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pesquisa

Saúde

Ministério da Saúde realiza pesquisa telefônica

Por Gabrielle Pacheco 10/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Ministério da Saúde iniciou nesta semana a Pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico, mais conhecida como Vigitel. Em 2020, a projeção é ouvir aproximadamente 27 mil pessoas somente no primeiro semestre. O levantamento, realizado nas 27 capitais do país, mapeia as ocorrências de doenças crônicas não transmissíveis como diabetes, cânceres, obesidade, doenças respiratórias e relacionadas ao coração, que são as principais causas de mortes no país.

Brasileiros com mais de 18 anos podem receber uma ligação de um pesquisador do Ministério da Saúde e serem convidados a responder um questionário que dura cerca de 10 minutos. As ligações serão feitas das nove horas da manhã às nove horas da noite, do horário de Brasília, de segunda a sexta-feira, e das 10 horas da manhã às quatro horas da tarde aos sábados, domingos e feriados.

Vale ressaltar que a participação na pesquisa é voluntária e não será perguntado nenhum dado relacionado a documentos pessoais, como CPF, RG ou mesmo dados bancários. As únicas informações pessoais que serão solicitadas será a idade, o sexo, a escolaridade, o estado civil e raça ou cor.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/01/2020 0 Comentários 528 Visualizações
Business

Nubank é o banco mais recomendado pelos brasileiros

Por Gabrielle Pacheco 13/12/2019
Por Gabrielle Pacheco

Estudo da empresa de pequisa e consultoria CVA Solutions aponta que o Nubank é hoje o banco mais recomendado do Brasil. Com 83,5%, o índice NRS – do inglês, Net Recommendation Score – faz da fintech a instituição do sistema financeiro que os brasileiros mais recomendam a amigos e familiares. O cartão de crédito da fintech também foi o mais recomendado, com uma taxa de indicação de 88,6%. É a primeira vez que os bancos digitais são avaliados pela pesquisa.

O nível de excelência no relacionamento com o cliente pode estar entre os principais motivos da indicação. A pesquisa da CVA mostrou que os canais de atendimento do Nubank são os mais bem-avaliados e apresentam nota superior a do mercado, com destaque para o “atendimento via telefone” (17% acima do mercado) e “serviços via internet pelo celular (12%) e computador (11%)”. Quando analisado agilidade, praticidade e cordialidade dos atendentes de telefone, a nota do Nubank é a mesma do segmento de alta renda das instituições tradicionais e muito superior à apresentada no setor de varejo.

A pesquisa ainda apontou que o Nubank é a instituição com melhor valor percebido pelos brasileiros. O cálculo considerou a relação custo-benefício da fintech, que foi pioneira no país ao lançar um cartão de crédito sem anuidade e disseminar uma cultura de custos competitivos e sem cobrança de tarifas abusivas. O Nubank é hoje maior banco digital do mundo e principal fintech da América Latina com mais de 15 milhões de clientes presentes em 100% dos municípios brasileiros.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
13/12/2019 0 Comentários 578 Visualizações
Cultura

Economia criativa emprega mais do que setores tradicionais no RS

Por Gabrielle Pacheco 11/12/2019
Por Gabrielle Pacheco

Responsáveis por 4,1% da força de trabalho no Rio Grande do Sul, setores vinculados à cultura, criatividade, conhecimento e inovação geram mais empregos do que segmentos tradicionais da economia gaúcha. Pesquisa inédita sobre o universo de profissionais que atuam diretamente na chamada economia criativa mostra que são mais de 130 mil os empregos formais neste segmento. O contingente é superior, por exemplo, aos postos de trabalho na indústria calçadista ou setor automobilístico, e se aproxima de áreas com alto poder de geração de vagas, como a construção civil.

Atualmente, o RS registra mais de 48 mil microempreendedores individuais que atuam em segmentos como publicidade, artes visuais, ensino da cultura, design e moda entre outras. Esses são alguns aspectos do estudo divulgado nesta terça-feira (10), a partir de parceria entre a Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag) e a Secretaria da Cultura (Sedac) que buscou compreender características e potencialidades deste segmento no Estado e situá-lo no contexto do mercado nacional. A divulgação de indicadores é um dos eixos do RS Criativo, programa coordenado pela Sedac para potencializar a economia criativa.

“Dessa maneira, temos melhores condições de estimular novos investimentos e estruturar projetos que possam disseminar as diferentes cadeias produtivas deste setor, assim como orientar cursos de capacitação e abrir novos mercados”, disse a secretária da Cultura, Beatriz Araujo. Elaborado por pesquisadores do Departamento de Economia e Estatística (DEE/Seplag), o estudo foi apresentado na Casa de Cultura Mario Quintana, no Centro Histórico de Porto Alegre.
Secretário adjunto de Gestão da Seplag, Marcelo Alves destacou a importância de reunir dados estatísticos para orientar as políticas públicas.

“Dessa maneira, temos melhores condições de estimular novos investimentos e estruturar projetos que possam disseminar as diferentes cadeias produtivas deste setor.”

“O sucesso de qualquer iniciativa, independentemente da área, está atrelado às informações que dispomos na hora da tomada da decisão e no monitoramento dos resultados. Na economia criativa, o desafio é ainda maior, e sua potencialidade é inegável”, disse Alves. Um dos responsáveis pelo trabalho, o pesquisador Tarso Núñez disse que o conceito de economia criativa é relativamente novo, por isso ainda há dúvidas sobre as atividades que integram o segmento. “Incluem-se na economia criativa aqueles setores nos quais a criação de valor tem como base dimensões imateriais”, descreveu.

Para apurar os indicadores de emprego no período entre 2006 e 2017, o pesquisador valeu-se da análise dos vínculos de emprego na base de dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do cadastro de empresas no IBGE e do Portal do Empreendedor do Ministério da Economia. “Importante observar que assim é possível identificar apenas uma parcela da totalidade de empreendimentos e trabalhadores desses setores. Particularmente nas atividades relacionadas com a cultura (música, artes plásticas, teatro e dança), existe um alto índice de informalidade, que implica uma dificuldade adicional”, advertiu Núñez.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/12/2019 0 Comentários 728 Visualizações
Saúde

Expectativa de vida no Brasil sobre para 76,3 anos

Por Gabrielle Pacheco 02/12/2019
Por Gabrielle Pacheco

A expectativa de vida ao nascer no Brasil subiu para 76,3 anos em 2018, segundo informou nesta quinta-feira (28) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE. O resultado é baseado em informações sobre a média de idade em que as pessoas morreram no ano anterior no país. Para os brasileiros que nasceram em 1940, por exemplo, a expectativa de vida era apenas de 45 anos e meio. Ou seja, quase 31 anos a menos do que agora. De acordo com o pesquisador do IBGE Márcio Minamiguchi, uma série de fatores contribuiu para que esse período aumentasse tanto de lá para cá.

“O Brasil é outro de 1940 em relação à atualidade. Era um país majoritariamente rural, com a população ainda, na maior parte, analfabeta, com pouco acesso tanto a medicamentos quanto ao acesso à saúde, de modo geral. O maior conhecimento a respeito de saúde e doença contribuiu bastante para que os níveis de mortalidade diminuíssem”, conta.

“O maior conhecimento a respeito de saúde e doença contribuiu bastante para que os níveis de mortalidade diminuíssem.”

O levantamento mostra, ainda, que, para ambos os sexos a maior expectativa de vida ao nascer foi observada em Santa Catarina: 79,7 anos. Outros estados com valores elevados, acima dos 78 anos, são o Espírito Santo, São Paulo, Distrito Federal e Rio Grande do Sul. No outro extremo está o Maranhão, com a expectativa um pouco acima de 71 anos, e o Piauí, em 71,4 anos. Ou seja, uma criança nascida no estado maranhense, conforme a taxa de mortalidade observada em 2018, viveria, em média, 8,6 anos a menos que uma criança nascida em Santa Catarina.

A pesquisa revela que as taxas no Brasil melhoraram gradativamente, mas ainda estão longe das registradas nos países mais desenvolvidos, mesmo nos estados do Espírito Santo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo, com índices abaixo de 10 por mil. Japão e Finlândia, por exemplo, tem taxas abaixo de 2 por mil.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
02/12/2019 0 Comentários 496 Visualizações
Saúde

Pesquisa aponta as principais causas da não vacinação

Por Gabrielle Pacheco 13/11/2019
Por Gabrielle Pacheco

Uma pesquisa encomendada pela Secretaria da Saúde (SES) aponta que o descaso e a desinformação de pais ou responsáveis por crianças de até seis anos são as principais causas da não vacinação no Rio Grande do Sul. A coleta de dados ocorreu entre 19 e 30 de setembro em 13 municípios gaúchos, onde foram entrevistadas 1.371 pessoas cujos filhos tinham, ao menos, uma dose do calendário básico em atraso. Os resultados foram divulgados nesta terça-feira (12) pela secretária Arita Bergmann, durante coletiva de imprensa, e servirão para balizar ações da pasta ainda neste ano.

“Pretendemos criar mecanismos para que as pessoas possam tirar dúvidas e vamos apoiar os municípios de forma mais objetiva e presente, mobilizando a força de trabalho nas unidades básicas de saúde, inclusive os agentes comunitários”, disse a secretária.

No levantamento, 59% das pessoas apontaram motivos pessoais para a não vacinação, como esquecimento, medo de efeitos colaterais e falta de tempo, revelando descaso ou mesmo desinformação. Questões da saúde da criança, como contraindicação médica e alergia ao ovo, somaram 31% dos motivos citados. Problemas nas unidades básicas de saúde, como horário de atendimento, localização do posto ou falta de vacina, também foram citados por 30% das pessoas.

Mesmo que por algum motivo não tenham vacinado as crianças, mais de 96% disseram acreditar na imunização e a consideram importante. Apenas 4% responderam não acreditar na eficácia das doses. A influência das notícias falsas também foi analisada e 31% disseram já ter lido ou ouvido informações antivacina na internet. Porém, mais de 84% desses afirmaram não ter acreditado nos relatos e notícias, mostrando confiança na vacinação.

Realizada pelo Instituto Amostra, a pesquisa teve as coletas das entrevistas tanto nas áreas centrais como nos bairros mais afastados. Foram selecionadas 13 cidades que tiveram, em 2018, baixos índices de vacinação, que cobrissem todas as regiões do Estado e com diferentes tamanhos populacionais. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. Em relação ao perfil dos entrevistados, 90,3% foram mulheres, 64,9% têm até 24 anos e 87,8% têm ensino fundamental ou médio.

Estudo vai balizar ações da SES

Os dados serão utilizados para futuras intervenções, com o objetivo de melhorar as coberturas vacinais. Algumas das ações a serem realizadas pela SES:

  • Direcionar as campanhas para alertar sobre os riscos da não vacinação e importância das vacinações em massa para a erradicação de doenças;
  • Investir em mecanismos para tirar dúvidas da população, com uso de canais como a Ouvidoria, sites de redes sociais e aplicativos de troca de mensagens;
  • Parceria com municípios, por intermédio do Cosems e Famurs, para implementar ações conjuntas com clubes de serviço, conselhos municipais de saúde, secretarias municipais e gestores públicos;
  • Fazer uma busca ativa junto aos pais ou responsáveis por crianças para ampliar a cobertura vacinal usando escolas, creches e até informações dos postos de saúde;
  • Capacitar os servidores de saúde dos municípios;
  • Manutenção do curso Qualificação em imunizações, realizado na Escola de Saúde Pública;
  • Premiar os municípios que registrarem os melhores indicadores de cobertura vacinal;
    Vacinas em atraso

Em 90% dos casos, os entrevistados apontaram uma das cinco vacinas abaixo como em falta na caderneta das crianças (poderia ser respondida mais de uma vacina):

  • Gripe (influenza, 1 dose dos 6 meses a menores de 6 anos) – 38,1%
  • Febre amarela (aos 9 meses) – 18,5%
  • Varicela (4 anos) – 12,3%
  • Sarampo, caxumba, rubéola e varicela ou catapora (tetraviral aos 15 meses) – 11,2%
  • Sarampo, caxumba e rubéola (tríplice viral aos 12 meses) – 8,9%

Motivos de não vacinar

As motivações e escolhas pessoais foram apontadas por 59% das pessoas como as causas, sendo que era possível escolher mais de uma justificativa. Nesse grupo, a principal razão foi o esquecimento (17,9%), seguida pelo medo a possíveis eventos adversos da vacina (11,4%) e falta de tempo (11,2%). Foi constatado que os jovens deixam de vacinar seus filhos com mais frequência por não terem convivido com certas doenças comuns em outras épocas e que desapareceram por algum tempo, mas que hoje retornam com força. O sarampo é um exemplo.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
13/11/2019 0 Comentários 546 Visualizações
Cidades

Metade dos municípios gaúchos tem gestão fiscal boa ou excelente

Por Gabrielle Pacheco 06/11/2019
Por Gabrielle Pacheco

No Rio Grande do Sul, 48,7% dos municípios possuem gestão fiscal boa ou excelente. Em situação difícil e crítica estão 51,3%. Do total de cidades analisadas no país, apenas 26,1% têm gestão boa ou excelente e 73,9% possuem situação difícil ou crítica. No cenário crítico, se enquadram 12,1% dos municípios gaúchos e mais de 40% do total brasileiro, o que demonstra posição favorável do Rio Grande do Sul no cenário nacional.

Os dados são do Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF), elaborado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), com base em dados fiscais oficiais de 2018. Foram avaliadas no estudo as contas de 5.337 municípios brasileiros, que declararam as informações até a data limite prevista em lei e estavam com os dados consistentes. Neles, vive 97,8% da população. No estado do Rio Grande do Sul, das 497 cidades foram analisadas 495, onde vivem 11,3 milhões de pessoas.

O índice varia de 0 a 1 ponto, sendo que quanto mais próximo de 1 melhor a situação fiscal do município. Com o objetivo de apresentar os principais desafios para a gestão municipal, são abordados os indicadores de Autonomia, Gastos com Pessoal, Liquidez e Investimentos. O novo indicador de Autonomia verifica a relação entre as receitas oriundas da atividade econômica do município e os custos para manutenção da estrutura administrativa.

De acordo com os quatro indicadores, cada cidade é classificada nos conceitos de Gestão de Excelência, com resultados superiores a 0,8 ponto; Boa Gestão, entre 0,8 e 0,6 ponto; Gestão em Dificuldade, entre 0,6 e 0,4 ponto; ou Gestão Crítica, inferiores a 0,4 ponto.  A média geral dos municípios do Rio Grande do Sul é de 0,5899 ponto, 29% superior à nota brasileira (0,4555 ponto).

As cidades gaúchas se sobressaem pela maior média do país no IFGF Gastos com Pessoal (0,6748 ponto), consideravelmente maior que a nacional (0,4305 ponto). O Rio Grande do Sul é o estado brasileiro com mais notas máximas nesse indicador, tanto em número absoluto (101) quanto proporcionalmente ao total analisado (20,4%). Com orçamentos pouco enrijecidos pelas despesas com pessoal, houve maior facilidade para um planejamento orçamentário eficiente.

Na média, o IFGF Liquidez das prefeituras gaúchas é de 0,6420, 20,8% acima do nacional. Apesar disso, 38 municípios do estado terminaram o ano de 2018 com mais restos a pagar do que recursos em caixa. O IFGF Autonomia é o terceiro melhor avaliado, também com nota média superior à nacional – 0,5785 ponto contra 0,3855 ponto. Ainda assim, 47,3% das cidades estão em situação crítica ou em dificuldade nesse indicador.

Com o pior desempenho, está o indicador de Investimentos, com 0,4642 ponto. No país, a média é de 0,4747 ponto. As cidades gaúchas destinaram em 2018, em média, 4,8% do seu orçamento para os investimentos, percentual inferior à média brasileira (5,1%).  Na média geral, as cinco cidades mais bem avaliadas no Rio Grande do Sul são Alpestre (0,9561 ponto), Tupandi (0,9463 ponto), Westfália (0,9413 ponto), Poço das Antas (0,9396 ponto) e Feliz (0,9013 ponto).

As cinco menores pontuações são de Vicente Dutra (0,2148 ponto), Pinheiro Machado (0,2093 ponto), Maquiné (0,1965 ponto), Cidreira (0,1481 ponto) e Barra do Quaraí (0,0871 ponto). Porto Alegre registra 0,6034 ponto. O estudo mostra que o nível crítico de investimentos limita a situação fiscal da capital.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
06/11/2019 0 Comentários 549 Visualizações
Cidades

Pesquisa identifica marcas mais lembradas de Novo Hamburgo

Por Gabrielle Pacheco 04/11/2019
Por Gabrielle Pacheco

Numa iniciativa da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Novo Hamburgo, ocorrerá, no município, mais uma edição do Top of Mind – Marcas de Marcam. O objetivo é identificar quais são as marcas mais lembradas de Novo Hamburgo, em 50 diferentes segmentos. A pesquisa, que será realizada pela Universidade Feevale, por meio da Diretoria de Inovação, terá início na próxima terça-feira, dia 5.

O Núcleo de Serviços Especializados da Instituição fará a coleta dos dados em horário comercial e em pontos de fluxo dos bairros Rio Branco, Canudos, Ideal, Centro, Primavera, Hamburgo Velho e Vila Nova. A equipe estará identificada com crachá e camiseta da Feevale. A pesquisa de mercado é uma das ferramentas mais eficazes na busca de informações, no que tange os mais variados aspectos internos e externos que impactam uma organização. O objetivo é levantar informações sobre os hábitos de consumo potencial, o perfil do consumidor e a opinião do público em relação a determinados assuntos.

Por meio da pesquisa, é possível obter dados norteadores no processo de tomada de decisão, aumentando a probabilidade de sucesso da empresa. O Núcleo de Serviços Especializados da Universidade Feevale é responsável pela elaboração de estudos mercadológicos, visando atender às demandas de empresas públicas ou privadas. Para buscar informações qualificadas e estratégicas, são utilizadas ferramentas tecnológicas e metodologias atualizadas.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
04/11/2019 0 Comentários 483 Visualizações
Business

Pesquisas apontam diferentes realidades no meio rural brasileiro

Por Gabrielle Pacheco 03/11/2019
Por Gabrielle Pacheco

Enquanto os dados do último Censo Agropecuário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram índices desfavoráveis a respeito do uso de agrotóxicos sem orientação técnica entre os pequenos produtores rurais brasileiros, no setor do tabaco a realidade é outra.

Pesquisa de 2016, do Centro de Estudos e Pesquisas em Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Cepa/UFRGS) apontou índices que chegam a 85% dos produtores de tabaco com treinamento sobre a NR 31 (Norma Regulamentadora relacionada à saúde e segurança nas atividades ligadas à agricultura).

Além disso, 97,7% dos produtores pesquisados declararam que recebem orientação técnica permanente para o uso consciente de agroquímicos. Os índices gerais apresentados recentemente pelo IBGE, com base no censo de 2017, mostram que 1,6 milhões de estabelecimentos agropecuários utilizam agrotóxicos no Brasil e 16% desses são de produtores rurais analfabetos, sendo que 89% desses agricultores não receberam orientação técnica para a aplicação do produto na produção.

Outros dados mostram que, dos produtores rurais alfabetizados que usavam agrotóxicos, 70% tinham apenas ensino fundamental e que, desses, apenas 31% declarou ter recebido orientação técnica. Porém, a realidade no setor do tabaco é contrastante, pois a orientação técnica oferecida por meio do Sistema Integrado de Produção (SIPT) atinge todos os produtores integrados e tem real compromisso com a saúde e segurança dos trabalhadores e com o meio ambiente.

Isso fica evidente na pesquisa realizada em 2016 pela UFRGS: 75,5% dos produtores de tabaco informaram ter feito algum curso de capacitação nos dez anos anteriores e, entre os cursos realizados, o mais lembrado foi a NR 31, citada por 85,1% dos pesquisados. Cabe ressaltar, ainda, que o tabaco está entre as culturas comerciais agrícolas que menos utiliza agrotóxicos, de acordo com três diferentes pesquisas.

Nível educacional

A pesquisa realizada pela UFRGS mostrou também que 45% dos produtores de tabaco da Região Sul têm mais de 8 anos de estudo, sendo que, dentre esses, 14% têm mais de 11 anos de escolaridade, o que corresponde ao ensino médio completo e até cursos superiores, completos ou incompletos.

Além dos cursos da NR 31, 45% dos produtores pesquisados já fizeram cursos de manejo correto do solo, quase 50% já fizeram algum curso sobre organização ou gestão de propriedades rurais e quase 98% se disseram bem informados sobre as técnicas de colheita segura do tabaco.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
03/11/2019 0 Comentários 499 Visualizações
Variedades

Brasil é o segundo país que mais usa redes sociais

Por Gabrielle Pacheco 16/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

O Brasil é o segundo colocado entre os países que mais usam as mídias sociais, perdendo apenas para Filipinas. A conclusão é de uma pesquisa recente da empresa GlobalWebIndex, que analisou os 45 maiores mercados do mundo.

Para se ter uma ideia da relevância atual das mídias sociais no Brasil, os Estados Unidos, maior economia global e onde estão as sedes de algumas das maiores empresas da área – como Facebook e Google -, aparece em 25º na lista do GlobalWebIndex.

Os brasileiros chegaram à segunda colocação com uma média de 225 minutos navegando nas redes sociais por dia, em 2019 – são 3 horas e 45 minutos diariamente. Nos Estados Unidos, essa média é de 117 minutos – 2 horas e 3 minutos por dia. A GlobalWebIndex também revela que o tempo médio mundial nas redes sociais cresceu 60% em sete anos, indo de 90 minutos em 2012 para 143 minutos neste ano.

“Hoje, todas as operadoras oferecem WhatsApp, YouTube de graça, sem que o consumo seja descontado do plano de dados. Todo mundo tem acesso à internet”, ressalta o consultor.

“É fundamental, para qualquer empresa, investir em marketing digital”.

Mas é preciso saber onde se está pisando. Inagaki afirma que ter objetivos em mente é fundamental. “Não adianta ter um perfil oficial na rede social se eu não tiver plena noção dos objetivos que quero alcançar e, a partir disso, construir conteúdos que tenham relevância e façam sentido dentro daquela rede social que a empresa quer atuar”.

De acordo com Inagaki , dados recentes do Interactive Advertising Bureau (IAB) mostram que 130 milhões de pessoas têm alguma rede social no Brasil. Ainda segundo o IAB, R$ 18 bilhões de reais foram investidos em publicidade na internet no ano passado.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
16/10/2019 0 Comentários 574 Visualizações
Business

Consumidores consideram importante a educação financeira para crianças

Por Gabrielle Pacheco 10/10/2019
Por Gabrielle Pacheco

84% dos consumidores acreditam ser muito importante que crianças e adolescentes tenham orientações relacionadas à Educação Financeira, segundo pesquisa realizada pela Boa Vista, sobre a intenção de compra para o Dia das Crianças. Outros 15% dos entrevistados consideram estas orientações importantes, e 1% nada importante. O levantamento foi feito entre os últimos meses de agosto e setembro, com cerca de 600 consumidores, em todo o país.

Questionados sobre qual método utilizam na orientação financeira dos filhos ou de crianças próximas, 69% dos entrevistados indicam que optam pela conversa em família (explicando o que é, como se ganha e para que serve o dinheiro). Já outros 28% o fazem estimulando a criança a economizar a mesada. Por fim, 3% afirmam que a escola onde a criança estuda tem esse tipo de orientação.

Mesada

30% dos consumidores afirmam dar mesada aos filhos ou outras crianças, um aumento de 3 pontos percentuais (p.p.) em relação a 2018. Dentre eles, 84% dão para os filhos e outros 16% para sobrinhos, afilhados, netos e outras crianças. O gráfico abaixo ilustra esses dados.

Ainda dentro dos 30% dos consumidores que dão mesada, 52% o fazem para estimular a educação financeira da criança. Outros 31% dão a mesada para prover recursos para a alimentação da criança, ao passo que 16% dão o valor como forma de recompensa pelo comportamento. 1% dos consumidores afirmam que dão a mesada por outro motivo não especificado.

93% dos consumidores que dão mesada usam o dinheiro em espécie, 4% o cartão pré-pago e 3% o cartão de crédito adicional. Dentre os 7% que utilizam o cartão, 60% o fazem por acreditar que se trata de uma boa ferramenta para a organização das despesas e 40% para controlar melhor os gastos dos filhos.

Hábitos de poupar para os filhos

O número de consumidores que afirmam ter o hábito de poupar para os filhos cresceu 8p.p. em relação a 2018, passando de 51% no ano passado para 59% em 2019. Entre os consumidores que poupam, 52% utilizam a poupança, 15% a previdência privada, 9% fundos, ações ou CDB (Certificado de Depósito Bancário), 5% os títulos de capitalização e 19% outros tipos de investimento.

Valor e finalidade da poupança

Dentre os 59% dos consumidores que poupam para os filhos, 39% afirmam poupar até R$ 50 por mês, enquanto 61% poupam a partir de R$ 51 todos os meses. Ainda dentre o total de entrevistados que poupam para as crianças, 61% afirmam fazer a poupança pensando nos estudos dos filhos. Para outros 16%, a finalidade de poupar é a casa própria, enquanto para 7% é o tratamento médico. Por fim, 16% poupam com outras finalidades, como aposentadoria, emergências e independência financeira, por exemplo.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
10/10/2019 0 Comentários 516 Visualizações
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