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Variedades

Feevale integra rede internacional de pesquisa sobre o tratamento de água

Por Caren Souza 04/05/2021
Por Caren Souza

A Universidade Feevale firmou convênio de cooperação com a Universidade de Buenos Aires (UBA). O acordo é resultado de uma pesquisa liderada pelo professor Marco Antônio Siqueira Rodrigues, coordenador do Programa de Pós-graduação em Tecnologia de Materiais e Processos Industriais da Feevale, e pela docente Graziela González, da Faculdade de Ciências Exatas e Naturais da UBA.

O desenvolvimento desse tipo de rede de pesquisa possibilita aos alunos do programa a interação direta com pesquisadores de outros países.

O estudo está inserido em uma rede de pesquisa internacional chamada Processos de membranas como melhores técnicas disponíveis para reuso de água e de insumos – Aquamemtec, que busca criar uma cooperação internacional no tema de reaproveitamento e tratamento de água. Rodrigues explica que a pesquisa explora os processos de separação por membranas, que são avaliados para casos específicos de efluentes e águas residuais. “O objetivo é estabelecer linhas de tratamento híbrido, que apliquem um ou mais processos de tratamento, visando alcançar a maior taxa de recuperação de água possível”, afirma.

Além da Feevale e da UBA, a rede é composta por sete grupos de pesquisa de universidades ibero-americanas, que têm seus projetos financiados pelo Programa Ibero-Americano de Ciências e Tecnologia para o Desenvolvimento (Cyted). A rede ainda conta com 10 empresas para que a temática seja balizada na perspectiva de demanda e pela busca de soluções viáveis no campo econômico e tecnológico.

Para o professor, aprovar o projeto em um edital internacional de financiamento de projetos de pesquisa junto ao Cyted demonstra a maturidade científica do programa de pós-graduação da Feevale. “O desenvolvimento desse tipo de rede de pesquisa possibilita aos alunos do programa a interação direta com pesquisadores de outros países, bem como a possibilidade de realização de estadias de pesquisa nas universidades participantes do projeto”, enfatiza.

Além de fortalecer a cooperação acadêmica da Universidade com instituições de países vizinhos, a parceria entre a Feevale e a UBA permite o intercâmbio de professores e docentes nas duas universidades, com o propósito de realizar conferências, pesquisas em colaboração e participação em cursos de graduação e de pós-graduação. Além disso, possibilita a realização conjunta e o fomento de estudos e projetos científicos em temas de interesse comum, a promoção de eventos científicos e culturais e, ainda, a coorientação de dissertações de mestrado e teses de doutorado.

Fonte: Assessoria
04/05/2021 0 Comentários 725 Visualizações
Variedades

Mais de um terço das mães porto-alegrenses tiveram redução salarial durante a pandemia

Por Caren Souza 04/05/2021
Por Caren Souza

Não é de hoje que as mulheres que exercem o papel de mãe se desdobram para dar conta de todas as responsabilidades e demandas familiares. Mas com a chegada da pandemia, essas questões se intensificaram, e muitas passaram a fazer ainda mais do que acreditavam que podiam. No e-book “Mães Multivalentes”, desenvolvido pelo Núcleo de Pesquisa do Sindilojas Porto Alegre, é possível compreender um pouco mais dessas mudanças, quais são os impactos gerados e como tudo isso altera também o comportamento e as prioridades de consumo desse grupo de mulheres. O conteúdo é embasado por estudos e pesquisa com uma amostra representativa dos porto-alegrenses.

Além dessas e de diversas outras informações relevantes, o material traz dicas para os lojistas que atuam com esse público, como também para aqueles que querem começar a pensar suas estratégias de venda para as mães, seja com foco no segundo domingo de maio ou em produtos específicos disponíveis na loja. O e-book está disponível para download gratuito no site www.sindilojaspoa.com.br.

Confira alguns dados abordados no e-book

-83,8% das mães sentiram-se sobrecarregadas com os cuidados com os filhos durante a pandemia (Fonte: UFMS)

-72% das mulheres afirmaram que aumentou a necessidade de monitoramento e companhia, seja de crianças, idosos ou pessoas com deficiência (Fonte: SOF)

-7 milhões de mulheres deixaram o mercado de trabalho com a chegada da pandemia, em março de 2020 (Fonte: IBGE)

-31,4% das mães porto-alegrenses são empreendedoras ou trabalham como consultoras, autônomas ou freelancer (Fonte: Núcleo de Pesquisa Sindilojas POA)

-36,6% das mães porto-alegrenses tiveram redução salarial durante a pandemia, sendo que 22% delas permaneceram com somente um quarto da renda, 41,5% com metade do salário e 36,6% com três quartos do total (Fonte: Núcleo de Pesquisa Sindilojas POA)

-53,3% das mães porto-alegrenses foram desligadas do emprego durante a pandemia (Fonte: Núcleo de Pesquisa Sindilojas POA)

-71,6% das mães porto-alegrenses acham a vida financeira mais difícil ou muito mais difícil e desafiadora no momento atual (Fonte: Núcleo de Pesquisa Sindilojas POA)

-74,8% das mães porto-alegrenses desejam realizar reuniões com amigos e familiares após a pandemia e 49,6% querem viajar (Fonte: Núcleo de Pesquisa Sindilojas POA)

Fonte: Assessoria
04/05/2021 0 Comentários 599 Visualizações
Saúde

Epicovid19: Prevalência de infecção pela Covid-19 cai entre os canoenses

Por Caren Souza 30/04/2021
Por Caren Souza

Após liderar o número de casos positivos nas etapas anteriores da pesquisa, Canoas caiu para o quarto lugar. Foram divulgados nesta quinta-feira (29), pelo governo do Estado e pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel), os resultados da 10ª etapa da pesquisa Epicovid19-RS. A coleta de dados ocorreu entre os dias 9 e 12 de abril, em nove cidades gaúchas, entre elas Canoas.

É uma conjuntura de situações que levou à melhora dos resultados no município.

Segundo o estudo, 17,7% da população canoense já teve contato com o novo coronavírus. Após liderar o número de testes positivos nas etapas anteriores, Canoas caiu para o quarto lugar em prevalência da Covid-19 no Estado. Também participam os municípios de Pelotas, Uruguaiana, Santa Maria, Porto Alegre, Caxias do Sul, Ijuí, Passo Fundo e Santa Cruz do Sul.

Segundo o secretário municipal da Saúde, Maicon Lemos, entre os fatores que contribuíram para a redução em Canoas está a ampliação da testagem contra a Covid-19 e do acesso a consultas, com o Plantão Covid, aos finais de semana. A adesão da população às medidas de prevenção, como uso da máscara, também pesou para o resultado, na avaliação de Lemos.

“É uma conjuntura de situações que levou à melhora dos resultados no município”, afirma. Os resultados mostram que a prevalência de infecção pela Covid-19 no Rio Grande do Sul aumentou de 10% para 18,1% entre as duas últimas fases de coletas de dados da pesquisa. De acordo com as últimas estimativas, a proporção é de uma pessoa com anticorpos para o coronavírus a cada 5,5 gaúchos.

Em Canoas, os voluntários, sob coordenação da Unisinos e da Universidade La Salle, com o apoio do Instituto Pesquisas de Opinião (IPO), visitaram 500 domicílios. O objetivo do estudo é estimar o percentual de gaúchos infectados pela Covid-19, avaliar a velocidade de expansão da infecção e fornecer indicadores precisos para subsidiar políticas de enfrentamento da pandemia.

Crédito: Tony Capelão | Foto: Assessoria
30/04/2021 0 Comentários 695 Visualizações
Variedades

Congresso sobre mediação nas relações sociais terá participação de pesquisadores internacionais

Por Caren Souza 27/04/2021
Por Caren Souza

A Universidade Feevale divulgou a programação completa do III Cidi – Congresso Internacional de Diálogos Interdisciplinares: comunicação digital e futuros possíveis; IV Congresso de Indústria Criativa; e V Seminário Internacional de Diversidade Cultural e Inclusão Social. O evento acontece nos dias 20 e 21 de maio, com participação de pesquisadores de Argentina, Espanha e Portugal, entre outros nacionais.

Os congressos têm como objetivo proporcionar um espaço de reflexão interdisciplinar sobre o desenvolvimento da pesquisa científica na mediação das relações sociais. Além desses eventos, acontecerá a Mostra Técnica Artística e Cultural, parte integrante do Cidi, que busca apresentar, ao público acadêmico, as variadas formas de expressões técnicas, artísticas e culturais desenvolvidas por alunos e egressos dos Programas de Pós-Graduação (PPGs), que ainda recebe propostas, até 1º de maio, pelo e-mail [email protected]. Já as inscrições para ouvintes poderão ser feitas até o dia 19 de maio, pelo site www.feevale.br/cidi2021.

Confira a programação completa

20 de maio, quinta-feira

– 18h30min: abertura Universidade Feevale, com Cleber Prodanov, reitor; João Sganderla Figueiredo, pró-reitor de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão; Paula Casari Cundari, diretora de Relações Internacionais e Institucionais; Cristiano Max, coordenador do mestrado em Indústria Criativa; Gustavo Roese Sanfelice, coordenador do PPG em Diversidade Cultural e Inclusão Social; Daniel Conte, coordenador do PPG em Processos e Manifestações Culturais
– 19h: Abertura da Mostra Técnica Artística e Cultural
– 19h: palestra Entre la Comunidad Virtual y la Inscripción Territorial: las redes sociales digitales como herramientas de investigación en estudios urbanos
Conferencista: Violeta Ventura, professora da Universidad Nacional de La Plata (UNLP), Argentina
Debatedores: Ramiro Segura, professor da UNLP, e Cornelia Eckert, professora do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Mediadora: Ana Luiza Carvalho da Rocha, professora da Feevale

21 de maio, sexta-feira

– 9h: palestras
Tema: Tecnologias nas práticas criativas, com Luís Teixeira, coordenador do PPG em Gestão das Indústrias Criativas da Universidade Católica Portuguesa (UCP), Portugal. Mediador: Cristiano Max, Feevale
Tema: Comunicação acessível, com Carla Sofia Costa Freire, coordenadora do Mestrado em Comunicação Acessível do Instituto Politécnico de Leiria (IPL), Portugal. Mediadora: Patrícia Scherer Bassani, professora da Feevale
Tema: Projetos e processos sobre arte, memória e identidade, com Aurora Alcaide Ramírez, diretora do Grupo de Investigação Arte e Políticas de Identidade da Universidade de Múrcia (UM), Espanha. Mediadora: Laura Ribero Rueda, professora da Feevale
– 14h: sessões de apresentações de trabalhos
– 19h: palestra Tecnologia para o Social: como ferramentas livres impactam a sociedade, com Caio Sacramento de Britto Almeida, diretor de Engenharia de Software do Meedan, Estados Unidos. Mediadora: Sandra Montardo, professora da Feevale

Fonte: Assessoria
27/04/2021 0 Comentários 876 Visualizações
Business

Para 85% dos brasileiros a pandemia intensificou a consciência ambiental, revela pesquisa da Mastercard

Por Caren Souza 23/04/2021
Por Caren Souza

Uma nova pesquisa global sobre o desenvolvimento sustentável, encomendada pela Mastercard, revelou que a pandemia da Covid-19 alavancou a consciência ambiental de consumidores em todo o mundo, resultando em mudanças significativas em sua atenção quanto aos efeitos gerados por suas ações e hábitos de consumo no planeta.

Na Mastercard, incorporamos a sustentabilidade e o cuidado com o meio ambiente no centro do nosso negócio.

Segundo o levantamento, 85% dos brasileiros estão mais conscientes quanto ao seu impacto no meio ambiente desde o início da pandemia, um dos principais impulsionadores dessa expansão são as redes sociais. Mais de um quarto dos brasileiros (28%) estão acompanhando de perto todas as mudanças climáticas que vêm acontecendo globalmente a partir de notícias e conteúdos gerados em suas redes, 75% dos entrevistados afirmaram que reduzir suas emissões de carbono é uma tarefa mais importante agora, do que antes da pandemia.

“Na Mastercard, incorporamos a sustentabilidade e o cuidado com o meio ambiente no centro do nosso negócio. Nossos valores estão diretamente ligados ao sucesso contínuo da nossa empresa, e sabemos da nossa responsabilidade com o retorno disso para o planeta.” afirma Estanislau Bassols, Gerente Geral da Mastercard Brasil.

“Por isso, lançamos globalmente soluções como a Calculadora de Emissão de Carbono, que tem como objetivo impulsionar o consumo consciente, e iniciativas como a Coalizão Planeta Priceless, que apoia o plantio de 100 milhões de árvores até 2025, e nosso compromisso em zerar as emissões líquidas de carbono da companhia até 2050. Além disso, recentemente emitimos títulos verdes no valor de US$ 600 e mudamos nosso modelo de remuneração dos executivos para vinculá-los às nossas iniciativas de ESG. Esses são alguns exemplos recentes de ações efetivas que estamos trabalhando globalmente em prol do meio ambiente”, finaliza o executivo.

A pesquisa revelou também a importância desse assunto para as companhias. Mais da metade dos brasileiros, afirmou que agora dão mais valor às marcas que se comportam de forma mais sustentável, e 84% declararam que, mais do que nunca, é de extrema relevância para as companhias atuarem de forma sustentável.

Quando questionados sobre os três principais tópicos que deveriam ser endereçados pelas marcas 48% mencionaram que a diminuição do desperdício está nas prioridades, seguidos por 43% que apontaram a redução da poluição do ar e da água. Outros 25% afirmaram que o foco deve ser no combate da poluição consequente ao uso do plástico.

Mudanças no comportamento

A pesquisa revelou também que, em 2021, 56% dos brasileiros planejam fazer mais pausas para momentos que os permitam apreciar a natureza, e 55% estão planejando reciclar mais, uma tendência que está sendo impulsionada por mais mulheres do que homens. Além disso, metade dos brasileiros entrevistados também começou a praticar atividades físicas para ajudar a melhorar seu bem-estar.

Ainda na pesquisa, 20% dos entrevistados brasileiros disseram que o ativismo digital os encorajou a tomar decisões melhores e mais conscientes, 35% afirmam ter apoiado pelo menos uma campanha ambiental nas mídias sociais, com mais de 17% tendo participado de abaixo-assinados para defender as questões das mudanças climáticas pela primeira vez desde a pandemia.

Fonte:  Assessoria
23/04/2021 0 Comentários 675 Visualizações
Saúde

Hospital Moinhos de Vento irá testar app de detecção do Covid por meio do som da tosse

Por Gabrielle Pacheco 06/04/2021
Por Gabrielle Pacheco

Uma pesquisa liderada pelo Hospital Moinhos de Vento, em parceria com a Universidade de Montreal, no Canadá, vai testar o uso de um aplicativo para identificar a Covid-19 pelo som da tosse. Nesta etapa, estão sendo recrutados colaboradores do Hospital com alto risco de contrair a doença, além de pacientes maiores de 18 anos com sintomas respiratórios e que foram internados após terem o diagnóstico confirmado. Com isso, será possível acessar o prontuário e fazer um cruzamento de informações, formando um banco de dados da tosse. Em um primeiro momento, a meta é abranger cerca de 500 pessoas e atingir aproximadamente 15.500 registros acústicos de tosse.

O registro da tosse e a formação de um banco de dados será feito a partir de gravações feitas pelos pacientes, por meio de um aplicativo que será instalado no smartphone. Para isso, o participante do estudo deve acessar a ferramenta e deixá-la ligada para a gravação. Depois, essas informações serão enviadas para servidores localizados nos Estados Unidos e no Canadá, onde ocorre o processamento dos dados. A expectativa é que a pesquisa ajude no desenvolvimento de modelos de software para a triagem, diagnóstico e prognóstico da COVID-19. O estudo segue as normas nacionais e internacionais de proteção de dados.

De acordo com a coordenadora do estudo, a epidemiologista Eliana Wendland, o monitoramento digital da tosse é um campo emergente de pesquisa que foi acelerado pela pandemia. Com o aumento exponencial dos casos de COVID-19, novos métodos de diagnóstico rápidos e precisos são necessários para identificar, isolar e tratar os pacientes, ajudando a reduzir as taxas de mortalidade e o risco de transmissão. Neste contexto, a inteligência artificial poderá ser uma aliada na luta contra o coronavírus. “A tosse da Covid-19 é diferente das outras, já temos estudos comprovando isso. O objetivo agora é montar um banco de dados de tosses”, explica. Mais tarde, observa Eliana, o trabalho poderá ser replicado em outras áreas, como a Pediatria.

Outras iniciativas pelo mundo

Experiências para o monitoramento digital da tosse já foram desenvolvidas em outros países. Em Madagascar, pesquisadores fizeram um estudo para a detecção remota da tosse usando smartphones. Um total de 31.704 arquivos de som de tosse putativa foram gravados, ouvidos de forma individual e manualmente classificados como “tosse” (23%), “não tosse” (75%) ou “indeterminado” (2%). Os dados preliminares mostram diferenças nos padrões de tosse entre doenças pulmonares distintas, como tuberculose ou exposição crônica à poluição do ar em ambientes fechados. Apontam ainda que áreas com maior risco de transmissão de doenças respiratórias podem ser mapeadas com base na quantidade absoluta de tosse/tempo.

No Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, pesquisadores trabalham no desenvolvimento de um aplicativo capaz de diagnosticar uma infecção assintomática por coronavírus através dos sons produzidos por meio da tosse ou da fala.

Foto: Leonardo Lenskij/Divulgação | Fonte: Assessoria
06/04/2021 0 Comentários 679 Visualizações
Saúde

Estudo aponta queda na disseminação da gripe durante o primeiro ano da pandemia

Por Caren Souza 05/04/2021
Por Caren Souza

Uma pesquisa realizada pelo Mestrado em Virologia da Universidade Feevale comprovou que, em 2020, houve uma queda acentuada na disseminação e na transmissão do vírus causador da gripe e de outros vírus respiratórios comuns nas regiões dos vales do Sinos e Paranhana, em relação a indicadores anteriores. Publicado no Journal of Medical Virology, uma das publicações científicas mais importantes do mundo, o estudo comparou as taxas de contágio dos vírus Influenza A (FLUAV) e B (FLUBV), Enterovírus 68 (EV-68), Mastadenovírus Humano C (HAdV-C), Rinovírus (RV) e SARS-CoV-2, causador da Covid-19, durante a pandemia no ano passado, juntamente com os dados dos boletins epidemiológicos de 2019 do Ministério da Saúde e da Secretaria Estadual da Saúde.

No período de março a dezembro do ano passado, a mestranda Ana Karolina Antunes Eisen analisou o resultado de 987 exames de detecção molecular dos diferentes vírus em amostras de pacientes com Síndrome da doença respiratória aguda (SDRA). O resultado dessa análise mostrou que 418 amostras (42,3%) foram positivas para o SARS-CoV-2, 16 (1,62%) para FLUAV (causador da H1N1), 67 (6,78%) para HAdV ‐ C, 55 para o RV, sendo 22 para o RV 1/2 (26,3%) e 37 para RV 2/2 (13,6%), e nenhuma afirmativa para FLUBV ou EV-68. Durante o período, também houve três casos de coinfecção pelos vírus da gripe e o vírus da Covid-19, sendo um caso triplo pelas duas com o Mastadenovírus Humano C.

Para o pesquisador e orientador do estudo, Fernando Spilki, coordenador do Laboratório de Microbiologia Molecular da Feevale e da Rede Corona-ômica, inciativa da Rede Vírus, vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), as medidas adotadas por parte da população no período, como o uso de máscaras, a lavagem frequente das mãos e o distanciamento social, contribuíram para o resultado da circulação de vírus endêmicos causadores de doença respiratória, menos disseminados do que na trajetória histórica conhecida. “Os resultados demonstram que medidas de controle da disseminação do SARS-CoV-2 também têm impacto no controle de outras doenças respiratórias”, diz o pesquisador.

Ainda segundo Spilki, outro fator que pode ter ajudado para a diminuição de casos confirmados do vírus Influenza é a vacinação contra a gripe, que no ano passado foi disponibilizada a um público maior do que em campanhas anteriores. Ele alerta e reforça para a importância da imunização, que começará em 12 de abril e se estenderá até 9 de julho, em três fases. “Neste ano é importante que, especialmente as populações mais suscetíveis, busquem a vacinação contra a gripe e o SARS-CoV-2, observando as orientações quanto ao prazo de 14 dias de intervalo entre as aplicações das duas vacinas”, complementa.

Fonte: Assessoria
05/04/2021 0 Comentários 479 Visualizações
Saúde

Pesquisa busca compreender fatores relacionados à saúde mental e à pandemia em três países

Por Caren Souza 25/03/2021
Por Caren Souza

Um estudo internacional, liderado pela Universidade Feevale, investiga os efeitos relacionados à saúde mental sobre a população de três países afetados pela pandemia do Covid-19. A pesquisa, que está sendo realizada em parceria com a universidades de Messina, da Itália, e de Eastern Washington, dos Estados Unidos, busca compreender e avaliar o impacto desse período pandêmico, em relação aos níveis de depressão, estresse pós-traumático e resiliência em universitários e seus familiares.

Conforme o professor Marcus Levi, coordenador do Mestrado em Psicologia da Feevale, os pesquisadores querem entender como as características das pessoas estão funcionando como propulsoras de maior risco ou de proteção. “Estamos fazendo este estudo para verificar como a pandemia e seus efeitos se relacionam em relação a quadros depressivos e de estresse pós-traumático com tudo que estão vivenciando nesse período. Ao mesmo tempo, queremos verificar como a resiliência está contribuindo para proteger as pessoas dos impactos da pandemia”, destaca.

As universidades parceiras foram escolhidas por serem de países que, em algum momento foram ou estão sendo epicentro da pandemia, como é, agora, o caso do Brasil. Segundo Levi, os parceiros entenderam que seria importante participar de uma pesquisa transcultural, “para comparar esses níveis e diagnosticar diferenças e semelhanças referentes à saúde mental de suas populações”.

A pesquisa está na fase de coleta de dados e aceitando a participação de voluntários, maiores de 18 anos, que queiram contribuir com a pesquisa. Para isso, eles devem responder a um questionário eletrônico, disponível em https://bit.ly/3cckr9j.

Fonte: Assessoria
25/03/2021 0 Comentários 531 Visualizações
Cultura

Feevale integra pesquisa sobre jogos eletrônicos no Brasil

Por Caren Souza 24/03/2021
Por Caren Souza

O Laboratório de Artefatos Digitais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), com o apoio do Laboratório de Criatividade da Universidade Feevale, realiza o estudo Experiências e Práticas de Jogadores de Videogames no Brasil. Coordenado pela professora Suely Fragoso, o estudo tem como objetivo mapear as experiências e práticas de jogadores de jogos digitais ou eletrônicos no Brasil.

Na primeira fase da pesquisa, foi desenvolvido um formulário on-line que visa coletar dados quantitativos dos diversos perfis de jogadores. O questionário não depende da frequência de jogo ou dispositivo (computador, console e celular, entre outros) utilizado, já que o intuito é abranger todos os tipos de jogadores e plataformas. Para participar da pesquisa, basta preencher o formulário disponível no link bit.ly/experienciadejogo. A participação acontece de forma gratuita, voluntária e anônima. Mais informações sobre o trabalho podem ser obtidas pelo e-mail [email protected].

Além da Feevale, laboratórios, grupos de pesquisa e professores de outras universidades brasileiras participam do estudo. São elas: Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Fundação Getúlio Vargas, Universidade Federal do Maranhão, Universidade Federal de Juiz de Fora, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal Fluminense, Universidade do Vale do Rio dos Sinos e Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Fonte: Assessoria
24/03/2021 0 Comentários 772 Visualizações
Brasil solitário
Variedades

Brasil é o mais solitário entre 28 países

Por Gabrielle Pacheco 04/03/2021
Por Gabrielle Pacheco

A solidão tem sido um sentimento recorrente para metade da população do Brasil. De acordo com o levantamento Perceptions of the Impact of Covid-19, realizado pela Ipsos com pessoas de 28 países, 50% dos respondentes afirmam se sentir solitários no Brasil. Dentre todas as nações, é o maior índice. Em segundo lugar estão os turcos (46%), seguidos pelos indianos (43%). A média global é de 33%. Na contramão do Brasil, os respondentes da Holanda (15%), do Japão (16%) e da Polônia (23%) são os que menos se sentem sós.

O impacto da pandemia foi particularmente duro para os brasileiros (…), e não veem o resultado de longo prazo como positivo para sua saúde mental.

A sensação de solidão aumentou no último semestre, conforme 52% dos brasileiros. Já na média de todos os países, 41% das pessoas disseram que se tornaram mais solitárias nos últimos seis meses. Para 43% dos respondentes no Brasil, o último semestre gerou impacto negativo em sua saúde mental. Por outro lado, 1 em cada 5 (21%) declarou que o impacto foi positivo.

Globalmente, considerando todos os participantes da pesquisa, 40% relataram impacto negativo dos últimos 6 meses no bem-estar mental, e 22% relataram um impacto positivo. Os países com maior impacto positivo foram Peru (47%), México (44%) e Índia (42%). Já Canadá (54%), Reino Unido (53%) e Hungria (52%) tiveram maior impacto negativo.

“O impacto da pandemia foi muito duro particularmente para os brasileiros – que se sentem muito mais solitários que a população nos demais países –, e não veem o resultado de longo prazo como positivo para sua saúde mental”, avalia Marcos Calliari, presidente da Ipsos no Brasil.

Apesar de solitário, Brasil segue solidário

Mesmo com as pessoas se sentindo sozinhas, há uma percepção de que os membros das comunidades locais estão mais solidários uns com os outros nos últimos seis meses. No Brasil, 36% concordam que a solidariedade aumentou. O índice global é de 32%. Os países que mais notaram crescimento na solidariedade foram China (55%), Índia (55%) e Arábia Saudita (51%). Em contrapartida, no Japão (10%), Rússia (13%) e Turquia (17%) a quantidade de pessoas que acham que o sentimento solidário cresceu no último semestre é relativamente menor.

A pesquisa on-line foi realizada com 23.004 pessoas com idade entre 16 e 74 anos de 28 países. Os dados foram colhidos entre 23 de dezembro de 2020 e 08 de janeiro de 2021 e a margem de erro para o Brasil é de 3,5 pontos percentuais.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/03/2021 0 Comentários 1,8K Visualizações
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