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saúde mental

Cidades

Serviços de Saúde Mental são apresentados à comunidade de Novo Hamburgo hoje

Por Ester Ellwanger 31/05/2022
Por Ester Ellwanger

Durante a tarde de hoje, 31 de maio, a comunidade de Novo Hamburgo tem oportunidade para conhecer melhor os serviços oferecidos na área da Saúde Mental. Das 13h30 às 16h, o Ônibus da Saúde estará na Praça Punta Del Este, na região central, para apresentar o trabalho como uma ação em alusão ao Dia Nacional da Luta Antimanicomial, celebrado em 18 de maio.

Neste período, profissionais da Gerência em Saúde Mental da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) vão receber e orientar a comunidade sobre serviços oferecidos pela Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) nos Centros de Atenção Psicossocial Infanto-Juvenil, AD III, do Centro além dos bairros, Canudos, Santo Afonso. Também será detalhado à comunidade os serviços oferecidos nos ambulatórios de Saúde Mental, de Saúde Mental Infanto-Juvenil, na Oficina de Geração de Renda, Unidade de Acolhimento e no Residencial Terapêutico.

Importante ressaltar que não serão oferecidos atendimentos psiquiátricos ou psicológicos no local, a proposta é divulgar os serviços oferecidos e prestar esclarecimentos à população.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

31/05/2022 0 Comentários 486 Visualizações
Saúde

8 dicas para manter a saúde mental no trabalho

Por Ester Ellwanger 14/11/2021
Por Ester Ellwanger

De uns anos para cá, o movimento em prol da saúde mental ganhou espaço dentro de empresas e corporações. Não à toa, ela vem se provando ser tão importante quanto a saúde física de uma pessoa e é responsável por aumentar a produtividade e a sensação de bem-estar dos colaboradores.  Infelizmente, o pontapé inicial para muitas empresas investirem em saúde mental foi a pandemia do coronavírus. Por exemplo, em apenas 1 semana de pandemia a procura no Google por serviços psicológicos e psiquiátricos aumentou em 49%!

A saúde mental afeta a produtividade do funcionário?

O cuidado com a saúde mental se tornou constante na vida das pessoas e das empresas. De acordo com dados da OMS, estima-se que até o fim de 2020 cerca de 20% da população mundial terá sofrido com depressão ou com outros distúrbios relacionados .

 

Logo, o dever das empresas de fornecer um suporte especializado para que os colaboradores se sintam amparados só cresce. E os dois lados saem ganhando nessa história: os funcionários se sentem bem para exercer as suas funções da melhor maneira e empresa consegue manter a sua produção.

Retorno financeiro de investir em saúde mental

Além disso, de acordo com dados da OMS, a cada US﹩1 investido em saúde mental (prevenção e tratamento à depressão e ansiedade ), US﹩4 são revertidos em ganhos de produtividade. Além de um funcionário feliz ser 31% mais produtivo e poder vender 37% a mais, de acordo com dados da Universidade da Califórnia.

Qual o papel do empregador na saúde dos funcionários?

Se já era um ponto a ser discutido no planejamento estratégico do RH antes da pandemia do novo coronavírus, hoje é vital falar sobre saúde mental no ambiente de trabalho. E o essencial aqui é pensar quais as melhores estratégias para prestar um suporte aos colaboradores. Passamos cerca de ⅓ do nosso dia exercendo nossa função. Ou seja, esse tempo tem um peso grande no nosso contexto de vida e influencia na nossa saúde mental.


Logo, é papel do RH entender quais são as principais influências no ambiente e garantir que o ambiente seja positivo para a saúde do funcionário. Mais um dado da OMS aponta que um lugar de trabalho “ruim” afeta a saúde mental do funcionário e pode desencadear outras patologias, como: estresse crônico, dermatite, problemas gastrointestinais, queda de cabelo, desequilíbrios hormonais etc.

Dicas para trabalhar melhor

1. Adeque as metas de equipe

É muito importante ter um bom plano estratégico e definir boas metas para as equipes. Isso garante que a empresa cresça de forma sustentável. Porém, quando esses processos não são feitos da melhor forma, resultam em metas fora da realidade.
E isso pode deixar a sua equipe desmotivada, assim como gerar sinais de ansiedade e estresse pelo “mau desempenho” nas entregas. Portanto, adequar as metas e acompanhar os colaboradores para garantir que as expectativas estão de acordo com o seu potencial é um passo essencial para uma empresa mais saudável.

2. Prefira chamadas rápidas

Comunicação é uma parte intrínseca ao trabalho em equipe. Quanto mais a comunicação for clara e assertiva, mais tarefas serão executadas em um menor tempo. Uma dica é buscar canais de comunicação interna que permitam resolver coisas simples do dia a dia sem a necessidade de uma reunião. Use aplicativos que, tem a opção de entrar em salas específicas e optar por digitação ou mensagens de voz.
No entanto, não deixe que a comunicação se torne automática e impessoal. Afinal, pessoas precisam de pessoas. Separe um tempo para fazer reuniões por vídeo e garantir que os seus funcionários se sintam como parte de uma equipe!

3. Melhore a comunicação interna

Procure criar canais claros de diálogo entre os colaboradores e o RH. Quanto mais for fomentar a cultura do diálogo, mais dados se terá para atuar na saúde mental coletiva.
Uma sugestão é criar uma rotina de acompanhamento das equipes e colher feedbacks dos mesmos sobre o ambiente, estresse no trabalho, relacionamento com pares e liderança. Vai ocupar parte considerável do seu tempo, mas os ganhos são imensuráveis.

 

4. Preste suporte ao funcionário

Com um canal claro e diálogo estabelecido, a segurança do suporte é o próximo passo para zelar pela saúde do colaborador.
Coisas como buscar detalhes dos stakeholders que cercam os funcionários, seus relacionamentos na empresa e garantir que o feedback seja ouvido e aplicado são dicas simples, mas que podem impulsionar a confiança do colaborador para com o RH.

 

5. Incentive mudança de hábitos

Fazer campanhas em prol de hábitos mais saudáveis gera impacto na saúde física e mental. Causa mais disposição, atenção aos detalhes e energia para as tarefas cotidianas. Além disso, uma ótima ação é ceder uma cesta de frutas para lanches durante o dia a dia.

 

 

 

6. Promova práticas de meditação e de exercícios físicos

No nosso atual cenário de isolamento social, as pessoas têm feito menos atividades físicas. Portanto, como RH, é nosso papel incentivar atividades que vão nos gerar ganhos futuros.
Por exemplo, deixar marcado durante as semanas um momento de yoga, meditação ou alongamento com toda empresa. Dar desconto em academias parceiras ou optar por o empréstimo de uma bicicleta ao invés do VT convencional (para os que escolherem) pode fazer uma grande mudança na rotina dos seus empregados.

7. Crie sistemas eficientes de gestão de tarefas e prioridades

Quando destrinchamos nossas tarefas tudo fica mais fácil, certo? Então pensar em sistemas que ajudem o colaborador a se organizar com o tempo e definir suas prioridades a partir das prioridades do time ajudará na sua própria produção.
A melhor dica para este item é a implementação de algum software de gestão de tarefas para a empresa. Onde os colaboradores podem se organizar com as tarefas a serem entregues.

8. Não exija “trabalho extra” só porque o colaborador está de home office

Determinar os limites do horário de trabalho com rigor (como se estivesse presencial) é essencial para garantir que o colaborador não se sinta pressionado ou estressado por uma carga de trabalho excessiva.

 

 

 

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/11/2021 0 Comentários 728 Visualizações
Saúde

Novo Hamburgo faz Live sobre projeto de apoio virtual aos adolescentes

Por Ester Ellwanger 10/11/2021
Por Ester Ellwanger

Nesta quarta-feira, 10 de novembro, a partir das 19h30, a comunidade poderá acompanhar a transmissão da live sobre o projeto “Pode Falar”, criado pelo Fundo de Emergência Internacional das Nações Unidas para a Infância (Unicef) Brasil, que funciona como canal de apoio virtual em saúde mental e bem-estar para adolescentes e jovens de 13 a 24 anos.

A live é organizada pela Unidade de Gestão de Programas de Prevenção a Violência (Ugppv) da Secretaria Municipal de Segurança, que traz para o bate-papo o diretor da UGPPV, Roberto Daniel Bota, a oficial de Desenvolvimento de Adolescentes e Jovens do Unicef Brasil, Luiza Leitão, e o coordenador Pedagógico da 2ª Coordenadoria Regional de Educação (Cre), Elson João Selch.

A live será realizada através do canal no Youtube da prefeitura de Novo Hamburgo. O link para a transmissão já está aberto e é possível definir lembrete para ser avisado via notificação quando a live iniciar.

O diretor da Ugppv, Roberto Daniel Bota, convida a comunidade a assistir a live e entender melhor como esse canal confiável pode ser utilizado por todos que necessitam de uma escuta especializada. “O projeto Pode Falar veio para dar voz à milhares de jovens e adolescentes que, com a pandemia, acabaram se isolando. Este é um espaço de acolhimento individual no auxílio da saúde mental e do autocuidado”, explica o diretor.

 

Sobre o projeto Pode Falar

O Pode Falar atua de forma anônima e gratuita, oferecendo escuta qualificada de profissionais de organizações da sociedade civil e de empresas especializadas na área. O atendimento acontece via chat de segunda a sexta-feira, especialmente em horário comercial. Mas é possível também entrar em contato nas noites de segunda e quinta-feira. Os jovens ainda têm acesso a materiais sobre saúde mental e a um teste para avaliar o nível de ansiedade, além de histórias motivacionais de outras pessoas que passaram por dificuldades e seguiram em frente.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/11/2021 0 Comentários 733 Visualizações
Cidades

Novo Hamburgo inaugura atendimento de saúde mental com 10 leitos

Por Stephany Foscarini 14/10/2021
Por Stephany Foscarini

Moradores de Novo Hamburgo que lutam contra a dependência de drogas e álcool têm um novo local para buscar ajuda. Na manhã desta quinta-feira, 14, a Prefeitura inaugurou as instalações do Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (Caps AD) III. Localizado ao lado da UPA Centro, na Rua Visconde de Taunay, o Caps AD III conta inclusive com dez leitos para internação voluntária e proporciona atenção integral e contínua a pessoas com necessidades relacionadas ao consumo de álcool, crack e outras drogas, com funcionamento nas 24 horas do dia e em todos os dias da semana, inclusive finais de semana e feriados.

Nestes momentos é que vejo que tudo vale a pena”.

Bastante emocionada em seu discurso de inauguração, a prefeita Fátima Daudt fez questão de destacar o trabalho da equipe da Secretaria de Saúde. Fazendo referência à vitória da usuária Cris Cândida, que fez questão de participar do ato, e graças ao apoio dos profissionais da saúde conseguiu vencer a dependência química e hoje está cursando Faculdade de Assistência Social, a prefeita destacou o novo local: “Nestes momentos é que vejo que tudo vale a pena”.

O novo Caps conta com 39 profissionais, entre psicólogos, psiquiatras, médicos, assistentes sociais, terapeutas ocupacionais, enfermeiros, técnicos em enfermagem e oficineiros, entre outros. O atendimento é por livre demanda, basta chegar ao local das 8 às 19 horas, de segunda a sexta-feira, para a primeira avaliação. A estrutura conta com dois andares e uma área total de 750 metros quadrados. O investimento foi de R$ 1,5 milhão.

Com isso, o município já conta com dez pontos de atendimento de saúde mental e a dependentes químicos, tornando-se a cidade mais bem estruturada nesta área em todo o Estado, juntamente com Porto Alegre. O município oferece inclusive oficina de geração de renda como mais um reforço na recuperação dos dependentes químicos.

Além do Caps AD III, Novo Hamburgo dispõe ainda de três Caps II (nos bairros Canudos, Centro e Santo Afonso e destinados a casos graves de saúde mental), um Caps I (infanto-juvenil, no Centro), dois ambulatórios de atendimento (um adulto e outro infanto-juvenil) e dois serviços residenciais (um Serviço Residencial Terapêutico tipo II, voltando para pessoas com transtornos graves, sem vínculos familiares e com internações de longa permanência e uma Unidade de Acolhimento ou serviço de moradia temporária para usuários de álcool e outras drogas, destinada a acolher portadoras de transtornos mentais graves); e a oficina de geração de renda.

Reconhecimento

Nosso muito obrigado. Vocês têm um trabalho fantástico”.

Ainda durante o discurso, Fátima lembrou que a dependência de álcool e outras drogas é um dos maiores problemas da sociedade. “Causa briga, violência familiar, acidentes de trânsito. E precisamos enfrentar com muita força, com muito amor e carinho e, principalmente, com muita dedicação.” A prefeita agradeceu aos profissionais que atuam na área: “Nosso muito obrigado. Vocês têm um trabalho fantástico”.

O secretário municipal de Saúde, Naasom Luciano, destacou o compromisso da gestão em concluir a obra, que estava prevista para 2016. “Esta era uma obra paralisada por diversos problemas estruturais. Com muito empenho, fomos superando um a um. Viva o SUS e viva esta gestão comprometida com o cuidado das pessoas”, destacou. A gerente de Saúde Mental da secretaria, Sayonara de Matos, acrescentou que o investimento não é apenas na estrutura físcia. “Também estamos investindo muito na capacitação de nossos profissionais, qualificando cada vez mais o serviço à comunidade”, completou.

A inauguração contou com a participação de autoridades e comunidade local. A coordenadora do Caps AD III, Letícia Obal, presenteou a prefeita com um vaso de flor. Participaram do corte da fita a prefeita Fátima, o presidente da Câmara de Vereadores, Raizer Ferreira, e o vereador Ito Luciano, o secretário Naasom, a gerente Sayonara, a coorderora Letícia, Cris Cândida e a presidente do Conselho Municipal de Saúde, Rosane Marcki.

Foto: Lu Freitas/Divulgação | Fonte: Assessoria
14/10/2021 0 Comentários 755 Visualizações
Variedades

Issur lança Cartilha da Saúde Mental na Assembleia Legislativa

Por Ester Ellwanger 05/10/2021
Por Ester Ellwanger

O deputado Issur Koch lançou nesta terça-feira, 05 de outubro, no hall da Assembleia Legislativa, a Exposição de Lançamento da II Edição da Cartilha da Saúde Mental na Escola – Precisamos Continuar Falando Sobre Isso. O ato contou com as presenças da presidente em exercício do Parlamento, Kelly Moraes, e dos deputados Pepe Vargas (PT) e Tenente Zucco (PSL), além de representantes da Secretaria de Educação de Porto Alegre e bancadas. O evento integra as atividades da Semana Estadual de Promoção à Saúde Mental.

“Quando lançamos a primeira edição, ainda antes da pandemia, não tínhamos noção do alcance deste trabalho. O coronavírus mudou paradigmas, e a escola, que muitas vezes foi um espaço onde crianças e adolescentes encontravam acolhida e podiam compartilhar as dificuldades do dia-a-dia, fechou suas portas por quase 18 meses”, destacou o parlamentar.

A suspensão das aulas presenciais e o isolamento social trouxeram à escola uma sobrecarga emocional. “Isso agravou em professores e estudantes problemas como depressão, ansiedade, pânico e fobias”, ressalta Issur. Abordando assuntos como as mudanças no contexto escolar, as responsabilidades de pais e professores para reconhecer sinais ou alterações no comportamento dos estudantes, além de dicas para cuidar da Saúde Mental, a cartilha aborda este e outros temas de forma didática.

 

Cartilha

A cartilha estará disponível, também, de forma on line no site do deputado (www.issur.com.br) e todo seu conteúdo poderá ser compartilhado. “A intenção é que estas informações possam circular e estar à disposição de pais, professores e direções de escolas, assim como de qualquer pessoa. Mais do que nunca, precisamos falar sobre saúde mental na escola e na família. Conteúdo escolar se recupera, mas para isso será preciso que nossos estudantes e educadores estejam em condições de ensinar e assimilar este conhecimento”, finaliza Issur.

O deputado é autor da Lei 15.628, sancionada em maio/2021, que institui a Semana Estadual de Promoção da Saúde Mental na Escola, a ser realizada na segunda semana de outubro nas instituições de ensino do RS.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/10/2021 0 Comentários 627 Visualizações
Saúde

Pediatra alerta que violência familiar pode ser um ciclo de repetição

Por Ester Ellwanger 30/09/2021
Por Ester Ellwanger

O caminho para evitar cenas de violência contra crianças está em ações de prevenção e no amplo debate sobre o tema, incluindo toda a rede de apoio. A avaliação é do médico pediatra e membro do Comitê de Desenvolvimento e Comportamento da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS), Renato Santos Coelho, que destaca a importância do trabalho pediátrico desde a primeira consulta.

“É preciso, desde o nascimento do bebê, promover o vínculo dos pais com a criança, especialmente nas gestações de risco e nos bebês prematuros. São esses vínculos que sustentam uma relação com menos violência”, explica.
Além disso, o especialista destaca que existem “pequenos sinais”, como um histórico de modelos parentais agressivos, que são possíveis para analisar ambientes em que a violência contra os menores esteja presente ou possa surgir.

A violência familiar tende a ser um processo de repetição. Quebrar este ciclo, é uma forma de prevenção. Em alguns momentos, isso tende a ser geracional.”

“A violência familiar tende a ser um processo de repetição. Quebrar este ciclo, é uma forma de prevenção. Em alguns momentos, isso tende a ser geracional. Nas consultas de puericultura, o pediatra deve trabalhar essa questão geracional com a família, trazendo novos modelos e quebrando o ciclo transgeracional”, acrescenta.
A prevenção aos casos de agressão não pode ficar somente nos consultórios médicos e dentro de casa. “Nas escolas, é necessário debater esses temas, realizar fórum de discussão, aproximar pais. Aliar educação com a prevenção”, finaliza.

Entre os sintomas de que algo não está correndo bem com os pequenos, o pediatra ou os responsáveis pelo cuidado com a criança precisam analisar aspectos físicos, como hematomas ou contusões, mas também alterações de comportamento. Agitação, insônia, agressividade, são sinais amplos que indicam que não está tudo bem com a criança e é preciso buscar ajuda.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/09/2021 0 Comentários 732 Visualizações
Saúde

Issur e Herta lançam cartilha na Escola Otávio Rosa nesta segunda

Por Ester Ellwanger 29/09/2021
Por Ester Ellwanger

Dentro das atividades da Semana Estadual de Promoção à Saúde Mental, o deputado Issur Koch estará ao lado da Herta, na próxima segunda-feira, 04 de outubro, na Escola Estadual de Ensino Fundamental Otávio Rosa. Ele fará o lançamento da segunda edição da Cartilha da Saúde Mental na Escola – Precisamos Continuar Falando Sobre Isso, a partir das 14 horas.

O bate-papo com estudantes das turmas dos 7º e 8º anos terá, também, a participação da psicóloga e enfermeira da saúde mental, Marina Fritz. Mais tarde, às 18h15, o parlamentar estará na Câmara de Vereadores de Novo Hamburgo, para tratar deste tema.

 

“Quando lançamos a primeira edição, ainda antes da pandemia, não tínhamos noção do alcance deste trabalho. O coronavírus mudou paradigmas, e a escola, que muitas vezes foi um espaço onde crianças e adolescentes encontravam acolhida e podiam compartilhar as dificuldades do dia-a-dia, fechou suas portas por quase 18 meses”, destacou o parlamentar. Câmara de Vereadores de Novo Hamburgo, às 18h15

A suspensão das aulas presenciais e o isolamento social trouxeram à escola uma sobrecarga emocional. “Isso agravou em professores e estudantes problemas como depressão, ansiedade, pânico e fobias”, ressalta Issur. Abordando assuntos como as mudanças no contexto escolar, as responsabilidades de pais e professores para reconhecer sinais ou alterações no comportamento dos estudantes, além de dicas para cuidar da Saúde Mental, a cartilha aborda este e outros temas de forma didática.

On Line

A cartilha estará disponível, também, de forma on line no site do deputado (www.issur.com.br) e todo seu conteúdo poderá ser compartilhado. “A intenção é que estas informações possam circular e estar à disposição de pais, professores e direções de escolas, assim como de qualquer pessoa. Mais do que nunca, precisamos falar sobre saúde mental na escola e na família. Conteúdo escolar se recupera, mas para isso será preciso que nossos estudantes e educadores estejam em condições de ensinar e assimilar este conhecimento”, finaliza Issur.

O deputado é autor da Lei 15.628, sancionada em maio/2021, que institui a Semana Estadual de Promoção da Saúde Mental na Escola, a ser realizada na segunda semana de outubro nas instituições de ensino do RS.

 Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/09/2021 0 Comentários 732 Visualizações
Saúde

Médico psiquiatra da Fundação de Saúde fala como ajudar na prevenção ao suicídio

Por Ester Ellwanger 24/09/2021
Por Ester Ellwanger

O Setembro Amarelo é uma campanha nacional de prevenção ao suicídio, criada há sete anos e que ganhou ainda mais destaque nas duas últimas edições. “A pandemia de Covid-19 nos tem mostrado o quanto é importante estarmos atentos para possíveis sintomas de ansiedade ou depressão”, observa o psiquiatra Pedro Beria. “E, quando detectados esses sinais, buscar ajuda imediatamente”, completa. Médico atuante no Hospital Municipal de Novo Hamburgo, ele pontua algumas ações e serviços públicos sob o foco do tema “Suicídio – Saber, Agir e Prevenir”, conforme orientações do Ministério da Saúde.

Uma coisa é certa: com atenção redobrada, pode-se vir a perceber, identificar e ajudar alguém com predisposição a querer tirar a própria vida. Lembrando: para o diagnóstico, há necessidade de encaminhamento a profissional em saúde mental, também para avaliação de risco.

Sinais de alerta:

• Tristeza profunda e falta de vontade para realizar atividades que davam prazer
• Preocupações excessivas, com falta de esperança e de perspectiva de futuro
• Pensamentos ou expressão de intenções de acabar com a própria vida

O que fazer para ajudar:

Acolha:
Encontre momentos apropriados e lugares calmos para conversar, sem críticas ou julgamentos. Abra um espaço de afeição e empatia, usando de honestidade, ao demonstrar a importância desse amigo ou desse familiar para o contexto de vínculo em que está inserido.

Acompanhe:
Fique em contato para saber como a pessoa está se sentindo.

Busque ajuda profissional:
Ao observar essas mudanças de comportamento, os familiares devem levar o paciente até um profissional de saúde mental para que seja buscado o diagnóstico. O ideal é poder contar com uma rede de suporte emocional – psicológica e psiquiátrica – que deve atuar juntamente com a família e/ou amigos mais próximos.

Incentive para a continuidade do tratamento:
Tanto UBSs (Unidades Básicas de Saúde) quanto USFs (Unidades de Saúde da Família), em local mais próximo da casa do paciente, estão preparadas para fazer o encaminhamento para um dos cinco Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) do Município, incluindo os espaços que atendem as modalidades Infantojuvenil e Álcool e Outras Drogas.

Saiba que a atenção se dá em rede:
Além dos CAPS e dos atendimentos de urgência, a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) conta ainda com duas unidades de Ambulatório de Saúde Mental, para dar suporte psiquiátrico aos usuários.

O Ambulatório Infantojuvenil funciona junto à Oficina de Geração de Renda (OGR), com gerenciamento da Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH) para o atendimento, portanto, de crianças e adolescentes. Já o Ambulatório adulto é um dos serviços da Gerência de Saúde Mental, vinculada à Secretaria Municipal da Saúde (SMS). O foco se concentra em patologias da mente e/ou transtornos mentais decorrentes do uso de Substância Psicoativa (SPA), em nível de sofrimento moderado, para o público-alvo a partir dos 18 anos de idade.

Foto: Karina Moraes /Divulgação | Fonte: Assessoria
24/09/2021 0 Comentários 616 Visualizações
Variedades

Deputada gaúcha coordena grupo de combate ao suicídio de jovens

Por Ester Ellwanger 22/09/2021
Por Ester Ellwanger

Com um mandato pautado na defesa da vida e da família, a deputada federal Liziane Bayer conhece bem a importância de ações para prevenir casos de suicídio. Integrante da Frente Parlamentar em Combate e Prevenção ao Suicídio e Automutilação na Câmara dos Deputados, a deputada gaúcha assume mais um protagonismo em relação a essa pauta.

Recentemente, foi instituída a criação de um grupo de trabalho que vai estudar formas de combater o aumento de casos de suicídio, a automutilação e problemas psicológicos em jovens brasileiros. Além da deputada, integram a iniciativa outros 14 deputados de diversos partidos. A primeira reunião do grupo aconteceu no dia 14 de setembro.

O trabalho consistirá em fazer um apanhado das legislações que tramitam na Câmara sobre essa pauta e sugerir outras — além de propor políticas públicas, debatendo o tema a partir dos principais problemas psicológicos identificados entre a juventude brasileira que levam ao suicídio e à automutilação.

“Isso passa pelas redes sociais, questões familiares, na carreira profissional e os próprios desafios da vida sociedade. Também contaremos com sugestões da comunidade acadêmica e de famílias, que serão convidadas a integrar as discussões”, destaca Liziane Bayer (PSB-RS).

Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde, para cada suicídio, há muito mais pessoas que tentam se matar a cada ano – sendo fator de risco na população em geral. Uma em cada 100 mortes ocorre por esse mesmo motivo. Esses dados só reforçam que falar sobre esse tema não pode ser um tabu.

“A instituição desse grupo de trabalho reforça a importância de falarmos sobre o assunto. Esse é um problema de saúde pública”, conclui a parlamentar, que também integra a Comissão de Seguridade Social e Família.

Liziane foi uma das palestrantes do III Simpósio Nacional de prevenção ao suicídio e automutilação, realizado este mês. A programação faz parte das do Setembro Amarelo, que ocorreu na véspera do Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, lembrado no dia 10 de setembro.

Foto: Sergio Francês/Divulgação| Fonte: Assessoria
22/09/2021 0 Comentários 648 Visualizações
Variedades

Pandemia prejudicou a saúde mental de crianças e adolescente com a falta da rotina escolar

Por Stephany Foscarini 28/07/2021
Por Stephany Foscarini

É inegável que a pandemia impactou diretamente as vidas de todas as pessoas. Afinal, as medidas restritivas, aliadas ao distanciamento físico e o isolamento social, trouxeram novas formas de estar juntos às pessoas amadas, ao ritmo de trabalho e às necessidades diárias.

Mas um problema que se observa nessas horas é o quanto a educação de crianças e adolescentes estão sendo abaladas com tudo que a sociedade tem vivido neste período tão difícil. Longe de contato diário com professores, colegas e familiares, as crianças e jovens acabam se rendendo ao mundo dos computadores, e isso pode trazer sérios problemas para sua saúde mental.

As escolas tinham um papel de algo certo na vida da criança”.

Segundo a pedagoga com mestrado em educação e neuropsicopedagogia, Georgya Correa, “as escolas tinham um papel de algo certo na vida da criança. Afinal, a convivência com os mestres e amigos era algo tão comum e sólido que fica agora uma sensação de vazio muito grande quando isso é retirado de suas vidas”. Ela lembra ainda que durante a infância a criança precisa da participação conjunta da família e dos educadores para sua formação, e a pandemia afetou profundamente esta situação: “As crianças ainda não possuem autonomia para aprender os conceitos morais e as necessidades da vida, daí essa parceria entre a escola e os pais vem exatamente para atender isso. Só que neste momento as escolas fechadas e os pais perdidos com a pandemia, os pequenos acabam ficando sem essas referências, e assim podem colocar em risco sua saúde mental”, observa.

Depois de tanto tempo de pandemia, crianças e adolescentes acabaram se acostumando com a rotina em casa. E agora voltar à rotina não é tão fácil como parece, observa Georgya. Independentemente da idade, o fato é que os alunos nesse momento estão apresentando essas angústias e dificuldades, ainda que cada um à sua maneira específica de acordo com a faixa etária. “As crianças, por exemplo, já se acostumaram a estar em casa e a ficar com os pais. Ela não tem essa facilidade de se organizar para retomar ao normal. Já o adolescente passou todo este período recluso, dedicando boa parte do tempo à diversão no meio online ou nos videogames, então para ele entrar novamente na rotina não é uma tarefa fácil. Ele ficou durante todo este período usando a liberdade para atender suas responsabilidades diárias, sem a mesma disciplina de horários como era antigamente. Elas acabam desenvolvendo essas crises ao chegar a este momento em que é hora de retomar a vida como era antes da pandemia”, completa.

Para evitar que as crianças e adolescentes caiam nessa situação tão preocupante, Georgya lista algumas dicas: “Suporte ao seu filho nesse processo de retomada. Se necessário, crie um passo a passo da rotina, pois ele precisa se sentir seguro. No caso da escola, uma boa ideia é ter um mentor para refazer a ponte entre estudante e o ambiente acadêmico. Além disso, deixe as regras e rotinas claras com apoio para cruzar as linhas imaginárias que impedem a passagem de uma ação ou ambiente ao outro faz com que o/a estudante se sinta mais confiante”, completa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/07/2021 0 Comentários 733 Visualizações
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