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Rios

Cidades

Governo estadual explica motivos de investir R$ 45,9 milhões em batimetria de rios e lagos

Por Jonathan da Silva 09/07/2025
Por Jonathan da Silva

O governo do Rio Grande do Sul iniciou o levantamento batimétrico em rios e lagos do estado, com investimento de R$ 45,9 milhões, por meio do Plano Rio Grande. A iniciativa tem como objetivo mapear o relevo submerso e identificar alterações provocadas por enchentes, auxiliando na gestão de recursos hídricos e na modelagem de eventos extremos. As motivações dos trabalhos foram expostas no primeiro episódio da série de publicações Explica Aí!, criada pelo estado para divulgar de forma direta e acessível as principais iniciativas da administração pública.

O que é batimetria?

A batimetria consiste na medição detalhada da profundidade e da topografia do fundo de corpos d’água, como rios e lagos. Os dados são coletados por meio de equipamentos como sonares e ecobatímetros instalados em pequenas embarcações, que emitem sinais em direção ao leito e calculam o tempo de retorno do sinal para determinar a profundidade.

Quais são os objetivos?

O levantamento permite avaliar a situação atual dos cursos d’água, identificar assoreamentos ou desassoreamentos, calcular impactos ambientais e planejar intervenções de infraestrutura. Também é utilizado para modelar cenários de cheias e aprimorar o monitoramento ambiental.

Onde haverá batimetria?

O trabalho de campo já começou no Rio Taquari e no Lago Guaíba. O levantamento será ampliado para os rios Caí, dos Sinos, Gravataí e para o Baixo Jacuí. Ao todo, serão mapeados cerca de 2,6 mil quilômetros de extensão.

E a batimetria no Guaíba?

No Lago Guaíba, a área de levantamento compreende 496 km², incluindo o delta do Jacuí e as ilhas. Embora a batimetria seja comum na região — normalmente voltada para a navegabilidade e executada por entes públicos, privados e instituições de pesquisa — esta iniciativa amplia o escopo para incluir monitoramento ambiental e planejamento preventivo.

Foto: Luís André/Secom-RS/Divulgação | Fonte: Assessoria
09/07/2025 0 Comentários 262 Visualizações
Cidades

Batimetria mede profundidade dos rios gaúchos para reforçar alertas de enchentes

Por Jonathan da Silva 08/07/2025
Por Jonathan da Silva

O trabalho de batimetria para medir a profundidade dos principais rios do Rio Grande do Sul começou nesta segunda-feira (7), com a primeira medição realizada no Rio Taquari, em Triunfo, na Região Metropolitana de Porto Alegre. A ação, coordenada pela Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema), busca identificar pontos críticos de acúmulo de sedimentos e alterações no leito após eventos extremos, como as enchentes de 2024, e vai cobrir 2.589 quilômetros em até 180 dias.

O levantamento integra o Eixo 2 do Programa de Desassoreamento do Rio Grande do Sul (Desassorear RS), que investirá R$ 45,9 milhões em rios de grande porte. De acordo com a Secretaria, os dados vão subsidiar decisões técnicas sobre futuras intervenções e aprimorar a modelagem hidrodinâmica utilizada nos sistemas de alerta de inundação.

O trabalho é realizado por quatro empresas contratadas após ordem de início assinada em 30 de maio. Conforme explicou o engenheiro Diego Silva, da Profill Engenharia, responsável pelo trecho Taquari-Antas, o levantamento emprega sonar e geolocalização. “À medida que o barco se desloca, o dispositivo vai emitindo um sinal sonoro que bate no fundo e volta para o equipamento. Pela velocidade desse retorno é que se determina a profundidade. Fazendo diversas coletas na mesma linha, vamos obter o que se chama seção batimétrica”, destacou Silva.

A medição também ocorre no trecho seco das margens, com uso de antena GNSS carregada a pé ou drones com laser. O resultado fornece a topografia completa das margens, essencial para prever áreas de alagamento.

Trabalhos começaram nesta segunda-feira

Levantamento começa pelo Taquari

Na primeira medição, feita próximo ao clube náutico Ygara, a cerca de um quilômetro da foz com o Rio Jacuí, foi registrado um ponto com 13 metros de profundidade. Ao todo, serão vistoriadas áreas prioritárias em quatro regiões: Taquari, Guaíba, Baixo Jacuí e o bloco Metropolitano (Caí, Sinos e Gravataí).

Rio Taquari, próximo à foz com o Jacuí, foi o primeiro a receber a batimetria

O analista de infraestrutura da Sema e doutor em Geociências, Fernando Scotta, afirmou que o estudo vai ampliar a capacidade de resposta do estado. “Essa coleta é um salto para o desenvolvimento do Estado. Vamos ter um levantamento sistemático por todo o território e permitir que os dados estejam disponíveis e uniformizados para o acesso geral. Isso vai dar agilidade para as empresas e universidades que vão rodar os modelos hidrodinâmicos com insumos já prontos”, destacou Scotta.

Periodicidade das medições

As seções são realizadas de acordo com o risco de cada área. Próximo a zonas urbanas, ocorrem a cada 200 metros; em áreas intermediárias, a cada 500 metros; e nas de menor risco, a cada mil metros. Os pontos foram definidos por estudos da Sema em parceria com o Instituto de Pesquisas Hidráulicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (IPH/UFRGS).

No Guaíba, o levantamento começará nesta quarta-feira, 9 de julho. A região já passa por batimetrias periódicas feitas por empresas de navegação para manter a profundidade segura. Nesses casos, os sedimentos são apenas removidos de local, sem retirada do lago.

Informação essencial para ribeirinhos

A dona de casa Júlia Terezinha Silva da Fonseca, moradora de Triunfo, relatou que a precisão dos alertas é vital para a segurança da família. “Agora, cada vez que chega um aviso da Defesa Civil no celular, eu corro para avisá-lo. Ele trabalha como guarda e nem sempre está perto do telefone. No ano passado, a gente nem ficou sabendo que vinha a enchente e quando vimos a água tomou conta de tudo. Não deu tempo de fazer nada, ele saiu de casa só com a roupa do corpo e os documentos”, contou Júlia.

Júlia Terezinha Silva da Fonseca aguarda benefícios da batimetria

Prazos e entrega dos dados

A previsão é que os primeiros resultados sejam entregues em dois meses, com metade da área já analisada. O cronograma geral estima conclusão total em até 180 dias.

Fotos: Luís André e Anderson Machado/Secom-RS/Divulgação | Fonte: Assessoria
08/07/2025 1 Comentário 340 Visualizações
Política

Entidades lançam manifesto cobrando desassoreamento urgente no RS

Por Jonathan da Silva 30/06/2025
Por Jonathan da Silva

As federações que representam a indústria, o comércio e a agricultura do Rio Grande do Sul apresentaram nesta sexta-feira (27) um manifesto ao governador Eduardo Leite (PSD) solicitando a adoção imediata de medidas para o desassoreamento de rios e canais do estado, além da construção e manutenção de obras de contenção. O documento foi assinado pelo presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), Claudio Affonso Amoretti Bier; pelo presidente da Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do Rio Grande do Sul (Fecomércio-RS), Luiz Carlos Bohn; e pelo presidente da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), Gedeão Silveira Pereira.

No texto, as entidades afirmam que o assoreamento já comprometia a navegação e a segurança hídrica antes mesmo das enchentes de 2024 e que o acúmulo de sedimentos reduziu ainda mais a vazão dos rios, dificultando o escoamento das águas. “Reparar a capacidade dos rios de cumprir sua função mais básica — transportar água — é urgente. É também estratégico: a economia do Rio Grande do Sul precisa de rios navegáveis, rios vivos, rios desobstruídos”, apontam os signatários.

O manifesto defende que o desassoreamento seja transformado em política pública permanente, com planos técnicos regionais, participação comunitária e prioridade para construção e manutenção de diques e demais estruturas de contenção. As federações solicitam que os processos de contratação das empresas responsáveis pelo trabalho sejam acelerados, já que, segundo o documento, as projeções atuais indicam que as obras só teriam início dois anos após as enchentes. “Não estamos falando apenas de dragar rios. Estamos falando de garantir o futuro do nosso estado. De proteger vidas. De manter o Rio Grande do Sul navegável, produtivo e resiliente”, finaliza o manifesto.

Foto: Wirestock/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
30/06/2025 0 Comentários 437 Visualizações
Cidades

Boletim aponta quatro mortes e mais de 6 mil desalojados pelas chuvas no RS

Por Jonathan da Silva 23/06/2025
Por Jonathan da Silva

O governo do Rio Grande do Sul divulgou na manhã desta segunda-feira (23), às 9h, o boletim atualizado sobre os impactos das chuvas no estado, que já atingem 132 cidades. Segundo os dados, foram confirmadas quatro mortes, duas pessoas feridas, uma desaparecida e 6.258 desalojados. O número de pessoas resgatadas pelas forças de segurança estaduais chega a 733, e 139 animais também foram retirados de áreas de risco.

O município de Jaguari é o único, até o momento, com decreto de estado de calamidade pública. Outros 21 municípios já decretaram situação de emergência: Dona Francisca, Cerro Branco, Agudo, Nova Palma, São Sebastião do Caí, Passa Sete, Cruzeiro do Sul, Cacequi, Rosário do Sul, Tupanciretã, Nova Santa Rita, São Francisco de Assis, Liberato Salzano, Amaral Ferrador, Toropi, Montenegro, Silveira Martins, São Vicente do Sul, Júlio de Castilhos, Paraíso do Sul e Dilermando de Aguiar.

Situação dos rios e lagos

Alguns rios apresentam tendência de normalização. É o caso do Taquari (entre Santa Tereza e Bom Retiro do Sul), do Quaraí e do Dona Francisca, que já retornaram aos níveis normais.

Outros rios estão em cota de atenção, com tendência de estabilidade: Taquari (Porto Mariante), Caí (Costa do Rio Cadeia) e Santa Maria (Rosário do Sul).

Entre os rios em cota de alerta estão o Caí (em Nova Palmira, São Sebastião do Caí e Montenegro), Guaíba, Gravataí (Gravataí e Alvorada), Taquari (município de Taquari), Paranhana (Taquara) e Santa Maria (Dom Pedrito).

Já os rios em cota de inundação são o Uruguai (de São Borja a Uruguaiana), Ibirapuitã (Alegrete), Ibicuí (Manoel Viana), Jacuí (de Cachoeira do Sul ao delta do Jacuí), além dos canais nas ilhas da Região Metropolitana de Porto Alegre e o rio dos Sinos (Campo Bom e São Leopoldo).

Próxima atualização e canais de consulta

O próximo boletim está previsto para ser divulgado às 9h de terça-feira, 24 de junho. Informações atualizadas, imagens de radar meteorológico, mapa de bloqueios nas estradas e alertas da Defesa Civil podem ser acessados nos canais oficiais do governo estadual.

Foto: Kireyonok Yuliya/Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
23/06/2025 0 Comentários 256 Visualizações
Cidades

Defesa Civil atualiza alerta de risco hidrológico para regiões do RS

Por Jonathan da Silva 17/06/2025
Por Jonathan da Silva

A Defesa Civil do Rio Grande do Sul emitiu um novo aviso hidrológico com vigência de 17 a 20 de junho, indicando risco de elevação nos níveis dos rios em praticamente todo o estado. O alerta é consequência das chuvas intensas registradas nos dias mais recentes e da previsão de novos acumulados significativos, especialmente no centro e na metade oeste do território gaúcho.

Segundo o comunicado do órgão, os rios apresentam tendência de elevação com limiares variando entre normalidade e cota de alerta. O rio Ibirapuitã, em Alegrete, já atingiu cota de inundação. As áreas destacadas em amarelo e laranja no mapa hidrológico oficial estão sob condições de atenção e alerta, respectivamente, devido à possibilidade de alagamentos em perímetros urbanos e enxurradas provocadas por chuvas intensas. Também há risco de cheias e inundações em arroios e pequenos rios sem monitoramento, além da elevação de rios maiores, com níveis variando entre normal e atenção.

Mapa de situação hidrológica da Defesa Civil do RS

Cidades com risco de inundação

  • Rio Ibirapuitã, em Alegrete
  • Rio Ibicuí, em Manoel Viana
  • Rio Santa Maria, em Rosário do Sul
  • Rio Vacacaí, em São Gabriel
  • Rio São Sepé
  • Rio Jacuí, em Cachoeira do Sul e Rio Pardo

A elevação nesses rios é atribuída aos altos volumes de chuva acumulados em suas bacias hidrográficas.

Possibilidade de deslizamentos

Além dos riscos hidrológicos, a Defesa Civil também alerta para a possibilidade de movimentos de massa (deslizamentos) em áreas vulneráveis nas regiões afetadas, o que amplia a necessidade de monitoramento e atenção por parte da população e autoridades locais.

O aviso faz parte da atuação do Governo do Estado e integra as ações do Plano Rio Grande.

Fotos: Freepik/Reprodução e Defesa Civil do Rio Grande do Sul/Divulgação | Fonte: Assessoria
17/06/2025 0 Comentários 337 Visualizações
Cidades

Defesa Civil de Novo Hamburgo vai à Assembleia Legislativa debater desassoreamento

Por Jonathan da Silva 25/02/2025
Por Jonathan da Silva

A Defesa Civil de Novo Hamburgo participou, nesta segunda-feira (24), de um seminário na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul (ALRS) sobre desassoreamento dos rios. O evento foi promovido pela Frente Parlamentar de Proteção e Defesa Civil e discutiu alternativas para manter os rios e afluentes limpos, garantindo a prevenção de desastres naturais e a preservação ambiental.

O subdiretor da Defesa Civil de Novo Hamburgo, Gilson Cristiano do Amaral, destacou a necessidade de planejamento conjunto entre os municípios para evitar impactos negativos em outras cidades. “Discutimos ações coordenadas entre os municípios para que o desassoreamento não gere impactos negativos em outras cidades. Além disso, é fundamental adquirir conhecimento e estabelecer contato com autoridades da área que possam agilizar medidas para Novo Hamburgo”, afirmou Amaral, que participou do evento ao lado do agente da Defesa Civil, Jocemar de Souza.

Participação de órgãos estaduais

O seminário reuniu representantes de diferentes instituições, incluindo o Ministério Público, Governo do Estado, Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam), Conselho Estadual de Recursos Hídricos, Instituto de Pesquisas Hidráulicas da UFRGS e a empresa pública Portos RS.

A necessidade de desassoreamento foi reforçada após a enchente de 2024, que evidenciou a importância de restaurar a capacidade de armazenamento e vazão dos rios.

Foto: Defesa Civil/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/02/2025 0 Comentários 299 Visualizações
Cidades

Defesa Civil alerta para risco de inundação na faixa leste do RS nesta segunda

Por Jonathan da Silva 27/05/2024
Por Jonathan da Silva

A Defesa Civil do Rio Grande do Sul divulgou um alerta de possível inundação na região sul, extremo sul, serra, nordeste, litoral, região metropolitana de Porto Alegre e parte do centro-leste. De acordo com o alerta, estas regiões que compõem a faixa leste do estado podem sofrer com alagamentos, elevação rápida e cheias em pequenos rios, córregos e arroios a partir das 19h desta segunda-feira (27).

Um alerta para fortes chuvas, descargas elétricas e ventos fortes nestas regiões já havia sido publicado pela Defesa Civil no domingo (26). As tempestades começaram na manhã dessa segunda.

Orientações

A Defesa Civil orienta para que a população evite áreas de risco em meio aos temporais e preste atenção aos níveis elevados. Moradores de áreas com histórico de alagamentos ou inundações devem sair com antecedência das residências e ficar em local seguro.

Informações sobre medidas de prevenção, sobre como agir, rotas de fuga, locais de abrigos, devem ser buscadas pela população junto à Prefeitura da cidade em que mora. Em caso de emergência, ligações devem ser realizadas para o 190/193.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/05/2024 0 Comentários 508 Visualizações
Cidades

Monitoramento Hidrológico aponta alta em rios do RS após chuvas do fim de semana

Por Jonathan da Silva 13/05/2024
Por Jonathan da Silva

Praticamente todos os grandes rios do Rio Grande do Sul apresentam tendência de elevação após as novas chuvas deste final de semana. As elevações têm cotas de inundação severa nas bacias dos rios Caí e Taquari, e posteriormente, chegando no Jacuí. As cidades nos deltas das respectivas bacias permanecem em cheia.

Nos rios Gravataí e Sinos, continua a elevação com a descida das águas para a confluência dos rios que ocorre no delta do Jacuí com o Guaíba. No Guaíba se projeta uma nova elevação significativa dos níveis, que ainda se encontram elevados, com tendência subir para aproximadamente 5,5 metros nessa terça-feira, 14 de maio. A Laguna dos Patos também se encontra em níveis elevados, com tendências de retomar a elevação nos pontos monitorados das regiões costeiras ao longo da semana.

Nas últimas 24 horas foram registrados volumes significativos de precipitação na região da serra, com acumulados próximos aos 80 mm pontualmente nos vales.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
13/05/2024 0 Comentários 356 Visualizações
Política

Prefeito de Picada Café recebe assessor da Casa Civil

Por Jonathan da Silva 09/02/2024
Por Jonathan da Silva

O prefeito de Picada Café, Luciano Klein (UNIÃO) recebeu nesta quinta-feira (8) a visita do assessor da Casa Civil do estado do Rio Grande do Sul, Bolívar Gomes. Também participaram do encontro o secretário municipal de Agricultura e Meio Ambiente, Neco Linck, e o vereador Valdir Lubenow, o Chupim (PSDB).

Na pauta, a reivindicação da administração municipal ao governo estadual foi a liberação de recursos ou máquinas para realizar o desassoreamento, ou seja, a remoção de areia, lodo e outros sedimentos do fundo de rios e arroios em Picada Café.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
09/02/2024 0 Comentários 470 Visualizações
Cidades

Com previsão de muita chuva, Defesa Civil monitora nível dos rios

Por Marcel Vogt 06/07/2023
Por Marcel Vogt

Com a previsão de intensas chuvas previstas a partir da noite de quinta, 7, e sexta-feira, 8, conforme alerta emitido pela Defesa Civil do Estado, em especial quanto ao ciclone extratropical próximo à Costa, a Defesa Civil do município de Santa Cruz está monitorando o nível dos rios e seus afluentes. De acordo com o coordenador do setor, Gilberto Reis, o Rio Pardinho, em especial, baixou bastante.

Na tarde desta quarta-feira (5), equipes estiveram avaliando as imediações da Praia dos Folgados, no Bairro Várzea, e o rio está a uma altura de 85 cm, sendo que, para sair do leito, teria que ser superior a sete metros.

No entanto, conforme o coordenador do órgão, é necessário atenção, visto que os acumulados para o Centro do Estado devem variar entre 80 mm e 120 mm.  Em caso de necessidade, a população deve realizar contato pelo 153.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/07/2023 0 Comentários 513 Visualizações
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