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Variedades

Ciro Vives assume gerência de marketing do Sebrae RS

Por Jonathan da Silva 02/09/2026
Por Jonathan da Silva

Ciro Vives é o novo gerente de marketing do Sebrae RS. O administrador assume a função após oito anos à frente da Gerência da Regional Sul da instituição, período em que liderou iniciativas voltadas ao fomento aos pequenos negócios, à articulação com ecossistemas locais e à formação de parcerias com os setores público e privado. Na nova posição, Vives passa a coordenar as estratégias de comunicação e posicionamento do Sebrae RS, com o objetivo de aproximar as soluções da instituição dos empreendedores gaúchos e fortalecer a atuação da marca no desenvolvimento econômico do estado.

Antes de assumir a Gerência de Marketing, Vives atuou por oito anos como gerente da Regional Sul do Sebrae RS. Durante esse período, esteve à frente de iniciativas estratégicas relacionadas ao desenvolvimento de pequenos negócios, à articulação com ecossistemas locais e à construção de parcerias com o poder público e empresas privadas.

O novo gerente é formado em Administração de Empresas e possui experiência em projetos corporativos e comerciais. Também tem MBAs em Gestão Empresarial, Inovação e Negócios Digitais.

Objetivos do novo gerente

Ao assumir a nova função, Vives afirma que pretende trabalhar a partir de uma estrutura de liderança baseada na integração e na colaboração entre as áreas da instituição. “Eu acredito que tenha mais de uma premissa, as principais que eu acredito é a comunicação integrada e ágil, voltada à transparência, à disseminação de informação entre áreas e regionais”, aponta o novo gerente.

Vives também destaca a necessidade de utilizar os recursos da instituição de forma integrada e de ampliar o posicionamento do Sebrae RS na área de empreendedorismo. “Obviamente, tão importante quanto, é elevar a marca do Sebrae RS como uma referência estadual e nacional em empreendedorismo, fortalecendo o papel da marca como autoridade no que se refere ao empreendedorismo”, ressalta o novo gerente.

Na nova posição, Vives será responsável pela coordenação das estratégias de comunicação e posicionamento do Sebrae RS. A atuação deverá contribuir para aproximar as soluções oferecidas pela instituição dos empreendedores do Rio Grande do Sul e para fortalecer a marca no suporte ao desenvolvimento econômico do estado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2026 0 Comentários 62 Visualizações
Projetos especiais

Expointer recebe lançamento da Coleção Terra Gaúcha

Por Jonathan da Silva 01/09/2026
Por Jonathan da Silva

O Sebrae RS e o Senar-RS lançam a Coleção Terra Gaúcha nesta quarta-feira, 2 de setembro, durante a Expointer 2026. A iniciativa é voltada à valorização e qualificação do turismo rural no Rio Grande do Sul. O lançamento ocorre às 17h30min, na Casa do Senar, e contará com apoio do Governo do Estado. No primeiro ciclo, até 50 propriedades e empreendimentos rurais poderão integrar a coleção, que pretende identificar experiências já existentes ou com potencial para desenvolver atividades turísticas e ampliar sua presença nos mercados nacional e internacional.

A iniciativa faz parte do programa Juntos pelo Agro e busca reunir propriedades que trabalham com elementos como produção agropecuária, gastronomia, cultura, paisagens e modos de vida do campo. A proposta é transformar esses atributos em experiências turísticas e ampliar a visibilidade das propriedades participantes.

O diretor técnico do Sebrae RS, Ariel Berti, explica que a escolha da Expointer para o lançamento está relacionada à conexão entre a produção agropecuária e o turismo. Segundo ele, a iniciativa pretende reconhecer experiências que utilizam produtos, territórios, histórias e modos de fazer como elementos de atração de visitantes interessados na cultura e na identidade de diferentes regiões. “Quando falamos de turismo autêntico, do papel dos produtos de origem e de uma gastronomia ligada ao território, estamos falando de atributos que já existem no turismo rural gaúcho. O desafio é posicionar essas características como parte de uma oferta turística de excelência, capaz de agregar valor às propriedades e aos territórios”, destacou Berti.

Até 50 propriedades no primeiro ciclo

No primeiro ciclo da Coleção Terra Gaúcha, poderão ser selecionadas até 50 propriedades e empreendimentos rurais. Os participantes terão uma identidade própria dentro da coleção, com o objetivo de estabelecer uma conexão entre diferentes experiências do meio rural do estado.

O diretor técnico do Sebrae RS ressaltou que a atividade turística já representa uma forma de diversificação da renda em propriedades rurais, mas afirma que a proposta é ampliar o valor gerado por essa atividade. “O turismo diversifica a renda, e isso já acontece. Mas queremos ir além, agregando valor e criando oportunidades para que os produtos, as histórias e os modos de vida do campo sejam também experiências para os visitantes, alinhadas a uma estratégia de promoção do estado”, pontuou Ariel Berti.

Selo e capacitações

A iniciativa também terá o selo Terra Gaúcha, que será utilizado para identificar e diferenciar as propriedades integrantes da coleção. Segundo o coordenador do Departamento de Desenvolvimento e Inovação do Senar-RS, Henrique Padilha, o reconhecimento poderá estimular a troca de conhecimentos entre empreendimentos em diferentes estágios de desenvolvimento. “A Coleção Terra Gaúcha busca identificar propriedades com diferenciais e potencial para o turismo rural. Algumas já apresentam um nível maior de maturidade e podem servir como referência, enquanto outras ainda possuem aspectos que poderão ser desenvolvidos e qualificados”, pontuou o coordenador do Departamento de Desenvolvimento e Inovação do Senar-RS, Henrique Padilha.

O selo não terá caráter de certificação. Ele será utilizado como forma de reconhecimento e diferenciação das propriedades participantes.

Para auxiliar no desenvolvimento dos empreendimentos, o Senar-RS oferecerá capacitações e treinamentos em áreas como gestão, atendimento, segurança, legislação, adequações das propriedades e organização da atividade turística. O Sebrae RS atuará principalmente nas áreas de gestão, posicionamento, mercado e desenvolvimento de pequenos negócios.

Essa combinação contribui para que os produtores consigam transformar aquilo que já possuem de diferencial – produção, gastronomia, cultura, história e modo de vida – em experiências turísticas cada vez mais qualificadas, estruturadas e sustentáveis”, concluiu Henrique Padilha.

Oferta turística do estado

O secretário de Turismo do Rio Grande do Sul, Raphael Ayub, afirma que a iniciativa pretende contribuir para a apresentação de uma oferta turística relacionada às características do meio rural gaúcho. “O Rio Grande do Sul tem no meio rural alguns dos seus maiores diferenciais turísticos: a nossa cultura, as tradições, a gastronomia de origem, os produtos locais, as paisagens e, principalmente, a autenticidade das experiências. A Coleção Terra Gaúcha nasce para identificar, qualificar e dar visibilidade ao que temos de melhor, reunindo experiências capazes de representar o Estado com um padrão de excelência”, reforça o secretário de Turismo do Rio Grande do Sul, Raphael Ayub.

A expectativa do Governo do Estado é que o projeto também contribua para fortalecer a cadeia turística nos territórios, envolvendo produtores, agroindústrias e outros negócios relacionados à atividade.

Queremos que o programa deixe um legado concreto para quem empreende no meio rural. Isso passa pela qualificação das experiências e do atendimento, pelo aprimoramento da gestão e pela abertura de novos canais de promoção e comercialização”, finaliza Raphael Ayub.

Seleção das propriedades

Durante o lançamento da Coleção Terra Gaúcha serão apresentados o processo de seleção das propriedades e os critérios para participação. Na ocasião, também serão divulgadas as orientações para inscrição.

A iniciativa reúne Sebrae RS, Senar-RS, Farsul e CNA, por meio do programa Juntos pelo Agro, com apoio do Governo do Estado.

Serviço

  • O quê: lançamento da Coleção Terra Gaúcha
  • Quando: quarta-feira, 2 de setembro, às 17h30min
  • Onde: Casa do Senar, em Esteio, durante a Expointer 2027
Foto: Maurício Concatto/Divulgação | Fonte: Assessoria
01/09/2026 0 Comentários 107 Visualizações
Projetos especiais

Sebrae lança simulador da Reforma Tributária

Por Jonathan da Silva 29/08/2026
Por Jonathan da Silva

O Sebrae lançou um simulador gratuito para ajudar pequenos negócios a estimar os possíveis impactos da Reforma Tributária. A ferramenta já está disponível no Portal Sebrae e permite comparar dois cenários de tributação a partir de informações como CNAE, faturamento e perfil de vendas. O objetivo é auxiliar empreendedores no planejamento diante das mudanças previstas para o novo sistema tributário.

A ferramenta calcula uma estimativa do valor dos impostos em cada cenário e indica qual deles pode representar menor carga tributária para a empresa. A simulação também projeta os créditos tributários que poderão ser repassados aos clientes.

Impactos para os pequenos negócios

Segundo o presidente do Sebrae, Rodrigo Soares, a ferramenta pode auxiliar os empreendedores no processo de planejamento. “Isso contribui para uma tomada de decisão mais consciente e para o planejamento das empresas diante das mudanças em curso”, afirma Soares.

Para utilizar o simulador, o empreendedor deve preencher os dados solicitados sobre o negócio. A partir dessas informações, a plataforma apresenta uma comparação entre os cenários tributários e as respectivas estimativas de impostos.

Orientação antes da tomada de decisão

O Sebrae informa que os resultados apresentados pelo simulador são estimativas preliminares e têm caráter orientativo. A recomendação é que as informações sejam validadas com um contador de confiança antes de qualquer decisão baseada na simulação.

O simulador integra a página especial do Portal Sebrae dedicada à Reforma Tributária. O espaço reúne também vídeos explicativos, cronograma de implementação, e-book, perguntas e respostas frequentes e cursos sobre o novo sistema tributário.

A ferramenta pode ser acessada gratuitamente por empreendedores interessados em avaliar como as mudanças podem afetar seus negócios.

Foto: Canva/Reprodução | Fonte: Assessoria
29/08/2026 0 Comentários 175 Visualizações
Variedades

Seminário na Expointer debate Indicação Geográfica da carne do Pampa

Por Jonathan da Silva 26/08/2026
Por Jonathan da Silva

O Seminário AproPampa será realizado no próximo 2 de setembro, às 14h, durante a Expointer 2026, para discutir a valorização da carne produzida no Bioma Pampa e as possibilidades de acesso a mercados de maior valor agregado. Promovido pela Associação dos Produtores do Pampa Gaúcho (AproPampa), com apoio do Sebrae RS, o encontro será voltado a produtores rurais, especialmente aqueles com propriedades inseridas no Bioma Pampa, e terá como tema central o uso das Indicações Geográficas (IGs) para diferenciar produtos, agregar valor à produção e ampliar as possibilidades de comercialização.

A AproPampa é detentora da Indicação Geográfica da carne bovina do Pampa Gaúcho da Campanha Meridional. O seminário pretende discutir estratégias de posicionamento da produção regional a partir de características relacionadas ao território, ao sistema de criação e às particularidades da matéria-prima.

Indicação Geográfica como ferramenta de mercado

Para o gestor de Agronegócios do Sebrae RS, André Bordignon, a discussão sobre as IGs está relacionada à valorização dos diferenciais da produção regional. “O Rio Grande do Sul tem condições de se posicionar em mercados que valorizam qualidade, origem e características próprias dos produtos. A Indicação Geográfica é uma ferramenta que ajuda a comunicar esses diferenciais e pode contribuir para que o produtor agregue mais valor àquilo que produz”, afirma Bordignon.

De acordo com a AproPampa, a carne do Bioma Pampa reúne características associadas às condições de solo, vegetação e clima, além de fatores como raças, tradição e cultura. As lidas campeiras também integram esse conjunto de elementos relacionados à produção regional.

O Bioma Pampa corresponde a mais de 63% do território do Rio Grande do Sul e concentra aproximadamente 90% da pecuária de corte do estado, segundo a associação.

Da origem ao mercado internacional

Embora a carne seja o foco do Seminário AproPampa, a discussão sobre Indicações Geográficas também pretende apresentar aos produtores possibilidades relacionadas a outras cadeias produtivas. O Rio Grande do Sul já possui IGs reconhecidas em diferentes segmentos e trabalha na estruturação de novos processos, como os relacionados à própolis e à erva-mate.

A proposta considera que produtos capazes de comprovar sua origem e características diferenciadas podem alcançar consumidores e mercados dispostos a pagar mais por atributos associados ao território. Segundo a organização, esse movimento ganha relevância diante das oportunidades de comércio internacional e do interesse de mercados por produtos com reconhecimento de origem.

Para a pecuária gaúcha, não é estratégico disputar com outras regiões apenas em quantidade. O diferencial está na qualidade e na identidade da nossa produção. A Indicação Geográfica ajuda a mostrar ao mercado que essa carne tem características próprias e pode alcançar consumidores que valorizam e estão dispostos a pagar por esse diferencial”, explica o analista de Projetos do Sebrae RS, Rodrigo Marques de Lima.

Segundo Lima, o reconhecimento também pode fortalecer a relação entre produtores e indústria, criando condições para que a carne com IG chegue a mercados de maior poder aquisitivo e gere maior retorno ao longo da cadeia produtiva.

Para o presidente da AproPampa, Custódio Magalhães, o posicionamento da produção depende da valorização das características que diferenciam o território. “Solo, vegetação, clima, raças, tradição, cultura e as lidas campeiras executadas pelo gaúcho formam um conjunto de fatores que resulta em um sabor e uma qualidade únicos, determinando o terroir da carne produzida nesse bioma, reconhecida no Brasil e no mundo”, destaca o dirigente.

Magalhães também destaca a participação do Sebrae RS na trajetória da associação. Segundo ele, a instituição acompanha a AproPampa desde o início do processo de construção da IG e atua em diferentes frentes. “O Sebrae esteve presente desde o início da IG e segue ao lado da associação nas mais diversas frentes, desde a estruturação, planejamento e desenvolvimento de mercados até a parceria com a indústria. Toda essa articulação da cadeia é extremamente importante para o sucesso da IG”, complementa o presidente da entidade.

Serviço

  • O quê: Seminário AproPampa sobre Indicação Geográfica e valorização da carne do Bioma Pampa
  • Quando: 2 de setembro, às 14h
  • Onde: Expointer 2026, no Parque Assis Brasil, em Esteio
  • Realização: AproPampa, com apoio do Sebrae RS
  • Público: produtores rurais, especialmente aqueles com propriedades inseridas no Bioma Pampa
Foto: Wirestock/Magnific/Reprodução | Fonte: Assessoria
26/08/2026 0 Comentários 121 Visualizações
Business

Últimos dias para se inscrever no Processo Seletivo do Sebrae/RS do Vale dos Sinos

Por Ester Ellwanger 26/08/2026
Por Ester Ellwanger

 Termina na próxima segunda-feira, dia 31 de agosto, às 18hs (horário de Brasília), o prazo para se inscrever no Processo Seletivo do Sebrae/RS. As vagas são para os Agentes Local de Inovação (ALI) na área de Ecossistemas de Inovação.

O processo, assessorado pela Fundação de Apoio à Pesquisa, Ensino, Tecnologia e Cultura – Fapetec, está com vagas em aberto para os municípios de Novo Hamburgo e São Leopoldo. São oportunidades tanto para agentes, quanto para orientadores, com bolsas nos valores de R$ 5mil e R$ 6.500,00, respectivamente, para atuarem em projetos de Ecossistemas de Inovação, pelo período de 36 meses.

Ao todo, o Sebrae/RS está oferecendo 65 vagas, entre imediatas e cadastro reserva, para os Agentes atuarem nas regionais CAFO (Fronteira Oeste), Norte, Vales, Sul, Sinos, Serra, Noroeste, Centro e região metropolitana de Porto Alegre. E 3 vagas para Orientadores com abrangência em todo estado do Rio Grande do Sul.

Inscrições

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas exclusivamente pelo portal da Fapetec, no endereço: www.fapetec.org -> Unidade de Seleção -> Processos Seletivos -> Processo Seletivo Sebrae/RS – ALI 01/2026 > Ver detalhes -> Edital e Comunicados.

Exigências para os Bolsistas

Entre as exigências para os Agentes está a formação universitária completa em qualquer área, com diploma reconhecido pelo MEC. Além disso, é exigida experiência mínima de 6 meses, em inovação. Porém, aqueles candidatos que possuírem experiência comprovada, como profissional de nível superior, acima de 1 ano, em inovação (projetos de inovação; ambientes de inovação; ecossistemas de inovação; inovação no ambiente empresarial; inovação em ambientes digitais; gestão de comunidade), receberão pontuação adicional.

Já para os Orientadores é preciso ter pós-graduação completa (mestrado e/ou doutorado), reconhecida pelo MEC, também em qualquer área de atuação e experiência como profissional de nível superior de, no mínimo, 12 (doze) meses, em atividades práticas relacionadas a Gestão da Inovação, além de experiência em atividades de orientação técnica e acadêmica.

Os bolsistas têm por objetivo promover o desenvolvimento local e dos pequenos negócios, a partir de atividades de extensão tecnológica com a aplicação de ferramentas ágeis que trabalhem com o diagnóstico, levantamento e priorização de problemas, identificando, planejando e monitorando a implementação de soluções inovadoras.

 

Atividades agentes e orientadores

Entre as atividades dos Agentes estão: Apoiar, agendar, executar e/ou comunicar a realização de ações e eventos locais relacionados à inovação territorial, tecnologia ou vocação econômica; Estimular o engajamento, a conexão e o pertencimento dos atores no ecossistema; Realizar diagnósticos, devolutivas e relatórios; Mensurar os indicadores do projeto; Participar de reuniões estratégicas, Inserir e atualizar informações em plataforma de monitoramento e gestão definida pelo Sebrae, entre outras.

Já os Orientadores terão de planejar e conduzir reuniões de alinhamento do projeto com a sua equipe de agentes e respectivas regionais de atuação; Participar de reuniões e eventos relacionados ao projeto; Orientar até 10 bolsistas na elaboração da produção bibliográfica; Fomentar aproximação das empresas com o ecossistema de inovação; Orientar, acompanhar e avaliar o Plano de Trabalho e as atividades de campo dos bolsistas agentes e assim por diante.

 

Etapas do Processo Seletivo

Os candidatos a agentes passarão por 03 etapas, todas classificatórias e eliminatórias. A primeira é a avaliação de conhecimentos, a segunda é análise curricular e documental e, por fim, entrevista individual por competências. E os orientadores terão 02 etapas de seleção: análise curricular e documental e entrevista individual por competências. Todas as etapas serão realizadas de forma remota.

É possível buscar mais informações no Manual do Candidato e seus Anexos, que estão disponíveis na página da Fapetec no portal: www.fapetec.org .

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

26/08/2026 0 Comentários 114 Visualizações
Moda e beleza

Moda Conecta reúne empresas do segmento em Novo Hamburgo na quinta-feira

Por Jonathan da Silva 25/08/2026
Por Jonathan da Silva

A Moda Conecta | Rodada de Negócios reunirá empresas fornecedoras, compradores e profissionais da cadeia da moda nesta quinta-feira, dia 27 de agosto, no Sebrae, em Novo Hamburgo. O encontro tem como foco aproximar empresas dos segmentos de calçados, vestuário e componentes de potenciais compradores, com o objetivo de gerar oportunidades comerciais, ampliar mercados e estabelecer parcerias.

As últimas vagas para o evento estão disponíveis. A iniciativa é voltada principalmente a micro e pequenas empresas que buscam apresentar produtos e soluções diretamente a empresas compradoras e ampliar sua rede de contatos na cadeia produtiva.

Empresas compradoras confirmadas

Entre as empresas compradoras já confirmadas estão Dakota, Vulcabras, Grupo Crisdu, com atuação nos segmentos de moda íntima, fitness e casual, Ara Jeans, Costa Moda Íntima e Camile Girelli.

A programação começa às 13h30min, com o credenciamento, e terá momentos de interação e aproximação entre fornecedores e compradores. Ao final, um café de conexão será realizado para ampliar as oportunidades de relacionamento e novas conversas entre os participantes.

O estilista Walter Rodrigues participará do encontro e compartilhará experiências e perspectivas sobre tendências, inovação e desafios relacionados à ampliação da competitividade do setor.

Para as empresas fornecedoras, a rodada permitirá apresentar produtos, identificar possibilidades de mercado e estabelecer contato com potenciais compradores da cadeia da moda.

Realização

A Moda Conecta | Rodada de Negócios é realizada pelo Sebrae RS, em parceria com o Sindicato da Indústria de Calçados do Estado do Rio Grande do Sul (Sicergs) e a Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), com apoio do Movimento Selo DRGS.

Serviço

  • O quê: Moda Conecta | Rodada de Negócios
  • Quando: Quinta-feira, 27 de agosto, a partir das 13h30min
  • Onde: Sebrae, em Novo Hamburgo
  • Quanto: inscrições gratuitas, com vagas limitadas e últimas vagas disponíveis
Foto: Magnific/Reprodução | Fonte: Assessoria
25/08/2026 0 Comentários 128 Visualizações
Variedades

Sebrae RS apresentou 10 negócios na Expoagas 2026

Por Jonathan da Silva 21/08/2026
Por Jonathan da Silva

O Sebrae RS reuniu 10 pequenos negócios gaúchos de alimentos e bebidas no estande coletivo Sabores Únicos do RS durante a Expoagas 2026, realizada de 18 a 20 de agosto, no Centro de Eventos da Fiergs, em Porto Alegre. O espaço foi organizado para aproximar os empreendedores de supermercadistas, redes de supermercados, distribuidores e outros compradores presentes na feira, ampliando as possibilidades de negociações e inserção dos produtos no varejo.

As empresas participantes foram selecionadas a partir de projetos do Sebrae RS. Sete delas integraram o projeto estadual Conexão Indústria Alimentos e Bebidas do RS, voltado à aproximação entre empresas do setor e supermercados e redes varejistas. As outras três vagas foram destinadas a negócios participantes de projetos do Sebrae RS com foco em vendas B2B.

Conexões comerciais

Segundo a gestora de projetos do Sebrae RS, Francine Danigno, a estratégia do estande foi concentrar esforços na geração de contatos comerciais entre os pequenos negócios e compradores. “O propósito principal do estande coletivo do Sebrae RS na Expoagas é conectar os pequenos negócios, indústrias e agroindústrias gaúchas com supermercadistas e redes gaúchas de supermercado. A estratégia é justamente fazer essa conexão B2B, a conexão de negócios”, explica Francine.

Além da estrutura coletiva, os participantes receberam acompanhamento durante a feira. A consultora de negócios do Sebrae RS, Simone Formolo, acompanhou as tratativas com compradores e supermercadistas e realizou prospecção ativa, convidando profissionais presentes no evento a conhecer as empresas e os produtos expostos.

A atuação da equipe também considerou o fato de a Expoagas não contar com rodadas de negócios formais. Com isso, o Sebrae RS buscou ampliar o número de encontros entre empreendedores e potenciais compradores.

A estratégia também levou em conta o calendário do varejo. Conforme Francine, os supermercados costumam reduzir a entrada de novas marcas e o cadastramento de novos fornecedores a partir de outubro. “Os supermercadistas estão ávidos, estão buscando produtos inovadores, produtos que tenham qualidade e que estejam dentro do mix de produtos que os seus clientes estão buscando. Então, consequentemente, temos um mix bastante atrativo e isso faz com que a nossa perspectiva de fechamento de negócios seja grande”, afirma a gestora.

Produtos apresentados

Entre os negócios participantes esteve a Casa do Sabor, agroindústria familiar que produz geleias de frutas, incluindo uma linha sem adição de açúcar, além de suco de uva integral. Para os sócios Raquel Pellegrini e Silvonei Zanon, a participação na feira permitiu apresentar a empresa a novos mercados sem deixar de lado as características da produção familiar. “Estar no espaço Sabores Únicos do RS, com o apoio do Sebrae, também é uma oportunidade de mostrar que uma agroindústria familiar pode preservar sua origem e sua história e, ao mesmo tempo, estar preparada para atender o varejo e conquistar novos mercados”, destaca Raquel.

Nas geleias sem adição de açúcar, a empresa utiliza 100% de fruta, sem adição de açúcar, adoçantes ou conservantes. A Casa do Sabor também apresentou suco de uva integral. A participação na Expoagas foi utilizada pela empresa para fortalecer relações com clientes já existentes e estabelecer novos contatos comerciais. “Participar da feira é uma oportunidade de gerar negócios, fortalecer relacionamentos e ampliar a presença da Casa do Sabor no mercado, sem perder aquilo que está na nossa essência: a agricultura familiar, a produção artesanal e os sabores que fazem parte da nossa história”, ressalta a sócia.

A microcervejaria Blackstone, de Estância Velha, também participou do estande coletivo. A empresa apresentou a linha Match, de refrigerantes com baixa caloria, sem adição de açúcar e sem sódio. Os produtos são produzidos com aromas e corantes naturais e possuem entre 25% e 31% de suco de fruta na composição.

A linha Match conta com seis sabores: guaraná, pomelo, bergamota, frutas vermelhas, pêssego e citrus.

A empresa também apresentou a linha On D’ Rocks, de drinks alcoólicos prontos para consumo em lata. São cinco opções: Caipiroska, Mojito, Solare de Pomelo, Lady in Red e Amaro Peach. A Blackstone também é responsável pela Cervejaria Clandestina, sua primeira marca.

De acordo com os proprietários da Blackstone, Letícia Dal Bello Morello e Rafael Morello, a linha Match teve maior procura durante a feira. Segundo eles, os visitantes destacaram os rótulos, a diversidade e a qualidade dos produtos. A participação também foi utilizada para apresentar a empresa e o portfólio aos compradores do setor.

Expoagas

A Expoagas reúne fornecedores, supermercadistas, distribuidores, atacadistas, varejistas e profissionais da cadeia de abastecimento. Para os pequenos negócios participantes do estande Sabores Únicos do RS, a presença no evento teve como foco a apresentação de produtos, a ampliação de contatos comerciais e a aproximação com o mercado varejista. “Ao reunir diferentes marcas em um mesmo espaço, o Sabores Únicos do RS busca potencializar essas oportunidades, apresentando aos compradores um conjunto diversificado de produtos que expressam a qualidade, a identidade e a capacidade de inovação dos pequenos negócios de alimentos e bebidas do Rio Grande do Sul”, finaliza Francine.

Foto: Julia Tews/Divulgação | Fonte: Assessoria
21/08/2026 0 Comentários 129 Visualizações
Business

Economia criativa cresce 47,7% nos Vales do Sinos, Caí e Paranhana

Por Jonathan da Silva 18/08/2026
Por Jonathan da Silva

A economia criativa cresceu 47,7% entre 2020 e 2025 nos Vales do Sinos, Caí e Paranhana, região que atualmente reúne mais de 49 mil negócios ligados ao setor e mais de 84 mil empregos. Os dados foram apresentados pelo analista de Ambiente de Negócios do Sebrae RS, Josemar Demenech, durante a palestra “A potência da criatividade na economia: um olhar para Sapiranga”, realizada no Sapiranga Summit. Segundo o levantamento, os empreendimentos do segmento representam 3,59% do Produto Interno Bruto (PIB) regional.

Mais de 30 mil dos negócios criativos da região são Microempreendedores Individuais (MEIs). O setor reúne atividades como games, audiovisual, gastronomia, cultura, arte, design, comunicação e produção de conteúdo. O segmento também tem sido influenciado por novas tecnologias e pelas mudanças nas formas de consumir, produzir e se relacionar com o mercado.

Quando falamos em economia criativa, estamos falando de transformar criatividade, conhecimento e talento em negócios, renda e novas oportunidades. É um setor muito diverso e com grande capacidade de gerar desenvolvimento para os municípios da nossa região”, destaca o analista de Ambiente de Negócios do Sebrae RS, Josemar Demenech.

O crescimento registrado no período ficou acima do observado em diversos segmentos tradicionais da economia, como indústria e varejo.

Distribuição regional

Os municípios com maior número de empresas do setor são Canoas, Novo Hamburgo, São Leopoldo, Sapucaia do Sul e Campo Bom. Sapiranga aparece na sexta posição entre as cidades da região, de acordo com os dados apresentados durante o evento.

Para o analista de Ambiente de Negócios do Sebrae RS, a diversidade de atividades e profissionais amplia as possibilidades de negócios. “Temos uma região com uma diversidade muito grande de talentos e negócios criativos. Existe uma série de possibilidades para transformar essas competências em produtos, serviços e negócios. O potencial está em conectar criatividade, tecnologia e conhecimento às demandas do mercado”, afirma Demenech.

A economia criativa é apontada como uma frente de geração de renda, emprego e novos negócios nos municípios. Durante a palestra, também foram discutidos temas relacionados ao setor, entre eles a legislação para influenciadores, a Lei Aldir Blanc e os impactos e possibilidades associados à inteligência artificial.

Atuação do Sebrae

O Sebrae RS vem ampliando sua atuação junto à economia criativa por meio do desenvolvimento de produtos, soluções e iniciativas direcionadas às necessidades de empreendedores e empresas do segmento. A atuação inclui ações de qualificação e estímulo à conexão entre empreendedores, empresas e outros integrantes do ecossistema regional.

O crescimento que estamos observando mostra que a economia criativa deixou de ser um segmento de nicho e passou a ocupar um espaço importante na economia regional. O nosso papel é estar próximo desses empreendedores, entendendo suas necessidades e criando soluções que contribuam para que esses negócios possam crescer e se desenvolver”, destaca o analista de Ambiente de Negócios do Sebrae RS, Josemar Demenech.

Foto: Diloka Studio/Magnific/Reprodução | Fonte: Assessoria
18/08/2026 0 Comentários 122 Visualizações
Variedades

Palco CDL Sapiranga & Sebrae encerra programação no Sapiranga Summit

Por Jonathan da Silva 17/08/2026
Por Jonathan da Silva

Com o fim do Sapiranga Summit, na quinta-feira (13), também foi encerrada a programação de três dias do Palco CDL Sapiranga & Sebrae. A agenda do último dia no no Fly.Hub reuniu empresários, profissionais, jovens empreendedores e lideranças em palestras e painéis sobre comunicação, liderança, marketing, inovação, inteligência artificial e equilíbrio entre vida profissional e pessoal. Realizada pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Sapiranga em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Rio Grande do Sul (Sebrae-RS), a programação teve como foco o desenvolvimento empresarial.

A programação começou com o painel “Seja um influenciador do seu negócio”, conduzido por Pâmela Ghilardi e Júnior Ribeiro, da CDL Jovem. A discussão tratou da participação dos empresários na comunicação das próprias marcas e da produção de conteúdo com base no conhecimento sobre os negócios. “Não tem ninguém melhor do que vocês, donos dos seus próprios negócios, para falar sobre aquilo que fazem”, destacou Pâmela Ghilardi. Júnior Ribeiro abordou a necessidade de autoconhecimento e coerência na construção dessa comunicação. “Quando fazemos esse diagnóstico, precisamos responder perguntas sobre nós mesmos e, acima de tudo, ser verdadeiros”, afirmou o painelista.

Na sequência, a integrante da CDL Jovem Bruna Ledur conduziu o painel “Como liderar a nova geração”, que discutiu mudanças no comportamento dos profissionais, comunicação, propósito, autonomia e integração entre diferentes gerações nas equipes. “É uma geração que quer respostas rápidas e a pergunta não é porque essa geração é tão diferente mas sim que tipo de liderança esse cenário exige de mim? Sou a favor de evoluir nas coisas onde temos controle”, afirmou Bruna.

Marketing de conteúdo

O painel “Marketing de Conteúdo: Como Construir uma Marca que Vende Todos os Dias” teve a participação de Luísa Venter da Costa. A especialista tratou do uso das redes sociais para ampliar o alcance das empresas e estabelecer relacionamento com novos públicos. Segundo ela, conhecer as ferramentas disponíveis é apenas uma etapa, enquanto a aplicação do conhecimento na rotina e a produção consistente de conteúdo representam desafios para os negócios. “Hoje temos a possibilidade de alcançar muitas pessoas. O que quero mostrar é principalmente como fazer, porque saber o que precisa ser feito é importante, mas colocar isso em prática é a parte mais difícil”, afirmou Luísa.

Transformando ideias em receitas

A transformação de ideias em negócios com geração de receita foi discutida no painel “Do Produto ao Lucro: Como Transformar Inovação em Receita”, com Caroline Kuhlhoff, da Pão de Trigo, e Fabiane Latorre, do Sebrae, sob mediação de Romulo Tevah. A conversa abordou a identificação de oportunidades, desenvolvimento de produtos, compreensão do consumidor e construção de modelos de negócio.

Inteligência artificial

A programação também incluiu o painel “IA sem complicação para pequenos negócios: o que usar, onde aplicar e por onde começar”, apresentado por Flavia Nagib Murr. A abordagem tratou de aplicações da inteligência artificial em atividades como produção de conteúdo, organização de informações, atendimento e apoio à gestão.

Busca pelo equilíbrio

O encerramento ocorreu com o painel “A sabedoria em encontrar o equilíbrio”, com Camile Bertolini, sócia-diretora da Gota Limpa, e mediação de Ana Paula Dorscheid. A discussão abordou a conciliação entre resultados profissionais, escolhas pessoais e qualidade de vida diante das demandas da rotina.

Avaliação da entidade

O presidente da CDL Sapiranga, Ademir Gerson Deitos, avaliou a realização da edição e afirmou que o planejamento do próximo evento começa após o encerramento de cada Summit. “Quando termina um Summit, já começamos a programar o próximo. Vamos trabalhando a questão das parcerias, buscando os grandes parceiros e nos ajustando ao longo do ano, inclusive nas questões orçamentárias e de patrocínio. É um evento que movimenta bastante e que também gera benefícios para os nossos associados, que têm a oportunidade de participar e acessar toda essa programação. Sempre que temos uma iniciativa que agrega valor ao associado, a CDL busca estar junto e à frente”, afirmou Deitos.

Foto: Diego Soares/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/08/2026 0 Comentários 123 Visualizações
Business

Sebrae RS identifica diferenças entre empreendedores

Por Jonathan da Silva 16/08/2026
Por Jonathan da Silva

Pesquisa realizada pelo Sebrae RS com 58 empreendedores de diferentes regiões do Rio Grande do Sul identificou diferenças na forma de empreender de acordo com a geração e o território onde os negócios estão inseridos. O estudo qualitativo, realizado por meio de grupos focais online segmentados por geração e contexto territorial, analisou aspectos como motivações para empreender, desafios, aprendizagem, uso de tecnologia, acesso a redes de apoio e percepção de sucesso. O levantamento também comparou regiões com maior acesso a infraestrutura, serviços, crédito e ambientes de inovação com localidades onde esses recursos são mais restritos.

A análise aponta que fatores geracionais e territoriais se combinam na trajetória dos empreendedores. Enquanto as condições socioeconômicas influenciam o acesso a recursos, conhecimento e oportunidades, as diferentes gerações apresentam formas próprias de se relacionar com o mercado, a inovação e o desenvolvimento dos negócios.

Diferenças entre gerações

Entre os empreendedores mais experientes, a pesquisa identificou maior influência da trajetória profissional e da experiência prática. Nesse grupo, o empreendedorismo aparece frequentemente como alternativa de reinvenção profissional ou continuidade da atividade produtiva, com participação da família na construção dos negócios. Também foi observada maior preferência por capacitações presenciais e uma relação mais cautelosa com ferramentas digitais, embora os participantes reconheçam sua importância para a competitividade.

Entre os millennials, aparecem com maior frequência preocupações relacionadas a planejamento, organização e crescimento sustentável. De acordo com o estudo, a busca por qualificação por meio de cursos, mentorias e consultorias é recorrente, assim como o uso de plataformas digitais para divulgação, relacionamento com clientes e fortalecimento das marcas. “Para essa geração, sucesso significa equilibrar estabilidade financeira, qualidade de vida, realização pessoal e impacto positivo na família e na comunidade”, aponta o especialista em Competitividade Setorial do Sebrae RS, Fabiano Zortéa.

Já a geração Z apresenta uma relação mais frequente com a tecnologia e associa o empreendedorismo à autonomia, flexibilidade e liberdade. Segundo a pesquisa, muitos integrantes desse grupo iniciam atividades como projetos paralelos, testam modelos de negócio e modificam estratégias de acordo com as demandas do mercado. Internet e redes sociais aparecem como ferramentas utilizadas para aprendizagem, tomada de decisões e identificação de oportunidades.

Influência do território

As diferenças territoriais também foram identificadas pelo levantamento. Em regiões com maior desenvolvimento e acesso a infraestrutura, crédito, serviços e ambientes de inovação, o empreendedorismo tende a estar associado à busca por crescimento, autonomia e qualidade de vida.

Nas localidades com menor acesso a esses recursos, abrir um negócio aparece com maior frequência como estratégia de geração de renda, emancipação social e fortalecimento da economia local. A pesquisa também aponta que a ampliação do acesso ao crédito, à capacitação, às redes de apoio e às oportunidades pode fortalecer o empreendedorismo feminino em territórios mais vulneráveis.

Mudanças na percepção de sucesso

A pesquisa identificou ainda mudanças na forma como os empreendedores definem sucesso. Segundo o coordenador do estudo, “o resultado financeiro continua sendo relevante, mas passa a dividir espaço com fatores como propósito, saúde mental, equilíbrio entre vida pessoal e profissional e contribuição para a comunidade”.

Para Fabiano Zortéa, compreender as diferenças entre gerações e territórios pode orientar ações direcionadas aos pequenos negócios. “Os resultados mostram que não existe um único perfil de empreendedor. Cada geração possui expectativas, formas de aprender e desafios próprios, ao mesmo tempo em que o território influencia diretamente as oportunidades disponíveis. Conhecer essa realidade permite desenvolver iniciativas mais assertivas e ampliar o impacto das ações voltadas aos pequenos negócios”, afirma o especialista.

Segundo o coordenador, os resultados serão utilizados pelo Sebrae RS no aperfeiçoamento das estratégias de atendimento. “Esse estudo nos ajuda a olhar para o empreendedor de forma mais completa. A partir desse conhecimento, podemos construir programas, conteúdos e experiências mais adequados às diferentes realidades, fortalecendo quem já empreende e preparando o ecossistema para as transformações das próximas gerações”, destaca Fabiano Zortéa.

Com base nas conclusões, o Sebrae RS pretende ampliar ações segmentadas para diferentes públicos, combinando capacitação, consultorias, conexões e soluções direcionadas às necessidades de cada geração. A estratégia também prevê acompanhar mudanças de comportamento, tecnologia e formas de aprendizagem para preparar o ambiente empreendedor para as próximas gerações.

Foto: Javi Indi/Magnific/Reprodução | Fonte: Assessoria
16/08/2026 0 Comentários 91 Visualizações
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