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pesquisa

Saúde

Estudo aponta queda na disseminação da gripe durante o primeiro ano da pandemia

Por Caren Souza 05/04/2021
Por Caren Souza

Uma pesquisa realizada pelo Mestrado em Virologia da Universidade Feevale comprovou que, em 2020, houve uma queda acentuada na disseminação e na transmissão do vírus causador da gripe e de outros vírus respiratórios comuns nas regiões dos vales do Sinos e Paranhana, em relação a indicadores anteriores. Publicado no Journal of Medical Virology, uma das publicações científicas mais importantes do mundo, o estudo comparou as taxas de contágio dos vírus Influenza A (FLUAV) e B (FLUBV), Enterovírus 68 (EV-68), Mastadenovírus Humano C (HAdV-C), Rinovírus (RV) e SARS-CoV-2, causador da Covid-19, durante a pandemia no ano passado, juntamente com os dados dos boletins epidemiológicos de 2019 do Ministério da Saúde e da Secretaria Estadual da Saúde.

No período de março a dezembro do ano passado, a mestranda Ana Karolina Antunes Eisen analisou o resultado de 987 exames de detecção molecular dos diferentes vírus em amostras de pacientes com Síndrome da doença respiratória aguda (SDRA). O resultado dessa análise mostrou que 418 amostras (42,3%) foram positivas para o SARS-CoV-2, 16 (1,62%) para FLUAV (causador da H1N1), 67 (6,78%) para HAdV ‐ C, 55 para o RV, sendo 22 para o RV 1/2 (26,3%) e 37 para RV 2/2 (13,6%), e nenhuma afirmativa para FLUBV ou EV-68. Durante o período, também houve três casos de coinfecção pelos vírus da gripe e o vírus da Covid-19, sendo um caso triplo pelas duas com o Mastadenovírus Humano C.

Para o pesquisador e orientador do estudo, Fernando Spilki, coordenador do Laboratório de Microbiologia Molecular da Feevale e da Rede Corona-ômica, inciativa da Rede Vírus, vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), as medidas adotadas por parte da população no período, como o uso de máscaras, a lavagem frequente das mãos e o distanciamento social, contribuíram para o resultado da circulação de vírus endêmicos causadores de doença respiratória, menos disseminados do que na trajetória histórica conhecida. “Os resultados demonstram que medidas de controle da disseminação do SARS-CoV-2 também têm impacto no controle de outras doenças respiratórias”, diz o pesquisador.

Ainda segundo Spilki, outro fator que pode ter ajudado para a diminuição de casos confirmados do vírus Influenza é a vacinação contra a gripe, que no ano passado foi disponibilizada a um público maior do que em campanhas anteriores. Ele alerta e reforça para a importância da imunização, que começará em 12 de abril e se estenderá até 9 de julho, em três fases. “Neste ano é importante que, especialmente as populações mais suscetíveis, busquem a vacinação contra a gripe e o SARS-CoV-2, observando as orientações quanto ao prazo de 14 dias de intervalo entre as aplicações das duas vacinas”, complementa.

Fonte: Assessoria
05/04/2021 0 Comentários 462 Visualizações
Saúde

Pesquisa busca compreender fatores relacionados à saúde mental e à pandemia em três países

Por Caren Souza 25/03/2021
Por Caren Souza

Um estudo internacional, liderado pela Universidade Feevale, investiga os efeitos relacionados à saúde mental sobre a população de três países afetados pela pandemia do Covid-19. A pesquisa, que está sendo realizada em parceria com a universidades de Messina, da Itália, e de Eastern Washington, dos Estados Unidos, busca compreender e avaliar o impacto desse período pandêmico, em relação aos níveis de depressão, estresse pós-traumático e resiliência em universitários e seus familiares.

Conforme o professor Marcus Levi, coordenador do Mestrado em Psicologia da Feevale, os pesquisadores querem entender como as características das pessoas estão funcionando como propulsoras de maior risco ou de proteção. “Estamos fazendo este estudo para verificar como a pandemia e seus efeitos se relacionam em relação a quadros depressivos e de estresse pós-traumático com tudo que estão vivenciando nesse período. Ao mesmo tempo, queremos verificar como a resiliência está contribuindo para proteger as pessoas dos impactos da pandemia”, destaca.

As universidades parceiras foram escolhidas por serem de países que, em algum momento foram ou estão sendo epicentro da pandemia, como é, agora, o caso do Brasil. Segundo Levi, os parceiros entenderam que seria importante participar de uma pesquisa transcultural, “para comparar esses níveis e diagnosticar diferenças e semelhanças referentes à saúde mental de suas populações”.

A pesquisa está na fase de coleta de dados e aceitando a participação de voluntários, maiores de 18 anos, que queiram contribuir com a pesquisa. Para isso, eles devem responder a um questionário eletrônico, disponível em https://bit.ly/3cckr9j.

Fonte: Assessoria
25/03/2021 0 Comentários 511 Visualizações
Cultura

Feevale integra pesquisa sobre jogos eletrônicos no Brasil

Por Caren Souza 24/03/2021
Por Caren Souza

O Laboratório de Artefatos Digitais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), com o apoio do Laboratório de Criatividade da Universidade Feevale, realiza o estudo Experiências e Práticas de Jogadores de Videogames no Brasil. Coordenado pela professora Suely Fragoso, o estudo tem como objetivo mapear as experiências e práticas de jogadores de jogos digitais ou eletrônicos no Brasil.

Na primeira fase da pesquisa, foi desenvolvido um formulário on-line que visa coletar dados quantitativos dos diversos perfis de jogadores. O questionário não depende da frequência de jogo ou dispositivo (computador, console e celular, entre outros) utilizado, já que o intuito é abranger todos os tipos de jogadores e plataformas. Para participar da pesquisa, basta preencher o formulário disponível no link bit.ly/experienciadejogo. A participação acontece de forma gratuita, voluntária e anônima. Mais informações sobre o trabalho podem ser obtidas pelo e-mail [email protected].

Além da Feevale, laboratórios, grupos de pesquisa e professores de outras universidades brasileiras participam do estudo. São elas: Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Fundação Getúlio Vargas, Universidade Federal do Maranhão, Universidade Federal de Juiz de Fora, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal Fluminense, Universidade do Vale do Rio dos Sinos e Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Fonte: Assessoria
24/03/2021 0 Comentários 748 Visualizações
Brasil solitário
Variedades

Brasil é o mais solitário entre 28 países

Por Gabrielle Pacheco 04/03/2021
Por Gabrielle Pacheco

A solidão tem sido um sentimento recorrente para metade da população do Brasil. De acordo com o levantamento Perceptions of the Impact of Covid-19, realizado pela Ipsos com pessoas de 28 países, 50% dos respondentes afirmam se sentir solitários no Brasil. Dentre todas as nações, é o maior índice. Em segundo lugar estão os turcos (46%), seguidos pelos indianos (43%). A média global é de 33%. Na contramão do Brasil, os respondentes da Holanda (15%), do Japão (16%) e da Polônia (23%) são os que menos se sentem sós.

O impacto da pandemia foi particularmente duro para os brasileiros (…), e não veem o resultado de longo prazo como positivo para sua saúde mental.

A sensação de solidão aumentou no último semestre, conforme 52% dos brasileiros. Já na média de todos os países, 41% das pessoas disseram que se tornaram mais solitárias nos últimos seis meses. Para 43% dos respondentes no Brasil, o último semestre gerou impacto negativo em sua saúde mental. Por outro lado, 1 em cada 5 (21%) declarou que o impacto foi positivo.

Globalmente, considerando todos os participantes da pesquisa, 40% relataram impacto negativo dos últimos 6 meses no bem-estar mental, e 22% relataram um impacto positivo. Os países com maior impacto positivo foram Peru (47%), México (44%) e Índia (42%). Já Canadá (54%), Reino Unido (53%) e Hungria (52%) tiveram maior impacto negativo.

“O impacto da pandemia foi muito duro particularmente para os brasileiros – que se sentem muito mais solitários que a população nos demais países –, e não veem o resultado de longo prazo como positivo para sua saúde mental”, avalia Marcos Calliari, presidente da Ipsos no Brasil.

Apesar de solitário, Brasil segue solidário

Mesmo com as pessoas se sentindo sozinhas, há uma percepção de que os membros das comunidades locais estão mais solidários uns com os outros nos últimos seis meses. No Brasil, 36% concordam que a solidariedade aumentou. O índice global é de 32%. Os países que mais notaram crescimento na solidariedade foram China (55%), Índia (55%) e Arábia Saudita (51%). Em contrapartida, no Japão (10%), Rússia (13%) e Turquia (17%) a quantidade de pessoas que acham que o sentimento solidário cresceu no último semestre é relativamente menor.

A pesquisa on-line foi realizada com 23.004 pessoas com idade entre 16 e 74 anos de 28 países. Os dados foram colhidos entre 23 de dezembro de 2020 e 08 de janeiro de 2021 e a margem de erro para o Brasil é de 3,5 pontos percentuais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/03/2021 0 Comentários 1,7K Visualizações
industrial
Business

Produção industrial gaúcha começa o último trimestre em ritmo intenso

Por Gabrielle Pacheco 27/11/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Sondagem Industrial RS de outubro, divulgada nessa quinta-feira (26) pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS), mostra a atividade no setor ainda muito aquecida, com elevação da produção e na geração de emprego, além de baixos níveis de ociosidade e de estoques. Dessa forma, as expectativas dos empresários permanecem positivas, aumentando a disposição em investir. “A necessidade de repor estoques é um fator positivo para a produção industrial, que tem crescido de forma constante nos últimos meses”, acrescenta o presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry.

Conforme a pesquisa, os índices variam de zero a cem pontos e permanecem positivos no levantamento de outubro. Além disso, a produção industrial gaúcha cresceu pelo quinto mês consecutivo, alcançando 61,2 pontos, enquanto o emprego subiu pela quarta vez, com 57,8 pontos. Assim, os índices indicam uma elevação expressiva e são superiores às médias históricas do mês (de 54,1 e 49,4 pontos, respectivamente), mostrando um desempenho superior ao sugerido pela sazonalidade.

A aceleração da atividade industrial em outubro se confirma também pela UCI, que aumentou de 74%, em setembro, para 77%, somando 4,5 pontos percentuais acima da média histórica do mês. Com a sexta alta seguida, o grau médio da UCI não apenas superou o anterior ao da pandemia como é o maior desde agosto de 2011 (78%). Além disso, o índice de UCI em relação ao usual, que utiliza o critério de pontos, também cresceu pelo sexto mês, alcançando 55,2, o maior valor desde março de 2010 (56,1 pontos). Nesse caso, valores superiores a 50 indicam que os empresários consideram a UCI acima do normal para o mês.

Mesmo com o forte aumento da produção, os estoques de produtos finais continuaram caindo e em níveis abaixo do esperado pelas empresas em outubro. No mês, o índice de evolução atingiu 44,6 pontos e o índice de estoques em relação ao planejado, 42,9 pontos. Abaixo dos 50 pontos, indicam queda em relação ao mês anterior e estoques abaixo do planejado pelas empresas. A necessidade de repor esses estoques é um fator positivo para a produção industrial futura.

Expectativas do setor

Com exceção das exportações, cujo índice cresceu 0,6 ponto (para 55,7) ante outubro na pesquisa realizada entre 3 e 12 de novembro, os indicadores de expectativas para os próximos seis meses recuaram na Sondagem Industrial. Entretanto, continuam bem acima dos 50 pontos: a demanda caiu 1,2 ponto (para 62,5), compras de matérias¬primas, 1,3 (para 61,6) e emprego, também 1,3 ponto (para 56).

Por fim, o índice de intenção de investimentos para os próximos seis meses atingiu 60,8 pontos, 2,7 acima de outubro, o que não era tão grande desde março de 2014 (62,4 pontos). A pesquisa foi realizada com 198 empresas sendo 43 pequenas, 58 médias e 97 de grande porte, e está disponível em: https://www.fiergs.org.br/numeros-da-industria/sondagem-industrial.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
27/11/2020 0 Comentários 734 Visualizações
câncer de próstata
Saúde

Hospital Moinhos seleciona pacientes para pesquisa de imunoterapia contra câncer de próstata

Por Gabrielle Pacheco 25/11/2020
Por Gabrielle Pacheco

O Hospital Moinhos de Vento está selecionando pacientes para uma nova pesquisa internacional sobre a imunoterapia — técnica que estimula o organismo a combater células cancerosas. Assim, a instituição recruta pacientes com câncer de próstata para o estudo, que terá a participação de 700 pessoas em 80 centros pelo mundo.

Dessa forma, a pesquisa avaliará se a medicação nivolumabe contribui no tratamento de pacientes com câncer de próstata metastático que estão recebendo quimioterapia. Para isso, a participação nos estudos não terá custo para os pacientes, que contarão com a infraestrutura da instituição durante todo o processo.

Assim, são elegíveis pacientes com câncer de próstata metastático resistente à castração — e que realizarão quimioterapia com docetaxel. “Já temos outra pesquisa com imunoterapia em câncer prostático no Moinhos. Entretanto, esse novo trabalho avaliará se essa combinação de medicamentos beneficia os pacientes”, destaca o oncologista Pedro Isaacsson, coordenador médico de Pesquisa em Oncologia do Hospital Moinhos de Vento.

Atualmente, o câncer de próstata é o mais frequente entre os homens, além de ser a segunda causa de morte masculina por câncer no Brasil. Segundo o INCA, devem ser registrados cerca de 65 mil novos casos do tumor no país em 2020. Os interessados devem entrar em contato com o Instituto de Educação e Pesquisa do Hospital Moinhos de Vento pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone (51) 3314.2965.

Mais pesquisas

Nos próximos meses, o Hospital Moinhos de Vento deve abrir recrutamento para novas pesquisas internacionais. Assim, os estudos avaliarão terapias para tumores de bexiga, próstata, pulmão, cabeça e pescoço, entre outros. “Ao lado do mais avançados centros de saúde do mundo, estamos atuando na descoberta de novas frentes contra a doença, buscando melhores desfechos para os pacientes”, afirma Pedro Isaacsson.

Foto: Reprodução | Fonte: Assessoria
25/11/2020 0 Comentários 648 Visualizações
Variedades

Gaúchos afirmam ter gastado mais com supermercado nos últimos meses

Por Gabrielle Pacheco 02/09/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Mobills, startup de gestão de finanças pessoais, realizou um levantamento, entre os dias 2 e 13 de julho, com mais de dois mil usuários da plataforma. O recorte para o RS contou com 129 respondentes. Após três meses de enfrentamento da pandemia no Brasil, 34,9% dos gaúchos ainda estão enfrentando um momento delicado em relação às finanças pessoais – sendo que 3,9% tiveram suas receitas totalmente perdidas e 31% parcialmente reduzidas.

Em relação ao aumento de gastos aos últimos dois meses, 73,64% afirmaram ter gastado mais com o mercado e 43,41% tiveram aumentos nas contas de água, energia e gás.

Quando perguntado quais categorias os respondentes da pesquisa do Rio Grande do Sul diminuíram os gastos nos últimos dois meses se destacam as respostas para: Lazer (58,14%), Viagem (51,94%), Restaurante (50,39%), Vestuário (48,84%) e Transporte (45,74%).

Em relação às compras online, 41,1% dos gaúchos afirmaram que compraram mais pela internet, enquanto 29,5% mantiveram os gastos. Os outros 29,5% respondentes reduziram essa despesas.

Quando perguntado sobre em quais categorias os respondentes compraram online nos últimos dois meses se destacam: Supermercado (24,81%), Livros (23,26%), Eletroeletrônicos (20,16%), Games para jogar online e/ou videogames (19,38%), Roupas Casuais (16,28%), Eletrodomésticos (16,28%), Material de construção e/ou decoração (13,18%) e Produtos de beleza e autocuidado (10,85%).

Carlos Terceiro, CEO e fundador da Mobills, explica que o aumento de gastos com uma determinada categoria vem justamente para balancear a redução em outros serviço durante a pandemia. “As pessoas gastam mais com supermercado, mas reduzem em Lazer e Viagem. Nesse sentido, o importante é se atentar para que os gastos não ultrapassem os ganhos do mês”.

Em relação às compras online, vemos um aumento de vendas de livros, o que mostra que muitos usaram esse momento para aprendizado. “Já a alta em compras de eletroeletrônicos, roupas casuais e jogos e videogames mostra que os gaúchos estão buscando mais conforto e entretenimento para adaptar a rotina passando a maior parte do tempo em casa”, finaliza Terceiro.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2020 0 Comentários 702 Visualizações
feevale
Variedades

Universidade Feevale integra pesquisa internacional com objetivo de recuperar metais escassos

Por Gabrielle Pacheco 19/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Universidade Feevale foi selecionada na chamada internacional ERA-MIM Joint Call e passa a integrar o Sb-Recmemtec Cofund-Action, um consórcio global que visa desenvolver tecnologias para recuperar resíduos de mineração de cobre. O projeto Desenvolvimento e aplicação de membranas íon seletivas para recuperação de antimônio de resíduos da mineração de cobre será desenvolvido no âmbito do Programa de Pós-graduação em Tecnologia de Materiais e Processos Industriais e terá a participação, também, de Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Universidade Politécnica de Valência, da Espanha, Universidade do Chile e empresa Transducto S.A., do Chile. No Brasil, a pesquisa tem financiamento da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

O objetivo principal do estudo é a recuperação de antimônio (Sb) de resíduos e efluentes gerados durante o processamento pirometalúrgico de minerais de sulfureto de cobre e durante o processo hidrometalúrgico de tratamento de minerais mistos de baixo teor de cobre. O antimônio, usado em muitas aplicações e de fundamental importância para novas tecnologias desenvolvidas, é uma das 27 matérias-primas críticas listadas, em 2017, pela Comissão Europeia, sendo que os recursos globais extraíveis desse material devem ser exauridos antes de 2050. Nesse sentido, o projeto avaliará o processo de eletrodiálise reativa (separação por membranas) em diferentes etapas de processamento de cobre para recuperação do antimônio.

O processo a ser desenvolvido está diretamente relacionado ao aumento da eficiência dos recursos por meio da reciclagem de resíduos. “A pesquisa deve contribuir para o desenvolvimento de um abastecimento industrial sustentável e responsável de recursos primários para alimentar a economia circular”, afirma o professor Marco Antonio Siqueira Rodrigues, coordenador do estudo na Feevale e do PPG em Tecnologia de Materiais e Processos Industriais. Além do potencial econômico, ao recuperar metais valiosos, o projeto tem o intuito de reduzir o impacto ambiental ao minimizar as cargas de contaminantes. A pesquisa seguirá até 2022

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/08/2020 0 Comentários 577 Visualizações
Business

Mais da metade das empresas brasileiras prevê recuperação para o médio-longo prazo

Por Gabrielle Pacheco 18/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Pesquisa da Boa Vista, parceira de negócios da CDL Porto Alegre, realizada com empresários, de todo o Brasil, demonstra que a fotografia do cenário atual é de cautela e pouco otimismo. Após três meses do início da crise, 57% das empresas acreditam que vai demorar ainda meio ano ou mais para a recuperação dos negócios. A forte retração das vendas (77%) reflete negativamente no faturamento de 78% das empresas e de 76% no fluxo de caixa. A pesquisa ouviu 1.260 empresários dos setores indústria, comércio e serviços, em todas as regiões do País.

No que se refere ao quadro de funcionários, mesmo com a crise, 59% das empresas informam que não demitiram. Por outro lado, apenas 3% delas contrataram e 38% diminuíram o quadro funcional, principalmente no setor da indústria e nas médias e grandes empresas. As principais ações para diminuição de quadro foram: demissão (50%), suspensão temporária de contrato (26%) e redução da jornada (24%).

O levantamento também constatou que, em média, 45% das empresas estão pagando apenas parte de seus compromissos. Os micro e pequenos empresários são os que mais vêm sofrendo esse impacto, pois o fluxo de caixa dos mesmos é naturalmente menor.

Busca por crédito

Em média, 39% das empresas buscaram por apoio financeiro, inclusive, em mais de uma instituição. Os bancos privados foram os mais procurados (40%), seguidos de instituições públicas (21%) e procura por familiares e amigos (14%).

Perguntados sobre obtenção de crédito, 49% dos empresários já conseguiram ou estão em vias de receber o crédito solicitado. Mesmo assim, quase metade não obteve sucesso nesta busca (51%). Entre os fatores estão o desconhecimento dos programas do governo (24%) e as exigências impostas (23%), aquém das possibilidades principalmente das PMEs.

Para 38% das empresas que adquiriram empréstimo, os recursos serão destinados para alavancar o capital de giro e 37% disseram que o destino será o pagamento de dívidas. Mesmo conseguindo o crédito, para 78% das empresas, o valor concedido será insuficiente para “cobrir” todas os compromissos financeiros.

Metodologia

A Pesquisa ‘Fotografia atual dos negócios, acesso aos programas de apoio aos empresários e perspectivas de recuperação’ foi realizada em junho, com 1.260 empresários, representantes dos setores do Comércio, Indústria e Serviços, de todas as regiões do Brasil. Para a leitura dos resultados considerar cerca de 2 p.p. (pontos percentuais) de margem de erro e 90% de grau de confiança.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/08/2020 0 Comentários 558 Visualizações
Business

Pesquisa indica que 76% dos pequenos negócios já estão funcionando

Por Gabrielle Pacheco 18/08/2020
Por Gabrielle Pacheco

Os donos de pequenos negócios, pela primeira vez desde o início da pandemia no país, apresentaram uma melhora no otimismo quanto ao retorno à normalidade da economia. Com a flexibilização do isolamento social em todo o país e o movimento de reabertura dos estabelecimentos em grande parte dos estados, as micro e pequenas empresas começam a dar sinais de reação diante da crise. Esse retrato mais favorável é revelado pela 6ª edição da Pesquisa de Impacto da Pandemia de Coronavírus nos Pequenos Negócios, realizada pelo Sebrae, em parceria com a FGV, entre os dias 27 e 30 de julho. No levantamento, 76% dos 6.506 empresários participantes, afirmaram que os negócios voltaram a funcionar, sendo a maioria (63%) de forma diferente da que funcionava antes da crise. A pesquisa também constatou que houve uma melhora no nível de endividamento dos pequenos negócios. Enquanto no final junho, 40% dos empresários possuíam empréstimos ou dívidas em atraso, um mês depois, esse percentual caiu para 36%.

A 6ª pesquisa de impacto colheu dados de forma online de empresários de todos os 26 estados e DF, sendo 57% Microempreendedor Individual (MEI), 38% Microempresa e 5% Empresa de Pequeno Porte. Para o presidente do Sebrae, Carlos Melles, um novo cenário começa se a desenhar com melhores expectativas para os donos de pequenos negócios. “Não temos dúvida da relevância dos pequenos negócios para a retomada econômica do país e da força e capacidade desses empresários. A boa notícia é que já conseguimos enxergar o começo de uma recuperação, mesmo que lenta e variável entre os diferentes segmentos. O importante agora é manter esse ritmo positivo daqui para frente”, destacou.

O levantamento do Sebrae também revelou um expressivo crescimento na proporção de empresas que buscaram empréstimos desde o início da crise. Entre a última semana de março e a última semana de julho, o percentual de pequenos negócios que buscou crédito saltou de 30% para 54%. Entretanto, observa-se que esse aumento na procura não tem sido acompanhado, na mesma velocidade, pela oferta de recursos por parte do sistema financeiro. A pesquisa mostrou que 56% dos empreendedores tiveram seus pedidos de empréstimo negados.

Inovação

Ainda de acordo com a pesquisa, a busca pela inovação e digitalizaçãodas empresas (em especial dos canais de venda), deixou de ser uma tendência e se tornou realidade para 66% dos pequenos negócios. Entre as diferentes plataformas, a versão comercial do Whatsapp é a ferramenta digital mais procurada. 46% dos empresários ouvidos já usavam o aplicativo antes da crise e 12% aderiram a esse sistema após a chegada da pandemia.

Local da empresa faz diferença

O levantamento indica que as empresas situadas em locais com maior risco de aglomerações enfrentam mais dificuldade de voltar a funcionar. É o caso das empresas que estão localizadas dentro de feiras ou shoppings populares (42% ainda estão com o funcionamento interrompido) e aquelas que funcionam em algum tipo veículo, como uber e transporte escolar (38% ainda estão fechados). Nesse sentido, os pequenos negócios que funcionam em lojas de rua apresentam o melhor desempenho (apenas 12% deles continuam fechados).

Confira abaixo outros dados da pesquisa

  •  Houve redução de 84% para 81% na proporção de empresas que afirmam que estão sofrendo uma diminuição no seu faturamento. O volume dessa perda de faturamento também registrou uma pequena redução de -51% para -50%.
  • Entre os segmentos mais afetados pela crise, o Turismo apresentou uma leve melhora nas perdas do faturamento, de -76% para -74%.
  • Outros segmentos que apresentaram melhoras no faturamento: Indústria de Base Tecnológica (de -45% para -35%); Saúde (de -46% para -36%), Moda (de – 56% para -50%), Serviços de Alimentação (de -56% para – 51%), Indústria Alimentícia (de – 40% para – 37%).
  • Entre os segmentos que tiveram piora destacam-se: Pet Shop e Serviços Veterinários (de – 24% para – 37%), Agronegócio (de -37% para – 45%), Energia (de – 49% para – 57%), Artesanato (de – 44% para – 47%) e Logística e Transporte (de – 53% para – 58%).
  • A maioria das empresas (62%) conhecem e já implementaram os protocolos de segurança definidos pelo poder público para o funcionamento da sua atividade.
  • As empresas em locais com maior risco de aglomeração têm mais dificuldade de funcionar. Sendo assim, as empresas que funcionam dentro de feiras ou shopping populares e aquelas que funcionam em algum veículo como Uber e Transporte Escolar, estão sofrendo mais com a pandemia.
  • 41% dos Microempreendedores Individuais (MEI) trabalham em casa e 52% das micro e pequenas empresas funcionam em loja/sala de rua.
Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/08/2020 0 Comentários 640 Visualizações
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