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Variedades

Grupo de pesquisa da Unisc avalia o comportamento de frequentadores de academia durante a quarentena

Por Gabrielle Pacheco 27/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

O grupo de pesquisa do Laboratório de Nutrição Experimental da Unisc, do curso de Nutrição e do Programa de Pós-graduação em Promoção da Saúde – Mestrado e Doutorado (PPGPS), está avaliando o impacto no estilo de vida dos frequentadores de academia devido à quarentena provocada pela pandemia do coronavírus.

Por meio de um questionário online a pesquisa pretende verificar como a população que praticava academia antes da pandemia tem adaptado seu estilo de vida durante o isolamento social. O questionário também aborda dados sobre o estilo de vida, hábitos alimentares e prática de exercício físico, bem como indicadores de saúde mental, qualidade do sono, tempo de tela e microbiota intestinal durante esse período.

De acordo com os integrantes do grupo de pesquisa, a colaboração da comunidade neste momento é de grande importância, pois alguns estudos já vêm mostrando altos níveis de ansiedade, sobrepeso e estresse devido à pandemia. Mais informações podem ser obtidas pelo Facebook Nutrição Experimental ou pelo Instagram @laboratório_nut_experimental.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/04/2020 0 Comentários 479 Visualizações
Saúde

Esteio terá pesquisa inédita sobre coronavírus

Por Gabrielle Pacheco 20/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Prefeitura de Esteio está realizando, junto a quatro universidades gaúchas, um estudo inédito sobre a presença do coronavírus no Município. Intitulado “Perfil epidemiológico, genômico e clínico do vírus Sars-CoV2 causador de Covid-19”, o levantamento inova ao realizar um amplo estudo epidemiológico, detalhado em 12 objetivos específicos, capaz de estimar a prevalência da infecção, acompanhar a evolução da doença, avaliar padrões moleculares virais por meio de sequenciamento genético e indicar evidências e estratégias para o fim do distanciamento social.

A produção de pesquisas científicas é uma das principais ferramentas para entender o novo coronavírus e buscar meios para reduzir a disseminação da doença e soluções para enfrentá-la. O Conselho Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) analisa a pesquisa em Brasília, por sua relevância.

A Prefeitura de Esteio deve destinar quase R$ 400 mil para o estudo, valores que serão utilizados para a aquisição de 2 mil testes rápidos e moleculares, kits de proteção individual e remuneração da equipe responsável pela coleta. A análise será desenvolvida por pesquisadores da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), da Unisinos e da Universidade Feevale.

A proposta é realizar a testagem da população esteiense, junto à aplicação de um questionário, como forma de mapear e acompanhar o comportamento da população em relação à Covid-19 e reportar o que aconteceu com os participantes do levantamento que testaram positivo para a doença. A previsão é que o trabalho de campo inicie em maio.

A pesquisa também prevê o sequenciamento genético (análise da composição do vírus) das amostras positivas. Isso auxiliará a identificar padrões da doença, informações que serão comparadas com as disponíveis em bancos de dados públicos, no Brasil e no exterior, de pacientes com coronavírus e de casos registrados em outros surtos de síndromes respiratórias recentes (como a H1N1). A intenção é descrever a evolução do vírus, identificando suas eventuais mutações, as mudanças em sua capacidade de transmissão e a variação das manifestações clínicas apresentadas. Os resultados poderão ajudar no desenvolvimento de ações de controle ao coronavírus e também na criação de soluções para futuros casos ou surtos.

“O sequenciamento vai permitir entender as composições molecular e genética do vírus e, por meio da comparação com informações já disponíveis de outros estudos, verificar seu perfil e suas possíveis mutações”, destaca a coordenadora da pesquisa, Prof. Dra. Claudia Thompson, docente do Programa de Pós-Gradução em Ciências da Saúde da UFCSPA.

Conforme o projeto da pesquisa, o levantamento de dados deve ter duração de dois meses, com realização de coletas pelos profissionais da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) a cada 15 dias. A estimativa é abranger uma amostra com cerca de 2 mil participantes. “Como o teste será a domicílio, vamos necessitar a colaboração da população em receber as equipes da pesquisa. A ideia é aplicar o questionário a todos os moradores da residência, possibilitando à pessoa saber se está com o vírus ou não e também colaborando com a coletividade a partir dos resultados do teste, que poderão ser usados como base para a tomada de decisões pelos gestores públicos, por exemplo”, afirmou Claudia.

A Prefeitura também dará acesso aos pesquisadores aos relatórios de exames moleculares coletados pelo Município, com uma estimativa de 3 mil pessoas testadas, bem como ao prontuário eletrônico de pacientes que apresentarem resultado positivo para Covid-19 (desde que a pessoa autorize o uso das informações). A intenção é disponibilizar os resultados do estudo para a comunidade em geral em um painel visual online (dashboard). Outro recurso eletrônico que permanecerá como legado para a Administração Municipal é o aplicativo a ser criado para aplicação do questionário, que reunirá as informações para a Prefeitura em um banco de dados, podendo ser utilizado em outros levantamentos.

“O estudo trará contribuições à saúde e à gestão pública de curto prazo, ajudando governos e a sociedade a agir neste momento de pandemia, mas também subsidiará o estabelecimento de estratégias e ações de médio a longo prazo, pela profundidade com que a pesquisa se propõe a analisar o vírus e os pacientes por ele afetados”, ressalta o prefeito Leonardo Pascoal. “O conhecimento sobre a doença auxiliará a Administração Municipal na definição de medidas de prevenção e enfrentamento ao coronavírus incluindo, por exemplo, o grau de flexibilização das atividades econômicas e em que medida a circulação de pessoas deve ser restringida”, conclui o chefe do Executivo esteiense.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/04/2020 0 Comentários 429 Visualizações
Business

Lojistas estimam cerca de 11 meses para a recuperação dos negócios, aponta pesquisa do Sindilojas

Por Gabrielle Pacheco 16/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

Um levantamento feito pelo Núcleo de Pesquisa do Sindilojas Porto Alegre indicou que 64% dos negócios do comércio, em especial pequenas e médias empresas, estão inativos durante a pandemia ocasionada pelo coronavírus. Ainda que de portas fechadas, as lojas que mantiveram suas operações por canais digitais foram a minoria, 36%. Perguntados sobre quanto tempo acham que deve levar para seus negócios se recuperarem, a resposta média ficou em onze meses, dado preocupante para o setor, que deverá ter perdas significativas durante o ano de 2020 em função do atual momento.

Dos lojistas que continuaram suas atividades durante a crise, o WhatsApp foi apontado como canal principal para as vendas em comparação com as redes sociais, com 59,8% de uso para 40,2%. Outra informação importante observada na pesquisa é sobre a baixa presença do comércio da capital gaúcha no e-commerce: apenas 30,5% já realizavam vendas por este canal antes da pandemia. Ainda que em um período de impossibilidade das atividades físicas, 62,2% das lojas não buscaram essa alternativa (e-commerce) para continuar com suas operações.

Entre as ações adotadas pelos lojistas que permanecem ativos em meio à crise, estão (respostas múltiplas):

  • Vendas online (10,9%)
  • Marketing digital (5,5%)
  • Delivery/tele-entrega (4%)
  • Contato com clientes (2,2%)
  • Redução de custos (2%)
  • Home office (1,7%)
  • Negociando despesas (1%)
  • Atendimento com hora marcada/horário diferenciado (1%)
  • Novos produtos/oportunidades (0,7%)
  • Pacotes antecipados (0,5%)
  • Entrega gratuita (0,5%)
  • Outros (3,2%)

Desde a publicação dos primeiros decretos com restrições ao funcionamento do comércio na Capital, o Sindilojas Porto Alegre participa de diálogos, junto aos governantes do Estado e do município e aos lojistas, sobre os impactos reais das medidas para os negócios. “Estamos em contato constante com os empresários para entender como podemos ajudá-los a ultrapassar essa crise. Nossas ações buscam alternativas para reduzir os prejuízos e para termos condições de retomar nossas atividades assim que possível, pensando na saúde das pessoas e dos negócios”, comentou Paulo Kruse, presidente do Sindilojas Porto Alegre.

Questões trabalhistas

A respeito das opções existentes para as relações entre empregador e empregado, o levantamento apontou que 35,5% dos lojistas deram férias coletivas para seus funcionários e que 25,8% aplicaram demissões. Já 41,9% dos entrevistados ainda não haviam tomado nenhuma dessas duas decisões até o término da aplicação da pesquisa, em 14 de abril.

Quanto às medidas de redução da jornada de trabalho e suspensão temporária de contratos, esta última foi a que obteve mais ações até o momento, representando 42,3% das respostas. Lojistas que afirmaram ter realizado a redução da jornada de trabalho somaram 27,8% dos respondentes. Outros 34,4% não utilizaram de nenhuma dessas medidas. Ambas as perguntas sobre questões trabalhistas permitiam respostas múltiplas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/04/2020 0 Comentários 539 Visualizações
Variedades

Universitários desenvolvem primeiro veículo híbrido rural do Brasil

Por Gabrielle Pacheco 03/03/2020
Por Gabrielle Pacheco

A autonomia energética de propriedades distantes de centros urbanos, como grandes fazendas, é a preocupação de um projeto desenvolvido na Universidade Feevale, em Novo Hamburgo. Em parceria com a empresa gaúcha Agrovec, o grupo de pesquisa Energias Renováveis e Eficiência Energética, vinculado ao Programa de Pós-graduação em Tecnologia de Materiais e Processos Industriais, realiza a pesquisa Desenvolvimento de um veículo elétrico híbrido – solar e biomassa.

Coordenado pelo pesquisador Moisés de Mattos Dias, o estudo visa desenvolver uma carreta agrícola híbrida: o veículo, anteriormente movido a gasolina, passará a contar com um motor elétrico, um módulo solar flexível e um gerador a biocombustível.

Uma equipe multidisciplinar e formada por acadêmicos da Feevale vem trabalhando no desenvolvimento do motor elétrico do veículo, além de toda a sua parte elétrica-eletrônica, como o desenvolvimento de conversores e inversores, carregadores de baterias e um controle a partir de microprocessadores. A ideia é que, em maio, essa etapa seja concluída e o carro possa retornar à Agrovec para as montagens finais.

“Este protótipo ainda não poderá ser comercializado, pois servirá para estudo dos mais diversos.”

Baterias que podem ser alimentadas de três formas

O motor padrão, movido a gasolina, está sendo substituído por um Motor Elétrico Síncrono de 9kW, com rotor construído a partir de processos de Metalurgia do Pó, em que blocos maciços de ferro foram compactados e sintetizados. O motor elétrico será alimentado por um conjunto de baterias, que poderão ser carregadas por meio de energia fotovoltaica, fazendo uso de uma película solar flexível de 100W fixada no topo do veículo; pelo gerador a combustão de 5kW acoplado na traseira do veículo. O gerador foi modificado para trabalhar com fontes renováveis, como biometano e biodiesel, por convencionalmente funcionar, apenas, com diesel comum; este conjunto também poderá ser carregado, alternativamente, pela rede elétrica, por meio de uma tomada convencional.

“Quando o setor privado acredita e potencializa os projetos de pesquisa, os problemas e suas descobertas se tornam cada vez mais reais.”

A previsão é que a tecnologia possa ser aplicada comercialmente a partir de 2022. “Este protótipo ainda não poderá ser comercializado, pois servirá para estudo dos mais diversos, referentes ao desenvolvimento de veículos elétricos híbridos aplicados para a área agrícola”, explica Dias. Assim, existe a previsão do desenvolvimento de um segundo protótipo a partir de 2021, sendo que, neste outro veículo, serão realizadas as modificações necessárias para o desenvolvimento de um protótipo definitivo, ou seja, comercial.

De acordo com o pró-reitor de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão da Feevale, João Sganderla Figueiredo, a pesquisa transmite mais que descoberta acadêmica cientifica. “Ela é fonte inspiradora de transformação de um novo ciclo econômico que devemos pensar. Sustentar a dinâmica do capital, com responsabilidade socioambiental. Sobretudo, novamente, vale destacar que, quando o setor privado acredita e potencializa os projetos de pesquisa, os problemas e suas descobertas se tornam cada vez mais reais”, afirma. O projeto tem parceria com a Agrovec Indústria de Equipamentos Ltda., JSA Engenharia Ltda. e Universidade Luterana do Brasil (Ulbra).

Foto: Fernanda Carvalho/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/03/2020 0 Comentários 815 Visualizações
Cultura

Estação de pesquisa brasileira na Antártica é reinaugurada

Por Gabrielle Pacheco 16/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

Após oito anos do incêndio que destruiu a estação brasileira Comandante Ferraz, na Antártica, a base foi reinaugurada. A cerimônia ocorreu na noite desta quarta-feira (15) e contou com a presença de autoridades, entre elas o vice-presidente da República, Hamilton Mourão. Inicialmente, a reabertura havia sido programada para a última terça-feira (14), mas foi adiada por conta de más condições climáticas. Com um investimento de US$ 100 milhões, a nova estação conta agora com 4,5 mil metros quadrados e estrutura de ponta.

No local, serão feitos estudos nas áreas de biologia, oceanografia, glaciologia, meteorologia e antropologia. O local tem 17 laboratórios e pode hospedar até 64 pessoas. Em 2012, a estação foi atingida por um grande incêndio. Na ocasião, dois militares morreram e 70% das instalações foram comprometidas. Quatro anos depois, o Superior Tribunal Militar condenou um sargento pelo acidente. Ele era responsável pela transferência de combustível na praça de máquinas da base.

Na denúncia, constava que o militar havia deixado seu posto durante uma transferência para participar de uma festa, o que teria originado o incêndio. O projeto da estação Comandante Ferraz foi desenvolvido para reduzir impactos ambientais e promover a sustentabilidade. Cerca de 30 por cento da energia consumida no centro de pesquisa vêm de placas solares e oito aerogeradores, que convertem energia do vento em energia elétrica. A estação brasileira na Antártica foi inaugurada originalmente em 1984.

Seu nome é uma homenagem ao capitão de fragata da Marinha, engenheiro e oceanógrafo Luís Antônio de Carvalho Ferraz. Ele foi pioneiro brasileiro na exploração do continente gelado, a bordo de navios ingleses. Ferraz também participou da elaboração do Programa Antártico Brasileiro (Proantar) e morreu em 1982. Além do Brasil, outros 28 países possuem estações científicas na Antártica. O Tratado Antártico, assinado em 1959, estabelece que quem desenvolve pesquisas científicas na região tem participação nas decisões que dizem respeito ao futuro do continente.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/01/2020 0 Comentários 673 Visualizações
Variedades

Fiocruz inaugura laboratório na Antártica

Por Gabrielle Pacheco 15/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

Com a inauguração da nova Estação Antártica Comandante Ferraz, prevista para esta quarta-feira, 15, a Fiocruz contará com um laboratório permanente no continente. O Fiolab, como será chamado, é resultado do acordo de cooperação firmado com a Secretaria da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (SECIRM/Marinha do Brasil), e será um laboratório de biossegurança preparado para responder às necessidades de vigilância epidemiológica e sanitária do país, e dar suporte às pesquisas em saúde e ambiente na Antártica.

Apesar da enorme variedade de organismos e de um ecossistema rico e diversificado, ainda são poucos os estudos sobre o impacto desses ambientes sobre a saúde dos animais, dos seres humanos, ou sobre o próprio continente e a América do Sul. Ao longo dos quatro anos de duração do projeto, os pesquisadores irão estudar vírus, bactérias, fungos, líquens, micobactérias e helmintos, que podem estar presentes nos animais que vivem ou circulam pela região, nas águas, nos solos, nas rochas e ainda no permafrost, que é um tipo de solo encontrado na região do Ártico e formado por terra, gelo e rochas que estão permanentemente congelados.

Para isso, a Fiocruz está reunindo pesquisadores de diferentes áreas em uma única equipe. Os especialistas terão o desafio de estudar o ecossistema antártico de maneira integrada, a partir de uma perspectiva ampla da saúde. Segundo o vice-presidente de Produção e Inovação em Saúde da Fiocruz, Marco Krieger, a parceria com a Marinha do Brasil e atuação da instituição na Antártica reforçam o papel estratégico da Fiocruz para o país. “Com laboratórios de pesquisa de referência internacional, coleções biológicas, unidades de assistência e fábricas para produção de medicamentos e vacinas, a Fiocruz tem a capacidade de transformar suas pesquisas e descobertas em produtos que beneficiam a população. Uma instituição com o diferencial de uma cadeia completa: da pesquisa básica à entrega de produtos”, destaca o vice-presidente.

“…a Fiocruz tem a capacidade de transformar suas pesquisas e descobertas em produtos que beneficiam a população.”

Além do importante papel de vigilância epidemiológica, a pesquisa da Fiocruz na Antártica busca também investigar ameaças e oportunidades que os microrganismos presentes na região podem oferecer à saúde humana. Na linha das ameaças, os estudos buscarão novos patógenos, como vírus, fungos e bactérias que poderão surgir a partir do degelo da calota polar, com a exposição de camadas inferiores de gelo e solo pelo aumento da temperatura, e da migração de espécies que buscarão alimentos em outros ambientes.

Outra importante linha da pesquisa é a bioprospecção. Os organismos extremófilos – que vivem em ambientes extremos – têm em sua constituição moléculas e competências fisiológicas e químicas diferenciadas do que vemos em outros lugares, e que podem ter o potencial para desenvolvimento de novas tecnologias e produtos em saúde, como medicamentos e insumos. O Fiolab oferecerá não apenas todo o apoio necessário aos estudos desenvolvidos pelos pesquisadores da Fiocruz, mas também permitirá dar suporte à formação de profissionais de outras instituições na área, ampliar as relações de parceria com colaboradores nacionais e internacionais, bem como o intercâmbio com os institutos estrangeiros de pesquisa na região.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/01/2020 0 Comentários 565 Visualizações
Saúde

Ministério da Saúde realiza pesquisa telefônica

Por Gabrielle Pacheco 10/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Ministério da Saúde iniciou nesta semana a Pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico, mais conhecida como Vigitel. Em 2020, a projeção é ouvir aproximadamente 27 mil pessoas somente no primeiro semestre. O levantamento, realizado nas 27 capitais do país, mapeia as ocorrências de doenças crônicas não transmissíveis como diabetes, cânceres, obesidade, doenças respiratórias e relacionadas ao coração, que são as principais causas de mortes no país.

Brasileiros com mais de 18 anos podem receber uma ligação de um pesquisador do Ministério da Saúde e serem convidados a responder um questionário que dura cerca de 10 minutos. As ligações serão feitas das nove horas da manhã às nove horas da noite, do horário de Brasília, de segunda a sexta-feira, e das 10 horas da manhã às quatro horas da tarde aos sábados, domingos e feriados.

Vale ressaltar que a participação na pesquisa é voluntária e não será perguntado nenhum dado relacionado a documentos pessoais, como CPF, RG ou mesmo dados bancários. As únicas informações pessoais que serão solicitadas será a idade, o sexo, a escolaridade, o estado civil e raça ou cor.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
10/01/2020 0 Comentários 552 Visualizações
Business

Nubank é o banco mais recomendado pelos brasileiros

Por Gabrielle Pacheco 13/12/2019
Por Gabrielle Pacheco

Estudo da empresa de pequisa e consultoria CVA Solutions aponta que o Nubank é hoje o banco mais recomendado do Brasil. Com 83,5%, o índice NRS – do inglês, Net Recommendation Score – faz da fintech a instituição do sistema financeiro que os brasileiros mais recomendam a amigos e familiares. O cartão de crédito da fintech também foi o mais recomendado, com uma taxa de indicação de 88,6%. É a primeira vez que os bancos digitais são avaliados pela pesquisa.

O nível de excelência no relacionamento com o cliente pode estar entre os principais motivos da indicação. A pesquisa da CVA mostrou que os canais de atendimento do Nubank são os mais bem-avaliados e apresentam nota superior a do mercado, com destaque para o “atendimento via telefone” (17% acima do mercado) e “serviços via internet pelo celular (12%) e computador (11%)”. Quando analisado agilidade, praticidade e cordialidade dos atendentes de telefone, a nota do Nubank é a mesma do segmento de alta renda das instituições tradicionais e muito superior à apresentada no setor de varejo.

A pesquisa ainda apontou que o Nubank é a instituição com melhor valor percebido pelos brasileiros. O cálculo considerou a relação custo-benefício da fintech, que foi pioneira no país ao lançar um cartão de crédito sem anuidade e disseminar uma cultura de custos competitivos e sem cobrança de tarifas abusivas. O Nubank é hoje maior banco digital do mundo e principal fintech da América Latina com mais de 15 milhões de clientes presentes em 100% dos municípios brasileiros.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
13/12/2019 0 Comentários 599 Visualizações
Cultura

Economia criativa emprega mais do que setores tradicionais no RS

Por Gabrielle Pacheco 11/12/2019
Por Gabrielle Pacheco

Responsáveis por 4,1% da força de trabalho no Rio Grande do Sul, setores vinculados à cultura, criatividade, conhecimento e inovação geram mais empregos do que segmentos tradicionais da economia gaúcha. Pesquisa inédita sobre o universo de profissionais que atuam diretamente na chamada economia criativa mostra que são mais de 130 mil os empregos formais neste segmento. O contingente é superior, por exemplo, aos postos de trabalho na indústria calçadista ou setor automobilístico, e se aproxima de áreas com alto poder de geração de vagas, como a construção civil.

Atualmente, o RS registra mais de 48 mil microempreendedores individuais que atuam em segmentos como publicidade, artes visuais, ensino da cultura, design e moda entre outras. Esses são alguns aspectos do estudo divulgado nesta terça-feira (10), a partir de parceria entre a Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag) e a Secretaria da Cultura (Sedac) que buscou compreender características e potencialidades deste segmento no Estado e situá-lo no contexto do mercado nacional. A divulgação de indicadores é um dos eixos do RS Criativo, programa coordenado pela Sedac para potencializar a economia criativa.

“Dessa maneira, temos melhores condições de estimular novos investimentos e estruturar projetos que possam disseminar as diferentes cadeias produtivas deste setor, assim como orientar cursos de capacitação e abrir novos mercados”, disse a secretária da Cultura, Beatriz Araujo. Elaborado por pesquisadores do Departamento de Economia e Estatística (DEE/Seplag), o estudo foi apresentado na Casa de Cultura Mario Quintana, no Centro Histórico de Porto Alegre.
Secretário adjunto de Gestão da Seplag, Marcelo Alves destacou a importância de reunir dados estatísticos para orientar as políticas públicas.

“Dessa maneira, temos melhores condições de estimular novos investimentos e estruturar projetos que possam disseminar as diferentes cadeias produtivas deste setor.”

“O sucesso de qualquer iniciativa, independentemente da área, está atrelado às informações que dispomos na hora da tomada da decisão e no monitoramento dos resultados. Na economia criativa, o desafio é ainda maior, e sua potencialidade é inegável”, disse Alves. Um dos responsáveis pelo trabalho, o pesquisador Tarso Núñez disse que o conceito de economia criativa é relativamente novo, por isso ainda há dúvidas sobre as atividades que integram o segmento. “Incluem-se na economia criativa aqueles setores nos quais a criação de valor tem como base dimensões imateriais”, descreveu.

Para apurar os indicadores de emprego no período entre 2006 e 2017, o pesquisador valeu-se da análise dos vínculos de emprego na base de dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do cadastro de empresas no IBGE e do Portal do Empreendedor do Ministério da Economia. “Importante observar que assim é possível identificar apenas uma parcela da totalidade de empreendimentos e trabalhadores desses setores. Particularmente nas atividades relacionadas com a cultura (música, artes plásticas, teatro e dança), existe um alto índice de informalidade, que implica uma dificuldade adicional”, advertiu Núñez.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/12/2019 0 Comentários 750 Visualizações
Saúde

Expectativa de vida no Brasil sobre para 76,3 anos

Por Gabrielle Pacheco 02/12/2019
Por Gabrielle Pacheco

A expectativa de vida ao nascer no Brasil subiu para 76,3 anos em 2018, segundo informou nesta quinta-feira (28) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE. O resultado é baseado em informações sobre a média de idade em que as pessoas morreram no ano anterior no país. Para os brasileiros que nasceram em 1940, por exemplo, a expectativa de vida era apenas de 45 anos e meio. Ou seja, quase 31 anos a menos do que agora. De acordo com o pesquisador do IBGE Márcio Minamiguchi, uma série de fatores contribuiu para que esse período aumentasse tanto de lá para cá.

“O Brasil é outro de 1940 em relação à atualidade. Era um país majoritariamente rural, com a população ainda, na maior parte, analfabeta, com pouco acesso tanto a medicamentos quanto ao acesso à saúde, de modo geral. O maior conhecimento a respeito de saúde e doença contribuiu bastante para que os níveis de mortalidade diminuíssem”, conta.

“O maior conhecimento a respeito de saúde e doença contribuiu bastante para que os níveis de mortalidade diminuíssem.”

O levantamento mostra, ainda, que, para ambos os sexos a maior expectativa de vida ao nascer foi observada em Santa Catarina: 79,7 anos. Outros estados com valores elevados, acima dos 78 anos, são o Espírito Santo, São Paulo, Distrito Federal e Rio Grande do Sul. No outro extremo está o Maranhão, com a expectativa um pouco acima de 71 anos, e o Piauí, em 71,4 anos. Ou seja, uma criança nascida no estado maranhense, conforme a taxa de mortalidade observada em 2018, viveria, em média, 8,6 anos a menos que uma criança nascida em Santa Catarina.

A pesquisa revela que as taxas no Brasil melhoraram gradativamente, mas ainda estão longe das registradas nos países mais desenvolvidos, mesmo nos estados do Espírito Santo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo, com índices abaixo de 10 por mil. Japão e Finlândia, por exemplo, tem taxas abaixo de 2 por mil.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
02/12/2019 0 Comentários 510 Visualizações
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