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reconstrução

Projetos especiais

Governador Leite e Guilherme Paulus se unem pela recuperação do turismo gaúcho

Por Jonathan da Silva 23/09/2024
Por Jonathan da Silva

A Campanha Nacional de Turismo do Rio Grande do Sul foi lançada nesta semana no Palácio Piratini, em Porto Alegre. A iniciativa tem o objetivo de promover o estado como um dos principais destinos turísticos do Brasil, destacando suas belezas naturais, culturais e gastronômicas. O evento foi uma resposta às enchentes recentes que afetaram o fluxo de visitantes na região e visa revitalizar o turismo gaúcho por meio de ações de marketing nacional e internacional. O governador Eduardo Leite (PSDB) e o empresário Guilherme Paulus, fundador da CVC e presidente do Grupo GJP Hotels & Resorts, estiveram presentes.

A participação de Paulus no evento reflete seu interesse no setor turístico, que é considerado uma parte vital da economia gaúcha. O turismo representa aproximadamente 4% do PIB do estado e é crucial para diversas indústrias, como hotelaria e gastronomia. A campanha busca atrair turistas e estimular o setor com investimentos em infraestrutura e divulgação em plataformas nacionais e locais estratégicos, como aeroportos.

Paulus atualmente lidera uma campanha de promoção de experiências de luxo nas serras gaúcha e catarinense, uma das iniciativas para a retomada do turismo do sul do país.

Quem é Guilhereme Paulus

Fundador da CVC Viagens e ex-controlador da Webjet Linhas Aéreas, Paulus atualmente preside a GJP Participações e é membro do Conselho Nacional do Turismo, órgão ligado ao Ministério do Turismo. À frente do Castelo Saint Andrews, o único hotel Relais & Châteaux de montanha do Brasil, localizado em Gramado, o empresário tem se destacado por elevar os padrões de hospitalidade e serviços de alto luxo no país.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
23/09/2024 0 Comentários 450 Visualizações
Projetos especiais

Evento marca encerramento de campanha histórica do Instituto Vakinha no RS

Por Jonathan da Silva 02/09/2024
Por Jonathan da Silva

Um encontro na segunda-feira (26), com a apresentação de histórias de superação, compromisso e generosidade, marcou o encerramento de “A Maior Campanha Solidária do RS”, promovida pelo Instituto Vakinha durante as enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul. O evento trouxe bastidores sobre a arrecadação de mais de R$ 79 milhões e discutiu os próximos passos para a reconstrução do estado. A atividade reuniu figuras de destaque envolvidas no projeto, como o CEO do instituto, Luiz Felipe Gheller, e o humorista Badin “o Colono”, um dos promotores oficiais da causa.

Os debates e painéis realizados durante a noite abordaram desde os bastidores da campanha até os desafios enfrentados pelas equipes de resgate e as perspectivas de recuperação do RS. A jornada que começou com a meta de arrecadar R$ 2 milhões atingiu a marca de mais de R$ 79 milhões coletados. “Quando a gente abriu a campanha, achamos que a arrecadação seria de três ou quatro milhões de reais. Quando passa de dez milhões, não é fácil repassar as doações. E nós entendemos a responsabilidade e sempre com muita transparência no processo, inclusive por isso fizemos questão de fazer este evento de prestação de contas”, reforçou o fundador e CEO do Vakinha, Luiz Felipe Gheller.

O humorista Badin abordou em sua fala uma das questões mais realizadas pelo público antes de doar. “Será que o Vakinha é confiável? É!”, afirmou. “Tem projetos incríveis aqui e nós fomos a ponte para que o dinheiro chegasse nas pessoas”, completou Badin.

Entre os destaques, o debate “Bastidores da Maior Vaquinha Solidária do RS” proporcionou ao público uma visão aprofundada sobre os desafios e a logística por trás da maior arrecadação da história da plataforma Vakinha. O resumo da noite veio na fala do representante da ONG Recomeça RS, Cristian Cavalheiro. “Valeu a pena. Eu faria tudo de novo. Todos aqui fariam tudo novo”, destacou Cavalheiro ao agradecer também o empenho da equipe formada por mais de 40 colaboradores que trabalhou intensamente durante o período.

Prestação de contas

Os números da campanha foram atualizados durante o evento. Até o momento, R$57 milhões já foram repassados. Medidas emergenciais (32%), habitação (22%) e saúde (12%) foram as áreas com maior número de repasses. Outros R$10 milhões já têm destinos definidos para educação, reestruturação econômica, assistência social e saúde. No total, 95 cidades receberam verbas diretamente através de doações viabilizadas pelo Vakinha durante a campanha.

O plano de doação foi construído junto à consultoria socioambiental Synergia, especialista na área de planejamento e gerenciamento de reparações em desastres ambientais, que atuou na recuperação ambiental e social após o rompimento de barragens nas cidades de Mariana, em 2015, e Brumadinho, em 2019, ambas em Minas Gerais.

Anúncio de do mini-documentário “Maior Vaquinha da História do RS”

Durante o evento, também foi apresentado o mini-documentário sobre a “Maior Vaquinha da História do RS”. O filme registra a trajetória da campanha, desde sua concepção até a aplicação das doações nas áreas afetadas pelas enchentes. Com relatos dos envolvidos e imagens do processo de arrecadação e distribuição, o documentário oferece um panorama sobre o impacto da campanha no Rio Grande do Sul.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2024 0 Comentários 839 Visualizações
Política

Fecomércio celebra aprovação de PL que facilita apoio a empresas do RS

Por Jonathan da Silva 30/08/2024
Por Jonathan da Silva

A Fecomércio-RS está celebrando a aprovação nesta quinta-feira (28) do PLN 25/2024, que altera a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2024 para dispensar as agências financeiras oficiais de fomento, onde se incluem Banco do Brasil e Caixa, de observar impedimentos e restrições legais para acesso ao crédito de empresas com sede ou estabelecimento nos municípios que tiveram estado de calamidade pública ou situação de emergência reconhecidos pelo Governo Federal durante as enchentes. Para a medida se tornar efetiva, ainda é necessária uma Emenda Constitucional. Nesta semana, a entidade reforçou a necessidade da iniciativa com o envio de um ofício ao ministro Paulo Pimenta.

Pleito da federação, a alteração na LDO é considerada um importante passo para o setor. Contudo, a entidade salienta que ainda é insuficiente para dispensar a Certidão Negativa de Débito (CND) para os empréstimos no âmbito do Pronampe. O presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, explica que o Simples Nacional, por ser um regime unificado de tributos, no caso de inadimplência, implicaria em descumprimento do disposto no Art. 195, §3º, da Constituição Federal. “Desse modo, para estas empresas em débito poderem receber benefícios fiscais e creditícios, é necessária a efetivação desta dispensa através de Emenda Constitucional, a exemplo do que foi feito na pandemia”, aponta Bohn.

No documento enviado para Pimenta na quinta-feira (28), a entidade argumenta que a burocracia pode atrasar ainda mais a recuperação da economia gaúcha. “A medida é necessária para garantir que as empresas afetadas tenham auxílio financeiro para se reerguer e se manterem ativas no mercado”, defende Bohn.

Com a não prorrogação dos prazos de recolhimento de tributos do Simples Nacional, aumenta a dificuldade dos empresários de cumprirem a exigência de apresentação da CND, por isso é fundamental que não haja mais limitações e comprometimentos à retomada da saúde financeira das empresas”, afirma Luiz Carlos Bohn.

Por meio do ministro Pimenta, a federação espera uma interlocução ágil com o Congresso Nacional para que as alterações sejam feitas na Constituição Federal, certificando que, mesmo com débitos, os negócios gaúchos possam receber os benefícios fiscais e linhas de crédito.

Foto: Renato Laky/Pixabay/Divulgação | Fonte: Assessoria
30/08/2024 0 Comentários 301 Visualizações
Cidades

Amvarp recebe confirmação de assento fixo no Conselho do Plano Rio Grande

Por Jonathan da Silva 22/08/2024
Por Jonathan da Silva

A Associação dos Municípios do Vale do Rio Pardo (Amvarp) tem um assento fixo junto ao Conselho do Plano Rio Grande, projeto desenvolvido pelo governo estadual para adaptar o RS às mudanças climáticas, com ações práticas programadas até 2050. A confirmação da entrada da associação foi realizada pelo presidente do Comitê Gestor e vice-governador do estado Gabriel Souza (MDB), na manhã desta quarta-feira (21), em agenda organizada pela Amvarp em Santa Cruz do Sul. A associação integra também o Comitê Pró-Clima Vale do Rio Pardo, criado pelo Consórcio Intermunicipal de Serviços do Vale do Rio Pardo (Cisvale), com o desenvolvimento de projetos regionais.

De acordo com o presidente da Amvarp, Carlos Bohn, a confirmação do vice-governador é importante para que a região entenda que está integrada nas ações coletivas do Plano Rio Grande. “Nós estávamos apreensivos, sobre a participação do Vale do Rio Pardo no Plano Rio Grande. Os 17 municípios que fazem parte da Amvarp foram atingidos de alguma forma por esta catástrofe, e isso gerou uma demanda muito grande por recursos”, pontua o presidente.

Bohn ressalta ainda que a reconstrução do Rio Grande do Sul e do Vale do Rio Pardo depende da estruturação do Plano Rio Grande por meio das ações realizadas de forma organizada e científica. “Isso nos faz entender que este é o caminho, e que é uma necessidade estarmos inseridos. Queremos hoje agradecer a presença do vice-governador por estar na região para também nos ouvir”, salienta o dirigente.

Bohn salienta a importância da participação no conselho

Em resposta, o vice-governador confirmou que a presença da associação é parte da organização de entidades que integram o conselho consultivo do plano. “A Amvarp é representada no Conselho do Comitê Gestor do Plano Rio Grande e pode apresentar, a qualquer momento, projetos e ideias para contemplar a região. Por estar em uma região que foi muito impactada pelos eventos de maio passado, o Vale do Rio Pardo é parte integrante deste grupo”, destaca Souza.

Conforme Gabriel Souza, o funcionamento do Plano Rio Grande divide-se em áreas especificas: resiliência, preparação e reconstrução pós-eventos climáticos extremos. “Os projetos ou necessidades, primeiro são avaliados por uma equipe técnica, formada por mais de 40 especialistas de todas as áreas necessárias. Após, são apresentadas propostas de resoluções aos membros do Conselho do Comitê Gestor”, explica o vice-governador.

O encontro de confirmação ocorreu na Sala 101 da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), que integra o Comitê Pró-Clima Vale do Rio Pardo e também participa como membro ativo do Plano Rio Grande, colaborando na área técnica e científica do conselho da entidade estadual. Segundo o reitor da universidade, Rafael Henn, a instituição segue à disposição da região para cooperar com as ações e projetos desenvolvidos. “Esta é uma ação na qual a ciência e a academia precisam atuar em conjunto com os demais elos desta grande mobilização”, reforça Henn.

R$ 10 bilhões para a região

Entre os dados apresentados pelo vice-governador, está o montante de R$ 10 bilhões a ser investido na reconstrução de equipamentos públicos no Vale do Rio Pardo, entre escolas, acessos, estradas e pontes. “Existe uma complexidade nesta recuperação. As obras que serão feitas precisam considerar uma nova geometria no que chamamos de resiliência climática. Pontes precisam ser projetadas com elevação e mecanismos para evitar ao máximo os efeitos de uma nova catástrofe climática”, pondera Souza.

Entre os projetos já encaminhados pelo governo estão a recuperação de pontes na ERS-471 (ponte Sinimbu), ERS-403 (ligação entre Cachoeira do Sul e Rio Pardo) e a ERS-153 (entre Herveiras e Vera Cruz). “Especialmente a ERS-471 e a ERS-153, que são pautas da Amvarp no que se refere às melhorias estão entre estes projetos. Isso mostra que o governo do estado é sensível às dificuldades da nossa região”, avalia o presidente da Amvarp, Carlos Bohn. Durante a apresentação, o vice-governador não revelou prazos para início ou conclusão das obras, garantindo apenas o aporte de recursos e os projetos necessários para realizá-las.

Fotos: Tai Rehbein/Nascimento MKT/Divulgação | Fonte: Assessoria
22/08/2024 0 Comentários 374 Visualizações
Projetos especiais

Na capital, Vila dos Papeleiros recebe mutirão de pintura do projeto Paredes com Propósito

Por Jonathan da Silva 21/08/2024
Por Jonathan da Silva

A iniciativa solidária “Paredes com Propósito” realizará seu terceiro mutirão de pintura na Vila Santa Terezinha, conhecida como Vila dos Papeleiros, em Porto Alegre, nos dias 30 e 31 de agosto e 1º de setembro. Voluntários se reunirão com o objetivo de revitalizar visualmente uma das áreas mais impactadas pelas enchentes na capital gaúcha. A ação contará com o apoio do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul (Macrs), que oferecerá oficinas para crianças durante as atividades, e do SOS Cozinhas, que fornecerá alimentação aos voluntários inscritos. A iniciativa estava marcada para os dias 24, 25 e 26 deste mês, mas foi adiada em função da previsão de chuva.

Liderado pelo artista Jotape Pax e pela produtora cultural Kami Rosito, o “Paredes com Propósito” foi criado com o intuito de apagar as marcas da maior tragédia climática do estado, revitalizar esteticamente os locais e restaurar a autoestima das comunidades, criando novas memórias nos lugares que as acolhem. Em julho, a iniciativa trouxe cor às casas do Quilombo do Areal, e em agosto, revitalizou artisticamente os arredores da escola IEI Vitória, no bairro Humaitá. Até o momento, 80 lares já foram pintados, com a meta inicial de alcançar 250 casas na primeira fase do projeto.

No próximo mês, em setembro, o “Paredes com Propósito” expandirá sua ação para uma nova comunidade da região metropolitana de Porto Alegre afetada pelas inundações. O projeto conta com o apoio de parceiros como Tintas Renner, Pincéis Atlas, Vakinha, Lojas Pompéia, Spraytools e transLAB.URB.

Quem deseja participar como voluntário ou doador deve visitar o site oficial do projeto, em paredescomproposito.com.br.

Fotos: Marcelo Liotti/Divulgação | Fonte: Assessoria
21/08/2024 0 Comentários 549 Visualizações
Variedades

Canal Rural prepara cobertura inédita para a Expointer

Por Jonathan da Silva 20/08/2024
Por Jonathan da Silva

O Canal Rural está preparando uma cobertura inédita para a 47º Expointer, que acontecerá de 24 de agosto e 1º de setembro em Esteio. A fim de apoiar o Rio Grande do Sul neste momento de reconstrução, a proposta da emissora é que os conteúdos produzidos promovam os produtores gaúchos e provoquem debates sobre a retomada e a ajuda necessária para a recuperação dos setores atingidos pela maior enchente da história do estado.

Com duas equipes de reportagem no evento, a programação do Canal Rural durante a Expointer inclui entrevistas, entradas ao vivo nos telejornais, boletins diários, além de materiais exclusivos para as plataformas digitais do grupo.

A Casa do Canal Rural, uma parceria com a OAB-RS, será o epicentro dos debates sobre a reconstrução do agro. No local, que contará com um mini estúdio para a gravação de entrevistas e entradas ao vivo, serão realizados fóruns com especialistas e integrantes de entidades do setor. “Queremos ser um agente de transformação, destacando iniciativas e promovendo discussões que possam inspirar e orientar todos os setores do agronegócio. Acreditamos no potencial do agro gaúcho e estamos aqui para dar voz a essa força e resiliência”, destaca o presidente da emissora, Julio Cargnino.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/08/2024 0 Comentários 411 Visualizações
Cultura

Músicos gaúchos realizam Show da Superação na Expoagas

Por Jonathan da Silva 19/08/2024
Por Jonathan da Silva

Com participação de Serginho Moah, Andréa Cavalheiro, Teixeirinha Filho, Teixeirinha Neto e Orquestra da Ulbra, o “Show da Superação” acontece durante a Expoagas 2024, na manhã desta quinta-feira, 22 de agosto. As apresentações estão previstas para acontecer a partir das 11h30min, na Arena do Conhecimento, na Fiergs, em Porto Alegre. O objetivo da ação é oportunizar um momento artístico de energia positiva para o processo de reconstrução do Rio Grande do Sul após os eventos trágicos de maio.

Serviço

  • O quê: Show da Superação na Expoagas 2024
  • Quando: Quinta-feira, 22 de agosto, a partir das 11h30min
  • Onde: Arena do Conhecimento, na Fiergs (Av. Assis Brasil, 8787, bairro Sarandi, Porto Alegre)
  • Quem: Apresentações de Serginho Moah, Andréa Cavalheiro, Teixeirinha Filho, Teixeirinha Neto e Orquestra da Ulbra
Foto: Lukas Blazek/Divulgação | Fonte: Assessoria
19/08/2024 0 Comentários 412 Visualizações
Cidades

Famílias de Novo Hamburgo atingidas pela enchente recebem nova moradia

Por Jonathan da Silva 13/08/2024
Por Jonathan da Silva

Novo Hamburgo é uma das primeiras cidades do Rio Grande do Sul a ter famílias vítimas das enchentes selecionadas para receber unidades habitacionais dentro do Programa Minha Casa Minha Vida Reconstrução, na modalidade de compra assistida. A medida vem após articulações da prefeita Fátima Daudt (MDB) junto ao Governo Federal, aliado ao fato de o município ser um dos primeiros a cadastrar moradores e realizar laudos das residências no sistema da Defesa Civil Nacional (S2ID) e Ministério das Cidades.

As famílias contempladas tiveram suas casas destruídas ou interditadas definitivamente por meio de laudos técnicos realizados pós-enchente. “Estamos trabalhando incansavelmente para a recuperação de nossa cidade, que foi fortemente atingida pela enchente de maio. É um trabalho intenso, com inúmeros contatos e ajustes, envolvendo recursos e projetos. Não vamos desistir de buscar tudo o que for possível”, destaca a prefeita Fátima.

Nesta semana, a Caixa Federal confirmou as 19 primeiras famílias hamburguenses que serão beneficiadas pelo Programa. Os nomes podem ser conferidos no link caixa.gov.br/voce/habitacao/minha-casa-minha-vida/mcmv-reconstrucao/Documents/publicacao-de-elegiveis-reconstrucao-FAR-20240809.pdf. Além de Novo Hamburgo, apenas moradores de Porto Alegre, Canoas, Montenegro e Arroio do Meio também foram contemplados.

A partir das informações fornecidas pelos municípios, o Governo Federal está realizando uma criteriosa seleção para a destinação das unidades habitacionais. Na modalidade de compra assistida, as famílias poderão escolher imóveis que atendam aos critérios estabelecidos pela Caixa Econômica Federal com a aquisição subsidiada pelo governo federal.

O município já enviou relatórios para a União com centenas de unidades destruídas pela enchente de maio. A Prefeitura segue trabalhando nos laudos de outras moradias e identificação de todas as famílias atingidas.

Foto: Décio Marques/SEMAM/Divulgação | Fonte: Assessoria
13/08/2024 0 Comentários 715 Visualizações
Cidades

Amvarp acionará Famurs por intervenção junto ao Governo Federal

Por Jonathan da Silva 26/07/2024
Por Jonathan da Silva

A assembleia geral da Associação dos Municípios do Vale do Rio Pardo (Amvarp) foi realizada na quarta-feira (23), junto à Feira da Produção, em Vera Cruz. Entre a prestação de contas da entidade e a crítica à dita morosidade da ajuda federal à reconstrução dos municípios atingidos pelas cheias em maio, a assembleia recebeu a apresentação do projeto do Geoparque Regional, coordenado pela Associação de Turismo da Região do Vale do Rio Pardo (Aturvarp), e abordou o acionamento da Federação das Associações dos Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs) por uma intervenção junto à União.

De acordo com o presidente da Amvarp, Carlos Bohn, várias mobilizações e encontros foram realizados, tendo como o objetivo a recuperação da região. “Foram duas pautas essenciais, a primeira que diz respeito à recomposição das perdas com o ICMS, levado à Brasília, na Marcha dos Prefeitos. O segundo ponto está relacionado ao atraso na liberação de recursos, tanto para os moradores, quanto às empresas que carecem desta ajuda”, justifica Bohn.

Conforme o dirigente, estas ações realizadas pelos gestores, como a mobilização em Brasília e na conferência da Federação das Associações dos Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), ocorrida em Porto Alegre, estão hoje entre as prioridades da Amvarp. A Prefeita de Sinimbu, Sandra Backes (UNIÃO), ressaltou problemas relacionados ao cadastro para reconstrução, que libera o valor de R$ 5.100 para a comunidade. “É muita propaganda e pouca resolução. Além deste problema com os cadastros, estamos com empresas necessitando acesso às linhas de crédito, mas não conseguem, porque estão qualificadas como endereços fora da área alagada. Acho que a entidade terá que levar estas situações para Brasília”, questiona Sandra.

O anfitrião, prefeito de Vera Cruz, Gilson Becker (PSB), também reclamou sobre a demora nas medidas anunciadas pelo Governo Federal. “No município temos vários casos de cadastros que não foram liberados e até o momento, esperamos por esta ajuda que nunca chega a quem realmente necessita”, pontua Becker.

O Presidente Carlos Bohn irá encaminhar, via Famurs, uma solicitação formal ao Governo Federal para que a União esteja atenta aos problemas gerados pela demora nos repasses prometidos aos atingidos pelas enchentes.

Problemas da RSC-153

Em meio aos problemas de manutenção da rodovia RSC-153, especialmente no eixo norte da rodovia, que passa pelos municípios de Vera Cruz, Sinimbu, Vale do Sol, Herveiras e Gramado Xavier, o presidente da Comissão da 153, vereador de Herveiras, Antonio Gildasio Corte Vieira (PP), criticou a falta de manutenção na rodovia. “Eu digo aos senhores, se não fizermos algo, em com urgência, não teremos mais rodovias daqui a pouco tempo”, alerta o parlamentar.

A associação deverá contar com o Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer/RS), para expor a necessidade de manutenção da ERS-153, que todos os dias registra acidentes e problemas ligados ao tráfego na rodovia.

Entidade para gerir o Geoparque

Convidado da assembleia, o Presidente da Associação de Turismo da Região do Vale do Rio Pardo (Aturvarp), Djalmar Ernani Marquardt, apresentou o projeto regional para instalação de um Geoparque no Vale do Rio Pardo. Segundo ele, há um ano foi lançado o projeto do Geoparque Regional, após a elaboração do projeto da área na qual pode ser criado o espaço. “Um geoparque traz pesquisa, receita para todos os municípios nos quais está localizada a área do parque”, destaca Marquardt.

Conforme o presidente, para que o empreendimento possa ter a certificação internacional de Geoparque, será necessário que se crie um consórcio intermunicipal para gestão do parque. “Será uma mudança radical do turismo, com a visita de todas as partes do mundo. Nossa proposta é para que seja criado este consórcio para dar sequência a este projeto”, conclui Marquardt.

Fotos: Bruno Pedry/Nascimento MKT/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/07/2024 0 Comentários 388 Visualizações
Cidades

Cisvale amplia debate sobre soluções tecnológicas para desastres climáticos

Por Jonathan da Silva 26/07/2024
Por Jonathan da Silva

Projetos e propostas para a adaptação e reconstrução dos municípios após as enchentes pautaram a assembleia geral do Consórcio Intermunicipal de Serviços do Vale do Rio Pardo (Cisvale), realizada nesta quarta-feira (24). Com os prefeitos dos municípios associados ao consórcio, o encontro aconteceu junto à Feira da Produção, em Vera Cruz.

Para a presidente do Cisvale, Sandra Backes, a realidade da região foi completamente alterada após os eventos climáticos de maio. “Nosso próprio município (Sinimbu) acabou se tornando um grande laboratório de estudo para que se tome decisões e medidas neste pós-enchente”, exemplifica Sandra.

O engenheiro civil Lucas Reginato, apresentou um novo método de avaliação para uma edificação atingida por enchentes. “A ReHabilar tem como proposta ir além dos problemas causados pelas enchentes, entender quais os problemas que poderão surgir a partir do evento de enchente e mapear custos para a recuperação”, explica o engenheiro.

Segundo Reginado, a partir do estudo e mapeamento detalhado das edificações, torna-se possível criar projetos e cronogramas de recuperação, com a capacidade de quantificar estes recursos. “A avaliação dura em torno de 15 minutos, fazendo com que os dados estejam disponíveis ao gestor em quase tempo real. Avaliamos 50 edificações em Sinimbu, e pudemos constatar até o tipo de material utilizado nas edificações. Isso pode inclusive estar definindo nos planos diretores dos municípios, para criar estratégias de reabilitação nestas áreas”, detalha o engenheiro.

Olhar diferente para a região

De acordo com o pesquisador da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Daniel Allasia, inundações estão entre os principais desastres naturais, especialmente nas pequenas bacias hidrográficas, situação que torna este tipo de evento praticamente inevitável. “Percebemos que é dada maior atenção à região metropolitana, e os municípios da região Central acabaram ficando em segundo plano”, salienta o pesquisador.

Conforme Allasia, em média, uma grande enchente atinge municípios da região a cada 20 anos, e isto não está mapeado em níveis federais. “O que se precisa trabalhar é que estes municípios, onde ocorrem estes eventos cíclicos precisam estar preparados e equipados. Um dos primeiros pontos é mapear por batimetria o fundo dos rios, para criar as estratégias nas cidades”, pontua o pesquisador, ao destacar que além destas ações, a previsão de desastres precisa estar focada na mancha de inundação e áreas que serão atingidas em um evento. Segundo ele, hoje este serviço não existe no Rio Grande do Sul.

Na avaliação do pesquisador, é necessário que consórcios regionais sejam utilizados como parceiros para a captação de recursos para implantar soluções resilientes, com capacidade de suportar desastres naturais, com o mínimo de perda ou risco à população.

Sinergia para a região

De acordo com o professor e pesquisador da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), Marcelo Luís Kronbauer, o conceito de resiliência está muito próximo da sinergia regional para que as ações que precisam ser tomadas sejam otimizadas, quanto ao uso de recursos e assertivas no que se refere aos resultados. “Todos os projetos que estão em abafamento e que são propostos precisam desta sinergia na região, porque precisaremos deixar de pensar nos limites dos municípios neste novo normal”, define Kronbauer.

A Unisc também prepara a instalação de estações de monitoramento nas bacias hidrográficas para gerar informações e dados de precisão para o alerta às comunidades ribeirinhas e municípios banhados pelos rios. “Estamos juntos para, inclusive, buscar recursos para a implementação destas ações, para não onerar as prefeituras com estas ações e dispositivos para auxiliar no trabalho de prevenção e resposta rápida aos eventos”, complementa o pesquisador.

A presidente do Cisvale destacou na assembleia que urge a necessidade de inclusão da região no Plano Rio Grande, criado para a adaptação das áreas atingidas pela catástrofe do clima. “É essencial que sejamos incluídos neste projeto, pois todos os municípios da nossa região precisam de planos e programas coletivos para recuperação e adaptação a esta nova realidade”, salienta Sandra Backes, ao antecipar que será criada uma Comissão Regional, por meio do Cisvale, Amvarp, universidades, faculdades, e outras entidades regionais, para desenvolver ações e projetos para o Vale do Rio Pardo, com foco na prevenção e adaptação aos eventos climáticos.

Foto: Bruno Pedry/Nascimento MKT/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/07/2024 0 Comentários 310 Visualizações
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