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pandemia

Variedades

AGU vence 71% das ações relativas à pandemia na Justiça

Por Gabrielle Pacheco 25/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Advocacia-Geral da União (AGU) obteve êxito em 71% dos 1.273 pedidos de liminares analisados pela Justiça no âmbito de ações relacionadas à Covid-19. No total, a instituição já atuou em 1.622 processos ligados à pandemia.

Os dados estão disponíveis em painel elaborado pelo Departamento de Gestão Estratégica da AGU (DGE). Entre os temas mais discutidos nas ações em que a AGU atuou até o momento, estão, por exemplo, processos movidos por particulares para participar de seleções emergenciais do programa Mais Médicos (489), ações movidas por estados e municípios para deixar de pagar dívidas com a União durante a pandemia (144), pedidos para receber o auxílio emergencial (119) e discussões envolvendo a aquisição de insumos, medicamentos e equipamentos destinados ao combate da pandemia, bem como medidas de prevenção e distanciamento social (46).

“A atuação judicial da AGU tem sido enfática na defesa da importância de respeitar que cabe às pastas competentes gerir as crises, buscando ao máximo que a atuação administrativa ocorra sem interferências judiciais. Ao mesmo tempo, a AGU vem levando ao Poder Judiciário todos os esclarecimentos necessários quanto às políticas públicas adotadas durante a pandemia, de modo a garantir sua legalidade e higidez”, explica o coordenador do Grupo de Trabalho Covid-19 da Procuradoria-Geral da União, Saulo Marinho.

A AGU redobrou esforços para atuar com eficácia em todas as demandas envolvendo o período de calamidade pública. Integrante do gerenciamento de atuação prioritária da Procuradoria-Regional Federal da 1ª Região, Rodolfo Aparecido Lopes explica que o trabalho envolve uma força-tarefa e a imediata distribuição dos processos e peticionamento de manifestações antes de qualquer decisão judicial. “No último mês, com a flexibilização do isolamento social nos estados, houve uma queda no número de ações com relação à pandemia”, observa.

Proteção da renda e do emprego

A atuação da Advocacia-Geral foi fundamental, por exemplo, para viabilizar a celebração de dois acordos com o objetivo de aperfeiçoar o pagamento do auxílio emergencial criado pelo governo federal para reduzir os efeitos econômicos da pandemia do novo coronavírus. No início deste mês, a União, Caixa e Dataprev (empresa pública responsável pelo cadastro dos usuários) assumiram sete compromissos em acordo homologado pela Justiça Federal de Minas Gerais. A União já havia assumido no âmbito de outro acordo o compromisso de concluir a análise de pedidos de auxílio em até 20 dias corridos.  De acordo com o Ministério da Cidadania, mais de R$ 81,3 bilhões já foram repassados por meio do programa a 63,5 milhões de brasileiros.

No Supremo Tribunal Federal (STF), a validade da medida provisória (nº 936/2020) que instituiu o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda foi garantido pela AGU, o que deu segurança jurídica para acordos individuais firmados entre empregados e empregadores, sem necessidade de anuência de sindicatos. A AGU defendeu que, diante da crise, a MP tinha o objetivo de preservar os direitos do trabalhador e proteger as empresas do país. Segundo dados do Ministério da Economia, até o momento a medida possibilitou mais de dez milhões de acordos individuais.

Além disso, a AGU obteve do Supremo autorização para governo federal realizar despesas extraordinárias sem observar, de forma excepcional, restrições impostas pelas leis de Responsabilidade Fiscal de Diretrizes Orçamentárias. Posteriormente, o Congresso Nacional aprovou emenda à Constituição para possibilitar os gastos.

Ainda na Corte, a AGU também defende que o governo federal tenha prioridade nas requisições administrativas de bens e serviços nos casos em que haja grave escassez de insumos e desequilíbrio no atendimento das demandas regionais.

E em outra atuação, para garantir a apuração de supostas irregularidades na compra de respiradores pulmonares importados da China pelo estado do Pará, a AGU atuou em defesa de uma investigação da Polícia Federal. Há indícios de que a aquisição tenha ocorrido mediante pagamento 80% maior que o preço registrado em compras feitas por outros estados.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/06/2020 0 Comentários 643 Visualizações
feevale
Variedades

Universidade Feevale promove encontros virtuais a fim de orientar pais em tempos de pandemia

Por Gabrielle Pacheco 22/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

O projeto social da Universidade Feevale, Intervenções Neuropsicológicas no Contexto Escolar, promove, dias 25 de junho e 2 de julho, dois encontros virtuais a fim de orientar pais de crianças em idade escolar durante a pandemia de Covid-19. Com a temática “Como estimular as habilidades executivas e emocionais em crianças em tempos de pandemia? – Orientação e dicas para pais e responsáveis”, os eventos são gratuitos e abertos à comunidade. Para participar das atividades, que acontecem na plataforma Blackboard, é necessário preencher formulário de inscrição disponível no site, para receber o link de acesso. Saiba mais sobre cada um dos encontros:

25 de junho, às 18h – Encontro 1: Estimulando as habilidades de organização, controle inibitório e flexibilidade cognitiva em crianças em tempo de pandemia, com a professora do curso de Psicologia da Feevale, Caroline de Oliveira Cardoso

2 de julho, às 18h – Encontro 2: Estimulando a regulação emocional em crianças em tempo de pandemia, com o professor do curso de Psicologia da Feevale, Rodrigo Giacobo Serra

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
22/06/2020 0 Comentários 565 Visualizações
Variedades

Dia de enfrentamento à violência contra idoso serve como alerta para período da pandemia

Por Gabrielle Pacheco 15/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

No Dia Internacional de Enfrentamento à Violência contra a Pessoa Idosa, 15 de junho, a Secretaria da Saúde (SES) faz uma reflexão sobre os efeitos que a pandemia de Covid-19 tem causado na vida da população idosa no Rio Grande do Sul.

A assistente social Priscilla Lunardelli, do Departamento de Ações em Saúde (DAS), alerta que a situação de distanciamento social pode ampliar a violência doméstica contra as pessoas idosas porque aumenta a convivência com seus familiares. “Estatisticamente, a maioria dos agressores de pessoas idosas são filhos e netos”, lamenta.

Outro aspecto é que as pessoas idosas fazem parte dos grupos mais suscetíveis ao desenvolvimento de quadros respiratórios graves que podem levar a resultados fatais ao se infectar com o novo coronavírus. Logo no início da pandemia, a Secretaria da Saúde emitiu uma nota informativa com recomendações de prevenção e controle de infecções a serem adotadas nas Instituições de Longa Permanência de Idosos (ILPI).

Com relação à convivência social, Priscilla afirma, também, que “as restrições totais de visitas e atendimentos eletivos em instituições de idosos podem ser vividas como experiências muito violentas e de grande apartação social”.

No caso do enfrentamento à violência, o período da pandemia não suspende nenhum direito a que são signatárias as pessoas idosas, por isso a assistente social reforça a importância dos trechos do Estatuto do Idoso. Priscilla lembra que todos os direitos das pessoas idosas estão vigentes.

“Durante a pandemia de coronavírus os órgãos de atendimento ao idoso como delegacia, Ministério Público e Conselho do Idoso seguem funcionando, embora com algumas adaptações”. Ela destaca que em caso de suspeita de violência contra um idoso qualquer pessoa pode ligar para o número 100, anonimamente, e relatar a situação.

Outros tipos de abusos

Conforme a última atualização do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), realizado em maio deste ano, foram registrados no Rio Grande do Sul 1.192 casos de violência contra a pessoa idosa. O município com maior número de ocorrências no período foi Passo Fundo, com 141 casos. Foram registradas com maior frequência violência física, violência autoprovocada, abandono/negligência e violência psicológica.

No enfrentamento à violência é importante destacar outros abusos cometidos contra essa população, como desvalorização: considerar a pessoa idosa inútil ou um peso; tripudiar: achar graça das dificuldades em realizar atividades de vida diária; apropriar-se de bens e dinheiro: considerar que o idoso não precisa de seu próprio dinheiro, devendo fornecer o que recebe à família.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/06/2020 0 Comentários 559 Visualizações
Uncategorized

“Vendas e Marketing Digital: antes, durante, e pós-quarentena”, é o tema de Webinar da ACI

Por Gabrielle Pacheco 15/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Na terça-feira (16) o assunto “Vendas e Marketing Digital: antes, durante, e pós-quarentena”, será apresentado no Webinar Marketing promovido pela Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha. Fabricio Magayevski, sócio da Dutra Aceleração Comercial, vai abordar o tema das 9h30min às 10h30min, enfatizando questões como o novo marketing, como se diferenciar e o que pode ser feito.

O Webinar será transmitido pelo Youtube Live e o link será enviado 24 horas antes do evento por e-mail. As inscrições, gratuitas e exclusiva para associados, podem ser feitas pelo portal . Mais informações pelo fone 2108-2108 ou pelo e-mail capacitacao@acinh.com.br .

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
15/06/2020 0 Comentários 699 Visualizações
Variedades

Como solucionar conflitos nos condomínios durante a pandemia?

Por Gabrielle Pacheco 08/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

O isolamento social mudou o cotidiano de grande parte das famílias brasileiras. Com as pessoas permanecendo mais tempo em casa, conflitos das mais diversas naturezas passaram a fazer parte da realidade de condôminos e síndicos.

A Convenção do Condomínio e o Código Civil Brasileiro estipulam as normas que devem ser observadas pelos condôminos. “A necessidade de aprimoramento e de mudanças em algumas regras motivaram a criação do Projeto de Lei 1.179/20 que, diante da existência de lacunas decorrentes do período da pandemia, ganhou agilidade na sua tramitação e se encontra com a Presidência da República aguardando sanção”, esclarecem os advogados Fabio Milman e Rute Carolina Fernandes, sócios do escritório Rossi, Maffini, Milman & Grando.

Enquanto se aguarda pela conversão do projeto em lei, Fabio Milman explica como fica a vida durante o isolamento social de quem reside em condomínio.

Qual o papel do síndico durante a pandemia?

Tem dupla função: adotar medidas que visam a prevenção da propagação do vírus e gerir as mais diversas situações decorrentes do confinamento social dentro do condomínio. Vistoriar se a limpeza e higiene das áreas de uso comum estão adequadas; viabilizar o uso de álcool em gel na portaria e demais dependências; verificar se os prestadores de serviços e funcionários estão utilizando máscara de proteção; fixar cartazes com avisos de conscientização sobre o dever de cuidado de todos os condôminos, são algumas das medidas que evitam a disseminação do novo coronavírus. Em relação aos conflitos resultantes do confinamento, que podem ser das mais diversas naturezas, o síndico deve ser uma figura acessível e aberta ao diálogo, mesclando cordialidade e firmeza, quando necessário.

É considerada válida a assembleia virtual?

Somente se houver a previsão dessa modalidade na convenção, o que já é tendência nos condomínios novos. Para a maioria dos condomínios, no entanto, a realização de assembleia pela modalidade virtual carece de embasamento legal, problema em vias de ser superado com a aguardada sanção presidencial do Projeto de Lei 1.179/20 que, dentre outras disposições, autoriza a realização de assembleia condominial por meios virtuais em caráter emergencial, desde que a identificação do condômino seja realizada de forma inequívoca. Portanto, para condomínios que não possuem a previsão de assembleias virtuais em sua convenção, o caminho, diante da pandemia, é evitar que ocorram as reuniões presenciais, como forma de evitar a disseminação do vírus. Sendo inevitável a sua realização, deverão ser adotadas as cautelas para assegurar a saúde dos condôminos, como distanciamento interpessoal, local ao ar livre e uso de máscaras.

O condomínio pode proibir o acesso de prestadores de serviço (entregadores, marceneiros, pedreiros, entre outros) nas dependências comuns?

Não. O condomínio pode averiguar se tais prestadores de serviços estão com os equipamentos de segurança adequados, principalmente máscaras e luvas, e se o número de pessoas está compatível para a atividade a ser desenvolvida. É desaconselhável a proibição de ingresso. Em razão da pandemia, alguns condomínios, contudo, estão proibindo a entrada de prestadores de serviços, salvo daqueles extremamente necessários, que fazem a contenção de vazamentos, conserto de queda de energia ou de equipamento essencial. Já existem, inclusive, decisões judiciais para ambos os lados, ora autorizando o ingresso de prestadores de serviço para reforma ou obra em apartamento, ora proibindo sua realização. O mesmo Projeto de Lei 1.179/20, se e quando sancionado, dotará os síndicos com poderes emergenciais, dentre eles, o de restringir o uso de áreas comuns.

O condomínio pode proibir festas no salão e o uso da academia?

Os municípios têm competência para estipular as regras de restrição nas cidades em virtude da pandemia. Em Porto Alegre, por exemplo, um decreto municipal vedou o uso de salões de festas, quiosques, espaços gourmet, salões de jogos, salas de cinema, espaços de recreação e piscinas em condomínios residenciais; as áreas destinadas para a prática de atividades físicas estão liberadas com limitações e desde que observadas as regras de higiene e o distanciamento interpessoal. Essa regra vale também para o uso das demais áreas de convivência.

Quais as penalidades para quem desrespeitar as regras estabelecidas na pandemia?

O descumprimento das regras estabelecidas pelo condomínio para o período da pandemia acarretará nas penalidades previstas na convenção e/ou regimento interno, como advertência e multa, sem prejuízo das sanções previstas nos artigos 1.336 e 1.337 do Código Civil, da apuração de eventuais perdas e danos e, ainda, das sanções penais, se for o caso.

O que poderá acontecer com o morador que não pagar o condomínio durante a crise?

Embora o período seja de recessão diante da pandemia da Covid-19, é dever do condômino arcar com o pagamento do condomínio, tal como estabelecido no artigo 1.336, inciso I, do Código Civil. Iniciar os atos de cobrança em desfavor do inadimplente, embora seja uma medida lícita, requer cautela neste momento, sendo a negociação o caminho mais indicado para as partes. No entanto, inexistindo diálogo e possibilidade de composição por parte do devedor, é possível adotar as medidas de cobrança que, caso enveredem para esfera judicial, dependerão do transcurso de tempo do trâmite processual.

O que o condomínio pode fazer com morador que desrespeitar regras de convivência durante a pandemia?

O melhor caminho é o diálogo. Contudo, nem sempre é possível resolver os conflitos dessa forma. Então, caberá ao condômino incomodado noticiar o fato ao síndico, que, na qualidade de gestor, deverá tomar as medidas necessárias para a convivência harmônica e que não prejudiquem a coletividade. Se a advertência não surtir efeito, é possível a aplicação da multa prevista na convenção do condomínio. Em situações extremas, cabe, ainda, denúncia aos órgãos competentes, no caso, a Delegacia de Polícia Civil, que irá lavrar um boletim de ocorrência de acordo com a conduta praticada. Dependendo da gravidade, poderá deslocar uma viatura para verificação do fato. Há, por fim, a possibilidade de responsabilização civil do condômino incômodo, tal como previsto nos artigos 186 e 927 do Código Civil brasileiro, daí resultando em necessidade de provocação ao Poder Judiciário que poderá, inclusive, se for o caso, conceder decisões liminares.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/06/2020 0 Comentários 800 Visualizações
Saúde

Especialista português defende acompanhamento de pacientes com doenças crônicas por telemedicina e inteligência artificial

Por Gabrielle Pacheco 08/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

A telemedicina é a tendência mundial para o acompanhamento de pacientes com doenças crônicas. É o que acredita o diretor clínico do Digital Clinical Center, do Hospital da Luz, de Lisboa, Daniel Ferreira. Em Portugal, onde as consultas remotas foram regulamentadas em 2006, naquele ano 54% dos adultos já tinham algum tipo dessas patologias. A troca de experiências aconteceu na nova edição do Grand Round do Hospital Moinhos de Vento, realizado em plataforma online com o tema Telemedicina e Inteligência Artificial.

O médico cardiologista explica que, na era digital, este é um caminho sem volta. “Enquanto um adulto sem problemas de saúde precisa consultar com seu médico uma vez ao ano, alguém com doença crônica controlada vai necessitar de 2 a 4 visitas ao especialista. Se não estiver controlada, podem ser até 12 consultas. É muito mais confortável e indicado que esse acompanhamento a longo prazo seja feito por videochamada e com o uso da inteligência artificial”, pontua Ferreira. O especialista acrescenta que os pacientes estão cada vez mais conectados e interessados na gestão de sua própria saúde, por meio de aplicativos.

Nos Estados Unidos, levantamento feito pela revista Forbes em 2015 revelou que 80% dos médicos indicavam que a telemedicina é um formato melhor para acompanhamento de doenças crônicas, quando comparada com as consultas presenciais. “Se essa pesquisa fosse hoje, diante da situação que estamos vivenciando com a pandemia, eu diria que todos indicariam as consultas remotas”, afirma.

Telemedicina nas UTIs

Do lado de cá do Atlântico, no Brasil, a telemedicina só foi regulamentada em caráter emergencial neste ano, devido à pandemia de Covid-19. Para o coordenador médico de Saúde Digital do Hospital Moinhos de Vento, Felipe Cezar Cabral, mais do que oferecer aos pacientes a opção de consultar sem sair de casa, virou uma questão de necessidade urgente. O tratamento dos pacientes infectados pelo novo coronavírus ampliou as demandas internas, de profissionais da saúde, pelos rounds entre instituições.

“A pandemia impôs a colaboração e troca de conhecimentos como arma na luta contra a doença. E isso só pode ser concretizado num ambiente virtual. Então expandimos um projeto com o qual já tínhamos resultados importantes em unidades pediátricas – o TeleUTIP – para o atendimento de UTIs Adulto e Neonatal, especialmente neste contexto. Estamos levando nossa expertise médica e assistencial no cuidado com o paciente para hospitais SUS, discutindo casos e otimizando os recursos que eles têm, em busca dos melhores desfechos”, destaca Cabral.

“Esse projeto da telemedicina do hospital vem crescendo geometricamente. Os dados que recebemos são animadores. Quando se introduz uma ferramenta de intervenção em saúde numa unidade e se consegue um desfecho como diminuir a mortalidade ao redor de 40%, como registramos em UTIs pediátricas no norte do Brasil, o dado para defender essa prática como uma forma de salvar vidas é muito significativo”, conclui o superintendente médico do Hospital Moinhos, Luiz Antônio Nasi.

Também participaram do debate o gerente executivo do Núcleo de Oncologia e de Inovação Médica da Beneficência Portuguesa de São Paulo, Gabriel Dalla Costa, e a líder do projeto Inteligência Artificial aplicada à pandemia de COVID-19, desenvolvido pelo Hospital Moinhos, Ruchelli França de Lima. A mediação foi realizada pelo superintendente Nasi.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/06/2020 0 Comentários 532 Visualizações
Variedades

Relação de animais com as pandemias é tema de webinar

Por Gabrielle Pacheco 08/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

O bioterista do IBEx – Inovação em Biotério de Experimentação – da Universidade Feevale, Fernando Bertoldi de Oliveira, participará na próxima terça-feira, 9, de um webinar sobre os modelos animais na história das pandemias e Covid-19. Além dele, a bióloga Renata Villar e a médica veterinária Alice Teixeira Meireles Leite, que atuam nos biotérios da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS) e da Universidade Federal do Rio Grande, debaterão o tema, nas transmissões que acontecerão às 9h, às 15h e às 20h, pelo YouTube. O evento conta com o apoio da Sociedade Brasileira de Ciências em Animais de Laboratório (SBCALl) e do portal Biotérios.com.

De acordo com Oliveira, que é mestrando em Qualidade Ambiental pela Feevale, o objetivo é debater os históricos das pandemias já existentes e a corrida por uma solução à Covid-19, seja vacina ou medicamento. “As pesquisas com modelos animais têm sido imprescindíveis no desenvolvimento da medicina moderna, porque evitam um grande número de mortes de pessoas. No entanto, também temos que pensar nos animais”, pondera. “Em momentos como esse, de pandemia, esses modelos são essenciais para testes que buscam encontrar soluções para essa doença”, complementa.

IBex Feevale

Ligado ao Instituto de Ciências da Saúde (ICS) da Universidade Feevale, o IBex – Inovação em Biotério de Experimentação – é destinado ao desenvolvimento do ensino e pesquisa científica de graduação e pós-graduação. Segue os princípios do bem-estar animal e as legislações vigentes por meio da Comissão de Ética no Uso de Animais (CEUA), que está vinculada ao Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (CONCEA) e ao Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV). Oferece técnica e qualidade nos serviços prestados e desenvolve modelos biológicos seguindo a premissa dos 3Rs (redução, substituição [replace] e refinamento) e garantindo o bem-estar animal e resultados fidedignos para pesquisa e ensino.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
08/06/2020 0 Comentários 714 Visualizações
Variedades

Presidente da Fepam fala sobre produtividade em meio à pandemia em encontro nacional de órgãos ambientais

Por Gabrielle Pacheco 04/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

A presidente da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam), Marjorie Kauffmann, participou da segunda edição do encontro de órgãos públicos ligados à área ambiental, realizado na noite de terça-feira, 2. O evento, organizado pela Associação Brasileira de Direito da Energia e Meio Ambiente (Abdem), aconteceu de forma on-line com transmissão pelo Youtube.

A videoconferência propôs uma troca de ideias sobre metodologias e ações tomadas pelas instituições durante a pandemia da Covid-19, visando à continuidade do trabalho e a proteção do meio ambiente.

Marjorie ressaltou que, no Rio Grande do Sul, a Fepam implementou o licenciamento digital ainda em 2017, antes da pandemia, o que contribuiu para modernizar e acelerar outros processos neste período de incertezas. “Encaro a crise imposta pelo coronavírus como um catalisador. A nossa gestão, assim como em outros estados, tem a motivação de melhorar o processo de licenciamento. E muito se fala em desburocratizar, no entanto, eu prefiro a palavra qualificar os processos. Foi o que fizemos neste período. Aceleramos iniciativas e obtivemos resultados positivos”, comentou.

A presidente destacou os números de processos de licenciamento do mês de abril, quando toda a equipe, cerca de 300 técnicos, trabalhava em regime de home office. “Neste contexto tivemos uma entrada de 786 documentos e o registro da resolução de 780 deles. Nós conseguimos manter a produtividade e a melhoria constante”, destacou.

As atividades de fiscalização e atendimento a emergências ambientais também seguiram em andamento, sem interromper a proteção ao meio ambiente. Em contrapartida, um plano de metas para cada departamento e servidor foi estruturado, assim como houve a criação de um comitê de Segurança do Trabalho da Covid-19, com o objetivo de avaliar a possibilidade de retorno seguro, respeitando o modelo de Distanciamento Controlado proposto pelo governo estadual.

Outro convidado do webinar, o superintendente do Meio Ambiente do Ceará, Carlos Alberto Mendes, destacou que, embora ainda lidem com processos de licenciamento em papel, foi possível dar continuidade no trabalho, sem comprometer os resultados durante a pandemia.

O diretor-presidente do Instituto de Meio Ambiente do Espírito Santo, Alaimar Fiuza, destacou os desafios além da tecnologia, citando os servidores e seus processos de trabalho doméstico. “Sabemos da necessidade em acelerar a digitalização das licenças, mas um grande desafio é cuidar dos servidores e proporcionar condições de trabalho em home office, apesar das dificuldades em casa, como filhos fora da escola e problemas de internet. Esse período está sendo crucial para comprovar que não são os mais fortes que sobrevivem, mas sim os que melhor se adaptam”, disse.

Durante a transmissão, os participantes também responderam a perguntas de quem acompanhava o evento pela internet. Marjorie respondeu a dúvidas principalmente sobre prazos e normas adotadas para o licenciamento durante a pandemia.

A presidente destacou ainda a importância de eventos como esse, que propõem aprendizado e, de forma conjunta, o conhecimento sobre quanto os órgãos ambientais do país estão evoluindo em diferentes questões. “É preciso reavaliar e atualizar os procedimentos licenciatórios para continuar garantindo a sustentabilidade do modelo de desenvolvimento proposto”, finalizou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/06/2020 0 Comentários 636 Visualizações
Business

Impactos e reflexos da Covid-19 nos contratos empresariais serão tratados no Webinar Jurídico da ACI

Por Gabrielle Pacheco 03/06/2020
Por Gabrielle Pacheco

Os impactos e reflexos da Covid-19 nos contratos empresariais serão debatidos no próximo Webinar Jurídico que acontece sexta-feira (5). O advogado Marcelo Gustavo Baum, consultor Jurídico da ACI e membro do Comitê Jurídico da entidade, vai falar sobre o tema das 9h30min às 10h30min.

O advogado vai tratar sobre o Decreto Estadual sobre o distanciamento controlado, a administração dos contratos durante a pandemia da Covid-19, a força maior nos contratos em tempos de coronavírus e ainda sobre a boa-fé e a possibilidade de renegociação dos contratos.

O Webinar Jurídico será transmitido pelo Youtube Live e o link será enviado 24 horas antes do evento, por e-mail. As inscrições são gratuitas e exclusivas para associados, ponde ser feitas pelo site. Mais informações podem ser obtidas pelo fone 2108-2108 ou pelo e-mail capacitacao@acinh.com.br .

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
03/06/2020 0 Comentários 521 Visualizações
Business

Próximo Webinar Jurídico da ACI acontece na sexta-feira

Por Gabrielle Pacheco 27/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Devido ao sucesso da primeira edição, na próxima sexta-feira (29) acontece mais um Webinar Jurídico da ACI. O evento terá como tema “Cenário tributário em tempos de pandemia”, com palestra da advogada Marina Furlan, assessora Fiscal Tributária da ACI, das 9h30min às 10h30min.

Entre os tópicos a serem abordados estão as principais medidas fiscais adotadas para minimizar os efeitos da pandemia, como as prorrogações dos prazos de pagamento das contribuições sociais, dos valores devidos pelo Simples Nacional, da entrega de declarações acessórias e do pagamento dos parcelamentos com o Fisco Federal.

O Webinar Jurídico será transmitido pelo Youtube Live e o link será enviado 24 horas antes do evento por e-mail. As inscrições gratuitas e exclusivo para associados podem ser feitas pelo site. Mais informações podem ser obtidas pelo fone (51) 2108-2108 ou pelo e-mail capacitacao@acinh.com.br .

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/05/2020 0 Comentários 489 Visualizações
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