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pandemia

Business

Sebrae e Lojas Renner se unem para fortalecer pequenas empresas da cadeia produtiva da moda

Por Gabrielle Pacheco 25/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Diante do cenário desafiador vivenciado pelo segmento da moda, o Sebrae e a Lojas Renner se uniram para apoiar micro e pequenas empresas que fazem parte da cadeia produtiva da varejista. A nova parceria vai proporcionar, de maneira gratuita, um conjunto de consultorias para gerenciamento de crise e gestão financeira em 220 pequenos negócios de seis estados brasileiros (Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais).

As consultorias serão oferecidas ao longo de dois meses, customizadas para a realidade de cada empresa, no formato online, para atender às recomendações de distanciamento social devido ao coronavírus. Serão seis encontros virtuais, totalizando 12 horas de atendimento, divididos em três temáticas: gestão financeira; linhas de crédito disponíveis no mercado; e dispositivos do governo e outras ações para o enfrentamento da pandemia. 

De acordo com o diretor técnico do Sebrae, Bruno Quick, com o serviço individualizado, os empresários terão condições de avaliar rapidamente qual caminho seguir na gestão dos negócios, a partir da realidade e nível de preparação de cada um diante da crise. “A finalidade é um atendimento que leve clareza para esse empresário na tomada de decisão porque ele não pode esperar muito para redirecionar o seu negócio. Mais do que nunca, ele precisa de um atendimento pontual, rápido e efetivo para a gestão e sobrevivência da empresa”, explica. 

Em recente pesquisa realizada pelo Sebrae que avaliou os impactos da Covid-19 nos pequenos negócios, os empresários do segmento da moda afirmaram ter enfrentado queda brusca no faturamento. 

Para o diretor de produto da Lojas Renner, Henry Costa, a capacitação ajudará os pequenos empresários a se adequarem a este novo momento, permitindo que eles utilizem os recursos disponíveis da forma mais adequada. “Este projeto se soma a outras iniciativas que a Renner vem adotando para apoiar sua cadeia de fornecedores, dentro da nossa atuação de responsabilidade social e corporativa. Estamos trabalhando de maneira colaborativa com nossos parceiros, buscando soluções conjuntas que preservem a força do setor”, afirma.

Parte das empresas beneficiadas pelas consultorias também receberá da Renner um subsídio financeiro, com o objetivo de auxiliar na manutenção dos empregos e na reestruturação do negócio, podendo impactar positivamente mais de 2 mil pessoas. O investimento total da varejista é de R$ 1,5 milhão.

A relação entre o Sebrae e a Lojas Renner existe desde 2017, quando uniram esforços para apoiar a cadeia têxtil por meio do Programa Nacional de Encadeamento Produtivo. Desde então, mais de 200 micro e pequenas empresas passaram por um processo de qualificação empresarial com duração de 12 a 18 meses, recebendo capacitação em temas estratégicos para a gestão do negócio. O programa apresentou resultados gerais de aumento de produtividade de 23% e de competitividade de 55%, e se prepara para mais um ciclo de atividades no segundo semestre de 2020.

Mecânica

O trabalho está sendo efetuado com as seguintes etapas: no primeiro momento, o Sebrae e a Renner fizeram uma pré-seleção dos empresários que apresentavam um conjunto específico de critérios, como ser um pequeno negócio, um número considerável de empregados, a localização das regiões estratégicas para a Renner e com cobertura pela rede de consultores Sebrae. O contato está sendo feito pelos gestores do Sebrae nos estados comunicando que a consultoria está disponível. As instituições irão também formar lista de interessados e havendo vagas remanescentes esses empresários poderão ser atendidos.

Sobre a Lojas Renner S.A.

Constituída em 1965, a Lojas Renner S.A. foi a primeira corporação brasileira com 100% das ações negociadas em bolsa e está listada no Novo Mercado, grau mais elevado dentre os níveis de governança corporativa da B3. Atua por meio da Renner, que tem moda em diferentes estilos; da Camicado, empresa do segmento de casa e decoração; da Youcom, especializada em moda jovem; e da ASHUA Curve & Plus Size, que oferece roupas nos tamanhos 46 a 54. Atualmente, conta com cerca de 600 lojas em operação, considerando todos os seus formatos. A companhia opera ainda com a Realize CFI, que apoia o negócio de varejo, através da oferta e gestão de produtos financeiros.

Sobre o Sebrae

O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) é uma entidade privada que promove competitividade e o desenvolvimento sustentável dos empreendimentos de micro e pequenas empresas, atuando com foco no fortalecimento do empreendedorismo e na aceleração do processo de formalização da economia.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/05/2020 0 Comentários 580 Visualizações
Variedades

Câmara Setorial da Citricultura avalia situação do setor durante estiagem e pandemia

Por Gabrielle Pacheco 22/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Câmara Setorial da Citricultura do Rio Grande do Sul reuniu-se nesta quarta-feira, 20, por meio de videoconferência, para avaliar o setor durante a estiagem que assola o Estado e a pandemia de coronavírus. O encontro virtual teve a coordenação do secretário da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, Covatti Filho, e a participação de 36 citricultores do Vale do Caí, do Alto Uruguai, da Fronteira Oeste e da Serra Gaúcha.

Houve relatos da situação da safra, com perdas pela estiagem variando entre 20% e 50% em relação à previsão inicial de colheita, especialmente no caso de algumas variedades de bergamotas. Os citricultores reivindicaram que o Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro), do Banco Central, possa cobrir as perdas de laranjas e bergamotas por variedades, já que os produtores têm cultivares específicas de outono, de inverno e algumas colhidas na primavera.

O secretário solicitou que o diretor da Divisão de Políticas Agrícolas e Desenvolvimento Rural da Seapdr, Ivan Bonetti, busque soluções com o governo federal para que o Proagro possa atender à citricultura por variedade. O superintendente de Expansão de Agronegócios do Banrisul, Odir Zalamena, prontificou-se a colaborar neste sentido.

Em relação à comercialização de laranjas para as indústrias de suco, que deve iniciar nos próximos dias, os produtores mostraram-se apreensivos com os preços sinalizados. Segundo eles, os valores, até o momento, estão abaixo do preço mínimo estabelecido pelo governo federal: R$ 380 a tonelada.

Os representantes das indústrias informaram que aumentaram a capacidade de armazenagem, querem garantir a compra dos produtores e acompanham a situação do mercado. Conforme eles, se, por um lado, houve redução de consumo de sucos, por outro, a alta do dólar favorece as exportações, embora não haja ainda um horizonte para o comportamento do câmbio e do mercado.

Neste sentido, Covatti Filho solicitou que produtores de laranja e indústrias, em curto prazo, informem a situação da comercialização para, se for o caso, buscar com o governo federal mecanismos de política agrícola para apoio aos citricultores e às indústrias.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/05/2020 0 Comentários 626 Visualizações
Variedades

Como ficam os contratos em tempos de pandemia?

Por Gabrielle Pacheco 21/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

O isolamento social e outras restrições relacionadas à pandemia da Covid-19 estão gerando a impossibilidade de cumprimento de uma série de contratos. Quando celebrado, o contrato cria obrigações. À medida em que há descumprimento do que foi acordado, passa a existir a necessidade de reparação dos prejuízos causados. Em breve, deverá chegar às instâncias judiciais e às cortes arbitrais uma avalanche de processos de quem teve frustrada a execução de determinado contrato. Até o momento, Governo Federal e Congresso Nacional ainda não sinalizaram os caminhos para resolver essas questões.

Fabio Milman, sócio-diretor do escritório Rossi, Maffini, Milman & Grando Advogados faz o alerta: “Qualquer que seja o escopo e a representação econômica dos contratos, à falta do senso comum entre os parceiros de negócios, caberá ao Poder Judiciário e ao Sistema Arbitral reequilibrar pactos em desajuste, tendo o Código Civil apenas como ponto de partida”.

Ele acrescenta que, como forma de resolver impasses diante da falta de dinheiro, muitas pendências serão solucionadas com criatividade, revitalizando-se expedientes ancestrais, mas não muito utilizados, com a permuta e a cessão de direitos e obrigações. O advogado cita exemplos de soluções que poderão ser alcançadas: “Uma panificadora dará crédito em produtos que fabrica e comercializa a um credor que lhe fornece insumos ou um estabelecimento de ensino abrirá bolsas de estudo para empregados de uma empresa credora”, finaliza.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
21/05/2020 0 Comentários 593 Visualizações
Saúde

Doação de sangue é fundamental em tempos de pandemia

Por Gabrielle Pacheco 14/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Com o distanciamento social as doações de sangue aos hemocentros diminuíram muito, o que preocupa pelo risco de uma baixa nos estoques, prejudicando a população que precisa.

O ato de doar sangue não aumenta o risco de contaminação pelo coronavírus e as instituições que recebem os doadores estão altamente preparadas para tomar todas as medidas preventivas em relação à Covid-19.

Recomendações que garantem segurança

1) Agendar a sua doação por telefone ou internet ao invés de procurar o banco de sangue e doar por ordem de chegada;

2) Procure escolher o banco de sangue mais próximo da sua casa ou que esteja mais próximo do seu trajeto diário para evitar exposições;

3) Manter as medidas de proteção como o uso de máscaras, mangas longas, higienização constante das mãos e manter uma distância de no mínimo dois metros das outras pessoas;

4) Recomenda-se a lavagem das mãos ao entrar e sair do Serviço de Hemoterapia. Álcool em gel, água e sabão são disponibilizados no local.

O diretor Científico e Cultural da AMRIGS, Marcos Vinícius Ambrosini Mendonça, reforça que, além das regras usuais solicitadas pelos bancos de sangue conforme o Ministério da Saúde, em tempos de pandemia, o MS, em nota técnica traz as seguintes contraindicações de doação em relação aos pacientes sintomáticos respiratórios e COVID-19:

Quem não pode doar:

– Candidatos à doação de sangue que tenham se deslocado ou que sejam procedentes de países com casos autóctones confirmados de infecções pelo SARS­CoV­2 deverão ser considerados inaptos por 14 dias após o retorno destes países. Para este critério, considerar as informações disponibilizadas pelo Ministério da Saúde;

– Candidatos à doação de sangue que foram infectados pelos vírus SARS­CoV­2 após diagnóstico clínico e/ou laboratorial deverão ser considerados inaptos por um período de 30 dias após a completa recuperação (assintomáticos e sem sequelas que contraindiquem a doação);

– Candidatos à doação de sangue que tiveram contato, nos últimos 30 dias, com pessoas que apresentaram diagnóstico clínico e/ou laboratorial de infecções pelo vírus SARS­CoV­2 deverão ser considerados inaptos pelo período de 14 dias após o último contato com essas pessoas;

– Candidatos à doação de sangue que permaneceram em isolamento voluntário ou indicado por equipe médica devido a sintomas de possível infecção pelo SARS­CoV­2 deverão ser considerados inaptos pelo período que durar o isolamento (no mínimo 14 dias) se estiverem assintomáticos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
14/05/2020 0 Comentários 680 Visualizações
Business

Pandemia da covid-19 derruba exportações de calçados

Por Gabrielle Pacheco 12/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

A crise provocada pela pandemia da covid-19 teve papel fundamental na queda das exportações de calçados no quadrimestre. Conforme dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), em abril foram embarcados 4,84 milhões de pares por US$ 30,3 milhões, quedas de 40% em volume e de 60,8% em faturamento na relação com mesmo mês do ano passado.Com o resultado, no quadrimestre, as exportações somaram 36,87 milhões de pares e US$ 271,2 milhões, quedas de 14,4% em volume e de 21% em faturamento na relação com período correspondente de 2019.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que o quadro é explicado pela crise provocada pelo alastramento da covid-19, especialmente nos Estados Unidos, histórico e principal cliente do calçadista brasileiro no exterior. Entre janeiro e abril, os norte-americanos importaram 3,1 milhões de pares por US$ 51,32 milhões, quedas de 35,4% em volume e de 26,7% em faturamento na relação com o mesmo período do ano passado.

O segundo comprador internacional do quadrimestre foi a Argentina, para onde foram enviados 2,68 milhões de pares, que geraram US$ 28 milhões, incremento de 7,4% em volume e queda de 10,6% em faturamento na relação com o primeiro quarto de 2019.

A França apareceu no terceiro posto entre os importadores de calçados brasileiros. No quadrimestre, os franceses importaram 2,5 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 16,16 milhões, quedas de 18,3% e de 13,3%, respectivamente, na relação com período correspondente do ano passado.

Estados

No quadrimestre, o maior exportador do Brasil foi o Rio Grande do Sul, de onde partiram 8,48 milhões de pares, que geraram US$ 114,75 milhões. As quedas foram de 17,5% em volume e de 24,8% em faturamento na relação com o mesmo período do ano passado.

Também com forte queda nos embarques, o Ceará foi o segundo exportador de calçados do quadrimestre. No período, os calçadistas cearenses enviaram ao exterior 13,46 milhões de pares por US$ 74,76 milhões, quedas de 20,5% e de 22,8%, respectivamente, ante igual ínterim de 2019.
Com quedas de 9% em volume e de 22,5% em faturamento, São Paulo foi o terceiro exportador do período, embarcando 2,32 milhões de pares por US$ 26,8 milhões.

O único estado com resultados positivos no ranking dos principais exportadores foi a Paraíba, de onde partiram 7,8 milhões de pares por US$ 24,74 milhões, incrementos de 13% em volume e de 16,5% em faturamento na relação com o mesmo período do ano passado. “Além de vir de uma base muito fraca ano ano de 2019, a Paraíba teve um incremento pontual nos embarques de chinelos, especialmente para a China”, explica Ferreira.

Importações

No quadrimestre, as importações somaram 10,45 milhões de pares e US$ 123,24 milhões, quedas de 10% em volume e de 0,6% em receita na comparação com igual período do ano passado.

As principais origens das importações no quadrimestre seguem sendo os países asiáticos, que corresponderam a 92% do total de pares importados pelo Brasil. No quadrimestre, o Vietnã, exportou para o Brasil 4,17 milhões de pares, o equivalente a US$ 70 milhões, números  5,2% e 10,7%, respectivamente, superiores aos registros de 2019. A segunda origem do calçado importado foi a Indonésia, com 1,23 milhão de pares e US$ 20,42 milhões, quedas de 24% e de 16,2%.  A China apareceu no terceiro posto, tendo exportado para o Brasil 4,1 milhões de pares por US$ 16,18 milhões, queda de 16% em volume e incremento de 1% em receita. Em partes de calçados – cabedais, solas, saltos, palmilhas etc – as importações chegaram a US$ 8,5 milhões, 22% menos do que no mesmo período de 2019. As principais origens de partes de calçados foram China, Vietnã e Paraguai.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
12/05/2020 0 Comentários 425 Visualizações
Cidades

Trensurb recebe doação de 200 máscaras de proteção

Por Gabrielle Pacheco 08/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Trensurb recebeu a doação de 200 máscaras de proteção facial, compostas de PVC e acetato, confeccionadas e entregues pela empresa Grendene. Os equipamentos já estão sendo utilizados pelos metroviários que atuam no atendimento direto ao público. A Trensurb também fornece aos empregados da área operacional máscaras cirúrgicas descartáveis triplas com elástico. Até o momento, já foram adquiridas 10,5 mil máscaras desse tipo com um investimento de R$ 50,5 mil. A empresa metroviária está, ainda, em processo de aquisição de 4,8 mil máscaras de algodão reutilizáveis pelo valor de R$ 18,5 mil. Elas serão distribuídas a todos os empregados e estagiários, inclusive os dos setores administrativos e de manutenção.

A Trensurb transportou 58.722 passageiros na quinta-feira, 7, o que representa uma redução de 62,7% em relação à média de usuários transportados por dia útil na primeira quinzena de março (157.636). Desde a última quinta-feira, a empresa também voltou a abrir em tempo integral as bilheterias de dez estações, que estavam funcionando em horário reduzido.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/05/2020 0 Comentários 547 Visualizações
Cidades

Estância Velha decreta uso obrigatório de máscaras

Por Gabrielle Pacheco 07/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Prefeitura de Estância Velha decretou nesta quarta-feira, 6, o uso geral e obrigatório de máscaras de proteção facial contra o novo coronavírus. 

A utilização valerá para quem sair às ruas e circular nos locais públicos, no transporte público coletivo, transportes por aplicativos e táxis, estabelecimentos comerciais e repartições públicas do município.

A medida vale a partir desta quinta-feira, 7, e atende as recomendações do Comitê Municipal de Atenção ao Covid-19. A regra será pelo tempo que durar a pandemia do coronavírus.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/05/2020 0 Comentários 495 Visualizações
Business

Boletim da Receita Estadual aponta impactos da Covid-19 no transporte de cargas e de passageiros

Por Gabrielle Pacheco 07/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

A sexta edição do Boletim Semanal da Receita Estadual sobre os impactos da Covid-19 nas movimentações econômicas dos contribuintes de ICMS do Estado apresenta uma análise dos efeitos sobre o transporte de cargas e de passageiros no Rio Grande do Sul.

O levantamento publicado nesta quarta-feira, 6, considera o período entre 16 de março, data das primeiras medidas de quarentena no Estado, e 1° de maio, última sexta-feira, estando disponível no site da Secretaria da Fazenda e no Receita Dados, portal de transparência da Receita Estadual. 

Segundo a análise, a atividade de transporte de cargas vinha registrando expansão em 2019. A partir das medidas de distanciamento e isolamento social, houve queda acentuada na emissão de Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e), documento que as transportadoras emitem para cobrir as mercadorias entre a localidade de origem e o destinatário da carga. A redução em curto prazo chegou a ser de 42% no dia 5 de abril, momento em que se iniciou um processo de retomada que reconduziu o índice ao patamar de -10%, verificado nos últimos dias analisados.

O comportamento no transporte de passageiros é similar, embora ainda mais brusco. A quantidade de Bilhetes de Passagem Eletrônicos (BP-e) emitidos em curto prazo (últimos 14 dias) caiu do patamar de 1,5 milhão, no início de março, para menos de 300 mil pouco após a quarentena – redução de 80% na atividade. Apenas nas últimas duas semanas esse indicador iniciou um processo de recuperação, ainda bastante tímida, em patamares próximos a 330 mil.

“Esses dados agregam mais uma importante visão, sob a óptica das informações econômico-fiscais, a respeito do comportamento da economia gaúcha. Podemos perceber que existe uma tendência de retomada lenta e gradual das atividades”, destaca Ricardo Neves Pereira, subsecretário da Receita Estadual.

A percepção obtida por meio dos indicadores de transporte é corroborada por outras análises. A emissão de Notas Eletrônicas (NF-e + NFC-e), por exemplo, apresentou nova melhora, com índices de -13%, -9% e -5% nas semanas 5 (11 a 17 de abril), 6 (18 a 24 de abril) e 7 (25 de abril a 1° de maio), respectivamente, sinalizando estabilização das perdas.

No acumulado (16 de março a 1° de maio), a redução é de 18%, representando diminuição do valor médio diário emitido, de R$ 2,06 bilhões no período equivalente em 2019, para R$ 1,7 bilhão em 2020. “Isso significa dizer que cerca de R$ 360 milhões deixaram de ser movimentados em operações registradas nas notas eletrônicas a cada dia, o que dá uma noção da dimensão da crise que estamos enfrentando”, destaca Ricardo Neves.

Visão por tipo de atividade

Na última semana, a indústria experimentou redução de perdas na comparação com semana equivalente de 2019, de -21% para -14%. O varejo manteve e ampliou as perdas relativas, apresentado resultado negativo de 17%. O atacado, por sua vez, confirmou volatilidade já identificada ao longo da série, com ganhos relativos de 5% – resultado inferior ao observado na semana anterior, que foi de 12%.

O desempenho acumulado no período (16/3 a 1°/5) para Indústria, Varejo e Atacado são, respectivamente, de -21%, -24% e -7%.

Desempenho por setor industrial

O destaque da última semana foram os setores eletroeletrônicos e de máquinas e equipamentos, que não apresentavam resultado positivo desde o início da quarentena. Como essas indústrias produzem preponderantemente bens de capital (especialmente o setor de máquinas e equipamentos), a evolução pode indicar o início da retomada das atividades industriais em geral, embora deve ser analisada com cautela e validada nas próximas apurações.

No acumulado, os principais ganhos seguem sendo na área de produtos alimentícios e de produtos de limpeza. As principais perdas são verificadas nos setores coureiro-calçadista e de veículos.

Desempenho no varejo

As vendas em curto prazo (14 dias) tiveram ligeira recuperação na última semana, evoluindo do patamar de -25% das duas semanas anteriores para -17% no dia 1° de maio. Esse é o melhor resultado observado desde o fim de março. Além disso, destaca-se que em 28 de abril as perdas de curto prazo foram inferiores às de médio prazo, com ampliação dessa diferença nos dias subsequentes, o que confirma a tendência de lenta e gradual reação da atividade econômica.

No desempenho do varejo por região do Estado, conforme os 28 Conselhos Regionais de Desenvolvimento (Corede), o perfil das vendas segue apresentando relação com o nível de participação na produção industrial. Contudo, refletindo a evolução da atividade econômica, a média das perdas de curto prazo nos Coredes mais afetados (Hortênsias, Metropolitano Delta do Jacuí, Vale do Rio dos Sinos, Sul, Produção e Serra) caiu de -26% na semana 6 (18 a 24 de abril) para -18% na semana 7 (25 de abril a 1º de maio). No mesmo sentido, o indicador de médio prazo para os Coredes elencados melhorou de -28% para -19%.

Em relação ao tipo de mercadorias, o desempenho acumulado é positivo para as vendas a consumidor final de medicamentos e materiais hospitalares (+5%) e produtos de higiene e alimentos (+3%). Para os demais produtos, entretanto, a queda continua brusca, totalizando redução de 41% no período. Somando as três categorias, a redução média é de 22%.

No Top 10 das mercadorias com maiores variações positivas do valor das vendas, ganham destaque produtos do setor de alimentos (como cereais, óleos, leite, carnes, frutas, hortícolas e peixes), da indústria química (como sabão para lavar roupa e álcool em gel) e do setor farmacêutico. Nas maiores variações negativas constam itens relacionados a vestuário, com as maiores quedas percentuais (de 70% a 80%), e veículos, com as maiores quedas em valores. Também aparecem na lista mercadorias como máquinas e aparelhos elétricos, móveis, calçados e bebidas alcoólicas.

Combustíveis

No acumulado do período (16 de março a 1° de maio), o combustível com maior queda no volume de vendas segue sendo o etanol (-61%), seguido pela gasolina comum (-32%) e pelo óleo diesel S-500 (-22%). O óleo diesel S-10, por sua vez, apresenta crescimento de 1%. Somando os quatro combustíveis, a redução média é de 25%, assim como verificado no acumulado até a semana anterior.

Em relação ao preço médio, os quatro combustíveis analisados têm apresentado movimento de queda no período recente, reflexo da atual conjuntura internacional acerca do petróleo. A gasolina comum, por exemplo, chegou a atingir R$ 4,79 no final de janeiro, estava em R$ 4,62 no dia 16 de março e passou ao patamar de R$ 3,87 no dia 1° de maio, última data de análise do Boletim.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/05/2020 0 Comentários 522 Visualizações
Cidades

Gramado publica decreto que permite funcionamento de hotéis e parques

Por Gabrielle Pacheco 07/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Nesta quarta-feira, 6, Gramado publicou o decreto 103/2020 permitindo a reabertura da hotelaria, parques de turismo e museus. A norma determina uma série de restrições e exigências para o funcionamento destes serviços. O decreto ratifica o uso obrigatório de máscaras de proteção facial de todas as pessoas que ingressarem em espaços públicos e também no comércio situado no território municipal.

Segundo o prefeito de Gramado, Fedoca Bertolucci, “o decreto busca atender a reivindicação da classe hoteleira, sem descuidar das medidas preventivas”.  O ato normativo reitera o estado de calamidade pública em Gramado, para fins de prevenção e de enfrentamento à epidemia causada pelo novo coronavírus. Para o secretário de Turismo de Gramado, Francisco Rafael Carniel de Almeida, “a retomada às atividades é necessária, pois a saúde da população também depende de fatores sociais e econômicos. E estamos fazendo isso de forma extremamente criteriosa, exigindo uma série de cuidados por parte das empresas”, afirmou

Desta forma, as atividades no ramo hoteleiro (hotéis, motéis e pousadas) estão permitidas desde que seja respeitada a capacidade máxima de até 50% das unidades de habitação disponíveis. No caso de alojamentos compartilhados (como hostels ou albergues), deverá ser obedecida uma distância nunca inferior a três metros entre uma cama e outra, na vertical e também na horizontal. É proibida a disponibilização de beliches e treliches. As atividades de hospedagem transitória na modalidade de aluguel por temporada e, inclusive, camping, também estão vedadas.

Para que reabram, hotéis, motéis e pousadas devem apresentar Planos de Contingência para enfrentamento da pandemia, que serão avaliados pelo Centro de Operações de Emergência (COE) de Gramado.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/05/2020 0 Comentários 536 Visualizações
Variedades

Estado usará dados de celulares da população para identificar aglomerações e combater pandemia

Por Gabrielle Pacheco 07/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

A mobilização para conter o avanço do novo coronavírus no Rio Grande do Sul ganha um novo aliado. A partir de uma parceria com as principais empresas de telefonia celular, o governo do Estado terá acesso a dados agregados e não individualizados sobre deslocamento populacional, em tempo real, nas diferentes localidades do Estado. O objetivo é ter insumos para a tomada de decisões estratégicas no combate à pandemia. O acesso da base de dados das operadoras é limitado a pessoas específicas e foi liberado nesta quarta-feira, 6.

As informações, geradas a partir de dados da rede móvel das diferentes operadoras, permitirão acompanhar a mobilidade populacional e identificar situações de aglomeração de pessoas que, segundo as autoridades sanitárias, representam os maiores riscos de contaminação pela Covid-19.

Sem qualquer custo para o Estado, o termo de cooperação técnica com as empresas que atuarão em parceria foi firmado no final de abril. Ao comentar a cooperação das operadoras, o governador Eduardo Leite ressaltou, durante transmissão ao vivo pela internet nesta quarta-feira, 6, o quanto a disponibilidade de dados a partir das redes móveis poderá auxiliar nesse momento.

“Certamente teremos um conjunto de informações que serão importantes para respaldar futuras medidas que precisaremos adotar. Desde o início da nossa mobilização diante da pandemia, as ações que implementamos sempre se basearam em indicadores, em evidências científicas, ao que agora se soma o acompanhamento da mobilidade por meio das antenas de celular”, acentuou Leite.

As informações serão apresentadas em um modelo de “mapa de calor” que indica maior ou menor concentração populacional por localidade, em diferentes períodos. Os dados que serão consultados estarão em nuvem pública (Data Lake) e organizados de forma agregada, estatística e anônima, de acordo com as normas da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e do Marco Civil da Internet.

“Esse é um aspecto que é necessário frisar para a sociedade: o sigilo pessoal estará assegurado. Não nos interessa saber sobre o comportamento de cada pessoa. O que precisamos acompanhar é a aglomeração de pessoas, o quanto determinados comunidades nos municípios ou até em bairros menores deixam suas casas e com qual frequência”, acrescentou o governador.

Controle aprimorado

Coordenadora do Comitê de Análise de Dados sobre a pandemia, a secretária de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag), Leany Lemos, lembrou que a solução que as empresas estão oferecendo será um importante insumo agora que o governo está migrando para o modelo de distanciamento controlado.

“Respeitar o isolamento social é a solução mais indicada para conter o avanço da pandemia e não sobrecarregar os serviços de saúde. Quanto mais pudermos aprimorar esse controle, em especial nas populações de risco e em regiões de maior disseminação do vírus, mais vidas serão salvas”, destacou Leany.

O Rio Grande do Sul está sob decreto de emergência por conta da doença, e o governo determinou restrições a diversas atividades, o que inclui a suspensão das aulas em todas as redes. Na avaliação do secretário de Governança e Gestão Estratégica (SGGE), Cláudio Gastal, as informações disponibilizadas representam um elemento decisivo, junto a outros estudos analisados no Comitê de Crise, para que o governo implante políticas públicas mais eficazes no combate ao coronavírus.

“O celular está junto das pessoas na maioria do tempo. Nesse sentido, os dados emitidos por ele se tornam confiáveis para visualizar se há aglomerações e onde. Garantimos respeito à privacidade. Nosso interesse não é o CPF, sequer teremos essa informação. Queremos visualizar o macro, entender onde e por qual motivo há aglomerações de pessoas”, observou Gastal. A Procergs também participa da cooperação.

Atuando em parceria, as principais operadoras de telefonia móvel do Brasil já haviam disponibilizado a mesma ferramenta ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. As operadoras desenvolverão ainda aplicativos e casos de uso para auxiliar os órgãos públicos no mapeamento da evolução da epidemia do novo coronavírus.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
07/05/2020 0 Comentários 506 Visualizações
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