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Business

Levantamento aponta que três em cada quatro indústrias pretendem investir no RS em 2025

Por Jonathan da Silva 22/04/2025
Por Jonathan da Silva

A Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs) divulgou nesta terça-feira (22) os resultados da Pesquisa de Investimento 2024-2025, indicando que 75% das indústrias dos setores Extrativo, de Transformação e da Construção pretendem realizar investimentos no Estado em 2025. O percentual é o mais alto dos últimos cinco anos e representa um aumento de 13,7 pontos percentuais em relação à intenção registrada na pesquisa anterior, feita em dezembro de 2023.

Segundo o levantamento, 72,9% das indústrias que planejam investir no próximo ano já iniciaram os projetos, enquanto os demais devem começar ainda em 2025. A maioria das empresas aponta como prioridade o mercado interno, com o objetivo principal de melhorar o processo produtivo. Essa motivação foi citada por 45,4% dos entrevistados, um aumento de 5,5 pontos percentuais em comparação à pesquisa anterior.

A principal fonte de financiamento para esses investimentos continua sendo recursos próprios, prática adotada por 59,1% das empresas – percentual semelhante ao registrado em 2023. Desde o início da série histórica da pesquisa, em 2010, o capital próprio é apontado como o principal meio de financiamento.

Investimentos em 2024 superaram 2023

Em relação ao ano passado, 74,3% das empresas conseguiram efetivar investimentos, número superior ao registrado em 2023, que foi de 64,1%. Apesar disso, mais da metade não conseguiu concluir os investimentos integralmente. O resultado de 2024 retorna ao patamar observado em 2022 (75%), mantendo-se acima da média de 73% dos 15 anos de levantamento.

Entre as ações estratégicas desenvolvidas pelas empresas em 2024, destacaram-se inovação tecnológica e investimentos em capital humano.

Obstáculos e impacto das enchentes

De acordo com a pesquisa, a incerteza econômica foi apontada como o principal obstáculo para investimentos no ano passado. O item foi considerado importante ou muito importante por sete em cada dez empresas com planos de investimento em 2024.

O presidente da Fiergs, Claudio Bier, comentou os resultados afirmando que “os resultados confirmam a resiliência do gaúcho, que apesar de todas as dificuldades provocadas pela tragédia das enchentes do ano passado, consegue se reerguer. Muitas indústrias foram afetadas e precisaram recomeçar praticamente do zero, sendo reconstruídas para voltar a operar, mas a disposição para investir se manteve e até cresceu”.

Metodologia

A pesquisa foi realizada entre os dias 6 e 17 de janeiro de 2025, com 171 empresas participantes. Do total, 41 são pequenas, 59 médias e 71 grandes.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
22/04/2025 0 Comentários 407 Visualizações
Business

Estudo posiciona empresas gaúchas no estágio de sensibilização para uso de IA

Por Jonathan da Silva 11/04/2025
Por Jonathan da Silva

Um estudo sobre maturidade digital de grandes empresas do Rio Grande do Sul revelou que a maioria das corporações está no estágio de sensibilização para o uso da inteligência artificial (IA). O levantamento, realizado por Brivia_Group, Alvarez & Marsal e Instituto Caldeira, foi apresentado nesta quinta-feira (10) durante o South Summit Brazil, em Porto Alegre.

A pesquisa, chamada Maturidade Digital | Future Readiness 2025, traça um panorama do posicionamento das empresas diante dos avanços tecnológicos e das mudanças do mercado. Foram analisados sete pilares, com destaque para o eixo IA & Gestão Eficiente, principal novidade desta edição. O estudo concluiu que, nesse quesito, as empresas reconhecem o potencial da inteligência artificial, mas ainda não fazem investimentos significativos nem possuem processos estruturados. O estágio de sensibilização é considerado intermediário em uma escala que inclui os níveis crítico, muito crítico, otimização e excelência.

Desafios na adoção da IA

O CEO do Brivia_Group, Marcio Coelho, destacou que as empresas enfrentam desafios na implementação da IA, especialmente em áreas como automação de marketing e personalização de ofertas. “A IA está remodelando o mercado. Muitas empresas estão cientes do potencial da ferramenta, mas enfrentam desafios da ordem de implementação. Estamos num patamar em que a IA se torna essencial, mas ainda depende de estratégia para gerar resultado”, afirmou Coelho.

O levantamento apontou que a IA começa a ser percebida no contexto corporativo, mas de forma dispersa e sem estrutura específica dentro das empresas. A pesquisa também identificou que, por ser uma tecnologia relativamente nova e em fase de teste, ainda não há percepção de impacto financeiro positivo para os negócios. O CSO do Brivia_Group, Roberto Ribas, ressaltou que a adoção da IA deve ser vista como um projeto organizacional e não apenas como uma iniciativa de TI. “As lideranças precisam entender como essa tecnologia pode, inclusive, mudar as bases do próprio negócio”, comentou Ribas.

Centralidade no cliente exige atenção

Além da IA, o estudo avaliou pilares como propósito e comunidade, oferta responsiva, centralidade no cliente, cultura digital, digitalização e aprendizado orientado por dados. Entre esses aspectos, a centralidade no cliente foi apontada como uma área que merece mais atenção. Embora tenha sido classificada na zona de sensibilização, esse foi o pilar com a menor pontuação na pesquisa.

A falta de personalização no atendimento e o conhecimento limitado do perfil do consumidor indicam a necessidade de uma melhor utilização de dados para oferecer experiências mais alinhadas às demandas do público. “É importante que os negócios questionem a existência do seu produto e o quanto ele faz sentido para as pessoas. O conhecimento do cliente apresentou uma nota baixa na pesquisa, assim como a omnicanalidade, que é a integração de todos os canais de comunicação e vendas”, explicou Ribas.

Comparação com edição nacional

A pesquisa foi aplicada pela primeira vez em âmbito estadual, analisando 31 grandes empresas ligadas ao ecossistema do Instituto Caldeira. Em sua edição anterior, realizada nacionalmente em 2023, o levantamento contemplou 500 empresas de diferentes segmentos em todo o Brasil. No comparativo com o estudo nacional, houve crescimento na pontuação de cinco pilares, com destaque para oferta responsiva, digitalização e propósito e comunidade, que atingiram o estágio de otimização.

Considerando todos os pilares da pesquisa, o nível de maturidade digital das empresas gaúchas foi classificado como intermediário. “Embora algumas iniciativas estejam em andamento, o Rio Grande do Sul ainda está distante de uma posição totalmente madura, com muitos desafios a superar. Para avançarmos e endereçarmos a transformação que queremos, um dos caminhos é começar a construir o amanhã a partir de dados, agregando análise estratégica e capacidade preditiva às operações”, concluiu Coelho.

Pontuação por pilar

  • Propósito e Comunidade – 83 (Otimização)
  • Oferta Responsiva – 82 (Otimização)
  • Cultura Digital – 76 (Otimização)
  • Digitalização – 71 (Sensibilização)
  • Aprendizado Orientado por Dados – 70 (Sensibilização)
  • Centralidade no Cliente – 68 (Sensibilização)
  • IA & Gestão Eficiente – 56 (Sensibilização)
Foto: Brivia_Group/Divulgação | Fonte: Assessoria
11/04/2025 0 Comentários 306 Visualizações
Ensino

Pesquisadoras da Feevale realizam missão tecnológica nos EUA sobre reparos ferroviários

Por Jonathan da Silva 04/04/2025
Por Jonathan da Silva

As professoras da Universidade Feevale, Daiana Cristina Arnold Metz e Adriana Teresinha da Silva Dutra, embarcam nesta sexta-feira, 4 de abril, para os Estados Unidos, onde participarão de uma missão tecnológica voltada para o estudo de reparos ferroviários. A viagem faz parte do projeto de pesquisa Cátedra – Infraestrutura Ferroviária – Under Rail, realizado pela Feevale em parceria com a Vale SA.

Durante a missão, as pesquisadoras visitarão uma empresa parceira da pesquisa desenvolvida no convênio com a mineradora brasileira e prospectarão novas oportunidades de colaboração tecnológica. O objetivo é aprofundar conhecimentos sobre o processo de aplicação e desenvolvimento de resinas utilizadas para reparos em dormentes de concreto para ferrovias.

Ampliação de conhecimento

A iniciativa integra as ações das diretorias de Relações Internacionais e Institucionais e de Inovação, do Programa de Pós-Graduação em Tecnologia de Materiais e Processos Industriais e dos cursos de Engenharia Civil e Arquitetura e Urbanismo da Feevale. “A viagem irá nos proporcionar maior conhecimento no processo de aplicação e desenvolvimento de resinas utilizadas para reparos em dormentes de concreto para ferrovias”, afirmou Daiana, que é coordenadora do projeto.

Foto: Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/04/2025 0 Comentários 343 Visualizações
Saúde

Pesquisa da Faders aponta crescimento no número de pessoas com autismo no RS

Por Jonathan da Silva 03/04/2025
Por Jonathan da Silva

A Fundação de Articulação e Desenvolvimento de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência e com Altas Habilidades no Rio Grande do Sul (Faders) divulgou, nesta quarta-feira (2), os resultados da pesquisa “Características da População com Autismo no Rio Grande do Sul”. O levantamento apontou que, entre junho de 2021 e janeiro de 2025, foram registradas 36.430 solicitações da Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (Ciptea), das quais 33.169 foram aprovadas em 485 municípios. Em relação ao ano anterior, houve um acréscimo de 11.962 carteiras e a adesão de 20 novos municípios ao registro.

Os principais motivos de indeferimento das solicitações foram laudos médicos não reconhecidos e diagnósticos incompatíveis com o Transtorno do Espectro Autista (TEA). O titular em exercício da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), Gustavo Saldanha, destacou a relevância do estudo para a formulação de políticas públicas. “Os dados nos permitem entender as necessidades e desafios da população com autismo no Rio Grande do Sul. Ter essa visualização do panorama é fundamental para a elaboração de políticas públicas assertivas”, afirmou Saldanha.

Perfil demográfico e mercado de trabalho

A pesquisa indicou que 72% das pessoas com autismo no estado são do sexo masculino. Além disso, 46% dos diagnósticos ocorreram até os 3 anos e 11 meses de idade. O estudo também mostrou que, em 33,31% dos casos, há mais de uma pessoa com TEA na mesma família.

No mercado de trabalho, 41% dos adultos com TEA estão empregados. Na educação, o levantamento apontou que 95% dos jovens entre 6 e 17 anos frequentam a escola.

Distribuição regional das carteiras Ciptea

A análise regional mostrou que a maioria das Cipteas está concentrada nos municípios mais populosos do estado. O presidente da Faders, Marquinho Lang, ressaltou a importância da pesquisa e da ferramenta Ciptômetro, que contabiliza as carteiras emitidas por município. “Ambos os dados se mostram essenciais para que os gestores públicos possam planejar e avaliar o impacto de campanhas de divulgação sobre o autismo, Ciptea e atuação da rede de apoio na efetividade das estratégias adotadas em diferentes regiões”, salientou Lang.

Entre os 28 Conselhos Regionais de Desenvolvimento (Coredes) do estado, o Corede Metropolitano Delta do Jacuí concentrou 29,66% das carteiras aprovadas. O Corede Vale do Rio dos Sinos registrou 13,84% e o Corede Sul, 9,23%. Os menores percentuais foram encontrados nos Coredes Celeiro (0,66%), Alto da Serra do Botucaraí (0,62%) e Nordeste (0,61%).

Porto Alegre foi a cidade com o maior número de solicitações, representando 16,93% do total. Em seguida, Caxias do Sul registrou 4,67%, Canoas, 4,56%, e Rio Grande, 4,81%. Em termos proporcionais, a cidade com maior número de Cipteas em relação à população foi Capivari do Sul (0,75%), seguida por Rio Grande (0,65%) e Alto Alegre (0,61%).

Desafios sociais e acesso à saúde

A pesquisa indicou ainda que 85% da população autista no estado está nas faixas de renda mais baixas, vivendo com até 1,5 salário-mínimo. A coordenadora de Pesquisa da Faders, Aline Monteiro, apontou que, de 2024 para 2025, houve uma redução no número de pessoas com Ciptea que possuem plano de saúde.

Foto: Bethania Haas Loblein/Ascom Faders/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/04/2025 0 Comentários 356 Visualizações
Business

Pesquisa inédita avaliará maturidade digital de grandes empresas no RS

Por Jonathan da Silva 28/03/2025
Por Jonathan da Silva

Uma pesquisa lançada por Brivia_Group, Alvarez & Marsal e Instituto Caldeira pretende mapear o nível de maturidade digital de grandes corporações do Rio Grande do Sul. O estudo, chamado “Maturidade Digital | Future Readiness”, está em andamento e terá seus resultados divulgados no dia 10 de abril, durante a realização do South Summit Brazil, tradicional evento de tecnologia e inovação de Porto Alegre.

Na última semana, a proposta foi apresentada a executivos de grandes empresas gaúchas em um evento no Instituto Caldeira, na capital. Os participantes foram convidados a responder ao questionário da pesquisa, que tem como objetivo identificar desafios e oportunidades para a transformação digital no setor corporativo do estado.

Brand Experience Management

O CEO do Brivia_Group, Marcio Coelho, explica que o estudo é uma edição específica de uma análise já aplicada a mais de 500 empresas no Brasil. “Esta é uma edição exclusiva de uma análise já utilizada por mais de 500 empresas no Brasil, baseada na nossa metodologia proprietária chamada BXM (Brand Experience Management). Queremos entender, de forma objetiva, como os negócios gaúchos estão posicionados diante das mudanças do mercado”, afirma Coelho.

O questionário avalia sete pilares considerados essenciais para a maturidade digital das empresas: centralidade no cliente, cultura digital, digitalização, aprendizado orientado por dados, inteligência artificial e gestão eficiente, oferta responsiva, e propósito e comunidade.

Missão no Vale do Silício

Além da análise do cenário digital das empresas, a pesquisa prevê um sorteio entre os participantes para uma missão ao Vale do Silício, promovida pelo Instituto Caldeira. A viagem, com foco em inteligência artificial, ocorrerá entre 24 e 29 de agosto.

Foto: Brivia_Group/Divulgação | Fonte: Assessoria
28/03/2025 0 Comentários 352 Visualizações
Business

Fecomércio-RS relança instituto de pesquisa em apoio ao comércio

Por Jonathan da Silva 13/03/2025
Por Jonathan da Silva

O Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac retomou as atividades do Instituto Fecomércio-RS de Pesquisas (IFEP-RS) para fornecer dados e estudos que auxiliem empresas do setor de comércio de bens, serviços e turismo na tomada de decisões e defesa de políticas públicas. O instituto, que operou nos anos 2000, retorna em um formato remodelado, adaptado às necessidades atuais do setor.

O IFEP-RS será dirigido pelo gerente de Relações Governamentais da Fecomércio-RS, o economista Lucas Schifino. A iniciativa pretende produzir informações estratégicas para embasar ações do Sistema Fecomércio-RS e apoiar empresários no desenvolvimento de políticas públicas.

O presidente do Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac, Luiz Carlos Bohn, destacou a importância da retomada do instituto. “As empresas estão cada vez mais implantando a cultura analítica em sua gestão e, com isso, mais atentas a dados, análises e estudos que possam auxiliar. Em paralelo a isso, constatamos que existe uma escassez de pesquisas e políticas públicas voltadas para o desenvolvimento do nosso setor. Por isso, decidimos retomar o IFEP-RS, que tem a vantagem de nascer dentro do Sistema Fecomércio-RS, conhecendo a rotina das empresas e já trabalhando com o poder público para a melhoria do ambiente regulatório, podendo aliar tudo isso a um compromisso técnico muito grande para trazer informações úteis ao setor”, afirmou o dirigente.

Novas ferramentas e atuação

O instituto terá sede no Lab Fecomércio-RS, hub de inovação da entidade, e contará com uma equipe especializada em análise de dados, cenários e impacto regulatório. Entre as primeiras ações está o lançamento do Observatório do Comércio no RS, plataforma que fornecerá informações detalhadas sobre o setor para empresários e agentes públicos.

Além disso, será criado o Monitor das Finanças Públicas Estaduais, ferramenta para acompanhamento da situação fiscal do estado, com o objetivo de auxiliar na prevenção de aumentos na carga tributária. O IFEP-RS também ficará responsável pelas Missões Empresariais da Federação, que buscam gerar conhecimento e oportunidades de negócios para os empresários do setor.

Foto: Freepik/Reprodução | Fonte: Assessoria
13/03/2025 0 Comentários 345 Visualizações
Ensino

Pesquisadoras da Feevale desenvolvem solução para reduzir perdas na indústria metalúrgica

Por Jonathan da Silva 10/03/2025
Por Jonathan da Silva

A Universidade Feevale teve uma patente concedida pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) para uma tecnologia que busca reduzir perdas na produção de peças de Zamak, liga metálica amplamente utilizada na indústria. O método, desenvolvido no Programa de Pós-Graduação em Tecnologia de Materiais e Processos Industriais, tem como objetivo minimizar o defeito de porosidade superficial causado pelo processo de injeção por pressão, um dos principais problemas na fabricação desses componentes.

O Zamak é uma liga composta por zinco, alumínio, magnésio e cobre, utilizada para fabricar itens como manípulos de torneira, cruzetas e puxadores. O processo de injeção por pressão utilizado na produção gera um defeito de porosidade superficial, comprometendo a resistência à corrosão e resultando em um alto índice de rejeição de peças.

De acordo com a professora Cláudia Trindade Oliveira, uma das pesquisadoras envolvidas, a necessidade de estudar o Zamak surgiu de um gargalo da indústria metalúrgica da região. Desde 2010, pesquisas conduzidas pela universidade identificaram que a porosidade causada pela injeção por pressão estava diretamente relacionada à vulnerabilidade à corrosão. “As investigações se direcionaram para descobrir uma forma mais efetiva de diminuir a porosidade no material final, sem recorrer ao uso de diversos produtos químicos que geram impactos ambientais significativos”, explica Cláudia.

Tecnologia patenteada

O método desenvolvido pela Feevale consiste na aplicação de um banho eletroquímico após o lixamento e polimento das peças de Zamak injetadas sob pressão. Esse processo cria uma camada protetora e reduz a porosidade do material, contribuindo para a diminuição de perdas na produção. “As peças rejeitadas durante o processo são encaminhadas para beneficiamento como sucata. No entanto, somente parte do material retorna para as empresas, e parte do peso desse material é perdido”, ressalta Cláudia.

O próximo passo da pesquisa é testar a viabilidade da implantação da tecnologia na indústria. “Com bolsa do Programa de Mestrado e Doutorado Acadêmico para Inovação do Governo Federal, vamos iniciar a pesquisa no processo produtivo de uma empresa parceira”, afirma a pesquisadora.

Origem do projeto

A pesquisa teve início em uma aula da disciplina de Tratamento de Superfícies, ministrada pela professora Cláudia. A professora Luciane Führ, que também participou do estudo, lembra que foi nesse contexto que surgiu a ideia de testar o banho eletroquímico para nivelamento de superfícies em peças de Zamak. “Como meu projeto de mestrado tratava sobre o Zamak e demonstrou que a corrosão se dava nas porosidades de injeção, surgiu a hipótese de testar o nivelamento proposto na aula em peças produzidas com Zamak, evitando o descarte dos rejeitos”, explica Luciane.

A professora também destaca que um dos desafios foi quebrar o paradigma da indústria, já que processos comerciais como o proposto na patente ainda não existem. “A universidade mostrou-se como um elo entre as necessidades reais da indústria e a possibilidade da pesquisa no tema. A sala de aula permitiu a extrapolação de conceitos e a aplicação de teorias na realidade industrial”, complementa Luciane.

Apoio à pesquisa

Os estudos foram realizados com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs), contribuindo para o desenvolvimento de soluções inovadoras voltadas para a indústria metalúrgica.

Foto: Andrieli Siqueira/Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/03/2025 0 Comentários 332 Visualizações
Variedades

Governo estadual realiza pesquisa sobre acesso a dados hidrometeorológicos

Por Jonathan da Silva 22/01/2025
Por Jonathan da Silva

O governo estadual do Rio Grande do Sul está conduzindo, até 29 de janeiro, uma pesquisa para entender as necessidades da população em relação ao acesso e à disponibilidade de dados meteorológicos e hidrológicos. O objetivo é identificar dificuldades no uso das informações e aprimorar os serviços oferecidos, garantindo maior acessibilidade, utilidade e confiabilidade dos dados.

A pesquisa é rápida, anônima e leva cerca de cinco minutos para ser concluída. A medida busca reunir informações sobre o uso de dados como previsão de chuvas, níveis de rios, vazões, ventos e alertas de inundação, fundamentais para a gestão de riscos de desastres e recursos hídricos, além de atividades profissionais e pessoais.

Os participantes são convidados a relatar suas experiências, dificuldades e a utilidade das informações, além de informar com que frequência acessam esses dados e quais canais utilizam, como os portais da Sala de Situação, da Secretaria da Agricultura (Seapi) e da Defesa Civil.

A secretária estadual do Meio Ambiente e Infraestrutura, Marjorie Kauffmann, destacou a importância da contribuição da população no processo. “Queremos tornar os dados mais acessíveis e garantir que eles atendam às reais necessidades da sociedade gaúcha, com maior precisão e fácil interpretação”, afirmou Marjorie.

O coordenador estadual de Proteção e Defesa Civil, coronel Luciano Chaves Boeira, também ressaltou os benefícios da iniciativa. “Todas as iniciativas e ferramentas que melhorem a interface da Defesa Civil com a população e os segmentos interessados em dados públicos serão bem recebidas pela nossa equipe, que tem trabalhado intensamente para a qualificação das informações oficiais”, declarou Boeira.

Como participar

A pesquisa é aberta a todos os residentes do Rio Grande do Sul que utilizam ou têm interesse em dados meteorológicos e hidrológicos. As respostas obtidas orientarão melhorias nos sistemas de dados e nas plataformas de consulta do estado. Para participar, acesse o formulário disponível no link forms.office.com.

Foto: Jonathan da Silva | Fonte: Assessoria
22/01/2025 0 Comentários 213 Visualizações
Cidades

Pesquisa aponta destinos favoritos dos gaúchos nesse verão

Por Jonathan da Silva 10/01/2025
Por Jonathan da Silva

Um levantamento da Fecomércio-RS revelou que o Litoral do Rio Grande do Sul será o destino mais procurado pelos gaúchos que pretendem viajar no verão 2024/25, seguido pelo litoral de Santa Catarina. A pesquisa, que ouviu 385 pessoas nas principais cidades de cada macrorregião do estado, aponta que 45,5% dos entrevistados têm planos de viajar.

Entre os destinos preferidos, 38,3% indicaram praias gaúchas, enquanto 37,7% optaram pelas praias catarinenses. Outros destinos incluem cidades do interior do RS (10,3%), estados fora da região sul (10,3%), Porto Alegre (5,1%) e o exterior (0,6%).

Entre as praias gaúchas, Torres foi a mais mencionada, com 37,1% das respostas, seguida por Capão da Canoa (12,9%), Tramandaí (12,9%), Arroio do Sal (6,5%), Cassino (6,5%) e Cidreira (6,5%). O presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, destacou a importância do preparo do comércio e dos serviços no litoral. “Para além de estoque e planejamento para o elevado giro, garantir um bom atendimento é crucial não apenas para o ano corrente, mas também para a perenidade desses negócios ao longo dos anos”, afirmou o dirigente.

Perfil das viagens e gastos

Sobre os tipos de hospedagem, 52% dos viajantes pretendem ficar em casa própria ou de parentes e amigos, 25,1% optarão por hotéis ou pousadas, 20,6% alugarão casas ou apartamentos e 2,3% indicaram outros locais.

Em relação à duração da viagem, 64% planejam passar uma temporada fora, com 57,1% destes permanecendo até 10 dias, 33% entre 11 e 20 dias, 8,9% entre 21 e 30 dias e 0,9% mais de 30 dias. Outros 24% pretendem viajar um fim de semana por mês, enquanto 10,3% planejam sair dois fins de semana por mês e 1,7% indicaram viajar a maior parte dos fins de semana.

Quanto aos gastos, 42,3% estimam desembolsar entre R$ 1 mil e R$ 3 mil, 34,9% gastarão até R$ 1 mil e 22,9% mais de R$ 3 mil. Entre os que compararam com o verão anterior, 28% pretendem gastar mais, 30,3% menos e 41,7% a mesma quantia.

Impacto das enchentes

A pesquisa também abordou o impacto das enchentes de 2024 nos planos de viagem. Entre os 54,5% que não pretendem viajar, 7,1% citaram a tragédia climática como fator decisivo. Já entre os que viajarão, 9,7% indicaram que o episódio influenciou seus planos.

A íntegra do levantamento pode ser acessada em drive.google.com/file/d/1IbZ-DxY5WUH-ntFHMrj_pVLRvl0X0RLv.

Foto: Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/01/2025 0 Comentários 303 Visualizações
Business

Inadimplência no RS cresce em novembro, mas segue abaixo dos níveis pré-enchentes

Por Jonathan da Silva 16/12/2024
Por Jonathan da Silva

A inadimplência entre pessoas físicas e jurídicas no Rio Grande do Sul registrou alta em novembro de 2024 conforme o Indicador de Inadimplência da CDL Porto Alegre (CDL POA). Apesar do crescimento em relação a outubro, de 0,22% entre PFs e 0,19% em PJs, os índices permanecem abaixo dos níveis observados antes das enchentes que atingiram o estado em abril.

Entre as pessoas físicas, o estado soma um percentual de 31,89% de inadimplentes. O resultado é 0,72% inferior ao obtido no período pré-enchentes, em abril, quando o Rio Grande do Sul somava 32,61% de pessoas físicas inadimplentes. No total, são 2,7 milhões de CPFs negativados a nível estadual de acordo com dados do Equifax | Boa Vista. No caso das pessoas jurídicas, são 12,82% de PJs inadimplentes no estado, com um total de 181.667 CNPJs negativados no Rio Grande do Sul.

Os indicadores também consideraram a inadimplência em Porto Alegre, que atualmente é de 33,08% entre as pessoas físicas, um aumento de 0,09% em relação a outubro e baixa de 1,26% ante abril, e de 14,53% entre as pessoas jurídicas, elevação de 0,13% comparado ao mês anterior.

Dados de inadimplência entre pessoas físicas (PF)

  • Rio Grande do Sul: Taxa de 31,89%, um aumento de 0,22% em relação a outubro
  • Porto Alegre: Taxa de 33,08%, com alta de 0,09% no mesmo período
  • Comparação com abril: Os índices seguem abaixo dos níveis pré-enchente (32,61% no RS e 34,34% em Porto Alegre).
  • Número de negativados: 2,735 milhões de CPFs no RS e 355.583 em Porto Alegre, segundo dados da Equifax | Boa Vista e estimativas baseadas no Censo 2022 do IBGE

Dados de inadimplência entre pessoas jurídicas (PJ)

  • Rio Grande do Sul: Taxa de 12,82%, avanço de 0,19% em relação a outubro
  • Porto Alegre: Taxa de 14,53%, crescimento de 0,13% no mesmo período
  • Número de empresas negativadas: 181.667 CNPJs no RS e 32.929 em Porto Alegre, conforme levantamento da Equifax | Boa Vista e o Mapa das Empresas do Governo Federal

Análise econômica

O economista-chefe da CDL POA, Oscar Frank, explicou que a redução na inadimplência durante os meses críticos após a crise climática, entre maio e junho, foi impulsionada pela injeção de recursos emergenciais e contenção de gastos das famílias devido às limitações de mobilidade. “Com o dinheiro em circulação diminuindo e a normalização da mobilidade, os indicadores voltam a sofrer pressão para cima, mas ainda permanecem abaixo dos níveis de abril”, afirmou o economista.

No caso das empresas, Frank destacou o impacto do programa “Desenrola Pequenos Negócios”, que tem permitido a renegociação de dívidas de micro e pequenas empresas desde abril. Porém, fatores como a inflação ao produtor, que acumulou alta de 6,97% nos últimos 12 meses, e a desvalorização cambial têm pressionado os custos das empresas. “O aumento da inadimplência PJ no Rio Grande do Sul reflete uma natural acomodação após cinco meses consecutivos de quedas no indicador”, avaliou o representante da entidade.

O economista também apontou desafios relacionados à elevação da taxa básica de juros (Selic), projetada para terminar o ano em 14,25%. “O cenário econômico doméstico e externo conturbados reduzem o espaço para cortes nos juros no próximo ano”, concluiu Frank.

O indicador

O Indicador de Inadimplência CDL POA, criado pelo Núcleo Econômico da entidade, mede mensalmente a inadimplência de consumidores e empresas no estado e em Porto Alegre com base nos dados restritivos da Equifax | Boa Vista. O levantamento sobre pessoas físicas foi iniciado em fevereiro de 2022 e inclui restrições relacionadas a crédito, cheques, protestos e ações judiciais.

Foto: Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/12/2024 0 Comentários 298 Visualizações
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