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Saúde Animal

Saúde

Projeto social oferece atendimento gratuito a cães e gatos de canis e abrigos municipais

Por Marina Klein Telles 22/11/2023
Por Marina Klein Telles

Imunização, coleta de exames, atendimentos clínicos e cirúrgicos, acompanhamento pós-operatório e orientações à comunidade. Esses são alguns dos serviços oferecidos, de forma gratuita, pelo projeto social Feevalepet: manejo sanitário e reprodutivo de cães e gatos de abrigos municipais, da Universidade Feevale. O público-alvo são cães e gatos de abrigos municipais, canis e organizações não governamentais, além de seus responsáveis. São atendidas organizações de cidades sob maior influência do curso de Medicina Veterinária da Feevale, incluindo Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha, Sapiranga e São Leopoldo.

O objetivo do projeto é contribuir para o controle e prevenção de doenças nos animais e atuar na contenção do crescimento da população felina e canina, através da castração. Atualmente, o Brasil possui quase 185 mil animais abandonados ou resgatados por maus tratos, sob a tutela de ONGs ou grupos de protetores, de acordo com o Instituto Pet Brasil. A professora líder do Feevalepet, Gabriela Costa, aponta que são oferecidos, em média, 100 atendimentos anuais por meio do projeto.

“Queremos conscientizar a sociedade, principalmente as pessoas de mais vulnerabilidade socioeconômica e de informação, sobre a existência de zoonoses – doenças transmitidas aos humanos pelos animais – e sobre a importância de prevenir essas e outras doenças, por meio da vermifugação, vacinação e cuidados básicos com os pets”, pontua. Ela também destaca que o projeto conta com a participação de estudantes de Medicina Veterinária – que aplicam os conhecimentos das disciplinas de anestesia, cirurgia e clínica médica – e professores do curso. Os atendimentos acontecem no Hospital Veterinário Feevale (Hovet) nas manhãs de segunda-feira.

Foto: Júlia Dresch/Divulgação | Fonte: Assessoria
22/11/2023 0 Comentários 763 Visualizações
Saúde

Julho Dourado alerta para importância da vacinação pet na saúde

Por Marcel Vogt 19/07/2023
Por Marcel Vogt

O Complexo Médico Veterinário UniRitter aderiu ao calendário colorido do mundo animal, que promove prevenção e conscientização sobre a saúde dos pets. Este mês é o Julho Dourado, que destaca a vacinação, de forma a prevenir doenças graves e zoonoses, aquelas infecções transmitidas entre animais e pessoas. “Os bichinhos podem ser vetores de doenças fatais, porém preveníveis, como a raiva. A vacinação de cães e gatos é fundamental tanto para a saúde dos pets, quanto dos tutores”, alerta a professora de Medicina Veterinária da universidade Mariana Caetano Teixeira.

Algumas vacinas são consideradas essenciais para cães e gatos: a antirrábica é a principal delas e comum a ambos. “Além da prevenção da raiva, a vacinação vai ser diferente para cada animal. Para cães, há vacinas múltiplas com antígenos essenciais, para combater parvovirose, cinomose e hepatite infecciosa caninas, por exemplo. Para gatos, as vacinas múltiplas vão incluir antígenos contra parvovirose, herpes e calicivirose felinas. Atualmente, o consenso latino-americano recomenda incluir a vacina contra a FelV (leucemia viral felina), doença que se tornou bastante comum”, orienta a professora.

O Brasil não tem um protocolo para vacinação de outros tipos de pets. Animais não-convencionais, a exemplo de coelho e hamster, não contam com vacinas específicas disponíveis. Mas há, pelo menos, uma exceção: “Os ferrets ou furões têm risco de desenvolver cinomose e devem receber a vacina canina isolada”, indica a profissional.

Ato médico

Outras vacinas para cães e gatos podem ser recomendadas pelo veterinário, de acordo com o estilo de vida e ambiente onde vive cada animal. O profissional também deverá explicar a regularidade e o nível de eficácia dos antígenos. Assim como as vacinas humanas, os imunizantes para pets também podem não impedir totalmente o desenvolvimento das doenças, mas melhoram a proteção do animal, que manifesta sintomas mais leves e com menor risco de transmissão. “Vacinação é um ato médico e faz parte da consulta, onde o veterinário vai avaliar se o animal tem alguma comorbidade e prestar todos os esclarecimentos. O pet deve estar saudável para receber a vacina”, destaca Mariana.

Fundamental é que todos os imunizantes estejam regularizados e atualizados anualmente. “A vacinação é considerada anual. Se estiver atrasada, ela pode e deve ser retomada a qualquer momento. Existe um mito de que animais que não vão para a rua ou não têm contato com outros pets, especialmente no caso dos gatos, não precisam de atualização das vacinas, mas eles têm contato com os tutores”, adverte a professora, lembrando que muitas doenças transmissíveis têm o ser humano como vetor, que pode levar para dentro de casa ectoparasitas nos calçados ou outros objetos.

Saúde em qualquer idade

A ideia de que apenas filhotes precisam de esquema vacinal também é errada. Com o avançar da idade, as idas ao veterinário e ambientes hospitalares se tornam mais frequentes. “Nesta fase, surge uma nova janela de risco de infecções. O animal idoso tem uma baixa na imunidade e fica mais exposto, devido à rotina de consultas e exames. É muito importante a proteção da vacinação”, esclarece a veterinária.

Mas nem só os bichos mais velhos devem fazer check-ups regulares. A prevenção de doenças graves e zoonoses também passa por uma avaliação, ao menos anual, da saúde do pet, com exame de sangue para determinar o status geral do paciente.

Complexo Médico Veterinário

A UniRitter é a única Instituição de Ensino Superior privada de Porto Alegre com um Complexo Médico Veterinário, que conta com infraestrutura completa e oferece todas as vacinas essenciais para cães e gatos. Os imunizantes estão disponíveis para aplicação em atendimentos com hora marcada, de segunda a sexta-feira, no campus FAPA. Também é possível realizar consultas e exames de rotina. As segundas à tarde são reservadas para atendimento exclusivo aos felinos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/07/2023 0 Comentários 485 Visualizações
Saúde

Mapa tem nova legislação para prevenção, controle e erradicação do mormo no Brasil

Por Marcel Vogt 04/07/2023
Por Marcel Vogt

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou nesta segunda-feira (03), a Portaria nº 593 que traz as novas diretrizes gerais para prevenção, controle e erradicação do mormo no território nacional, no âmbito do Programa Nacional de Sanidade dos Equídeos (PNSE). A nova norma altera e revoga artigos da Instrução Normativa nº 06/2018.

“A revisão das diretrizes busca ajustar a definição de caso para mormo com o que é disposto no Código Sanitário para os Animais Terrestres da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA). Além de trazer alteração na estratégia de vigilância para detecção de animais infectados”, destaca o diretor do Departamento de Saúde Animal, Eduardo de Azevedo.

O mormo é uma enfermidade infecciosa causada pela bactéria Burkholderia mallei, que afeta principalmente equídeos, e está na lista de doenças de notificação obrigatória da OMSA. O período de incubação da doença varia de alguns dias a vários meses e a principal forma de infecção é através da ingestão de água ou alimento contaminado. É considerada uma doença ocupacional rara em seres humanos.

As novas medidas destacam a importância das ações de educação, conscientização e comunicação de risco em saúde equina e que, para serem exitosas, dependem da sensibilização e participação ativa dos criadores por meio de medidas efetivas de boas práticas de manejo na equideocultura.

“As alterações reduzem a ocorrência de falsos positivos no protocolo de diagnóstico dentro do contexto epidemiológico em que os testes são aplicados, sem que haja a ampliação do risco de disseminação para outros animais ou para os humanos”, ressalta Fernando Ferreira, professor da USP e coordenador-geral de Prevenção e Vigilância em Saúde Animal.

Paralelamente às novas diretrizes, o Mapa também está promovendo uma revisão das estratégias de vigilância epidemiológica e avaliando as ferramentas de diagnóstico disponíveis com o objetivo de redesenhar o programa de controle e prevenção do Mormo com a participação de todas as partes interessadas.

O Programa Nacional de Sanidade dos Equídeos (PNSE) foi instituído no âmbito do Mapa pela Instrução Normativa n˚ 17/2008, com o objetivo de fortalecer o complexo do agronegócio dos equídeos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/07/2023 0 Comentários 484 Visualizações

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