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saúde mental

Saúde

Pediatra alerta que violência familiar pode ser um ciclo de repetição

Por Ester Ellwanger 30/09/2021
Por Ester Ellwanger

O caminho para evitar cenas de violência contra crianças está em ações de prevenção e no amplo debate sobre o tema, incluindo toda a rede de apoio. A avaliação é do médico pediatra e membro do Comitê de Desenvolvimento e Comportamento da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS), Renato Santos Coelho, que destaca a importância do trabalho pediátrico desde a primeira consulta.

“É preciso, desde o nascimento do bebê, promover o vínculo dos pais com a criança, especialmente nas gestações de risco e nos bebês prematuros. São esses vínculos que sustentam uma relação com menos violência”, explica.
Além disso, o especialista destaca que existem “pequenos sinais”, como um histórico de modelos parentais agressivos, que são possíveis para analisar ambientes em que a violência contra os menores esteja presente ou possa surgir.

A violência familiar tende a ser um processo de repetição. Quebrar este ciclo, é uma forma de prevenção. Em alguns momentos, isso tende a ser geracional.”

“A violência familiar tende a ser um processo de repetição. Quebrar este ciclo, é uma forma de prevenção. Em alguns momentos, isso tende a ser geracional. Nas consultas de puericultura, o pediatra deve trabalhar essa questão geracional com a família, trazendo novos modelos e quebrando o ciclo transgeracional”, acrescenta.
A prevenção aos casos de agressão não pode ficar somente nos consultórios médicos e dentro de casa. “Nas escolas, é necessário debater esses temas, realizar fórum de discussão, aproximar pais. Aliar educação com a prevenção”, finaliza.

Entre os sintomas de que algo não está correndo bem com os pequenos, o pediatra ou os responsáveis pelo cuidado com a criança precisam analisar aspectos físicos, como hematomas ou contusões, mas também alterações de comportamento. Agitação, insônia, agressividade, são sinais amplos que indicam que não está tudo bem com a criança e é preciso buscar ajuda.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
30/09/2021 0 Comentários 789 Visualizações
Saúde

Issur e Herta lançam cartilha na Escola Otávio Rosa nesta segunda

Por Ester Ellwanger 29/09/2021
Por Ester Ellwanger

Dentro das atividades da Semana Estadual de Promoção à Saúde Mental, o deputado Issur Koch estará ao lado da Herta, na próxima segunda-feira, 04 de outubro, na Escola Estadual de Ensino Fundamental Otávio Rosa. Ele fará o lançamento da segunda edição da Cartilha da Saúde Mental na Escola – Precisamos Continuar Falando Sobre Isso, a partir das 14 horas.

O bate-papo com estudantes das turmas dos 7º e 8º anos terá, também, a participação da psicóloga e enfermeira da saúde mental, Marina Fritz. Mais tarde, às 18h15, o parlamentar estará na Câmara de Vereadores de Novo Hamburgo, para tratar deste tema.

 

“Quando lançamos a primeira edição, ainda antes da pandemia, não tínhamos noção do alcance deste trabalho. O coronavírus mudou paradigmas, e a escola, que muitas vezes foi um espaço onde crianças e adolescentes encontravam acolhida e podiam compartilhar as dificuldades do dia-a-dia, fechou suas portas por quase 18 meses”, destacou o parlamentar. Câmara de Vereadores de Novo Hamburgo, às 18h15

A suspensão das aulas presenciais e o isolamento social trouxeram à escola uma sobrecarga emocional. “Isso agravou em professores e estudantes problemas como depressão, ansiedade, pânico e fobias”, ressalta Issur. Abordando assuntos como as mudanças no contexto escolar, as responsabilidades de pais e professores para reconhecer sinais ou alterações no comportamento dos estudantes, além de dicas para cuidar da Saúde Mental, a cartilha aborda este e outros temas de forma didática.

On Line

A cartilha estará disponível, também, de forma on line no site do deputado (www.issur.com.br) e todo seu conteúdo poderá ser compartilhado. “A intenção é que estas informações possam circular e estar à disposição de pais, professores e direções de escolas, assim como de qualquer pessoa. Mais do que nunca, precisamos falar sobre saúde mental na escola e na família. Conteúdo escolar se recupera, mas para isso será preciso que nossos estudantes e educadores estejam em condições de ensinar e assimilar este conhecimento”, finaliza Issur.

O deputado é autor da Lei 15.628, sancionada em maio/2021, que institui a Semana Estadual de Promoção da Saúde Mental na Escola, a ser realizada na segunda semana de outubro nas instituições de ensino do RS.

 Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/09/2021 0 Comentários 782 Visualizações
Saúde

Médico psiquiatra da Fundação de Saúde fala como ajudar na prevenção ao suicídio

Por Ester Ellwanger 24/09/2021
Por Ester Ellwanger

O Setembro Amarelo é uma campanha nacional de prevenção ao suicídio, criada há sete anos e que ganhou ainda mais destaque nas duas últimas edições. “A pandemia de Covid-19 nos tem mostrado o quanto é importante estarmos atentos para possíveis sintomas de ansiedade ou depressão”, observa o psiquiatra Pedro Beria. “E, quando detectados esses sinais, buscar ajuda imediatamente”, completa. Médico atuante no Hospital Municipal de Novo Hamburgo, ele pontua algumas ações e serviços públicos sob o foco do tema “Suicídio – Saber, Agir e Prevenir”, conforme orientações do Ministério da Saúde.

Uma coisa é certa: com atenção redobrada, pode-se vir a perceber, identificar e ajudar alguém com predisposição a querer tirar a própria vida. Lembrando: para o diagnóstico, há necessidade de encaminhamento a profissional em saúde mental, também para avaliação de risco.

Sinais de alerta:

• Tristeza profunda e falta de vontade para realizar atividades que davam prazer
• Preocupações excessivas, com falta de esperança e de perspectiva de futuro
• Pensamentos ou expressão de intenções de acabar com a própria vida

O que fazer para ajudar:

Acolha:
Encontre momentos apropriados e lugares calmos para conversar, sem críticas ou julgamentos. Abra um espaço de afeição e empatia, usando de honestidade, ao demonstrar a importância desse amigo ou desse familiar para o contexto de vínculo em que está inserido.

Acompanhe:
Fique em contato para saber como a pessoa está se sentindo.

Busque ajuda profissional:
Ao observar essas mudanças de comportamento, os familiares devem levar o paciente até um profissional de saúde mental para que seja buscado o diagnóstico. O ideal é poder contar com uma rede de suporte emocional – psicológica e psiquiátrica – que deve atuar juntamente com a família e/ou amigos mais próximos.

Incentive para a continuidade do tratamento:
Tanto UBSs (Unidades Básicas de Saúde) quanto USFs (Unidades de Saúde da Família), em local mais próximo da casa do paciente, estão preparadas para fazer o encaminhamento para um dos cinco Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) do Município, incluindo os espaços que atendem as modalidades Infantojuvenil e Álcool e Outras Drogas.

Saiba que a atenção se dá em rede:
Além dos CAPS e dos atendimentos de urgência, a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) conta ainda com duas unidades de Ambulatório de Saúde Mental, para dar suporte psiquiátrico aos usuários.

O Ambulatório Infantojuvenil funciona junto à Oficina de Geração de Renda (OGR), com gerenciamento da Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo (FSNH) para o atendimento, portanto, de crianças e adolescentes. Já o Ambulatório adulto é um dos serviços da Gerência de Saúde Mental, vinculada à Secretaria Municipal da Saúde (SMS). O foco se concentra em patologias da mente e/ou transtornos mentais decorrentes do uso de Substância Psicoativa (SPA), em nível de sofrimento moderado, para o público-alvo a partir dos 18 anos de idade.

Foto: Karina Moraes /Divulgação | Fonte: Assessoria
24/09/2021 0 Comentários 672 Visualizações
Variedades

Deputada gaúcha coordena grupo de combate ao suicídio de jovens

Por Ester Ellwanger 22/09/2021
Por Ester Ellwanger

Com um mandato pautado na defesa da vida e da família, a deputada federal Liziane Bayer conhece bem a importância de ações para prevenir casos de suicídio. Integrante da Frente Parlamentar em Combate e Prevenção ao Suicídio e Automutilação na Câmara dos Deputados, a deputada gaúcha assume mais um protagonismo em relação a essa pauta.

Recentemente, foi instituída a criação de um grupo de trabalho que vai estudar formas de combater o aumento de casos de suicídio, a automutilação e problemas psicológicos em jovens brasileiros. Além da deputada, integram a iniciativa outros 14 deputados de diversos partidos. A primeira reunião do grupo aconteceu no dia 14 de setembro.

O trabalho consistirá em fazer um apanhado das legislações que tramitam na Câmara sobre essa pauta e sugerir outras — além de propor políticas públicas, debatendo o tema a partir dos principais problemas psicológicos identificados entre a juventude brasileira que levam ao suicídio e à automutilação.

“Isso passa pelas redes sociais, questões familiares, na carreira profissional e os próprios desafios da vida sociedade. Também contaremos com sugestões da comunidade acadêmica e de famílias, que serão convidadas a integrar as discussões”, destaca Liziane Bayer (PSB-RS).

Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde, para cada suicídio, há muito mais pessoas que tentam se matar a cada ano – sendo fator de risco na população em geral. Uma em cada 100 mortes ocorre por esse mesmo motivo. Esses dados só reforçam que falar sobre esse tema não pode ser um tabu.

“A instituição desse grupo de trabalho reforça a importância de falarmos sobre o assunto. Esse é um problema de saúde pública”, conclui a parlamentar, que também integra a Comissão de Seguridade Social e Família.

Liziane foi uma das palestrantes do III Simpósio Nacional de prevenção ao suicídio e automutilação, realizado este mês. A programação faz parte das do Setembro Amarelo, que ocorreu na véspera do Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, lembrado no dia 10 de setembro.

Foto: Sergio Francês/Divulgação| Fonte: Assessoria
22/09/2021 0 Comentários 685 Visualizações
Variedades

Pandemia prejudicou a saúde mental de crianças e adolescente com a falta da rotina escolar

Por Stephany Foscarini 28/07/2021
Por Stephany Foscarini

É inegável que a pandemia impactou diretamente as vidas de todas as pessoas. Afinal, as medidas restritivas, aliadas ao distanciamento físico e o isolamento social, trouxeram novas formas de estar juntos às pessoas amadas, ao ritmo de trabalho e às necessidades diárias.

Mas um problema que se observa nessas horas é o quanto a educação de crianças e adolescentes estão sendo abaladas com tudo que a sociedade tem vivido neste período tão difícil. Longe de contato diário com professores, colegas e familiares, as crianças e jovens acabam se rendendo ao mundo dos computadores, e isso pode trazer sérios problemas para sua saúde mental.

As escolas tinham um papel de algo certo na vida da criança”.

Segundo a pedagoga com mestrado em educação e neuropsicopedagogia, Georgya Correa, “as escolas tinham um papel de algo certo na vida da criança. Afinal, a convivência com os mestres e amigos era algo tão comum e sólido que fica agora uma sensação de vazio muito grande quando isso é retirado de suas vidas”. Ela lembra ainda que durante a infância a criança precisa da participação conjunta da família e dos educadores para sua formação, e a pandemia afetou profundamente esta situação: “As crianças ainda não possuem autonomia para aprender os conceitos morais e as necessidades da vida, daí essa parceria entre a escola e os pais vem exatamente para atender isso. Só que neste momento as escolas fechadas e os pais perdidos com a pandemia, os pequenos acabam ficando sem essas referências, e assim podem colocar em risco sua saúde mental”, observa.

Depois de tanto tempo de pandemia, crianças e adolescentes acabaram se acostumando com a rotina em casa. E agora voltar à rotina não é tão fácil como parece, observa Georgya. Independentemente da idade, o fato é que os alunos nesse momento estão apresentando essas angústias e dificuldades, ainda que cada um à sua maneira específica de acordo com a faixa etária. “As crianças, por exemplo, já se acostumaram a estar em casa e a ficar com os pais. Ela não tem essa facilidade de se organizar para retomar ao normal. Já o adolescente passou todo este período recluso, dedicando boa parte do tempo à diversão no meio online ou nos videogames, então para ele entrar novamente na rotina não é uma tarefa fácil. Ele ficou durante todo este período usando a liberdade para atender suas responsabilidades diárias, sem a mesma disciplina de horários como era antigamente. Elas acabam desenvolvendo essas crises ao chegar a este momento em que é hora de retomar a vida como era antes da pandemia”, completa.

Para evitar que as crianças e adolescentes caiam nessa situação tão preocupante, Georgya lista algumas dicas: “Suporte ao seu filho nesse processo de retomada. Se necessário, crie um passo a passo da rotina, pois ele precisa se sentir seguro. No caso da escola, uma boa ideia é ter um mentor para refazer a ponte entre estudante e o ambiente acadêmico. Além disso, deixe as regras e rotinas claras com apoio para cruzar as linhas imaginárias que impedem a passagem de uma ação ou ambiente ao outro faz com que o/a estudante se sinta mais confiante”, completa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/07/2021 0 Comentários 771 Visualizações
Variedades

Acinp promove webinar em Saúde Mental nas organizações

Por Milena Costa 15/07/2021
Por Milena Costa

Ao longo de mais de um ano de pandemia e isolamento social, foi ela uma das mais prejudicadas: a saúde mental. Segundo uma pesquisa encomendada pelo Fórum Econômico Mundial, 53% dos brasileiros notaram uma piora nesse quesito nos últimos 12 meses. Além disso, o Brasil lidera hoje o ranking de países com a maior taxa de ansiedade do mundo; já na lista de casos de depressão, o país fica em quinto lugar, de acordo com os últimos dados publicados pela OMS (Organização Mundial da Saúde).

A fim de propor uma reflexão sobre o tema e abordar os impactos da pandemia na saúde mental e os desafios enfrentados pelas empresas para lidar com esta temática, a Associação Comercial e Industrial de Nova Petrópolis- Acinp oferece aos seus associados e à comunidade um webinar gratuito. O encontro será no dia 22 de julho, das 18h30 às 19h30 on-line e ao vivo, pela plataforma Zoom.

A qualificação ficará a cargo da psicóloga Carolina Nunes Scherer, que atua como Especialista na Gerência de Saúde Mental e Inovação do SESI-RS.

As vagas são limitadas e os interessados devem se inscrever pelo WhatsApp (54) 99646-5168 ou e-mail contato@acinp.com.br até quarta-feira, dia 21. Mais informações pelos fones (54) 3281.1755/ 3281.3750.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/07/2021 0 Comentários 673 Visualizações
Saúde

Unisc desenvolve projeto de prevenção ao suicídio durante a pandemia

Por Gabrielle Pacheco 11/05/2021
Por Gabrielle Pacheco

As universidades de Santa Cruz do Sul (Unisc), do Vale do Taquari (Univates) e a Estadual do Rio Grande do Sul (Uergs) desenvolveram um projeto de apoio psicológico à população durante a pandemia de Coronavírus. Compreendendo os riscos de agravamento de estresse, ansiedade ou depressão nesse período, as instituições buscam auxiliar no processo de diagnóstico para o Covid-19 e para os sintomas psiquiátricos por meio do projeto de pesquisa. O objetivo é realizar teleatendimento psiquiátrico e psicológico, auxiliando pessoas que estão em sofrimento psíquico. As inscrições podem ser feitas por este link.

Segundo a professora da Unisc e integrante do projeto, Edna Linhares Garcia, a situação atual favorece a intensificação do sentimento de desamparo psicológico, o que torna os desafios rotineiros e cotidianos muito mais difíceis e até paralisante. “É na busca de acolher e ajudar a população que a Unisc oferece mais esse recurso de cuidado com a comunidade, possibilitando encontros terapêuticos virtuais com profissionais capacitados. Já temos um caminho trilhado nesse modo de acolhimento, pois, desde o início da pandemia, professores dos cursos de Psicologia e Medicina da Unisc, voluntariamente, atendem pela plataforma a uma demanda de sofrimento emocional”, destacou.

De acordo com a docente, a intenção é ampliar esses atendimentos ofertando encontros com abordagem de psicoterapias breves baseadas nos protocolos disponibilizados pelo Ministério da Saúde. “A ideia é que, após a pesquisa, a plataforma se torne uma ferramenta permanente de auxílio para os serviços de saúde da rede pública para as situações onde há risco de suicídio”, acrescentou.

O estudo foi aprovado pelo Edital Inova RS, da Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia (Sict) do Rio Grande do Sul. Além das Universidades, fazem parte da equipe profissionais das Secretarias de Saúde de Santa Cruz do Sul e de Lajeado, além das empresas Solis, Tekann Tecnologia da Informação e Tummi Aplicativos Desenvolvimento. Na Unisc o projeto é realizado pelos Programas de Pós-Graduação Mestrado Profissional em Psicologia e pelo Mestrado e Doutorado em Promoção de Saúde, sob coordenação das professoras Edna Linhares Garcia, Silvia Areosa e Andréia Valim.

O estudo é intitulado O uso de uma ferramenta tecnológica no auxílio diagnóstico para a Covid-19, transtornos do afeto negativo e comportamento suicida na região com maiores índices de suicídio no Brasil e ensaio clínico de técnicas de psicoterapia breve voltado à sintomatologia psiquiátrica em tempos de pandemia. Ele também tem como aspecto positivo a aproximação da tecnologia de ambientes de inovação, como o Parque Científico e Tecnológico Regional da Unisc (TecnoUnisc), o Parque Científico e Tecnológico do Vale do Taquari (Tecnovates) e o programa de inovação para Lajeado, integrando o Pro Move Saúde.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/05/2021 0 Comentários 751 Visualizações
Saúde

Estudo aponta o impacto da tecnologia na saúde mental de gestores

Por Gabrielle Pacheco 28/04/2021
Por Gabrielle Pacheco

Uma pesquisa realizada no curso de Psicologia da Universidade Feevale identificou o impacto das relações entre tecnologia, saúde mental e trabalho dos gestores durante a pandemia de Covid-19. O estudo Trabalhadores em cargos de gestão: as interfaces entre tecnologia, trabalho e saúde mental foi realizado pela então acadêmica Jaqueline Michaelsen Macedo, com orientação da professora Carmem Giongo. Durante o seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), ela ouviu 85 pessoas que estavam atuando em cargos de liderança.

O resultado do trabalho mostrou que 92% do público sentiu aumentar a sensação de urgência para as demandas de trabalho com o uso das redes sociais e recursos tecnológicos. Para 52,9% dos entrevistados, o WhatsApp foi o principal meio de acesso às demandas, sendo que 58,78% deles afirmaram ter aumentado a quantidade de vezes que conferiram as mensagens de trabalho. 67% dos líderes entrevistados também disseram estar sobrecarregados com demandas de trabalho fora do expediente e 60% deles revelaram ficar mais conectados aos assuntos de trabalho após o seu horário.

Conforme Jaqueline, já graduada em Psicologia, a pandemia acelerou ainda mais as relações entre empregado e empregador, assim como acontece na sociedade, onde são exigidos resultados cada vez mais rápidos, fazendo com que o trabalhador passe o tempo todo conectado ao seu trabalho. “As divisões entre tempo de trabalhar e tempo de vida pessoal estão diminuindo, visto que é possível ter acesso às demandas por uma tela, de qualquer lugar e a qualquer hora. Para pessoas em cargos de liderança, o tensionamento e o alto grau de responsabilidade aumentam ainda mais essa sensação de necessidade pela conexão integral”, afirma.

Para ela, os impactos que essa dinâmica pode causar à saúde física e mental são inúmeros e trazem preocupação ao público estudado, pelo fato de muitos demonstrarem prejuízos como esgotamento mental, cansaço e questões orgânicas de sono e agitação correlacionadas ao estado de ansiedade e de alerta constante. “A divulgação dos resultados tem como objetivo proporcionar dados para reflexão. Esse é um alerta sobre os impactos que estão sendo gerados na saúde do trabalhador”, complementa.

Como forma de atenuar o desgaste dessas conexões cada vez mais intensas, a docente Carmem orienta que os trabalhadores estabeleçam períodos de descanso sem acesso aos conteúdos de trabalho. Ela indica, ainda, que as pessoas disponham, se possível, de um número de telefone apenas para o trabalho para auxiliar na divisão dos assuntos pessoais com os laborais. “É necessário, também, que as empresas incentivem e criem políticas claras de desconexão, evitando demandar as equipes em tempo integral. Períodos de descanso e desligamento total de assuntos relacionados ao trabalho são essenciais para a saúde no trabalho”, finaliza.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
28/04/2021 0 Comentários 572 Visualizações
Saúde

Pesquisa busca compreender fatores relacionados à saúde mental e à pandemia em três países

Por Caren Souza 25/03/2021
Por Caren Souza

Um estudo internacional, liderado pela Universidade Feevale, investiga os efeitos relacionados à saúde mental sobre a população de três países afetados pela pandemia do Covid-19. A pesquisa, que está sendo realizada em parceria com a universidades de Messina, da Itália, e de Eastern Washington, dos Estados Unidos, busca compreender e avaliar o impacto desse período pandêmico, em relação aos níveis de depressão, estresse pós-traumático e resiliência em universitários e seus familiares.

Conforme o professor Marcus Levi, coordenador do Mestrado em Psicologia da Feevale, os pesquisadores querem entender como as características das pessoas estão funcionando como propulsoras de maior risco ou de proteção. “Estamos fazendo este estudo para verificar como a pandemia e seus efeitos se relacionam em relação a quadros depressivos e de estresse pós-traumático com tudo que estão vivenciando nesse período. Ao mesmo tempo, queremos verificar como a resiliência está contribuindo para proteger as pessoas dos impactos da pandemia”, destaca.

As universidades parceiras foram escolhidas por serem de países que, em algum momento foram ou estão sendo epicentro da pandemia, como é, agora, o caso do Brasil. Segundo Levi, os parceiros entenderam que seria importante participar de uma pesquisa transcultural, “para comparar esses níveis e diagnosticar diferenças e semelhanças referentes à saúde mental de suas populações”.

A pesquisa está na fase de coleta de dados e aceitando a participação de voluntários, maiores de 18 anos, que queiram contribuir com a pesquisa. Para isso, eles devem responder a um questionário eletrônico, disponível em https://bit.ly/3cckr9j.

Fonte: Assessoria
25/03/2021 0 Comentários 501 Visualizações
Brasil solitário
Variedades

Brasil é o mais solitário entre 28 países

Por Gabrielle Pacheco 04/03/2021
Por Gabrielle Pacheco

A solidão tem sido um sentimento recorrente para metade da população do Brasil. De acordo com o levantamento Perceptions of the Impact of Covid-19, realizado pela Ipsos com pessoas de 28 países, 50% dos respondentes afirmam se sentir solitários no Brasil. Dentre todas as nações, é o maior índice. Em segundo lugar estão os turcos (46%), seguidos pelos indianos (43%). A média global é de 33%. Na contramão do Brasil, os respondentes da Holanda (15%), do Japão (16%) e da Polônia (23%) são os que menos se sentem sós.

O impacto da pandemia foi particularmente duro para os brasileiros (…), e não veem o resultado de longo prazo como positivo para sua saúde mental.

A sensação de solidão aumentou no último semestre, conforme 52% dos brasileiros. Já na média de todos os países, 41% das pessoas disseram que se tornaram mais solitárias nos últimos seis meses. Para 43% dos respondentes no Brasil, o último semestre gerou impacto negativo em sua saúde mental. Por outro lado, 1 em cada 5 (21%) declarou que o impacto foi positivo.

Globalmente, considerando todos os participantes da pesquisa, 40% relataram impacto negativo dos últimos 6 meses no bem-estar mental, e 22% relataram um impacto positivo. Os países com maior impacto positivo foram Peru (47%), México (44%) e Índia (42%). Já Canadá (54%), Reino Unido (53%) e Hungria (52%) tiveram maior impacto negativo.

“O impacto da pandemia foi muito duro particularmente para os brasileiros – que se sentem muito mais solitários que a população nos demais países –, e não veem o resultado de longo prazo como positivo para sua saúde mental”, avalia Marcos Calliari, presidente da Ipsos no Brasil.

Apesar de solitário, Brasil segue solidário

Mesmo com as pessoas se sentindo sozinhas, há uma percepção de que os membros das comunidades locais estão mais solidários uns com os outros nos últimos seis meses. No Brasil, 36% concordam que a solidariedade aumentou. O índice global é de 32%. Os países que mais notaram crescimento na solidariedade foram China (55%), Índia (55%) e Arábia Saudita (51%). Em contrapartida, no Japão (10%), Rússia (13%) e Turquia (17%) a quantidade de pessoas que acham que o sentimento solidário cresceu no último semestre é relativamente menor.

A pesquisa on-line foi realizada com 23.004 pessoas com idade entre 16 e 74 anos de 28 países. Os dados foram colhidos entre 23 de dezembro de 2020 e 08 de janeiro de 2021 e a margem de erro para o Brasil é de 3,5 pontos percentuais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/03/2021 0 Comentários 1,7K Visualizações
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