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pandemia

Business

Setor calçadista perdeu 28,4 mil postos com pandemia

Por Gabrielle Pacheco 06/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) atualizou os dados dos impactos da pandemia da Covid-19 no setor. Conforme o levantamento, 73% das indústrias do segmento já retomaram as atividades, sendo apenas 6% delas com produção integral. Varejo fechado na maior parte dos estados brasileiros, bem como os efeitos da pandemia no principal mercado internacional para o calçado brasileiro, os Estados Unidos, são apontados como os principais motivos para o quadro. O atual contexto fez com que a Abicalçados revisasse a projeção de comportamento da produção para 2020, que deve cair até 29% ao longo do ano. Em janeiro, a previsão era de um crescimento de 2,5%.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que o contexto de avanço da pandemia tem afetado o setor calçadista brasileiro, que já soma 28,4 mil postos perdidos, conforme mais recente levantamento. O estado que mais perdeu postos foi São Paulo, com 9,8 mil, seguido pelo Rio Grande do Sul (7,7 mil), Minas Gerais (5 mil) e Santa Catarina (2,5 mil). Ferreira aponta que, mesmo com a ampla utilização da MP 936, que permite a redução de jornada de trabalho e de salários, entre outras, o impacto da crise tem feito com que o setor calçadista recorra a cortes de mão-de-obra. “Sem novos pedidos, infelizmente, as empresas não têm conseguido manter o quadro de funcionários”, lamenta o dirigente, ressaltando que 70% das empresas que responderam o levantamento tiveram que demitir em algum momento.

Exportações

O impacto da pandemia da Covid-19 não se resume ao mercado doméstico brasileiro. No exterior, a Abicalçados estima uma perda de até 30,6% nas exportações de calçados, em volume, o que deve ser impulsionado especialmente pelas quedas nos embarques para os Estados Unidos, principal destino do produto verde-amarelo no exterior. No acumulado do trimestre, foram embarcados para lá 2,8 milhões de pares de calçados, 28,9% menos do que no mesmo período de 2019.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/05/2020 0 Comentários 550 Visualizações
Variedades

Nota oficial: ABPA, ASGAV e SIPARGS se manifestam sobre sanções a frigoríficos gaúchos

Por Gabrielle Pacheco 05/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), a Associação Gaúcha de Avicultura (ASGAV) e o Sindicato de Produtos Avícolas no Estado do Rio Grande do Sul (SIPARGS) receberam com preocupação as informações de ações como as impetradas pelos órgãos fiscalizadores atuantes no Rio Grande do Sul contra as unidades frigoríficas de Lajeado, Passo Fundo e outras. Em nota, as entidades classificaram como equivocado o pedido de fechamento de unidades produtoras e disseram que a medida esconde incontáveis riscos à comunidade e ao país, especialmente no quadro atual de quarentena determinado para o enfrentamento da epidemia de Covid-19.

O que dizem as entidades

“O primeiro e mais óbvio [risco] é a falta de alimentos.  Unidades fechadas significa ausência de produtos em estoques e nas gôndolas. Só há paz social se não houver falta de alimentos, e a suspensão da produção pode aproximar a sociedade do estado de caos.

O segundo ponto é o impacto ambiental. Cada unidade frigorífica abate milhares de aves e suínos diariamente. Se não houver o abate, o único destino possível para estes animais é o aterro sanitário.  Os impactos ambientais são graves. O pedido de suspensão da produção gera, portanto, um grande risco ambiental para todos.

Por fim, o fechamento de plantas, ao invés de proteger a população, aumenta o risco de exposição dos trabalhadores ao vírus. O ambiente frigorífico é reconhecido pelos diversos órgãos internacionais como um ambiente diferenciado, cujo processo rotineiro já considera medidas de higiene que previnem a transmissão de patógenos e consequentemente não é um ambiente propício à disseminação de vírus da Covid-19.

Ao mesmo tempo, as associações ressaltam que, antes mesmo do início da adoção da quarentena em vários estados de todo o país, suas empresas associadas adotaram medidas preventivas necessárias para proteger e prevenir, ao máximo, o risco nas unidades de produção. 

Essas medidas incluem o imediato afastamento de todos os colaboradores identificados como grupo de risco (com idade acima de 60 anos, doenças pré-existentes e outros), a intensificação das ações de vigilância ativa nas unidades frigoríficas e monitoria da saúde dos trabalhadores (com a verificação constante de temperatura), entre outras iniciativas.

As empresas reforçaram todos os cuidados recomendados pela Organização Mundial da Saúde e pelo Ministério da Saúde – grande parte destes cuidados já eram rotina. E, de forma adicional, incluiu várias outras medidas preventivas, como, por exemplo, aumento da rotina de higienização de todos os ambientes, adoção de medidas contra a aglomeração, monitoria constante do estado de saúde dos trabalhadores enquanto estão no espaço do frigorífico; reforço nas orientações de cuidados, entre outros.

As associações destacam que as agroindústrias cumprem rigorosamente as leis brasileiras, como é o caso do Ofício Circular SEI n° 1162/2020/ME, da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia, que determina as orientações gerais aos trabalhadores e empregadores do setor de frigoríficos em razão da pandemia da Covid-19. 

A preservação da saúde dos trabalhadores e o abastecimento de alimentos são as prioridades da avicultura e da suinocultura nacional. É um dever e um direito que deve ser preservado pelos diversos entes públicos. Neste debate, é fundamental que se prevaleça a racionalidade com base em fundamentos técnicos, afinal, está em jogo a segurança alimentar da população”, finaliza.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/05/2020 0 Comentários 547 Visualizações
Variedades

Iniciativa #adoteumcv promove corrente do bem para quem busca recolocação no mercado de trabalho

Por Gabrielle Pacheco 05/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Dar visibilidade a pessoas que foram desligadas por conta da pandemia. Esse é o objetivo da iniciativa #adoteumcv. O projeto, sem fins lucrativos, foi criado no dia 15 de Abril por Rodrigo Chiesa e Paulo Silva, profissionais que atuam na área de design e tecnologia. A ideia surgiu depois de conversas em que eles discutiam uma forma de como poderiam contribuir para ajudar pessoas que haviam perdido o emprego em razão da pandemia a se colocarem no mercado de trabalho.

“O projeto foi desenvolvido durante uma madrugada, logo depois que tivemos a ideia. E aí, começamos a pensar: quais seriam os primeiros perfis a serem adotados? Foi quando buscamos os nomes que constavam em planilhas que estavam circulando pelo LinkedIn com profissionais que haviam sido desligados de algumas empresas”, explica Paulo Silva, um dos idealizadores do #adoteumcv.

Mas a intenção era ampliar ainda mais o espaço para a iniciativa. Então, abriu-se a possibilidade para qualquer pessoa se cadastrar e, assim, ter o seu currículo compartilhado.

“A gente podia ajudar muito mais pessoas abrindo para, quem se encontrasse nessa situação, realizar seu cadastro. Então, criamos o site para qualquer pessoa inserir seu currículo. Isso facilitou o compartilhamento do perfil do LinkedIn desse profissional para as redes socias de pessoas que adotaram o seu CV. Gerando, assim, uma corrente do bem nesse momento complicado que estamos vivendo”, conta o também idealizador do #adoteumcv, Rodrigo Chiesa.

A cada acesso ao site é possível ver o perfil do profissional com foto, nome e endereço no LinkedIn, com os botões para compartilhamento logo abaixo. O usuário também pode ver outros profissionais, clicando no botão “Mostre outro CV”.

Atualmente, o #adoteumcv possui uma base de 3 mil pessoas cadastradas. Em 15 dias no ar, a iniciativa já conta com uma média diária de 150 cadastros por dia, 72 mil pageviews e mais de 4 mil compartilhamentos nas redes sociais (LinkedIn, Facebook, Twitter e WhatsApp).

O objetivo de ser simples, objetivo e viral foi alcançado. Agora, o plano para as próximas semanas é liberar o acesso dos perfis dos adotados para qualquer empresa que também queira divulgar o #adoteumcv.

“A gente tem certeza que, com isso, mais pessoas poderão ser impactadas e terão mais visibilidade para conseguirem voltar o mais rápido possível ao mercado. E também esperamos que, no fim de tudo, essa corrente do bem cumpra o seu papel na sociedade”, finalizam Rodrigo Chiesa e Paulo Silva.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria

 

05/05/2020 0 Comentários 616 Visualizações
Variedades

Ciência e fertilidade é pauta de live do Centro Fertilitat

Por Gabrielle Pacheco 05/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

Diante da pandemia, grávidas ou famílias que buscavam a gestação de um bebê possuem uma série de dúvidas de como agir neste momento tão delicado. E é para sanar esses questionamentos que o Centro de Medicina Reprodutivo Fertilitat tem promovido uma série de debates por lives, com renomados especialistas da área. Os debates tem como objetivo alcançar o público que busca informação transparente sobre o tema. O próximo debate acontecerá nesta terça-feira, 5, às 14h, pela conta @fertilitatrs no Instagram. “Como a inteligência artificial pode melhorar o acompanhamento embrionário e o aconselhamento aos pacientes” é o tema da conversa digital.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
05/05/2020 0 Comentários 686 Visualizações
Variedades

Revista científica Rizoma da Unisc reúne trabalhos sobre fake news em época de pandemia

Por Gabrielle Pacheco 04/05/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Revista Científica Rizoma da Unisc lançou um Call for Paper com dossiê temático sobre a problemática da Desinformação e o Covid-19.  A proposta é reunir trabalhos e pesquisas científicas que tratem da ocorrência de desinformação e de fake news no contexto midiático relativo à epidemia.

Busca-se perspectivas sobre fluxos de disseminação de conteúdos, conversação pública, circulação em mídias sociais, abordagens a partir de empresas midiáticas, canais e perfis de mídias sociais e do jornalismo sobre fake news e desinformação acerca da Covid-19.

O periódico, que está recebendo artigos até 30 de maio, quer contribuir para o importante debate a respeito da importância da produção e da distribuição de informação de qualidade sobre o tema da pandemia e sua possibilidade de, com isso, salvar vidas.

A revista Rizoma é uma publicação do Departamento de Gestão e Comunicação da Unisc, em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Letras. O periódico tem Qualis B2/Capes e seu foco de publicação são artigos científicos, entrevistas, ensaios, resenhas e outros textos acadêmicos.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
04/05/2020 0 Comentários 496 Visualizações
Business

Secretaria da Fazenda divulga dados do sistema de NFC-e

Por Gabrielle Pacheco 06/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

Secretarias de Fazenda de 12 Estados tornaram públicos os dados quantitativos e valores totais das Notas Fiscais de Consumidor Eletrônicas (NFC-e) emitidas diariamente. Essas informações se converteram em referência para avaliar movimentações na economia local.

“Estamos em um momento muito delicado com a crise do coronavírus, então os governos, a academia e a sociedade de modo geral precisam ter mais informações em tempo real sobre o consumo, sendo os documentos fiscais eletrônicos de suma importância para tomada de decisões”, afirmou Eudaldo Almeida, coordenador-geral do Encontro Nacional de Coordenadores e Administradores Tributários Estaduais (Encat).

No Rio Grande do Sul, por exemplo, as emissões despencaram a partir do dia 16 de março, data que marca o início da crise no Estado nas avaliações. Entre 16 e 27 de março, as vendas no varejo registraram queda de 26,1% na comparação com o período anterior ao Covid-19 (sem considerar combustíveis).

Os principais aumentos verificados foram os de “produtos farmacêuticos”, “sabões” e “alimentos” (principalmente não perecíveis, como arroz, leite UHT, óleos e farinhas). Entre os bens com maior queda de demanda destacam-se eletrônicos (principalmente aparelhos de telefone e televisores), itens de vestuário (inclusive calçados) e móveis.

Os dados foram publicados pela Receita Estadual do RS e fazem parte de uma análise do impacto da Covid-19 com base em informações fiscais extraídas dos sistemas de inteligência da instituição, sobretudo dos documentos fiscais eletrônicos.

Os primeiros dados publicados sobre setores da economia também revelam oscilações importantes. Com efeito, o Rio Grande do Sul registrou quedas expressivas, no período entre 21 e 27 de março, nas vendas do varejo (-43%), da indústria (-35%), e do atacado (-17%), quando comparadas com período equivalente do ano passado.

Na semana anterior, entre 16 e 20 de março, as atividades apresentaram expansão de vendas, o que pode ter sido motivado por antecipação de compras devido às medidas de quarentena adotadas pelo governo do Estado. Esses dados de evolução das vendas estão sendo monitorados diariamente e a expetativa é identificar o comportamento e o patamar de estabilização, nas próximas semanas.

Rio Grande do Sul, informa que “foi desenvolvida uma ferramenta específica para possibilitar aos Estados e à sociedade o acompanhamento diário da quantidade e valores totais dos documentos fiscais eletrônicos que são autorizados no ambiente da Sefaz Virtual do RS, que está sendo muito útil para o enfrentamento da crise e adoção de políticas públicas e ações emergenciais, mitigando possíveis efeitos de recessão econômica”.

Criada em 2006, a Sefaz Virtual RS (SVRS) integra serviços de processamento e autorização dos Documentos Fiscais Eletrônicos (DF-e) de 22 Estados brasileiros, com autorização diária pela companhia gaúcha Procergs.

O Sefaz Virtual é o ambiente tecnológico de autorização, distribuição e integração dos DF-e, estabelecidos nacionalmente pelas Secretarias de Fazenda, pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e coordenados pelo Encat.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
06/04/2020 0 Comentários 489 Visualizações
Saúde

SUS receberá reforço assistencial de estudantes da área da saúde durante pandemia

Por Gabrielle Pacheco 02/04/2020
Por Gabrielle Pacheco

Alunos de medicina, enfermagem, farmácia e fisioterapia que estiverem nos últimos anos da graduação deverão atuar na cobertura assistencial a pacientes com Covid-19, em caráter excepcional e temporário no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). O edital que descreve o programa Brasil Conta Comigo foi publicado no Diário Oficial da União nesta quarta-feira, 1º.

Estados, municípios e unidades de saúde poderão se cadastrar para receber a força de trabalho dos acadêmicos, que trabalharão sob supervisão de profissionais. Os alunos poderão atuar em postos de saúde, unidades de pronto atendimentos, estabelecimentos da rede hospitalar e unidades de saúde voltadas às populações indígenas, quilombolas e ribeirinhas.

Os estudantes que deverão aderir ao programa são os que estiverem devidamente matriculados no sistema federal de ensino (universidades públicas e privadas) no 5° e no 6° ano de medicina e nos últimos anos dos cursos de enfermagem, farmácia e fisioterapia.

A carga horária será de 40 horas semanais, com uma bolsa no valor de R$ 1.045. Os alunos de outros anos desses cursos também poderão aderir ao programa, se desejarem, com bolsa no valor de R$ 522,50. Todos receberão certificado de participação no esforço de contenção da pandemia da Covid-19, com a respectiva carga horária.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
02/04/2020 0 Comentários 434 Visualizações
Business

Pequenos negócios de impacto social fazem a diferença no combate ao coronavírus

Por Gabrielle Pacheco 27/03/2020
Por Gabrielle Pacheco

O avanço da pandemia do Coronavírus no país mudou a rotina das pessoas após a determinação do fechamento do comércio em muitas capitais brasileiras e a recomendação de isolamento social preventivo. Os reflexos são sentidos em todos os aspectos da sociedade, desde os sociais aos econômicos. Em meio ao clima de apreensão e incerteza, os pequenos negócios considerados de impacto social encontram espaço fértil para atuação no combate aos prejuízos causados pela doença.

De acordo com a analista do Sebrae, Valéria Barros, a missão dos negócios sociais vai muito além de gerar lucro. “Esse tipo de negócio traz um impacto positivo que gera valor de forma coletiva ao buscar soluções para problemas da sociedade”, explicou. Mapeamento realizado em 2019 pela Pipe Social revelou que a maior parte dos negócios de impacto social no país estão localizados na região Sudeste e atuam nas áreas de tecnologia verde, com ações na preservação do meio ambiente, e cidadania, oferecendo soluções de inclusão social, questões de diversidade e gênero, dentre outras.

Em Maceió (AL), a psicóloga Vanessa Fagá e a arquiteta Evelyne Cruz criaram a startup Clube Vida Criativa para promover a ocupação e o bem-estar para o público acima dos 60 anos. Em funcionamento desde agosto do ano passado, a empresa oferece atividades, como oficinais criativas e eventos culturais para idosos na capital alagoana. Diante da crise provocada pelo novo Coronavírus, as empreendedoras estão oferecendo diversos serviços para minimizar os prejuízos causados pela doença, que impõe isolamento social, principalmente de idosos, considerados um dos grupos de risco.

Com o uso intenso das principais redes sociais e ferramentas disponíveis na internet, a empresa tem oferecido lives semanais sobre temas de interesse para os idosos em quarentena, realização de oficinais por meio de videoconferência, aulas on-line de zumba  e contato constante por meio de grupo no Whatsapp, com compartilhamento de dicas, orientações sobre como enfrentar o período sem perder qualidade de vida. “Tivemos boa receptividade e ao contrário do que muitos pensam, eles conseguem acompanhar e estão muito conectados aos meios digitais”, contou Vanessa, uma das sócias do negócio. Segundo ela, os serviços on-line não têm gerado lucro, mas tem gerado relacionamento e conexão com os clientes, algo considerado muito importante neste momento.

Além das atividades online, a startup tem oferecido serviços de auxílio para compras e cuidados para os pets, já que muitos idosos possuem animais de estimação e não podem sair de casa. O clube também está cadastrando profissionais autônomos de confiança para oferecer serviços de cabeleireiro, encanador, eletricistas, dentre outros. “Nossa ideia é criar uma rede de apoio positiva para nosso público-alvo que está mais vulnerável e precisa de um atendimento diferenciado com muito carinho”, contou.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
27/03/2020 0 Comentários 522 Visualizações
Variedades

Como lidar com as crianças em casa

Por Gabrielle Pacheco 25/03/2020
Por Gabrielle Pacheco

Com as atividades externas temporariamente suspensas. Mas isso não precisa ser sinônimo de tristeza ou frustração. A imposição de confinamento mudou o hábito de toda a população e a orientação da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul é que os pais estejam muito atentos não só a saúde física, mas também mental das crianças.

O pediatra, psiquiatra infantil e psicanalista, Victor Mardini, comenta que esse período pode promover uma aproximação entre os pais e as crianças. “Há uma série de proposição de brincadeiras, jogos, colorir, esconde-esconde e atividades que estavam esquecidas no momento atual da nossa sociedade. Parece que houve um lado de aproximação dos pais com os filhos. Obrigados a adotar, em muitos casos, um formato home office, os pais acabam ficando mais tempo com os filhos. Isso pode, sim, ser construtivo”, comenta.

Como soluções criativas, o médico cita o uso de fantoches e contação de histórias. Sempre que possível, é válido envolver irmãos e irmãs em todas as atividades. Quebra-cabeças, brincadeiras antigas e receitas de comidas também são bem vindas. Um aspecto importante, destacado pelo médico, é a criação de uma rotina estabelecida com a família. É importante ter um horário de início e fim do trabalho, pausas para almoço e até atividades físicas dentro de casa organizadas em família.

Tecnologia pode ser aliada

“Estamos incentivando que as crianças não deixem de manter o relacionamento com amigos, familiares e coleguinhas da escola. O celular e tablet, deve ser um instrumento a nosso favor nessa hora. Esses momentos são bons”, completa

Com as aulas paradas, o especialista sugere que atividades virtuais também sejam mantidas. Atividades online podem ser feitas, mas o médico sugere que além da simples entrega e devolução de tarefas exista uma interação e relacionamento com os professores com áudio e vídeo para que esse aprendizado seja mais produtivo.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
25/03/2020 0 Comentários 709 Visualizações
Variedades

Rede Pampa libera programação de suas rádios para outras emissoras durante pandemia na saúde

Por Gabrielle Pacheco 19/03/2020
Por Gabrielle Pacheco

A Rede Pampa está disponibilizando a programação da Rádio Pampa, que tem trazido atualizações em tempo real sobre o avanço do novo coronavírus, para ser transmitida em outras emissoras do Estado.

Segundo a diretora de Conteúdo da Rede Pampa, Marjana Vargas, esta nova medida visa o caráter emergencial do isolamento da população e a necessidade de divulgação de notícias atualizadas em tempo real. “Esta autorização é por tempo indeterminado e permite que as emissoras de rádio que quiserem ou necessitarem interromper suas programações e isolar suas equipes, possam fazê-lo, sem deixar de levar a importante prestação de serviço à população”, ressalta.

As rádios interessadas estão autorizadas a transmitir a programação por período parcial ou integral. Caso a emissora não queria colocar ar uma rádio noticiosa como a Rádio Pampa, o grupo de comunicação também autoriza a transmissão da programação das rádios 104 FM, Grenal, Caiçara, Continental, Eldorado e Liberdade. “O trabalho da imprensa, neste momento, é de extrema importância e a união do setor é fundamental”, finaliza Marjana.

Foto: Divulgação | Fonte: Assessoria
19/03/2020 0 Comentários 461 Visualizações
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