundiais”, informa Eduardo Girote, Gerente de Marketing Estratégico de Poliamida e Fibras do Grupo Solvay.

Linha de produção em tempo real

Os cabedais dos tênis de knit serão produzidos em tempo real dentro da feira. A tecnologia contribui para a agilidade do processo de produção e para zerar perdas com materiais. A máquina que será apresentada na Fimec reproduz designs inovadores e tecimentos tridimensionais sem costuras. O equipamento utiliza simulações em 2D e 3D e reduz a necessidade de amostras físicas, o que reduz o tempo do processo de desenvolvimento, custos de tecimento de amostras e ainda contribui para o aumento da qualidade de cada produto.

Considerada a principal atração da Fimec, a Fábrica Conceito é o espaço onde os visitantes da feira podem acompanhar a produção de calçados em tempo real. A ação, realizada pelo Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçado e Artefatos – IBTeC, Fenac e Coelho Assessoria Empresarial, tem como propósito mostrar em funcionamento algumas das soluções máquinas, equipamentos e insumos que estão sendo lançados na feira.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/03/2020 0 Comentários 484 Visualizações
Business

Ano inicia com revés nas exportações de calçados

Por Gabrielle Pacheco 06/02/2020
Por Gabrielle Pacheco

O primeiro mês do ano iniciou com uma queda nos embarques de calçados. Em janeiro, foram exportados 12,55 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 91,5 milhões, quedas de 16,1% em volume e de 7,3% em receita em relação ao mesmo mês de 2019. O presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Haroldo Ferreira, destaca que o número é reflexo das instabilidades políticas na América Latina, importante mercado para os exportadores brasileiros.

Outro ponto, segundo ele, é o arrefecimento da guerra comercial dos Estados Unidos com a China, o que tem feito com que os importadores norte-americanos, gradualmente, retornem para os fornecedores asiáticos. “No final do ano passado foi anunciada uma redução na sobretaxa de 15% para 7,5%, além da não entrada em vigor de uma outra lista que passaria a ser sobretaxada”, explica Ferreira, ressaltando que os Estados Unidos são o principal destino do calçado brasileiro no exterior.

Destinos

Em janeiro, o principal destino do calçado brasileiro foi os Estados Unidos, para onde foram embarcados 1,17 milhão de pares, que geraram US$ 19,33 milhões, queda de 30% em volume e incremento de 4,7% em receita na relação com igual mês do ano passado. O segundo destino de janeiro foi a França, que importou 787,64 mil pares por US$ 6,67 milhões, quedas de 55,7% em volume e de 26,6% em receita no comparativo com o mesmo período de 2019.

Com uma base de comparação fraca, a Argentina foi o terceiro destino do calçado brasileiro em janeiro. No período, os hermanos importaram 446 mil pares, pelos quais foram pagos US$ 4,77 milhões, incrementos tanto em volume (36%) quanto em receita (21%) na relação com janeiro do ano passado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/02/2020 0 Comentários 497 Visualizações
Business

Expositores projetam bons negócios para a Fimec

Por Gabrielle Pacheco 06/02/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Fimec (Feira Internacional de Couros, Produtos Químicos, Componentes, Máquinas e Equipamentos para Calçados e Curtumes), que acontecerá nos dias 10, 11 e 12 de março, nos pavilhões da Fenac, em Novo Hamburgo/RS, é conhecida por ser a “única que tem tudo” no setor coureiro-calçadista. A feira chega a sua 44ª edição reunindo mais de 500 expositores otimistas, justamente por ser a maior feira do setor na América Latina. Da produção à logística, as empresas apresentarão novidades em couros e peles, produtos químicos, componentes, máquinas, tecnologia e inovação para todo setor calçadista.

Segundo Márcio Jung, diretor-presidente da Fenac, a Fimec serve como um termômetro para o cenário do setor coureiro-calçadista ao longo do ano. “Uma feira vendedora ou de muitos contatos é sinal de um bom ano para a cadeia. Para a edição deste ano, nós já tivemos um incremento de número de empresas expositoras. Nós teremos em torno de 10% a mais de empresas participando da feira, o que significa mais concorrentes e oportunidades para que o fabricante de couro e calçado possa fazer suas escolhas para melhorar seus produtos e incrementar seus negócios”, afirma Jung.

“Uma feira vendedora ou de muitos contatos é sinal de um bom ano para a cadeia.”

Entre os expositores, está o Grupo Freudenberg, que atua no ramo de tecnologia há mais de 165 anos e está otimista para o evento, que marcará o retorno da empresa à feira após cinco anos. “A expectativa é muito boa. A economia no Brasil está vivendo um novo momento e alguns índices econômicos têm mostrado isso. Assim, acreditamos no aumento das produções de nossos clientes, especialmente depois do projeto de redução do ICMS no RS. Temos produtos desenvolvidos ao longo dos últimos meses que também queremos dar visibilidade na feira. Estamos muito otimistas”, revela Danilo da Costa Paula, Head of Shoes South America do grupo.

Estreante na feira, a Bettech, nova empresa do grupo InBetta, aposta na Fimec como uma vitrine, apresentando a empresa aos profissionais do setor. “A Bettech e todo seu portfólio são novidades para o segmento. Para os clientes em potencial, apresentaremos uma empresa preparada para entregar produtos diferenciados, que contam com suporte técnico especializado, pós-venda e serviço de logística”, destaca Sergio Marques Dias, vice-presidente de operações da InBetta.

Serviço

O quê: 44ª Fimec (Feira Internacional de Couros, Produtos Químicos, Componentes, Máquinas e Equipamentos para Calçados e Curtumes)
Quando: 10 a 12 de março, 13h às 20h
Onde: Fenac – Novo Hamburgo/RS, Brasil

Foto: Diego Soares/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/02/2020 0 Comentários 522 Visualizações
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Especial | ACI promove exposição fotográfica histórica em comemoração aos 99 anos de NH

Business | Reunindo política e negócios, Romeu Zema visita Calçados Beira Rio S.A.

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