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Saúde

Estudo irá medir nível de propagação do coronavírus no Brasil

Por Gabrielle Pacheco 14/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Ao todo, 99.750 pessoas de 133 municípios em todos os estados brasileiros serão testadas para o coronavírus. A pesquisa, que irá medir a proporção de pessoas com anticorpos para a doença, é o maior estudo em nível mundial de prevalência da Covid-19. O Centro de Pesquisas Epidemiológicas da Universidade Federal de Pelotas coordena estudo que irá medir a prevalência do coronavírus e avaliar a velocidade de expansão da doença no país, com financiamento do Ministério da Saúde do Brasil.

A pesquisa irá estimar a proporção de pessoas com anticorpos para a Covid-19 e analisar a evolução de casos na população brasileira, por meio de uma amostragem de participantes em 133 “cidades sentinelas”, que são os maiores municípios das divisões demográficas do país, de acordo com critério do IBGE.

“Todas as estatísticas oficiais são baseadas em casos confirmados, os quais representam apenas uma parcela, provavelmente ínfima, em comparação com a realidade do número de casos na população. Por isso, fazemos a analogia com o iceberg. Queremos enxergar para além dessa pequena parte aparente, que são os casos notificados, e conhecer a real proporção de pessoas atingidas pela infecção”, explica o coordenador geral o estudo e reitor da UFPel, Pedro Hallal.

O estudo ainda irá determinar o percentual de infecções assintomáticas ou subclínicas; avaliar os sintomas mais comuns; obter cálculos precisos da letalidade da doença; estimar recursos hospitalares necessários para o enfrentamento da pandemia, além de permitir o desenho de estratégias de abrandamento das medidas de distanciamento social com base em evidências científicas.

A pesquisa incluirá três inquéritos populacionais, realizados a cada duas semanas por meio de visitas domiciliares, conduzidas por equipes do IBOPE.

A primeira fase inicia nesta quinta-feira, 14, com a realização de testes rápidos para o coronavírus e entrevistas com 250 participantes em cada uma das 133 cidades. As pessoas serão entrevistadas e testadas em casa, por meio de um sorteio aleatório, utilizando os setores censitários do IBGE como base. Os agentes da pesquisa coletam uma amostra de sangue (uma gota) da ponta do dedo do participante, que será analisada pelo aparelho de teste em aproximadamente 15 minutos. Se o resultado for positivo, os profissionais entregam um informativo com orientações e repassam o contato do participante para acompanhamento e suporte da secretaria de saúde do município.

O teste utilizado avalia anticorpos produzidos pelo organismo após a infecção de cerca de duas semanas antes da coleta e não identifica o vírus ativo logo após o contágio. Este teste foi recentemente avaliado como uns dos melhores no mercado atual.

O cronograma da pesquisa prevê mais duas fases, com coletas de dados previstas para os dias 28 e 29 de maio, na 2ª fase, e 11 e 13 de junho, na 3ª fase. Ao final, terão sido realizados mais de 33 mil testes em cada uma das três fases, intercaladas por duas semanas, totalizando quase 100 mil pessoas.

Os dados coletados também servirão de base para investigações sobre perfil demográfico e socioeconômico, sintomas relacionados à Covid-19, diagnóstico médico de enfermidades potencialmente relacionadas ao prognóstico da doença, uso de serviços de saúde e grau de cumprimento das recomendações de distanciamento social.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/05/2020 0 Comentários 919 Visualizações
Saúde

Pesquisadores brasileiros lançam software para ajudar no combate ao coronavírus

Por Gabrielle Pacheco 08/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Afim de contribuir com o avanço no combate ao Covid-19, um grupo de pesquisadores e especialistas voluntários brasileiros lançou a campanha “Your Brain Says” (Seu Cérebro Diz, no Brasil), que disporá de um software inovador capaz de descobrir informações sobre a ação do novo coronavírus e fomentar estudos para a descoberta da cura da pandemia.

Com início de testes previsto para esta semana, a plataforma estará disponível gratuitamente para hospitais e institutos de pesquisa de todo o mundo. Além de ajudar a compreender a forma de atuação do vírus, a tecnologia ajudará a agilizar exames, assim como no tratamento e desenvolvimento de vacinas contra o vírus.

Segundo o pesquisador e idealizador do software, Pablo Mattos, a ferramenta é baseada nas mais avançadas pesquisas em Neurotecnologia, que usa recursos tecnológicos para o estudo do cérebro. Com isso, o software consegue mapear em apenas 5 minutos o que está acontecendo no cérebro e no organismo humano em tempo real. O especialista esclarece como isso é possível nos estudos do novo coronavírus.

“O cérebro tem uma íntima ligação com o corpo através do sistema nervoso, além de enviar e receber sinais de todo o organismo, os quais são registrados nas estruturas cerebrais e acionam diversas áreas da mente. Esta nova tecnologia, portanto, é capaz de reconhecer padrões neurais e identificar como cada doença age no corpo humano, sendo uma forte aliada para detectar mais rapidamente se uma pessoa está infectada pelo Covid-19 ou como ele se comporta no indivíduo”, finaliza.

A coleta de informações do software acontece por meio de um teste rápido com o usuário, cuja palavras utilizadas servem como base para o desenvolvimento de análises. Mattos explica que a avaliação por meio de palavras é cientificamente comprovada, inclusive, por meio das pesquisas do psicólogo Paul Ekman, o qual dedicou mais de 40 anos ao estudo das emoções humanas.

Conforme a neurocientista Dra. Alessandra Ghinato Mainieri, também colaboradora do projeto, o software utilizado para as avaliações é um algoritmo de inteligência artificial que realiza um grande e complexo cálculo de probabilidades (Redes Beasianas) para identificação de padrões.

“Palavras chaves são associadas a redes neurais das mais variadas e, por meio de um cálculo de probabilidades, estima-se o padrão comum para determinado indivíduo e o nível de correlação do padrão individual com padrões neurais já cientificamente conhecidos que estão associados a certas patologias”, complementa.

Mas os benefícios do sistema para conter os efeitos da pandemia não param por aí. Segundo Mainieri, o software pode servir como um banco de voluntários para prestar acompanhamento aos profissionais que lidam diretamente com o Covid-19. As ações implementadas podem ser desde o envio de mensagens de otimismo até exercícios e acompanhamento terapêutico gratuito, o que auxiliaria principalmente os profissionais da área da saúde.

Etapas dos testes

De acordo com Pablo, a campanha acontecerá em três etapas simultâneas, sendo que na primeira serão analisados os dados de pacientes já infectados com o coronavírus, a fim de identificar como o vírus funciona, bem como contribuir para formação de uma vacina. Já na segunda, serão colhidas informações de pacientes com sintomas leves ou assintomáticos na busca de desenvolver tratamentos para conter o vírus, e por último, a avaliação de pessoas não infectadas para evitar a propagação do vírus.

O sistema é de fácil utilização e os hospitais interessados devem se cadastrar no site oficial da campanha e fornecer os dados necessários para participar. Mais informações estão disponíveis no site oficial da campanha.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/05/2020 0 Comentários 453 Visualizações
Variedades

Pesquisadora gaúcha recebe bolsa de estudos para reforçar força-tarefa de diagnóstico da Covid-19

Por Gabrielle Pacheco 06/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Cientistas do mundo todo estão se esforçando no sentido de apresentar soluções para manter a segurança das pessoas em relação à Covid-19. Nesta terça-feira, 5, aconteceu o Giving Tuesday Now, um movimento global para combater a pandemia e dar uma resposta imediata à necessidade sem precedentes causada pelo novo coronavírus.

Nessa data em que pessoas de diferentes países se uniram, mostrando a sua generosidade e retribuindo às comunidades que estão mantendo o distanciamento físico, a pesquisadora Juliana Schons Gularte, que atua no Laboratório de Microbiologia Molecular e no Laboratório de Saúde Única da Universidade Feevale, recebeu uma ótima notícia. Ela foi uma das sete cientistas brasileiras selecionadas pela Dimensions Sciences, uma organização não governamental e sem fins lucrativos dos Estados Unidos, para receber uma bolsa de estudos para auxiliar no diagnóstico da Covid-19.

Doutora em Qualidade Ambiental pela Universidade Feevale, Juliana trabalha com pesquisas em virologia, no monitoramento da qualidade ambiental através da detecção de marcadores virais e bacteriológicos de contaminação fecal e no desenvolvimento de um sensor microfluídico para a detecção de mastadenovírus humano. Ela se inscreveu, com apoio do Mestrado em Virologia e do Laboratório de Microbiologia Molecular da Universidade Feevale, para reforçar a força-tarefa de diagnóstico da Covid-19.

Para Juliana, o apoio da Dimensions Sciences será muito importante, uma vez que a bolsa possibilitará a ela contribuir com o diagnóstico na região, ainda mais nesse momento de grande demanda, em que o laboratório necessita do auxílio de profissionais que tenham experiência com abordagens moleculares. “Esse tipo de iniciativa, que apoia pesquisadores que estão na linha de frente dos laboratórios brasileiros, é de extrema relevância, pois acelera a geração de conhecimento e auxilia na formação em ciência e tecnologia no nosso país”, afirma.

Com a bolsa, Juliana vai auxiliar diretamente na realização de testes moleculares para o diagnóstico das amostras de pacientes suspeitos da Covid-19. Essas amostras são enviadas à Universidade Feevale por municípios conveniados e recebidas pela equipe do Laboratório de Microbiologia Molecular, que vem desenvolvendo este trabalho desde o final de março. “Nosso grupo de pesquisa em virologia vem realizando diagnósticos confiáveis, por abordagens moleculares, para a população do Vale do Sinos. Esse projeto tem como objetivo principal identificar, o mais próximo possível, o real número de pacientes infectados na região”, explica.

Segundo Juliana, o diagnóstico correto tem importância direta na saúde dos pacientes, pois afeta a escolha do tratamento e os cuidados de saúde a serem abordados. “Além disso, esses dados podem interferir diretamente na definição das melhores medidas e ações que as autoridades públicas devem adotar, principalmente no que se refere ao isolamento social”, complementa.

Sobre a seleção

A Dimensions Sciences busca soluções para problemas científicos desafiadores e acredita que a ciência é importante porque ajuda a responder perguntas que têm o poder de invocar mudanças positivas no mundo. A organização ofereceu bolsa de estudos para cientistas que realizam pesquisas com aplicações práticas no diagnóstico e no tratamento de pacientes com Covid-19 no Brasil e, futuramente, nos Estados Unidos e no Canadá.

Inicialmente, a Dimensions Sciences selecionou 30 candidatos, classificou doze finalistas e, nesta terça-feira, 5, anunciou os sete pesquisadores que receberão as bolsas de emergência. Além da Universidade Feevale, no Rio Grande do Sul, eles são provenientes da Universidade de São Paulo (USP), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e da Universidade Estadual Paulista (Unesp).

Para obter esses resultados, um grupo de 21 especialistas (comitê científico permanente, conselho científico ad hoc e conselho da Dimensions Sciences) produziu 120 relatórios (cada candidato foi analisado por cinco avaliadores) com base na viabilidade, no impacto no paciente de Covid-19 e no perfil do candidato. Cada pesquisador receberá R$ 6.500,00 em um período de três meses, a partir de 15 de maio. Além disso, todos serão apoiados pela organização por meio de um programa de orientação para seu desenvolvimento profissional e pessoal.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/05/2020 0 Comentários 415 Visualizações
Saúde

Segunda etapa de pesquisa estima que RS tenha mais de 15 mil infectados por Covid-19

Por Gabrielle Pacheco 29/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

Os números da segunda etapa da pesquisa por amostragem para estimar o percentual da população do Rio Grande do Sul infectada pelo novo coronavírus estimam que o Estado tenha 15.066 pessoas com anticorpos, ou seja, que já tiveram contato com a Covid-19. O número é equivalente a um infectado a cada 769 habitantes, taxa de 0,13%. Dos 4,5 mil testes aplicados entre os dias 25 e 27 de abril, seis testaram positivo.

Na primeira fase da pesquisa, entre 11 e 13 de abril, dois casos deram positivo para a Covid-19, o que representa 0,05%. A estimativa, portanto, era de que existissem 5.650 pessoas contaminadas pelo coronavírus no Estado, um caso a cada 2 mil habitantes.

“O resultado dessa pesquisa é um dos parâmetros utilizados para traçarmos nossa estratégia de enfrentamento ao coronavírus no Estado. Com apoio da comunidade científica e acadêmica e da sociedade, podemos traçar um plano de distanciamento social controlado, com base nas realidades particulares de cada região, que seja sustentável a longo prazo”, explicou o governador Eduardo Leite.

Os seis casos positivos foram identificados em Porto Alegre, Pelotas, Santa Maria e Canoas. As pessoas que dividem residência com os seis casos positivos também foram testadas – 12 familiares, dos quais nove também tiveram resultado positivo para a Covid-19. (Esses familiares não fazem parte dos 4,5 mil selecionados para a pesquisa e, por isso, não ficam contabilizados no resultado.)

A confirmação da transmissão entre familiares ou residentes de um mesmo lar confirma que o teste funciona. “Há uma alta transmissibilidade no ambiente familiar. O baixo número de resultados positivos se dá porque a infecção ainda está em um estágio inicial no Estado”, explica Pedro Rodrigues Curi Hallal, reitor da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), instituição que coordena o projeto encomendado pelo Estado.

As nove cidades onde foram realizadas as coletas – Caxias do Sul, Canoas, Ijuí, Passo Fundo, Pelotas, Porto Alegre, Santa Cruz do Sul, Santa Maria e Uruguaiana- representam 31% da população gaúcha, ou seja, 11,3 milhões de habitantes. O estudo reflete uma realidade do avanço da doença de duas semanas atrás.

Com os resultados da segunda etapa, é possível estimar que, para cada 1 milhão de habitantes do Rio Grande do Sul, existam 1,3 mil infectados, dos quais somente 108 foram notificados. Para cada notificado, existem até 12 não notificados (há uma margem de erro que varia entre 5 a 26 não notificados).

“Existe uma parcela da população que, por não ter sintomas ou por ter sintomas muito leves, não é testada, até porque esse não é o protocolo estabelecido. Por isso, existe essa diferença”, explicou Leite.

Os resultados da pesquisa foram apresentados, nesta quarta-feira, 29, durante transmissão ao vivo pela internet, com participação do governador Leite, das secretárias de Planejamento, Orçamento e Gestão, Leany Lemos, e da Saúde, Arita Bergmann, e do reitor Hallal.

Distanciamento social

Responsável por coordenar o trabalho da epidemiologia da Covid-19, o reitor da UFPel abordou também os aspectos que evidenciam uma mudança no comportamento dos gaúchos para se prevenirem contra o contágio. Segundo a pesquisa, houve um aumento significativo das pessoas que passaram a sair de casa diariamente: eram 20,6% dos pesquisados na primeira consulta e, agora, esse percentual saltou para 28,3%.

O contingente de pessoas que declaram sair apenas para as necessidades essenciais caiu de 58,3% para 53,4% dos entrevistados. Recuo semelhante ocorreu neste intervalo de duas semanas entre aqueles que disseram cumprir o isolamento total: eram 21,1% e, agora, são 18,3%.

O estudo vem mobilizando um grupo de especialistas de outras universidades federais e privadas do RS. A ideia surgiu nas discussões do Comitê de Análise de Dados sobre a pandemia, instituído em março pelo governador, e que tem no comando a secretária Leany.

“Fizemos a opção de usar a ciência da melhor forma possível para guiar a tomada de decisões. A pesquisa de amostragem é de fundamental importância porque, a partir da sequência de resultados, podemos medir tendências e comportamentos. Isso nos dá um norte e também serve para alimentar outros tipos de projeções matemáticas e epidemiológicas para que possamos olhar para frente e tentar fazer uma aproximação da progressão da pandemia no Estado”, observou Leany.

Letalidade

A pesquisa trouxe a primeira estimativa de letalidade. Se o cálculo for baseado nos casos notificados: 49 óbitos e 1.350 casos confirmados no dia 28 de abril. A letalidade estimada seria de 3,6%. Isso significa que, a cada cem pessoas que contraírem o vírus, entre três e quatro iriam a óbito.

Se, porém, o cálculo levar em consideração o total de casos estimado pela pesquisa, de 15.066, e o número de óbitos confirmados, de 49 casos, a estimativa de letalidade fica em 0,33%. Ou seja, a cada mil pessoas que contraírem o coronavírus, três iriam a óbito.

O reitor ressalta, no entanto, que a taxa de letalidade varia muito de acordo com a faixa etária, sendo significativamente mais alta entre idosos. “Mesmo com a baixa letalidade, o número é muito relevante na população. De maneira nenhuma significa que pode ser interpretada como um sinal verde para o retorno da vida como era antes do coronavírus. Isso vai demorar muito tempo para acontecer”, destacou Hallal.

A secretária da Saúde, Arita Bergmann, informou que o Laboratório Central do Estado (Lacen) faz a testagem de todos os casos de pacientes internados por síndrome respiratória aguda grave. Quando há um óbito, é notificado. “Os óbitos sempre têm prioridade nas análises. Quando dá resultado negativo para Covid-19, o corpo também é testado para avaliar a existência ou não de outras doenças respiratórias”, detalhou. No RS, não há demanda reprimida para análise de óbitos.

Pesquisa de campo

O Ministério da Saúde enviou 20 mil kits para viabilizar a aplicação dos testes e já programa replicar o mesmo estudo no restante do país. A próxima etapa está prevista para ocorrer entre os dias 9 e 11 de maio.

Além da UFPel, a pesquisa mobiliza uma rede de 12 universidades federais e privadas: Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí), Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Universidade Federal do Pampa (Unipampa/Uruguaiana), Universidade de Caxias do Sul (UCS), Imed Passo Fundo, Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS/Passo Fundo), Universidade de Passo Fundo (UPF) e Universidade La Salle (Unilasalle-Canoas).

O estudo tem um custo estimado em R$ 1,5 milhão e tem o apoio da Unimed Porto Alegre, do Instituto Cultural Floresta, também da capital gaúcha, e do Instituto Serrapilheira, do Rio de Janeiro.

Números da segunda etapa da pesquisa:

  • Para cada 1 milhão de habitantes no RS, estima-se que existam 1.300 infectados reais, 108 notificados.
  • Para cada caso notificado nas nove cidades da pesquisa, existem cerca de 12 casos não notificados.
  • A letalidade da Covid-19 no RS está em 3,6% dos casos notificados (49 óbitos/1.350 casos até 28/4).
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
29/04/2020 0 Comentários 419 Visualizações
Variedades

Grupo de pesquisa da Unisc avalia o comportamento de frequentadores de academia durante a quarentena

Por Gabrielle Pacheco 27/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

O grupo de pesquisa do Laboratório de Nutrição Experimental da Unisc, do curso de Nutrição e do Programa de Pós-graduação em Promoção da Saúde – Mestrado e Doutorado (PPGPS), está avaliando o impacto no estilo de vida dos frequentadores de academia devido à quarentena provocada pela pandemia do coronavírus.

Por meio de um questionário online a pesquisa pretende verificar como a população que praticava academia antes da pandemia tem adaptado seu estilo de vida durante o isolamento social. O questionário também aborda dados sobre o estilo de vida, hábitos alimentares e prática de exercício físico, bem como indicadores de saúde mental, qualidade do sono, tempo de tela e microbiota intestinal durante esse período.

De acordo com os integrantes do grupo de pesquisa, a colaboração da comunidade neste momento é de grande importância, pois alguns estudos já vêm mostrando altos níveis de ansiedade, sobrepeso e estresse devido à pandemia. Mais informações podem ser obtidas pelo Facebook Nutrição Experimental ou pelo Instagram @laboratório_nut_experimental.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/04/2020 0 Comentários 462 Visualizações
Saúde

Esteio terá pesquisa inédita sobre coronavírus

Por Gabrielle Pacheco 20/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Prefeitura de Esteio está realizando, junto a quatro universidades gaúchas, um estudo inédito sobre a presença do coronavírus no Município. Intitulado “Perfil epidemiológico, genômico e clínico do vírus Sars-CoV2 causador de Covid-19”, o levantamento inova ao realizar um amplo estudo epidemiológico, detalhado em 12 objetivos específicos, capaz de estimar a prevalência da infecção, acompanhar a evolução da doença, avaliar padrões moleculares virais por meio de sequenciamento genético e indicar evidências e estratégias para o fim do distanciamento social.

A produção de pesquisas científicas é uma das principais ferramentas para entender o novo coronavírus e buscar meios para reduzir a disseminação da doença e soluções para enfrentá-la. O Conselho Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) analisa a pesquisa em Brasília, por sua relevância.

A Prefeitura de Esteio deve destinar quase R$ 400 mil para o estudo, valores que serão utilizados para a aquisição de 2 mil testes rápidos e moleculares, kits de proteção individual e remuneração da equipe responsável pela coleta. A análise será desenvolvida por pesquisadores da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), da Unisinos e da Universidade Feevale.

A proposta é realizar a testagem da população esteiense, junto à aplicação de um questionário, como forma de mapear e acompanhar o comportamento da população em relação à Covid-19 e reportar o que aconteceu com os participantes do levantamento que testaram positivo para a doença. A previsão é que o trabalho de campo inicie em maio.

A pesquisa também prevê o sequenciamento genético (análise da composição do vírus) das amostras positivas. Isso auxiliará a identificar padrões da doença, informações que serão comparadas com as disponíveis em bancos de dados públicos, no Brasil e no exterior, de pacientes com coronavírus e de casos registrados em outros surtos de síndromes respiratórias recentes (como a H1N1). A intenção é descrever a evolução do vírus, identificando suas eventuais mutações, as mudanças em sua capacidade de transmissão e a variação das manifestações clínicas apresentadas. Os resultados poderão ajudar no desenvolvimento de ações de controle ao coronavírus e também na criação de soluções para futuros casos ou surtos.

“O sequenciamento vai permitir entender as composições molecular e genética do vírus e, por meio da comparação com informações já disponíveis de outros estudos, verificar seu perfil e suas possíveis mutações”, destaca a coordenadora da pesquisa, Prof. Dra. Claudia Thompson, docente do Programa de Pós-Gradução em Ciências da Saúde da UFCSPA.

Conforme o projeto da pesquisa, o levantamento de dados deve ter duração de dois meses, com realização de coletas pelos profissionais da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) a cada 15 dias. A estimativa é abranger uma amostra com cerca de 2 mil participantes. “Como o teste será a domicílio, vamos necessitar a colaboração da população em receber as equipes da pesquisa. A ideia é aplicar o questionário a todos os moradores da residência, possibilitando à pessoa saber se está com o vírus ou não e também colaborando com a coletividade a partir dos resultados do teste, que poderão ser usados como base para a tomada de decisões pelos gestores públicos, por exemplo”, afirmou Claudia.

A Prefeitura também dará acesso aos pesquisadores aos relatórios de exames moleculares coletados pelo Município, com uma estimativa de 3 mil pessoas testadas, bem como ao prontuário eletrônico de pacientes que apresentarem resultado positivo para Covid-19 (desde que a pessoa autorize o uso das informações). A intenção é disponibilizar os resultados do estudo para a comunidade em geral em um painel visual online (dashboard). Outro recurso eletrônico que permanecerá como legado para a Administração Municipal é o aplicativo a ser criado para aplicação do questionário, que reunirá as informações para a Prefeitura em um banco de dados, podendo ser utilizado em outros levantamentos.

“O estudo trará contribuições à saúde e à gestão pública de curto prazo, ajudando governos e a sociedade a agir neste momento de pandemia, mas também subsidiará o estabelecimento de estratégias e ações de médio a longo prazo, pela profundidade com que a pesquisa se propõe a analisar o vírus e os pacientes por ele afetados”, ressalta o prefeito Leonardo Pascoal. “O conhecimento sobre a doença auxiliará a Administração Municipal na definição de medidas de prevenção e enfrentamento ao coronavírus incluindo, por exemplo, o grau de flexibilização das atividades econômicas e em que medida a circulação de pessoas deve ser restringida”, conclui o chefe do Executivo esteiense.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
20/04/2020 0 Comentários 412 Visualizações
Business

Lojistas estimam cerca de 11 meses para a recuperação dos negócios, aponta pesquisa do Sindilojas

Por Gabrielle Pacheco 16/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

Um levantamento feito pelo Núcleo de Pesquisa do Sindilojas Porto Alegre indicou que 64% dos negócios do comércio, em especial pequenas e médias empresas, estão inativos durante a pandemia ocasionada pelo coronavírus. Ainda que de portas fechadas, as lojas que mantiveram suas operações por canais digitais foram a minoria, 36%. Perguntados sobre quanto tempo acham que deve levar para seus negócios se recuperarem, a resposta média ficou em onze meses, dado preocupante para o setor, que deverá ter perdas significativas durante o ano de 2020 em função do atual momento.

Dos lojistas que continuaram suas atividades durante a crise, o WhatsApp foi apontado como canal principal para as vendas em comparação com as redes sociais, com 59,8% de uso para 40,2%. Outra informação importante observada na pesquisa é sobre a baixa presença do comércio da capital gaúcha no e-commerce: apenas 30,5% já realizavam vendas por este canal antes da pandemia. Ainda que em um período de impossibilidade das atividades físicas, 62,2% das lojas não buscaram essa alternativa (e-commerce) para continuar com suas operações.

Entre as ações adotadas pelos lojistas que permanecem ativos em meio à crise, estão (respostas múltiplas):

  • Vendas online (10,9%)
  • Marketing digital (5,5%)
  • Delivery/tele-entrega (4%)
  • Contato com clientes (2,2%)
  • Redução de custos (2%)
  • Home office (1,7%)
  • Negociando despesas (1%)
  • Atendimento com hora marcada/horário diferenciado (1%)
  • Novos produtos/oportunidades (0,7%)
  • Pacotes antecipados (0,5%)
  • Entrega gratuita (0,5%)
  • Outros (3,2%)

Desde a publicação dos primeiros decretos com restrições ao funcionamento do comércio na Capital, o Sindilojas Porto Alegre participa de diálogos, junto aos governantes do Estado e do município e aos lojistas, sobre os impactos reais das medidas para os negócios. “Estamos em contato constante com os empresários para entender como podemos ajudá-los a ultrapassar essa crise. Nossas ações buscam alternativas para reduzir os prejuízos e para termos condições de retomar nossas atividades assim que possível, pensando na saúde das pessoas e dos negócios”, comentou Paulo Kruse, presidente do Sindilojas Porto Alegre.

Questões trabalhistas

A respeito das opções existentes para as relações entre empregador e empregado, o levantamento apontou que 35,5% dos lojistas deram férias coletivas para seus funcionários e que 25,8% aplicaram demissões. Já 41,9% dos entrevistados ainda não haviam tomado nenhuma dessas duas decisões até o término da aplicação da pesquisa, em 14 de abril.

Quanto às medidas de redução da jornada de trabalho e suspensão temporária de contratos, esta última foi a que obteve mais ações até o momento, representando 42,3% das respostas. Lojistas que afirmaram ter realizado a redução da jornada de trabalho somaram 27,8% dos respondentes. Outros 34,4% não utilizaram de nenhuma dessas medidas. Ambas as perguntas sobre questões trabalhistas permitiam respostas múltiplas.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/04/2020 0 Comentários 526 Visualizações
Variedades

Universitários desenvolvem primeiro veículo híbrido rural do Brasil

Por Gabrielle Pacheco 03/03/2020
Por Gabrielle Pacheco

A autonomia energética de propriedades distantes de centros urbanos, como grandes fazendas, é a preocupação de um projeto desenvolvido na Universidade Feevale, em Novo Hamburgo. Em parceria com a empresa gaúcha Agrovec, o grupo de pesquisa Energias Renováveis e Eficiência Energética, vinculado ao Programa de Pós-graduação em Tecnologia de Materiais e Processos Industriais, realiza a pesquisa Desenvolvimento de um veículo elétrico híbrido – solar e biomassa.

Coordenado pelo pesquisador Moisés de Mattos Dias, o estudo visa desenvolver uma carreta agrícola híbrida: o veículo, anteriormente movido a gasolina, passará a contar com um motor elétrico, um módulo solar flexível e um gerador a biocombustível.

Uma equipe multidisciplinar e formada por acadêmicos da Feevale vem trabalhando no desenvolvimento do motor elétrico do veículo, além de toda a sua parte elétrica-eletrônica, como o desenvolvimento de conversores e inversores, carregadores de baterias e um controle a partir de microprocessadores. A ideia é que, em maio, essa etapa seja concluída e o carro possa retornar à Agrovec para as montagens finais.

“Este protótipo ainda não poderá ser comercializado, pois servirá para estudo dos mais diversos.”

Baterias que podem ser alimentadas de três formas

O motor padrão, movido a gasolina, está sendo substituído por um Motor Elétrico Síncrono de 9kW, com rotor construído a partir de processos de Metalurgia do Pó, em que blocos maciços de ferro foram compactados e sintetizados. O motor elétrico será alimentado por um conjunto de baterias, que poderão ser carregadas por meio de energia fotovoltaica, fazendo uso de uma película solar flexível de 100W fixada no topo do veículo; pelo gerador a combustão de 5kW acoplado na traseira do veículo. O gerador foi modificado para trabalhar com fontes renováveis, como biometano e biodiesel, por convencionalmente funcionar, apenas, com diesel comum; este conjunto também poderá ser carregado, alternativamente, pela rede elétrica, por meio de uma tomada convencional.

“Quando o setor privado acredita e potencializa os projetos de pesquisa, os problemas e suas descobertas se tornam cada vez mais reais.”

A previsão é que a tecnologia possa ser aplicada comercialmente a partir de 2022. “Este protótipo ainda não poderá ser comercializado, pois servirá para estudo dos mais diversos, referentes ao desenvolvimento de veículos elétricos híbridos aplicados para a área agrícola”, explica Dias. Assim, existe a previsão do desenvolvimento de um segundo protótipo a partir de 2021, sendo que, neste outro veículo, serão realizadas as modificações necessárias para o desenvolvimento de um protótipo definitivo, ou seja, comercial.

De acordo com o pró-reitor de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão da Feevale, João Sganderla Figueiredo, a pesquisa transmite mais que descoberta acadêmica cientifica. “Ela é fonte inspiradora de transformação de um novo ciclo econômico que devemos pensar. Sustentar a dinâmica do capital, com responsabilidade socioambiental. Sobretudo, novamente, vale destacar que, quando o setor privado acredita e potencializa os projetos de pesquisa, os problemas e suas descobertas se tornam cada vez mais reais”, afirma. O projeto tem parceria com a Agrovec Indústria de Equipamentos Ltda., JSA Engenharia Ltda. e Universidade Luterana do Brasil (Ulbra).

Foto: Fernanda Carvalho/Divulgação | Fonte: Assessoria
03/03/2020 0 Comentários 794 Visualizações
Cultura

Estação de pesquisa brasileira na Antártica é reinaugurada

Por Gabrielle Pacheco 16/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

Após oito anos do incêndio que destruiu a estação brasileira Comandante Ferraz, na Antártica, a base foi reinaugurada. A cerimônia ocorreu na noite desta quarta-feira (15) e contou com a presença de autoridades, entre elas o vice-presidente da República, Hamilton Mourão. Inicialmente, a reabertura havia sido programada para a última terça-feira (14), mas foi adiada por conta de más condições climáticas. Com um investimento de US$ 100 milhões, a nova estação conta agora com 4,5 mil metros quadrados e estrutura de ponta.

No local, serão feitos estudos nas áreas de biologia, oceanografia, glaciologia, meteorologia e antropologia. O local tem 17 laboratórios e pode hospedar até 64 pessoas. Em 2012, a estação foi atingida por um grande incêndio. Na ocasião, dois militares morreram e 70% das instalações foram comprometidas. Quatro anos depois, o Superior Tribunal Militar condenou um sargento pelo acidente. Ele era responsável pela transferência de combustível na praça de máquinas da base.

Na denúncia, constava que o militar havia deixado seu posto durante uma transferência para participar de uma festa, o que teria originado o incêndio. O projeto da estação Comandante Ferraz foi desenvolvido para reduzir impactos ambientais e promover a sustentabilidade. Cerca de 30 por cento da energia consumida no centro de pesquisa vêm de placas solares e oito aerogeradores, que convertem energia do vento em energia elétrica. A estação brasileira na Antártica foi inaugurada originalmente em 1984.

Seu nome é uma homenagem ao capitão de fragata da Marinha, engenheiro e oceanógrafo Luís Antônio de Carvalho Ferraz. Ele foi pioneiro brasileiro na exploração do continente gelado, a bordo de navios ingleses. Ferraz também participou da elaboração do Programa Antártico Brasileiro (Proantar) e morreu em 1982. Além do Brasil, outros 28 países possuem estações científicas na Antártica. O Tratado Antártico, assinado em 1959, estabelece que quem desenvolve pesquisas científicas na região tem participação nas decisões que dizem respeito ao futuro do continente.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/01/2020 0 Comentários 646 Visualizações
Variedades

Fiocruz inaugura laboratório na Antártica

Por Gabrielle Pacheco 15/01/2020
Por Gabrielle Pacheco

Com a inauguração da nova Estação Antártica Comandante Ferraz, prevista para esta quarta-feira, 15, a Fiocruz contará com um laboratório permanente no continente. O Fiolab, como será chamado, é resultado do acordo de cooperação firmado com a Secretaria da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (SECIRM/Marinha do Brasil), e será um laboratório de biossegurança preparado para responder às necessidades de vigilância epidemiológica e sanitária do país, e dar suporte às pesquisas em saúde e ambiente na Antártica.

Apesar da enorme variedade de organismos e de um ecossistema rico e diversificado, ainda são poucos os estudos sobre o impacto desses ambientes sobre a saúde dos animais, dos seres humanos, ou sobre o próprio continente e a América do Sul. Ao longo dos quatro anos de duração do projeto, os pesquisadores irão estudar vírus, bactérias, fungos, líquens, micobactérias e helmintos, que podem estar presentes nos animais que vivem ou circulam pela região, nas águas, nos solos, nas rochas e ainda no permafrost, que é um tipo de solo encontrado na região do Ártico e formado por terra, gelo e rochas que estão permanentemente congelados.

Para isso, a Fiocruz está reunindo pesquisadores de diferentes áreas em uma única equipe. Os especialistas terão o desafio de estudar o ecossistema antártico de maneira integrada, a partir de uma perspectiva ampla da saúde. Segundo o vice-presidente de Produção e Inovação em Saúde da Fiocruz, Marco Krieger, a parceria com a Marinha do Brasil e atuação da instituição na Antártica reforçam o papel estratégico da Fiocruz para o país. “Com laboratórios de pesquisa de referência internacional, coleções biológicas, unidades de assistência e fábricas para produção de medicamentos e vacinas, a Fiocruz tem a capacidade de transformar suas pesquisas e descobertas em produtos que beneficiam a população. Uma instituição com o diferencial de uma cadeia completa: da pesquisa básica à entrega de produtos”, destaca o vice-presidente.

“…a Fiocruz tem a capacidade de transformar suas pesquisas e descobertas em produtos que beneficiam a população.”

Além do importante papel de vigilância epidemiológica, a pesquisa da Fiocruz na Antártica busca também investigar ameaças e oportunidades que os microrganismos presentes na região podem oferecer à saúde humana. Na linha das ameaças, os estudos buscarão novos patógenos, como vírus, fungos e bactérias que poderão surgir a partir do degelo da calota polar, com a exposição de camadas inferiores de gelo e solo pelo aumento da temperatura, e da migração de espécies que buscarão alimentos em outros ambientes.

Outra importante linha da pesquisa é a bioprospecção. Os organismos extremófilos – que vivem em ambientes extremos – têm em sua constituição moléculas e competências fisiológicas e químicas diferenciadas do que vemos em outros lugares, e que podem ter o potencial para desenvolvimento de novas tecnologias e produtos em saúde, como medicamentos e insumos. O Fiolab oferecerá não apenas todo o apoio necessário aos estudos desenvolvidos pelos pesquisadores da Fiocruz, mas também permitirá dar suporte à formação de profissionais de outras instituições na área, ampliar as relações de parceria com colaboradores nacionais e internacionais, bem como o intercâmbio com os institutos estrangeiros de pesquisa na região.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/01/2020 0 Comentários 547 Visualizações
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