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setor calçadista

Business

Calçadistas participam de circuito de feiras nos EUA

Por Gabrielle Pacheco 24/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

De olho no maior mercado para calçados do mundo, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), por meio do programa Brazilian Footwear, mantido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), desembarca nos Estados Unidos em fevereiro. No total, 30 marcas de calçados participam das feiras FN Platform (Las Vegas), Playtime (Nova Iorque), Sole Commerce (Nova Iorque) e Atlanta Shoe Market (Atlanta).

A analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Ruisa Scheffel, avalia que existe um otimismo com a participação, mesmo com o arrefecimento da guerra comercial instalada entre Estados Unidos e China, que favoreceu o calçado brasileiro ao longo de 2019. “Os Estados Unidos representam um mercado bastante complexo para o calçado, que deve ser trabalhado de forma customizada, de acordo com a estratégia e maturidade de cada marca. A ideia de fazer o circuito de feiras, pela primeira vez no âmbito do Brazilian Footwear, é justamente trabalhar as marcas de acordo com cada necessidade, pois são mostras que atendem regiões e nichos diferentes”, explica, ressaltando que o Brasil “voltou ao radar das grandes marcas norte-americanas”.

“A ideia de fazer o circuito de feiras é justamente trabalhar as marcas de acordo com cada necessidade.”

O circuito inicia com a participação de 23 marcas na FN Platform, feira que teve participação do Brazilian Footwear no ano passado e gerou US$ 3,7 milhões. A mostra, que acontece entre 5 e 7 de fevereiro, em Las Vegas, trabalha com todos os segmentos de produtos, desde os mais comerciais até os de maior valor agregado, e atinge principalmente a Costa Oeste dos Estados Unidos e América Central. Participam da mostra as marcas Ipanema, Zaxy, Rider, Cartago, Carrano, Vicenza, Petite Jolie, Ala, Zatz, Pegada, Offline, Suzana Santos, Renata Mello, Shoetherapy, Smidt Shoes e Invoice.

A segunda parada é na Playtime, em Nova Iorque, feira focada no mercado infantil, não somente no segmento calçadista. Nesta participação, o Brazilian Footwear tem a parceria do Texbrasil, programa de internacionalização da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e Confecção (Abit) e da Apex-Brasil. A mostra tem um perfil mais conceitual, de artigos de alto valor agregado. Participam da feira as marcas Tip Toey Joey, Petit Cherie e Mon Sucre.

Também na metrópole norte-americana, o Brazilian Footwear promove a participação das marcas Ferri, Guilhermina, Vicenza, Carrano e Paula Torres na Sole Commerce, entre os dias 11 e 13 de fevereiro. A mostra tem foco no segmento de calçados femininos de maior valor agregado e acontece simultaneamente à Coterie (vestuário) e à Children’s Club (infantil), a última com participação da Klin, também com o apoio do Brazilian Footwear.

Encerrando o circuito de feiras nos Estados Unidos, o Brazilian Footwear apoia a participação de 15 marcas na Atlanta Shoe Market, de 15 a 17 de fevereiro, em Atlanta, uma mostra regional em franco crescimento exclusiva de distribuidores. Participam da mostra as marcas Rider, Cartago, Ipanema, Zaxy, Usaflex, Petite Jolie, NMD Brazil, Piccadilly, Offline, Cocco Miami, Klin, World Colors, Shoetherapy, Bottero, Anatomic & Co, So.Sí e Anatomic Gel.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
24/01/2020 0 Comentários 568 Visualizações
Business

Argentina altera regime de licenças para importação

Por Gabrielle Pacheco 20/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

Desde o dia 10 de janeiro, o governo argentino está aplicando uma alteração no regime de licenças de importação que tem deixado os calçadistas receosos quanto à volta das barreiras para exportações brasileiras, experimentadas até 2016. O presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Haroldo Ferreira, conta que a medida é válida para todos os calçados importados, que terão o prazo de validade de suas licenças reduzido de 180 para 90 dias corridos após a aprovação do Sistema Integral de Monitoramento de Importações (Simi, sigla em espanhol).

“O prazo reduzido pode trazer problemas, pois dependendo da velocidade dos trâmites existe a possibilidade de perdermos negociações importantes”, explica o executivo, ressaltando que a Abicalçados está atenta à medida, em consulta permanente com exportadores de calçados. “Não vamos antecipar o problema, mas em caso de entraves vamos agir politicamente junto aos governos para a resolução do impasse”, comenta Ferreira.

“O prazo reduzido pode trazer problemas, pois dependendo da velocidade dos trâmites existe a possibilidade de perdermos negociações importantes.”

Além do prazo de validade das licenças, o governo argentino diminuiu a tolerância de divergência entre o declarado no Simi de 7% para 5%, o que também pode causar problemas nas negociações, já que ajustes são realizados entre o pedido e a efetivação do negócio. “São medidas protecionistas que não chegam a ser uma surpresa”, lamenta o dirigente. Mesmo em crise, a Argentina segue sendo o segundo principal mercado para o calçado verde-amarelo no exterior. Em 2019, os argentinos importaram 10 milhões de pares por US$ 105,2 milhões, quedas de 15% em volume e de 24,7% em receita em relação a 2018.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
20/01/2020 0 Comentários 637 Visualizações
Business

Mercado aquecido reflete na Couromoda 2020

Por Gabrielle Pacheco 16/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

A 47ª edição da Couromoda, feira calçadista que aconteceu entre os dias 13 e 15 de janeiro, no Expo Center Norte, em São Paulo/SP, refletiu o reaquecimento do mercado interno brasileiro. A mostra, que apresentou mais de 1,2 mil coleções de calçados e acessórios para a temporada Outono/Inverno, recebeu compradores de todo o país, especialmente das regiões Sul e Sudeste.

Para o presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Haroldo Ferreira, a Couromoda refletiu a recuperação iniciada ao longo de 2019, com a retomada da confiança tanto do mercado quanto dos consumidores, o que proporcionou uma visitação 12% maior do que a registrada na feira do ano anterior. Segundo ele, em outubro e novembro do ano passado (dado mais recente do IBGE), o varejo de calçados acumulou uma alta de 3,8% na relação com igual período de 2018.

“Isso mostra que existe uma recuperação em andamento, que já foi sentida na feira, com lojistas abastecendo suas lojas em função das vendas do final do ano e também pensando em um futuro promissor para 2020”, avalia o dirigente. O diretor da Couromoda, Jeferson Santos, destaca que a feira foi superior a do ano passado, tanto em visitação quanto em negócios. Segundo ele, o fato de a feira ter três dias, e não quatro, como as anteriores, otimizou o tempo dos expositores e lojistas, fazendo que com os últimos viessem mais focados para a realização de negócios.

“Os estímulos dos governos de São Paulo e Rio Grande do Sul, que reduziram o ICMS para calçadistas para 3,5% e 4%, respectivamente, também refletiram positivamente no ânimo dos expositores”, acrescenta. Santos ressalta, ainda, que a mostra sai com a renovação de 40% dos espaços, o que aponta para a confiança do mercado. “O ano de 2020 é promissor e sentimos isso aqui”, finaliza.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/01/2020 0 Comentários 514 Visualizações
Business

Calçadistas projetam crescimento para 2020

Por Gabrielle Pacheco 15/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

A coletiva de imprensa realizada pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) no dia 14, durante a Couromoda 2020, trouxe para a pauta temas que fizeram parte do ano de 2019 e também os que devem influenciar o desempenho da atividade ao longo de 2020. Participaram o presidente do Conselho Deliberativo e o presidente-executivo da entidade calçadista, Caetano Bianco Neto e Haroldo Ferreira, respectivamente.

Para Neto, existe um “otimismo moderado” para 2020. “Em 2019, tínhamos expectativas muito positivas, mas o atraso de reformas estruturais importantes, caso da Previdência, acabou frustrando um pouco. O fato é que, para não ter que rever a estimativa de crescimento, ainda mais para baixo, estamos sendo um pouco mais conservadores nas projeções”, disse, e brincou: melhor estourar a meta do que dizer que não a alcançamos. No início de 2019, a meta de crescimento do setor chegava a 3,4%, número que foi revisto para entre 1,1% e 1,8% no último trimestre do ano.

“Não foi um ano ruim, mas poderia ter sido melhor. O certo é que parou de piorar”, afirmou, ressaltando que a confiança, tanto do mercado quanto do consumidor, segue em elevação com o novo momento econômico brasileiro. Para Ferreira, comportamento das exportações foi determinante para que 2019 se mantivesse em crescimento. “O mercado externo puxou as exportações, especialmente em função do aumento dos embarques para os Estados Unidos, resultado direto da guerra comercial instalada entre o país norte-americano e a China”, avaliou, ressaltando que no período, em função das sobretaxas às importações da China, os compradores norte-americanos buscaram calçados em países alternativos ao gigante asiático, favorecendo o Brasil, maior produto de calçados do Ocidente.

Em 2019, os embarques cresceram 0,9% em volume e registraram queda de o,9% em receita no comparativo com 2018. “Porém, em função do dólar valorizado ao longo do ano, tivemos um incremento de 7% e reais, um resultado positivo importante”, acrescentou. Entre janeiro e dezembro do ano passado, foram embarcados ao exterior 114 milhões de pares por US$ 967 milhões.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
15/01/2020 0 Comentários 454 Visualizações
Business

Otimismo marca abertura da 47ª Couromoda

Por Gabrielle Pacheco 14/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

A cerimônia de abertura da 47ª Couromoda, na manhã desta segunda-feira (13), em São Paulo, contou com a presença do deputado federal Lucas Redecker, que representou a Câmara dos Deputados e também a Frente Parlamentar Mista em Defesa do Setor Coureiro-Calçadista, por ele presidida. Ao lado dos governadores Eduardo Leite (RS) e João Doria (SP), além do fundador e presidente da feira, Francisco Santos, Redecker destacou as medidas recentemente anunciadas pelos dois governadores e que devolveram a esperança aos calçadistas.

“Os governadores adotaram medidas que tornaram o setor coureiro-calçadista brasileiro novamente competitivo. Eles entenderam e atenderam a necessidade do setor, que emprega muito e dá resultados rápidos à sociedade”, afirmou Redecker. Para o parlamentar, é preciso reduzir o “custo Brasil”, para que o setor possa competir em condições de igualdade com os seus concorrentes. “A hora trabalhada no setor calçadista aqui no Brasil é de US$ 4,05, enquanto na China é US$ 2,58, Índia US$ 0,95 e no Vietnã US$ 1,65. Ou seja, a nossa indústria, em alguns momentos, custa quatro vezes mais em relação aos concorrentes. É esse custo Brasil que precisamos eliminar”, declarou.

“Eles entenderam e atenderam a necessidade do setor, que emprega muito e dá resultados rápidos à sociedade.”

Redecker destacou ainda que o primeiro ano da frente parlamentar, em parceria com entidades de classe ligadas ao setor, serviu para construir uma pauta de trabalho com o governo federal. Em duas ocasiões, destacou, ocorreram também reuniões no Ministério de Economia para tratar sobre a abertura econômica do país, “a qual somos favoráveis, mas que possamos antes nos tornar competitivos”, destacou. O fundador e presidente da Couromoda, Francisco Santos, abriu a cerimônia lembrando que diversos são os sinais que permitem vislumbrar um ano promissor, com uma lenta, porém firme, retomada do consumo.

“As vendas da Black Friday e de final de ano foram muito boas e tivemos o melhor Natal dos últimos anos, o que animou o varejo e deve garantir a boa visitação e a retomada dos negócios que teremos nestes três dias aqui no Center Norte”, ponderou. Conforme Santos, os complexos ajustes e as primeiras reformas saíram do papel e outras devem acontecer neste ano, garantindo novos empregos, mais renda e retorno do crescimento. “Mas é notável o que aconteceu em São Paulo e no Rio Grande do Sul, polos que têm tradição centenária na fabricação de calçados e que mereceram de seus governos uma atenção que o setor já não tinha há décadas”, afirmou.

Agenda de desenvolvimento

Em sua fala, o governador Eduardo Leite destacou a força do setor no Rio Grande do Sul e os decretos publicados na última semana de 2019, um deles envolvendo o primeiro Pacto Setorial Cooperativo e as mudanças tributárias na área, com a redução da alíquota para 4%. “Tomamos providências olhando para esse setor (coureiro-calçadista) que gera empregos de forma intensiva e, por isso, mereceu um olhar especial da nossa gestão. Fizemos isso certos de que nossa indústria responderá a esta nova condição tributária com investimentos, estimulando toda a cadeia produtiva no RS e, portanto, gerando mais empregos e renda para a nossa população”, afirmou o governador.

Leite ressaltou que a agenda de desenvolvimento colocada em curso é focada em incentivar os empreendedores a permanecerem e ampliarem os investimentos no Estado, apostando numa agenda de desenvolvimento sustentada no pilar: redução de burocracias, tributos e custos logísticos. “Não existe programa mais efetivo para melhorar a vida das pessoas do que a geração de empregos, renda e autonomia para a população. Mas quem gera empregos não é o governo. A nós, governantes, cabe a tarefa de restabelecermos as condições para que isso aconteça”, disse.

“Não existe programa mais efetivo para melhorar a vida das pessoas do que a geração de empregos, renda e autonomia para a população.”

Foto: Rodger Timm/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/01/2020 0 Comentários 802 Visualizações
Business

Eduardo Leite é homenageado na abertura da Couromoda

Por Gabrielle Pacheco 13/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

A cerimônia de abertura da 47ª Couromoda, que aconteceu na manhã de segunda-feira (13), no Expo Center Norte, em São Paulo, contou com um momento especial, quando entidades do setor coureiro-calçadista gaúcho realizaram um agradecimento ao governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, presente na solenidade. O presidente da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha, Marcelo Lauxen Kehl, falou em nome dos demais, ressaltando que “as entidades buscam agradecer ao governador Eduardo Leite pelos significativos esforços de diálogo e de efetivas soluções para os complexos desafios em prol do setor coureiro-calçadista do RS”.

Uma placa marcando o momento foi entregue ao governador, reforçando que os representantes do setor seguem confiantes e determinados a empregar, inovar e retomar as plantas industriais, acreditando nos avanços da viabilidade tributária, logística e ambiental. “Acreditando no seu compromisso com o Estado do RS, através de importantes reformas fiscais e de gestão pública, registramos aqui nossa crença num Rio Grande do Sul de superação e de sucesso para os que querem produzir através da concorrência leal, da qualidade, da produtividade e do amor ao calçado”, reforçou Marcelo Kehl.

Kehl falou em nome da ACI, da Associação dos Curtumes do Rio Grande do Sul (AICSul), do Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçado e Artefatos (IBTeC), do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas Rio Grande do Sul (Sebrae RS), do Sindicato da Indústria de Calçados do Rio Grande do Sul (SICERGS) e dos Sindicatos das Indústrias de Calçados dos municípios de Araricá, Campo Bom, Dois Irmãos, Estância Velha, Farroupilha, Igrejinha, Ivoti, Lindolfo Collor, Nova Hartz, Novo Hamburgo, Parobé, São Leopoldo, Sapiranga e Três Coroas.

A homenagem também contou com a participação do deputado Federal Lucas Redecker, da prefeita de Novo Hamburgo, Fátima Daudt, do governador de São Paulo, João Doria, e do presidente da Couromoda, Francisco Santos, e demais autoridades presentes na abertura da feira.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/01/2020 0 Comentários 695 Visualizações
Business

Exportações de calçados somaram US$ 967 milhões no ano passado

Por Gabrielle Pacheco 10/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que o ano de 2019 encerrou com o embarque de 114,55 milhões de pares, o que gerou uma receita de US$ 967 milhões. Os números representam uma queda de 0,9% em faturamento e um incremento de 0,9% em volume no comparativo com 2018. Segregando apenas o último mês do ano, foram embarcados 10,34 milhões de pares por US$ 80,73 milhões, quedas de 21% em volume e de 17,2% em receita em relação ao mês correspondente de 2018.

Segundo o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, o resultado geral apontou para uma forte influência do câmbio no período. Com o dólar cerca de 10% mais valorizado do que no ano anterior, os calçadistas conseguiram formar preços mais competitivos no mercado internacional. “Se convertermos para Real, a exportação de 2019 foi 7% superior a de 2018”, explica.

“Se convertermos para Real, a exportação de 2019 foi 7% superior a de 2018.”

O resultado do ano também teve a influência do mercado norte-americano, que importou mais calçados brasileiros para fugir das sobretaxas aplicadas ao calçado chinês em função da guerra comercial instalada entre Estados Unidos e China. Em 2019, o principal destino do calçado brasileiro no exterior importou 11,9 milhões de pares por US$ 197,5 milhões, incrementos de 10,5% e de 18,4%, respectivamente, ante 2018.

O segundo destino do calçado brasileiro no exterior, no entanto, puxou a média geral para baixo. Em profunda crise econômica, em 2019 a Argentina importou 10 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 105,2 milhões, quedas de 15% e 24,7%, respectivamente, no comparativo com o ano anterior. O terceiro destino do ano foi a França, para onde foram embarcados 7,9 milhões de pares, que geraram US$ 60,42 milhões, altas de 7,8% e de 6,2%, respectivamente, em relação a 2018.

Origens

O maior exportador de calçados do ano foi o Rio Grande do Sul, de onde partiram 30,64 milhões de pares, que geraram US$ 444,7 milhões, resultados superiores tanto em volume (12,7%) quanto em receita (3,8%) em relação a 2018. O segundo exportador do ano, em receita, foi o Ceará. Nos 12 meses, as fábricas cearenses exportaram 38,44 milhões de pares por US$ 232 milhões, quedas tanto em volume (-6,2%) quanto em receita (-7%) em relação a 2018.

A terceira principal origem das exportações de calçados do ano foi São Paulo, de onde foram embarcados 7,56 milhões de pares por US$ 103 milhões, incremento de 6,8% em volume e queda de 0,7% em receita na relação com o ano anterior. Destaque no pelotão de cima dos exportadores, a Paraíba foi a quarta origem do calçado exportado pelo Brasil. Nos 12 meses, as fábricas locais embarcaram 20,2 milhões de pares, que geraram US$ 68,3 milhões, altas tanto em volume (11,3%) quanto em receita (14%) em relação a 2018.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/01/2020 0 Comentários 456 Visualizações
Business

Couromoda abre o ano com expectativas positivas

Por Gabrielle Pacheco 09/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

O setor calçadista brasileiro se prepara para mais uma edição da Couromoda, feira que apresentará mais de duas mil coleções de calçados, bolsas, acessórios e confecções para a estação Outono/Inverno 2020 a um público estimado em mais de 32 mil visitantes. O evento, que acontecerá entre os dias 13 e 15 de janeiro, no Expo Center Norte, em São Paulo/SP, receberá o Projeto Comprador Vip, realizado por meio do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que a Couromoda tem um papel fundamental para o setor calçadista. “Por ser a primeira grande feira do ano, além de servir como um termômetro de vendas, auxilia na tomada de decisões para o restante do período”, avalia. Segundo o dirigente, o fato de entrar o ano de 2020 com a Reforma Previdenciária em vigor, bem como o encaminhamento da Reforma Tributária, é motivo de otimismo para a recuperação do setor calçadista brasileiro.

“O mercado, impulsionado pelo consumo, está dando indícios de retomada da confiança, o que deve gerar investimentos e fazer com que a roda da economia volte a girar. Existe uma expectativa de recuperação mais substancial para 2020, o que deve ser refletido já na Couromoda”, projeta. Para o ano que inicia, a expectativa da Abicalçados é de um crescimento entre 2% e 2,5% na produção de calçados, atualmente na casa de 950 milhões de pares. “Diferentemente de 2019, o crescimento deve ser puxado pela recuperação do mercado doméstico, que absorve 85% das vendas do setor”, acrescenta Ferreira.

O projeto

O Projeto Comprador Vip da Couromoda 2020 traz para a mostra o grupo sul-africano Polo South Africa, que possui 20 lojas e está presente em mais de 300 lojas multimarcas na África do Sul. A analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Paola Pontin, ressalta que, atualmente, o grupo importa seus calçados da China, mas que vem ao Brasil na busca de alternativas ao produto asiático. A Abicalçados estará na feira paulista em estande institucional, na avenida 1/nº 79.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/01/2020 0 Comentários 498 Visualizações
Business

FP em defesa do setor calçadista se reúne em Brasília

Por Gabrielle Pacheco 13/12/2019
Por Gabrielle Pacheco

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) participou, na última terça-feira (10), da primeira reunião da Frente Parlamentar Mista de Defesa do Setor Coureiro-calçadista. O encontro ocorreu no Ministério da Economia, em Brasília, e contou com a presença do presidente da Frente, o deputado federal Lucas Redecker (PSDB/RS), do secretário Especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais, Marcos Troyjo, e representantes da indústria.

Na ocasião, o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, entregou um documento em que relata o potencial prejuízo da indústria calçadista diante de uma possível abertura comercial, em virtude da redução da tarifa de importação para países de fora do Mercosul (TEC). “A Abicalçados não é contrária, de forma alguma, ao livre comércio. A questão é que, sem a redução do nosso custo de produção, estaríamos vulneráveis à concorrência de países asiáticos que têm um custo muito reduzido. Seria um desastre para a indústria nacional em geral, no especial a de calçados, que tem sofrido com a concorrência de países asiáticos mesmo com a imposição de tarifas de defesa comercial”, alerta.

“…sem a redução do nosso custo de produção, estaríamos vulneráveis à concorrência de países asiáticos que têm um custo muito reduzido.”

Segundo o dirigente, uma abertura comercial sem redução dos custos elevados de produção eliminaria, rapidamente, milhares de empregos no setor calçadista. “Hoje sofremos com uma carga tributária que está entre as mais elevadas do mundo, além de problemas como custos trabalhistas, burocracias, logística cara e ineficiente, entre tantos outros”, diz. O executivo avalia que o governo, especialmente na pessoa do secretário Especial de Comércio Exterior e de Assuntos Internacionais Marcos Troyjo, tem se mostrado sensível à questão, especialmente ao alerta de que a redução do Custo Brasil não é algo solucionado da noite para o dia e que portanto é preciso cautela no processo de abertura comercial.

Ferreira lembra o estudo encomendado pela Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade, vinculada ao Ministério da Economia, recentemente divulgada. A pesquisa apontou para um Custo Brasil de mais de R$ 1,5 trilhão, o que equivale a 22% do PIB nacional. “O próprio governo reconhece o problema e de fato está trabalhando para a redução dos custos produtivos, mas é um processo que leva tempo. Precisamos estar em sintonia para preservar empregos sem prejudicar o crescimento econômico brasileiro”, acrescenta, ressaltando o papel da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Setor Coureiro-calçadista, especialmente do deputado federal Lucas Redecker e do senador Luis Carlos Heinze.

“Precisamos estar em sintonia para preservar empregos sem prejudicar o crescimento econômico brasileiro.”

De acordo com o presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Setor Coureiro-Calçadista, deputado federal Lucas Redecker, o setor é a quinta indústria que mais gera emprego no Brasil, com quase 300 mil empregos atualmente. Ele também lembrou que o custo de produção no Brasil é um dos mais elevados do mundo, cerca de US$ 4/hora, o dobro da China e o quádruplo da Índia, o que prejudica a competitividade do Brasil. Ele também manifestou preocupação com a redução da TEC. “O fato é que mesmo ainda mantendo números robustos, o setor perderá competitividade tanto no mercado interno como externo por causa de problemas gerados pelo Custo Brasil. O setor precisa de condições para competir e para que possa gerar o desenvolvimento e os empregos que tanto queremos”, argumentou o parlamentar.

Atualmente, o parque industrial calçadista possui mais de 6 mil empresas, que produzem cerca de 950 milhões de pares por ano, gerando divisas de mais de R$ 20 bilhões. Os empregos diretos ultrapassam 280 mil postos. O setor também tem papel importante nas exportações de calçados, embora a maior parte da produção fique no mercado doméstico. “Hoje exportamos 12% da nossa produção (em torno de 110 milhões de pares), número que seria muito mais elevado se não estivéssemos exportando o Custo Brasil”, completa Ferreira.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/12/2019 0 Comentários 471 Visualizações
Business

Equiparação do ICMS do setor calçadista com SC deve avançar

Por Gabrielle Pacheco 09/12/2019
Por Gabrielle Pacheco

O deputado federal presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Setor Coureiro-calçadista, Lucas Redecker, esteve em audiência com o governador Eduardo Leite na manhã desta sexta-feira (6). Foi discutida a equiparação das alíquotas de ICMS do Rio Grande do Sul às de Santa Catarina. Redecker reiterou que a diminuição do imposto estadual sobre o sapato produzido no RS, que hoje é de 12%, para alcançar os 3% praticados no Estado de Santa Catarina, é fundamental para dar competitividade ao setor. De acordo com o parlamentar, “se conseguirmos reduzir essa diferença, os clientes voltam. A ociosidade da indústria calçadista hoje beira os 30%”, argumentou o deputado.

Em setembro, relembrou Redecker, entidades ligadas ao setor apresentaram o pleito à receita estadual, onde foi acordado que uma câmara setorial seria criada para analisar o assunto. Na ocasião, o subsecretário da Receita Estadual, Ricardo Neves Pereira, acenou com a possibilidade de conceder, nos próximos meses, de maneira gradual ou única, a diminuição do imposto estadual sobre o sapato produzido no RS, que hoje é de 12%, para 3% ou próximo disso.

O governador Eduardo Leite manifestou solidariedade e informou que dentro de uma ou duas semanas deverão ocorrer avanços em relação ao tema. A Secretaria da Fazenda deverá fazer mais alguns estudos, segundo ele, mas tudo indica que o pedido do setor será contemplado o mais próximo possível desse percentual.

O setor em números

A indústria calçadista do Rio Grande do Sul representa 11,2% do PIB da indústria de transformação, apesar da perda de 7 pontos percentuais na última década. Em 2007, o setor representava 40% do valor de produção nacional, mas uma década depois essa participação caiu para 29%, de acordo com a Abicalçados. O setor é o maior empregador dentro da indústria de transformação, absorvendo 14% do estoque de empregados (87,9 mil pessoas em 2018).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/12/2019 0 Comentários 551 Visualizações
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