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Saúde

Saúde

Campo Bom terá vacinação contra Covid-19 no final de semana

Por Ester Ellwanger 26/08/2021
Por Ester Ellwanger

Em Campo Bom, quem recebeu a primeira dose da vacina Astrazeneca em junho ou antes e ainda não fez a segunda dose, já tem data marcada para isso: sexta-feira, 27 de agosto. A vacinação ocorre das 9h às 13h neste dia, ou enquanto durarem as doses no Complexo do CEI (drive-thru e ginásio).

 

Já no sábado, 28 de agosto, pessoas com 18 anos ou mais e que ainda não se vacinaram, podem receber a primeira dose. As vacinas aplicadas serão Pfizer e a Coronavac. O local é o mesmo, o Complexo do CEI, e o horário, também, das 9h às 13h. Estas duas vacinas são indicadas para gestantes e puérperas. Mil doses serão distribuídas em cada um dos dias de vacinação.

 

Para o prefeito Luciano Orsi, o momento é de seguir trabalhando de maneira incansável pela imunização da população. “Atingimos um índice importante nos últimos dias, que é o de mais de 80% da população vacinável com ao menos a primeira dose. Ainda assim, é fundamental seguir trabalhando, já que a segunda dose completa o processo de imunização”, destaca. O secretário da Saúde João Paulo Berkembrock convoca os cidadãos para a vacinação. “Só venceremos a pandemia quando estivermos todos imunizados, por isso é necessário que, aqueles que ainda não se vacinaram, se vacinem”, alerta.

 

Quem for receber a segunda dose na sexta-feira, deve apresentar CPF ou cartão do SUS e o cartão de vacinação com o registro da primeira dose. Para os que forem se vacinar no sábado, além do CPF, cartão do SUS e carteira de vacinação, é preciso também apresentar comprovante de residência ou declaração de residência em Campo Bom. Puérperas e lactantes devem apresentar ainda certidão de nascimento do bebê e comprovação médica da lactação, e adolescentes com comorbidades, certidão de nascimento e laudo médico que ateste a comorbidade.

 

Para se vacinar, é recomendado que nenhuma outra vacina tenha sido tomada nos últimos 14 dias, não estar fazendo tratamento imunossupressor, não ter tido Covid-19 nos últimos 30 dias e não apresentar sintomas gripais. A Astrazeneca não é indicada para gestantes e puérperas.

 

 

Calendário Vacinação

 

Sexta-feira, 27/08 – das 9h às 13h

Segunda Dose da Astrazeneca para quem fez a primeira dose em junho ou antes.

 

Sábado, 28/08 – das 9h às 13h

Primeira Dose da Pfizer e a Coronavac para jovens com 18 anos ou mais.

Foto: Lucas Unser /Divulgação | Fonte: Assessoria

 

26/08/2021 0 Comentários 924 Visualizações
Cidades

Hospital Municipal tem ameaça de corte de quase R$ 21 milhões anuais

Por Ester Ellwanger 26/08/2021
Por Ester Ellwanger

No início do mês, o Governo do Estado lançou o programa Assistir, com a promessa de uma distribuição mais justa e transparente de incentivos hospitalares, de maneira proporcional aos serviços entregues à população. Na prática, para Novo Hamburgo, isso representará um corte de 63,8% nos repasses recebidos pelo Hospital Municipal. Preocupados com os desdobramentos da medida, que será implantada gradualmente já a partir de setembro, os vereadores iniciaram nos últimos dias uma forte mobilização. Nesta quarta-feira, 25 de agosto, a Câmara de Vereadores aprovou moção de repúdio ao programa e discutiu os impactos da redução do aporte financeiro junto ao secretário municipal de Saúde, Naasom Luciano.

Atualmente, o Hospital Municipal de Novo Hamburgo recebe quase R$ 32,9 milhões anuais em repasses do Estado. Com a implantação do programa Assistir, o valor deve ser encolhido para pouco mais de R$ 11,9 milhões, uma queda de quase R$ 21 milhões.

Naasom Luciano, explicou que os hospitais da região metropolitana terão perdas significativas nos repasses com o novo programa, que muda a forma de cálculo da distribuição dos recursos entre os hospitais. Ele reconhece que os serviços podem ser afetados. “O programa é bom, mas ele está redistribuindo recursos. O Estado tem de investir mais, é ele que tem de dar o recurso para esses outros municípios que não são contemplados e tem de garantir aos que já recebem”, afirma. Conforme Luciano o teto constitucional de investimento na Saúde é de 15%. “Em nenhum desses quase cinco anos à frente da Secretaria da Saúde de Novo Hamburgo foram investidos menos do que 24% do Orçamento Público Municipal. O teto constitucional estadual é de 12% e o Rio Grande do Sul investe 8%. Governador, invista 9%, pois esse 1% a mais garante os recursos necessários para salvar as vidas que precisam no nosso Hospital Municipal, 100% SUS, o maior da Região Sul do Brasil”, disse o secretário.

Segundo Luciano, além de diminuir recursos, a proposta amplia a referência do Hospital Municipal, dobrando a população para urgência e emergência e aumentando em 600% o público para outros serviços, como gestação de alto risco. “Se esse programa for implantado conforme foi apresentado pela secretária Estadual da Saúde Estadual, Arita Bergmann, a cidade de Novo Hamburgo poderá ser obrigada a suspender serviços de referência regional no atendimento SUS, inclusive os de emergência 24 horas, mantendo apenas os destinados à população hamburguense”, informou.

Repúdio e pedido de informações

Os debates tiveram início na Câmara de Novo Hamburgo ainda na segunda-feira, 23. Durante a sessão, os parlamentares discutiram e aprovaram dois requerimentos assinados pelo vice-presidente Gerson Peteffi (MDB) cobrando informações sobre os critérios estabelecidos para a redução do aporte, a adoção de medidas compensatórias, as orientações repassadas às cidades vizinhas que utilizam o Hospital Municipal como referência e para onde serão encaminhados os atendimentos que forem eventualmente suspensos em Novo Hamburgo. Os documentos foram enviados ao Governo do Estado e à Assembleia Legislativa.

Já nesta quarta, os parlamentares aprovaram por unanimidade a Moção nº 83/2021, que o manifesta repúdio ao programa Assistir e diagnostica uma ameaça à continuidade dos serviços do SUS prestados pela Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH). A moção será encaminhada ao governador Eduardo Leite.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/08/2021 0 Comentários 781 Visualizações
Cidades

Hospital Municipal Getúlio Vargas de Estância Velha completa 82 anos

Por Ester Ellwanger 26/08/2021
Por Ester Ellwanger

Os 82 anos de fundação do Hospital Municipal Getúlio Vargas, que é comemorado nesta quarta-feira, 25 de agosto, foram celebrados com festa e bolo para os funcionários. Em um ato solene, na tarde de hoje, o prefeito Diego Francisco, a secretária de Saúde, Cláudia Pires, a diretora do Hospital, Juliana Feltes, reuniram demais membros da casa de saúde e secretários municipais para cantar “parabéns a você”. Os músicos Jorginho Gaiteiro e Nicolas foram os responsáveis por puxar a canção. Os pastores Marco Antônio de Souza (representando o Conselho de Pastores de Estância Velha) e Irineu Buss (Igreja Evangélica Luterana do Brasil – IELB) abençoaram o hospital, os profissionais da saúde e os pacientes.

Durante sua fala, o prefeito Diego Francisco destacou a importância do hospital para a comunidade, e lembrou que a casa de saúde faz parte da história de muitas pessoas. “Não posso deixar de lembrar cada profissional que passou por aqui ou que ainda hoje está na ativa trazendo conforto e a cura para quem precisa”, pontuou. Diego também falou que a Administração está buscando dar suporte e estrutura para que os profissionais possam desempenhar suas funções de forma satisfatória e com segurança.

A diretora do Hospital, Juliana Feltes, agradeceu a padaria Pão de Trigo, que doou a torta, a padaria Arte & Sabor e a Padaria Brasil, que doaram pães para um cachorro quente, e a Casa da Cerveja, que doou refrigerantes que foram distribuídos aos servidores da instituição.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
26/08/2021 0 Comentários 931 Visualizações
Saúde

Tornar a doação de sangue um hábito é o grande desafio

Por Ester Ellwanger 25/08/2021
Por Ester Ellwanger

O estilo de vida do mundo contemporâneo trouxe um ritmo intenso e a partir disso tornou-se comum a população ter comportamentos mais individualistas. Diante desse cenário a doação de sangue acaba muitas vezes ficando em segundo plano. Este foi um dos alertas feitos durante o Ciclo de Palestras Amrigs, realizado na noite desta terça-feira, 24 de agosto. Voltada para acadêmicos e profissionais das mais diversas áreas da saúde e políticas públicas o debate, que foi organizado pela Associação Médica do Rio Grande do Sul em parceria com o Departamento de Hematologia e Hemoterapia (DHHTC), serviu para esclarecer uma série de dúvidas sobre o processo. A mediação do encontro foi feita pela médica hematologista e hemoterapeuta, Mariângela Moschen.

Por muitos anos a transfusão de sangue era algo que envolvia muitos riscos. Hoje estamos muito mais seguros, porém precisando cada vez mais de doadores.”

“No passado, as doações envolviam sempre um familiar ou um amigo. Hoje, felizmente, o número de voluntários aumentou. São pessoas que encontraram um propósito a partir dessa consciência humana e social tendo um olhar mais empático e solidário nas nossas relações sociais. A doação é rápida e o processo é bastante simples”, afirmou a palestrante, bacharel em Serviço Social com especialização em Direitos Humanos, Franciele Roso.

“Por muitos anos a transfusão de sangue era algo que envolvia muitos riscos. Hoje estamos muito mais seguros, porém precisando cada vez mais de doadores. O sangue sintético é uma realidade ainda distante e precisamos desse gesto de solidariedade”, afirmou Franciele.

A doação

No ato de doação de sangue um dos processos de grande importância é a triagem clínica. A palestrante, graduada em Enfermagem pela Faculdade Fátima de Caxias do Sul e com mais de 20 anos de experiência em Hemoterapia, Claudineia de Souza Campos, reforça que a entrevista é sigilosa e para garantir a efetividade é importante que o doador confie no entrevistador e conceda respostas verdadeiras.

“Para doar sangue a vida sexual e o lazer importam. Não se trata de uma invasão de privacidade, mas uma questão matemática. Estudos mostram que quanto maior o número de parceiros, maiores as chances de adquirir uma DST”, explicou.
A palestra falou da trajetória do sangue LGBTQIA+ que vem mudando ao longo do tempo. Em 1980 teve início a epidemia de AIDS e em 1993 o Brasil seguiu outros países restringindo a doação de homossexuais. Em 2002, houve uma flexibilização. Em 2020, com a chegada da Covid, houve nova avaliação da restrição vindo a autorizar a doação por homossexuais.

A vacinação da Covid também impactou no processo. Após a imunização com a Coronavac é necessário esperar dois dias para fazer a doação. Quem fez as demais vacinas, deve esperar sete dias.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/08/2021 0 Comentários 645 Visualizações
Cultura

Programa Sesc Maturidade Ativa retoma as atividades presenciais no Estado

Por Ester Ellwanger 23/08/2021
Por Ester Ellwanger

Após 17 meses em contato apenas pelas telas do celular, do computador ou com esporádicas visitas à distância, os grupos de Maturidade Ativa Sesc das Unidades gaúchas retomam gradativamente as atividades presenciais. Ao priorizar a saúde, o bem-estar e o envelhecimento ativo da população acima de 50 anos, o Sistema Fecomércio-RS/Sesc iniciou o retorno após os integrantes terem recebido as duas doses da vacina e os casos de contaminação por Covid-19 demonstrarem significativa queda.

No entanto, para manter a segurança de todos, as atividades serão desenvolvidas apenas em locais amplos e ventilados, com distanciamento, com o uso obrigatório de máscara de forma correta (cobrindo a boca e o nariz) durante todo tempo em que o grupo estiver reunido, e higienização das mãos com álcool em gel ou com água e sabão. Neste primeiro momento, também não haverá programação que envolva alimentação coletiva ou chimarrão, mesmo que para consumo individual.

A coordenadora do Programa Sesc Maturidade Ativa no Rio Grande do Sul, Michele Silveira, reforça que se algum participante apresentar quaisquer sintomas de síndrome gripal ou compatível com Covid-19 (tosse, febre, coriza, dor de garganta, dificuldade para respirar, perda de olfato e paladar, distúrbios gastrointestinais como náuseas, vômitos ou diarreia, cansaço, diminuição do apetite e falta de ar), não deve comparecer aos encontros presenciais.

O retorno das atividades no Estado será recheado de expectativas e celebração por parte nossa enquanto instituição e dos nossos participantes, que possamos continuar e retomar o trabalho e a convivência a partir das ações integradas nas áreas da saúde, educação, cultura e lazer.”

Desde o início da pandemia no Estado, o Sesc/RS suspendeu as atividades presenciais do Programa por atender diretamente um dos grupos de risco da doença. Para manter a proximidade com os integrantes e contribuir com a saúde física e mental neste período, foi preciso reinventar as ações e transferi-las para os meios digitais. Foram inúmeras lives, bingos e bailes virtuais, aulas de ginástica, ações sociais pensadas em conjunto, palestras, orientações sobre a doença, gincanas, entre outras iniciativas que reforçaram o objetivo do programa de promover a qualidade de vida e construir um novo significado social para o envelhecimento. “O retorno das atividades no Estado será recheado de expectativas e celebração por parte nossa enquanto instituição e dos nossos participantes, que possamos continuar e retomar o trabalho e a convivência a partir das ações integradas nas áreas da saúde, educação, cultura e lazer. E também daremos continuidade as ações educativas e de lazer virtuais do Programa Sesc Maturidade Ativa que proporcionaram a ampliação de participação e o incentivo a inclusão digital, a pedido dos próprios idosos”, afirma Michele Silveira.

Os participantes reúnem-se para conviver, divertir, confraternizar, aprender e desenvolver seus potenciais, além de realizar trabalhos comunitários e solidários. Trata-se de um movimento social organizado que tem por missão construir um novo significado social para o envelhecimento, valorizando o papel do participante na sociedade contemporânea e a prática da responsabilidade social individual e coletiva. Atualmente, são 59 Grupos Sesc Maturidade Ativa, em 51 municípios gaúchos, envolvendo cerca de 2,8 mil integrantes. Para fazer parte desse projeto, os interessados devem procurar o Sesc mais próximo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/08/2021 0 Comentários 530 Visualizações
Saúde

Amamentação não é prejudicada pela vacinação contra a Covid-19

Por Ester Ellwanger 22/08/2021
Por Ester Ellwanger

Agosto é o mês escolhido para reforçar a importância do aleitamento materno e, em tempos de preocupação redobrada com a saúde, vacinação e protocolos de higiene, surgem dúvidas com relação a este contato tão próximo entre mãe e bebê.

A enfermeira da Gerência de Saúde do Sesc/RS, Manoella Moraes da Silva, esclarece que a amamentação após o recebimento da vacina contra a Covid-19 é segura, segundo as autoridades em saúde. “A amamentação transmite à criança alguns anticorpos produzidos pela mãe, o que é importante para o fortalecimento do sistema imunológico do bebê que ainda não está com a vacinação completa durante os primeiros meses de vida. A vacina da Covid-19 não interfere no aleitamento. A única restrição é quanto à vacina da febre amarela. Neste caso, recomenda-se a suspensão da amamentação por dez dias. No caso da Covid, mesmo a mãe que esteja com sintomas leves da doença pode continuar amamentando, desde que reforce os cuidados como higienização e uso de máscara”, diz a enfermeira.

 

A amamentação transmite à criança alguns anticorpos produzidos pela mãe, o que é importante para o fortalecimento do sistema imunológico do bebê que ainda não está com a vacinação completa durante os primeiros meses de vida.”

Segundo a nutricionista da Gerência de Saúde do Sesc/RS, Laís Souza da Silva, manter o aleitamento exclusivo durante os seis primeiros meses de vida do bebê traz outros benefícios que se estendem a longo prazo. “A criança que é alimentada com leite materno terá mais facilidade na introdução alimentar, ou seja, aceitará melhor novos alimentos, que podem ser apresentados a ela depois dos seis meses de vida. Até esta idade, a recomendação é o aleitamento exclusivo, ou seja, não oferecer água, chás, outros tipos de leite ou papinha, porque estes líquidos podem prejudicar na absorção dos nutrientes do leite materno”, esclarece ela dizendo que há ainda a recomendação de que o aleitamento materno seja mantido até os 2 anos de idade.

A criança que é alimentada com leite materno terá mais facilidade na introdução alimentar, ou seja, aceitará melhor novos alimentos.”

Além das vantagens para a saúde dos bebês, Manoella acrescenta benefícios para as mães, como redução do risco de câncer de mama, tendo uma melhor recuperação no pós parto, pois a liberação de hormônios durante a amamentação acelera o útero a retomar ao seu tamanho normal e também têm ação contraceptiva (mantendo o aleitamento exclusivo durante os seis meses).

Para que a experiência seja saudável e traga ganhos tanto para a mulher quanto para o bebê, Laís recomenda que a mãe observe com atenção a sua alimentação durante este período evitando alimentos ultra processados, gordurosos ou com muito açúcar, investindo em pratos coloridos e variados, aumentando a ingestão de água e reduzindo o consumo de itens com cafeína, já que a substância pode influenciar no sono do bebê e causar algum desconforto gastrointestinal.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/08/2021 0 Comentários 610 Visualizações
CidadesSaúde

Estância Velha completa um mês sem registro de mortes por Covid-19

Por Ester Ellwanger 19/08/2021
Por Ester Ellwanger

Nesta quinta-feira, 19 de agosto, Estância Velha completa 30 dias sem registrar mortes por Covid-19. É a primeira vez, desde o início da pandemia, que o município atinge essa marca. O avanço da vacinação e todo o esforço da Administração em campanhas de conscientização ajudaram a reduzir drasticamente os casos de Covid na cidade.

Desde o início de agosto, o município tem registrado índices baixíssimos de casos positivos (média de seis casos por dia). Além disso, as internações estão estabilizadas, de 1 de julho a 19 de agosto. Portanto, nos últimos 50 dias, somente nove pacientes foram internados na Ala Covid do Hospital Municipal Getúlio Vargas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/08/2021 0 Comentários 516 Visualizações
EsporteSaúde

Sesi promove o Desafio Pedal Sesi

Por Ester Ellwanger 19/08/2021
Por Ester Ellwanger

A partir desta sexta-feira, 20 de agosto, estarão abertas as inscrições para o Desafio Pedal Sesi que busca estimular a atividade física visando à qualidade de vida. O evento é composto por quatro etapas, de setembro até dezembro, em que o participante tem que pedalar a quilometragem definida em cada mês (100km em setembro, 200km em outubro, 300km em novembro e 400km em dezembro), recebendo uma medalha ao final de cada etapa concluída.

 

Podendo participar de quantas etapas quiser e pedalar em bike indoor ou na rua, o atleta deve comprovar sua quilometragem com foto do odômetro ou registrar por aplicativo. Ao completar todo o circuito, o participante forma uma mandala com as quatro medalhas.

 

A ideia do Desafio Pedal Sesi é promover a prática de atividades físicas de forma segura e saudável, possibilitando a participação de pessoas de diversas idades e níveis de condicionamento físico. O exercício com a bicicleta, além de poder ser praticado individualmente, também permite que os atletas pedalem ao ar livre e em contato com a natureza.

 

As inscrições iniciam no dia 20 de agosto e devem ser realizadas no site do Sesi (sesirs.org.br) até o dia 10 de cada mês.

 

 

Serviço

O quê: Desafio Pedal Sesi

Quando:  a partir de 20/08, sempre até o dia 10 de cada mês

Inscrições: sesirs.org.br

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

19/08/2021 0 Comentários 1,1K Visualizações
CidadesSaúde

Capão da Canoa busca solução para vacinas atrasadas

Por Ester Ellwanger 19/08/2021
Por Ester Ellwanger

Após tratativas com Prefeito Amauri Magnus Germano, a Prefeita em exercício, Juliana Martin, realizou um encontro com a Secretária de Saúde, Arita Bergmann, intermediado pelo presidente da Assembleia deputado Gabriel Souza. Ficou constatado que Capão da Canoa está em defasagem e o Estado se comprometeu em equacionar o quantitativo nas próximas remessas.

A secretária-adjunta de Saúde do Rio Grande do Sul, Ana Costa, apresentou os novos critérios para distribuição das vacinas, o sistema que organiza e calcula a distribuição das doses. O procurador-geral de Capão da Canoa, dr. Tiago Aguilar, também participou do encontro.

Conforme a Prefeita em exercício, Juliana Martin, é de extrema importância fazer cobrança aos responsáveis pela distribuição. “O encontro presencial com a secretária Arita e adjunta Ana nos ajudou a esclarecer as dúvidas e demonstrar que estávamos defasados”, destaca.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/08/2021 0 Comentários 500 Visualizações
Saúde

Moinhos de Vento realiza terapia considerada a nova esperança para pacientes com câncer de próstata

Por Ester Ellwanger 19/08/2021
Por Ester Ellwanger

O primeiro paciente tratado com lutécio no Rio Grande do Sul recebeu a medicação no dia 28 de julho. Esse tipo de terapia já era usada em outros estados do país, na Europa, em países como a Alemanha, além dos Estados Unidos. Aprovada no Brasil, agora está disponível no Hospital Moinhos de Vento. O Serviço de Medicina Nuclear também oferece o Lutécio-177-Dotatoc para tratamento de tumores neuroendócrinos.

 

Medicina de precisão

O médico do Serviço de Oncologia, Pedro Isaacsson Velho, destaca que o radiofármaco entrega a radiação de maneira precisa no câncer, agindo no DNA do tumor. “É o que chamamos de terapia-alvo, que atua direto na célula cancerígena e preserva as sadias”, esclarece. O oncologista acrescenta que essa é uma alternativa menos tóxica que opções como a quimioterapia e com efeitos colaterais mais tênues na maioria dos pacientes. “Eles vivem mais e vivem melhor”, conclui.

“É o que chamamos de terapia-alvo, que atua direto na célula cancerígena e preserva as sadias”.

De acordo com o chefe do Serviço de Urologia do Hospital Moinhos de Vento, Eduardo Franco Carvalhal, a terapia é uma nova esperança, pois pode regredir o câncer e aumentar a sobrevida do paciente. “Em alguns casos, as lesões metastáticas retrocedem de forma significativa”, observa o urologista. As metástases acometem, em especial, os ossos e o linfonodos, mas podem atingir outros órgãos como pulmão e fígado. “Futuramente, é possível uma indicação antecipada do fármaco já como escolha de tratamento em uma fase mais precoce, em substituição a outras alternativas”, sentencia. Na avaliação do especialista, o Lutécio 177-PSMA dá mais uma chance àqueles homens que não obtiveram êxito em outros tratamentos, proporcionando uma sobrevida maior, e, muitas vezes, controlando sintomas e melhorando a qualidade de vida.

Indicações

O radiofármaco é indicado a pacientes com câncer de próstata em estágio avançado e que não respondem mais às alternativas disponíveis, como a terapia de deprivação hormonal (na qual, com o uso de medicação, se reduz a produção de testosterona e o estímulo às células cancerígenas) ou a quimioterapia. “Essas opções diminuem as metástases. Porém, há casos em que vão falhar, em algum momento, e a doença vai progredir porque as células tumorais acabam sofrendo mutações e tornando-se resistentes aos tratamentos”, pondera Carvalhal.

Câncer de próstata

Segundo tipo de câncer mais comum entre os homens, pode ser assintomático ou apresentar sintomas urinários (aumento da frequência urinária, sangramento, urgência e incontinência), ou, em estado avançado, ocasionar dores ósseas. Entre as formas de diagnóstico estão a biópsia com fusão de imagens da ressonância magnética e o PET-CT com PSMA.

O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima que serão registrados 65.840 casos novos de câncer de próstata para cada ano do triênio 2020-2022 no Brasil. Esse valor significa que 63 em cada 100 mil homens devem ser diagnosticados com esse tipo de tumor no período. Apesar de, em muitos pacientes, tratar-se de uma doença de evolução lenta, muitos casos são agressivos, tornando a doença a segunda causa de morte por câncer em homens no nosso meio.

Foto: Divulgação| Fonte: Assessoria
19/08/2021 0 Comentários 485 Visualizações
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