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Variedades

Dia das Mães deverá movimentar R$ 238 milhões na economia de Porto Alegre, revela pesquisa

Por Gabrielle Pacheco 30/04/2019
Por Gabrielle Pacheco

Uma das datas mais movimentadas para o comércio está voltando a ganhar fôlego, graças à crescente intenção de compra dos consumidores que, este ano, deverão somar um público maior de clientes para as lojas no período que antecede o Dia das Mães.

De acordo com levantamento do Núcleo de Pesquisa do Sindilojas Porto Alegre, 91,8% das pessoas pretendem presentear alguém, o que totaliza 21,4 pontos percentuais a mais de consumidores que no ano passado.

A data deverá ser responsável pela injeção de cerca de R$ 238 milhões na economia da Capital. Em 2018, a expectativa de vendas no varejo porto-alegrense para o Dia das Mães ficou em R$ 174 milhões, variação de 31,8% considerando a inflação.

O estudo apontou ainda que o ticket médio para os presentes também deverá aumentar, ficando em torno de R$ 236, variação real de 31,3% comparado aos R$ 173 apontados em pesquisa no ano passado.

Produtos como roupas (30,3%), perfumes/cosméticos/itens de higiene (23,4%) e flores (19,3%) devem ser os mais procurados, somando uma média de 1,7 itens por consumidor.

Quanto aos locais escolhidos para a compra dos presentes as lojas de rua continuam na preferência, sendo mencionadas por 60,4% dos consumidores. Os shopping centers deverão ser a escolha de 38,3% das pessoas, e os que pretendem comprar pela internet somam 4,3% dos entrevistados.

Grande parte do movimento no comércio para a data deverá acontecer na semana anterior (51,9%) e na véspera (23,6%) do Dia das Mães.

Quando perguntados a respeito da forma de pagamento, a maioria (78,6%) dos consumidores respondeu que pretende pagar os presentes à vista. Dinheiro em espécie (61,5%), cartão de débito (16,7%) e cheque (0,4%) devem ser os meios de pagamento mais utilizados.

O dado corresponde a 19,3 pontos percentuais a mais do que as intenções de compras à vista do ano passado. Os que responderam que pretendem parcelar somam 22,5% esse ano, queda considerável em comparação aos 43,4% que escolheram essa forma de pagamento em pesquisa feita no ano passado.

O levantamento identificou também quem deverá receber presente neste Dia das Mães: na liderança permanecem as mães (66,7%), seguidas das esposas/companheiras (22,9%) e, curiosamente, das sogras (13,6%) que, desta vez, ultrapassam as filhas (12,3%) e as irmãs (8,2%) na intenção de pessoas presenteadas.

No ano passado, 8,1% dos entrevistados incluíram as sogras nessa lista, e 10,3% e 9,1% as filhas e irmãs, respectivamente. Quem deverá presentear a si mesmo corresponde a 5,6% dos respondentes. Foram utilizadas respostas múltiplas em todas as questões do estudo.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
30/04/2019 0 Comentários 467 Visualizações
Variedades

Brasileiros estão entre os que mais acreditam que o homem que fica em casa para cuidar dos filhos é “menos homem”

Por Gabrielle Pacheco 29/04/2019
Por Gabrielle Pacheco

Um estudo exclusivo da Ipsos, realizado em parceria com o Instituto Global para a Liderança Feminina do King’s College London, mostra a percepção da população de 27 países, incluindo o Brasil, sobre igualdade entre homens e mulheres no que se refere à responsabilidade de cuidar das crianças e do lar.

Globalmente, a maioria dos entrevistados (75%) discorda que “um homem que fica em casa para cuidar de sus filhos é ‘menos homem’”, com exceção da Coréia do Sul (19%).

Entre os demais países, a discordância sobre a afirmação varia bastante sendo que na Sérvia (92%), Holanda (90%) e Colômbia (87%) observam-se os maiores percentuais de discordância sobre a afirmação.

Mesmo sendo maioria, depois dos coreanos, os menores percentuais são verificados na Índia (55%), África do Sul (66%) e Brasil (66%).

Falando de Brasil e do outro lado da moeda, aproximadamente um quarto dos brasileiros (26%) acredita que “um homem que fica em casa para cuidar dos filhos é ‘menos homem’”, uma opinião não diferente entre homens e mulheres, mas que tem maiores percentuais entre pessoas que exercem cargos de decisão, liderança ou executivos seniors (35%) e chefes de família (30%).

“Apesar de a minoria dos brasileiros referir que um homem é “menos homem” por estar em casa e cuidar dos filhos, não dá para fechar os olhos e achar que isso reflete que estamos em uma época distinta do passado não distante, onde o papel do homem está atrelado ao mantenedor do lar”, afirma Rafael Lindemeyer, diretor de clientes na Ipsos.

Com relação ao dever das empresas e empregadores a oferecerem flexibilidade para equilibrar o cuidado com as crianças e a vida profissional, 73% do total dos pesquisados são a favor dessa iniciativa.

Novamente os sérvios tomam a dianteira, com 90% dos entrevistados que concordam com a afirmação, seguidos pelos chilenos (83%) e colombianos (81%).

Mais uma vez, para o Brasil, é importante olhar por dois espectros: 59% dos brasileiros concordam que a empresa/empregador deve flexibilizar e auxiliar no equilíbrio entre vida profissional do homem e o cuidar dos filhos, porém 31% dos brasileiros discordam que isso é importante, com índices maiores entre donos de negócio próprio (42%) e os mais jovens (36%).

“Os números de discordância sobre a necessidade de flexibilização das empresas sobre o auxílio aos homens para cuidar dos filhos são convergentes com o número de pessoas que acredita que um homem é menos “homem” quando está em casa cuidado do lar e dos filhos. A pesquisa mostra que esse equilíbrio parece não ser tão necessário de acordo com o estágio de vida, pois muitos ainda não sentiram na pele a necessidade de dividir o cuidado do filho ou porque isso interfere em uma dinâmica do negócio”, diz Lindemeyer.

O levantamento também identificou que a área a qual as pessoas mais acreditam que não está sendo feito o suficiente para alcançar direitos iguais entre homens e mulheres é o cuidado das crianças e do lar, conforme quase metade dos respondentes (48%).

Sérvia (73%), Espanha (63%) e Peru (60%) são os que mais acreditam que não está sendo suficiente o que está sendo feito para alcançar o direito de igualdade, já os italianos (15%), canadenses (37% e suecos (37%) estão entre os menores percentuais, seguidos pelos brasileiros (39%).

Quando perguntados se acreditavam que a discriminação contra mulheres que cuidam exclusivamente das crianças e do lar poderia terminar em 20 anos, os pesquisados ficaram divididos. Duas em cada cinco (39%) pessoas se mostraram confiantes nessa mudança. Aproximadamente a mesma proporção (42%) respondeu que não acredita.

Entre os países que acreditam que a discriminação terá terminado em vinte anos estão: Índia (59%), Malásia (55%) e Brasil (52%). Os menos confiantes são Hungria (24%), Rússia (23%) e Japão (14%). Entre os brasileiros os mais confiantes são os homens (55%), mais jovens (56%) quem ocupa cargo de decisão e liderança.

“A pesquisa propõe a reflexão sobre os direitos de homens e mulheres, para que o homem exerça um papel mais ativo no lar e com os filhos, permitindo que as mulheres atinjam os seus direitos. O caminho a percorrer ainda é longo, mas está na hora de os homens lutarem pelo direito das mulheres. É ótimo entender que ter direitos e deveres no lar e na partilha da paternidade e maternidade é um benefício para todos”, completa Lindemeyer.

O estudo foi realizado em 27 países, com 18.800 entrevistados, sendo 1.000 brasileiros, entre os dias 21 de dezembro de 2018 e 4 de janeiro de 2019. A margem de erro é de 3,1 p.p.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
29/04/2019 0 Comentários 621 Visualizações
Variedades

Pesquisa indica que Bolsa Atleta melhora indicadores sociais familiares e incentiva a permanência do beneficiário no esporte

Por Gabrielle Pacheco 12/04/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Bolsa Atleta é apontado pelos beneficiados como um programa que ajuda a melhorar a renda mensal. Uma política pública que permite ampliar o acesso do núcleo familiar à educação. Abre oportunidades de lazer, incentiva a persistência na vida esportiva, traz ganhos de moradia, aprimorando a qualidade de vida.

E, na soma dos fatores, o programa, que teve a recomposição orçamentária anunciada nesta quinta-feira, 11, cria condições potenciais para o atleta ampliar sua performance esportiva.

O conjunto dessas hipóteses aparece como resultado de uma pesquisa realizada para uma tese de doutorado prevista para ser defendida em dezembro de 2019 na Universidade Federal do Paraná (UFPR).

O estudo, conduzido pelo mestre em educação física Philipe Camargo (foto), integra o projeto Inteligência Esportiva, parceria do Ministério da Cidadania com a UFPR para desenvolvimento de estudos.

A sondagem entrevistou mais de três mil bolsistas, de todas as regiões brasileiras e de todas as categorias do programa.

Os números estão em fase final de tabulação e análise, mas já há achados importantes. Quase 80% dos entrevistados concordam com a afirmação de que o programa melhorou sua renda mensal. Outros 66,48% dão suporte à frase de que o Bolsa Atleta aprimorou a qualidade de vida.

Há outros 58,2% que endossam a sentença de que o programa ampliou o acesso dele e/ou de sua família à educação e 46,41% afirmam que o programa ampliou o acesso ao lazer.

Há, ainda, um grupo de 48% que concordaram com a tese de que o programa permitiu melhorar condições de moradia.

Além disso, quando perguntados se a melhoria desses indicadores sociais teria impacto em suas performances esportivas, 88% disseram que concordam integralmente (60%) ou parcialmente (28%).

“Temos um número relevante de atletas que dizem que o programa, ao ampliar a renda mensal, ajuda na saúde, na educação, nas condições de moradia. E, quando tudo isso melhora, isso faz com que cresça a chance de melhores resultados. Embora o benefício não permita a muitos ter exclusividade para treinar, ele pode ser útil para que o acesso a outras áreas sociais seja facilitado. Pode haver críticas ao programa, mas ele facilita o atleta a se manter no universo do esporte competitivo”, afirmou Camargo, de 31 anos.

Segundo o pesquisador, os valores mais baixos das bolsas iniciais (de base, estudantil e até nacional) não impactam necessariamente no desempenho esportivo, mas podem ser diferenciais em outros aspectos ligados à qualidade de vida. “E esse conjunto de variáveis facilita a vida do atleta”, disse.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/04/2019 0 Comentários 533 Visualizações
Business

Pesquisa do Sindilojas Porto Alegre revela hábitos dos lojistas nas redes sociais

Por Gabrielle Pacheco 03/04/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Núcleo de Pesquisa do Sindilojas Porto Alegre buscou entender como os lojistas da Capital enxergam e utilizam as redes sociais para as suas empresas.

No estudo, realizado em nove segmentos do comércio*, foi constatado que esses canais têm importância para 100% dos negócios de médio e grande porte, já para 32,3% das micro e pequenas empresas a presença nas redes é pouco ou nada relevante. As plataformas mais utilizadas pelas marcas são Facebook e Instagram.

Entre os motivos apontados por quem possui um perfil empresarial nas redes estão, principalmente:

  • A divulgação de conteúdos e outros materiais (91,4%);
  • A visibilidade nos canais online (48,1%);
  • A interação com o público (25,9%).

Os principais benefícios percebidos pelas marcas no uso das redes sociais são:

  • A divulgação da marca (84%);
  • O aumento de vendas e do número de clientes (60,5%);
  • Engajamento com o público (17,3%);
  • Aumento do tráfego no blog ou site da empresa (7,4%).

Por meio do estudo, foi possível compreender também que, embora a maioria dos lojistas defenda a importância das redes sociais para os negócios, extrair o máximo de benefícios desse meio ainda é um desafio no setor varejista. Para 50% dos entrevistados, ter tempo para administrar é a principal dificuldade encontrada.

Conseguir manter uma frequência de publicação é a frustração de 33% dos lojistas. Outras dificuldades relatadas foram: monitorar menções e comentários (17,3%), segmentar o perfil do público alvo da empresa (16,7%), aumentar o alcance da publicação (10%), manter o público engajado (7,4%) e resolver conflitos relacionados à marca (7,4%).

A falta de tempo (58%), de equipe para gerenciar os perfis (21%) e de conhecimento sobre redes sociais (32%) apareceram como os principais motivos das marcas que não estão nas redes sociais. Não considerar as plataformas importantes (10%) e não enxergar resultados (5,3%) também foram razões apontadas por esses lojistas.

A pesquisa identificou ainda que, mesmo que para muitos lojistas a presença da sua marca nas redes sociais seja importante, são poucas as empresas (24,1%) que investem na qualificação de profissionais com foco nesses canais.

*Segmentos participantes: vestuário, calçados, bazar e utensílios domésticos, eletrodomésticos e eletroeletrônicos, material de construção e ferragem, pet shop, acessórios, livraria e papelaria, móveis e decoração.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
03/04/2019 0 Comentários 427 Visualizações
Business

Pesquisa revela que 82% dos empresários consideram positivo o investimento em equidade de gênero

Por Gabrielle Pacheco 12/03/2019
Por Gabrielle Pacheco

Pesquisa realizada pela Sage com micro e pequenos empreendedores mostra um panorama sobre como essas empresas enxergam a presença das mulheres nos negócios.

O levantamento revela que 63% das empresas entrevistadas não possuem políticas para inserção de mulheres no seu quadro de colaboradores, ante 31% que responderam positivamente.

Já quando o assunto é divergência salarial entre os gêneros, 84% dos respondentes afirmam que não existe disparidade salarial, contra 16%. Para a parcela de respondentes que disse sim sobre a divergência salarial, 42% afirmam que a disparidade em suas empresas gira em torno de 10%, 13% dizem ser de 20%, já outros 29% afirmam ser de 30% e 11% dos questionados dizem ser mais de 50%.

Quando questionadas se empresas que investem em equidade de gênero conseguem alavancar seus negócios, 82% dos questionados dizem que sim, contra 18% dos respondentes que consideram que não. Entretanto, quando perguntadas sobre políticas para inserção de mulheres no corpo de colaboradores, 63% dos respondentes dizem não ter políticas, contra 37% que responderam positivamente.

“É muito interessante ver que a grande maioria dos entrevistados enxerga que a diversidade de gênero é importante para o crescimento dos negócios. E o fato de que mais de 35% delas possuírem políticas voltadas para contratação de mulheres em cargos majoritariamente ocupados por homens, também é surpreendente e aponta um cenário otimista, afinal a amostra analisou empresas micro e pequenas, que provavelmente não dispõem de recursos substanciais para esse tipo de programa. ”, afirma Adriana Maia, Diretora de Comunicação da Sage Brasil.

O levantamento foi realizado com representantes de empresas de diversos setores da economia como varejo e serviços. Um total de 191 empresas foram entrevistadas durante o mês de fevereiro de 2019.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
12/03/2019 0 Comentários 461 Visualizações
Variedades

Pesquisa gaúcha inédita revela dados sobre vazamento de conteúdo íntimo

Por Gabrielle Pacheco 27/02/2019
Por Gabrielle Pacheco

O compartilhamento de conteúdo íntimo tem se tornado bastante comum na rede, e às vezes acaba gerando exposições indesejáveis. O vazamento, que é considerado crime desde 2012, levou o Grupo de Estudos em Criminologias Contemporâneas (GECC) – coordenado pelo professor de Direito da Faculdade Estácio do Rio Grande do Sul Leandro Ayres França, a investigar a incidência.

O Projeto Vazou, finalizado em dezembro de 2018, recebeu 141 depoimentos anônimos, sendo 84% mulheres. A pesquisa identificou que, em média, as mulheres tinham 24 anos ao responderem a pesquisa, mas 19 anos quando o fato ocorreu. A maioria (81%) informou conhecer quem vazou os arquivos. Estes eram majoritariamente do gênero masculino (84%), com idade mediana de 23 anos à época da gravação. O estudo também indica que o meio de compartilhamento mais comum foi a plataforma Whatsapp (70%), seguida pelo Facebook (26%).

A maior parte das vítimas (82%) relataram ter tido algum tipo de relacionamento afetivo com a pessoa responsável pelo vazamento não consentido. Mais da metade (60%) sabia da gravação e a havia autorizado/fornecido e cerca de 44% acredita que o motivo do vazamento foi por “vingança”. Na maioria dos casos registrados em nossa pesquisa, não houve investigação policial (82%), nem processo judicial (86%).

Os efeitos mais recorrentes sobre as vítimas foram ansiedade (presente em 63% das respostas), isolamento do contato social (58%), depressão (56%), transtorno de estresse pós-traumático (33%), automutilação e pensamentos suicidas (32%), assédios em lugares públicos (27%), abandono de escola/curso/faculdade (16%), mudança de residência (11%), agressões (7%), perda do emprego (6%) e dificuldade para conseguir novo emprego (5%).

Ao concluir o projeto, o professor Leandro Ayres França, espera que o material possa servir ao bem social, e não só ter repercussão na academia, que possa ajudar à conscientização sobre o tema. “Esperamos que os dados e as reflexões do projeto se tornem referência para outras pesquisas, contribuam para colocar em pauta esse comportamento e suas consequências, e incentivem que vítimas e perpetradores reconheçam a violência da pornografia da vingança. Esperamos também que o nosso projeto tenha cumprido seu papel de denúncia e que ele tenha acalentado as dores das vítimas dessa violência, concedendo-lhes voz”, explica.

O estudo teve início em 2017 quando os participantes do grupo perceberam a necessidade de instigar reflexões sob o tema na sociedade, mas desde abril de 2018 vem sendo divulgada para que um maior número de pessoas possa participar de forma voluntária e anônima. A importância da pesquisa se dá considerando que pouco se conhece sobre os motivos e efeitos do vazamento íntimo que se alastra facilmente com o recurso da internet, além de apresentar dados como perfil dos agressores, estimativa de denúncias e reafirmar a urgência de políticas adequadas de prevenção.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
27/02/2019 0 Comentários 679 Visualizações
Variedades

Confira os resultados da 143ª Pesquisa CNT/MDA

Por Gabrielle Pacheco 26/02/2019
Por Gabrielle Pacheco

A 143ª Pesquisa CNT/MDA, realizada de 21 a 23/02 e divulgada pela CNT (Confederação Nacional do Transporte) hoje, 26, mostra a avaliação dos índices de popularidade do governo e pessoal do presidente Jair Bolsonaro.

Mede ainda a expectativa da população em relação ao emprego, à renda, à saúde, à educação e à segurança pública nesse início do novo mandato presidencial.

A pesquisa traz também o que a população pensa sobre os principais desafios do governo, sobre posse de arma, pacote anticrime, combate à corrupção, novos ministérios, entre outros temas políticos. Há ainda um bloco específico sobre tecnologia e inovação. Os entrevistados responderam, por exemplo, se acham que a tecnologia coloca o emprego deles em risco.

Foram ouvidas 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 Unidades Federativas, das cinco regiões. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais com 95% de nível de confiança.

Avaliação de governo

Governo federal: A avaliação do governo do presidente Jair Bolsonaro é positiva para 38,9% dos entrevistados, contra 19,0% de avaliação negativa. Para 29,0%, a avaliação é regular e 13,1% não souberam opinar. A aprovação do desempenho pessoal do presidente atinge 57,5% contra 28,2% de desaprovação, além de 14,3% que não souberam opinar.

Governo estadual: 7,1% avaliam o governador de seu Estado como ótimo. 29,7% como bom; 32,7% como regular; 8,5% como ruim e 10,4% como péssimo.

Governo municipal: 7,4% avaliam o prefeito de sua cidade como ótimo. 24,8% como bom; 29,2% como regular; 13,5% como ruim e 21,5% como péssimo.

Confira todos os resultados da pesquisa aqui.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
26/02/2019 0 Comentários 582 Visualizações
Variedades

Estudo inédito mostra que doença do coração pode ser identificada por exame de sangue

Por Gabrielle Pacheco 11/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

De forma simples, barata e com resultados rápidos, os exames de sangue conseguem identificar uma série de alterações no funcionamento do nosso corpo que podem interferir na saúde. É possível, por exemplo, medir o colesterol, identificar a falta de vitamina D, analisar o funcionamento dos rins. Mas imagine só se a análise em laboratório de alguns mililitros de sangue fosse capaz de identificar bem precocemente placas de gordura e cálcio das artérias do coração?

Um estudo liderado pelo cardiologista da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, Eduardo Pesaro, com 170 pacientes mostrou que duas proteínas encontradas no sangue podem ser capazes de identificar ainda em fase inicial este tipo de lesão arterial, prevenindo assim doenças como o infarto do miocárdio com boa antecedência. Dessa forma, no futuro, o diagnóstico poderá ser feito por testes sanguíneos.

Polícia e bandido
A pesquisa foi dividida em duas partes e analisou oito proteínas ligadas à inflamação sanguínea e calcificação das artérias – mecanismos ligados ao entupimento das coronárias. Na primeira delas, foram verificados resultados de exames de 100 pacientes com calcificação coronária e comparados com um grupo controle (pacientes saudáveis) com o objetivo de descobrir quais proteínas apareceriam em níveis elevados. Neste primeiro grupo, o estudo mostrou que o aumento das proteínas MGP e RANKL no sangue indicam o risco até três vezes maior de doença coronária. A RANKL é uma das proteínas responsáveis pela calcificação das artérias. Já a MGP atua na remediação da quantidade de cálcio nas artérias.

“Para ficar simples de entender: é como bandido e polícia onde a RANKL é o bandido e a MGP atua como polícia em ralação à calcificação vascular. Se a polícia aparece é porque há algo de errado nas coronárias. Não deveria haver cálcio nos vasos”, explica Pesaro.

Infarto do miocárdio
A outra parte da pesquisa analisou exames de sangue de 40 pacientes que tiveram infarto agudo do miocárdio. “Para este caso, a pergunta feita no estudo foi se o aumento da inflamação sanguínea causada pelo infarto está relacionado à elevação de algum biomarcador de calcificação. E a resposta, após análises de todos os exames de sangue, foi sim”, diz Pesaro. O estudo comparou amostras de sangue de pacientes que sofreram infarto recolhidas no terceiro dia pós evento e 60 dias depois e verificou aumento de 23% na MGP nos exames realizados dois meses depois. “Isso mostra que após um episódio inflamatório severo, há elevação dessa proteína na tentativa de o organismo reduzir as consequências de calcificação do vaso após o infarto”, afirma o cardiologista do Einstein

Atualmente existem apenas duas formas de identificação das placas de gordura e cálcio nas veias. A mais comum delas é o teste ergométrico. Também conhecido como teste de esforço físico, ele identifica a obstrução das coronárias, arritmia, falta de ar ou cansaço. “O problema é que ele não consegue identificar placas na fase inicial, mas sim a partir de 70%, 80% de entupimento e acaba não sendo um exame suficientemente preventivo”, explica Pesaro.

Outros procedimentos
A outra forma diagnosticar a doença na artéria é a tomografia de coronárias. “Este é um exame moderno que consegue identificar bem no início as placas. Mas ele é caro e tem radiação”, completa.

O estudo foi publicado em setembro de 2018 na revista científica Plos One. “É uma pesquisa que dá subsídio para testes em uma escala maior e, futuramente aplicação”. Estamos no caminho certo para um check-up do coração mais barato e que consiga prevenir com boa antecedência a aterosclerose”, diz o cardiologista do Einstein.

Sobre a Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein
É uma sociedade civil sem fins lucrativos. Tem mais de 60 anos de história e atua nas áreas de assistência à saúde, educação e ensino, pesquisa e inovação e responsabilidade social. Conta com 13,2 mil colaboradores, 9,4 mil médicos e está sediada em São Paulo. O Einstein possui o Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social (CEBAS) e é qualificada como Organização Social da Saúde para atuar na prestação de serviços no Sistema Único de Saúde (SUS).

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
11/01/2019 0 Comentários 744 Visualizações
Variedades

Professores da Feevale pesquisam tratamento de água e efluentes

Por Gabrielle Pacheco 08/01/2019
Por Gabrielle Pacheco

Duas pesquisas desenvolvidas por professores do Programa de Pós-Graduação em Tecnologia de Materiais e Processos Industriais da Universidade Feevale apresentam resultados que impactam positivamente o manejo de água e de efluentes urbanos e industriais.

O projeto liderado pelo professor Marco Antônio Siqueira Rodrigues, Recuperação de Água de Efluentes Utilizando Processos de Membranas, contribui com a Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan) na investigação e na apropriação dos processos de separação por membranas no tratamento de água para abastecimento público, bem como no tratamento de esgotos e efluentes industriais. A importância dessa pesquisa se amplia porque cada vez mais se constata a presença de poluentes emergentes na água potável. Isso decorre, sobretudo, a partir da contaminação dos mananciais pelo lançamento de esgoto e de efluentes industriais.

O tratamento mais usual de água para abastecimento da população é do tipo tradicional, com etapas de coagulação, floculação, decantação, filtração, desinfecção e fluoretação, mas ele é insuficiente. Diante desse cenário, é imprescindível o desenvolvimento de novas tecnologias direcionadas ao tratamento complementar de águas para abastecimento público e de efluentes urbanos e industriais, em razão da necessidade de se remover compostos remanescentes do tratamento convencional.

Outro projeto da Feevale, Desenvolvimento de Membranas Poliméricas para Eletrodiálise, coordenado pelo professor Fabrício Celso, parte da escassez de água potável no Brasil, situação que vem aumentando consideravelmente, conforme a edição de 2017 do Relatório de Conjuntura dos Recursos Hídricos no Brasil, da Agência Nacional de Águas (ANA). Para proporcionar o uso racional da água, diversas tecnologias avançadas estão em estudo e desenvolvimento, entre elas a eletrodiálise, empregada no tratamento de água e de efluentes industriais. Esse processo é eficiente principalmente para remoção dos metais pesados presentes no estado líquido.

O trabalho de Celso tem o objetivo de desenvolver materiais que possam ser usados para fabricação de membranas para uso em eletrodiálise. Já foram elaboradas no laboratório membranas que apresentam desempenho 40% superior em comparação a outros produtos comercialmente disponíveis.

Doutorado

As duas pesquisas são desenvolvidas no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Tecnologia de Materiais e Processos Industriais, que está com inscrições abertas até 11 de fevereiro para o processo seletivo da primeira turma do doutorado profissional. Este curso, nessa modalidade, é inédito no Rio Grande do Sul.

O objetivo do PPG é produzir pesquisas avançadas na área de materiais e processos, formando doutores que, mediante o conhecimento científico, busquem soluções para demandas associadas ao desenvolvimento industrial. Assim, busca a qualificação de processos, a melhoria dos materiais já existentes, bem como o desenvolvimento de novos materiais e processos que impulsionem o desenvolvimento regional. Com área de concentração em Desenvolvimento Tecnológico em Materiais, são duas as linhas de pesquisa: Desenvolvimento e caracterização de materiais e Otimização de processos industriais.

Mais informações no site www.feevale.br/materiais.

Foto:

08/01/2019 0 Comentários 476 Visualizações
Projetos especiais

Estudantes de Educação Básica mostram seus projetos na Feira de Iniciação à Pesquisa da Feevale

Por Gabrielle Pacheco 06/11/2018
Por Gabrielle Pacheco

Entre hoje e sábado, 10, alunos de Educação Básica da Escola de Educação Básica Feevale – Escola de Aplicação e de outras escolas de Novo Hamburgo e região metropolitana apresentarão resultados de pesquisas científicas desenvolvidas em sala de aula. A Feira de Iniciação à Pesquisa, que integra o programa Inovamundi da Universidade Feevale, ocorre na Rua Coberta do Câmpus II da Instituição, das 9h às 11h30min. O intuito é estimular, nos alunos das escolas de educação básica e tecnológica de Novo Hamburgo e municípios vizinhos, a vivência e a troca de conhecimentos científicos na Educação Básica e Profissionalizante. Neste ano, a FIP conta com cerca de 200 trabalhos produzidos por alunos da Escola de Aplicação Feevale e cerca de 100 desenvolvidos por estudantes de outras escolas, a maioria da rede pública, um recorde entre todas as edições.

A FIP foi contemplada pelo edital CNPq/MCTIC – Seped nº 14/2018 e, por isso, integra a 15ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). Nesta edição, os trabalhos inscritos submetidos à FIP deveriam ter a temática de um dos dezessete Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), presentes na Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU): 1. Erradicação da Pobreza; 2. Fome Zero e Agricultura Sustentável; 3. Saúde e Bem-Estar; 4. Educação de Qualidade; 5. Igualdade de Gênero; 6. Água Limpa e Saneamento; 7. Energias Renováveis; 8. Trabalho Decente e crescimento econômico; 9. Indústria, Inovação e Infraestrutura; 10. Redução das Desigualdades; 11. Cidades e Comunidades Sustentáveis; 12. Consumo e Produção Responsáveis; 13. Ação Contra a Mudança Global do Clima; 14. Vida na Água; 15. Vida Terrestre; 16. Paz, Justiça e Instituições Eficazes; 17. Parcerias pelas metas.

Hoje, apresentarão alunos das Etapas Finais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio da Escola Feevale e estudantes de escolas externas. Na segunda etapa de apresentações, durante o Feevale Portas Abertas 2018, sábado, será a vez de alunos da Educação Infantil e Etapas Iniciais do Ensino Fundamental da Escola Feevale mostrarem seus trabalhos.

As sessões de apresentação serão gratuitas e abertas à comunidade. Além disso, serão realizadas, em parceria com o Instituto Politécnico de Leiria (IPL), de Portugal, três oficinas sobre adaptação de brinquedos para crianças com deficiência, no contexto da realização da campanha Mil Brinquedos Mil Sorrisos. Essas oficinas acontecerão na Universidade Feevale, estando abertas aos alunos da Escola. A ação consiste na arrecadação de brinquedos com um sistema eletrônico simples, que, depois de adaptados, serão doados a crianças com deficiência.

O Inovamundi apresenta os resultados dos conhecimentos científicos, tecnológicos e extensionistas de acadêmicos de educação básica, graduação e pós-graduação. Organizado pela Pró-reitoria de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão (Proppex), o evento busca estimular a produção, a divulgação e a discussão dos trabalhos realizados por estudantes da Feevale e de outras instituições de ensino no Brasil e no exterior. As atividades tiveram início dia 22 de outubro.

O programa é composto por quatro grandes eventos: Feira de Iniciação à Pesquisa (FIP), que promove e fortalece a divulgação e a discussão da produção da pesquisa na Educação Básica; Feira de Iniciação Científica (FIC), que fortalece a investigação científica e a aplicabilidade de seus resultados; Salão de Extensão (SE), momento de divulgação de resultados e ações decorrentes das práticas extensionistas, ou seja, em projetos sociais; e Seminário de Pós-graduação (SPG), atividade de estímulo à produção e à socialização do conhecimento entre estudantes e professores de pós-graduação.

Ao todo, foram aprovados mais de 1.400 trabalhos nestes quatro eventos. Mais informações podem ser obtidas no site www.feevale.br/inovamundi.

Foto: Divulgação | Fonte: Imprensa Feevale
06/11/2018 0 Comentários 545 Visualizações
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