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pesquisa

Ensino

Pesquisadoras da Feevale desenvolvem solução para reduzir perdas na indústria metalúrgica

Por Jonathan da Silva 10/03/2025
Por Jonathan da Silva

A Universidade Feevale teve uma patente concedida pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) para uma tecnologia que busca reduzir perdas na produção de peças de Zamak, liga metálica amplamente utilizada na indústria. O método, desenvolvido no Programa de Pós-Graduação em Tecnologia de Materiais e Processos Industriais, tem como objetivo minimizar o defeito de porosidade superficial causado pelo processo de injeção por pressão, um dos principais problemas na fabricação desses componentes.

O Zamak é uma liga composta por zinco, alumínio, magnésio e cobre, utilizada para fabricar itens como manípulos de torneira, cruzetas e puxadores. O processo de injeção por pressão utilizado na produção gera um defeito de porosidade superficial, comprometendo a resistência à corrosão e resultando em um alto índice de rejeição de peças.

De acordo com a professora Cláudia Trindade Oliveira, uma das pesquisadoras envolvidas, a necessidade de estudar o Zamak surgiu de um gargalo da indústria metalúrgica da região. Desde 2010, pesquisas conduzidas pela universidade identificaram que a porosidade causada pela injeção por pressão estava diretamente relacionada à vulnerabilidade à corrosão. “As investigações se direcionaram para descobrir uma forma mais efetiva de diminuir a porosidade no material final, sem recorrer ao uso de diversos produtos químicos que geram impactos ambientais significativos”, explica Cláudia.

Tecnologia patenteada

O método desenvolvido pela Feevale consiste na aplicação de um banho eletroquímico após o lixamento e polimento das peças de Zamak injetadas sob pressão. Esse processo cria uma camada protetora e reduz a porosidade do material, contribuindo para a diminuição de perdas na produção. “As peças rejeitadas durante o processo são encaminhadas para beneficiamento como sucata. No entanto, somente parte do material retorna para as empresas, e parte do peso desse material é perdido”, ressalta Cláudia.

O próximo passo da pesquisa é testar a viabilidade da implantação da tecnologia na indústria. “Com bolsa do Programa de Mestrado e Doutorado Acadêmico para Inovação do Governo Federal, vamos iniciar a pesquisa no processo produtivo de uma empresa parceira”, afirma a pesquisadora.

Origem do projeto

A pesquisa teve início em uma aula da disciplina de Tratamento de Superfícies, ministrada pela professora Cláudia. A professora Luciane Führ, que também participou do estudo, lembra que foi nesse contexto que surgiu a ideia de testar o banho eletroquímico para nivelamento de superfícies em peças de Zamak. “Como meu projeto de mestrado tratava sobre o Zamak e demonstrou que a corrosão se dava nas porosidades de injeção, surgiu a hipótese de testar o nivelamento proposto na aula em peças produzidas com Zamak, evitando o descarte dos rejeitos”, explica Luciane.

A professora também destaca que um dos desafios foi quebrar o paradigma da indústria, já que processos comerciais como o proposto na patente ainda não existem. “A universidade mostrou-se como um elo entre as necessidades reais da indústria e a possibilidade da pesquisa no tema. A sala de aula permitiu a extrapolação de conceitos e a aplicação de teorias na realidade industrial”, complementa Luciane.

Apoio à pesquisa

Os estudos foram realizados com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs), contribuindo para o desenvolvimento de soluções inovadoras voltadas para a indústria metalúrgica.

Foto: Andrieli Siqueira/Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/03/2025 0 Comentários 412 Visualizações
Variedades

Governo estadual realiza pesquisa sobre acesso a dados hidrometeorológicos

Por Jonathan da Silva 22/01/2025
Por Jonathan da Silva

O governo estadual do Rio Grande do Sul está conduzindo, até 29 de janeiro, uma pesquisa para entender as necessidades da população em relação ao acesso e à disponibilidade de dados meteorológicos e hidrológicos. O objetivo é identificar dificuldades no uso das informações e aprimorar os serviços oferecidos, garantindo maior acessibilidade, utilidade e confiabilidade dos dados.

A pesquisa é rápida, anônima e leva cerca de cinco minutos para ser concluída. A medida busca reunir informações sobre o uso de dados como previsão de chuvas, níveis de rios, vazões, ventos e alertas de inundação, fundamentais para a gestão de riscos de desastres e recursos hídricos, além de atividades profissionais e pessoais.

Os participantes são convidados a relatar suas experiências, dificuldades e a utilidade das informações, além de informar com que frequência acessam esses dados e quais canais utilizam, como os portais da Sala de Situação, da Secretaria da Agricultura (Seapi) e da Defesa Civil.

A secretária estadual do Meio Ambiente e Infraestrutura, Marjorie Kauffmann, destacou a importância da contribuição da população no processo. “Queremos tornar os dados mais acessíveis e garantir que eles atendam às reais necessidades da sociedade gaúcha, com maior precisão e fácil interpretação”, afirmou Marjorie.

O coordenador estadual de Proteção e Defesa Civil, coronel Luciano Chaves Boeira, também ressaltou os benefícios da iniciativa. “Todas as iniciativas e ferramentas que melhorem a interface da Defesa Civil com a população e os segmentos interessados em dados públicos serão bem recebidas pela nossa equipe, que tem trabalhado intensamente para a qualificação das informações oficiais”, declarou Boeira.

Como participar

A pesquisa é aberta a todos os residentes do Rio Grande do Sul que utilizam ou têm interesse em dados meteorológicos e hidrológicos. As respostas obtidas orientarão melhorias nos sistemas de dados e nas plataformas de consulta do estado. Para participar, acesse o formulário disponível no link forms.office.com.

Foto: Jonathan da Silva | Fonte: Assessoria
22/01/2025 0 Comentários 254 Visualizações
Cidades

Pesquisa aponta destinos favoritos dos gaúchos nesse verão

Por Jonathan da Silva 10/01/2025
Por Jonathan da Silva

Um levantamento da Fecomércio-RS revelou que o Litoral do Rio Grande do Sul será o destino mais procurado pelos gaúchos que pretendem viajar no verão 2024/25, seguido pelo litoral de Santa Catarina. A pesquisa, que ouviu 385 pessoas nas principais cidades de cada macrorregião do estado, aponta que 45,5% dos entrevistados têm planos de viajar.

Entre os destinos preferidos, 38,3% indicaram praias gaúchas, enquanto 37,7% optaram pelas praias catarinenses. Outros destinos incluem cidades do interior do RS (10,3%), estados fora da região sul (10,3%), Porto Alegre (5,1%) e o exterior (0,6%).

Entre as praias gaúchas, Torres foi a mais mencionada, com 37,1% das respostas, seguida por Capão da Canoa (12,9%), Tramandaí (12,9%), Arroio do Sal (6,5%), Cassino (6,5%) e Cidreira (6,5%). O presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, destacou a importância do preparo do comércio e dos serviços no litoral. “Para além de estoque e planejamento para o elevado giro, garantir um bom atendimento é crucial não apenas para o ano corrente, mas também para a perenidade desses negócios ao longo dos anos”, afirmou o dirigente.

Perfil das viagens e gastos

Sobre os tipos de hospedagem, 52% dos viajantes pretendem ficar em casa própria ou de parentes e amigos, 25,1% optarão por hotéis ou pousadas, 20,6% alugarão casas ou apartamentos e 2,3% indicaram outros locais.

Em relação à duração da viagem, 64% planejam passar uma temporada fora, com 57,1% destes permanecendo até 10 dias, 33% entre 11 e 20 dias, 8,9% entre 21 e 30 dias e 0,9% mais de 30 dias. Outros 24% pretendem viajar um fim de semana por mês, enquanto 10,3% planejam sair dois fins de semana por mês e 1,7% indicaram viajar a maior parte dos fins de semana.

Quanto aos gastos, 42,3% estimam desembolsar entre R$ 1 mil e R$ 3 mil, 34,9% gastarão até R$ 1 mil e 22,9% mais de R$ 3 mil. Entre os que compararam com o verão anterior, 28% pretendem gastar mais, 30,3% menos e 41,7% a mesma quantia.

Impacto das enchentes

A pesquisa também abordou o impacto das enchentes de 2024 nos planos de viagem. Entre os 54,5% que não pretendem viajar, 7,1% citaram a tragédia climática como fator decisivo. Já entre os que viajarão, 9,7% indicaram que o episódio influenciou seus planos.

A íntegra do levantamento pode ser acessada em drive.google.com/file/d/1IbZ-DxY5WUH-ntFHMrj_pVLRvl0X0RLv.

Foto: Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
10/01/2025 0 Comentários 378 Visualizações
Business

Inadimplência no RS cresce em novembro, mas segue abaixo dos níveis pré-enchentes

Por Jonathan da Silva 16/12/2024
Por Jonathan da Silva

A inadimplência entre pessoas físicas e jurídicas no Rio Grande do Sul registrou alta em novembro de 2024 conforme o Indicador de Inadimplência da CDL Porto Alegre (CDL POA). Apesar do crescimento em relação a outubro, de 0,22% entre PFs e 0,19% em PJs, os índices permanecem abaixo dos níveis observados antes das enchentes que atingiram o estado em abril.

Entre as pessoas físicas, o estado soma um percentual de 31,89% de inadimplentes. O resultado é 0,72% inferior ao obtido no período pré-enchentes, em abril, quando o Rio Grande do Sul somava 32,61% de pessoas físicas inadimplentes. No total, são 2,7 milhões de CPFs negativados a nível estadual de acordo com dados do Equifax | Boa Vista. No caso das pessoas jurídicas, são 12,82% de PJs inadimplentes no estado, com um total de 181.667 CNPJs negativados no Rio Grande do Sul.

Os indicadores também consideraram a inadimplência em Porto Alegre, que atualmente é de 33,08% entre as pessoas físicas, um aumento de 0,09% em relação a outubro e baixa de 1,26% ante abril, e de 14,53% entre as pessoas jurídicas, elevação de 0,13% comparado ao mês anterior.

Dados de inadimplência entre pessoas físicas (PF)

  • Rio Grande do Sul: Taxa de 31,89%, um aumento de 0,22% em relação a outubro
  • Porto Alegre: Taxa de 33,08%, com alta de 0,09% no mesmo período
  • Comparação com abril: Os índices seguem abaixo dos níveis pré-enchente (32,61% no RS e 34,34% em Porto Alegre).
  • Número de negativados: 2,735 milhões de CPFs no RS e 355.583 em Porto Alegre, segundo dados da Equifax | Boa Vista e estimativas baseadas no Censo 2022 do IBGE

Dados de inadimplência entre pessoas jurídicas (PJ)

  • Rio Grande do Sul: Taxa de 12,82%, avanço de 0,19% em relação a outubro
  • Porto Alegre: Taxa de 14,53%, crescimento de 0,13% no mesmo período
  • Número de empresas negativadas: 181.667 CNPJs no RS e 32.929 em Porto Alegre, conforme levantamento da Equifax | Boa Vista e o Mapa das Empresas do Governo Federal

Análise econômica

O economista-chefe da CDL POA, Oscar Frank, explicou que a redução na inadimplência durante os meses críticos após a crise climática, entre maio e junho, foi impulsionada pela injeção de recursos emergenciais e contenção de gastos das famílias devido às limitações de mobilidade. “Com o dinheiro em circulação diminuindo e a normalização da mobilidade, os indicadores voltam a sofrer pressão para cima, mas ainda permanecem abaixo dos níveis de abril”, afirmou o economista.

No caso das empresas, Frank destacou o impacto do programa “Desenrola Pequenos Negócios”, que tem permitido a renegociação de dívidas de micro e pequenas empresas desde abril. Porém, fatores como a inflação ao produtor, que acumulou alta de 6,97% nos últimos 12 meses, e a desvalorização cambial têm pressionado os custos das empresas. “O aumento da inadimplência PJ no Rio Grande do Sul reflete uma natural acomodação após cinco meses consecutivos de quedas no indicador”, avaliou o representante da entidade.

O economista também apontou desafios relacionados à elevação da taxa básica de juros (Selic), projetada para terminar o ano em 14,25%. “O cenário econômico doméstico e externo conturbados reduzem o espaço para cortes nos juros no próximo ano”, concluiu Frank.

O indicador

O Indicador de Inadimplência CDL POA, criado pelo Núcleo Econômico da entidade, mede mensalmente a inadimplência de consumidores e empresas no estado e em Porto Alegre com base nos dados restritivos da Equifax | Boa Vista. O levantamento sobre pessoas físicas foi iniciado em fevereiro de 2022 e inclui restrições relacionadas a crédito, cheques, protestos e ações judiciais.

Foto: Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
16/12/2024 0 Comentários 345 Visualizações
Variedades

Mais de 50% dos consumidores planejam pagar à vista nas compras de Natal

Por Jonathan da Silva 04/12/2024
Por Jonathan da Silva

Mais da metade dos consumidores pretende pagar à vista nas compras de Natal deste ano conforme pesquisa realizada pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Porto Alegre (CDL POA). Dos entrevistados, 49,5% informaram que usarão o salário do mês para as compras, enquanto 14,5% utilizarão reservas financeiras, 15,8% o 13º salário, e 3,3% recorrerão a empréstimos de familiares.

De acordo com o economista-chefe da CDL Porto Alegre, Oscar Frank, o pagamento à vista pode trazer vantagens financeiras significativas. “Esse tipo de pagamento viabiliza a obtenção de descontos por parte dos consumidores, representando uma economia ao longo do tempo. Além disso, ajuda na organização financeira, especialmente para aqueles que têm dificuldades em pagar faturas de cartão de crédito ou que recorrem frequentemente ao cheque especial”, afirma Frank. O economista destaca que métodos como débito ou Pix evitam gastos além da capacidade financeira dos consumidores.

A pesquisa também revelou as categorias mais procuradas para os presentes de Natal. Moda e acessórios lideram a lista, com 51,4% da preferência, seguidos por itens para bebês e crianças (28%) e produtos de perfumaria e cosméticos (24%).

Neste ano, a CDL POA também lançou um Programa de Educação Financeira, com o objetivo de conscientizar a população sobre o controle das finanças pessoais. A iniciativa busca auxiliar as famílias na realização de objetivos financeiros de longo prazo por meio de uma melhor gestão de recursos.

A pesquisa completa sobre o comportamento de consumo no Natal está disponível no site da CDL Porto Alegre, em conteudo.cdlpoa.com.br/pesquisa-natal-2024.

Foto: Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
04/12/2024 0 Comentários 332 Visualizações
Variedades

Pesquisa aponta que 45% dos consumidores gaúchos pretendem comprar na Black Friday

Por Jonathan da Silva 26/11/2024
Por Jonathan da Silva

Uma pesquisa realizada pela Fecomércio-RS revelou que 45,2% dos consumidores entrevistados no Rio Grande do Sul pretendem realizar compras durante a Black Friday de 2024. O levantamento, denominado de Pesquisa de Final de Ano, voltado a consumidores com intenção de adquirir presentes de Natal, também mostrou que a data tem impactado o comportamento de consumo, influenciando tanto os gastos de novembro quanto as compras de fim de ano.

De acordo com o estudo, 48,9% dos entrevistados que comprarão na Black Friday afirmaram que aproveitarão a data para adquirir presentes de Natal, parcial ou integralmente. Esse grupo representa 22,1% de todos os entrevistados. Além disso, 39,1% indicaram que um maior gasto em novembro reduzirá os recursos destinados às compras natalinas em dezembro.

Impacto das enchentes de maio

A pesquisa também investigou a influência das enchentes de maio nos hábitos de consumo. Entre os que pretendem comprar na Black Friday, 24,1% afirmaram que os eventos climáticos afetaram sua decisão de gastar, com 13,2% mencionando aumento nos gastos e 10,9% apontando redução.

Metodologia da pesquisa

A pesquisa foi realizada entre 10 e 23 de outubro de 2024 e contou com 385 entrevistas em cidades representativas de diferentes regiões do estado, como Porto Alegre, Santa Maria, Caxias do Sul, Ijuí e Pelotas. O levantamento buscou identificar tendências e comportamentos de consumo no período de festas de fim de ano.

Foto: Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
26/11/2024 0 Comentários 410 Visualizações
Ensino

Universidade Feevale dá início ao evento científico Inovamundi nesta quarta

Por Jonathan da Silva 05/11/2024
Por Jonathan da Silva

A Universidade Feevale dá início ao Inovamundi 2024 nesta quarta-feira, 6 de novembro, evento dedicado à divulgação de pesquisas científicas, tecnológicas e sociais de estudantes de todos os níveis. Com uma programação focada na ciência e inovação, o evento acontecerá nos três câmpus da instituição, dois em Novo Hamburgo e um em Campo Bom, e terá destaque para as discussões sobre o desastre climático que atingiu o Rio Grande do Sul neste ano. A programação seguirá até 14 de novembro, reunindo 1.075 apresentações de diversas áreas e participantes do Brasil e de outros seis países, somando um total de 1.309 inscritos.

A cerimônia de abertura será marcada por uma palestra do professor e pesquisador Fernando Mainardi Fan, do Instituto de Pesquisas Hidráulicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Com o tema “Desastre climático de 2024 no RS: a ciência no passado, presente e futuro”, o evento ocorrerá no Teatro Feevale às 19h30min desta quarta. Os ingressos são gratuitos e podem ser retirados no site da Blueticket, mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível, que será destinado ao Banco de Alimentos da Região do Calçado.

O evento também contará com sessões abertas ao público, onde será apresentada a produção científica e extensionista de estudantes da graduação, pós-graduação e educação básica. O pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão da Feevale e membro da Sociedade Brasileira de Virologia, Fernando Spilki, reforça a importância da iniciativa. “O Inovamundi é o grande evento da pesquisa e da extensão na Feevale. Os números e a amplitude dos temas dos trabalhos apresentados mostram que a Instituição mantém sua prioridade na geração de conhecimento de alto nível e na atenção às comunidades”, destaca Spilki.

Atividades científicas

  • Seminário de Pós-graduação (SPG) – 7 a 9 de novembro: divulgação de pesquisas da pós-graduação lato (especialização e MBA) e stricto sensu (mestrados e doutorados)
  • Feira de Iniciação Científica (FIC) – 11 a 14 de novembro: apresentação de pesquisas de estudantes de graduação
  • Salão de Extensão (SE) – 11 a 14 de novembro: socialização das ações voltadas à comunidade, produzidas pela Extensão Universitária
  • Feira de Iniciação à Pesquisa (FIP) – 9 de novembro: divulgação de pesquisas realizadas por estudantes da educação básica (todos os horários e locais das apresentações poderão ser consultados no site feevale.br/inovamundi)

Atividades culturais

Além das sessões de apresentações das pesquisas científicas, o Inovamundi conta com uma programação cultural. Todas as atividades acontecem na Rua Coberta do Câmpus II.

  • 7 de novembro, quinta-feira, às 19h: Coro Juvenil Feevale
  • 11 de novembro, segunda-feira, às 19h: Banda Firmata
  • 12 de novembro, terça-feira, às 18h30min: Projeto Dançar Feevale
  • 14 de novembro, quinta-feira, às 18h30min: Marsalla Rock Band

Participação de estudantes internacionais

A internacionalização também é uma característica do Inovamundi. Para essa edição, foram aprovados um total de 18 trabalhos oriundos de instituições e escolas de outros países das Américas e Europa.

  • FIC – 7 (Estados Unidos, Itália e México)
  • SPG – 1 (Portugal)
  • FIP – 10 (Colômbia, México e Peru

Localização dos Câmpus

  • Câmpus I: Av. Dr. Maurício Cardoso, 510 (Novo Hamburgo)
  • Câmpus II: ERS-239, 2755 (Novo Hamburgo)
  • Câmpus III: Av. Edgar Hoffmeister, 500 (Campo Bom)
Foto: Andrieli Siqueira/Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
05/11/2024 0 Comentários 420 Visualizações
Variedades

Senai aponta que o Rio Grande do Sul precisará qualificar 957,8 mil profissionais até 2027

Por Jonathan da Silva 25/10/2024
Por Jonathan da Silva

O Rio Grande do Sul terá uma demanda de qualificação de 957,8 mil profissionais entre 2025 e 2027 para atender às necessidades da indústria, segundo o Mapa do Trabalho Industrial, elaborado pelo Observatório Nacional da Indústria (ONI) da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Desse total, 147 mil serão novos trabalhadores e 810,8 mil, profissionais já atuantes que precisarão de atualização em suas áreas.

O presidente do Sistema Fiergs, Claudio Bier, destacou a importância do estudo para orientar o planejamento do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-RS). “Este estudo é uma ferramenta importante para orientar as estratégias do Senai-RS. A indústria precisa de pessoas capacitadas e o Senai-RS está atento para atender estas demandas antes de elas aparecerem”, afirmou Bier.

As áreas de Logística e Transporte, Metalmecânica, Operação Industrial, Construção, e Alimentos e Bebidas terão a maior demanda por profissionais no período. A projeção do Mapa do Trabalho Industrial indica que o setor de Logística e Transporte precisará de 213,2 mil trabalhadores, incluindo técnicos de controle da produção, motoristas de veículos de carga, almoxarifes e armazenistas. Já a área de Metalmecânica demandará 106,3 mil profissionais, como montadores de veículos, soldadores e trabalhadores de pintura de equipamentos e estruturas metálicas.

Além disso, as áreas de Operação Industrial (97,4 mil), Construção (75,6 mil) e Alimentos e Bebidas (73 mil) também deverão contratar profissionais em funções diversas, como ajudantes de obra, padeiros, confeiteiros, operadores de linhas de produção, entre outros.

O estudo ainda destaca a necessidade de atualização em diversas habilidades, como competências técnicas (hard skills), habilidades comportamentais (soft skills), além de medidas de saúde e segurança no trabalho, essenciais para uma atuação eficiente e segura dos trabalhadores no setor industrial.

Segundo a especialista em Mercado de Trabalho do ONI e responsável pelo levantamento, Anaely Machado, a análise envolveu projeções do emprego formal até 2027 e a delimitação do emprego na indústria e ocupações correlatas em outros setores. Ela explicou que o enfoque abrangeu ocupações estratégicas para diferentes setores econômicos, permitindo uma abordagem integrada da promoção da formação profissional. “Esse enfoque em toda a indústria, com a soma das ocupações estratégicas para os demais setores, possibilita uma abordagem integrada da promoção da formação profissional, refletindo a alta interdependência entre os setores”, afirmou Anaely.

A metodologia do Mapa do Trabalho Industrial considerou tanto a formação inicial para novos trabalhadores quanto o treinamento para atualização de profissionais já empregados. A demanda de qualificação foi estimada a partir de dados do emprego formal e de microdados da RAIS/MTE, além de pesquisa com empresários da indústria sobre o percentual de trabalhadores que passam por treinamentos anuais.

Foto: Dudu Leal/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/10/2024 0 Comentários 558 Visualizações
Business

Pesquisa da Fiergs aponta queda na confiança do empresário industrial gaúcho

Por Jonathan da Silva 25/10/2024
Por Jonathan da Silva

O Índice de Confiança do Empresário Industrial gaúcho (ICEI-RS) caiu em outubro. A pesquisa divulgada pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) nesta quinta-feira (24) indica que o índice passou de 52 pontos em setembro para 51,1 pontos em outubro, após dois meses de alta, mantendo-se abaixo da média histórica de 53,6 pontos. Apesar da queda, o resultado permanece acima de 50 pontos, indicando um leve otimismo no setor.

De acordo com o presidente da Fiergs, Claudio Bier, a redução da confiança está relacionada às expectativas dos empresários para os próximos seis meses. “O retorno do ciclo de aperto monetário, com aumento da taxa Selic, foi possivelmente o fator responsável pela diminuição desse sentimento, embora as expectativas negativas em relação à economia doméstica já estivessem presentes desde o final de 2022, devido à incerteza quanto à sustentabilidade das contas públicas”, afirmou Bier.

O presidente também destacou que o nível de confiança do setor industrial não deve se alterar de forma significativa enquanto a incerteza sobre a condução da política fiscal persistir. Ele projeta um ritmo de crescimento moderado para a atividade industrial no estado.

O levantamento aponta que o Índice de Expectativas, que reflete a visão para os próximos seis meses, caiu 1,4 ponto, registrando 52,7 em outubro. Embora o número permaneça acima de 50, sugerindo otimismo, o sentimento positivo entre os empresários foi menor do que em setembro.

O Índice de Condições Atuais, outro componente do ICEI-RS, permaneceu praticamente estável, subindo apenas 0,1 ponto, alcançando 48 pontos em outubro. Esse valor, abaixo de 50 pontos, indica que os empresários ainda percebem uma piora nas condições atuais dos negócios. O indicador sobre a economia brasileira subiu ligeiramente de 43,2 para 43,6 pontos, enquanto a avaliação das condições da própria empresa oscilou de 50,2 para 50,1 pontos.

A pesquisa, realizada entre 1º e 10 de outubro, contou com a participação de 159 empresas, sendo 36 pequenas, 57 médias e 66 grandes. Entre os entrevistados, 31,4% dos empresários percebem uma piora no cenário econômico brasileiro, enquanto apenas 8,8% relatam uma melhora. Para a maioria, 59,8%, não houve alteração.

O Índice de Expectativas das Próprias Empresas também registrou queda, passando de 57,8 para 55,8 pontos em outubro. Já o Índice de Expectativas para a Economia Brasileira permaneceu praticamente inalterado em relação a setembro, com 46,5 pontos. A maioria dos empresários (63,5%) não espera mudanças no cenário econômico nacional nos próximos seis meses, enquanto 22,6% se declararam pessimistas e 13,8% otimistas.

A pesquisa completa está disponível no Observatório da Indústria do Rio Grande do Sul, disponível no link observatoriodaindustriars.org.br.

Foto: Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
25/10/2024 0 Comentários 356 Visualizações
Business

46% das empresas varejistas do RS devem contratar temporários no fim do ano

Por Jonathan da Silva 24/10/2024
Por Jonathan da Silva

A “Pesquisa de Empregos Temporários 2024” da Fecomércio-RS revelou que 46% das empresas varejistas do Rio Grande do Sul planejam contratar trabalhadores temporários para o último trimestre do ano. O levantamento, realizado entre 18 de setembro e 5 de outubro com 837 estabelecimentos de comércio varejista nas principais cidades do estado, indica que as contratações visam atender ao aumento sazonal de demanda.

Segundo a pesquisa, 60,3% dos estabelecimentos que contratarão temporários afirmaram que manterão o mesmo nível de contratação de 2023, enquanto 25,9% pretendem aumentar esse número. O presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, destacou que essas contratações podem ser uma oportunidade para que muitos trabalhadores entrem no mercado de trabalho e, eventualmente, sejam efetivados. A pesquisa aponta que 28,6% dos temporários contratados em 2024 devem ser efetivados.  “Para muitos trabalhadores, estes contratos são oportunidade de entrar no mercado de trabalho, adquirir experiência e, em muitos casos, conquistar a efetivação na empresa posteriormente”, comenta Bohn.

A maior parte das contratações (49,1%) deve começar em novembro, e os contratos temporários devem se encerrar em janeiro de 2025 em 49,6% dos estabelecimentos. A pesquisa também mostrou que 88,8% das vagas temporárias serão para a função de vendas, mas há oportunidades em outras áreas, como caixa/crediário e estoque/depósito.

Além disso, 68,1% das empresas participantes indicaram que terão exigências na seleção de temporários, como disponibilidade de horário (41,1%), grau de instrução (40,8%) e experiência na atividade (37,6%). Entre as que exigem grau de instrução, 83,5% preferem candidatos com ensino médio completo, e 81,1% exigem experiência em vendas. As seleções ocorrerão principalmente nos locais de trabalho (81,3%).

Foto: Seniv Petro/Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
24/10/2024 0 Comentários 480 Visualizações
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