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rita lee

Cultura

Mel Lisboa apresenta show em homenagem a Rita Lee em Montenegro

Por Jonathan da Silva 06/04/2026
Por Jonathan da Silva

A atriz e cantora Mel Lisboa se apresenta na sexta-feira, 10 de abril, às 20h, no Teatro Roberto Atayde Cardona, em Montenegro, em  um show que faz parte do lançamento da programação oficial dos 153 anos do município. A apresentação faz parte da estratégia de divulgação do Celebra Montenegro e é promovida pela Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Desporto, Cultura e Turismo, em parceria com o Sesc. A entrada no evento se dará mediante doação de alimentos.

O evento marca o anúncio das atividades comemorativas do aniversário de Montenegro. O Celebra Montenegro terá programação principal nos dias 1º, 2 e 3 de maio, no Parque Centenário, além de outras atividades previstas para os dias 5 e 26 de maio, no Teatro.

A apresentação de Mel Lisboa integra a divulgação das ações e antecipa o calendário festivo do município.

Mel Lisboa Canta Rita Lee

No show “Mel Lisboa Canta Rita Lee”, a artista interpreta sucessos da cantora Rita Lee, revisitando diferentes fases da carreira da homenageada. O repertório reúne clássicos do rock nacional em releituras que combinam interpretação cênica e performance musical.

A proposta do espetáculo é apresentar músicas que marcaram diferentes gerações, destacando aspectos da trajetória artística de Rita Lee.

A relação de Mel Lisboa com a obra da cantora teve início em 2014, quando interpretou Rita Lee pela primeira vez nos palcos. Dez anos depois, a artista retorna com o espetáculo, que vem sendo apresentado em diferentes cidades do país.

A apresentação em Montenegro contará com os músicos Márcio Sampaio e André Caccia, produção de Maria Daniela e técnica de Bruno de Pinho.

Como obter o ingresso

Os ingressos podem ser retirados antecipadamente no Sesc Montenegro mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível.

Serviço

  • O quê: show “Mel Lisboa Canta Rita Lee” e lançamento da programação dos 153 anos de Montenegro
  • Quando: 10 de abril, às 20h
  • Onde: Teatro Roberto Atayde Cardona, em Montenegro
  • Quanto: 1 kg de alimento não perecível para retirada de ingresso
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/04/2026 0 Comentários 143 Visualizações
Cultura

Rita Lee: A Rainha do Rock brasileiro morre aos 75 anos

Por Marina Klein Telles 09/05/2023
Por Marina Klein Telles

A cantora Rita Lee morreu aos 75 anos, em São Paulo na noite da segunda-feira, 8 de maio. A notícia foi confirmada, na manhã desta terça-feira (9), em publicação nas redes sociais oficiais da cantora e de seu marido, Roberto de Carvalho.

Rita foi hospitalizada em 23 de fevereiro no hospital Albert Einstein, em São Paulo, gerando bastante preocupação nos fãs. Ela descobriu um tumor no pulmão esquerdo em maio de 2021 e em seguida deu início ao tratamento. Onze meses depois foi anunciada melhora no quadro da cantora após a aplicação de radioterapia. Desde então, Rita monitorava sua situação de saúde através de exames.

Em meio a comunicados e homenagens nas redes, o filho João Lee escreveu: “Sempre conversamos sobre o quão terrivelmente importante é escolher bem seus heróis. São eles que moldam as nossas vidas, o nosso comportamento e quem somos. Precisamos pensar e escolher com muito cuidado. E você (Rita Lee) é, e sempre foi, a minha heroína. […] A admiração que eu tenho por você é infinita. Sempre foi. Que honra e privilégio ser seu filho”. Beto e Antônio Lee também se despediram da mãe com homenagens.

Biografia

Rita Lee Jones nasceu em São Paulo no dia 31 de dezembro de 1947, filha do dentista Charles Fenley Jones e da pianista Romilda Padula Jones. A artista aprendeu a tocar bateria aos 15 anos e, aos 16, integrou um trio vocal feminino, Teenage Singers, participando de shows e festas em colégios.

Ela fez parte de diversos grupos musicais, como “Six Sided Rockers” e “O Konjunto” — que mais tarde ficou conhecido como “Os Bruxos”, composto por Rita e os irmãos Arnaldo Baptista e Sérgio Dias. Na década de 1960, o trio se tornou a banda “Os Mutantes”, lançando cinco discos: Os Mutantes (1968), Mutantes (1969), A Divina Comédia ou Ando Meio Desligado (1970), Jardim Elétrico (1971), Mutantes e Seus Cometas no País dos Bauretz (1972).

O primeiro álbum solo lançado por Rita foi o Build Up, de 1970. Mas só em 1972, a cantora decidiu lançar sua carreira solo com o álbum “Hoje é o Primeiro Dia do Resto da Sua Vida”. Em 1976, o álbum “Refestança” fez sucesso com a música “Ovelha Negra”, que ocupou a primeira posição nas paradas no Brasil. A partir de 1979, produziu seus discos em parceria com o marido, Roberto de Carvalho. Em 1995, fez a abertura da turnê da banda britânica Rolling Stones.

A carreira de Rita Lee foi muito além dos palcos, passando também pela atuação e apresentações de programas na televisão brasileira. Ela se despediu dos palcos em 2012, e desde então suas aparições se tornaram raras em eventos públicos. Em 2016, ela publicou sua autobiografia, contando detalhes do início da carreira musical, perrengues familiares e fotos inéditas. Rita Lee vai deixar saudade não apenas para o povo brasileiro, mas no mundo todo enquanto referência musical e cultural que marcou gerações.

Texto: Marina Telles | Foto: Divulgação
09/05/2023 0 Comentários 837 Visualizações
Projetos especiais

Com projeto sobre as mulheres na música, professora da UFG recebe Prêmio Prof. Rubens Murillo Marques

Por Gabrielle Pacheco 21/11/2018
Por Gabrielle Pacheco

Você certamente já ouviu falar em Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791), mas provavelmente não em Maria Anna Mozart (1751-1829), sua irmã mais velha e igualmente talentosa. A vida e obra dela e das brasileiras Chiquinha Gonzaga e Rita Lee foram abordadas no projeto “Música, estágio e pesquisa: ações formativas com o tema Mulheres na Música”, um dos três premiados da 8ª Edição do Prêmio Prof. Rubens Murillo Marques, realizado pela Fundação Carlos Chagas.

Com o estudo de produções femininas, a professora de licenciatura em Música na UFG (Universidade Federal de Goiás), Thaís Lobosque Aquino, trabalhou a importância de superar o processo de invisibilização das mulheres no campo musical, por meio da interação entre futuros docentes e estudantes da Educação Básica. Com o desenvolvimento do projeto, outro ganho foi a articulação entre estágio e pesquisa, e entre a universidade e a escola de aplicação, parceira na realização do projeto.

O projeto sobre as musicistas foi organizado em três experiências formativas distintas:
“Festival Bem-te-fiz”: grupos de estudantes da Educação Básica participaram de competição de arranjos instrumentais/vocais/corporais a partir do repertório musical de Rita Lee, sob orientação de graduandos do curso de Música-Licenciatura da EMAC (Escola de Música e Artes Cênica da UFG) e professores de música;

“Revoada Musical”: envolveu 35 crianças entre sete e 12 anos na produção de espetáculos cênico-musicais sobre o tema Orquestra, após pesquisarem a figura de Maria Anna Walburga Ignatia Mozart, apelidada de Nannerl Mozart (1751-1829);

“Chiquinha Gonzaga: vida e obra”: envolveu semanalmente os estagiários do curso de Música-Licenciatura da EMAC/UFG nos estudos sobre a vida e obra de Francisca Edwiges Neves Gonzaga, mais conhecida como Chiquinha Gonzaga (1847-1935). O trabalho foi desenvolvido durante as aulas da disciplina de música com uma turma do 3º ano do Ensino Fundamental do CEPAE/UFG.

“Trazer essas mulheres à tona foi muito importante para combater o processo de invisibilização no campo musical. Sem dúvida, elas contribuíram para a história da música no Brasil e no ocidente, seja na música popular como na erudita.”, destaca a professora Thaís.

As três iniciativas contaram com apresentações musicais abertas ao público e momentos de exposição e discussão dos resultados alcançados durante o projeto. Ao longo de todo esse percurso, crianças, estagiários e professores experimentaram ativamente diversas possibilidades de criação, arranjo e performances instrumentais, vocais e/ou corporais.

A cerimônia de premiação ocorrerá em São Paulo na sexta-feira, 23, na sede da Fundação Carlos Chagas. Na ocasião, a professora Thaís Lobosque Aquino e as outras premiadas (Barbara Corominas Valério e Daniela Mariz Silva Vieira, da Universidade de São Paulo, e Daniela Franco Carvalho, da Universidade Federal de Uberlândia) receberão um prêmio de R$ 20 mil, um diploma e um troféu, réplica da escultura de uma artista plástica Vera Lucia Richter. Seus projetos serão disponibilizados, em detalhes, na próxima Série Textos FCC, publicação da Fundação Carlos Chagas.

“A cada ano, o processo de seleção tem sido cada vez mais gratificante, pois há experiências muito interessantes Brasil afora, e é muito difícil comparar projetos que são excelentes. O critério diferenciador, que discriminou as três vencedoras, foi o foco nos procedimentos didáticos utilizados tendo em vista à aprendizagem da docência do futuro professor”, afirma uma das coordenadoras do Prêmio e pesquisadora do Departamento de Pesquisas Educacionais da FCC, Patrícia Albiéri de Almeida.

Sobre a iniciativa
Criado em 2011, o Prêmio é também uma homenagem ao Prof. Dr. Rubens Murillo Marques, presidente de honra e um dos fundadores da Fundação Carlos Chagas, em reconhecimento a sua trajetória acadêmica e ao seu empenho no fortalecimento desta instituição.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
21/11/2018 0 Comentários 667 Visualizações

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