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Variedades

Setor hoteleiro pretende criar mais empregos neste semestre

Por Gabrielle Pacheco 29/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

O recorte regional da Sondagem Empresarial do Setor Hoteleiro no Brasil, realizada pelo Ministério do Turismo, aponta que as cinco regiões estão otimistas em relação a criação de emprego para o próximo semestre. Segundo os dados, o Norte lidera entre os empreendedores que pretendem contratar mais funcionários (35,1%), seguido do Centro-Oeste (28,1%), Sul (22,2%), Sudeste (21,7%) e Nordeste (19%)

Os dados de julho de 2019 revelam que houve aumento da perspectiva dos empresários das cinco regiões em comparação com a apuração feita para o segundo semestre do ano passado. A intenção de gerar mais empregos no setor hoteleiro cresceu 130,9% na região Norte, 48,6% no Centro-Oeste, 41,4% no Sul, 20,5% no Sudeste e 0,6% no Nordeste.

Em relação à intenção de investir no setor de hotelaria nos próximos seis meses, a pesquisa mostra que a região Norte e a Centro-Oeste são as mais confiantes: 79,8% dos donos de hotéis das duas regiões afirmaram que pretendem investir em seus negócios. Na região Sul, 71,2% responderam positivamente, no Nordeste 70,1% e, no Sudeste, 55,7%.

A diretora geral do Hotel Sonata, em Fortaleza (CE), Ivana Bezerra, declara que o turismo vive um momento de expansão, o que possibilita planejar novos investimentos.

“Pretendemos investir mais de R$2 milhões de reais em nosso empreendimento para atender a grande demanda que atinge a nossa região, principalmente relacionado ao turismo de negócio”, ressalta.

A pesquisa faz parte da segunda etapa da Sondagem Empresarial do Setor Hoteleiro no Brasil, promovida pela Subsecretaria de Inovação de Gestão do Conhecimento do MTur, por meio de questionário eletrônico. São consultadas empresas de hospedagem de todos os portes, entre hotéis, pousadas, resorts e acampamentos turísticos.

Ao todo, 1.173 empresários do setor hoteleiro, de todas as Unidades Federativas do Brasil, responderam às perguntas em todo o mês de julho de 2019. A pesquisa teve apoio das secretarias e órgãos estaduais de Turismo e entidades representativas do ramo hoteleiro.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
29/09/2019 0 Comentários 502 Visualizações
Business

Startup catarinense firma parceria com Petrobras

Por Gabrielle Pacheco 27/09/2019
Por Gabrielle Pacheco

Desde o dia 26 de junho, está em vigência um contrato de dois anos do Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes) com a startup catarinense LTrace, desenvolvedora de soluções geofísicas para inversão sísmica conjunta. A parceria para projeto de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) é inédita no Brasil, e visa a implementar técnicas de machine learning no processo de análise e microtomografia de rochas na área do pré-sal brasileiro.

De acordo com normas da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), empresas com grandes campos de petróleo têm como obrigação aplicar anualmente 1% de investimento em pesquisa, dos quais 10% devem ser destinados a empresas brasileiras. Esse valor tem como finalidade o custeio para execução do projeto e não prevê lucro. Com o orçamento, a LTrace irá contratar cinco novos colaboradores para apoiar no desenvolvimento do projeto, totalizando uma equipe de oito profissionais altamente qualificados.

O projeto

Fernando Bordignon, cofundador da LTrace, explica que o objetivo do projeto é levar o desenvolvimento realizado na academia para a indústria. “Nós iniciamos nossas pesquisas sobre o tema na universidade, e desenvolvemos muitos projetos por lá. O objetivo desta parceria com a Petrobras é levar esse conhecimento para a indústria”, pontua Fernando.

“Por meio de recursos de machine learning, vamos conectar micro propriedades de rochas com as propriedades gerais do reservatório de petróleo. Em geral, essas amostras são muito pequenas e existe uma grande dificuldade de isolá-las e conectá-las com o restante. Por meio da tecnologia, faremos uma análise da composição das rochas onde fica o óleo, nos reservatórios, para conectar os dados sísmicos de grandes dimensões do campo com micro amostras de rochas”, explica.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/09/2019 0 Comentários 500 Visualizações
Cidades

Pesquisa da Feevale avalia desemprego no Vale do Sinos

Por Gabrielle Pacheco 27/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Brasil tem registrado altos índices de desemprego. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no trimestre encerrado em janeiro deste ano, o desemprego atingiu 12,7 milhões de pessoas.

Com o intuito de identificar as representações sociais construídas e vivenciadas entre sujeitos desempregados em nosso entorno, a Universidade Feevale realiza o projeto de pesquisa Representações sociais e sentidos do trabalho: Análise do percurso do desemprego de um grupo de trabalhadores da região do Vale dos Sinos – RS.

Sob coordenação da professora Sueli Cabral, a pesquisa, que entrevistou 231 pessoas de ambos os sexos (sendo 46% homens e 54% mulheres), foi dividida em três etapas:

Desemprego: um estudo na região do Vale dos Sinos – RS, que buscou identificar e construir um perfil dos desempregados da região;

As representações sociais, que realizará entrevistas narrativas com grupos de pessoas desempregadas;

Percurso do desemprego no Vale dos Sinos, em que será desenvolvido um documentário, que servirá como instrumento de intervenção social, com o intuito de atribuir visibilidade e contribuir com o debate público.

Os participantes do projeto já identificaram que o tempo médio de busca por trabalho é de onze meses e que 46,2% dos homens e 49,6% das mulheres têm preferência por procurar empregos por meio de redes sociais, ou seja, 48,05% do total dos entrevistados.

Além disso, 56,8% dos entrevistados contou que a qualidade de vida ficou ruim com o desemprego e que a maioria dos entrevistados está entre os 17 e 29 anos. De acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT) o índice brasileiro de desemprego é duas vezes superior à média mundial, de cerca de 5% em 2019.

Sueli explica que tais dados refletem os obstáculos dos entrevistados se reinserirem no mercado de trabalho e que eles não se restringem a aspectos econômicos.

“Os dados apontam que, de fato, o desemprego afeta vida humana, inclusive sua saúde (física e mental) e, portanto, sua qualidade de vida”, diz.

A pesquisa está na segunda etapa de estudos e precisa de voluntários. Os interessados devem entrar em contato pelo e-mail [email protected].

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
27/08/2019 0 Comentários 570 Visualizações
Cidades

Iniciação científica incentiva novos saberes na Faccat

Por Gabrielle Pacheco 06/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

Incentivar o interesse pela investigação científica em diversas as áreas do conhecimento, além de ajudar no desenvolvimento de novos saberes é uma das finalidades das ações da Mostra de Iniciação Científica, que ocorrerá nas Faculdades Integradas de Taquara (Faccat) em outubro.

Este ano, integrando a XVII Mostra de Iniciação Científica e o IX Salão de Extensão, Pós-Graduação e Pesquisa, cujo tema está voltado para o “Desenvolvimento Sustentável”, acontecerá também a primeira edição da Feira Científica da Educação Infantil e do Ensino Fundamental e a II Mostra Científica Júnior.

“Oferecermos um ambiente adequado, para que os alunos possam apresentar seus trabalhos de pesquisa e interagir com pesquisadores de diversas áreas do conhecimento. Acreditamos estar fomentando o espírito crítico e reflexivo desses participantes, promovendo, portanto, o intercâmbio de conhecimento e de experiências”, avalia o vice-diretor de Pesquisa e Pós-Graduação, o professor doutor Roberto Morais. O evento científico será de 1º a 5 de outubro na Faccat. A promoção é a da Vice-Direção de Pesquisa e Pós-Graduação.

XVII Mostra de Iniciação Cientifica IX e Salão de Extensão, Pesquisa e Pós-Graduação

De 1º a 5 de outubro, as Faculdades Integradas de Taquara (Faccat) serão o palco dos jovens pesquisadores, que apresentarão suas descobertas por meio de apresentações orais e exposição de pôsteres. Interessados em participar têm até o dia 26 de agosto para a submissão dos trabalhos. E as inscrições dos trabalhos aprovados ocorrem de 17 a 30 de setembro.

Entre os objetivos das ações estão o de incentivar a pesquisa como uma atividade básica para a graduação e pós-graduação, além de estimular a participação de estudantes à atividade de investigação e desenvolver seu interesse pela busca da explicação científica.

Foto: Claucia Ferreira/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/08/2019 0 Comentários 761 Visualizações
Variedades

Vencedora do Prêmio Killing de Tecnologia é premiada na China

Por Gabrielle Pacheco 01/08/2019
Por Gabrielle Pacheco

A Killing, uma das dez maiores fabricantes de tintas do Brasil também é referência pela responsabilidade social. É neste contexto que a empresa busca incentivar o desenvolvimento humano e científico, com iniciativas como o Prêmio Killing de Tecnologia que compõe o mix de troféus da Mostratec – Mostra Internacional de Ciência e Tecnologia, feira tecnológica promovida pela Fundação Liberato, localizada em Novo Hamburgo/RS, assim como a sede da Killing.

A iniciativa da Killing já rendeu muitos frutos, entre eles um projeto desenvolvido pela estudante de química Giovana Berti Mantovani, de 18 anos, que venceu o Prêmio Killing de Tecnologia. A conquista do troféu foi o passaporte direto para uma viagem à China patrocinada pela Killing, onde a pesquisadora conquistou o bronze na categoria projetos internacionais entre 92 projetos de várias partes do mundo, na 34ª China Adolescents Science & Tecnology Innovation Contest (Castic 2019).

“Para a Liberato esse tipo de iniciativa é fundamental para o desenvolvimento da pesquisa. Graças ao prêmio Killing, a Mostratec é um passaporte para a maior feira de ciência da China. Através disso, podemos conhecer novas tecnologias e estar inseridos num mercado que é uma das maiores economias e centros de conhecimento e tecnologia do mundo”, ressalta Luis Eduardo Selbach, Assessor de Comunicação e Membro da Comissão Central da Mostratec.

Única representante do Brasil na mostra, Giovana apresentou um estudo que investigou o detergente acabi para o tratamento do câncer.

“Prêmios como esse ampliam os horizontes de uma pessoa, principalmente, para os jovens. Foi uma experiência sensacional. Poder conhecer estudantes de outros países é fundamental para o nosso crescimento tanto na pesquisa quanto como pessoa. A China tem uma cultura inspiradora e é muito desenvolvida tecnologicamente”, destaca Giovana, que descobriu em suas pesquisas que este derivado do breu branco, resina extraída do pinheiro, pode minimizar os danos da quimioterapia em células sadias, uma vez que ele tem preferência por atacar células tumorais.

“Iniciativas como esta fazem parte da missão da Killing, que ao financiar viagens como esta, coloca em destaque os pesquisadores brasileiros e oportuniza que a ciência brasileira alcance novos patamares em nível mundial, trazendo soluções que vão beneficiar a todos, como é o caso do projeto de Giovana que pode tornar o tratamento da quimioterapia muito mais eficaz”, enfatiza Milton Killing, diretor-presidente da Killing.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/08/2019 0 Comentários 623 Visualizações
Cultura

Pesquisadores brasileiros e americanos estudam Machado de Assis

Por Gabrielle Pacheco 29/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

Pesquisadores de cinco universidades brasileiras e de duas instituições norte-americanas, com expressiva produção intelectual sobre a obra de Machado de Assis, integram o grupo de pesquisa Ficção de Machado de Assis: Sistema Poético e Contexto, sediado na Universidade Feevale, em Novo Hamburgo.

Cadastrado no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o grupo conta com a participação de pesquisadores da Universidade Feevale, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), da Universidade Federal Fluminense (UFF), da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e da Universidade Federal do Ceará (UFC). Também colaboram pesquisadores da Purdue University e da Yale University, dos Estados Unidos.

O grupo de pesquisa é liderado pela professora Juracy Assmann Saraiva, doutora em Linguística e Letras e coordenadora do mestrado em Letras da Universidade Feevale, e pela professora Regina Zilberman, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

“Os estudos dos componentes do grupo aprofundam a compreensão das obras machadianas, esclarecem suas relações com o contexto sociocultural e delineiam o posicionamento estético do escritor. Além disso, a partir de novos enfoques, possibilitam uma renovação conceitual e metodológica sobre a obra de Machado de Assis e sobre o ensino da literatura”, afirma Juracy.

Os pesquisadores do grupo, reconhecidos por seu mérito científico, têm uma produção expressiva sobre a obra de Machado de Assis, com vários livros publicados e artigos divulgados em periódicos nacionais e estrangeiros. O grupo conta com duas linhas de pesquisa.

Uma delas é Circulação literária de Machado de Assis, que trata de vínculos entre o escritor e o público leitor do Rio de Janeiro, no século XIX e na primeira década do século XX. Também visualiza a possível convergência entre os projetos editoriais de periódicos em que Machado de Assis publicou textos e a composição de suas obras e o projeto literário que se desenha nas relações entre o escritor e a editora Garnier, a partir da análise de fontes primárias.

Já os estudos da linha de pesquisa Processo criativo: relações com o contexto de produção e recepção visam relacionar o processo criativo de Machado de Assis com o sistema da literatura, com outras manifestações artísticas e com o contexto histórico da produção e da recepção de suas obras ficcionais. Nessa perspectiva, são investigados aspectos composicionais de narrativas e a instalação de significados metafóricos e alegóricos que, frequentemente, tematizam eventos históricos.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
29/07/2019 0 Comentários 567 Visualizações
Saúde

Obesidade voltou a crescer entre os brasileiros

Por Gabrielle Pacheco 27/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

A obesidade voltou a crescer entre os brasileiros, com aumento de 67% nos últimos treze anos. Essa frequência saiu de 11% em 2006 para 19% em 2018. O crescimento da obesidade foi verificado maior entre os adultos de 25 a 44 anos. Além disso, foi observado que o excesso de peso também subiu. Mais de 55% do país tem excesso de peso, o que significa mais da metade da população.

Esses dados foram apresentados pelo Ministério da Saúde nesta quinta-feira (25) com a divulgação da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), de 2018. A pesquisa é realizada por telefone com maiores de 18 anos, em todas as capitais do país, sobre diversos assuntos relacionados à saúde. Assim, é possível ter uma estimativa da realidade brasileira, como afirma o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Wanderson Kleber.

“Os hábitos alimentares vem melhorando em um patamar mais baixo do que foi a obesidade e o excesso de peso. A gente tem observado um aumento nestas duas categorias. Lembrando que é um inquérito telefônico, é um dado referido, então as pessoas estão refletindo uma realidade da família, daquela localidade”.

A pesquisa aponta que o excesso de peso está mais ligado aos homens, enquanto as mulheres apresentam um número de obesidade maior. Para avaliar a obesidade e o excesso de peso, a pesquisa leva em consideração o Índice de Massa Corporal (IMC). Por meio dele, é possível classificar se uma pessoa está um pouco ou muito acima do peso recomendado para a altura, bem como saber de complicações metabólicas e outros riscos para a saúde.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
27/07/2019 0 Comentários 661 Visualizações
Saúde

IBGE realiza a Pesquisa Nacional de Saúde

Por Gabrielle Pacheco 22/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

A partir de agosto deste ano, pesquisadores do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), terão a missão de levantar dados sobre as condições de vida e de saúde da população brasileira.

Essa é a Pesquisa Nacional de Saúde, que vai ajudar o Ministério da Saúde com informações que colaborem no aperfeiçoamento e formulação de políticas públicas eficientes. É o que explica a coordenadora Geral de Vigilância de Doenças e Agravos não Transmissíveis do Ministério da Saúde, Luciana Sardinha.

“O objetivo da pesquisa é produzir dados para todo o território nacional sobre as condições de vida e de saúde de toda a população. E isso vai ajudar a fazer todas as políticas na área de saúde e os programas para população, para agirmos nas áreas de atenção à saúde, principalmente, em programas como o tabagismo, a estratégia saúde da família, Farmácia Popular e tantos outros programas que a gente tem dentro do Ministério da Saúde”.

As visitas dos pesquisadores do IBGE vão percorrer todo o país e entrevistar mais de 108 mil residências em mais de três mil municípios, pelas regiões urbanas e rurais.

“Eles estarão uniformizados com colete e crachá de identificação do IBGE. Por isso, é importante a população colaborar”, afirma Luciana Sardinha.

“Os entrevistadores têm uma conduta de abordagem nos domicílios. E a população pode nos ajudar muito recebendo essas pessoas e informando com a maior veracidade as informações que serão solicitadas. Isso vai nos ajudar muito com esses resultados para depois trazer as melhores políticas e programas para atender a população”.

A Pesquisa Nacional de Saúde é realizada a cada cinco anos pelo Ministério da Saúde em parceria com o IBGE, e os resultados deste levantamento devem ficar prontos em 2020.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
22/07/2019 0 Comentários 582 Visualizações
Cidades

Pesquisadora da Feevale é vencedora do 2019 Travel Awards

Por Gabrielle Pacheco 19/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

No mês de junho, a professora e pesquisadora da Universidade Feevale, Andréia Henzel, foi escolhida, pelo Comitê Regional das Américas (ARC), do International Council for Laboratory Animal Science (ICLAS), como vencedora do 2019 Travel Awards.

O título concedido pelo comitê patrocinará a viagem dela para Denver, no estado do Colorado, nos Estados Unidos, bem como sua participação na 70ª Reunião Nacional da Associação Americana para Ciência de Animais de Laboratório (AALAS), entre 13 e 17 de outubro. O escopo do evento será One Health – Connections Between Animal, Human and Environmental Health – ou seja, a relação entre animais, humanos e meio ambiente no campo da saúde.

A professora foi escolhida por seu potencial para fazer contribuições significativas para o ensino, a pesquisa e outros aspectos da ciência de animais de laboratório na Feevale e no país após seu retorno.

A participação de Andréia, que é membro do grupo de pesquisa em Virologia e em Virologia Ambiental, é relevante para a Comissão de Ética no Uso de Animais da Feevale – Ceua, e se deu por meio da Federação das Sociedades Sul-Americanas de Ciência Animal de Laboratório.

Além disso, o prêmio carrega consigo a importância da recém-criada Comissão Interna de Biossegurança (CIBio) para a Inovação em Biotério de Experimentação Feevale (Ibex Feevale), do Mestrado Acadêmico em Toxicologia e Análises Toxicológicas, bem como para o Mestrado Acadêmico em Virologia (ambos da Universidade Feevale).

Para a pesquisadora, a oportunidade de participar de um evento internacional dessa magnitude e com o enfoque Connections Between Animal, Human and Environmental Health, além de qualificar as comissões Ceua, CIBio e as pesquisas realizadas no biotério, proporcionará uma difusão do conhecimento para os mestrados em Virologia e Toxicologia e para o Programa de Pós-graduação em Qualidade Ambiental.

Além disso, serão beneficiados os cursos de graduação da área da Saúde: Ciências Biológicas, Biomedicina, Farmácia, Enfermagem, Medicina Veterinária e Odontologia”, afirma. Após o evento, no dia 17 de outubro, Andréia poderá conhecer o biotério da Universidade do Colorado.

Foto: Nadine Funck/Divulgação | Fonte: Assessoria
19/07/2019 0 Comentários 638 Visualizações
Cultura

Gosto musical depende da estrutura do cérebro

Por Gabrielle Pacheco 17/07/2019
Por Gabrielle Pacheco

A música esteve e está presente em nosso dia a dia desde sempre. Seja para contar histórias, transmitir sentimentos ou apenas para tornar o ambiente mais confortável, a música estimula diferentes sentidos do corpo humano.

Cientistas da Universidade de Barcelona e do Instituto de Pesquisa Biomédica de Bellvitge divulgaram recentemente um estudo no Jornal da Neurociência que mostra como a música sensibiliza pessoas de maneiras diferentes e o porquê.

De acordo com a pesquisa, a diferença está na estrutura do cérebro. Pessoas que possuem mais ou menos substância branca, um conjunto de células que protege os neurônios, teriam maior ou menor afinidade com certos estilos musicais. A descoberta pode ajudar a entender e tratar doenças ligadas a determinados tipos de vícios e anedonia – a incapacidade de sentir prazer com atividades agradáveis.

Diversos estudos científicos mostram que o treinamento musical pode melhorar habilidades cognitivas, de linguagem e de aprendizado. Uma pesquisa do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), realizada em 2018, descobriu que aulas de piano, por exemplo, ampliam a capacidade dos alunos da Educação Infantil em diferenciar palavras e consequentemente melhora a aprendizagem da leitura.

Na opinião da professora de música da Educação Infantil do Colégio Marista Maringá, a música, desde sua forma mais simplificada, sempre envolveu os sentimentos humanos. “O impacto sensorial que a música exerce sobre o corpo e o poder dos diferentes ritmos estimula as habilidades motoras e percepções de tempo e espaço”. Além disso, aprender um instrumento pode contribuir para o aprendizado de outras disciplinas.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
17/07/2019 0 Comentários 809 Visualizações
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