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Variedades

Brasil é um dos países que mais confia em jornais e revistas

Por Gabrielle Pacheco 17/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Brasil é o quarto país que mais confia no conteúdo produzido por jornais e revistas, aponta a pesquisa global “Trust in the Media”, da Ipsos. Seis em cada dez brasileiros (65%) confiam em veículos impressos. Globalmente, o índice é de 47%. Por outro lado, 8% dos brasileiros não confiam e 23% não têm muita confiança. A Sérvia é a nação que menos confia, com 11%.

O estudo mostra que outros meios de comunicação também possuem boa aceitação entre a população brasileira: 65% afirmam que confiam na televisão e no rádio e 58% em sites de notícias e plataformas online. No mundo, os índices são de 49% e 45%, respectivamente.

O Brasil também está entre os países que mais acreditam que os jornais e revistas são relevantes. Enquanto a média global é de 54%, a brasileira está em 70% (empatada com Malásia), atrás apenas de Índia (82%) e África do Sul (74%). A relevância dos outros meios no país também está em alta: televisão e rádio (69%) e sites de notícias e plataformas online (70%).

Globalmente, metade dos entrevistados (50%) acreditam que jornais e revistas agem com boas intenções. No Brasil, o percentual é de 63% (o mesmo para os veículos online). Os brasileiros acreditam ainda mais na boa intenção da televisão e do rádio (65%).

“O Brasil tende a ser uma população que valoriza e confia na mídia mais do que grande parte dos países do mundo. O brasileiro acredita na mídia e no valor que ela tem para informar e instruir”, afirma Diego Pagura, diretor na Ipsos Brasil.

Fake news

O Brasil está entre os países que também mais acredita que o conteúdo falso prevaleça em jornais e revistas (59%). A Sérvia é o que mais acredita, com 82%. O índice global é de 52%.

Entre os entrevistados brasileiros, a percepção de que as fake news prevalecem na internet é ainda maior, com 68% – média acima do que a global (62%). Para a televisão, os índices são de 61% e 52%, respectivamente.

As informações obtidas entre os amigos também geram desconfiança, já que 61% dos brasileiros acreditam que eles podem trazer conteúdo falso. A média global é de 37%. A possibilidade de conteúdo falso é ainda maior entre conhecidos apenas pela internet, com 67% no Brasil e 54% no mundo.

A pesquisa online foi realizada com 19,5 mil entrevistados em 27 países, incluindo o Brasil, entre 25 de janeiro e 8 de fevereiro de 2019. A margem de erro para o Brasil é de 3,1 p.p.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/07/2019 0 Comentários 627 Visualizações
Cidades

Estudante da Feevale ganha bolsa de estudos na Finlândia

Por Gabrielle Pacheco 01/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

Agosto será um mês de mudanças para a jovem Micheli Filippi, de 20 anos. Natural de Marau, no Norte do Rio Grande do Sul, a aluna do quinto semestre do curso de Biomedicina da Universidade Feevale embarca no dia 14 de agosto para Hämeenlinna, no Sul da Finlândia, para iniciar o seu primeiro intercâmbio, por meio do programa Erasmus+.

Bolsista de iniciação científica do projeto Detecção de Vírus da Hepatite E em amostras de água e alimentos de origem suína no Rio Grande do Sul, vinculado ao Grupo de Pesquisa em Virologia e ao Programa de Pós-Graduação em Qualidade Ambiental e coordenado pelo professor Fernando Spilki, Micheli exerce, diariamente (em torno de 16 horas semanais), no laboratório, o exercício da pesquisa e a busca pelo conhecimento, que se dá com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

O intercâmbio de Micheli para a Häme University of Applied Sciences – HAMK está vinculado ao curso Biotechnology and Food Engineering (Biotecnologia e Engenharia de Alimentos (Biotechnology and Food Engineering), e durará até dezembro deste ano.

Para conseguir a bolsa, na qual estão inclusos os custos da viagem, passagem e visto, além do seguro-saúde e acomodação, ela produziu artigos, participou do Inovamundi – que é um programa de difusão do conhecimento científico e extensionista que acontece na Feevale -, e preencheu editais ligados à área da pesquisa.

A bolsa conquistada lhe dá o direito de ir estudar em um país que é referência em educação.

“Para mim é, acima de tudo, uma realização pessoal, pois quando fui escrever a carta de recomendação, muita coisa veio à minha cabeça. Estarei vivenciando uma cultura diferente e poderei ampliar, ainda mais, meus conhecimentos na língua inglesa num país modelo, como é a Finlândia. Então, acredito que será incrível estudar Biotecnologia e Engenharia de Alimentos, ainda mais por ser uma área que sempre me chamou a atenção”, disse a bolsista.

O gosto pela pesquisa já vem desde o segundo semestre do curso quando, por meio da bolsa Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), ingressou no projeto. Micheli explica que, inicialmente, auxiliou uma mestranda na coleta de água e análise de alimentos de origem suína, buscando detectar algum vírus.

“Fazíamos esse processo de análise e verificação diariamente. Porém, como ela saiu do projeto, hoje sou eu quem estou testando uma nova metodologia. O estudo que faço é com o zika africano, em que utilizo a titulação do TCID, que é uma metodologia para titulação viral (quantidade de vírus em cada amostra). Assim, desenvolvo, em placas de 96 poços, onde coloco diferentes diluições das amostras e depois acrescento a elas as células. Assim, consigo ver o efeito citopático da célula (que é a mudança da morfologia dela) e, a partir dessa mudança, conto quantos poços sofreram isso. No final da análise, cada poço terá um valor que é somado, e suas técnicas moleculares são feitas por qPCR, que é um método de amplificação do quantitativo”, explicou a estudante.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/07/2019 0 Comentários 902 Visualizações
Variedades

Pesquisa revela que brasileiros estão mais sustentáveis

Por Gabrielle Pacheco 18/06/2019
Por Gabrielle Pacheco

Muito se fala em Indústria 4.0 e como ela está transformando a forma com que encaramos o mundo, consumimos bens e informações e nos relacionamos, tanto com outras pessoas quanto com as marcas e os prestadores de serviços.

Face a esse novo paradigma, a Nielsen foi a campo para compreender mais profundamente como essa nova realidade está afetando o consumidor e acaba de lançar o estudo “Estilos de Vida 2019” para revelar as preferências dos brasileiros. O resultado revela que não só estamos em transformação, como estamos também cada vez mais complexos e não cabemos mais nos perfis de estilo de vida e hábitos de consumo de antigamente.

Estamos mais sustentáveis. O estudo da Nielsen mostra que 42,4% dos consumidores brasileiros estão mudando seus hábitos de consumo para reduzir seu impacto no meio ambiente, e que 30% dos entrevistados estão atentos aos ingredientes que compõem os produtos.

Mais conscientes também, 58% não compra produtos de empresas que realizam testes em animais e 65% não compra de empresas associadas ao trabalho escravo.

Estamos mais saudáveis. A população brasileira está reduzindo gordura (57%), sal (56%), açúcar (54%), alimentos industrializados (38%), cafeína (34%), lactose (27%) e glúten (27%).

No supermercado, buscam mais por produtos com adição de fibras, vitaminas e minerais (45%) e alimentos orgânicos (35%), além de fazer exercícios regularmente (33%). 74,3% dos entrevistados listam “ter saúde” como um dos objetivos de vida.

Estamos mais negociadores. Do total de entrevistados, 64% escolhe suas marcas de acordo com as ofertas de baixo preço, 73% busca primeiro pelas promoções quando entram nas lojas, 57% sempre muda de loja por conta das promoções oferecidas e 48% pesquisam promoções antes de ir às compras.

Estamos mais práticos. A pesquisa aponta que 55% dos entrevistados vai direto no local da loja para efetuar a compra, 48% leva listas com todos os itens que irão comprar e 45% procura comprar sempre os mesmos produtos.

A praticidade também permeia a escolha da loja (21% prefere ir em lojas próximas de casa ou do trabalho, e 12% citam a rapidez na compra, a organização da loja e o tamanho da fila como fatores predominantes) e a escolha das marcas (30% opta pelas já conhecidas, 18% pela disponibilidade e 12% pela variedade de tamanho e versões de embalagens).

Estamos mais conectados. O estudo da Nielsen mostra que 64% da população tem um smartphone, 48% utiliza o celular para interações em redes sociais, 39% utiliza o celular para entretenimento, 51% acha que as propagandas online chamam atenção (contra 42% na TV), 18% assiste conteúdos online em seu tempo livre e 41% já fez compras na internet.

O número de pedidos realizados no e-commerce em 2018 foi de 123 milhões, um aumento de 11% em relação ao ano anterior.

A Nielsen ouviu mais de 21 mil pessoas em 8.240 lares pesquisados. O questionário contou com 100 questões, divididas em módulos de entendimento: tempo livre e hobbies; atitude, valores e metas; meios de comunicação; hábitos de compras (antes, durante e após), e preocupações com saudabilidade.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
18/06/2019 0 Comentários 558 Visualizações
Cidades

Feevale recebe professores do Uruguai e da Colômbia

Por Gabrielle Pacheco 12/06/2019
Por Gabrielle Pacheco

A Universidade Feevale receberá os professores internacionais Franco Simini, da Universidad de la República, do Uruguai, Alejandro Piedrahita, do Instituto Tecnológico Metropolitano (ITM) de Medellin, da Colômbia, e Valentina Tabares, da Universidad Nacional de Colombia.

Os docentes estarão na Instituição para desenvolver trabalhos no grupo de pesquisa de Computação Aplicada, entre outras atividades.

Simini é engenheiro biomédico, atua na universidade uruguaia e no Hospital de Clínicas de Montevideo e visitará a Feevale nesta sexta-feira, dia 14. Além de participar de discussões no grupo de pesquisa, o docente pretende finalizar um artigo que está sendo desenvolvido entre ele e a professora Marta Bez.

Piedrahita trabalha nas suas pesquisas com agentes educacionais inteligentes e tecnologias no ensino e objetiva aplicar seus trabalhos no grupo de pesquisa. O docente estará na Instituição de 21 de junho a 10 de julho.

Valentina desenvolve pesquisas sobre o tema Acessibilidade em Recursos Educativos e propõe elaborar trabalhos sobre sua área com os integrantes do grupo. Além disso, a professora, que estará na Universidade entre 27 de julho e 31 de agosto, ministrará uma palestra sobre o assunto Recursos Educativos para estudantes da disciplina de Tecnologias Criativas e Objetos de Aprendizagem do mestrado em Indústria Criativa.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/06/2019 0 Comentários 551 Visualizações
Cultura

Sul do Brasil embarcou mais de 48 mil jovens em 2018

Por Gabrielle Pacheco 10/06/2019
Por Gabrielle Pacheco

Quando se pensa em intercâmbio, para a maioria das pessoas, vêm a imagem do High School. Ou seja, jovens estudando por pelo menos um ano no exterior. Concomitantemente, surge o pensamento que para conseguir ficar este período em terras estrangeiras é preciso ter um capital alto.

Todavia, a pesquisa anual da Associação das Agências Brasileiras de Intercâmbio (Belta) realizada nas 5 regiões do país com pessoas que pretendem fazer um intercâmbio e que já tiveram essa experiência, mostra um cenário diferente.

“A pesquisa desmistifica essa ideia que os pais têm apenas o programa de High School para mandar os filhos. Na realidade, 34,9 % dos jovens que viajam se influenciam pelas experiências que os amigos tiveram no exterior, e muitos deles têm a vivência do curso de férias (inverno/verão) que é de curta duração. Ou seja, o estudante consegue ter uma experiência no exterior, mesmo que seja por um período menor. E isso traz mais autonomia. Inclusive para ele escolher se quer fazer um High School e/ou uma graduação lá fora”, explica Carla Mussoi, coordenadora regional da Belta no Rio Grande do Sul.

No Brasil, 365 mil pessoas fizeram intercâmbio em 2018. Só o Sul é responsável por 48.180 mil jovens que embarcaram.

Isso mostra que mesmo em um ano de crise política e econômica, as pessoas estão gastando mais com experiências. Em detrimento da década de 90, na qual os itens físicos disparam em primeiro lugar nas aquisições.

Destinos mais procurados pelo Sul

Quanto a destinos mais procurados, segundo a pesquisa da Belta, os estudantes do Sul optam primeiro pelo Canadá (liderando com 22,2% das intenções), seguido dos Estados Unidos (16,8%) e Irlanda (9,6%).

Já a pesquisa que envolve as intenções no Brasil todo: Canadá lidera com 24,4% de intenções, seguido dos Estados Unidos (19,5%) e em terceiro vem o Reino Unido (9,9%).

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/06/2019 0 Comentários 501 Visualizações
Business

Avanço de novas tecnologias afetará ocupações na indústria

Por Gabrielle Pacheco 21/05/2019
Por Gabrielle Pacheco

A cada dia, as novas tecnologias estão mais presentes no dia a dia das pessoas. Apesar de todos os benefícios, os avanços podem impactar na oferta de trabalho, principalmente nas indústrias. Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) alerta para o fato de que o emprego de baixa qualificação, ainda predominante no país, pode estar sujeito, no futuro próximo, aos efeitos adversos das novas tecnologias.

A pesquisa, feita com base em dados de 2003 e 2017, conclui que o trabalho que envolve força física – como classificação e separação de objetos, controle de estoques e operação de máquinas – tende a perder importância e ser substituído pela automação, sobretudo nos países em que os salários sejam relativamente mais elevados.

Em termos educacionais, o estudo do Ipea mostra que houve uma expansão de 19,3% nos anos de estudo dos trabalhadores formais civis no Brasil entre 2003 e 2017. A qualidade das ocupações disponíveis, no entanto, não acompanhou esse crescimento. Aguinaldo Nogueira Maciente, coordenador de Estudos e Pesquisas em Trabalho e Desenvolvimento Rural do Ipea e um dos autores da publicação, ressalta:

“A população está cada vez mais escolarizada, mas isso não tem se traduzido em empregos que exijam melhores habilidades”.

A pesquisa revela, ainda, que as habilidades que terão maior importância no futuro são as cognitivas, como as que envolvem o raciocínio e o domínio de linguagens; interpessoais, como o cuidado e o contato humano; gerenciais e habilidades ligadas às ciências, tanto as da natureza quanto as sociais ou aplicadas.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
21/05/2019 0 Comentários 960 Visualizações
Variedades

Apresentador Alexandre Mota é Top of Mind 2019

Por Gabrielle Pacheco 17/05/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Top Of Mind é a mais importante pesquisa que elege os melhores do Rio Grande do Sul, há 29 anos. Entre marcas, produtos e serviços, a pesquisa também divulga os comunicadores mais lembrados do Estado e, neste ano, o apresentador Alexandre Mota foi a personalidade mais lembrada pelos gaúchos, na categoria de Comunicador Local de TV.

O jornalista mais conhecido como Mota, está no comando do Balanço Geral RS desde 2008, trazendo notícias para a população gaúcha, com muita seriedade e compromisso.

“No dia 11 de fevereiro de 2008, quando eu pisei a primeira vez nesse estúdio e vi o ‘está no ar o Balanço Geral’, eu disse ‘a partir de hoje o povo gaúcho vai ter vez e vai ter voz’ e eu faço disso um mantra”, afirmou o jornalista, emocionado.

Sua carreira começou em 1991, mas foi só em fevereiro de 2008 que ele desembarcou no Rio Grande do Sul, ingressando na Record TV RS e conquistando a confiança dos telespectadores, que acompanham a sua trajetória como apresentador sendo construída junto com a história da emissora, que em julho de 2019 completa doze anos.

“Esse prêmio não é só meu, esse prêmio é de todos os amigos do BG manhã, do Rio Grande no Ar, do Cidade Alerta, do Rio Grande Record, de cada funcionário dessa emissora, do Presidente Reinaldo Gilli, do diretor de Jornalismo que virou nosso amigo, Luiz Piratininga, de todos que passaram por aqui e deixaram uma marca na minha vida profissional e pessoal”, disse o apresentador.

A premiação dos vencedores do Top Of Mind 2019 acontecerá no dia 23 de maio, no Salão de Festas da Sogipa, em Porto Alegre.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
17/05/2019 0 Comentários 1,1K Visualizações
Business

Locadoras atingem recorde no Estado

Por Gabrielle Pacheco 16/05/2019
Por Gabrielle Pacheco

Conforme pesquisa da Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (Abla), 809 empresas de locação de veículos operam atualmente no Rio Grande do Sul. Juntas, essas locadoras emplacaram, no decorrer do ano passado, exatos 4.153 automóveis e comerciais leves.

Somadas às compras de veículos realizadas em 2018 aos seminovos das empresas de locação, a frota total do setor no Rio Grande do Sul atingiu 12.516 unidades, novo recorde do setor no estado. O recorde setorial anterior era de 11.558 automóveis e comerciais leves registrados em nome de empresas locadoras gaúchas, estabelecido em 2017.

A Chevrolet (GM) é a líder de participação na frota total, com 35,16%, seguida pela FCA, com 24,59%. A Volkswagen vem em terceiro lugar (17,92%), com Renault (7,67%) e Ford (4,72%) completando a lista das cinco montadoras mais presentes na frota total do setor de aluguel de veículos no Rio Grande do Sul.

Rodrigo Selbach, diretor regional da Abla no Rio Grande do Sul, diz que em termos nacionais o setor de locação de veículos foi responsável por comprar 19,04% de todos os automóveis e comerciais leves vendidos em 2018 no Brasil.

“As empresas de locação estão diretamente relacionadas com novas soluções de mobilidade urbana”, diz Selbach. “A renovação da nossa frota faz parte desse processo, na medida em que oferecer carros novos faz parte das exigências dos nossos clientes”.

Das 809 locadoras ativas no Rio Grande, 600 alugam veículos sem motorista, enquanto 209 atuam prestando o serviço de aluguel incluindo o motorista. Juntas, essas empresas são responsáveis pela manutenção de 2.340 empregos diretos no estado.

No Rio Grande do Sul, a terceirização – aluguel de frotas inteiras para empresas e órgãos públicos e também para empresas da iniciativa privada – é a principal responsável pela utilização dos veículos, com 65% de participação na frota. O turismo de negócios e o turismo de lazer representam, respectivamente, 22% e 13% do uso da frota de veículos alugados no Rio Grande.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/05/2019 0 Comentários 527 Visualizações
Business

Cresce a participação feminina nas empresas familiares

Por Gabrielle Pacheco 12/05/2019
Por Gabrielle Pacheco

A participação feminina nas empresas familiares teve um aumento, passando de 21% em 2017 para 31% em 2018, de acordo com a última edição da pesquisa “Retratos de família” realizada pela KPMG. Em 28% das empresas, elas ocupam um cargo em número reduzido, uma queda em relação ao ano anterior (34%). O estudo contou com a participação de 217 empresas familiares de 19 estados de todas as regiões do país.

Os dados do levantamento mostraram que um número significativo de mulheres ainda não ocupa uma posição de destaque, mas que houve uma queda nesse índice: 45% em 2018 e 41% em 2017.

“Os dados indicam que a participação das mulheres nos cargos de liderança nas empresas familiares em todos os níveis tem aumentado nos últimos anos, mesmo que lentamente. Mas, o fato de eles ocuparem um lugar de liderança ainda é um desafio”, analisa o sócio da KPMG e responsável pela pesquisa, Sebastian Soares.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/05/2019 0 Comentários 531 Visualizações
Business

Número de novas empresas sobe 17,2% no 1º trimestre de 2019, segundo Boa Vista

Por Gabrielle Pacheco 01/05/2019
Por Gabrielle Pacheco

O número de novas empresas cresceu 17,2% no 1º trimestre de 2019 em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo levantamento da Boa Vista, com abrangência nacional.

Comparando com o 4° trimestre de 2018, o avanço foi ainda maior, de 24,9%. No acumulado em quatro trimestres o indicador avançou 16,7%.

Na classificação por forma jurídica, a variação interanual mostrou crescimento nas aberturas para MEIs (23,4%) e queda nos demais tipos de empresas (-2,5%).

Já em termos de composição, as MEIs representaram 80,8% dos casos no trimestre. No ano anterior a participação dessas empresas era um pouco menor, de 76,9%.

Quando analisada a composição das novas empresas por setores, o levantamento mostrou que o setor de Serviços atingiu 61,6% de representatividade no trimestre, estando maior que os 57,6% observados no mesmo período 2018.

O Comércio teve queda na participação, chegando a 29,7%. Já a indústria avançou para 8,0% (+1,0 p.p.).

Ainda na comparação com o 1º trimestre de 2018, todas as regiões registraram aumento das aberturas em 2018. As Regiões Nordeste (18,5%) e Sudeste (18,2%) foram as que registraram maior crescimento, como pode ser visto no gráfico 4.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/05/2019 0 Comentários 530 Visualizações
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