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pediatria

Ensino

Sociedade de Pediatria do RS avalia impactos da restrição ao uso de celulares nas escolas

Por Jonathan da Silva 29/01/2025
Por Jonathan da Silva

A Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) está avaliando os impactos da Lei nº 15.100/2025, sancionada em 13 de janeiro, que restringe o uso de celulares e outras tecnologias nas escolas brasileiras. A norma estabelece que o uso de dispositivos móveis em sala de aula deve ter um propósito pedagógico definido e planejado pelos professores, evitando que se tornem elementos de distração.

Com a volta às aulas, a medida será aplicada na prática, visando proteger a saúde mental, física e psíquica de crianças e adolescentes e promover um ambiente de aprendizado mais equilibrado.

Impactos do uso excessivo de telas

O médico pediatra do Desenvolvimento e Comportamento e membro do Comitê de Desenvolvimento e Comportamento da SPRS, Renato Santos Coelho, ressaltou os efeitos do uso excessivo de dispositivos eletrônicos por crianças e adolescentes nos últimos anos.

O que estamos vivenciando é reflexo de um contexto no qual o avanço da tecnologia tomou conta de nossas vidas. Esse fenômeno não é novo, vem ocorrendo desde a implantação e surgimento dos aparelhos de celular. Porém, durante a pandemia, esse quadro foi ampliado, uma vez que as crianças foram forçadas a se adaptar ao uso de tecnologias para a aprendizagem e entretenimento, mas o impacto disso foi sentido no consultório já em 2021, com aumento de problemas de aprendizado e atrasos no desenvolvimento”, afirma Renato Santos Coelho.

Segundo Coelho, o uso excessivo de dispositivos eletrônicos nos primeiros anos de vida pode afetar o desenvolvimento da linguagem, da comunicação e das habilidades cognitivas das crianças, além de impactar negativamente seu comportamento. Estudos indicam que essa exposição precoce pode retardar o desenvolvimento cognitivo e emocional, afetando diretamente a comunicação.

Reflexão sobre o papel da tecnologia na educação

A nova legislação propõe, além da regulamentação do uso de celulares, uma reflexão sobre o impacto das tecnologias no aprendizado e na interação social dentro do ambiente escolar. O objetivo é conscientizar estudantes e professores sobre um uso equilibrado dos dispositivos digitais.

Acredito que o essencial é garantir que as crianças possam focar em sua aprendizagem de forma mais eficaz. A tecnologia, quando utilizada de maneira consciente e com um objetivo pedagógico, pode ser uma ferramenta poderosa. No entanto, quando usada de forma indiscriminada, pode prejudicar a atenção, a qualidade do sono e até afetar o comportamento das crianças, causando irritabilidade e dificuldades nas interações sociais”, destaca Renato Coelho.

A SPRS também reforça a importância do papel dos pais no controle do uso das tecnologias pelas crianças. Segundo a entidade, muitos adultos acabam servindo de modelo para os filhos, o que torna essencial que eles próprios façam um uso equilibrado dos dispositivos móveis.

Foto: Freepik/Divulgação | Fonte: Assessoria
29/01/2025 1 Comentário 509 Visualizações
Saúde

Sociedade de Pediatria do RS alerta para prevenção de acidentes aquáticos com crianças

Por Jonathan da Silva 16/01/2025
Por Jonathan da Silva

A Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) emitiu um alerta sobre a importância da prevenção de acidentes com crianças em ambientes aquáticos, como praias, piscinas e clubes, durante o verão. Afogamentos são uma das principais causas de mortes acidentais na infância durante a estação, destacando a necessidade de supervisão constante e medidas de segurança adequadas.

O vice-presidente da SPRS, Marcelo Porto, enfatizou a importância da vigilância contínua por parte dos responsáveis. “É fundamental manter a supervisão constante e atenta, sem delegar essa responsabilidade a irmãos ou crianças mais velhas. Cercas de segurança ao redor das piscinas, além de pisos antiderrapantes, são medidas também essenciais. A grade com altura de 1,5m, com portão chaveado e a vigilância ininterrupta, são as medidas mais eficientes. Ensinar às crianças os perigos de correr próximo à água e evitar brinquedos perto das bordas também contribuem para a segurança”, explicou Porto.

Outras recomendações da SPRS incluem o uso de coletes salva-vidas, a aprendizagem de primeiros socorros e a atenção redobrada durante passeios e férias. A entidade reforça que medidas simples, como a conscientização sobre os riscos e a adoção de práticas seguras, podem ajudar a evitar não apenas afogamentos, mas também quedas e outros acidentes.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
16/01/2025 1 Comentário 618 Visualizações
Saúde

Hospital Regina recebe emenda para compra de Raio X digital para pediatria

Por Jonathan da Silva 18/12/2024
Por Jonathan da Silva

O Hospital Regina, localizado em Novo Hamburgo, recebeu nesta semana a confirmação de uma emenda parlamentar no valor de R$ 300 mil para a aquisição de um aparelho de Raio X digital destinado à unidade de internação SUS e à UTI pediátrica. A articulação para a obtenção do recurso foi feita pelo deputado estadual Issur Koch (PP) junto ao deputado federal Pedro Westphalen (PP), que oficializou a destinação dos recursos em reunião com a diretora executiva do hospital, Patrícia Raquel Bohn, e a gerente administrativa, Carolina Medeiros.

O deputado Pedro é nossa conexão com Brasília e tem destinado recursos importantes para a saúde na região. Agora, serão R$ 300 mil para a compra deste equipamento”, afirmou Issur Koch.

O novo equipamento será utilizado nos 43 leitos pediátricos do SUS, contribuindo para diagnósticos rápidos e precisos em crianças internadas com condições respiratórias, problemas ósseos e outras complicações comuns nessa faixa etária.

De acordo com o hospital, o aparelho de Raio X digital proporcionará maior precisão e clareza nas imagens, além de menor exposição à radiação em comparação ao método tradicional. O equipamento também permitirá armazenamento digital e compartilhamento de imagens em tempo real, facilitando o acompanhamento dos casos e a comparação com exames anteriores.

É uma grande notícia para nosso hospital. Agradecemos o apoio do deputado Issur e a emenda destinada pelo deputado Westphalen”, destacou Patrícia Bohn.

A emenda será incluída no Orçamento Federal de 2025 e permitirá ao hospital ampliar a capacidade de atendimento pediátrico com mais eficiência e segurança para os pacientes.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
18/12/2024 0 Comentários 640 Visualizações
Saúde

Especialista orienta como ajudar crianças a lidar com estresse e ansiedade na escola

Por Jonathan da Silva 19/11/2024
Por Jonathan da Silva

Com a proximidade do fim do ano letivo, sinais de estresse e ansiedade podem se tornar frequentes entre as crianças, causados por provas, tarefas acumuladas e pressão por bons resultados. O pediatra e 1º secretário da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS), Dr. Silvio Baptista, alerta que esses fatores podem impactar tanto o desempenho acadêmico quanto o bem-estar emocional dos estudantes.

As crianças podem apresentar medos sem motivo aparente, angústia, irritabilidade e dificuldade de concentração. Também é comum observar baixa autoestima, alterações no sono e no apetite. Sintomas físicos, como falta de ar, suor excessivo e dores abdominais, podem surgir, prejudicando o desempenho escolar e os relacionamentos com colegas”, afirma o Dr. Baptista.

Segundo o especialista, fatores como bullying, competições excessivas e falta de acolhimento contribuem para agravar esses problemas emocionais. Baptista destaca a necessidade de uma parceria entre escola e família para identificar e enfrentar essas questões. “A escola tem um papel fundamental em perceber mudanças no comportamento das crianças. Instituição e família devem oferecer apoio que respeite as diferenças e celebre os avanços individuais dos alunos”, orienta o pediatra.

Para amenizar os sintomas de estresse e ansiedade, Dr. Baptista sugere estratégias como criar um ambiente familiar acolhedor, reduzir o uso de redes sociais e incentivar atividades lúdicas e ao ar livre. “O diálogo aberto em casa e a priorização do tempo em família são essenciais. Quando necessário, buscar ajuda de profissionais pode fazer a diferença no bem-estar da criança”, explica o especialista.

O médico também reforça a importância de capacitar os profissionais da educação. “Os professores precisam estar preparados para atender às necessidades dos alunos. As atividades escolares devem ser integradoras e acolhedoras, e os serviços de orientação pedagógica devem estar estruturados para resolver conflitos e dificuldades”, ressalta Dr. Baptista, destacando que intervenções precoces são fundamentais para a saúde mental das crianças.

As orientações reforçam a necessidade de atenção e cuidado conjunto entre família e escola, buscando criar um ambiente que favoreça tanto o desenvolvimento acadêmico quanto o emocional dos estudantes.

Foto: Canva/Divulgação | Fonte: Assessoria
19/11/2024 0 Comentários 545 Visualizações
Saúde

Sociedade de Pediatria do RS alerta para prevenção e tratamento da otite infantil

Por Jonathan da Silva 19/11/2024
Por Jonathan da Silva

A Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) tem chamado a atenção dos pais para a importância de prevenir e tratar a otite, uma das infecções mais comuns na infância, que afeta mais de 80% das crianças nos primeiros anos de vida. A forma mais frequente, a otite média aguda, pode causar dores intensas no ouvido, febre, irritabilidade e, se não tratada, levar a complicações como a perda auditiva.

O otorrinolaringologista pediátrico, Dr. José Faibes Lubianca Neto, explicou que existem três tipos principais de otite: a média aguda, caracterizada por dor e febre; a média com efusão, conhecida como “otite silenciosa”, que apresenta redução auditiva sem sintomas aparentes; e a média crônica supurativa, marcada por secreção persistente, muitas vezes associada à perfuração do tímpano.

A identificação precoce dos sintomas é fundamental para o tratamento adequado. A otite média com efusão, por exemplo, pode ser percebida pelos pais quando a criança apresenta dificuldade auditiva”, afirmou o Dr. Lubianca Neto.

Tratamento

O tratamento depende da gravidade e da idade da criança. Em casos de otite média aguda, crianças maiores de dois anos podem ser tratadas com analgésicos, desde que não apresentem secreção. Já para bebês menores de seis meses, o uso de antibióticos é obrigatório. Crianças entre seis meses e dois anos devem receber antibióticos em casos graves. “Para os casos mais severos e prolongados, existe a possibilidade de intervenções como a inserção de tubos de ventilação, que ajudam a prevenir a recorrência da infecção e a perda auditiva associada”, salientou o médico.

Prevenção

A SPRS reforçou medidas preventivas que ajudam a reduzir o risco de otite, como:

  • Evitar a exposição ao fumo passivo;
  • Garantir a amamentação exclusiva até os seis meses de idade;
  • Vacinar as crianças, especialmente com a vacina pneumocócica;
  • Limitar o uso de chupetas apenas ao período de sono;
  • Tratar adequadamente infecções respiratórias superiores.

A entidade destacou que, diante de qualquer sintoma ou suspeita de otite, os pais devem procurar orientação médica para um diagnóstico e tratamento adequados.

Foto: Canva/Divulgação | Fonte: Assess0ria
19/11/2024 0 Comentários 513 Visualizações
Saúde

Sociedade de Pediatria faz alerta após aumento de casos de coqueluche no RS

Por Jonathan da Silva 11/11/2024
Por Jonathan da Silva

A Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) emitiu recentemente um alerta devido ao aumento nos casos de coqueluche no estado, especialmente em Porto Alegre, onde foram registradas 79 notificações suspeitas e 48 confirmações até a 37ª semana de 2024. Segundo dados da SPRS, dois surtos já foram identificados, e outros sete estão em investigação, envolvendo 28 pessoas.

A doença, que pode ser prevenida pela vacinação, está em alta no Brasil, acompanhando uma tendência global, com aumento de casos em regiões como Estados Unidos, Europa e China. O infecto pediatra da SPRS, Dr. Marcelo Scotta, atribui o crescimento ao declínio na cobertura vacinal. “Observamos um aumento expressivo nas doenças evitáveis, com um crescimento superior a 900% em várias regiões do mundo e, agora, também no Brasil. A principal razão para esse cenário é a baixa cobertura vacinal, especialmente entre crianças e gestantes”, afirma o médico, lembrando que as gestantes têm direito à vacina contra tétano, difteria e coqueluche, disponível gratuitamente no SUS como parte do Programa Nacional de Imunizações. “A vacinação continua sendo a medida mais eficaz para controlar esse risco”, acrescenta Scotta.

A SPRS orienta médicos a notificarem imediatamente todos os casos suspeitos de coqueluche, uma doença de notificação obrigatória no país. O diretor da SPRS, Dr. Benjamin Roitman, enfatiza a importância desse procedimento. “É crucial que, durante o atendimento, o profissional de saúde realize a notificação imediata à Vigilância em Saúde pelos telefones 3289-2471 ou 3289-2472. Além disso, o tratamento deve ser estendido a todos os contactantes do paciente, como forma de prevenção”, orienta Roitman.

Para o diagnóstico, o exame padrão é o PCR para Bordetella, realizado por swab de orofaringe. No entanto, este exame não é amplamente acessível e está disponível apenas em algumas unidades do SUS, sem cobertura pela maioria dos convênios. Na presença de tosse prolongada por mais de 10 dias, a SPRS recomenda que os médicos considerem a possibilidade de coqueluche e iniciem o tratamento adequado o quanto antes.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
11/11/2024 0 Comentários 553 Visualizações
Saúde

Sociedade de Pediatria do RS faz alerta sobre crises de asma em crianças no inverno

Por Jonathan da Silva 02/09/2024
Por Jonathan da Silva

O agravamento de crises de asma em crianças durante o inverno tem sido alertado pela Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS). A condição respiratória crônica caracterizada por uma inflamação persistente dos brônquios, tubos responsáveis por conduzir o ar para os pulmões, é o resultado da interação entre características genéticas e fatores ambientais e biológicos. O aumento de infecções por vírus é a principal causa do agravamento durante esta época do ano.

De acordo com o pneumologista pediátrico associado à SPRS, Paulo Pitrez, os principais sintomas da enfermidade nas crianças são tosse, chiado no peito e falta de ar. “A asma afeta clinicamente com sintomas respiratórios recorrentes, que são tosse, chiado no peito, falta de ar e a sensação de aperto no peito, podendo ser uma combinação desses sintomas. Às vezes o paciente apresenta um sintoma de forma mais frequente que outro e, quanto mais grave, mais comuns eles se tornam”, destaca Pitrez.

Deste modo, o médico relata que os sintomas podem surgir durante o dia, quando a criança está em aula, sendo bastante comum ao praticar exercícios, que podem desencadear uma crise. Também podem ocorrer no período da noite, em que a criança desperta com um broncoespasmo, definido como a contração repentina da musculatura dos brônquios, fazendo com que haja uma entrada menor quantidade de ar nos pulmões.

Além disso, o especialista salienta que infecções virais são a causa mais comum das crises de asma, com o maior risco de quadros mais graves. “O grande vilão das crises de asma, que leva as crianças a consultas com o pediatra, visitas a salas de emergência e hospitalizações, são causadas por infecções virais, que acontecem mais durante o inverno’’, pontua Pitrez.

O tratamento para a doença consiste no controle ambiental, diminuindo a poeira, o mofo, prevenindo o contato com fumantes e utilizando medicamentos controladores com corticoide inalatório e broncodilatadores. “O controle do ambiente é importante, reduzindo a poeira, o mofo, evitando o contato com pólen, gramíneas, e animais, caso a criança seja alérgica a estes fatores. Ambientes que têm cigarro também fazem muito mal para a criança. Como tratamento nós temos a medicação de controle, com o uso diário do corticoide inalatório, para reduzir a inflamação dos brônquios. O paciente com sintomas mais frequentes deve utilizar um tratamento diário, uma ou duas vezes ao dia, com essa linha de medicamentos, às vezes adicionando broncodilatadores. Se tiver sintomas ou crises, quando em vigência do tratamento, deve sempre utilizar a medicação de resgate prescrita (com broncodilatador) e procurar atendimento do seu pediatra e fazer uma revisão’’, relata o médico.

Pitrez também ressalta que em casos de crianças com a doença mais grave, em que os tratamentos mais comuns não funcionam, há outras alternativas mais modernas. “Para aqueles com asma grave, que não respondem a nenhum desses tratamentos e medicamentos inalatórios convencionais, temos terapias novas, muito eficazes, sendo os imunobiológicos, que reduzem a inflamação dos brônquios com alta eficácia e segurança, melhorando muito a vida dos pacientes com asma grave, mas de alto custo”, finaliza o especialista.

Foto: Canva/Divulgação | Fonte: Assessoria
02/09/2024 0 Comentários 570 Visualizações
Saúde

XVII Congresso Gaúcho de Atualização em Pediatria tem data confirmada

Por Jonathan da Silva 01/08/2024
Por Jonathan da Silva

O XVII Congresso Gaúcho de Atualização em Pediatria acontecerá de 15 a 17 de maio de 2025, no Centro de Eventos BarraShoppingSul, em Porto Alegre. As datas foram confirmadas pela Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) nesta semana. O evento, que já considerado tradicional entre os pediatras do estado, tem o objetivo de promover a atualização profissional e a troca de conhecimentos entre especialistas.

A presidente do congresso, Denise Leite Chaves, destaca a importância do evento, especialmente após as recentes adversidades enfrentadas pelo Rio Grande do Sul. “Foi com muita honra que aceitei ser presidente da próxima edição do nosso já tradicional Congresso Gaúcho de Atualização em Pediatria. É um grande desafio, pois, logo após nossa edição de 2024, o Rio Grande do Sul foi devastado pela pior catástrofe climática que nosso estado já sofreu. Estamos todos impactados, e nosso estado levará muito tempo para se reerguer. Mas, muito mais que isto, nós, como pediatras, temos que reconhecer que as crianças foram novamente atingidas, e pouco tempo após o impacto que a epidemia de Covid causou. Profundas marcas ao seu desenvolvimento biopsicossocial mais uma vez impactarão seu futuro”, pontua Denise.

A presidente reforça a necessidade de constante atualização e qualificação dos profissionais da área. “Estamos vivendo um momento de grandes desafios, grandes mudanças, com uma medicina em contínua evolução, cada vez mais tecnológica, transformando a educação e as relações interpessoais. E com certeza temos que nos atualizar, debater e nos qualificar sempre, pois é papel do pediatra, como especialista, a vigilância da saúde da criança. Nós conduzimos a saúde do futuro”, salienta Denise.

O presidente da SPRS, José Paulo Ferreira, reforça o convite aos colegas para o evento. “Este evento, já consagrado entre os pediatras gaúchos, é uma tradição que nos permite não apenas atualizar nossos conhecimentos, mas também reencontrar amigos e colegas de profissão”, destaca Ferreira.

Durante o congresso, os participantes terão a oportunidade de assistir a palestras e workshops com especialistas renomados, discutir casos clínicos e trocar experiências. Serão abordados temas como inovações em tratamentos pediátricos, prevenção de doenças, saúde mental e a importância da abordagem interdisciplinar no cuidado infantil.

Mais detalhes sobre o XVII Congresso Gaúcho de Atualização em Pediatria podem ser obtidos no site oficial do evento, no link gauchopediatria.com.br/home.asp.

Fotos: Divulgação | Fonte: Assessoria
01/08/2024 0 Comentários 1,1K Visualizações
Saúde

Feevale oferece atendimentos gratuitos de pediatria

Por Jonathan da Silva 12/06/2024
Por Jonathan da Silva

Atendimentos gratuitos em pediatria para a comunidade são oferecidos pelo Centro Integrado de Especialidades em Saúde (Cies) da Universidade Feevale. Os trabalhos acontecem às quartas-feiras pela manhã e às sextas-feiras pela tarde, na estrutura do Cies. O serviço é oferecido a crianças de zero a 12 anos de idade.

Os agendamentos para participar do atendimento gratuito devem ser realizados com antecedência pelo WhatsApp (51) 3586-9234, pelo telefone (51) 3586-8813 ou pelo e-mail [email protected].

A estrutura do Cies está localizada na Rua Rubem Berta, 200, em Novo Hamburgo.

Foto: Maria Izabella Atanasio/Universidade Feevale/Divulgação | Fonte: Assessoria
12/06/2024 0 Comentários 625 Visualizações
Variedades

Concórdia abriga recém-nascidos, puérperas, gestantes e crianças

Por Marina Klein Telles 14/05/2024
Por Marina Klein Telles

Com apenas cinco meses, a bebê Heloísa já enfrenta a segunda enchente de grandes proporções de sua vida. A primeira foi em junho do ano passado, quando ainda estava na barriga da mãe, a adolescente Raiana Driellen da Rosa Peixoto, de 17 anos, durante a passagem de um ciclone extratropical por São Leopoldo, quando ficaram abrigadas no Ginásio Celso Morbach. Além de Heloísa, Raiana é mãe de Isadora, de 3 anos. Moradoras do bairro Campina, as três estão alojadas em uma das salas de aula do Colégio Luterano Concórdia, um dos 88 abrigos da cidade. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, o Concórdia recebe preferencialmente puérperas (mães com bebês recém-nascidos), gestantes e crianças em alta do Hospital Centenário.

No local, há equipe de saúde e consultoras de amamentação, além do importante trabalho de voluntários e de um grande número de doações, que não param de chegar. As crianças também contam com atividades lúdicas como desenho, pintura, cinema, uma biblioteca e brinquedos. Segundo o diretor da instituição, André Bender, na tarde da segunda-feira (13) havia cerca de 100 pessoas abrigadas na escola.

“Na primeira enchente a gente não chegou a perder tudo, mas agora não sobrou nada, saí de casa com algumas roupas delas numa mochila e nada mais”, lamenta Raiana. A história dela é semelhante à de Tainara de Oliveira, 27, que também precisou deixar a casa onde morava com as filhas de 10, 8 e 2 anos às pressas para fugir da fúria das águas. “É a primeira vez que precisamos sair de casa, ficamos sabendo que a água chegou no telhado” diz Tainara, ansiosa para voltar para casa e recomeçar. “Vai ser difícil porque perdemos muita coisa, a limpeza vai ser grande”, resume.

Acomodada em outra sala de aula com um menino de cinco anos e uma menina de dois e meio, a auxiliar de cozinha Jéssica Daiane Motta Almeida, 23, espera o terceiro filho. Com 29 semanas de uma gestação que exige cuidados em razão de complicações nas anteriores, ela torce para que Levi Henri venha ao mundo simbolizando a esperança de dias melhores para a família. “Eu só quero que as coisas se ajeitem. O resto a gente corre atrás.”

Foto: Anna Lúcia Garske/divulgação | Fonte: Assessoria
14/05/2024 0 Comentários 506 Visualizações
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