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saúde mental

Variedades

Programa TEAcolhe apresenta orientações sobre cuidados com autistas

Por Marina Klein Telles 08/05/2024
Por Marina Klein Telles

O Programa TEAcolhe, do governo do Estado, orienta pais, cuidadores e equipes de trabalho sobre os cuidados com pessoas com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) atingidos pelas enchentes no Rio Grande do Sul.

Muitas famílias atípicas tiveram de sair de casa e se dirigirem para abrigos. Para os autistas, a mudança da rotina e o aumento dos estímulos causados por sirenes, ambulâncias, aviões e helicópteros podem causar crises de choro, gritos, xingamentos, agressividade e autoagressão. Movimentos repetitivos e tremores também podem aumentar.

Nessa situação, é importante que voluntários e profissionais de educação, assistência social e saúde que estão atuando nos abrigos tenham o conhecimento necessário sobre o manejo mais adequado com autistas, que têm prioridade no atendimento.

Para identificar uma pessoa com TEA deve-se observar o comportamento, se há repetição de palavras ou frases fora de contexto. No caso da criança, há uma tendência a brincar sozinha e, diferentemente de outras, a apresentar movimentos repetitivos com o corpo.

De modo geral, é comum a busca por se isolar, a pouca expressão facial e a ausência de contato visual. Alterações sensoriais, como sensibilidade à luz e sons e recusa a comer certos alimentos ou a sentir determinados cheiros também são sinais de autismo. Na abordagem, é preciso repetir comandos e aguardar, com paciência, o tempo de a pessoa processar a informação. Deve-se evitar contato físico.

Durante a permanência no abrigo é importante criar momentos de interação com atividades divertidas, com jogos e brincadeiras. Algumas dicas de ações lúdicas e pedagógicas que podem ser desenvolvidas são contação de histórias, rodinhas de conversas, mímicas, caça ao tesouro, circuito de obstáculos e adivinhar qual a palavra está num papel colado na testa, entre outras.

Também é essencial que profissionais e redes de apoio forneçam suporte às famílias e trabalhem junto delas.

Foto: divulgação | Fonte: Assessoria
08/05/2024 0 Comentários 398 Visualizações
Saúde

Sociedade de Pediatria do RS alerta para a saúde mental das crianças em meio à crise

Por Marina Klein Telles 06/05/2024
Por Marina Klein Telles

Desde o início da semana, foi possível testemunhas imagens de resgaste no interior do estado e na capital de famílias inteiras, onde muitas crianças estavam visivelmente abaladas, chorando e confusas diante da situação caótica. O sentimento é compreensível. As cenas já são difíceis para adultos, mas para crianças são ainda mais duras porque muitas não conseguem compreender totalmente a dimensão do que está acontecendo. O presidente da SPRS, José Paulo Ferreira, faz um apelo aos pais e responsáveis.

“Dediquem um momento para conversar com seus filhos. Expliquem de forma clara e tranquila o que está acontecendo, assegurando-lhes que estarão ao lado deles durante todo o processo. Esta simples ação pode trazer um pouco mais de conforto e segurança às crianças, ajudando-as a lidar com a angústia e a ansiedade provocadas por esta situação extraordinária”, afirmou.

O médico acrescenta que mesmo diante das preocupações com a segurança da casa e a busca por pertences, é essencial priorizar o bem-estar emocional das crianças. “Juntos, podemos oferecer o suporte necessário para atravessarmos este momento desafiador”, finalizou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/05/2024 1 Comentário 353 Visualizações
Saúde

Como funciona o serviço de atenção à saúde mental em Estância Velha?

Por Marina Klein Telles 16/01/2024
Por Marina Klein Telles

Entre as muitas campanhas de saúde que estão previstas para todo o ano, a primeira delas é focada na Saúde Mental e já começa no mês de janeiro. Assim como os populares Outubro Rosa e Novembro Azul, o primeiro mês do novo ciclo também ganhou sua cor própria, o branco. Portanto, 2024 já começa com o Janeiro Branco. A ideia é “não dar férias” para os cuidados com a saúde mental. Para ilustrar a data, as luzes do pórtico de entrada da cidade também foram atualizadas, jogando uma luz branca sobre o monumento.

Em Estância Velha, a Prefeitura, por meio da Secretaria da Saúde (SMS), mantém uma série de serviços para o tema. O principal deles é o Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), que é um serviço de saúde aberto e comunitário do Sistema Único de Saúde (SUS). O Caps é um lugar de referência e tratamento para pessoas que sofrem com transtornos mentais, psicoses, neuroses graves e demais quadros, cuja severidade e/ou persistência justifiquem sua permanência num dispositivo de cuidado intensivo, comunitário, personalizado e promotor de vida.

O atendimento, aberto a toda comunidade a partir dos 6 anos de idade, é feito através de encaminhamentos de profissionais da rede de saúde, da rede interssetorial, e também por demandas espontâneas. “Nosso atendimento é de porta aberta. O paciente chega e imediatamente passa por uma avaliação com um profissional, sendo em seguida encaminhado para o atendimento recomendado para cada caso”, explica Clarissa Machado, psicóloga e coordenadora do CAPS.

O CAPS do Município realiza em média 800 atendimentos por mês. O número de pacientes permanentes atualmente gira em torno de 250 pessoas, atendidas por psicólogos, psiquiatras e assistentes sociais. Eles também participam de duas oficinas de artesanato e uma oficina do couro, nas quais são produzidos materiais, que são vendidos a fim de angariar recursos para a atividade de reinserção social de final de ano.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/01/2024 0 Comentários 585 Visualizações
Saúde

Programa Saúde na Escola debate a saúde mental

Por Marcel Vogt 27/09/2023
Por Marcel Vogt

No mês de setembro o Programa Saúde na Escola, promovido pela Secretaria Municipal da Saúde de São José do Hortêncio, fez atividades sobre o tema saúde mental, com as turmas de terceiro a quintos anos das escolas municipais.

As profissionais do NAAB Saúde Mental, a educadora física Jéssica Cristine Gayer e a psicóloga Thays Gonem, geraram junto aos estudantes uma série de jogos colaborativos acerca da saúde mental, direitos humanos, comunicação não-violenta e cultura de paz. O Programa Saúde na Escola visa a articulação permanente da educação e saúde, oportunizando melhorias na qualidade de vida da população através de metodologias de saúde voltadas às escolas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/09/2023 0 Comentários 484 Visualizações
Saúde

Estímulo à inclusão social marcou mobilização sobre saúde mental no centro da cidade

Por Marcel Vogt 24/05/2023
Por Marcel Vogt

Foi realizado, na tarde de terça-feira (23), um encontro de integração entre usuários dos Centros de Atenção Psicossocial (Caps) de Santa Cruz do Sul, em alusão à campanha 18 de maio, Dia Nacional da Luta Antimanicomial. Quem passou pela Praça Getúlio Vargas pode conferir cartazes, fotografias, recortes de jornais e diversas mostras artísticas que foram expostas para destacar os avanços dos últimos anos nos tratamentos direcionados a pessoas em sofrimento mental, a fim de combater preconceitos e discriminações.

Ao som do Coral da Alegria, composto por usuários do Caps II, as manifestações celebraram o fim dos manicômios e dos retrógrados métodos de exclusão que predominaram em leitos psiquiátricos no país até 1987, quando surgiu o Movimento Nacional de Luta Antimanicomial. De lá para cá, legislações contribuíram para que as internações arbitrárias fossem, gradativamente, sendo substituídas pelo cuidado humanizado, liberdade e desinstitucionalização.

O vice-prefeito e secretário municipal da Saúde, Elstor Desbessell, prestigiou o evento. Para ele, esta e outras iniciativas promovidas pelo Município para a promoção da saúde mental são eficazes para a inclusão social de pessoas que, por diferentes violências e negligências, por vezes acabam vivendo às margens da sociedade: “É um compromisso que eu e a prefeita Helena Hermany assumimos, de cuidar bem das pessoas, pois acreditamos que todos os cidadãos merecem um tratamento igualitário, respeitoso e digno”.

Conforme a coordenadora municipal de Saúde Mental, Tais Giordani Pereira, uma das idealizadoras do encontro, um dos objetivos foi dar protagonismo aos usuários, para mostrar à cidade que todas as pessoas podem viver bem em coletividade e que devem ser respeitadas em suas diferenças e individualidades.

Silvia Lilian Ferroni, 53 anos, foi uma das pessoas que utilizou o microfone para falar sobre a importância de desconstruir visões preconceituosas sobre indivíduos em situação de sofrimento mental. Ela, que tratou a bipolaridade por cerca de 30 anos e, há seis, está em alta, ressaltou a importância de os pacientes se esforçarem para realizar os tratamentos de forma correta, em um trabalho conjunto com psicólogos, psiquiatras, enfermeiros, assistentes sociais e demais trabalhadores da área da saúde mental “Os profissionais lutam com a gente, não pela gente!” frisou.

Fórum Regional de Saúde Mental

Durante o encontro, representantes do Cras de Vera Cruz convidaram os presentes para o Fórum Regional de Saúde Mental que chega neste ano em sua 26ª edição e será realizado no dia 06 de junho, a partir das 8h30, no Parque de Eventos de Vera Cruz, envolvendo todos os municípios que compõem a 13ª Coordenadoria Regional de Saúde.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
24/05/2023 0 Comentários 442 Visualizações
Variedades

Governador se compromete em apoiar propostas de Issur para a saúde mental

Por Marcel Vogt 08/05/2023
Por Marcel Vogt

Em reunião nesta sexta-feira (5), no Palácio Piratini, o deputado Issur Koch recebeu o apoio do governador Eduardo Leite às suas propostas para o tema da saúde mental nas escolas estaduais.

Tenho certeza que o Estado vai trabalhar muito fortemente para que possamos garantir mais qualidade de vida para as pessoas e trazer soluções para este problema.

“O assunto é muito importante, mais ainda nas escolas. Vamos nos reunir com a nossa equipe e nos organizar para que possamos trabalhar de forma conjunta nessa pauta”, afirmou Leite.

No encontro, Issur trouxe dados e apresentou as três cartilhas produzidas sobre o assunto por seu gabinete. Os documentos, publicados em 2019, 2021 e 2022, trazem informações sobre prevenção ao suicídio, indicadores da saúde mental nos últimos anos, dicas de especialistas e contatos de emergência para ajudar quem busca auxílio e tratamento.

Além disso, Issur comentou sobre as iniciativas feitas durante o mandato, como palestras em escolas e a elaboração da Lei 15.628, sancionada em 2021, que institui a Semana Estadual de Promoção da Saúde Mental na Escola, a ser realizada na segunda semana de outubro nas instituições de ensino.

O deputado também entregou um ofício com dados sobre a situação alarmante dos casos de suicídio no RS e sugestões para que a questão da saúde mental esteja entre as prioridades do governo.

PROPOSTAS

Dentre elas, estão a capacitação dos professores e do corpo docente para a discussão do tema com a comunidade, a promoção de palestras e conversas com profissionais especializados que incentivem pais, professores e alunos a procurarem ajuda externa em caso de necessidade, e a aplicação da Lei 13.935/2019, que determina a inclusão obrigatória de profissionais de Psicologia e Serviço Social em redes públicas de educação básica.

O governador Eduardo Leite afirmou que irá se reunir com os secretários das pastas que envolvem o tema da saúde mental para debater as propostas entregues pelo parlamentar e sua aplicação.

O deputado deixou a reunião satisfeito com o apoio. “Fomos muito bem recebidos para tratar dessa demanda que é muito importante para nós e para o nosso mandato. Tenho certeza que o Estado vai trabalhar muito fortemente para que possamos garantir mais qualidade de vida para as pessoas e trazer soluções para este problema”, finalizou Issur.

Foto: Marina Selbach/Divulgação | Fonte: Assessoria
08/05/2023 0 Comentários 722 Visualizações
Saúde

Issur apresenta sugestões ao governador nesta sexta-feira

Por Marcel Vogt 05/05/2023
Por Marcel Vogt

O deputado Issur Koch reúne-se nesta sexta-feira, 5, às 10h30, com o governador Eduardo Leite. No encontro, o parlamentar vai propor ações complementares à Política Estadual de Saúde Mental.

Entre as sugestões que Issur levará ao governador está a aplicação da Lei 13.935/2019, que determina a inclusão obrigatória de profissionais de Psicologia e Serviço Social em redes públicas de educação básica. “Esta é uma luta antiga, mas que entendemos fundamental para o trabalho de prevenção e detecção de possíveis problemas na escola”, enfatiza o deputado.

Outra proposta de Issur é que o governo implemente a Lei 15.628, sancionada em maio/2021, de sua autoria, que institui a Semana Estadual de Promoção da Saúde Mental na Escola, a ser realizada na segunda semana de outubro nas instituições de ensino do RS. “Dados do Ministério da Saúde, em relatório apresentado em 2017, indicam que a taxa de óbitos por suicídio foi de 5,7 por 100 mil habitantes em 2015 no Brasil, vitimando cerca de 11 mil pessoas no País. No caso do Rio Grande do Sul, os números são ainda mais alarmantes, fazendo do estado destaque negativo, com uma taxa duas vezes maior que a brasileira: 13,34 por 100 mil habitantes em 2019, segundo a própria Secretaria Estadual da Saúde. Mais do que a frieza dos números, esse indicativo revela que, em média, três pessoas tiraram a própria vida por dia no RS, totalizando 1.423 suicídios no ano de 2019. Estamos falando de vidas, e para essas pessoas que se encontram nessa situação é que precisamos dedicar toda atenção neste momento”, finaliza.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/05/2023 0 Comentários 538 Visualizações
Saúde

Aumento de 300% na busca de atendimentos psicológicos após COVID-19

Por Marina Klein Telles 28/04/2023
Por Marina Klein Telles

O sentimento que mais ficou conhecido nos momentos críticos da pandemia era de que tudo aquilo iria passar. Agora que passou, como estamos? Essa indagação resume a importância do assunto abordado no Simpósio Saúde Mental em Tempos de Pós-pandemia, realizado na tarde de quinta-feira (27) no auditório da Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs).

A associação trouxe o simpósio como forma de conscientizar sobre o impacto psicológico da pandemia no ambiente de trabalho, com aumento dos casos de burnout, na saúde mental da pessoa idosa e também em alusão ao bem-estar e a busca pela felicidade. “A Amrigs se sente muito feliz em sediar este evento. A pandemia nos trouxe muitos problemas e o agravamento deles precisa ser discutido. É uma tomada de conhecimento e consciência da nossa população”, afirmou o diretor de Finanças da Amrigs, Dr. Breno José Acauan Filho.

O prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo, falou da importância do evento para a cidade. “É um tema desafiador. Houve perdas muito significativas, mas também lições e o Sistema Único de Saúde (SUS) mostrou-se como um caminho. O grande desafio, agora, é diminuir a fila por atendimentos. Isso acontece porque a pandemia não foi só algo que afetou a saúde, mas também atingiu muita gente no lado social. As pessoas enfrentaram dificuldades e saíram de planos de saúde privados, indo buscar atendimento no setor público”, disse.

O impacto na saúde mental

Na primeira palestra da tarde, a psicóloga Clínica e Organizacional; diretora fundadora do Instituto de Desenvolvimento Global (IDG), Zeila Bedin, destacou o quanto a sociedade foi impactada pelo cenário da pandemia. “A pandemia foi a maior descompensação ocorrida nos últimos cem anos. Só damos atenção à saúde mental quando se adoece e infelizmente foi isso que aconteceu. Nunca passamos por algo tão crítico e devastador”, disse.

Burnout nos processos de trabalho

O burnout teve acentuados casos no cenário da pandemia. Com moderação da Dra. Clara Ester Trahtman, médica psiquiatra da Associação de Psiquiatra do Rio Grande do Sul (APRS), o bloco seguinte abordou a síndrome que resulta do estresse crônico no ambiente de trabalho, caracterizada por exaustão emocional. O tema foi abordado pelo convidado Alceu Gomes, médico psiquiatra.

Em sua abordagem, destacou não apenas os desafios clínicos, mas também os práticos. No Brasil, a doença custa cerca de 80 bilhões de dólares ao ano para os empregadores e, nos Estados Unidos, ela totaliza um montante de 300 bilhões de dólares. “O burnout pode acentuar um transtorno emocional pré existente. Há um processo de negação inicial e casos de pessoas mais intelectualizadas, o corpo acaba apresentando reações como humor depressivo ou humor ansioso”, relatou.

Saúde mental da pessoa idosa

Uma das faixas etárias mais atingidas pelo cenário pandêmico foi a terceira idade. A palestra com moderação de Clesia Zieman, coordenadora da Saúde do Idoso na Secretaria Municipal da Saúde (SMS), teve como convidado o médico Roberto Bigarella, psiquiatra e geriatra. “Coisas banais como ir ao supermercado viraram uma aventura. Passamos a usar máscaras e diminuímos o contato com a família. Veio a incerteza e a ansiedade em relação ao futuro. Entre os idosos, então, foi ainda mais complicado “, relatou.

Simpósio de Saúde Mental em Tempos de Pós-pandemia

A realização foi da Frente Parlamentar da Saúde Mental da Câmara de Vereadores de Porto Alegre, da Prefeitura de Porto Alegre através da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) e Secretaria Municipal de Administração e Patrimônio (SMAP), e da Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs). O simpósio também teve o apoio da Associação de Psiquiatra do Rio Grande do Sul (APRS), da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia – Rio Grande do Sul (SBGG-RS), da ONG Via Vida e da Editora Grupo A.

A iniciativa contou com a participação de profissionais, estudantes e professores das áreas da saúde, educação, assistência social e setor judiciário. Outros dois simpósios serão realizados até o final do ano com a temática da saúde mental. 

O próximo encontro está marcado para o dia 6 de julho, às 10h30min, com a abordagem voltada para Dependência Química: prevenção, tratamento e ressocialização. No dia 14 de setembro, a partir das 13h30min, será realizada edição com a temática Além da Dor: compreendendo a relação entre autolesão, depressão e suicídio. Outras informações sobre os eventos podem ser obtidas no site oficial.

Foto: Marcelo Matusiak/divulgação | Fonte: Assessoria
28/04/2023 0 Comentários 949 Visualizações
Saúde

Sesi Conecta Saúde aborda estratégias de ESG

Por Marina Klein Telles 25/04/2023
Por Marina Klein Telles

O crescimento sustentável das organizações passa pelo desenvolvimento de ações voltadas para a saúde das pessoas. É para fomentar reflexões sobre os tópicos mais atuais dessa temática que o Serviço Social da Indústria do RS (Sesi-RS) tem promovido anualmente um dos maiores eventos de saúde no Brasil. Em 2023, o Sesi Conecta Saúde ocorre nos dias 9 e 10 de maio e aborda com profundidade as conexões entre as estratégias de ESG e Saúde nas empresas.

A sigla em inglês para “Environmental, Social and Governance” se refere a uma jornada de transformação para potencializar as práticas de sustentabilidade ambiental, sociais e de governança nas organizações. Por isso, o ESG tem sido um importante fator de fortalecimento para o futuro da Saúde Integral no Trabalho, impactando na segurança, bem-estar e qualidade de vida dos trabalhadores e fazendo com que as empresas ganhem em desenvolvimento e em competitividade no mercado.

“Considerando o cenário mundial e brasileiro de aumento da expectativa de vida da população, aumento na prevalência de casos de doenças – como DCNT´s e transtornos mentais e comportamentais, entre outros, o Sesi-RS pauta cada vez mais a sua atuação por meio da Saúde Integral, de forma a contribuir positivamente para o cuidado integral e para a longevidade saudável e produtiva, tanto dos trabalhadores – impactando na força produtiva das indústrias, quanto da comunidade, associada a maior qualidade de vida em geral” destaca o superintendente do Sesi-RS Juliano Colombo.

Esta visão integral também se conecta com a temática da sustentabilidade pautada no ESG, já que ambos se referem a necessidade do “cuidado”, assunto que será tratado no evento deste ano. Reunindo palestrantes nacionais e internacionais, o evento beneficiou mais de 50 mil inscritos nas suas duas últimas edições e, mais uma vez, tem o objetivo de promover discussões de qualidade e de reforçar a importância de promover ambientes laborais saudáveis em cenários de constantes mudanças.

Neste ano, especialistas renomados apresentam as suas experiências, estudos e considerações sobre Segurança e Saúde no Trabalho, sobre Saúde Mental e Fatores Psicossociais e sobre Qualidade de Vida e Bem-estar, conduzindo o público a reflexões sobre o papel das empresas e dos trabalhadores nesses âmbitos. O evento acontece em formato híbrido, com transmissão ao vivo e participação presencial de convidados à experiência imersiva no Teatro do Sesi, o maior da capital.

Ao todo, o Sesi Conecta Saúde terá 11 palestrantes trazendo discussões sobre o ecossistema da saúde. Entre eles, o psiquiatra e escritor Augusto Cury, o ex-atleta de natação da seleção brasileira Joel Jota, a neurocientista Carla Tieppo, o especialista em medicina do estilo de vida Lucas Medeiros, a especialista em educação transformadora nas empresas Soraia Schutel, entre outros.

Nos painéis serão abordados assuntos como presenteísmo, liderança, estilo de vida, diversidade, produtividade e, principalmente, como todos estão envolvidos com o ESG. As inscrições para o Sesi Conecta Saúde são gratuitas e estão abertas ao público de todo o Brasil pelo site www.sesiconectasaude.com.br.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/04/2023 0 Comentários 641 Visualizações
Saúde

6 dicas para retomar o seu controle emocional

Por Marina Klein Telles 20/03/2023
Por Marina Klein Telles

Uma pesquisa sobre intolerância, realizada pelo Instituto Ipsos em 27 países, aponta o Brasil como 7º país mais intolerante. Cerca de 84% dos brasileiros veem o país dividido e 62% percebem mais intolerância hoje do que há 10 anos. Já a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) representou o Brasil na pesquisa Adaptação social em estresse na pandemia de Covid-19: um estudo transcultural, que reuniu 24 países de quatro continentes.

A pesquisa observou temas como ansiedade, empatia, estresse, suporte e comportamentos sociais e culturais entre os vários países. As 15.375 respostas mostraram que os brasileiros estão entre os mais estressados, comparados às pessoas de outros países. Entre as principais causas, destacam-se baixo nível de empatia, grande desgaste emocional pessoal, sofrimento e aumento do individualismo.

“Não à toa, temos visto com frequência pessoas perdendo o controle facilmente, apresentando reações desmedidas e, inclusive, tendo explosões de raiva por motivos banais”, afirma Danielle H. Admoni, psiquiatra geral, preceptora na residência da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP/EPM) e especialista pela ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria).

Como saber se estou fora do meu controle emocional?

O desequilíbrio emocional é caracterizado por alterações frequentes e inesperadas de humor e pela facilidade em “sair do eixo” diante de acontecimentos negativos, sobrecarga e situações de imprevisto.

Segundo Danielle Admoni, pessoas emocionalmente instáveis não conseguem lidar com as adversidades da vida com serenidade. Ao encarar momentos que possam parecer normais aos olhos de qualquer pessoa, esses indivíduos apresentam uma irritabilidade desnecessária e fora do comum.

“A pessoa deixa as emoções falarem mais alto do que a razão e toma atitudes que seriam moralmente questionáveis, como arrumar briga no trânsito. Pode haver episódios de raiva que resultem até em agressão física”, alerta a psicóloga Monica Machado, fundadora da Clínica Ame.C e pós-graduada em Psicanálise e Saúde Mental pelo Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Albert Einstein.

Em resposta ao emocional, o corpo se manifesta, apresentando sinais como dificuldade de concentração, foco e raciocínio; sintomas físicos, como dores de cabeça, dores musculares e problemas gastrointestinais; insônia e dificuldade para dormir, mesmo estando com sono.

Para a psiquiatra Danielle, estes comportamentos são uma forma inconsciente e irracional de pôr para fora os medos, as preocupações e os problemas que a pessoa não consegue verbalizar ou expor de uma maneira que lhe traga respostas e soluções. “Um indivíduo que está com exaustão mental, passando por conflitos que vão além do seu limite emocional, não consegue guardar tudo para si mesmo o tempo todo. Se ele não tiver um meio de exteriorizar esta carga, ela se torna uma bomba-relógio, podendo explodir a qualquer momento”, diz a psiquiatra.

Recuperando o equilíbrio emocional

De acordo com Danielle Admoni, as emoções estão presentes em todas as situações da vida e, quando elas estão em desarmonia, é preciso buscar meios para reorganizá-las. Feito isso, será possível enfrentar as crises e os desafios de modo racional. Confira as dicas das especialistas:

1. Busque a origem do problema
Avalie o que está causando o seu desequilíbrio emocional. Excesso de trabalho? Crise no casamento? Problemas financeiros? Chegue na raiz de cada problema e encontre alternativas para resolve-los. “Mesmo que não haja conclusões imediatas, só o fato de encarar o problema de frente e persistir na solução, fará você entrar novamente no eixo”, diz a psicóloga Monica Machado.

2. Jamais duvide de si mesmo
Não associe os problemas com o seu potencial e suas qualidades, pois isso irá te colocar para baixo, afetando sua autoestima e autoconfiança. Todo mundo tem problemas, mas o que vai te definir é sua determinação e resiliência para superá-los. Encontre nas suas realizações a força necessária para se equilibrar.

3. Esteja no controle das suas emoções
Cuidado para não projetar e descontar seus problemas nas pessoas. Faça o possível para controlar a raiva, tristeza ou qualquer outro sentimento que te levem a reações agressivas por impulso. “Ao perceber que está sendo dominado por uma emoção negativa, o ideal é se afastar e buscar formas de se recompor”, pontua Monica Machado.

4. Mexa o corpo
A prática sistemática do exercício físico está associada à ausência ou a poucos sintomas de ansiedade. Segundo Danielle Admoni, durante o exercício físico, o corpo libera hormônios e neurotransmissores, como serotonina, noradrenalina, endorfina e dopamina; que regulam o bem-estar, o humor, a memória, a concentração e o estresse.

“Além disso, o aumento da frequência cardíaca melhora o fluxo de sangue para o cérebro e estimula o sistema nervoso central, promovendo benefícios cognitivos, o que inclui a melhoria do raciocínio, da memória e até da facilidade em lidar com eventos estressores”, relata a psiquiatra.

5. Apenas respire
Dependendo do nível de ansiedade, a respiração fica mais superficial, com aumento da frequência e diminuição da profundidade. “Isso altera o tônus muscular da cadeia respiratória, responsável por várias reações do corpo ao estresse. Ao praticar a respiração de forma correta, é possível regular o sistema nervoso e diminuir os sintomas físicos e emocionais”, afirma Admoni.

Uma das técnicas é a chamada respiração quadrada, que requer uma pausa de quatro segundos a cada respiração e inspiração. Inspire lentamente pelo nariz contando até quatro, pause por 4 segundos, expire pela boca contando até quatro e pause por mais 4 segundos.

6. Descubra-se na terapia
O caminho para lidar com o desequilíbrio emocional é o autoconhecimento, que pode ser aprofundado por meio da terapia. De acordo com Monica Machado, ao se conhecer melhor, entender seus gatilhos, conflitos internos e padrões de comportamento, você estará mais preparado para equilibrar suas emoções e, consequentemente, suas atitudes.

“Vale lembrar que quem sofre com a instabilidade emocional tende a acreditar que se trata apenas de uma ‘personalidade forte’ ou da característica de sentir as emoções de forma mais intensa. No entanto, em muitos casos, esse desequilíbrio emocional pode indicar transtornos de personalidade e de humor que nunca foram diagnosticados. Daí a importância de uma avaliação detalhada para o tratamento adequado”, finaliza Danielle Admoni.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/03/2023 0 Comentários 813 Visualizações
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